Bitcoin pode ser considerada uma moeda universal? Entenda! Bitcoin

Bitcoin pode ser considerada uma moeda universal? Entenda!

Guto Schiavon

O Bitcoin é uma moeda universal que, inserida no contexto da globalização, torna o mercado mundial cada vez mais interdependente e conectado. Com poucos cliques e baixíssimos custos, é possível adquirir produtos de países do outro extremo do planeta.
Totalmente descentralizada, a criptomoeda é um diferencial competitivo para as empresas atuantes no mercado internacional, já que, entre outros motivos, facilita as transações e derruba os obstáculos impostos pelas diferenças cambiais.
Pensando nisso, preparamos o post de hoje com tudo o que você precisa saber sobre a relação entre dinheiro digital e comércio exterior. Afinal, porque o Bitcoin é uma moeda universal? Confira!

O que é Bitcoin?

Bitcoin é um sistema de comunicação que funciona de maneira independente de qualquer entidade intermediária — bancos e instituições financeiras — e fora do comando governamental.
Assim, os pagamentos são feitos diretamente entre os usuários, por meio de um endereço digital. Em outras palavras, a tecnologia atua tanto nas funções de um banco central como nas de uma plataforma de pagamentos.

Por que o Bitcoin é uma moeda universal?

Confira alguns bons motivos pelos quais essa moeda já pode ser considerada de uso global:

Baixos custos para remessas ao exterior

O sistema de pagamentos p2p (peer-to-peer) permite que remessas de recursos sejam transferidas entre os países com taxas de transação significativamente inferiores das realizadas pelos meios tradicionais.
Assim, a tendência é que, nos próximos anos, com mais usuários no mundo todo, o sistema Blockchain seja a opção mais interessante para as operações financeiras internacionais e a maior parte dos envios de capital e ativos sejam feitos dessa forma.

Taxa de conversão vantajosa

O Bitcoin já é utilizado como meio de pagamento em lojas físicas e virtuais de vários países, o que diminui os custos extras com a conversão de moedas e evita a incidência de tributos, como o Imposto sobre Operações Financeiras — IOF.
Além disso, sua taxa de conversão costuma ser mais baixa do que nos bancos, o que incentiva o mercado consumidor e atrai os turistas que viajam ao exterior.

Por que o Bitcoin facilita o comércio exterior?

Diferente das moedas tradicionais, o Bitcoin supera bloqueios de fronteiras e elimina barreiras do comércio internacional. Acompanhe por que esse protocolo está fazendo uma verdadeira revolução econômica no mundo:

Segurança

As transações realizadas em Bitcoins podem ser consideradas mais seguras dos que as feitas em moeda tradicional. Isso ocorre, porque as informações da carteira são mantidas em completo controle do usuário, assim, ninguém além do proprietário poderá  realizar operações, o que garante a segurança do dinheiro criptografado.

Facilidade de negociação

Diferentemente de outros investimentos que demandam que o usuário abra uma conta em um intermediário financeiro, no Bitcoin, todo esse processo que, pode demorar dias, é dispensado. Basta que o futuro negociador, pela Internet, envie seus documentos para uma corretora e sua conta demorará poucos dias para ficar pronta para o uso.
A partir de então, os bitcoins poderão ser negociados para a compra e venda — 24 horas por dia, sete dias por semana — entre as carteiras de usuários de qualquer parte do planeta.

Independência

Como comentamos, o modelo Blockchain consegue descentralizar as operações financeiras das grandes instituições e da interferência do Estado, permitindo que as transações sejam feitas de forma independente, diretamente entre compradores e vendedores da moeda.

Expansão

As estatísticas em relação ao Bitcoin são animadoras: em oito anos de existência, a criptomoeda já conquistou mais de 2 milhões de usuários em todo mundo — desse número, 50 mil são brasileiros.
Com o sistema em expansão, é cada vez maior o volume de estabelecimentos físicos e virtuais que aceitam a moeda como forma de pagamento. A tecnologia é aprimorada a cada dia e, no Brasil, o Banco Central vem acompanhando as discussões sobre o tema, com grande interesse e receptividade.