Ethereum em minutos: Os tokens nativos do Ethereum

Ethereum em minutos: Os tokens nativos do Ethereum

Os tokens nativos do Ethereum

O ether é o nome do token utilizado no Ethereum. É usado para pagar pelo poder computacional utilizado na Ethereum Virtual Machine. Isso é feito indiretamente pela compra de “gas” a partir do próprio ether.

O Ethereum possui um sistema métrico de denominações utilizadas como unidades de ether. Cada denominação tem seu próprio nome único (alguns possuem o nome de família de figuras importantes que desempenham um papel na evolução da ciência da computação e da criptoeconomia).

A menor denominação, como a base da unidade de ether, é chamada de Wei. Abaixo está uma lista das denominações nomeadas e seu valor em Wei. Seguindo um padrão comum (embora um pouco ambíguo), o ether também designa uma unidade (de 1e18 ou um quintilhão de Wei) da moeda. Observe que a moeda não se chama Ethereum, como muitos
pensam erroneamente, tampouco Ethereum é uma unidade.

O Gas

O Ethereum é um projeto bastante peculiar no universo dos criptoativos, pois o seu token nativo, além de servir como uma espécie de dinheiro eletrônico, também possui uma utilidade de valor no que se refere ao cálculo do gas, o “combustível” necessário para movimentar as transações por sua rede.

Além das taxas de transação, o gas é uma parte central em cada movimentação na rede e exige que o remetente pague pelos recursos de computação consumidos. O custo do gas é calculado dinamicamente, com base no volume e complexidade do pedido e multiplicado pelo preço atual do gas.

Supõe-se que o gas seja o custo constante dos recursos / utilização da rede. O objetivo da plataforma é que o custo real de enviar uma transação sempre seja o mesmo, por isso não existe emissão de unidades de gas, como acontece com o ether, pois isso traria muita volatilidade para o token.

Então, em vez disso, emite-se ether cujo valor deve variar, mas também implementa-se um preço do gas em termos de ether. Se o preço do ether subir, o preço do gas em termos de ether deve diminuir para manter o custo real do gas igual.

O gas tem vários termos associados com isso: preços de gas, custo de gas, limite de gas e taxas de gas.

Custo do gas: é um valor estático de quanto custa uma computação em termos de gas, e a intenção é que o valor real do gas nunca mude, então esse custo sempre deve permanecer estável ao longo do tempo.

Preço do gas: é o quanto o gas custa em termos de outra moeda ou token como ether. Para estabilizar o valor do gas, o preço do gas é um valor flutuante, de modo que, se o custo de tokens ou a moeda flutuar, o preço do gas muda para manter o valor real. O preço do gas é definido pelo preço de equilíbrio de quanto os usuários estão dispostos a gastar e quantos os nós de processamento estão dispostos a aceitar.

Limite de gas: é a quantidade máxima de gas que pode ser usada por bloco, é considerada a carga computacional máxima, volume de transação ou tamanho de um bloco e os mineradores podem mudar lentamente esse valor ao longo do tempo.

Taxa de gas: é efetivamente o montante de gas necessário a ser pago para executar uma determinada transação ou programa (chamado contrato). As taxas de gas de um bloco podem ser usadas para implantar a carga computacional, o volume de transação ou o tamanho de um bloco. As tarifas de gas são pagas aos mineradores.

Foxbit 6 anos: Do R$1.001 aos R$100.001

Foxbit 6 anos: Do R$1.001 aos R$100.001

Quando lançamos oficialmente a Foxbit em 2014, o Bitcoin já havia superado o patamar de incríveis mil reais, seis anos depois comemoramos que a criptomoeda chegou a 100 mil. De lá pra cá tanta coisa aconteceu, foram tantas mudanças e tão rápidas que nem parece que foram só 6 anos para isso tudo. 

A combinação perfeita

Por onde começar? A Foxbit veio ao mundo em uma história cinematográfica com dois jovens do interior de São Paulo que só se conheciam pela internet. João Canhada e Guto Schiavon respectivamente com 20 e 17 anos.

Apoiados pelos pequenos investidores Felipe Trovão e Marcos Henrique, muita vontade e ao som de “What Does The Fox Say?” a Foxbit ia ao ar. 

Era a combinação perfeita, o Guto era uma máquina de bom atendimento, não parava de atender os clientes nem mesmo no Natal e na madrugada. Enquanto o Canhada fechava negócios sem parar. Ah, que match perfeito!

Como mudamos o mercado brasileiro

Já nos primeiros meses mudamos completamente a lógica do mercado brasileiro. Chega de taxa de depósito! A Foxbit foi a primeira corretora brasileira a zerar as taxas de depósito, algo que virou padrão no mercado anos depois. 

Era tudo mato, existia pouco material de educação, muitas pessoas tinham medo de investir e a quantidade de golpes era enorme. Não podíamos deixar como estava. 

Começamos a mudar tudo isso, traduzimos livros sobre Bitcoin, fizemos promoções no Youtube, criamos um grupo para o pessoal tirar as dúvidas, fazíamos lives mensais com a galera e até mesmo distribuímos bitcoin para facilitar o primeiro contato com a cripto. 

Aliás, já distribuímos o equivalente a R$50 milhões em bitcoin na nossa plataforma e por meio de cartões-presente.  Ganhamos prêmios, criamos a primeira OTC do mercado de ativos digitais do Brasil, lançamos o maior portal de criptomoedas do brasileiro, transacionamos bilhões em bitcoin e ativos digitais. 

Mas nada nos deixa mais gratos em todos esses anos do que ver como mudamos a vida financeira de milhares de brasileiros, desde aqueles que entraram no bitcoin aos mil reais conosco em 2014, até os que chegaram agora nos 100 mil. 

Não sabemos para onde o preço do Bitcoin vai parar nos próximos 6 anos, mas temos certeza que nós vamos continuar levando liberdade e soberania financeira para todos os lados. 

Quem vem com a gente? \o/

Ethereum em minutos: Negócios e aplicações descentralizadas

Ethereum em minutos: Negócios e aplicações descentralizadas

Negócios e aplicações descentralizadas

Imagine ter seu carro funcionando, transportando passageiros enquanto você está no trabalho. Imagine ter seu computador utilizando alguma capacidade disponível para atender empresas e pessoas em todo o mundo. Imagine ser pago por navegar na web e tomar posse das suas próprias informações. É esse tipo de inovação que as aplicações descentralizadas prometem nos oferecer no futuro próximo.

Uma mudança de paradigma na forma como vemos os modelos de software está se aproximando. Quando o Bitcoin, a primeira criptomoeda, nos fez reavaliar nossa definição de reserva de valor, ele também revelou uma visão rápida do futuro: um mundo com aplicações descentralizadas (dApps). Essas aplicações distribuídas, resilientes, transparentes e incentivadas oferecerão ao mundo um novo cenário tecnológico.

O nascimento de aplicativos descentralizados

Como o conceito ainda está em sua infância, pode não haver uma definição do que é exatamente um dApp. No entanto, existem características comuns visíveis em todas as ideias de aplicações descentralizadas:

Código aberto: idealmente, o dApp deve ser autônomo e todas as mudanças devem ser decididas pelo consenso, ou a maioria, de seus usuários. Sua base de código de programação deve estar disponível a todos para ser verificada e auditada.

Descentralização: todos os registros da operação da aplicação devem ser armazenados em um blockchain público e descentralizado para evitar armadilhas de centralização.

Incentivos econômicos: os validadores do blockchain devem ser incentivados, ou seja, recompensados com tokens criptográficos de acordo com o seu empenho para manter a rede segura e em operação.

Protocolo: a comunidade de aplicativos deve concordar com um algoritmo criptográfico para mostrar prova de valor. Por exemplo, o Bitcoin usa Prova de Trabalho (PoW) e o Ethereum está atualmente usando o PoW com planos para usar um algoritmo de consenso híbrido PoW / Prova de Participação (PoS) no futuro.

Levando em consideração todas as características descritas acima, a primeira dApp foi efetivamente o Bitcoin, pois trata-se de uma solução implementada em blockchain que surgiu a partir dos problemas que giravam em torno da centralização do sistema financeiro e da censuras aplicadas sobre ele. O Bitcoin é um livro de registro público autossustentável que permite transações entre duas partes de forma eficiente e sem intermediários.

Embora o Bitcoin e Ethereum possam ser vagamente definidos como dApps e buscam resolver problemas do mundo real, o Ethereum tem um plano muito maior em seu horizonte de desenvolvimento.

No artigo técnico que definiu as bases do Ethereum, afirmou-se que a intenção seria criar um protocolo alternativo para a construção de aplicações descentralizadas com ênfase no tempo de desenvolvimento, segurança e escala.

Armado com a sua própria linguagem de programação, chamada Solidity, o Ethereum permite que os desenvolvedores criem contatos inteligentes usando a Ethereum Virtual Machine (EVM). Com essas ferramentas disponíveis, os desenvolvedores criam dApps que possuem casos de uso na vida real, que vão desde o gerenciamento de ativos até o planejamento de recursos.

Exemplos de aplicações descentralizadas baseadas no Ethereum

Golem: o projeto visa criar o primeiro mercado global para poder computacional ocioso. A ideia é alugar para outras pessoas capacidade de processamento ocioso disponível em seu computador.

Augur: esta aplicação visa combinar o conceito de mercados de previsão com o poder da rede descentralizada para criar uma ferramenta de previsão que possa alavancar potenciais ganhos comerciais.

Melonport: este protocolo em blockchain visa atuar no mercado de gerenciamento de ativos digitais. Os participantes podem criar ou investir em estratégias de gerenciamento de ativos digitais de forma aberta e competitiva.

Brave: o navegador da web Brave torna a navegação em páginas na internet rápida e segura protegendo você de rastreamento de terceiros. Além disso, você pode optar por apoiar os criadores de conteúdo, permitindo anúncios, para assim ser monetariamente recompensado com o token BAT (Basic Attention Token). Isso dá aos usuários finais um nível de controle sobre suas próprias informações e privacidade sem precedentes.

Como visto acima, cada dApp pretende aplicar a tecnologia blockchain em seu nicho e assumir suas respectivas indústrias. Seja nas áreas de investimento, tecnologia ou governança, a tecnologia blockchain permeará os mercados.

O Pix chegou na Foxbit com depósitos 24h todos os dias

O Pix chegou na Foxbit com depósitos 24h todos os dias

O Pix, o novo sistema de pagamentos do Banco Central, acabou de aterrissar na Foxbit e com ele você terá muitas vantagens. 

Mas antes, vamos falar sobre o que é o PIX, suas funcionalidades e finalmente como usar na Foxbit para economizar ainda mais na compra de bitcoins. 

O que é o PIX?

O Pix é um sistema de pagamentos digitais criado pelo Banco Central do Brasil (Bacen). Seu objetivo é modernizar o sistema brasileiro, permitindo transações 24 horas em todos os dias, até nos finais de semana e feriados.  

Ele também possibilita transferências extremamente rápidas, segundo o Banco Central, em até 10 segundos.

E tudo isso com o custo 0 para pessoas físicas. Ou seja, você já não precisa fazer TED/DOC para a Foxbit, basta usar o PIX e a transferência é de graça – subsidiada pelo BC. 

Como cadastrar o PIX? 

Praticamente todos os grandes bancos e instituições já permitem a utilização do novo sistema. Incluindo, Inter, Neon, Nubank, Banco Plural, PicPay e Mercado Pago. 

Todas as instituições financeiras participantes são obrigadas a mostrar o menu “Pix” em seus aplicativos e internet banking. 

Ao iniciar o cadastro no novo sistema, o banco perguntará a melhor maneira de criar uma “chave PIX”. Você pode criá-la usando seu CPF/CNPJ, número de celular, e-mail ou uma chave aleatória para ter mais privacidade. 

Como resultado, qualquer pessoa poderá transferir via PIX usando qualquer um dos métodos acima. Por exemplo, na Foxbit você pode transferir usando a chave: “[email protected]”.

Isso significa que você não precisa pedir a conta bancária, agência, CPF e outras burocracias. Basta um e-mail ou número de CPF e você já pode transferir. Legal, né?

Mas lembrando que é necessário abrir um ordem de depósito na Foxbit e anexar o comprovante da transação, ok?

Como usar o PIX para comprar Bitcoin?

Outra grande vantagem do sistema é permitir a compra de bitcoins e outros ativos digitais na Foxbit, 24 horas e 7 dias por semana. 

Para fazer isso, basta clicar em Depositar -> Real -> Digitar o valor de depósito -> Escolher o método PIX:

deposito pix foxbit

Agora é só ler e clicar no “Entendi e concordo com as regras de depósito” e o Qr-Code com a chave-pix da Foxbit irá aparecer:

qr code pix foxbit

Abra o app do seu

Abra o app do seu banco (nesta demonstração usamos o Banco Inter) e procure por PIX:

Então selecione a opção “pagar”:

pix banco inter

Use a opção “PIX com QR Code” ou “Pix com a chave”. Ao usar o PIX com “Qr-code” é só apontar sua câmera para o código da Foxbit e confirmar o valor do pagamento. No “Pix com a chave”, use a opção E-mail e digite “[email protected]”, então confirme o valor da transação:

pix banco inter 2

Por fim, clique em “Pagar” após revisar os dados de envio:

pix banco inter 2

Agora é só adicionar o comprovante na área “Anexe o comprovante do depósito” e ir comprar seus criptoativos. 

Agora você economiza tempo, dinheiro e pode comprar bitcoins quando quiser. Quer saber mais novidades? Acesse o Instagram da Foxbit e não esqueça de nos seguir no Twitter e Facebook.

Bitcoin ultrapassa R$ 100.000 e caminha de acordo com análise de Bo Williams

Bitcoin ultrapassa R$ 100.000 e caminha de acordo com análise de Bo Williams

Bo Williams, o especialista no mercado financeiro , comentou sobre os últimos movimentos do Bitcoin na quinta-feira (19) na live do desafio “O Grande Investidor”. Com 24 anos de experiência, Bo já passou pela XP Investimentos e é fundador do método PhiCube de análise técnica.

Em seu vídeo mais recente para o canal da Foxbit, o investidor afirma acreditar em um cenário de US$ 500.000 nos próximos 2 ou 3 anos. Semana passada, a criptomoeda atingiu o valor histórico de R$ 100 mil. De acordo com Williams, o mundo inteiro está em busca de um ativo que de fato sirva como reserva de valor, e o BTC pode suprir essa demanda.

“Eu digo isso porque estamos prestes a fazer um ‘reset’ no sistema financeiro global. Vai ser digital e vem para apagar os mais de 200 trilhões de dólares em dívida que o mundo tem hoje. Não é sustentável continuar com um sistema monetário mundial baseado em dívida”.

Com a quebra unilateral do acordo de Bretton Woods por parte dos Estados Unidos em 1971, o dólar perdeu seu lastro em ouro e passou a ser baseado na boa-fé e confiança do governo. No entanto, segundo Williams, “infelizmente os governos não representam o que o povo realmente quer“. 

Já o Bitcoin, por outro lado, é um ativo com escassez limitada e diversas características únicas:

“O número de bitcoins são limitados e a economia mundial só cresce, [ao ponto] de ter centenas de trilhões de dívidas no mundo inteiro.”, finalizou ele.

Phicube indica que bitcoin é a nova Magalu

Utilizando seu método reconhecido mundialmente, Bo comparou o Bitcoin com a Magazine Luiza. A loja é um fenômeno na Bolsa de Valores de São Paulo e subiu mais de 1.000% em 8 anos. 

O papel da Magazine Luiza, de ticker MGLU3, está acima de todas as linhas verdes desde julho de 2016, tendo corrigido poucas vezes desde então. Williams chama essas linhas de PV, ou “proibido vender”, pois indicam uma tendência de alta do ativo.

E o BTC atingiu essa mesma condição este mês. “Quando se tem duas linhas verdes, o alvo é a terceira linha. E três linhas verdes é lua!”, disse Bo em live nesta quarta-feira do Desafio O Grande Investidor.

Live no canal do Cointimes na qual Bo compara o Bitcoin com a “Magalu”

Confira o vídeo completo com a última análise de BO no canal da Foxbit:

Já comprou seu bitcoin hoje? Aproveite o aplicativo da Foxbit para comprar a criptomoeda em qualquer lugar – disponível para Android e IOS