Três tranches, uma tese só. O FTMANN-06 abriu o programa de crédito federal estruturado pela Mannah Capital, o FTMANN-07 deu sequência a ele. E agora chega o FTMANN-08, a terceira etapa dessa mesma operação.
O FTMANN-08 mantém a rentabilidade alvo de CDI + 9,5% a.a. (aproximadamente 1,97% ao mês, considerando CDI de 14,15% a.a.), prazo de 12 meses e pagamentos mensais de juros e amortização, com um prazo de captação mais curto que o das tranches anteriores: 30 dias.
Neste artigo, explicamos o que essa terceira tranche representa dentro do programa e quais garantias seguem sustentando a operação.
O que é o FTMANN-08?
O FTMANN-08 é a terceira tranche de uma operação de renda fixa digital lastreada em Direitos Creditórios Federais (DCs) indenizatórios, cedidos pela Mannah Capital S.A.
Esses direitos têm origem em uma ação indenizatória contra a União Federal envolvendo o DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem), com decisão transitada em julgado e laudo pericial que reconhece lucros cessantes.
A emissão segue estruturada por meio de um Certificado de Recebíveis Securitizado, disponível para investimento na Foxbit, na área de Crypto Assets.
Principais condições do FTMANN-08
Como funciona o fluxo de pagamentos
Ao investir no FTMANN-08, o investidor recebe mensalmente:
A remuneração referente ao mês (juros)
A parcela de amortização do principal, conforme cronograma
O valor de acordo com o fluxo de pagamento programado até o final do prazo
Esse modelo gera um fluxo consistente e previsível, com a vantagem da tokenização e da distribuição digital.
De onde vem a rentabilidade
A Mannah Capital compra créditos judiciais federais com deságio e os negocia com empresas que buscam quitar ou compensar tributos federais. A diferença entre o valor de aquisição e o valor de negociação sustenta a remuneração paga aos investidores. A mesma engrenagem que já opera desde a 1ª tranche e 2ª tranche (FTMANN-06 e FTMANN-07).
As garantias que sustentam esta tranche
Lastro em crédito federal judicial: mesma origem jurídica auditada desde a 1ª tranche.
Lastro de ≈145% do valor da operação: cobertura superior ao total já captado no programa.
Patrimônio segregado: recursos desta tranche geridos separadamente.
Auditoria jurídica independente: Legal Opinions favoráveis emitidas por escritórios especializados.
Governança em blockchain: token ERC-20, com rastreabilidade e integridade das informações.
Agente Fiduciário: monitoramento e auditoria periódica da execução financeira.
Para quem o FTMANN-08 é ideal
O token é indicado para quem busca:
Continuidade em uma tese de crédito federal já testada duas vezes
Retornos consistentes e acima do CDI
Ativos lastreados na economia real
Diversificação de carteira
Baixa complexidade operacional
Diferenciais do FTMANN-08
Rentabilidade acima do CDI CDI + 9,5% a.a., equivalente a aproximadamente 1,97% ao mês.
Lastro robusto e auditado Crédito judicial federal com ≈145% de cobertura sobre o valor captado, com Legal Opinion favorável.
Estrutura sólida, auditável e transparente Patrimônio segregado, agente fiduciário e rastreabilidade em blockchain.
Acesso digital a um mercado antes restrito Participação indireta em uma classe de ativos historicamente concentrada em fundos e investidores institucionais.
Como investir
O token está disponível na sua conta Foxbit, na área de Crypto Assets, com investimento a partir de R$20,00 por token, de forma totalmente digital.
O FTMANN-08 amplia as oportunidades dentro da renda fixa digital ao reunir:
Pagamentos mensais
Lastro em crédito judicial federal
Múltiplas garantias
Estrutura jurídica robusta
Rentabilidade competitiva
Se você busca previsibilidade e retorno mensal em uma estrutura sólida, essa é uma oportunidade que merece estar no seu radar.
O mercado de renda fixa digital segue ganhando força no Brasil, oferecendo alternativas mais previsíveis, estruturadas e com retornos competitivos. É nesse contexto que apresentamos o FTMANN-06, novo token lastreado em Direitos Creditórios Federais (DCs) originados pela Mannah Capital.
Com rentabilidade estimada de CDI + 9,5% a.a. (aproximadamente 1,97% ao mês, considerando CDI de 14,15% a.a.), prazo total de 12 meses, pagamentos mensais de juros e amortização, o FTMANN-06 combina previsibilidade, estrutura jurídica robusta e acesso a um ativo lastreado na economia real.
Ao longo deste artigo, explicamos como a operação funciona, quais são as garantias envolvidas e por que esse token se destaca dentro da categoria de renda fixa digital.
O que é o FTMANN-06?
O FTMANN-06 é um token de renda fixa digital lastreado em Direitos Creditórios Federais (DCs) indenizatórios, cedidos pela Mannah Capital S.A., securitizadora especializada em créditos judiciais.
Esses direitos têm origem em decisão judicial transitada em julgado contra a União Federal, relacionada a uma ação indenizatória do DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem), com laudo pericial e reconhecimento de lucros cessantes.
A emissão é estruturada por meio de um Certificado de Recebíveis Securitizado, transformando um crédito judicial federal em um ativo digital acessível aos investidores pela Foxbit, na área de Crypto Assets.
Principais condições do FTMANN-06
Como funciona o fluxo de pagamentos
Ao investir no FTMANN-06, o investidor recebe mensalmente:
A remuneração referente ao mês (juros)
A parcela de amortização do principal, conforme cronograma
O valor de acordo com o fluxo de pagamento programado até o final do prazo
Esse modelo gera um fluxo consistente e previsível, com a vantagem da tokenização e da distribuição digital.
De onde vem a rentabilidade
A Mannah Capital adquire créditos judiciais federais já reconhecidos, com deságio em relação ao valor de face. Esses créditos são posteriormente negociados com empresas que buscam quitar ou compensar tributos federais. A diferença entre o valor de aquisição e o valor de revenda é a margem que sustenta a remuneração paga aos investidores do FTMANN-06.
As garantias que fortalecem a operação
Lastro em crédito federal judicial — decisão transitada em julgado, laudo pericial e cadeia de cessão auditada.
Lastro de ≈145% do valor captado — a fração de crédito utilizada como garantia supera o montante investido.
Patrimônio segregado — recursos geridos separadamente e exclusivamente para esta operação.
Governança em blockchain — token ERC-20, com rastreabilidade e integridade das informações.
Agente Fiduciário — monitoramento e auditoria periódica da execução financeira.
Para quem o FTMANN-06 é ideal
O token atende especialmente investidores que buscam:
Previsibilidade de fluxo
Retornos consistentes e acima do CDI
Ativos lastreados na economia real
Diversificação de carteira
Estruturas com múltiplas camadas de garantia
Baixa complexidade operacional
Diferenciais do FTMANN-06
Rentabilidade acima do CDI CDI + 9,5% a.a., equivalente a aproximadamente 1,97% ao mês.
Lastro robusto e auditado Crédito judicial federal com ≈145% de cobertura sobre o valor captado, com Legal Opinion favorável.
Estrutura sólida, auditável e transparente Patrimônio segregado, agente fiduciário e rastreabilidade em blockchain.
Acesso digital a um mercado antes restrito Participação indireta em uma classe de ativos historicamente concentrada em fundos e investidores institucionais.
Como investir
O token já está disponível na Foxbit, na área de Crypto Assets. Em poucos passos, é possível visualizar as informações da oferta, conferir prazo, rentabilidade e garantias, e realizar o investimento de forma totalmente digital.
O FTMANN-06 amplia as oportunidades dentro da renda fixa digital ao reunir:
Pagamentos mensais
Lastro em crédito judicial federal
Múltiplas garantias
Estrutura jurídica robusta
Rentabilidade competitiva
Se você busca previsibilidade e retorno mensal em uma estrutura sólida, essa é uma oportunidade que merece estar no seu radar.
A Foxbit conquistou as certificações internacionais ISO 27001 e ISO 27701, emitidas pela QMS Certification, somando-se ao SOC 2 Tipo II já obtido pela empresa. Juntas, as três certificações reforçam a posição da Foxbit como infraestrutura financeira para empresas, bancos e instituições que operam com ativos digitais no Brasil.
O que mudou com a conquista da ISO 27001 e ISO 27701?
Até pouco tempo, a Foxbit estava recomendada pela QMS Certification para conquistar os dois selos, um passo importante dentro do processo de auditoria. Agora é oficial: viramos certificados. Na prática, isso quer dizer que nossos processos, controles e políticas foram avaliados e estão de acordo com os requisitos das ISO 27001 e 27701.
Portanto, isso indica que a estrutura de segurança da informação e de privacidade de dados da Foxbit passou por uma análise criteriosa internacional altamente qualificada e independente, e foi aprovada conforme os padrões internacionais.
O que as certificações internacionais significam para os clientes?
Para quem já é cliente ou parceiro da Foxbit, e para quem planeja se tornar um, as duas normas representam garantias concretas sobre como os dados são tratados:
A ISO 27001 é hoje a referência mais adotada globalmente quando o assunto é gestão de segurança da informação. Na prática, ela funciona como um roteiro para a empresa mapear onde estão seus riscos, decidir como reduzi-los e manter esse processo ativo, não como uma checagem pontual, mas como rotina de gestão.
Agora, a ISO 27701 entra em um território mais específico: privacidade. A norma detalha como uma organização deve lidar com dados pessoais em cada etapa, da coleta ao descarte, com regras claras sobre quem acessa o quê e por quanto tempo essas informações ficam guardadas.
Juntas, as normas cobrem tanto a segurança estrutural dos sistemas quanto o cuidado com dados pessoais. Dois pilares que vem deixando de ser opcional para quem quer crescer no mercado de ativos digitais e aumentam a confiabilidade do escopo de serviços da Foxbit.
Como as certificações fortalecem a infraestrutura financeira da Foxbit
A conquista chega em um momento estratégico para a empresa. Com mais de R$ 55 bilhões movimentados desde sua fundação em 2014, a Foxbit deixou de ser apenas uma corretora para se tornar uma infraestrutura financeira completa por trás de outras operações, papel que hoje é conduzido pela Foxbit Infra, unindo liquidez institucional, câmbio digital, pagamentos internacionais, tokenização, crédito, custódia e conexões via API e white-label para empresas que querem integrar ativos digitais aos próprios negócios.
Com as certificações, a Foxbit reforça sua posição como parceira de instituições financeiras, fintechs e empresas que buscam integrar ativos digitais aos seus negócios com processos auditados e alinhados a padrões internacionais. Um fator cada vez mais determinante à medida que o setor amadurece e atrai mais investidores.
Como isso complementa o SOC 2 Tipo II
As novas certificações não substituem, mas se somam ao SOC 2 Tipo II, obtido anteriormente pela Foxbit. Enquanto o SOC 2 avalia a eficácia operacional contínua dos controles internos ao longo de um período (segurança, disponibilidade, integridade de processamento, confidencialidade e privacidade), a ISO 27001 e a ISO 27701 atestam que existe, por trás desses controles, um sistema de gestão estruturado e sólido que segue padrões internacionais.
A combinação das três certificações forma um conjunto completo de evidências de que a segurança e a privacidade fazem parte da rotina operacional da Foxbit.
Escopo da Certificação e Compromisso com a LGPD:
A certificação abrange a Exchange, garantindo a proteção e a gestão segura dos dados em todas as nossas operações financeiras e de negociação de ativos digitais.
Além disso, a conquista da ISO/IEC 27701 atua como uma extensão direta da ISO 27001 focada em Gestão da Privacidade da Informação. Ela atesta formalmente a conformidade dos nossos processos com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e regulações globais como o GDPR, reafirmando nosso compromisso com o tratamento transparente e a privacidade dos dados de nossos clientes e parceiros B2B.
Rigor Técnico e Auditoria Independente
As certificações foram concedidas após uma rigorosa auditoria externa conduzida pela QMS, que validou a eficácia dos nossos controles de segurança da informação, governança e gestão de riscos em múltiplos ciclos de avaliação.
Construção de confiança e fortalecimento da infraestrutura financeira
O mercado de ativos digitais no Brasil vive um momento de amadurecimento acelerado, com mais investidores, mais exigência regulatória e mais empresas buscando integrar cripto às suas operações. Nesse cenário, contar com uma infraestrutura financeira auditada internacionalmente e reconhecida como aderente às principais normas de segurança e privacidade das informações deixou de ser um detalhe técnico para se tornar um critério de decisão.
Quer entender como a Foxbit pode ser a infraestrutura financeira por trás da operação da sua empresa com ativos digitais? Conheça as soluções da Foxbit Infra e descubra como unir segurança, governança e tecnologia em um só lugar.
O ativo antes conhecido como TON passou por um rebranding e agora entra em uma nova fase com o nome GRAM. A mudança faz parte de uma atualização de identidade do ecossistema, trazendo de volta o nome originalmente associado ao whitepaper do projeto.
Para quem acompanha o mercado cripto, esse movimento marca um novo capítulo para um dos ecossistemas mais conhecidos do setor. Para quem já tinha TON na Foxbit, a principal informação é simples: seu saldo foi convertido automaticamente para GRAM.
O que é GRAM?
GRAM é o novo nome do ativo antes conhecido como TON, criptomoeda nativa do ecossistema The Open Network.
Na prática, a mudança é um rebranding. Ou seja, o ativo passa a ser apresentado com um novo nome e ticker, mas mantém a mesma base do projeto.
Isso significa que o GRAM chega como uma nova fase de TON, sem exigir que os usuários façam migração, resgate ou qualquer conversão manual.
O que muda com o rebranding de TON para GRAM?
A principal mudança está na forma como o ativo passa a ser identificado no mercado.
Antes, ele era conhecido como TON. Agora, passa a ser exibido como GRAM.
Na Foxbit, isso significa que os clientes já podem encontrar o ativo com o novo nome na plataforma.
O que não muda?
Apesar da mudança de nome, alguns pontos importantes permanecem os mesmos.
A conversão segue a proporção de 1 TON = 1 GRAM. Ou seja, quem tinha 10 TON passa a ter 10 GRAM.
Além disso, a mudança não exige nenhuma ação manual do usuário. Não existe processo de migração, site para reivindicar tokens, ponte, resgate ou conversão externa.
Se você tinha TON na Foxbit, seu saldo foi atualizado automaticamente para GRAM.
Ainda não tinha TON?
Agora você pode conhecer o GRAM diretamente pela Foxbit.
O ativo já está disponível na plataforma, permitindo que novos usuários acompanhem essa nova fase do projeto com a praticidade e segurança da Foxbit.
Atenção a golpes
Como toda atualização relevante no mercado cripto, mudanças de nome podem abrir espaço para tentativas de fraude.
Por isso, vale reforçar: a mudança de TON para GRAM não exige nenhuma ação manual do usuário.
A Foxbit não solicita envio de criptoativos para liberar saldo, desbloquear conversão ou concluir migração.
Caso receba qualquer mensagem suspeita, não clique em links e entre em contato com os canais oficiais da Foxbit.
GRAM já está disponível na Foxbit
O GRAM representa uma nova fase para o ativo antes conhecido como TON.
Na Foxbit, a atualização já foi realizada, e clientes que tinham saldo em TON tiveram seus ativos convertidos automaticamente para GRAM.
Acesse sua conta Foxbit e confira o GRAM disponível na plataforma.
A tokenização de ativos do mundo real se tornou uma das movimentações mais relevantes do mercado financeiro nos últimos dois anos. Mais do que digitalizar documentos, os RWAs (Real World Assets) introduzem uma nova camada operacional para o mercado de capitais. Eles permitem que ativos tradicionais existam também como representações digitais em blockchain, preservando direitos econômicos, mas funcionando com liquidez, rastreabilidade e governança programável.
Essa mudança não altera a estrutura jurídica dos ativos, mas transforma profundamente a maneira como eles são emitidos, distribuídos, conciliados e monitorados. Em operações que antes dependiam de planilhas, auditorias manuais e múltiplos participantes, a tokenização organiza tudo em uma infraestrutura única, integrada e auditável em tempo real.
Por que RWAs ganharam escala e saíram do campo experimental
A adoção dos RWAs cresceu porque o mercado amadureceu em três frentes essenciais: tecnologia, demanda e governança.
Do lado tecnológico, blockchains mais robustas, APIs corporativas e mecanismos de custódia evoluíram o suficiente para suportar operações institucionais com segurança. Paralelamente, empresas e investidores começaram a exigir rastreabilidade, trilhas financeiras confiáveis e processos que eliminem divergências internas. Por fim, o avanço regulatório criou base para que emissores, gestoras e empresas operassem RWAs com segurança jurídica.
O resultado é que contratos, recebíveis, precatórios, notas comerciais e dívidas estruturadas começaram a ser representados digitalmente para acelerar fluxos financeiros, reduzir custos operacionais e ampliar o alcance do emissor. RWAs passaram a ser usados não como inovação, mas como infraestrutura para organizar e distribuir ativos de forma mais eficiente.
Como RWAs estão transformando o mercado de capitais na prática
A principal mudança introduzida pelos RWAs é a reorganização do ciclo completo do ativo. Em um modelo tradicional, emissão, distribuição, pagamentos, auditoria e liquidação acontecem em sistemas diferentes, com etapas redundantes e alta dependência de reconciliação manual.
Com RWAs, esse fluxo se torna contínuo. Amortizações, pagamentos de juros, atualização de posições e transferência de titularidade podem ocorrer com mais velocidade e com trilhas registradas em blockchain. Isso reduz o risco operacional, melhora a governança interna e oferece mais transparência para investidores e reguladores.
Além disso, a tokenização amplia o acesso. Ativos antes restritos a poucos participantes podem ser distribuídos de forma digital, com custos menores e capacidade de alcançar diferentes perfis de investidores. A padronização de fluxos via API também permite que emissores integrem seus sistemas internos à infraestrutura de tokenização, criando processos mais previsíveis, auditáveis e fáceis de escalar.
Essa combinação de eficiência, rastreabilidade e liquidez programável está reconfigurando como fundos estruturados operam, como empresas captam recursos e como investidores interagem com ativos reais.
O papel da Foxbit Business na expansão dos RWAs
No Brasil, a Foxbit Business se posiciona como infraestrutura para empresas que desejam emitir e operar ativos tokenizados com governança e segurança. O Foxbit Tokens permite que companhias transformem contratos, recebíveis e operações estruturadas em RWAs dentro de um ambiente regulatório compatível, com custódia confiável, distribuição digital e pagamentos programáveis.
A solução foi projetada para levar a tokenização para a operação real, permitindo que empresas utilizem RWAs como ferramenta para organização financeira, captação e eficiência operacional.
A nova fase do mercado de capitais
À medida que emissores, gestoras e empresas entendem que a tokenização não é apenas digitalizar um contrato, mas reorganizar todo o fluxo financeiro, RWAs passam a ocupar um papel de infraestrutura.
Eles reduzem camadas intermediárias, fortalecem a governança e tornam processos tradicionalmente lentos muito mais eficientes.
2026 marca a transição definitiva entre um mercado fragmentado e um ecossistema digital integrado. Os RWAs deixam de ser exceção e passam a ser parte do desenho estrutural do mercado de capitais.
A pergunta agora não é se a tokenização vai crescer, mas como cada empresa irá utilizá-la para ganhar eficiência, escala e novas formas de captação.