GRAM chega à Foxbit: entenda a nova fase do TON

GRAM chega à Foxbit: entenda a nova fase do TON

O GRAM já está disponível na Foxbit.

O ativo antes conhecido como TON passou por um rebranding e agora entra em uma nova fase com o nome GRAM. A mudança faz parte de uma atualização de identidade do ecossistema, trazendo de volta o nome originalmente associado ao whitepaper do projeto.

Para quem acompanha o mercado cripto, esse movimento marca um novo capítulo para um dos ecossistemas mais conhecidos do setor. Para quem já tinha TON na Foxbit, a principal informação é simples: seu saldo foi convertido automaticamente para GRAM.

O que é GRAM?

GRAM é o novo nome do ativo antes conhecido como TON, criptomoeda nativa do ecossistema The Open Network.

Na prática, a mudança é um rebranding. Ou seja, o ativo passa a ser apresentado com um novo nome e ticker, mas mantém a mesma base do projeto.

Isso significa que o GRAM chega como uma nova fase de TON, sem exigir que os usuários façam migração, resgate ou qualquer conversão manual.

O que muda com o rebranding de TON para GRAM?

A principal mudança está na forma como o ativo passa a ser identificado no mercado.

Antes, ele era conhecido como TON. Agora, passa a ser exibido como GRAM.

Na Foxbit, isso significa que os clientes já podem encontrar o ativo com o novo nome na plataforma.

O que não muda?

Apesar da mudança de nome, alguns pontos importantes permanecem os mesmos.

A conversão segue a proporção de 1 TON = 1 GRAM. Ou seja, quem tinha 10 TON passa a ter 10 GRAM.

Além disso, a mudança não exige nenhuma ação manual do usuário. Não existe processo de migração, site para reivindicar tokens, ponte, resgate ou conversão externa.

Se você tinha TON na Foxbit, seu saldo foi atualizado automaticamente para GRAM.

Ainda não tinha TON?

Agora você pode conhecer o GRAM diretamente pela Foxbit.

O ativo já está disponível na plataforma, permitindo que novos usuários acompanhem essa nova fase do projeto com a praticidade e segurança da Foxbit.

Atenção a golpes

Como toda atualização relevante no mercado cripto, mudanças de nome podem abrir espaço para tentativas de fraude.

Por isso, vale reforçar: a mudança de TON para GRAM não exige nenhuma ação manual do usuário.

A Foxbit não solicita envio de criptoativos para liberar saldo, desbloquear conversão ou concluir migração.

Caso receba qualquer mensagem suspeita, não clique em links e entre em contato com os canais oficiais da Foxbit.

GRAM já está disponível na Foxbit

O GRAM representa uma nova fase para o ativo antes conhecido como TON.

Na Foxbit, a atualização já foi realizada, e clientes que tinham saldo em TON tiveram seus ativos convertidos automaticamente para GRAM.

Acesse sua conta Foxbit e confira o GRAM disponível na plataforma.

RWA: o que são ativos do mundo real tokenizados e como eles estão transformando o mercado de capitais

RWA: o que são ativos do mundo real tokenizados e como eles estão transformando o mercado de capitais

A tokenização de ativos do mundo real se tornou uma das movimentações mais relevantes do mercado financeiro nos últimos dois anos. Mais do que digitalizar documentos, os RWAs (Real World Assets) introduzem uma nova camada operacional para o mercado de capitais. Eles permitem que ativos tradicionais existam também como representações digitais em blockchain, preservando direitos econômicos, mas funcionando com liquidez, rastreabilidade e governança programável.

Essa mudança não altera a estrutura jurídica dos ativos, mas transforma profundamente a maneira como eles são emitidos, distribuídos, conciliados e monitorados. Em operações que antes dependiam de planilhas, auditorias manuais e múltiplos participantes, a tokenização organiza tudo em uma infraestrutura única, integrada e auditável em tempo real.

Por que RWAs ganharam escala e saíram do campo experimental

A adoção dos RWAs cresceu porque o mercado amadureceu em três frentes essenciais: tecnologia, demanda e governança.

Do lado tecnológico, blockchains mais robustas, APIs corporativas e mecanismos de custódia evoluíram o suficiente para suportar operações institucionais com segurança. Paralelamente, empresas e investidores começaram a exigir rastreabilidade, trilhas financeiras confiáveis e processos que eliminem divergências internas. Por fim, o avanço regulatório criou base para que emissores, gestoras e empresas operassem RWAs com segurança jurídica.

O resultado é que contratos, recebíveis, precatórios, notas comerciais e dívidas estruturadas começaram a ser representados digitalmente para acelerar fluxos financeiros, reduzir custos operacionais e ampliar o alcance do emissor. RWAs passaram a ser usados não como inovação, mas como infraestrutura para organizar e distribuir ativos de forma mais eficiente.

Como RWAs estão transformando o mercado de capitais na prática

A principal mudança introduzida pelos RWAs é a reorganização do ciclo completo do ativo. Em um modelo tradicional, emissão, distribuição, pagamentos, auditoria e liquidação acontecem em sistemas diferentes, com etapas redundantes e alta dependência de reconciliação manual.

Com RWAs, esse fluxo se torna contínuo. Amortizações, pagamentos de juros, atualização de posições e transferência de titularidade podem ocorrer com mais velocidade e com trilhas registradas em blockchain. Isso reduz o risco operacional, melhora a governança interna e oferece mais transparência para investidores e reguladores.

Além disso, a tokenização amplia o acesso. Ativos antes restritos a poucos participantes podem ser distribuídos de forma digital, com custos menores e capacidade de alcançar diferentes perfis de investidores. A padronização de fluxos via API também permite que emissores integrem seus sistemas internos à infraestrutura de tokenização, criando processos mais previsíveis, auditáveis e fáceis de escalar.

Essa combinação de eficiência, rastreabilidade e liquidez programável está reconfigurando como fundos estruturados operam, como empresas captam recursos e como investidores interagem com ativos reais.

O papel da Foxbit Business na expansão dos RWAs

No Brasil, a Foxbit Business se posiciona como infraestrutura para empresas que desejam emitir e operar ativos tokenizados com governança e segurança. O Foxbit Tokens permite que companhias transformem contratos, recebíveis e operações estruturadas em RWAs dentro de um ambiente regulatório compatível, com custódia confiável, distribuição digital e pagamentos programáveis.

A solução foi projetada para levar a tokenização para a operação real, permitindo que empresas utilizem RWAs como ferramenta para organização financeira, captação e eficiência operacional.

A nova fase do mercado de capitais

À medida que emissores, gestoras e empresas entendem que a tokenização não é apenas digitalizar um contrato, mas reorganizar todo o fluxo financeiro, RWAs passam a ocupar um papel de infraestrutura.

Eles reduzem camadas intermediárias, fortalecem a governança e tornam processos tradicionalmente lentos muito mais eficientes.

2026 marca a transição definitiva entre um mercado fragmentado e um ecossistema digital integrado. Os RWAs deixam de ser exceção e passam a ser parte do desenho estrutural do mercado de capitais.

A pergunta agora não é se a tokenização vai crescer, mas como cada empresa irá utilizá-la para ganhar eficiência, escala e novas formas de captação.

Foxbit é recomendada para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701

Foxbit é recomendada para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701

Entenda o que isso representa para segurança da informação, privacidade de dados e para empresas que já são ou desejam ser parceiras da Foxbit

Em um mercado cada vez mais digital, seguro e regulado, confiança deixou de ser apenas um diferencial. Ela passou a ser um requisito.

Na Foxbit, a segurança da informação, a governança e a proteção de dados são pilares inegociáveis da nossa evolução tecnológica. E hoje, damos mais um passo histórico: fomos recomendados pela QMS Certification para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701.

Essa conquista chancela o que sempre esteve no nosso DNA. Esses são dois dos mais rigorosos padrões globais de gestão de segurança e privacidade de dados. Esse reconhecimento valida internacionalmente a maturidade dos nossos processos e a robustez da nossa infraestrutura, consolidando nosso compromisso com as melhores práticas de mercado. 

A recomendação não representa apenas uma etapa técnica. Ela reforça o compromisso da Foxbit em operar com processos mais robustos, controles bem definidos e práticas alinhadas às exigências de empresas, instituições financeiras, parceiros de tecnologia e organizações que buscam atuar com ativos digitais de forma segura.

O que é a ISO/IEC 27001?

A ISO/IEC 27001 é uma norma internacional voltada à gestão de segurança da informação. Ela estabelece os requisitos para a criação, implementação, manutenção e melhoria contínua de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação, também conhecido como SGSI. Segundo a própria ISO, a ISO/IEC 27001 é o padrão mais conhecido do mundo para sistemas de gestão de segurança da informação.

Na prática, essa norma ajuda empresas a estruturarem processos para identificar riscos, proteger informações sensíveis, criar controles de segurança e responder melhor a ameaças digitais.

Isso envolve pilares como confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações. Ou seja: garantir que os dados sejam acessados apenas por quem deve acessá-los, que estejam corretos e protegidos contra alterações indevidas, e que permaneçam disponíveis quando necessários.

Para uma empresa como a Foxbit, que atua com tecnologia, ativos digitais, pagamentos, APIs, tokenização, operações OTC e soluções para empresas, esse tipo de estrutura é essencial. Não se trata apenas de proteger sistemas, mas de fortalecer toda a operação.

O que é a ISO/IEC 27701?

A ISO/IEC 27701 é uma norma internacional voltada à gestão da privacidade da informação. Ela estabelece requisitos e orientações para a criação, implementação, manutenção e melhoria contínua de um Sistema de Gestão de Informação de Privacidade..

Enquanto a ISO/IEC 27001 olha para a segurança da informação de forma ampla, a ISO/IEC 27701 aprofunda a gestão da privacidade e do tratamento de dados pessoais.

Isso é especialmente relevante em um contexto em que empresas precisam demonstrar responsabilidade sobre os dados que coletam, processam, armazenam ou compartilham. No Brasil, esse tema está diretamente conectado à LGPD, que regula o tratamento de dados pessoais por pessoas físicas e jurídicas, em meios físicos ou digitais.

A própria ANPD reforça a importância de medidas administrativas e técnicas de segurança da informação para proteção de dados pessoais.

Por que a recomendação da Foxbit para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 é importante?

Essa recomendação atesta que os controles do nosso Sistema de Gestão de Segurança e Privacidade estão rigorosamente alinhados às melhores práticas globais. O marco é o resultado de uma auditoria externa e independente, que avaliou e validou a conformidade de nossos processos, políticas e controles. 

Na prática, demonstra a maturidade operacional e a solidez da governança da Foxbit.  com base em critérios reconhecidos globalmente. Para o mercado, especialmente para empresas, instituições financeiras e parceiros de tecnologia, esse reconhecimento funciona como um sinal claro de maturidade operacional, governança e compromisso com boas práticas.

Em um setor como o de ativos digitais, confiança precisa ser demonstrada com processos, controles e evidências. A recomendação para essas certificações reforça que a Foxbit segue investindo em uma operação mais segura, auditável e preparada para atender diferentes perfis de clientes e parceiros corporativos.

Como acontece a recomendação para uma certificação ISO?

A recomendação é a etapa culminante de um processo rigoroso de auditoria externa, conduzido por um organismo certificador independente. No caso da Foxbit, essa avaliação foi realizada pela QMS Certification, uma entidade acreditada internacionalmente para emitir esses selos.

Em auditorias desse porte, a empresa precisa apresentar evidências práticas de que suas políticas e processos estão alinhados aos requisitos das normas. No caso da ISO/IEC 27001, o foco está na gestão da segurança da informação. Já na ISO/IEC 27701, a análise aprofunda os controles relacionados à privacidade e à proteção de dados pessoais. 

Esse processo envolveu etapas profundas deanálise documental, entrevistas com equipes, verificação de processos internos, avaliação de controles implementados, revisão de evidências e identificação de possíveis não conformidades. Em certificações de sistemas de gestão, a auditoria inicial é dividida em duas etapas: uma primeira voltada à análise de prontidão e documentação, e uma segunda voltada à verificação prática da implementação dos controles.

A recomendação acontece quando, após as auditorias, o auditor entende que a organização demonstrou conformidade suficiente com os requisitos avaliados e está apta a avançar no processo de certificação, conforme os critérios do organismo certificador.

Por isso, ser recomendada para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 não é apenas uma formalidade. É um sinal de que a Foxbit passou por uma avaliação estruturada, baseada em evidências, e demonstrou maturidade em temas essenciais como segurança da informação, privacidade, governança, gestão de riscos e melhoria contínua.

É importante reforçar: a recomendação não deve ser comunicada como certificação já concedida. Ela representa uma etapa relevante dentro do processo, anterior à emissão formal dos certificados.

O que isso significa para empresas parceiras da Foxbit?

Para empresas que já são parceiras da Foxbit, a recomendação para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 fortalece ainda mais a relação de confiança.

Isso demonstra que a Foxbit está comprometida com práticas reconhecidas internacionalmente para proteger informações, dados pessoais e processos críticos. Para parceiros que utilizam soluções como infraestrutura para criptoativos, APIs, pagamentos com ativos digitais, tokenização, operações corporativas ou serviços financeiros digitais, esse tipo de validação é cada vez mais relevante.

Na prática, esse movimento pode apoiar empresas parceiras em pontos como:

Redução de riscos operacionais e reputacionais;

Mais confiança na integração com soluções da Foxbit;

Maior alinhamento com exigências de compliance, segurança e privacidade;

Mais segurança para operações que envolvem dados, transações e tecnologia;

Fortalecimento da governança em projetos com ativos digitais.

Para empresas que desejam se tornar parceiras da Foxbit, a recomendação também funciona como um sinal importante de maturidade. Ela mostra que a Foxbit não está apenas acompanhando a evolução do mercado, mas preparadapara atender padrões exigidos por empresas que levam segurança, privacidade e governança a sério.

Segurança e privacidade como base para o futuro dos ativos digitais

A evolução do mercado de ativos digitais depende de confiança. E confiança, no ambiente corporativo, precisa ser sustentada por processos claros, controles auditáveis e compromisso contínuo com segurança e privacidade.

A recomendação da Foxbit para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 reforça essa direção.

Seguimos avançando para oferecer uma infraestrutura cada vez mais segura, confiável e preparada para empresas que desejam integrar ativos digitais aos seus negócios com seriedade, eficiência e responsabilidade.

Mais do que uma etapa no processo de certificação, essa recomendação representa um compromisso: continuar fortalecendo a segurança, a privacidade e a governança como pilares da nossa atuação no mercado cripto.

O dólar pode mudar a forma como é usado hoje? Uma mudança silenciosa na infraestrutura global

O dólar pode mudar a forma como é usado hoje? Uma mudança silenciosa na infraestrutura global

A discussão sobre o futuro do dólar costuma começar pelo lugar errado. Sempre que o tema surge, a primeira pergunta é se ele será substituído. Essa abordagem ignora um ponto mais relevante: o dólar não está sendo substituído, mas a forma como ele circula já começou a mudar com o avanço do dólar digital.

Ao longo das últimas décadas, o dólar se consolidou como a principal referência do sistema financeiro global. Ele está presente na maior parte das transações internacionais, nas reservas de bancos centrais e na precificação de ativos ao redor do mundo. Esse papel dificilmente será alterado no curto ou médio prazo. No entanto, o modo como esse valor é transferido entre agentes econômicos começa a passar por uma transformação mais estrutural do que aparente.

O papel do dólar permanece, mas sua infraestrutura começa a evoluir

Historicamente, o uso do dólar sempre esteve associado a uma infraestrutura específica.

Transferências internacionais dependem de uma cadeia de instituições financeiras, sistemas de mensageria como o SWIFT e mecanismos de liquidação que operam em etapas. Esse modelo foi fundamental para garantir segurança e escala, mas também trouxe limitações conhecidas, como tempo de processamento elevado, custos distribuídos ao longo da cadeia e dependência de múltiplos intermediários.

A dependência de uma estrutura indireta de liquidação

O ponto central é que essa estrutura nunca foi redesenhada de forma profunda. Ela foi otimizada, digitalizada e modernizada na interface, mas sua lógica permaneceu praticamente intacta. O dólar continua sendo transferido por meio de um sistema indireto, no qual o valor percorre diferentes instituições até chegar ao destino final, o que cria fricções operacionais que se tornam mais evidentes conforme o volume das operações aumenta.

A evolução aconteceu na interface, não na base do sistema

Nos últimos anos, o mercado financeiro evoluiu significativamente na experiência de uso. Abertura de contas, envio de recursos e acesso a operações internacionais se tornaram mais simples e acessíveis. No entanto, essa evolução ocorreu majoritariamente na camada visível ao usuário, enquanto a infraestrutura de liquidação permaneceu baseada nos mesmos princípios. Esse descompasso ajuda a explicar por que, mesmo com avanços tecnológicos, ainda existem limitações relevantes em termos de eficiência.

O dólar digital surge como uma nova forma de circulação, não como substituição

O chamado “dólar digital” deve ser entendido dentro de uma lógica diferente da que normalmente é apresentada. Ele não representa uma nova moeda, nem uma tentativa de substituir o sistema atual, mas uma forma alternativa de representar e transferir valor em dólar dentro de uma infraestrutura distinta. Essa distinção é essencial para deslocar o tema do campo especulativo para o campo operacional.

Stablecoins como camada emergente de infraestrutura financeira

Essa mudança já pode ser observada em escala global. O mercado de stablecoins, principal representação desse novo modelo, ultrapassa a marca de centenas de bilhões de dólares em valor circulante, enquanto o volume anual de transações atinge a casa dos trilhões. Mais importante do que os números absolutos é o padrão de uso, que indica uma adoção crescente como meio de movimentação de valor, especialmente em contextos onde eficiência e velocidade são determinantes.

A coexistência de diferentes modelos de movimentação de valor

Dentro desse cenário, dois movimentos ajudam a explicar por que essa transformação tende a ganhar relevância nos próximos anos. De um lado, o crescimento consistente de estruturas que permitem liquidação mais direta, reduzindo a dependência de intermediários. De outro, a adoção gradual por empresas e instituições que operam globalmente e passam a buscar alternativas mais eficientes para transferência de recursos.

Esses vetores não indicam uma ruptura imediata, mas uma evolução progressiva da infraestrutura. O sistema tradicional continua sendo amplamente utilizado e desempenhando um papel central, mas passa a conviver com novas formas de operação que oferecem características diferentes em termos de liquidação e fluxo.

A convivência entre esses modelos não é inédita no sistema financeiro. Ao longo da história, novas camadas foram sendo incorporadas sem necessariamente eliminar as anteriores. O que muda é o peso relativo de cada uma ao longo do tempo. No caso do dólar, o que se observa é a manutenção de sua relevância como unidade de valor, combinada com a diversificação dos caminhos pelos quais esse valor circula.

Para empresas e instituições financeiras, essa transformação tende a ser percebida de forma pragmática. O foco não está na natureza do ativo, mas na eficiência da operação. Se diferentes infraestruturas passam a oferecer vantagens em termos de tempo, custo ou previsibilidade, a tendência é que sejam incorporadas de forma gradual, especialmente em fluxos mais sensíveis a essas variáveis.

No fim, a pergunta sobre o futuro do dólar precisa ser reformulada. Não se trata de saber se ele continuará relevante, mas de entender como sua utilização será adaptada a um sistema financeiro que está, aos poucos, se reorganizando em torno de novas formas de liquidação.

A mudança, portanto, não está na moeda. Está na forma como ela se move.

FTALLU-01: renda fixa digital conectada à economia de assinatura

FTALLU-01: renda fixa digital conectada à economia de assinatura

O mercado de ativos digitais continua evoluindo — e, junto com ele, surgem novas formas de acessar operações estruturadas de maneira mais eficiente, transparente e digital.

É nesse contexto que surge o FTALLU-01, um token de renda fixa digital ligado à Allu, empresa referência em assinatura de eletrônicos na América Latina.

A operação foi estruturada a partir de Certificados de Recebíveis lastreados em contratos de locação de equipamentos eletrônicos, com pagamentos recorrentes realizados via cartão de crédito e Pix Automático.

Com rentabilidade estimada de 22% ao ano*, o FTALLU-01 foi desenvolvido para investidores que buscam previsibilidade de retorno, fluxo mensal de pagamentos e diversificação de carteira através de uma estrutura conectada à nova economia de assinatura.

O que é o FTALLU-01?

O FTALLU-01 é um token de renda fixa digital que representa uma operação estruturada de Certificados de Recebíveis da Allu Invest S.A.

Na prática, o investidor passa a ter acesso a uma estrutura ligada ao mercado de assinatura de eletrônicos, segmento que vem crescendo globalmente impulsionado pela busca por flexibilidade, recorrência e acessibilidade tecnológica.

Os recursos captados são direcionados para direitos creditórios originados a partir de contratos de locação de eletrônicos, incluindo iPhones, notebooks e outros dispositivos.

Como funciona a operação?

O FTALLU-01 possui uma estrutura baseada em recebíveis recorrentes, com pagamentos realizados via cartão de crédito e Pix Automático, trazendo previsibilidade operacional para a operação.

Principais características da oferta:

  • Rentabilidade estimada: 22% ao ano*
  • Pagamento dos juros: mensal
  • Prazo total: 24 meses
  • Devolução do principal: no vencimento
  • Valor unitário: R$ 1,00
  • Quantidade total: 500.000 tokens
  • Volume da oferta: R$ 500.000,00

Sobre a Allu

A Allu é uma das principais plataformas de assinatura de eletrônicos da América Latina, atuando com um modelo baseado em recorrência e reutilização de dispositivos.

Segundo os dados da operação, a companhia possui mais de 50 mil assinaturas ativas e fila de espera superior a 200 mil pessoas.

A empresa atua em um mercado impulsionado pela tendência global de economia circular e pelo crescimento do modelo “Hardware as a Service”, no qual consumidores acessam tecnologia através de assinatura em vez de compra definitiva.

Além disso, um mesmo dispositivo pode passar por múltiplos ciclos de locação ao longo da vida útil, aumentando a eficiência operacional e potencializando a geração de receita da operação.

Destaques operacionais

Os indicadores operacionais apresentados pela companhia reforçam o crescimento da operação ao longo de 2025.

Entre os principais destaques:

  • Base ativa de dispositivos cresceu 81%
  • Churn mensal caiu para 1,6%
  • Crescimento de receita anual relevante
  • Expansão do prazo médio dos contratos
  • Receita recorrente sustentada por assinaturas

A receita bruta anual da companhia atingiu R$ 199,4 milhões em 2025, segundo os dados apresentados na oferta.

Como investir no FTALLU-01?

O FTALLU-01 está disponível através da Foxbit Crypto Assets, em um processo totalmente digital.

Para investir:

  • Acesse sua conta Foxbit
  • Entre na área de Crypto Assets
  • Selecione o FTALLU-01
  • Escolha a quantidade desejada
  • Confirme seu investimento

Importante: esta é uma oferta pública realizada nos termos da Resolução CVM nº 88. Antes de investir, leia atentamente os documentos da oferta e os fatores de risco.