Foxbit é recomendada para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701

Foxbit é recomendada para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701

Entenda o que isso representa para segurança da informação, privacidade de dados e para empresas que já são ou desejam ser parceiras da Foxbit

Em um mercado cada vez mais digital, seguro e regulado, confiança deixou de ser apenas um diferencial. Ela passou a ser um requisito.

Na Foxbit, a segurança da informação, a governança e a proteção de dados são pilares inegociáveis da nossa evolução tecnológica. E hoje, damos mais um passo histórico: fomos recomendados pela QMS Certification para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701.

Essa conquista chancela o que sempre esteve no nosso DNA. Esses são dois dos mais rigorosos padrões globais de gestão de segurança e privacidade de dados. Esse reconhecimento valida internacionalmente a maturidade dos nossos processos e a robustez da nossa infraestrutura, consolidando nosso compromisso com as melhores práticas de mercado. 

A recomendação não representa apenas uma etapa técnica. Ela reforça o compromisso da Foxbit em operar com processos mais robustos, controles bem definidos e práticas alinhadas às exigências de empresas, instituições financeiras, parceiros de tecnologia e organizações que buscam atuar com ativos digitais de forma segura.

O que é a ISO/IEC 27001?

A ISO/IEC 27001 é uma norma internacional voltada à gestão de segurança da informação. Ela estabelece os requisitos para a criação, implementação, manutenção e melhoria contínua de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação, também conhecido como SGSI. Segundo a própria ISO, a ISO/IEC 27001 é o padrão mais conhecido do mundo para sistemas de gestão de segurança da informação.

Na prática, essa norma ajuda empresas a estruturarem processos para identificar riscos, proteger informações sensíveis, criar controles de segurança e responder melhor a ameaças digitais.

Isso envolve pilares como confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações. Ou seja: garantir que os dados sejam acessados apenas por quem deve acessá-los, que estejam corretos e protegidos contra alterações indevidas, e que permaneçam disponíveis quando necessários.

Para uma empresa como a Foxbit, que atua com tecnologia, ativos digitais, pagamentos, APIs, tokenização, operações OTC e soluções para empresas, esse tipo de estrutura é essencial. Não se trata apenas de proteger sistemas, mas de fortalecer toda a operação.

O que é a ISO/IEC 27701?

A ISO/IEC 27701 é uma norma internacional voltada à gestão da privacidade da informação. Ela estabelece requisitos e orientações para a criação, implementação, manutenção e melhoria contínua de um Sistema de Gestão de Informação de Privacidade..

Enquanto a ISO/IEC 27001 olha para a segurança da informação de forma ampla, a ISO/IEC 27701 aprofunda a gestão da privacidade e do tratamento de dados pessoais.

Isso é especialmente relevante em um contexto em que empresas precisam demonstrar responsabilidade sobre os dados que coletam, processam, armazenam ou compartilham. No Brasil, esse tema está diretamente conectado à LGPD, que regula o tratamento de dados pessoais por pessoas físicas e jurídicas, em meios físicos ou digitais.

A própria ANPD reforça a importância de medidas administrativas e técnicas de segurança da informação para proteção de dados pessoais.

Por que a recomendação da Foxbit para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 é importante?

Essa recomendação atesta que os controles do nosso Sistema de Gestão de Segurança e Privacidade estão rigorosamente alinhados às melhores práticas globais. O marco é o resultado de uma auditoria externa e independente, que avaliou e validou a conformidade de nossos processos, políticas e controles. 

Na prática, demonstra a maturidade operacional e a solidez da governança da Foxbit.  com base em critérios reconhecidos globalmente. Para o mercado, especialmente para empresas, instituições financeiras e parceiros de tecnologia, esse reconhecimento funciona como um sinal claro de maturidade operacional, governança e compromisso com boas práticas.

Em um setor como o de ativos digitais, confiança precisa ser demonstrada com processos, controles e evidências. A recomendação para essas certificações reforça que a Foxbit segue investindo em uma operação mais segura, auditável e preparada para atender diferentes perfis de clientes e parceiros corporativos.

Como acontece a recomendação para uma certificação ISO?

A recomendação é a etapa culminante de um processo rigoroso de auditoria externa, conduzido por um organismo certificador independente. No caso da Foxbit, essa avaliação foi realizada pela QMS Certification, uma entidade acreditada internacionalmente para emitir esses selos.

Em auditorias desse porte, a empresa precisa apresentar evidências práticas de que suas políticas e processos estão alinhados aos requisitos das normas. No caso da ISO/IEC 27001, o foco está na gestão da segurança da informação. Já na ISO/IEC 27701, a análise aprofunda os controles relacionados à privacidade e à proteção de dados pessoais. 

Esse processo envolveu etapas profundas deanálise documental, entrevistas com equipes, verificação de processos internos, avaliação de controles implementados, revisão de evidências e identificação de possíveis não conformidades. Em certificações de sistemas de gestão, a auditoria inicial é dividida em duas etapas: uma primeira voltada à análise de prontidão e documentação, e uma segunda voltada à verificação prática da implementação dos controles.

A recomendação acontece quando, após as auditorias, o auditor entende que a organização demonstrou conformidade suficiente com os requisitos avaliados e está apta a avançar no processo de certificação, conforme os critérios do organismo certificador.

Por isso, ser recomendada para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 não é apenas uma formalidade. É um sinal de que a Foxbit passou por uma avaliação estruturada, baseada em evidências, e demonstrou maturidade em temas essenciais como segurança da informação, privacidade, governança, gestão de riscos e melhoria contínua.

É importante reforçar: a recomendação não deve ser comunicada como certificação já concedida. Ela representa uma etapa relevante dentro do processo, anterior à emissão formal dos certificados.

O que isso significa para empresas parceiras da Foxbit?

Para empresas que já são parceiras da Foxbit, a recomendação para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 fortalece ainda mais a relação de confiança.

Isso demonstra que a Foxbit está comprometida com práticas reconhecidas internacionalmente para proteger informações, dados pessoais e processos críticos. Para parceiros que utilizam soluções como infraestrutura para criptoativos, APIs, pagamentos com ativos digitais, tokenização, operações corporativas ou serviços financeiros digitais, esse tipo de validação é cada vez mais relevante.

Na prática, esse movimento pode apoiar empresas parceiras em pontos como:

Redução de riscos operacionais e reputacionais;

Mais confiança na integração com soluções da Foxbit;

Maior alinhamento com exigências de compliance, segurança e privacidade;

Mais segurança para operações que envolvem dados, transações e tecnologia;

Fortalecimento da governança em projetos com ativos digitais.

Para empresas que desejam se tornar parceiras da Foxbit, a recomendação também funciona como um sinal importante de maturidade. Ela mostra que a Foxbit não está apenas acompanhando a evolução do mercado, mas preparadapara atender padrões exigidos por empresas que levam segurança, privacidade e governança a sério.

Segurança e privacidade como base para o futuro dos ativos digitais

A evolução do mercado de ativos digitais depende de confiança. E confiança, no ambiente corporativo, precisa ser sustentada por processos claros, controles auditáveis e compromisso contínuo com segurança e privacidade.

A recomendação da Foxbit para as certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 reforça essa direção.

Seguimos avançando para oferecer uma infraestrutura cada vez mais segura, confiável e preparada para empresas que desejam integrar ativos digitais aos seus negócios com seriedade, eficiência e responsabilidade.

Mais do que uma etapa no processo de certificação, essa recomendação representa um compromisso: continuar fortalecendo a segurança, a privacidade e a governança como pilares da nossa atuação no mercado cripto.

O dólar pode mudar a forma como é usado hoje? Uma mudança silenciosa na infraestrutura global

O dólar pode mudar a forma como é usado hoje? Uma mudança silenciosa na infraestrutura global

A discussão sobre o futuro do dólar costuma começar pelo lugar errado. Sempre que o tema surge, a primeira pergunta é se ele será substituído. Essa abordagem ignora um ponto mais relevante: o dólar não está sendo substituído, mas a forma como ele circula já começou a mudar com o avanço do dólar digital.

Ao longo das últimas décadas, o dólar se consolidou como a principal referência do sistema financeiro global. Ele está presente na maior parte das transações internacionais, nas reservas de bancos centrais e na precificação de ativos ao redor do mundo. Esse papel dificilmente será alterado no curto ou médio prazo. No entanto, o modo como esse valor é transferido entre agentes econômicos começa a passar por uma transformação mais estrutural do que aparente.

O papel do dólar permanece, mas sua infraestrutura começa a evoluir

Historicamente, o uso do dólar sempre esteve associado a uma infraestrutura específica.

Transferências internacionais dependem de uma cadeia de instituições financeiras, sistemas de mensageria como o SWIFT e mecanismos de liquidação que operam em etapas. Esse modelo foi fundamental para garantir segurança e escala, mas também trouxe limitações conhecidas, como tempo de processamento elevado, custos distribuídos ao longo da cadeia e dependência de múltiplos intermediários.

A dependência de uma estrutura indireta de liquidação

O ponto central é que essa estrutura nunca foi redesenhada de forma profunda. Ela foi otimizada, digitalizada e modernizada na interface, mas sua lógica permaneceu praticamente intacta. O dólar continua sendo transferido por meio de um sistema indireto, no qual o valor percorre diferentes instituições até chegar ao destino final, o que cria fricções operacionais que se tornam mais evidentes conforme o volume das operações aumenta.

A evolução aconteceu na interface, não na base do sistema

Nos últimos anos, o mercado financeiro evoluiu significativamente na experiência de uso. Abertura de contas, envio de recursos e acesso a operações internacionais se tornaram mais simples e acessíveis. No entanto, essa evolução ocorreu majoritariamente na camada visível ao usuário, enquanto a infraestrutura de liquidação permaneceu baseada nos mesmos princípios. Esse descompasso ajuda a explicar por que, mesmo com avanços tecnológicos, ainda existem limitações relevantes em termos de eficiência.

O dólar digital surge como uma nova forma de circulação, não como substituição

O chamado “dólar digital” deve ser entendido dentro de uma lógica diferente da que normalmente é apresentada. Ele não representa uma nova moeda, nem uma tentativa de substituir o sistema atual, mas uma forma alternativa de representar e transferir valor em dólar dentro de uma infraestrutura distinta. Essa distinção é essencial para deslocar o tema do campo especulativo para o campo operacional.

Stablecoins como camada emergente de infraestrutura financeira

Essa mudança já pode ser observada em escala global. O mercado de stablecoins, principal representação desse novo modelo, ultrapassa a marca de centenas de bilhões de dólares em valor circulante, enquanto o volume anual de transações atinge a casa dos trilhões. Mais importante do que os números absolutos é o padrão de uso, que indica uma adoção crescente como meio de movimentação de valor, especialmente em contextos onde eficiência e velocidade são determinantes.

A coexistência de diferentes modelos de movimentação de valor

Dentro desse cenário, dois movimentos ajudam a explicar por que essa transformação tende a ganhar relevância nos próximos anos. De um lado, o crescimento consistente de estruturas que permitem liquidação mais direta, reduzindo a dependência de intermediários. De outro, a adoção gradual por empresas e instituições que operam globalmente e passam a buscar alternativas mais eficientes para transferência de recursos.

Esses vetores não indicam uma ruptura imediata, mas uma evolução progressiva da infraestrutura. O sistema tradicional continua sendo amplamente utilizado e desempenhando um papel central, mas passa a conviver com novas formas de operação que oferecem características diferentes em termos de liquidação e fluxo.

A convivência entre esses modelos não é inédita no sistema financeiro. Ao longo da história, novas camadas foram sendo incorporadas sem necessariamente eliminar as anteriores. O que muda é o peso relativo de cada uma ao longo do tempo. No caso do dólar, o que se observa é a manutenção de sua relevância como unidade de valor, combinada com a diversificação dos caminhos pelos quais esse valor circula.

Para empresas e instituições financeiras, essa transformação tende a ser percebida de forma pragmática. O foco não está na natureza do ativo, mas na eficiência da operação. Se diferentes infraestruturas passam a oferecer vantagens em termos de tempo, custo ou previsibilidade, a tendência é que sejam incorporadas de forma gradual, especialmente em fluxos mais sensíveis a essas variáveis.

No fim, a pergunta sobre o futuro do dólar precisa ser reformulada. Não se trata de saber se ele continuará relevante, mas de entender como sua utilização será adaptada a um sistema financeiro que está, aos poucos, se reorganizando em torno de novas formas de liquidação.

A mudança, portanto, não está na moeda. Está na forma como ela se move.

FTALLU-01: renda fixa digital conectada à economia de assinatura

FTALLU-01: renda fixa digital conectada à economia de assinatura

O mercado de ativos digitais continua evoluindo — e, junto com ele, surgem novas formas de acessar operações estruturadas de maneira mais eficiente, transparente e digital.

É nesse contexto que surge o FTALLU-01, um token de renda fixa digital ligado à Allu, empresa referência em assinatura de eletrônicos na América Latina.

A operação foi estruturada a partir de Certificados de Recebíveis lastreados em contratos de locação de equipamentos eletrônicos, com pagamentos recorrentes realizados via cartão de crédito e Pix Automático.

Com rentabilidade estimada de 22% ao ano*, o FTALLU-01 foi desenvolvido para investidores que buscam previsibilidade de retorno, fluxo mensal de pagamentos e diversificação de carteira através de uma estrutura conectada à nova economia de assinatura.

O que é o FTALLU-01?

O FTALLU-01 é um token de renda fixa digital que representa uma operação estruturada de Certificados de Recebíveis da Allu Invest S.A.

Na prática, o investidor passa a ter acesso a uma estrutura ligada ao mercado de assinatura de eletrônicos, segmento que vem crescendo globalmente impulsionado pela busca por flexibilidade, recorrência e acessibilidade tecnológica.

Os recursos captados são direcionados para direitos creditórios originados a partir de contratos de locação de eletrônicos, incluindo iPhones, notebooks e outros dispositivos.

Como funciona a operação?

O FTALLU-01 possui uma estrutura baseada em recebíveis recorrentes, com pagamentos realizados via cartão de crédito e Pix Automático, trazendo previsibilidade operacional para a operação.

Principais características da oferta:

  • Rentabilidade estimada: 22% ao ano*
  • Pagamento dos juros: mensal
  • Prazo total: 24 meses
  • Devolução do principal: no vencimento
  • Valor unitário: R$ 1,00
  • Quantidade total: 500.000 tokens
  • Volume da oferta: R$ 500.000,00

Sobre a Allu

A Allu é uma das principais plataformas de assinatura de eletrônicos da América Latina, atuando com um modelo baseado em recorrência e reutilização de dispositivos.

Segundo os dados da operação, a companhia possui mais de 50 mil assinaturas ativas e fila de espera superior a 200 mil pessoas.

A empresa atua em um mercado impulsionado pela tendência global de economia circular e pelo crescimento do modelo “Hardware as a Service”, no qual consumidores acessam tecnologia através de assinatura em vez de compra definitiva.

Além disso, um mesmo dispositivo pode passar por múltiplos ciclos de locação ao longo da vida útil, aumentando a eficiência operacional e potencializando a geração de receita da operação.

Destaques operacionais

Os indicadores operacionais apresentados pela companhia reforçam o crescimento da operação ao longo de 2025.

Entre os principais destaques:

  • Base ativa de dispositivos cresceu 81%
  • Churn mensal caiu para 1,6%
  • Crescimento de receita anual relevante
  • Expansão do prazo médio dos contratos
  • Receita recorrente sustentada por assinaturas

A receita bruta anual da companhia atingiu R$ 199,4 milhões em 2025, segundo os dados apresentados na oferta.

Como investir no FTALLU-01?

O FTALLU-01 está disponível através da Foxbit Crypto Assets, em um processo totalmente digital.

Para investir:

  • Acesse sua conta Foxbit
  • Entre na área de Crypto Assets
  • Selecione o FTALLU-01
  • Escolha a quantidade desejada
  • Confirme seu investimento

Importante: esta é uma oferta pública realizada nos termos da Resolução CVM nº 88. Antes de investir, leia atentamente os documentos da oferta e os fatores de risco.

Bitcoin Pizza Day: como duas pizzas iniciaram a transformação do mercado financeiro

Bitcoin Pizza Day: como duas pizzas iniciaram a transformação do mercado financeiro

Em 22 de maio de 2010, uma transação aparentemente simples entrou para a história do mercado de criptomoedas.

Naquele dia, o programador Laszlo Hanyecz utilizou 10.000 bitcoins para comprar duas pizzas, registrando a primeira transação comercial (pública) com Bitcoin.

O episódio ficou conhecido como Bitcoin Pizza Day e, desde então, passou a ser lembrado todos os anos pela comunidade cripto ao redor do mundo.

Mas, apesar de a história ter se tornado famosa pelo valor que esses bitcoins representam hoje, o verdadeiro significado da data vai muito além disso.

O Pizza Day representa um dos primeiros momentos em que o Bitcoin deixou de existir apenas como um experimento tecnológico para começar a demonstrar utilidade no mundo real.

O que foi o Bitcoin Pizza Day?

O Bitcoin Pizza Day aconteceu em 22 de maio de 2010, quando Laszlo Hanyecz publicou em um fórum uma proposta simples: pagar 10.000 BTC para quem entregasse duas pizzas em sua casa.

Na época, o Bitcoin ainda era um projeto extremamente novo, conhecido apenas entre desenvolvedores e entusiastas de tecnologia. O ativo praticamente não possuía valor de mercado consolidado e ainda não existia uma infraestrutura desenvolvida para negociações, pagamentos ou custódia.

Dias depois, outro usuário aceitou a proposta e realizou o pedido das pizzas.

A transação se tornou simbólica por registrar um dos primeiros usos reais do Bitcoin como meio de troca.

O Pizza Day nunca foi sobre o valor das pizzas

Com o crescimento do mercado cripto ao longo dos anos, o Bitcoin Pizza Day passou a ser frequentemente associado ao valor bilionário que aqueles 10.000 BTC representam atualmente.

Mas limitar a história apenas a isso talvez faça o mercado perder o principal aprendizado da data.

O que tornou essa transação histórica não foi o preço das pizzas.

Foi a validação de que uma rede descentralizada poderia ser utilizada para transferir valor entre pessoas sem depender de intermediários tradicionais.

Pela primeira vez, o Bitcoin demonstrava, na prática, que poderia funcionar além do ambiente experimental dos fóruns e da comunidade técnica.

Naquele momento, começava a surgir uma nova possibilidade para a infraestrutura financeira digital.

De um experimento para uma nova infraestrutura financeira

Desde o Pizza Day, o mercado de ativos digitais evoluiu de forma significativa.

O que começou como um experimento entre programadores passou a movimentar trilhões de dólares globalmente e entrou definitivamente no radar de empresas, governos e instituições financeiras.

Hoje, blockchain e ativos digitais já fazem parte de discussões relacionadas a:

  • pagamentos internacionais
  • stablecoins
  • tokenização de ativos
  • infraestrutura bancária
  • liquidação financeira digital
  • custódia institucional
  • interoperabilidade entre sistemas financeiros

Nos últimos anos, grandes instituições passaram a explorar o uso de blockchain não apenas pela inovação tecnológica, mas pela eficiência operacional que essas redes oferecem.

Liquidações mais rápidas, operações globais contínuas e redução de intermediários são alguns dos fatores que ajudam a explicar esse movimento.

O legado do Bitcoin Pizza Day

Mais de uma década depois, o Bitcoin Pizza Day continua sendo uma das datas mais simbólicas do mercado cripto.

Não apenas pela curiosidade envolvendo as duas pizzas, mas porque representa um momento importante da evolução da economia digital.

Foi o instante em que uma tecnologia experimental começou a demonstrar, na prática, que poderia criar novas formas de movimentar valor no ambiente digital.

E talvez seja exatamente por isso que essa história continue tão relevante até hoje.

Porque, em muitos aspectos, o mercado ainda está vivendo os desdobramentos daquela primeira transação.

Como enviar dinheiro para o exterior mais rápido? Entenda o que está travando o processo

Como enviar dinheiro para o exterior mais rápido? Entenda o que está travando o processo

Como enviar dinheiro para o exterior mais rápido?

Hoje já é possível fazer pagamentos instantâneos dentro do Brasil.
Mas, quando o dinheiro precisa cruzar fronteiras, a realidade muda.

Transferências internacionais ainda levam horas ou dias para serem concluídas.
E o motivo não está na operação em si, mas na infraestrutura que sustenta esse processo.

O problema não é enviar o dinheiro.
É como ele é liquidado ao longo do caminho.

Por que transferências internacionais ainda demoram?

Grande parte das operações internacionais ainda depende de um modelo baseado em intermediação.

O processo normalmente envolve:

Esse fluxo depende de validações, compensações e horários específicos de cada instituição.

Além disso, muitas operações passam pelo sistema SWIFT, que funciona como uma rede de comunicação entre bancos, e não como um sistema de liquidação direta.

Na prática, isso significa que:

  • o dinheiro não é liquidado de forma imediata
  • existem etapas intermediárias que geram atraso
  • o tempo final depende de múltiplos fatores fora do controle do cliente

O tempo não é o problema. A estrutura é.

O atraso nas transferências internacionais não é uma falha pontual.

É consequência de um modelo que foi construído quando não existiam alternativas mais eficientes.

Esse modelo funciona, mas apresenta limitações claras:

  • dependência de intermediários
  • baixa previsibilidade
  • liquidação em etapas
  • restrições operacionais

Em um cenário onde empresas operam globalmente e em tempo real, esse tipo de estrutura começa a se tornar um gargalo.

O que está mudando na liquidação internacional?

Nos últimos anos, começou a surgir uma nova forma de estruturar essas operações.

A mudança não está no envio do dinheiro, mas na forma como ele é liquidado.

Ao invés de depender de múltiplos intermediários, novas infraestruturas permitem:

  • liquidação mais direta
  • redução de etapas
  • maior velocidade
  • mais previsibilidade

Isso muda completamente a dinâmica da operação.

O tempo deixa de ser um problema estrutural e passa a ser uma variável controlável.

O crescimento desse modelo no Brasil

Esse movimento já é visível no mercado brasileiro.

Segundo dados recentes, o volume de operações com stablecoins cresceu de forma significativa nos últimos anos, ultrapassando R$ 360 bilhões e representando uma parcela relevante das transações com cripto no país.

Stablecoins são representações digitais do dólar utilizadas para movimentação de valor de forma mais eficiente.

Esse crescimento não está ligado apenas a investimento.

Ele reflete o uso crescente dessas estruturas como forma de:

  • transferir valor internacionalmente
  • reduzir tempo de liquidação
  • ganhar eficiência operacional

Ou seja, o mercado já começou a migrar para modelos mais rápidos.

O papel da Foxbit nessa evolução

Aqui na Foxbit, partimos de um ponto simples.

O maior gargalo do câmbio internacional não está no envio do dinheiro, mas na forma como ele é liquidado.

Com o Foxbit Prime Desk, estruturamos uma camada de infraestrutura que simplifica esse processo, reduzindo intermediações e tornando a liquidação mais direta.

Na prática, sua corretora envia em reais enquanto o cliente recebe em dólar em minutos, com redução de tempo, maior previsibilidade e uma operação mais simples. 

Conclusão

Enviar dinheiro para o exterior mais rápido não depende apenas de escolher um banco ou plataforma.

Depende da forma como a operação é estruturada.

O modelo tradicional continua funcionando, mas apresenta limitações claras em termos de tempo e eficiência.

Novas infraestruturas já permitem reduzir esse tempo de forma significativa, trazendo mais controle e previsibilidade para operações internacionais.

Se você quer entender como reduzir o tempo de liquidação das suas operações internacionais, fale com um especialista da Foxbit e veja como aplicar isso na prática.