Bo Williams, o especialista no mercado financeiro , comentou sobre os últimos movimentos do Bitcoin na quinta-feira (19) na live do desafio “O Grande Investidor”. Com 24 anos de experiência, Bo já passou pela XP Investimentos e é fundador do método PhiCube de análise técnica.
Em seu vídeo mais recente para o canal da Foxbit, o investidor afirma acreditar em um cenário de US$ 500.000 nos próximos 2 ou 3 anos. Semana passada, a criptomoeda atingiu o valor histórico de R$ 100 mil. De acordo com Williams, o mundo inteiro está em busca de um ativo que de fato sirva como reserva de valor, e o BTC pode suprir essa demanda.
“Eu digo isso porque estamos prestes a fazer um ‘reset’ no sistema financeiro global. Vai ser digital e vem para apagar os mais de 200 trilhões de dólares em dívida que o mundo tem hoje. Não é sustentável continuar com um sistema monetário mundial baseado em dívida”.
Com a quebra unilateral do acordo de Bretton Woods por parte dos Estados Unidos em 1971, o dólar perdeu seu lastro em ouro e passou a ser baseado na boa-fé e confiança do governo. No entanto, segundo Williams, “infelizmente os governos não representam o que o povo realmente quer“.
Já o Bitcoin, por outro lado, é um ativo com escassez limitada e diversas características únicas:
“O número de bitcoins são limitados e a economia mundial só cresce, [ao ponto] de ter centenas de trilhões de dívidas no mundo inteiro.”, finalizou ele.
Phicube indica que bitcoin é a nova Magalu
Utilizando seu método reconhecido mundialmente, Bo comparou o Bitcoin com a Magazine Luiza. A loja é um fenômeno na Bolsa de Valores de São Paulo e subiu mais de 1.000% em 8 anos.
O papel da Magazine Luiza, de ticker MGLU3, está acima de todas as linhas verdes desde julho de 2016, tendo corrigido poucas vezes desde então. Williams chama essas linhas de PV, ou “proibido vender”, pois indicam uma tendência de alta do ativo.
E o BTC atingiu essa mesma condição este mês. “Quando se tem duas linhas verdes, o alvo é a terceira linha. E três linhas verdes é lua!”, disse Bo em live nesta quarta-feira do Desafio O Grande Investidor.
Live no canal do Cointimes na qual Bo compara o Bitcoin com a “Magalu”
Confira o vídeo completo com a última análise de BO no canal da Foxbit:
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“O bitcoin (BTC) bateu o recorde de preços no Brasil na sexta-feira (20), negociado a R$ 100 mil por volta das 14h40, horário de Brasília, nas principais exchanges do país. O preço da criptomoeda é favorecido pelo elevado patamar do dólar, que era negociado a R$ 5,37 no mesmo horário, mas a tendência altista é também observada no exterior, com a cotação da cripto rondando a faixa dos US$ 19 mil nesta tarde.
“O bitcoin assumiu hoje um lugar em que investidores institucionais, bancos e family offices estão ponderando exposição como uma defesa contra desvalorização monetária”, disse Alex Mashinsky, presidente-executivo da Celsius Network em entrevista à Reuters. Acrescentando que o rally do bitcoin em 2017 foi liderado por investidores de varejo.
A análise é compartilhada por Ricardo Dantas, co-CEO da exchange de criptomoedas brasileira Foxbit. Para ele “em médio e longo prazo, os preços se justificam e o potencial é muito maior. O bitcoin atua como uma ferramenta anti-inflacionária e os movimentos nos preços são naturais e esperados por quem já conhece o mercado”, explica, acrescentando que o mercado brasileiro corresponde a apenas 15% do volume da cidade de Nova York, “há muito espaço para crescer.””
O que levou o bitcoin a chegar ao seu nível atual de preço? Fizemos um compilado para você entender essa alta incrível do ativo mais seguro do mundo.
Mas primeiro, o que é Bitcoin?
Bitcoin é uma moeda digital, descentralizada e que não necessita de terceiros para funcionar. Isso significa que você não depende de bancos, grandes corporações ou governos para movimentar o seu dinheiro. Com o Bitcoin, o dinheiro é realmente seu.
Quando ele começou a crescer?
O Bitcoin realmente começou a subir após a grande queda nos mercados que aconteceu em março. O criptoativo se reergueu rapidamente, superando os ganhos do Ibovespa e até mesmo do dólar. Poucos meses depois, a primeira grande empresa listada em bolsa comprou mais de US$250 milhões em bitcoin e gostou tanto que fechou outra compra de outros 173 milhões, totalizando ₿ 38.250.
Outras empresas entraram na onda, como a Square do CEO do Twitter que comprou US$50 milhões em bitcoin no mês de outubro.No mesmo mês o Paypal liberou a compra de bitcoin para seus clientes nos EUA, impulsionando ainda mais o mercado.
Em novembro vimos a entrada de gigantes como o segundo homem mais rico do México investindo 10% de sua fortuna em BTC, o lendário Stanley Druckenmille gestor de um fundo de US$6 bilhões, atores famosos como Maise Williams de GoT e até mesmo um relatório indicando que a criptomoeda pode chegar a US$318 mil pelo Citibank.
Bo Williams faz análise do bitcoin e diz “é proibido vender”
Após o bitcoin atingir os R$ 70.000,00 mil (23/10/2020) e superar seu preço histórico no Brasil, o analista e ex-sócio da XP Investimentos Bo Williams utilizou seu método reconhecido mundialmente para analisar o bitcoin, dólar e algumas altcoins (criptomoedas alternativas ao bitcoin).
Usando o método Phicube, Bo definiu que o próximo alvo do bitcoin no par dólar está em US$13.521,19 (definido como a linha marrom na parte de cima do gráfico abaixo). Ele destacou que a criptomoeda já dava sinais de alta como mostravam os fractais. Se quiser ver a análise completa, clique aqui.
Principais acontecimentos do ano até agora!
24/04/2020 – R$40.163,03 | R$ R$41315,24 – Bitcoin se recupera 100% da queda em março no intraday e supera Ibovespa
14/09/2020 – R$ 55.686,00 | R$ 58191,40 – A maior empresa de BI aberta em bolsa compra sua segunda leva de bitcoins e consolida R$2 bilhões investidos
08/10/2020 – Square, de Jack Dorsey, revela que comprou US$50 milhões em bitcoin
21/10/2020 – R$68.490,64 | R$ 71.550,74 – Paypal libera compra de bitcoin nos Estados Unidos
16/11/2020 – R$ 87.482,54 | R$90. 648,29 – Relatório do Citibank afirma que Bitcoin pode chegar a US$318 mil o equivalente a R$1,7 milhão
2020 nos mostrou que os criptoativos estão prontos para as adversidades e os grandes investidores enxergaram isso e estão se movimentando para comprar bitcoin.
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“SÃO PAULO – O Bitcoin segue caminhando para quebrar sua máxima histórica com um forte rali que já dura cerca de um mês, em que a criptomoeda saiu da casa de US$ 11 mil para superar os US$ 18 mil pela primeira vez desde o fim de 2017.
O principal criptoativo do mundo passou meses oscilando entre US$ 9 mil e US$ 12 mil, sem conseguir superar este nível após ter tido uma rápida recuperação da derrocada de março, quando caiu forte junto com os mercados tradicionais por conta do estouro da crise do novo coronavírus.
No início da tarde desta quarta-feira (18), o Bitcoin registrava ganhos de 3,7% no acumulado de 24 horas, cotado a US$ 17.769 – caminhando para sua máxima histórica de 2017, de cerca de US$ 20 mil. Enquanto isso, no Brasil, o ativo já superou sua máxima histórica em outubro e hoje é avaliado próximo de R$ 94.500.
“Recentemente, as mudanças nas recompensas de mineração (halving, entenda mais clicando aqui), a entrada de grandes investidores no mundo todo e a procura de novas formas de reserva de valor tem ajudado neste aumento de valor”, explica Ricardo Dantas, co-CEO da Foxbit.
A tendência positiva da criptomoeda ocorre desde o início da pandemia, mesmo com a forte queda dela em março. Isso porque, comparada por muitos como ouro, o Bitcoin tem uma característica de ter um movimento descolado dos mercados tradicionais, o que o coloca como um ativo de proteção para momentos de caos nas bolsas.
“As correções ocorrem (no Bitcoin) como em todos os mercados, se temos grandes altas, também podemos ter grandes correções”, conclui Dantas.”
“Depois das altas recordes e do grande crash de 2017, muita gente duvidou que as criptomoedas realmente vingariam. Mesmo com uma pandemia no meio do caminho, 2020 veio para provar que o bitcoin & cia ainda têm muito a oferecer.
Nas últimas semanas, a principal criptomoeda do mercado acelerou o seu movimento de alta e se aproxima cada vez mais da sua máxima histórica de US$ 20.089, alcançado em dezembro de 2017. Em reais, com a influência do câmbio, a cotação vem renovando as máximas históricas quase que diariamente nos últimos meses, deixando para trás — com folga — o patamar dos R$ 70 mil de 2017.
Depois de recuperar o patamar pré-crise e passar cerca de dois meses estável, o bitcoin engatou uma sequência de altas desde o começo de setembro e não parece o movimento deva se reverter em breve. Nos últimos 60 dias, a moeda acuma ganhous superiores a 65%. No ano, a valorização ultrapassa os 350%.
Nesta quarta-feira (18), por volta das 10h30, o bitcoin subia 6,44%, aos US$ 18.057,31. Em março, antes da fase mais aguda da crise de liquidez, a moeda estava cotada a US$ 13 mil.
Em reais, estamos quase alcançando a marca dos R$ 100 mil reais. Por volta do mesmo horário, o bitcoin estava avaliando em R$ 97 mil, mas a moeda digital chegou a superar a marca dos R$ 98 mil. Romper a barreira dos 100 mil é só questão de tempo.
Embora o rali possa surpreender alguns, os fundamentos para a alta não são uma novidade tão grande assim.
Se perguntando se ainda dá tempo de surfar essa onda?
Saiba que, para os especilistas do mercado, a resposta é sim. Ricardo Dantas, Co-CEO da Foxbit, uma das maiores exchanges de criptomoedas do Brasil, ressalta que apesar dos 11 anos de existência, ainda estamos no começo desta onda de valorização (e das criptomoedas, como um todo).
Mas se você está procurando ganhos exorbitantes em um curto espaço de tempo, o investimento em criptomoedas pode não ser o mais saudável.
Embora menos volátil do que em outros momentos, o cenário segue sendo de alta volatilidade. O ideal é que se olhe para as criptomoedas como um investimento de longo prazo.”