Nessa última semana vivemos um momento de indecisão e lateralização do mercado. Após a queda próxima aos 10.250 USD, o mercado de criptomoedas apresentou uma tendência lateralizada e com um baixo volume nessas últimas duas semanas, se valorizando apenas 3%.
O que essa falta de volatilidade no curto prazo pode significar?
Cuidado, pois ela pode ser um risco para você…
VOLUME DESCRESCENTE, MOMENTO DE ALERTA!
O volume do mercado de criptomoedas voltou a decrescer nessa semana, e isso deve ser um sinal de alerta, pois estamos vivendo um momento de redução de volatilidade também.
O que pode ser interpretado como um potencial momento de manipulação de mercado. Dessa forma, é importante se ter ressalvas quanto à análise técnica de curto prazo.
A volatilidade do mercado de criptomoedas, apesar de ter crescido nas últimas três semanas (no curto prazo), ainda continua baixa no longo prazo.
O que pode significar um excelente momento para compra de proteção do seu capital (como opções), dado que, quanto menor a volatilidade no longo prazo, mais barato essa estratégia de opção se torna.
Caso não esteja preocupado, não está assumindo risco suficiente!
Na semana passada parecíamos ter revertido a tendência do Bitcoin com uma grande chance de buscarmos patamares mais baixos. Entretanto, com o fechamento de ontem, tivemos um alento com a formação de um novo canal ascendente. O indicador mostra justamente uma nova tendência de alta que, caso se concretize, pode impulsionar o preço para a resistência a 12500 USD.
Tratando-se de Bitcoin, nunca podemos ter certeza de algum movimento. Contudo vale a reflexão, principalmente para aqueles que realizaram o prejuízo após a última descida, “se você não está preocupado, não está assumindo risco suficiente”.
Afinal, mesmo havendo uma remota possibilidade de valorização, a única certeza que temos é que sem nos expor, não auferiremos nenhum ganho.
BTC-USD (Coinbase) – Mensal
Inclusive, se você quiser um áudio do nosso gestor de portfólio explicando esse momento de mercado, entre em contato conosco.
O QUE ESPERAR?
Ainda não tivemos um grande movimento de mercado, que definiu a tendência dos próximos meses do Bitcoin, mas ele está próximo e devemos estar prontos para todos os cenários.
E
se quiser receber estudos semanais sobre o mercado de
criptomoedas, além de uma análise de risco das principais exchanges do mercado, torne-se assinante da Bitcoin
Starter.
PS: Não
estamos recomendando nenhum investimento, apenas te informando sobre o
mercado para que você possa tomar a melhor decisão o possível.
A tecnologia blockchain, desenvolvida inicialmente por Satoshi Nakamoto com o Bitcoin, resolve uma série de problemas do mundo real. Contudo, essa tecnologia pode ser considerada muita cara e lenta, onde a otimização desses protocolos é algo muito almejado.
Nesse sentido, a blockchain Cosmos busca promover melhorias nos blockchains “lentos, caros, não escaláveis e ambientalmente prejudiciais ”. Além também de propiciar uma rede de comunicação e de troca de ativos entre as redes descentralizadas.
A ATOM é a criptomoeda nativa da blockchain Cosmos. A rede se define como: “A Internet das Blockchains” que funciona através do IBC, um protocolo que cria uma espécie de interblockchain para comunicação entre as redes descentralizadas.
A rede permite a troca de ativos de diferentes blockchains através de uma bolsa descentralizada “com taxas muito baixas e confirmação de transação instantânea”, segundo o site oficial do projeto. As transações na rede demoram em média 7 segundos para serem confirmadas.
Em breve, Bitcoin e Ethereum embrulhados estarão disponíveis para troca na plataforma de maneira rápida e sem os custos da rede principal dessas blockchains.
Quais as vantagens da ATOM?
As taxas de transferência de ativos nas redes principais das blockchains pode de fato ser um problema. A rede Ethereum está atualmente com uma taxa média de US$15 para uma transação rápida, o que pode inviabilizar e reduzir as operações na rede.
Nesse sentido, as soluções que promovem escalabilidade e descongestionamento podem ser muito bem vistas, especialmente em momentos na qual as redes se encontram em capacidade máxima.
Através da Cosmos SDK, os desenvolvedores podem programar aplicativos descentralizados para funcionar na rede. Até o momento, mais de 200 aplicativos e serviços estão sendo executados na Cosmos.
Quem está trabalhando com a ATOM?
O desenvolvimento da Cosmos é mantido principalmente pela Tendermint e pela Interchain, uma instituição voltada para construção de uma infraestrutura de interconexão entre protocolos descentralizados.
“Acreditamos que redes econômicas de código aberto, criptográficas e consensuais detêm a chave para um sistema econômico global antifrágil e oportunidades iguais para todos. Nosso foco atual está na tecnologia de blockchain interoperável da Cosmos Network”, afirma a Interchain.
Qual o futuro da ATOM?
O desenvolvimento da rede Cosmos está ativo, e diversas funcionalidades devem ser adicionadas ao protocolo ao decorrer do tempo. Veja os projetos que irão ser implementados na rede:
Ethereum e Bitcoin embrulhados
Criação de pools de liquidez
Uma conta para gerenciar todos os seus ativos de diferentes blockchains
Plataforma para troca de itens colecionáveis
Caso o congestionamento de redes blockchain continue como um problema persistente para o futuro, a rede pode se beneficiar como uma alternativa de otimização.
Como a Cosmos se posiciona como uma rede verde, com baixíssima pegada de carbono, ela pode embarcar na onda de investimentos ecológicos.
Na recente expansão do mercado de criptoativos, onde costumeiramente as taxas de transação tendem a ir às alturas, a Cosmos se valorizou demasiadamente, com ganhos superiores a 750% no último ano, de acordo com dados do Coingolive.
A hardware wallet Ledger oferece suporte para o armazenamento da criptomoeda. Com a carteira Cosmos Wallet você pode guardar os seus ativos através de dispositivos móveis. Para desktop, a carteira Exodus oferece suporte para a criptomoeda.
Clicando nesse link você pode encontrar uma lista das carteiras mais recomendadas pelo site oficial do projeto.
A Foxbit, uma das maiores e mais tradicionais exchanges de criptoativos do Brasil, foi eleita em 4º lugar como uma das empresas de criptomoedas mais éticas dentro do setor financeiro brasileiro.
A eleição foi feita segundo pesquisa elaborada pela Virtuous Company, consultoria de governança corporativa e gestão organizacional e contou com a avaliação de mais de 111 empresas. No relatório do estudo, a Foxbit ficou na frente de nomes como NuBank, Neon, C6 Bank, Mastercard, Paypal, B3, Itaú entre outras empresas mais tradicionais do setor.
“É muito importante para nós da Foxbit estar entre as melhores fintechs e entre a melhor exchange mais ética do Brasil. Aqui damos voz e liberdade para todos e buscamos sempre trazer um ambiente organizado e confortável para as pessoas exercerem o seu melhor sempre” revela João Canhada, nosso CEO.
O relatório indicador de Cultura Ética da Virtuous é baseado num modelo conceitual do Ethical Systems® e é composto por dez dimensões.
Os cinco itens preliminares (qualificadores) são:
Confiança Organizacional: item que avalia o ambiente organizacional do ponto de vista de confiança, segurança e exalta como as pessoas estão se sentindo confortáveis em trabalhar em uma instituição confiável e que também mostra confiança nas pessoas;
Liderança ética: item que avalia a justiça, que ilustra a preocupação com as pessoas e que garante a integridade das pessoas e times;
Orientação para o bem comum: esse ponto avalia que a empresa não tem uma cultura egoísta e que dá liberdade para os colaboradores, tratando-os como membros importantes e transformadores da empresa;
Empatia: essa característica analisou como os colaboradores adotam a postura de se colocar no lugar dos outros;
Liberdade para falar: “as pessoas têm voz”. Eles se manifestam, podem falar sem medo, perguntam, questionam e contribuem para decisões. Também corrigem comportamentos antiéticos. Tem segurança psicológica para trabalhar.
O Ranking Virtuous Company de Cultura Ética® 2020 pode ser acessado neste link.
Não é a primeira vez que a Foxbit ganha uma grande premiação, em 2019 fomos eleitos pela Deloitte/Exame como uma das PMEs que mais crescem no país e em 2017 conquistamos o prêmio Visa Track.
Acredito que você possa estar entre as pessoas que começou a investir em bitcoin e em outros ativos nos últimos meses e está vendo todos os lucros que havia auferido em sua carteira de criptomoedas sumirem.
Se você se encaixa nessa descrição, o nosso Report Semanal é
para você, pois além dessa versão gratuita que iremos analisar esse momento de
queda, realizamos um estudo exclusivo para os nossos assinantes que ensina como
não perder dinheiro nesses momentos de queda.
Se você perdeu mais de 10 reais nessa queda (o preço de
nossa assinatura), talvez ela possa ser um excelente investimento para você.
Há algumas
semanas comentamos sobre o caso da Yam Finance, um protocolo DeFi que,
por conta de um Bug, fez com que os investidores perdessem mais de 95%
do seu capital em apenas uma hora.
A história
se repetiu, mas de forma diferente.
Após um
grande Hype pelo Sushi Swap, o ativo que valorizou mais de 300% em menos
de uma semana, perdeu 98% do seu valor em relação a seu maior preço logo
em seguida, após seu criador vender todos os tokens que esse possuía.
O que
esse caso nos diz?
Ele nos diz que existe sempre um grande risco ao se investir em um ativo que
está em seu início com uma grande concentração de tokens em seus criadores. A
história se repetiu, cuidado com a ganância e a ideia de ganhos muito fáceis. Foque
na consistência de seus investimentos. Caso queira receber mais orientações
sobre esse caso, entre em nosso Canal do Telegram.
O medo
volta ao mercado de criptomoedas. Após a desvalorização de 13% nos últimos
sete dias do Bitcoin, os investidores do criptoativo voltaram a temer um BearMarket.
Sendo
interessante observar que o mês mais otimista do mercado (agosto) teve como
consequência uma das maiores desvalorizações do ano, mostrando que você deve
tomar cuidado com o excesso de ganância.
Tendência
de queda está próxima?
A queda
do Bitcoin aqueceu novamente o mercado spot, que se manteve com um alto
volume nos últimos trinta dias.
Esse fato
pode ser interpretado como um mal sinal para o preço do Bitcoin, dado
que uma queda com um alto volume reforça a tese de que existiu um movimento de
mercado e não uma manipulação, o que pode ter como consequência o início
de uma tendência de Bear Market.
O Bitcoin abriu setembro em uma forte baixa, puxada
pela necessidade de correção da cotação após a valorização observada desde
março.
Infelizmente, como de costume, tenho muita confiança em
dizer que o tipo de investidor que mais comprou no topo foi aquele que menos
conhecia sobre Bitcoin, ou era mais inexperiente. Para essas pessoas, resta
a dúvida: o que fazer agora?
Para situá-los, vale a pena destacar que permanecemos em uma
tendência de alta. Portanto, o desespero nada vai ajudar na tomada de
decisão.
No momento, os limites dessa tendência estão no topo e no
fundo de um canal paralelo, que condizem com uma resistência a 13800 USD e dois
suportes fortes em 8300 e 7000 USD. Eles constituem uma região para realização
de lucro e compra, respectivamente.
Qual será
a próxima tendência do mercado?
Para descobrir, baixe o nosso Report Semanal, pois preparamos uma análise completa desse momento de mercado para você.
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Quer saber como investir mas não sabe por onde começar? Preparamos diversas dicas de investimento para iniciantes com tudo que você precisa saber para iniciar com segurança sua jornada.
Mostraremos que investimento não precisa ser algo complicado e te guiaremos para começar a realizar seus sonhos com diversas dicas para quem quer começar.
Para iniciar nossa caminhada rumo a uma vida financeira mais equilibrada, primeiramente, precisamos entender o porquê devemos investir em boas aplicações em vez de deixar o dinheiro de baixo do colchão ou na poupança.
E isso tem a ver com o gráfico abaixo, ele mostra a perda do poder de compra do real desde o seu lançamento até o começo de 2019.
Isso significa que se você tivesse guardado R$100 em julho de 1994, ele só compraria o equivalente a R$17,00. A mesma nota de R$100,00 vale menos hoje do que há 25 anos. Esse é o efeito da inflação, ela corrói o poder do seu dinheiro como uma praga destrói uma plantação. Se você não cuidar, boa parte dos frutos que você conquistou com o seu trabalho serão destruídos por ela.
Então, como não deixar a inflação arruinar seus sonhos? É aí que entra o planejamento para os investidores, e nós vamos te ajudar nessa tarefa.
O planejamento básico para investidores iniciantes
O investimento para iniciantes pode parecer assustador, mas alguns passos simples podem te ajudar a conquistar seus sonhos mais rapidamente.
1. Iniciando o planejamento para investir:
O primeiro passo para iniciar bem é fazer um planejamento financeiro. Para isso, diversos aplicativos podem te ajudar, os preferidos do mercado são:
Guiabolso: conta com integração com diversos bancos e uma interface simples;
Mobills: seu forte está no planejamento mensal, mas ele te dá um número limitados de contas bancárias para administrar. Ótimo para quem tem apenas 1 conta de banco.
Planilha: para os mais tradicionais, a planilha é uma boa escolha. Mas ela exige disciplina.
Veja os seus gastos por 1 mês e entenda onde você pode economizar e para onde está indo seu dinheiro. Semanalmente, faça uma revisão dos seus gastos e até um planejamento, os aplicativos permitem uma boa visualização de cada despesa.
Com resultado, você poderá ter uma noção de quanto será aplicado para alcançar seus objetivos financeiros.
2. Defina seus objetivos
Essa é uma das dicas mais importantes de investimentos para iniciantes, ela vai te motivar a continuar guardando e melhorando a cada dia. Crie objetivos claros.
Após planejar os seus gastos, imagine o que você fará com esse dinheiro guardado. Por exemplo, você pode desejar estudar fora do país, conseguir a liberdade financeira, abrir o próprio negócio, comprar uma casa, um carro ou adquirir um computador gamer.
Separe os objetivos em curto, médio e longo prazos. Dessa forma, você consegue acumular patrimônio e continuar motivado.
3. Dívidas, o que fazer com elas?
Na maior parte dos sites de investimentos você vai encontrar uma dica como: “saia completamente das dívidas, agora!”. Claro, as dívidas são prioridades e você deve pagá-las o quanto antes, principalmente se elas acumulam juros. Mas existe um porém.
Se as dívidas tiverem juros menores que as aplicações, talvez, seja possível investir mesmo com dívidas. Do contrário, é como tentar encher um balde com o fundo aberto, a velocidade de vazamento é sempre maior ou igual a quantidade de água que você coloca.
Dificilmente você encontrará um investimento que te dá grande segurança e te remunere acima dos juros praticados pelo mercado. Então, em geral, tente se livrar das suas dívidas.
4. Conheça o seu perfil
Com o planejamento em andamento, chegou o momento de entender onde você deve investir.
Para isso, é preciso conhecer o seu próprio perfil de investidor. A classificação depende da tolerância ao risco e também dos seus objetivos.
Para iniciar os seus investimentos é importante ter uma conta em uma corretora, não é essencial mas algo que pode fazer a diferença, principalmente devido a variedade de produtos oferecidos por elas. As corretoras são instituições autorizadas a operarem no mercado financeiro.
Existem diversas corretoras no mercado, como a Foxbit – uma exchange de bitcoins. Abrir uma conta na Foxbit não demora 5 minutos e você só precisa de um e-mail, RG e comprovante de endereço para completar o cadastro.
É importante que você avalie as taxas de cada corretora, sua reputação no Reclame Aqui e se ela oferece os produtos que você precisa.
6. Comece fazendo uma reserva financeira
O primeiro passo na hora de investir é começar a construir sua reserva de emergência. Especialistas recomendam a construção de uma reserva forte o suficiente para aguentar de 6 a 12 meses dos seus gastos mensais.
A reserva de emergência ajuda em imprevistos, como perda de emprego, falência da empresa ou problemas de saúde. É possível guardar sua reserva em investimentos líquidos e com grande segurança, como os CDBs (explicaremos abaixo).
Investimentos para iniciantes, quais os melhores?
Existem diversos investimentos no mercado financeiro. Cada um tem qualidades diferentes para tipos e perfis de investidor diversos. Então, por onde começar a investir?
Investimento em renda fixa
Uma das maneiras mais fáceis de adentrar no universo dos investimentos é começar com ativos cuja remuneração tem regras definidas desde o começo. Ao investir em renda fixa, o investidor faz um empréstimo.
Emprestando para os bancos:
A maneira mais simples de começar a investir é “emprestar” seu dinheiro para os bancos. Se faz isso usando CDB (Certificado de Depósito Bancário), eles ajudam o banco a financiar empréstimos e outras operações.
O CDB usa o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), taxa de empréstimos entre os próprios bancos, para remunerar os investidores. Quanto maior o risco do banco, maior a rentabilidade e porcentagem do CDI. Por exemplo, o Bradesco geralmente oferece 85% do CDI. Já o Neon, Nubank e Inter dão 100% do CDI com liquidez diária.
Vale ressaltar que o CDB está coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em investimentos de até R$250 mil. Ou seja, se o banco falir você terá a garantia de até R$250 mil.
Outras aplicações de renda fixa são:
Tesouro Direto
LCI (Letra de Crédito Imobiliária)
LCA (Letra de Crédito do Agronegócio)
Debêntures (você empresta dinheiro para empresas)
Fundos de Renda Fixa
CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio)
Renda variável
A renda variável tem um retorno impossível de ser previsto quando o investimento começa, diferente da renda fixa.
Não dá para ter certeza sobre a valorização de uma ação ou fundo imobiliário, por exemplo. Por essa imprevisibilidade, muitos especialistas não recomendam o investimento em renda variável. Mas se mesmo assim você quiser investir, é bom estudar sobre o tema.
As aplicações de renda variável são inúmeras, mas as principais são:
Bitcoin: foi o melhor investimento da década, segundo a CNN. A criptomoeda é muito arriscada, mas tem um histórico de grandes retornos.
Ações: o mercado de ações está cada vez mais procurado no Brasil, principalmente pela diminuição da SELIC, taxa referência para diversos investimentos de renda fixa;
Fundos de Investimentos: permitem investir em renda variável de maneira fácil, mas muitos cobram taxas de administração. É recomendado principalmente para quem não quer se dar ao trabalho de estudar o mercado ou prefere deixar essa tarefa para especialistas.
Em geral, o investimento para iniciantes deve começar pela reserva de emergência e aos poucos diversificar para ativos em renda fixa e até mesmo aportar parte em renda variável de acordo com seu perfil.
Tem alguma dúvida sobre investimentos? Deixe sua pergunta nos comentários e não esqueça de seguir a Foxbit nas redes sociais – Instagram, Facebook e Twitter