O mercado de ações brasileiro está otimista. Apesar da
incerteza em relação ao COVID-19, diversos números relacionados à abertura, em
especial ao setor varejista, fizeram o IBOVESPA ultrapassar, novamente, os 100.000
pontos.
Já no mercado norte-americano o clima é mais moderado, e o
S&P 500 segue com pequenas variações, movimento semelhante ao que o
Bitcoin está realizando nos últimos dois meses, com uma falta de tendência
definida.
Com isso, entre os ativos analisados, o Bitcoin foi o que
obteve a menor performance.
Entretanto, não há motivo para temer, pelo menos para o
investidor fundamentalista de criptomoedas, visto que essa semana saíram
diversas novidades positivas para o mercado desde o possível IPO da Coinbase
(uma das maiores exchanges do mundo) até o recorde de Hash Rate da história do
Bitcoin. O ativo nunca esteve tão seguro e estável como ele está agora.
Fato que teve como resultado a maior dificuldade de
mineração de Bitcoins da história, ou seja, nunca esteve tão difícil minerar
Bitcoins e nunca houve tanto poder computacional na rede do Bitcoin como agora.
Porém, em termos de análise técnica, a perspectiva não é
tão positiva quanto a análise fundamentalista.
Apesar do ativo ter se valorizado nas últimas semanas cerca
de 2,5%, a sua dominância em relação ao mercado caiu mais de 3,5%. Além
disso, os volumes de contratos futuros, desde último topo semanal, obtiveram
um acréscimo de 20% para short e um decréscimo de 20% para long.
Ou seja, é um sinal de alerta para o ativo, ao menos
no curto prazo!
Quer saber de forma mais detalhada a perspectiva do mercado?
Então acesse de forma gratuita o nosso Report Semanal completo no link abaixo.
O preço do Bitcoin não apresentou
nenhuma variação considerável nos últimos dois meses, variando entre os
8.750 USD e os 10.000 USD. Nessa última semana em específico, o ativo não
superou a região entre 9.750 USD e 9.000 USD.
Para muitos analistas, esse
movimento está ocorrendo por conta da indecisão macroeconômica atual,
sendo possível observar um movimento semelhante no mercado norte-americano, em
que o S&P 500 também não apresentou variações consideráveis.
Essa somatória de fatores fez com
que o Bitcoin apresentasse uma correlação crescente com o mercado
americano, atingindo uma correlação mensal semelhante ao do início do COVID-19.
Tal fator vem criando indícios que ambos os mercados possuem mais
semelhanças do que era imaginado pelos especialistas.
Mas o fato é que a falta de
volatilidade do mercado está fazendo que as pessoas vejam o Bitcoin cada
vez mais “chato.”
Entretanto, esse momento se faz uma
das melhores oportunidades que você pode ter para aproveitar um grande
movimento do Bitcoin.
Isso por que, analisando o
histórico do ativo, um outro momento em que o Bitcoin atingiu uma volatilidade tão
baixa foi em abril de 2019. Basicamente, esse foi o momento em que a
criptomoeda saiu dos 4.000 USD e atingiu os 5.000 USD em apenas uma semana.
Então, para não perder uma
oportunidade como essa, de um grande movimento do Bitcoin (independente para a
alta ou para baixa) é muito importante se posicionar e realizar sua própria
análise para estar posicionado da melhor forma o possível e não perder essa
janela de oportunidade.
E para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimentos, baixe nosso Report Semanal para ter uma visão completa do mercado.
A euforia e estabilidade
que estávamos observando no mercado de capitais foi trocada por medo e
angústia por parte dos investidores em relação a uma segunda onda de
casos do COVID-19 pelo mundo.
Após Estados Unidos, China e
Austrália registrarem casos crescentes de coronavírus, o risco de um
novo lockdown nesses países se tornou real e desanimou o mercado,
apesar dos diversos incentivos econômicos que o Fed vem realizando.
Acompanhando os principais
índices do mundo, o Bitcoin também desvalorizou nos últimos sete dias cerca
de 5%, chegando a atingir valores abaixo dos 9.000 USD no final de
semana.
Isso fez com que a correlação
entre a criptomoeda e o S&P 500 voltasse a crescer no curto prazo, o
que sinaliza que a criptomoeda, no curto prazo, se comporta como um ativo de
risco em momentos de estresse do mercado.
Tal
movimento foi refletido nos principais indicadores técnicos do mercado. O
Bitcoin formou topo em seu gráfico semanal, em movimento semelhante ao
de outubro de 2019, o que pressupõe, pelo seu histórico, uma queda na
região dos 7.000 USD.
Essa conclusão é reforçada pelo volume
de contratos em aberto. Desde o último topo formado pelo BTC em um gráfico
semanal (o do dia 07/06), o volume de contratos abertos para short subiu
aproximadamente 3,5% e para long caiu 25%.
Entretanto, não há nada definido
em relação ao preço do ativo, visto que com a baixa volatilidade da criptomoeda
(atingiu a menor volatilidade mensal e semanal do ano nessa semana), ocorreu
uma redução considerável no volume de Bitcoins operados, o que
pode facilitar uma eventual manipulação de mercado e, consequentemente,
desconfigurar os indicadores técnicos.
Para saber mais das perspectivas de mercado, baixe o relatório completo, de forma gratuita, o Mercurius Report #04.
Visto como o próximo grande disruptor na distribuição de vídeos e conteúdos pelo próprio co-criador do Youtube, a Theta é um dos destaques em 2021. Mas o que é essa criptomoeda? Quais problemas ela resolve? Será que vale a pena investir?
Vamos analisar tudo o que você precisa saber sobre a Theta.
O que é Theta?
A Theta é um protocolo criado para resolver um enorme problema, a distribuição de vídeos na internet. Grandes distribuidores como Netflix, Youtube e Amazon Prime têm custos gigantescos para manter e distribuir vídeos em alta definição ao redor do mundo.
Mas o pior é que em muitos países a internet é lenta e a distância com o servidor torna a vida dos usuários mais complicada, quem gosta de ficar esperando um conteúdo carregar?
E a Theta tem a solução para isso. Em vez de buscar os vídeos em um servidor distante com alta latência, por que não procurar por computadores próximos e explorar a banda disponível?
Em troca da banda de internet os usuários ganham criptomoedas, os serviços de streaming economizam e a internet fica cada vez mais descentralizada.
Steve Chen, co-fundador do Youtube
Nas palavras de Steve Chen, co-fundador do Youtube, a inovação da Theta está pronta para mudar a indústria de vídeo online de hoje da mesma forma que a plataforma do YouTube fez com o vídeo tradicional em 2005.
“Um dos nossos maiores desafios tinha sido os altos custos de entrega de vídeo para várias partes do mundo, e esse problema só está ficando maior com streamings de vídeo HD, 4K e de maior qualidade. Estou animado por fazer parte da próxima evolução do espaço de streaming, ajudando a Theta a criar uma rede descentralizada ponto a ponto que pode oferecer uma melhor entrega de vídeo a custos mais baixos.”
Como funciona a Theta?
Podemos dividir a Theta em duas partes que estão interligadas, a primeira é o blockchain e a segunda a rede de distribuição de conteúdo descentralizada.
Como funciona o blockchain e a rede de pagamentos?
O blockchain da Theta funciona com múltiplas camadas de consenso, ou seja, ela permite milhares de transações por segundo (mais de 1000) e uma alta segurança. Cada cama conta com diferentes tipos de validação:
Validadores profissionais: empresas como Samsung, Google, Blockchain.com, Gumi e Sony são os primeiros a validarem blocos no blockchain da Theta.
Guardiões: se você tiver 1000 Thetas poderá virar um “nó guardião” para confirmar as transações dos validadores profissionais e ganhar uma moeda chamada Theta-Fuel.
Edge Nodes: são nós usados por streamer e pessoas com banda disponível para ajudar a rede de distribuição de conteúdo em troca de criptomoedas.
Estado dos nós para cada parte do processo de validação
Mas isso não seria suficiente para uma plataforma com milhões de usuários, então a equipe do projeto criou uma solução fora do blockchain.
Como funciona o streaming?
O sistema de streaming tenta buscar os nós mais próximos para o envio de dados, diminuindo a latência, melhorando o tempo de entrega e até mesmo a qualidade do conteúdo.
Já do lado de quem verá o vídeo, o cliente sempre procura um nó melhor e o quem tem o conteúdo para ser baixado, como na imagem abaixo. Se por acaso a parte do vídeo não for encontrada, então o software busca uma rede centralizada de compartilhamento.
Outro ponto a ser notado é que a rede utiliza o token TFue ou ThetaFuell para pagar todos os nós. Diferente do token Theta, que tem apenas 1 bilhão de unidades e é usado pelos nós guardiões, o Theta Fuel conta com uma inflação pode ser usado pelos Edge Nodes para se tornarem Elite Edge Node (EEN).
O EEN ganhará mais TFuel, mas devem entregar uma capacidade de streaming para centenas de milhares de usuários.
Vale a pena investir em Theta?
A Theta valorizou 17.178,06% nos últimos 12 meses e já conta com um valor de mercado de US$12 bilhões, sem ao menos estar listada na maioria das exchanges ao redor do globo.
Preço da Theta no dia 26/03| Coinmarketcap
A equipe da Theta provou repetidas vezes que consegue entregar um bom produto, mesmo que isso demore meses ou anos de trabalho.
Quem está trabalhando com a Theta?
Um projeto dessa envergadura tem grandes apoiadores. Além de Steve Chen (co-fundador do Youtube), a equipe de conselheiros é recheada de grandes nomes do mercado de investimentos, blockchain e entretenimento.
Dentre eles temos Fan Zhang (fundador da Sequoia Capital China), Ma Haobo (CEO da rede de computação descentralizada em cloud aelf), Travis Skweres (criador da primeira exchange de bitcoin dos Estados Unidos) e Dovey Wan ( c0-fundadora da Primitive Ventures).
A equipe da Theta conta com 18 membros. MItch Liu é o CEO, com bacharel em Ciências da Computação e Engenharia pelo MIT e co-fundador da Gameview Studios. Ryan Nichols é o CPO e foi diretor da Tencent para o Wechat e co-fundador de um app de streaming para comidas. Jieyi lidera a equipe de tecnoloco com seu PhD em Engenharia da Computação pela Northwestern University e diversas patentes na área de VR e video games.
Em suma, temos um time de tecnologia com nomes renomados e uma equipe de marketing pequena, mas eficaz.
Como guardar Theta?
A Theta permite criar uma wallet no próprio site oficial e também tem integrações com as carteiras Trezor e Ledger.
Tem alguma dúvida? Entre em contato conosco, estamos também nas principais redes sociais – Facebook, Instagram, Twitter e Youtube.
Antes da busca por liquidez do
mercado e da desvalorização de mais de 30% dos principais índices do
mundo, o Ibovespa estava na faixa dos 104.000 pontos, enquanto o S&P 500
estava na região dos 3.100 pontos. Atualmente, o S&P 500 recuperou-se da
desvalorização que sofreu três meses atrás e voltou aos 3.100, assim como o
Ibovespa, que já está próximo dos seus 100 mil pontos.
Assim como os principais índices
do mundo, o Bitcoin também retornou para patamares de preço semelhantes ao começo
da pandemia. Entretanto, no início da crise, o criptoativo sofreu uma
desvalorização maior do que os mercados de capitais (cerca de 40%). Portanto,
sua recente recuperação parcial fez com que o BTC se tornasse o ativo que mais
se valorizou nas últimas duas semanas (entre os principais ativos analisados).
Esse movimento de alta que o Bitcoin
realizou, acompanhando o mercado de capitais, fez com que o ativo voltasse a
apresentar uma alta correlação com o S&P 500, que se valorizou
consideravelmente nesse último mês, apesar de uma retração na semana passada.
Além disso, essa alta correlação com
o S&P está muito ligada à baixa volatilidade que o Bitcoin vem apresentando
nesse último mês. O ativo está mantendo sua volatilidade diária do período de
30 dias, abaixo dos 4%, algo incomum para a criptomoeda.
Ao analisar o Bitcoin através de
indicadores técnicos, percebe-se que essa baixa volatilidade tende a ter um
fim nas próximas semanas.
Primeiramente porque o ativo encontra-se
em uma zona do afunilamento nos tempos gráficos mais curtos, estando
entre uma linha de tendência de baixa e outra linha de tendência de alta. Essa análise nos abre a possibilidade de um rompimento
do ativo tanto para cima quanto para baixo.
Além
disso, no fim dessa semana ocorrerá o vecimento de mais de 1 bilhão de
dólares em contratos em abertos de opções na Deribit e na CME. Tal fato,
historicamente, pressupõe um grande movimento do ativo após esses vencimentos.
Dessa maneira, é esperado uma grande
movimentação do Bitcoin após o dia 26 de junho.
Esperamos que tenha gostado de nossa análise semanal. Para saber mais sobre a provável direção desse possível rompimento do Bitcoin e para ter atualizações completas sobre o mercado de capitais, baixe o Mercurius Report #03, disponível gratuitamente no link abaixo.