Afinal, o que é NFT?

Afinal, o que é NFT?

A sigla NFT significa “non-fungible token”, ou seja, “token não fungível”. Mas qual o impacto dos NFTs no mundo dos investimentos? Leia e entenda!

Uma alternativa às criptomoedas

O “bambambam” das criptomoedas, o Bitcoin, segue a derrocada de 2021 e vem tendo um ano difícil. Desde o início de 2022, teve queda de 6,9%, como vocês leitores já devem estar cientes.

Todavia, surge no horizonte uma alternativa de investimento no mundo cripto: os tokens não-fungíveis, ou NFTs.

Com investidores, corporações, instituições governamentais e até mesmo celebridades acumulando tokens digitais, o valor total das NFTs saltou de US$ 100 milhões em 2020 para US$ 41 bilhões em 2021, de acordo com o Business Insider.

Se você já pesquisou sobre NFTs e sua relação com as criptomoedas, provavelmente já ouviu falar sobre o Bored Ape Yacht Club (BAYC) , a coleção de NFT mais cara do mundo, com imagens únicas de um macaco com diversas personalidades e estilos. Neymar, Eminem e mais recentemente o astro pop Justin Bieber são apenas alguns dos nomes que compraram tokens do BAYC.

Mas nada disso responde a pergunta…

O que é NFT?

Na tradução literal: NFTs são tokens não fungíveis. Fungibilidade refere-se a ativos do mesmo tipo que podem ser negociados de forma intercambiável entre si. Bitcoins, por exemplo, são fungíveis. Os usuários podem trocar um Bitcoin por outro igual, de exato mesmo valor. 

Por não serem fungíveis, cada token é único e não pode ser replicado. Devido a essa característica distinta, os NFTs são representados como tokens na blockchain, representando uma propriedade digital. Este registro de propriedade não pode ser alterado, pois sua existência é marcada no blockchain, como uma impressão digital.

“NFTs são pedaços de informação na blockchain e representadas em um formato interativo com representação visual”, diz Nick Donaraski, fundador da ORE System. Para direitos de propriedade, se você comprar uma NFT antecipadamente, esse ativo será limitado e estará disponível apenas para você, como legítimo proprietário. Essa escassez, diz Donaraski, é o que permite que o valor do NFT cresça ao longo do tempo.

Gerenciar NFTs é muito semelhante a gerenciar criptomoedas: pode ser feito de qualquer lugar, através do seu smartphone. Porém, isso pode deixar seus tokens expostos a golpes ou hackers.

Dito isso, um dos aspectos mais importantes do gerenciamento de NFTs é manter seus tokens seguros. Semelhante às criptomoedas, os NFTs são mantidos em carteiras digitais. Dentro da carteira, há um link exclusivo que permite que o conteúdo seja exibido ou transacionado. Você pode levar um NFT de um mercado para outro, desde que eles estejam na mesma blockchain e suportem esse tipo de NFT.

Armazenar ou acessar NFTs pode ser feito por meio de uma carteira digital ou de hardware. Este é o local onde os usuários podem manter, receber e comprar NFTs. Carteiras digitais ou online são protegidas por uma senha longa ou frase inicial. Esta é uma chave privada que será sempre requisitada para autorizar transações. 

Ou seja, até então, nada de muito diferente do que você, investidor de criptomoedas, já está acostumado.

Ok, mas o que os tokens, ou NFTs, têm de especial em relação às criptomoedas? Além da não-fungibilidade, é claro.

Que bom que você perguntou!

NFTs & Arte

NFTs representam um ativo físico e digital. Isso pode ser qualquer coisa, desde direitos intelectuais a um título de propriedade. Os NFTs vêm se expandindo no mundo dos jogos, varejo, imóveis, esportes e diversas outras áreas – muitas das quais ainda pouco exploradas. À medida que a utilidade dos NFTs se expande, cresce o seu valor agregado.

E em qual mercado os NFTs mais têm valor agregado atualmente?

Por ora, definitivamente o mercado de arte digital. Artistas independentes já estão inseridos nesse mercado altamente lucrativo, negociando suas produções por valores milionários, como é o caso de Lana Denina, uma pintora canadense que já vendeu mais de US$ 300 mil em NFTs. Há pouco menos de um ano, ela sequer sabia o que era uma blockchain.

Os NFTs são únicos devido à sua propriedade verificada, que não pode ser replicada ou manipulada. Seguindo a lógica, quando um item é limitado, torna-se mais valioso. O mercado de NFTs, assim como o de criptomoedas, é especulativo, mas seu valor agregado já é uma realidade. 

Com a chegada do metaverso, a tendência é que os NFTs, artísticos ou não, sejam cada vez mais e mais valorizados.

Compra e venda de NFTs como investimento

O princípio tradicional de investir você já sabe: comprar na baixa e vender na alta. Isso também se aplica aos NFTs. 

No entanto, tokens não são como uma ação ou um título o qual você tem ciência do valor intrínseco desse investimento. Eles têm um valor de mercado impulsionado pelo que a comunidade de criptomoedas está disposta a pagar por eles naquele momento.

Dito isso, Daniel Strachman, investidor com experiência de mais de 20 anos em Wall Street afirma que é preciso ter cautela no investimento em tokens. Ele afirma que os NFTs são ativos de risco semelhantes a prata, ouro ou arte. 

“Quando as pessoas compram arte como investimento, é uma parte não líquida de seu portfólio”, afirmou Strachman. Isso também pode ser definido como alocação de commodities, porém, não há qualquer relação dos NFTs com qualquer outro mercado de commodities por aí. É algo absolutamente novo e inexplorado até então.

Em quais NFTs devo investir?

Suas metas individuais de investimento de longo prazo devem determinar o tipo de NFTs que você deseja analisar. Primeiramente, é necessário buscar NFTs que se alinhem com o crescimento do seu portfólio de investimentos.

Assim como no caso das criptomoedas, alguns NFTs podem oferecer aos investidores maiores oportunidades de crescimento rápido, dependendo de suas aplicações. NFTs com utilidade no “mundo real”, como contratos imobiliários, são considerados investimentos de longo-prazo. 

Para o seu investimento em NFTs ser legítimo, você precisa, primeiramente, compreender a utilidade daquele token. Portanto, de nada adianta sair comprando sem refletir a respeito da função e potencial de crescimento do seu investimento. 

Ele terá qual utilidade no futuro? Quais suas aplicações? Houve interesse prévio neste item? O artista em questão tem mais obras relevantes? Quais?

Prepare a carteira de ETH, mas antes…

Pesquise. Pesquise muito! Tente encontrar relação de seus atuais investimentos e/ou linha de trabalho e o mercado de NFTs. Ele já é imenso – mas seu potencial é infinito. 

O metaverso está cada vez mais próximo e, com ele, surge um universo de possibilidades.

Gostaria de saber mais sobre NFTs?

Acesse nossa Central de Ajuda ou fale com a gente.

Acreditamos que criptoativos são para todo mundo, e estamos aqui para simplificar.

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Gráfico de candles: o que é e como interpretar?

Gráfico de candles: o que é e como interpretar?

Seja para buscar tendências ou fazer trades baseados em indicadores técnicos, você precisa entender o que são os gráficos de candles e se especializar no assunto. Vamos lá?

O que são essas barrinhas?

#análise

Uma das primeiras coisas que somos apresentados ao entrar em sites ou apps de trade são esses “gráficos de vela”, candle charts. Embora assustador ao primeiro olhar, possui informações muito mais completas do que o tradicional gráfico de linha.

Por este motivo fazemos questão de transmitir este conhecimento: seja lá qual for o ativo (Bitcoin, Ethereum, dólar, ações Bovespa, etc.) ou horizonte de investimento, saber ler corretamente estas informações irá lhe conferir uma grande vantagem.

Que informações estão escondidas?

Sobre as barras (candles): verdes significam períodos no qual o preço de fechamento foi acima da abertura, indicando alta, e vermelho períodos de queda. Se você olhar mais de perto notará que há um risquinho, um traço vertical em quase toda barra (gráfico abaixo). Este traço indica o preço máximo e mínimo dentro deste período. Lembrando que no gráfico de 1h cada barra indica os valores de abertura, fechamento, máximo e mínimo deste período de 1h.

#Candles

Note que mesmo numa barra (candle) de baixa, é possível que tenha atingido um pico (máximo) acima do período anterior. Isso indica que houve uma alta, mas em seguida houve uma queda fazendo com que fechasse no vermelho (queda)

Como identificar padrões?

A principal função do gráfico é auxiliar o investidor a identificar períodos de alta (bull), lateralização (flat) e queda (bear). Lembre-se que isto depende do período em questão e pode ser diferente conforme o horizonte

ALTA: Durante períodos de alta, também conhecidos como bull market, quedas não formam novas mínimas, apenas pequenas correções. Ao analisarmos um conjunto de 20 ou mais candles (velas), percebemos que há uma tendência de valorização. Isto independe se estamos analisando períodos de 5min ou de 1 dia.

tendência

LATERALIZAÇÃO: Em determinados momentos o mercado passa a operar sem tendência definida, conhecido como retângulo ou lateralização. Alguns investidores operam dentro destes canais, comprando no piso (suporte, patamar que ajuda a sustentar) e vendendo na resistência (teto, impondo dificuldade de romper). Há ainda quem utiliza este rompimento do topo para comprar, apostando numa onda de alta.

gráfico

QUEDA: Mercado de baixa ou bear market, provavelmente um dos mais complicados de se operar. Muitos iniciantes tentam adivinhar o fundo do movimento, ou como dizem os experts, “pegar a faca caindo”. Neste cenário a melhor estratégia é realizar pequenas compras regulares de forma semanal ou mensal e aguardar a mudança de tendência.

O que buscar nos gráficos da Foxbit?

Logo no topo do gráfico temos as seguintes informações: BTC/BRL (cotação do Bitcoin em R$), Abr (preço de abertura no candle selecionado), Máx / Min (preço máximo e mínimo que atingiu nesta vela) e finalmente Fch, a cotação final neste período onde estamos passando com o mouse. No exemplo ao lado estamos olhando o período de 60 minutos, ou seja, cada vela (ou candle) representa a oscilação de preços dentro de 1 hora.

Gráfico

Como aproveitar tendências?

Repare no gráfico à esquerda como havia um canal de baixa entre 30/Nov e 16/Dez, uma tendência de queda com range (faixa) definida. Traders que se baseiam na análise gráfica costumam realizar vendas quando o preço encontra a resistência (teto, impondo dificuldade de romper) destes canais de baixa. Em canais de alta o movimento é o oposto: realizam compras quando o gráfico encosta no piso (suporte, patamar que ajuda a sustentar).

#gráfico

Quais os indicadores mais utilizados?

Sem dúvida a “Média Móvel” é o indicador mais conhecido da análise gráfica. Ao clicar em “Indicadores”, é possível acrescentar tal informação. Esta nova linha que irá aparecer no gráfico representa o preço médio no período anterior. No exemplo ao lado selecionamos o parâmetro de 20 dias. Alguns analistas afirmam que esta linha funciona como um forte piso (suporte) quando estamos negociando acima, e inversamente um teto (resistência) quando estamos abaixo.

#análise

Índice de Força Relativa (IFR) ou RSI

Outro indicador muito utilizado pelos analistas técnicos é o “Índice de Força Relativa” (IFR), também disponível na plataforma Foxbit. Este indicador varia entre 0 e 100 e considera o mercado sobrecomprado (caro) quando encontra-se acima de 70, e o inverso (barato) abaixo de 30. É calculado a partir de uma fórmula matemática que envolve a soma das cotações dentre os períodos de altas dividido pelo somatório dos dias de queda. À esquerda temos um exemplo utilizando o parâmetro de 10 períodos de 12 horas cada.

#gráfico

Agora que você sabe ler os gráficos, que tal efetuar um depósito pra testar seus conhecimentos?

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Bitcoin acumula alta de 31% e supera crise de 2020

Bitcoin acumula alta de 31% e supera crise de 2020

Quando falamos de recuperação em uma crise, como a que estamos vivendo hoje, vemos que o Bitcoin superou todos as expectativas e os números realmente mostram isso.

A criptomoeda que tinha caído para menos de R$25 mil agora está sendo negociada na Foxbit por R$ 38 mil*.

Em outras palavras o Bitcoin subiu 52% desde às duas últimas grandes quedas, uma no começo de março (06/03) e outra no dia 11/03.

No gráfico acima podemos ver a queda do Bitcoin e sua recuperação até hoje.

Mas o que isso significa para quem comprou ou deixou de comprar bitcoin?

Quem comprou R$ 1.000,00 em bitcoin quando o preço se aproximou da queda máxima em março hoje tem R$~1520,00. É um bom dinheiro, não é mesmo?

Ibovespa x Bitcoin

Se compararmos o desempenho do bitcoin com o Ibovespa veremos que o criptoativo está se recuperando muito mais rápido e já teve uma alta de aproximadamente 31% desde o começo do ano.

Enquanto isso, o Ibovespa acumula uma queda de 36,69% no mesmo período de tempo.

Entretanto, diferente do Ibovespa, as perspectivas do bitcoin parecem mais positivas ainda. Conforme análise feita no Cointimes, o halving do Bitcoin pode impulsionar o preço da criptomoeda se o histórico se mantiver.

O Bitcoin ainda precisa subir cerca de 9,52% para voltar ao patamar de R$40 mil – anterior ao da crise. Contudo, a resposta no preço do criptoativo foi rápida e mostra certa resiliência do bitcoin mesmo em cenários caóticos. Enquanto isso, o Ibovespa ainda precisa subir 34,3% para retornar aos 100 mil pontos.

E aí, vai começar a comprar bitcoin hoje ou vai deixar para depois?

Que tal começar a fazer trades de bitcoin pelo seu celular? Conheça o aplicativo da Foxbit, disponível para Android e iOS.

*Preço de R$38mil na cotação do dia 06/04/2020 às 16h53.

O que é Lastro do Bitcoin?

O que é Lastro do Bitcoin?

Afinal, o que é o lastro do bitcoin?

A sua definição literal é: um peso que é colocado no porão de um navio, para a sua estabilidade ou equilíbrio sobre as águas.

Em finanças esse termo é utilizado para descrever mecanismos que representam uma unidade física, por exemplo, um título que equivale a 100 gramas de ouro.

No passado os governos só podiam emitir mais dinheiro caso aumentassem a quantidade de ouro nas reservas. Cada Dólar, Libra Esterlina ou Franco Suíço podia ser trocado por sua quantidade equivalente em ouro, um lastro perfeito. Isso desapareceu em 1971, quando as moedas perderam essa conversibilidade. Após o fim do lastro, passaram a ditar o valor das moedas apenas a oferta e demanda do mercado.

O dinheiro possui lastro?

Ouro: Não. O bem físico é onde está contido o valor. É possível negociar direitos ou contratos futuros em bolsa de valores, e estes sim podem ser lastreados em ouro.

Ações: Parcial. Representam uma fatia de uma empresa que possui ativos, por exemplo, imóveis, recebíveis, patentes ou marcas. No entanto, nada impede das dívidas serem maiores que o próprio valor de venda destes ativos. Neste caso o patrimônio líquido é negativo.

Tesouro Direto: Sim. Títulos de renda fixa emitidos pelo governo são assegurados pelo Tesouro Nacional. Embora tenham algum tipo de carência, prazo para resgate, contabilmente são equivalentes ao próprio dinheiro. O mesmo vale para o LCA agrário e o LCI imobiliário.

Imóveis: Não. O próprio terreno e/ou propriedade é que representa o valor. Isto independe se há algum tipo de aluguel, cultivo ou produção no local.

Fundos diversos: Sim. Você adquire a cota de um investimento que está lastreado em outros ativos: ações, títulos de dívida, moedas, contratos futuros, participações em outros fundos, etc.

Fundos diversos: Sim. Você adquire a cota de um investimento que está lastreado em outros ativos: ações, títulos de dívida, moedas, contratos futuros, participações em outros fundos, etc.

O que confere valor  ao R$ ou Euro?

Você pode achar que as reservas internacionais do país são o lastro da moeda local, mas isto não é verdade. Em primeiro lugar, não é possível converter seu bilhete de papel (ou saldo na conta) por uma fatia equivalente destas reservas. Em segundo lugar, as reservas internacionais do Brasil, por exemplo, não cobrem nem 30% da dívida do governo.

Certo! Mas e o Bitcoin nessa história?

Assim como o ouro, diamantes e imóveis, o Bitcoin não possui lastro. Apesar de não ser um ativo físico, trata-se de um bem escasso. Você pode investir milhões de Dólares em mineração, mas ainda assim a quantidade emitida de novos Bitcoins ao longo do ano será a mesma.

Se não tem lastro, de onde vem o valor?

Da dificuldade de se criar um novo Bitcoin, da segurança que existe protegendo a rede, do grande número de usuários conferindo se as regras estão sendo cumpridas pelos mineradores, dos diversos ataques mal sucedidos, da impossibilidade de um governo ou conjunto de entidades tomar controle da moeda, etc. Da mesma forma que as moedas convencionais, é a oferta e demanda do mercado que dita o preço.

Para minerar Bitcoin é necessário gastar tempo de processamento para encontrar uma senha criptografada. O problema é que esta senha depende da última transação (bloco) registrado na rede, logo é uma corrida contra o relógio. Se algum outro minerador conseguir a resposta antes, seu trabalho foi em vão. Este processamento exige uma grande quantidade de energia elétrica.

Em países onde há alta inflação, controle de remessas para o exterior ou forte interferência do governo, especialmente por regimes ditatoriais, o cidadão comum é quem mais sofre. Coréia do Norte, Irã, Argentina e Venezuela são exemplos da necessidade de uma moeda independente. As pessoas deveriam ter o direto à escolha, e isto é algo que acreditamos fortemente aqui na Foxbit.

A melhor maneira de aprender algo é na prática. Comece com um depósito pequeno, faça sua primeira compra, experimente os diferentes tipos de carteiras (wallets), faça transferências entre elas até pegar confiança.


O que é o criptoativo UMA?

O que é o criptoativo UMA?

O projeto foi criado para facilitar a geração e comercialização de tokens sintéticos, abrindo as portas para a inclusão financeira de um instrumento muitas vezes reservado apenas para investidores qualificados. 

Esses ativos sintéticos podem ser criados com a colateralização de UMA no blockchain do Ethereum. Por exemplo, você pode criar um ativo sintético de ouro sem ter o próprio metal precioso. 

Isso é feito via colateralização, um processo no qual você dá uma garantia igual ou superior ao valor criado. Por exemplo, você pode querer colateralizar 1 kg de ouro e para isso terá que dar o equivalente ou mais de 600% do valor em UMA. 

Dessa forma, se o preço do ativo cair os holders ainda terão o derivativo e ficarão expostos. Com a UMA qualquer um pode comprar derivativos usando apenas contratos inteligentes e sem a necessidade de um intermediário. 

Mas como isso funciona? 

Isso é feito por meio da colateralização dos ativos por meio de códigos auto-executáveis, retirando a necessidade de intermediários. Em outras palavras, é preciso ter uma garantia para criar ativos sintéticos.

Por exemplo, para criar um ativo sintético de dólar sUSD – que imita o valor do dólar- é preciso deixar uma garantia de 600% do valor criado do ativo em SNX. Tudo é feito via contratos inteligentes e o preço é rastreado por meio de ‘oráculos’ que  dão essa informação de forma descentralizada para o blockchain.

Contundo, diferente de outros tokens como a SNX, a UMA utiliza da verificação da comunidade para garantir que o colateral esteja correto.

Fonte – Youtube Finematics

Se o colateral for menor ou maior então a comunidade votará pelo ajuste, bastando um membro indicar a situação no blockchain. Há incentivos para que os usuários não acusem falsamente o preço de um ativo, com penalizações monetárias para quem fizer isso.

Quais as vantagens da UMA?

A grande vantagem de negociar um ativo derivado de outro é ganhar a exposição sem precisar guardá-lo ou manejá-lo, além de não precisar de intermediários para comprá-los graças às tecnologias do blockchain. 

Dessa forma você ganha exposição a diversos ativos sem a burocracia de abrir uma conta em determinada corretora e pagar altas taxas de negociação. Tudo é feito no blockchain. 

Quem está trabalhando na UMA? 

Tudo isso não seria possível sem uma equipe incrível e uma grande visão. 

O fundador do protocolo foi Hart Lambur, um ex-funcionário do Goldman Sachs com bacharelado em ciências da computação que resolveu sair de Wall Street para fundar o Risk Labs. 

Comparing Notes on Investment Strategies - Xconomy
Hart Lambur – Criador da UMA

Com o apoio de US$4 milhões de fundos de investimentos, Hart conseguiu desenvolver a Universal Market Access, um protocolo com grande potencial. 

Qual o futuro do criptoativo UMA?

Este projeto resolve problemas reais de acesso a mercados e exposições que antes eram reservados apenas a milionários ou investidores com alto poder aquisitivo. 

A UMA pode ser usada em protocolos de DeFI como Uniswap, Coumpond e ela pode ser uma alternativa viável para o mercado gigantesco de derivativos. 

É estimado que o valor do mercado de derivativos seja de aproximadamente 1 quadrilhão de dólares.  Existe potencial, a grande dúvida é se ele será realmente realizado. 

Quais são as carteiras de Synthetix?

Carteiras como a Ledger e Metamask já suportam UMA, assim como a maioria das wallets com suporte ao formato de token ERC-20.