Há diversas maneiras de conseguir algumas frações de bitcoin, a mais comum é comprando em uma corretora como a Foxbit. Hoje vamos te ensinar como transformar descontos nas suas compras em boas frações de bitcoin.
“CashInvest”: Transformando compras em investimento
O conceito de Cashback é muito conhecido na internet e extremamente difundido nos Estados Unidos e União Europeia. Recentemente, essa modalidade chegou ao Brasil.
Como funciona o Cashback?
Para quem não conhece, o CashBack é uma modalidade de desconto que te retorna uma porcentagem do valor das suas compras online. Isso é possível graças a parcerias entre grandes varejos e empresas de cashback.
As empresas de cashback são como plataformas de marketing que ganham uma porcentagem da venda dos clientes e distribuem parte desse dinheiro para os compradores. Isso diminui os custos de aquisição (CAC) dos vendedores e garante melhores ofertas para o gosto de cada cliente.
Cashback de investimento:
No último ano surgiram empresas de cashback com bitcoin. Com elas é possível ter todas as vantagens do bitcoin, como pseudoanonimato, transações irreversíveis e segurança para transferências internacionais e quase instantâneas.
Enquanto você ganha um desconto, também acaba investindo em bitcoin.
Antes de se tornar CEO da Coingoback, Isac Honorato já era usuário de cashback, mas não de bitcoin.
“Acabei comprando muita coisa online como celular e móveis para casa, isso deu uma média de R$800 em cashback durante o ano todo.”
Se o Isac tivesse usado o cashback como investimento em bitcoin, hoje ele teria um ganho de 93%.
“Foi aí que eu vi o potencial do cashback em bitcoin e criptomoedas, é uma boa reserva de valor”, disse o CEO da Coingoback.
Além do Cashback
A Coingoback tem extensão para o Google Chrome, além de milhares de lojas parceiras, como a Amazon, Kabum, Centauro, Americanas, Submarino, AliExpress e até as Casas Bahia.
Mas mesmo que você não faça muitas compras o Coingoback tem o chamado Indique e Ganhe. Para expandir a base de clientes, a empresa está dando R$5 para cada membro novo convidado e que faça compras na plataforma.
Além de apoiar a nova economia, o Cashback com investimento em bitcoin ainda te ajuda a economizar em criptomoedas.
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Slippage é um termo em inglês para falar de uma situação específica que acontece em operações financeiras com investidores e traders. Quer saber mais sobre isso? Vamos contar tudo para você neste artigo.
O que é Slippage?
Você já passou por alguma situação em que não consegue executar uma compra de Bitcoin ou ações, por um preço que pretendia? Essa compra acaba saindo mais cara que o planejado ou sua venda acaba saindo mais barata. Isso é conhecido como Slippage.
O Slippage acontece porque o mercado tem certos limites e quando algum investidor opera com um grande volume ou o ativo não tem liquidez, o livro de ofertas acaba “quebrando” por alguns segundos até essa ordem com grande volume seja executada.
Em momentos de alta, é normal que alguns clientes queiram vender ou comprar usando a opção “Mercado”, que basicamente significa executar uma ordem, por muitas vezes com grande volume, partindo do preço que estiver no topo do livro de ofertas.
Não sabe o que é um livro de ofertas? Temos um artigo só sobre isso e recomendamos a leitura para entender como o Slippage funciona.
Vamos ver casos reais disso acontecendo?
Casos de Slippage #1
Vamos ver agora dois casos reais de Slippage que aconteceram na nossa plataforma.
No dia 26/06/2019 por volta das 15h30, o nosso livro de ofertas apontou o preço do Bitcoin em torno de R$ 33.000,00, enquanto várias outras corretoras o valor da cripto estava sendo negociada na casa dos R$ 50.000,00.
Entendemos que algo assim possa gerar preocupação aos clientes, mas fique tranquilo, pois vamos explicar o que houve.
Vamos imaginar que as ordens do livro de ofertas somadas chegam a 100 bitcoins, sendo que o primeiro preço do topo do livro é R$ 50.000,00 e o último preço dessa soma está em R$ 33.000,00.
Se um cliente optar por vender 10 bitcoins a “Mercado”, o livro executará todas as ordens necessárias até que a soma das frações complete a quantidade dessa ordem de venda.
E foi justamente isso que aconteceu. Haviam clientes com ordens Stop-Market em valores diferentes do topo do livro de ofertas, e então uma ordem de venda muito grande foi executada à “Mercado” e consumiu todas as ordens necessárias, inclusive as ordens de Stop-Market, para completar a operação, fazendo com que o preço do bitcoin na Foxbit caísse muito rapidamente.
Casos de Slippage #2
No dia 06/05/2020 tivemos outro caso de Slippage, novamente em um momento de stress do mercado por conta de uma alta valorização do Bitcoin, onde um cliente vendeu um grande volume em ordem “Mercado” e limpou o Livro de Ofertas em poucos segundos.
Diversas ordens foram executadas para compra dessa ordem, até chegar no valor de aproximadamente R$42.000,00.
Assim que essa operação foi finalizada, os demais usuários voltaram a operar no preço que o mercado estava.
Vale ressaltar que isso é muito comum em épocas de grande volatilidade e que quanto maiores forem os preços, maiores serão as oscilações.
Esse fato é conhecido como: “slippage” e poderia ter acontecido em qualquer exchange, não só na Foxbit.
Conclusão
O Slippage é algo comum no mercado de negociações de ações e criptomoedas, mas por muitas vezes é ignorado. Não olhe somente para corretagem, impostos e custos de onde você opera.
“Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a gente pela Central de Ajuda e vamos bater um papo.”
A sigla NFT significa “non-fungible token”, ou seja, “token não fungível”. Mas qual o impacto dos NFTs no mundo dos investimentos? Leia e entenda!
Uma alternativa às criptomoedas
O “bambambam” das criptomoedas, o Bitcoin, segue a derrocada de 2021 e vem tendo um ano difícil. Desde o início de 2022, teve queda de 6,9%, como vocês leitores já devem estar cientes.
Todavia, surge no horizonte uma alternativa de investimento no mundo cripto: os tokens não-fungíveis, ou NFTs.
Com investidores, corporações, instituições governamentais e até mesmo celebridades acumulando tokens digitais, o valor total das NFTs saltou de US$ 100 milhões em 2020 para US$ 41 bilhões em 2021, de acordo com o Business Insider.
Se você já pesquisou sobre NFTs e sua relação com as criptomoedas, provavelmente já ouviu falar sobre o Bored Ape Yacht Club (BAYC) , a coleção de NFT mais cara do mundo, com imagens únicas de um macaco com diversas personalidades e estilos. Neymar, Eminem e mais recentemente o astro pop Justin Bieber são apenas alguns dos nomes que compraram tokens do BAYC.
Mas nada disso responde a pergunta…
O que é NFT?
Na tradução literal: NFTs são tokens não fungíveis. Fungibilidade refere-se a ativos do mesmo tipo que podem ser negociados de forma intercambiável entre si. Bitcoins, por exemplo, são fungíveis. Os usuários podem trocar um Bitcoin por outro igual, de exato mesmo valor.
Por não serem fungíveis, cada token é único e não pode ser replicado. Devido a essa característica distinta, os NFTs são representados como tokens na blockchain, representando uma propriedade digital. Este registro de propriedade não pode ser alterado, pois sua existência é marcada no blockchain, como uma impressão digital.
“NFTs são pedaços de informação na blockchain e representadas em um formato interativo com representação visual”, diz Nick Donaraski, fundador da ORE System. Para direitos de propriedade, se você comprar uma NFT antecipadamente, esse ativo será limitado e estará disponível apenas para você, como legítimo proprietário. Essa escassez, diz Donaraski, é o que permite que o valor do NFT cresça ao longo do tempo.
Gerenciar NFTs é muito semelhante a gerenciar criptomoedas: pode ser feito de qualquer lugar, através do seu smartphone. Porém, isso pode deixar seus tokens expostos a golpes ou hackers.
Dito isso, um dos aspectos mais importantes do gerenciamento de NFTs é manter seus tokens seguros. Semelhante às criptomoedas, os NFTs são mantidos em carteiras digitais. Dentro da carteira, há um link exclusivo que permite que o conteúdo seja exibido ou transacionado. Você pode levar um NFT de um mercado para outro, desde que eles estejam na mesma blockchain e suportem esse tipo de NFT.
Armazenar ou acessar NFTs pode ser feito por meio de uma carteira digital ou de hardware. Este é o local onde os usuários podem manter, receber e comprar NFTs. Carteiras digitais ou online são protegidas por uma senha longa ou frase inicial. Esta é uma chave privada que será sempre requisitada para autorizar transações.
Ou seja, até então, nada de muito diferente do que você, investidor de criptomoedas, já está acostumado.
Ok, mas o que os tokens, ou NFTs, têm de especial em relação às criptomoedas? Além da não-fungibilidade, é claro.
Que bom que você perguntou!
NFTs & Arte
NFTs representam um ativo físico e digital. Isso pode ser qualquer coisa, desde direitos intelectuais a um título de propriedade. Os NFTs vêm se expandindo no mundo dos jogos, varejo, imóveis, esportes e diversas outras áreas – muitas das quais ainda pouco exploradas. À medida que a utilidade dos NFTs se expande, cresce o seu valor agregado.
E em qual mercado os NFTs mais têm valor agregado atualmente?
Por ora, definitivamente o mercado de arte digital. Artistas independentes já estão inseridos nesse mercado altamente lucrativo, negociando suas produções por valores milionários, como é o caso de Lana Denina, uma pintora canadense que já vendeu mais de US$ 300 mil em NFTs. Há pouco menos de um ano, ela sequer sabia o que era uma blockchain.
Os NFTs são únicos devido à sua propriedade verificada, que não pode ser replicada ou manipulada. Seguindo a lógica, quando um item é limitado, torna-se mais valioso. O mercado de NFTs, assim como o de criptomoedas, é especulativo, mas seu valor agregado já é uma realidade.
Com a chegada do metaverso, a tendência é que os NFTs, artísticos ou não, sejam cada vez mais e mais valorizados.
Compra e venda de NFTs como investimento
O princípio tradicional de investir você já sabe: comprar na baixa e vender na alta. Isso também se aplica aos NFTs.
No entanto, tokens não são como uma ação ou um título o qual você tem ciência do valor intrínseco desse investimento. Eles têm um valor de mercado impulsionado pelo que a comunidade de criptomoedas está disposta a pagar por eles naquele momento.
Dito isso, Daniel Strachman, investidor com experiência de mais de 20 anos em Wall Street afirma que é preciso ter cautela no investimento em tokens. Ele afirma que os NFTs são ativos de risco semelhantes a prata, ouro ou arte.
“Quando as pessoas compram arte como investimento, é uma parte não líquida de seu portfólio”, afirmou Strachman. Isso também pode ser definido como alocação de commodities, porém, não há qualquer relação dos NFTs com qualquer outro mercado de commodities por aí. É algo absolutamente novo e inexplorado até então.
Em quais NFTs devo investir?
Suas metas individuais de investimento de longo prazo devem determinar o tipo de NFTs que você deseja analisar. Primeiramente, é necessário buscar NFTs que se alinhem com o crescimento do seu portfólio de investimentos.
Assim como no caso das criptomoedas, alguns NFTs podem oferecer aos investidores maiores oportunidades de crescimento rápido, dependendo de suas aplicações. NFTs com utilidade no “mundo real”, como contratos imobiliários, são considerados investimentos de longo-prazo.
Para o seu investimento em NFTs ser legítimo, você precisa, primeiramente, compreender a utilidade daquele token. Portanto, de nada adianta sair comprando sem refletir a respeito da função e potencial de crescimento do seu investimento.
Ele terá qual utilidade no futuro? Quais suas aplicações? Houve interesse prévio neste item? O artista em questão tem mais obras relevantes? Quais?
Pesquise. Pesquise muito! Tente encontrar relação de seus atuais investimentos e/ou linha de trabalho e o mercado de NFTs. Ele já é imenso – mas seu potencial é infinito.
O metaverso está cada vez mais próximo e, com ele, surge um universo de possibilidades.
Seja para buscar tendências ou fazer trades baseados em indicadores técnicos, você precisa entender o que são os gráficos de candles e se especializar no assunto. Vamos lá?
O que são essas barrinhas?
Uma das primeiras coisas que somos apresentados ao entrar em sites ou apps de trade são esses “gráficos de vela”, candle charts. Embora assustador ao primeiro olhar, possui informações muito mais completas do que o tradicional gráfico de linha.
Por este motivo fazemos questão de transmitir este conhecimento: seja lá qual for o ativo (Bitcoin, Ethereum, dólar, ações Bovespa, etc.) ou horizonte de investimento, saber ler corretamente estas informações irá lhe conferir uma grande vantagem.
Que informações estão escondidas?
Sobre as barras (candles): verdes significam períodos no qual o preço de fechamento foi acima da abertura, indicando alta, e vermelho períodos de queda. Se você olhar mais de perto notará que há um risquinho, um traço vertical em quase toda barra (gráfico abaixo). Este traço indica o preço máximo e mínimo dentro deste período. Lembrando que no gráfico de 1h cada barra indica os valores de abertura, fechamento, máximo e mínimo deste período de 1h.
Note que mesmo numa barra (candle) de baixa, é possível que tenha atingido um pico (máximo) acima do período anterior. Isso indica que houve uma alta, mas em seguida houve uma queda fazendo com que fechasse no vermelho (queda)
Como identificar padrões?
A principal função do gráfico é auxiliar o investidor a identificar períodos de alta (bull), lateralização (flat) e queda (bear). Lembre-se que isto depende do período em questão e pode ser diferente conforme o horizonte
ALTA: Durante períodos de alta, também conhecidos como bullmarket, quedas não formam novas mínimas, apenas pequenas correções. Ao analisarmos um conjunto de 20 ou mais candles (velas), percebemos que há uma tendência de valorização. Isto independe se estamos analisando períodos de 5min ou de 1 dia.
LATERALIZAÇÃO: Em determinados momentos o mercado passa a operar sem tendência definida, conhecido como retângulo ou lateralização. Alguns investidores operam dentro destes canais, comprando no piso (suporte, patamar que ajuda a sustentar) e vendendo na resistência (teto, impondo dificuldade de romper). Há ainda quem utiliza este rompimento do topo para comprar, apostando numa onda de alta.
QUEDA: Mercado de baixa ou bear market, provavelmente um dos mais complicados de se operar. Muitos iniciantes tentam adivinhar o fundo do movimento, ou como dizem os experts, “pegar a faca caindo”. Neste cenário a melhor estratégia é realizar pequenas compras regulares de forma semanal ou mensal e aguardar a mudança de tendência.
O que buscar nos gráficos da Foxbit?
Logo no topo do gráfico temos as seguintes informações: BTC/BRL (cotação do Bitcoin em R$), Abr (preço de abertura no candle selecionado), Máx / Min (preço máximo e mínimo que atingiu nesta vela) e finalmente Fch, a cotação final neste período onde estamos passando com o mouse. No exemplo ao lado estamos olhando o período de 60 minutos, ou seja, cada vela (ou candle) representa a oscilação de preços dentro de 1 hora.
Como aproveitar tendências?
Repare no gráfico à esquerda como havia um canal de baixa entre 30/Nov e 16/Dez, uma tendência de queda com range (faixa) definida. Traders que se baseiam na análise gráfica costumam realizar vendas quando o preço encontra a resistência (teto, impondo dificuldade de romper) destes canais de baixa. Em canais de alta o movimento é o oposto: realizam compras quando o gráfico encosta no piso (suporte, patamar que ajuda a sustentar).
Quais os indicadores mais utilizados?
Sem dúvida a “Média Móvel” é o indicador mais conhecido da análise gráfica. Ao clicar em “Indicadores”, é possível acrescentar tal informação. Esta nova linha que irá aparecer no gráfico representa o preço médio no período anterior. No exemplo ao lado selecionamos o parâmetro de 20 dias. Alguns analistas afirmam que esta linha funciona como um forte piso (suporte) quando estamos negociando acima, e inversamente um teto (resistência) quando estamos abaixo.
Índice de Força Relativa (IFR) ou RSI
Outro indicador muito utilizado pelos analistas técnicos é o “Índice de Força Relativa” (IFR), também disponível na plataforma Foxbit. Este indicador varia entre 0 e 100 e considera o mercado sobrecomprado (caro) quando encontra-se acima de 70, e o inverso (barato) abaixo de 30. É calculado a partir de uma fórmula matemática que envolve a soma das cotações dentre os períodos de altas dividido pelo somatório dos dias de queda. À esquerda temos um exemplo utilizando o parâmetro de 10 períodos de 12 horas cada.
Agora que você sabe ler os gráficos, que tal efetuar um depósito pra testar seus conhecimentos?
Quando falamos de recuperação em uma crise, como a que estamos vivendo hoje, vemos que o Bitcoin superou todos as expectativas e os números realmente mostram isso.
A criptomoeda que tinha caído para menos de R$25 mil agora está sendo negociada na Foxbit por R$ 38 mil*.
Em outras palavras o Bitcoin subiu 52% desde às duas últimas grandes quedas, uma no começo de março (06/03) e outra no dia 11/03.
No gráfico acima podemos ver a queda do Bitcoin e sua recuperação até hoje.
Mas o que isso significa para quem comprou ou deixou de comprar bitcoin?
Quem comprou R$ 1.000,00 em bitcoin quando o preço se aproximou da queda máxima em março hoje tem R$~1520,00. É um bom dinheiro, não é mesmo?
Ibovespa x Bitcoin
Se compararmos o desempenho do bitcoin com o Ibovespa veremos que o criptoativo está se recuperando muito mais rápido e já teve uma alta de aproximadamente 31% desde o começo do ano.
Enquanto isso, o Ibovespa acumula uma queda de 36,69% no mesmo período de tempo.
Entretanto, diferente do Ibovespa, as perspectivas do bitcoin parecem mais positivas ainda. Conforme análise feita no Cointimes, o halving do Bitcoin pode impulsionar o preço da criptomoeda se o histórico se mantiver.
O Bitcoin ainda precisa subir cerca de 9,52% para voltar ao patamar de R$40 mil – anterior ao da crise. Contudo, a resposta no preço do criptoativo foi rápida e mostra certa resiliência do bitcoin mesmo em cenários caóticos. Enquanto isso, o Ibovespa ainda precisa subir 34,3% para retornar aos 100 mil pontos.
E aí, vai começar a comprar bitcoin hoje ou vai deixar para depois?
Que tal começar a fazer trades de bitcoin pelo seu celular? Conheça o aplicativo da Foxbit, disponível para Android e iOS.
*Preço de R$38mil na cotação do dia 06/04/2020 às 16h53.