fev 16, 2017 | Investimento
Dentro do mercado de investimentos, existe um grande tabu quanto aos investimentos de risco. Muitas pessoas nem chegam perto de tais ações, pois têm medo de perder todas as suas economias ao investir nessas aplicações.
No entanto, é fundamental saber qual é o papel das ações de alto risco para uma carteira de investimentos saudável — e assim poder navegar por esses mares com mais confiança.
Neste post, analisamos alguns benefícios que investimentos de risco podem trazer para o seu bolso para que você não tenha medo de investir nessas opções. Acompanhe!
Investimentos de risco também tem maior rentabilidade
Você, com certeza, já ouviu aquela frase “quanto maior o risco, maior o ganho”. No mundo dos investimentos, esse ditado é apropriado e verdadeiro. Aqueles investimentos de risco, para serem mais atrativos aos investidores, também proporcionam grande chance de rentabilidade — muito superior às ações mais seguras.
Mas vale a pena fazer um adendo: não existem investimentos isentos de perigo. O que há no mercado são iniciativas que podem ser mais ou menos arriscadas.
Os títulos públicos, por exemplo, são considerados os investimentos mais acastelados, mas, ainda assim, há uma chance de não conquistar o retorno que se almeja. Por sua vez, a bolsa de valores é um dos investimentos mais arriscados e, por conseguinte, é a opção que traz resultados volumosos para os acionistas.
É importante entender como manejar o risco
Depois de decidir que uma porcentagem da sua carteira de investimentos será destinada para as aplicações de alto risco, deve-se estudar como minimizar essa extensão. Ou seja: como fazer, entre os investimentos de alto risco, a escolha por aquele mais confiável.
Parece complicado? De qualquer forma, essa postura será necessária para o seu bem-estar financeiro. Faça uma análise imparcial do mercado atuante. Crie uma pré-seleção dos ativos que parecem mais atrativos; e, em seguida, observe bem quais são as tendências do mercado para eles. É claro que essa estratégia não é garantida, mas pode diminuir, e muito, as chances de sair no prejuízo.
Além disso, é valioso manter um controle sobre suas ações, depois de investido seu capital. As aplicações de alto risco não possibilitam que o investidor simplesmente se esqueça de que elas existam. Muito pelo contrário: é necessário fazer um acompanhamento periódico da movimentação do mercado e do ativo escolhido. Apenas assim haverá uma visão real de qual é a melhor hora para injetar e resgatar o dinheiro ali presente.
A utilização dos bitcoins em investimentos de risco alto
A cada dia, mais e mais instituições aceitam a moeda digital como forma de pagamento. É claro: os investimentos de risco superior não poderiam ficar de fora.
Ao utilizar os bitcoins, há uma segurança maior na hora de investir seu dinheiro. Isso porque essa moeda, ao contrário de qualquer outra, é emitida de forma controlada e autônoma. Isso é, há uma contagem exata de quantas moedas são emitidas por dia, além de uma previsão de qual será esse número em determinado período. Além disso, o valor da moeda digital não é estipulado por governos federais ou bancos centrais, e atua de acordo com o mercado.
Apesar da volatilidade, a grande tendência aqui é que ocorra a valorização dessa moeda, principalmente quando sua produção chegar ao fim. Na ocasião, somente aquelas pessoas que tenham previamente adquirido os bitcoins serão capazes de negociá-los, o que também aumentará seus preços de comercialização no mercado.
E então, perdeu o medo dos investimentos de risco? Ficou interessado em investir com bitcoins? Nesse artigo contamos um pouco mais como investir em Bitcoins.
fev 15, 2017 | Bitcoin
Os bitcoins são, conhecidamente, uma nova forma de fazer negócios. As moedas digitais representam um grande desafio para as instituições que estão acostumadas às transações apenas com moedas tradicionais.
Você quer investir nas moedas digitais, mas está inseguro ou tem dúvidas sobre a regulamentação de bitcoins? Continue lendo o texto para ficar por dentro do assunto.
Como funciona a regulamentação das moedas digitais?
Um dos maiores debates sobre as moedas digitais diz respeito à sua regulamentação. Apesar de serem autônomas ou livres no que tange aos interesses governamentais, para serem utilizadas em territórios específicos, devem seguir uma série de normativas.
Apenas assim serão garantidos direitos e deveres por lei, tanto para quem as utiliza quanto para as instituições financeiras.
Como ocorre a produção das moedas?
Os bitcoins são produzidos de maneira independente, ou seja, não há um órgão específico para essa finalidade.
A produção da moeda é feita de forma controlada e previsível: o planejado é que sejam feitos cerca de 21 milhões de moedas, de forma decrescente, até o ano de 2140.
Assim, em algum momento do futuro, essa produção parará e, por conseguinte, é simples entender que haverá uma quantia finita de moedas, o que pode aumentar seu valor, levando em consideração a ideia da oferta e procura dos mercados.
Qual é o papel dos governos?
Um dos grandes desafios que o bitcoin representa às instituições tradicionais refere-se à sua própria conceituação. Afinal, o que são essas moedas? Um protocolo, uma commodity, uma propriedade?
Com o passar dos anos, os governos dos mais variados países estão tentando disciplinar seu uso. A principal questão é a seguinte: como regularizar algo completamente diferente de tudo aquilo já conhecido?
Demarcar os bitcoins em um conceito específico implica várias consequências, as quais ainda são desconhecidas dos especialistas em finanças e dos governos federais.
Quais são as tentativas atuais de regulamentação de bitcoins?
Entre os países que vêm fazendo ensaios para regulamentar os bitcoins, os Estados Unidos têm sido um dos pioneiros. Contudo, é importante saber que, em certos aspectos, o governo americano tem falhado na tarefa.
Isso se deve ao fato de que, em comparação com outros países, o governo americano segue uma linha tradicional quanto à regulamentação de bitcoins.
A lógica de pensamento norte-americana visa muito mais à obediência da nova moeda ao estado, deixando de lado a noção de que os bitcoins podem alterar de vez a economia mundial daqui por diante.
Nesse sentido, vários outros países já passaram à frente dos Estados Unidos. Por exemplo: hoje, o Reino Unido já apresenta uma unificação da moeda com seu governo muito mais satisfatória do que o que foi efetivado nos EUA.
Na Grã-Bretanha e na Irlanda do Norte, já foram criados marcos regulatórios que dirigem tanto o lado do consumidor quanto a inovação proposta por startups e outras instituições envolvidas. É importante ressaltar, ainda, que tal regulamentação tem sido utilizada como base para afinar o uso da moeda em outros países da Europa.
Regulamentação de bitcoins no Brasil
Já no Brasil, está em tramitação o Projeto de Lei 2303/2015. Esse projeto tem como principal objetivo a regulamentação de bitcoins e demais criptomoedas. Em caso de aprovação da lei, essas moedas passariam a estar sob a supervisão do Banco Central na categoria de “arranjos de pagamento”.
O deputado Áureo Ribeiro, responsável pelo projeto, acredita que essa iniciativa se faz necessária para criar um ambiente seguro para as criptomoedas e que, a partir disso, será possível incentivar startups e plataformas a investir no Brasil.
Essa atitude também se dá em função do crescimento de transações realizadas por meio das criptomoedas, o que tem atraído os olhares de órgãos regulamentadores.
Para definir quais serão os pontos da regulamentação, será levado em consideração o local onde estão as corretoras que fazem a negociação de bitcoins, para que seja possível criar um modelo brasileiro. Com uma regulamentação libertária, seria possível criar uma plataforma de negociações, ou seja, uma espécie de bolsa para bitcoins em um ambiente seguro e sem taxas.
A isenção de taxas funcionará como um atrativo para os investidores e como um incentivo ao uso de criptomoedas, como ocorre nos Estados Unidos. Além disso, a estimativa de rendimentos com o investimento em tecnologia e atração de usuários é maior do que o ganho com a taxação de corretoras (exchange).
Entre os argumentos utilizados para a regulamentação de bitcoins e demais criptomoedas, são citados os riscos de lavagem de dinheiro, já que a identidade dos usuários pode ser ocultada, e as práticas ilícitas.
Há ainda quem defenda que essa regulamentação pode auxiliar a economia brasileira, pois, sendo uma moeda deflacionária, pode paralisar o crescimento das economias.
Os bitcoins devem ser declarados no Imposto de Renda?
Apesar de ainda não existir a regulamentação de bitcoins, todas as criptomoedas devem ser declaradas na Ficha de Bens e Direitos, na categoria “outros bens”. Essa declaração se faz necessária porque o bitcoin pode ser comparado aos ativos financeiros.
A justificativa da Receita Federal é que, mesmo as criptomoedas não sendo uma moeda como o Real, elas são consideradas como um bem. Portanto, deve ser recolhida uma porcentagem para o Imposto de Renda sempre que houver algum ganho sobre elas, assim como ocorre com qualquer outro bem.
Por isso, caso seus bitcoins somem um valor de R$ 1 mil ou mais, devem estar descritos no Imposto de Renda. Além disso, se houver transações de compra ou venda superiores a R$ 35 mil no período de um mês, o imposto incidirá em 15% sobre os rendimentos, seguindo os mesmos prazos e regras gerais do IR.
A ocorrência da incidência de declaração no Imposto de Renda pode abrir espaço para o recolhimento de outros impostos, como o ISS (Imposto sobre Serviço), no caso de transações de compra e venda, e o ITCD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos), se houver a doação de criptomoedas ou transmissão em inventário.
No entanto, vale ressaltar que, como não há regulamentação de bitcoins, a incidência de outros impostos e a tributação de valores são feitas por análises preliminares, já que as criptomoedas são descentralizadas.
Quais são as vantagens da regulamentação de bitcoins?
Apesar de um dos principais atrativos dos bitcoins ser a sua independência de governos, especialistas e usuários da moeda discutem a importância de uma regulamentação, alegando que ela poderá trazer uma série de benefícios para quem a utiliza. Por exemplo: a partir de sua regulamentação, será possível prever punições para roubos de carteira digital, além de criar ações jurídicas e fundos de garantia para seus investimentos.
Os bitcoins são moedas digitais novas e muito pouco entendidas por instituições financeiras tradicionais. No entanto, com o passar do tempo, essas entidades precisam cada vez mais aderir à nova lógica proposta pela criptomoeda.
A tendência é que a regulamentação de bitcoins seja feita por alguns países, incluindo o Brasil, o que poderá trazer benefícios ou malefícios para quem os utiliza.
Qual é sua opinião sobre a regulamentação de bitcoins? Acredita que ela poderá trazer benefícios para o mercado ou que tornará o mercado engessado, burocrático e caro? Se você deseja se aprofundar no assunto, acesse nosso post e confira como fazer a declaração de bitcoins no Imposto de Renda.
fev 9, 2017 | Investimento
Investir pode ser um negócio arriscado, e essa é a razão que leva muitas pessoas a não se aventurarem nessa área do mundo financeiro. Porém, é conveniente fazer uma distinção nesses momentos de reflexão e análise sobre onde aplicar o seu capital guardado.
Ao contrário do que muita gente pensa, não é só a poupança que pode ser um investimento seguro e rentável. Hoje em dia, existem várias aplicações tão ou mais garantidas que a poupança — e diversas que podem ser muito mais rentáveis. Além disso, investimentos de alto risco podem apresentar um retorno muito maior para os investidores, e sua segurança pode aumentar.
Para não cair nessas pegadinhas, continue a leitura deste post e descubra as melhores formas de equilibrar os riscos e como montar carteira de investimentos!
Diversifique e estude como montar uma boa carteira de investimentos
Uma carteira de investimentos diversificada é o carro-chefe na eliminação de riscos para um investidor. Isso porque, ao fracionar os investimentos, as chances de prejuízo são limitadas e mais bem controladas.
Imagine que você investiu em vários ativos, sem relação entre si, e que um deles vai mal. Ainda assim, todos os outros podem compensar esse dano. E a perda daquele aporte será localizada, e não minada em todo o seu valor investido.
Aqui, é importante prestar atenção: não adianta investir em vários ativos da mesma classe achando que isso fará com que sua carteira seja diversificada. Nesses casos, o que ocorre é exatamente o inverso. Para diversificar de forma efetiva sua carteira, é necessário aplicar em ativos que não tenham relação de classe entre si, e que variem desde títulos de renda pré-fixada a ações na bolsa de valores, por exemplo.
Entenda a importância da renda fixa
Normalmente as carteiras de investimento, mesmo diversificadas, devem ter como base as aplicações de renda fixa. Isso ocorre porque os proveitos, nessas situações, são garantidos. Sendo assim, procure por aqueles negócios que tenham mais segurança.
Os títulos públicos que são atrelados à taxa Selic (que é a taxa básica de juros nacional) se evidenciam como boas alternativas de renda fixa, e são considerados os investimentos mais seguros a serem feitos. Já que quem deve pagar o dinheiro é o governo brasileiro, considera-se esse endividado de grande confiança. Por essa razão, seria realmente bastante difícil sofrer um calote nesses ganhos.
Outros excelentes investimentos são os Certificados de Depósito Bancário (CDBs). O esquema de funcionamento dos CDBs é parecido com o do Tesouro Direto, mas nessas ocasiões, a pessoa física passa a emprestar dinheiro para agentes bancários.
Dessa forma, o investidor terá sua quantia devolvida com o acréscimo de juros. Essa renda, se for pré-fixada, é comumente atrelada à taxa DI — que atua de forma paralela à Selic. No entanto, a margem de rentabilidade dela pode chegar aos 115% sobre o valor da DI, o que corrobora um ganho muito maior para a sua carteira de investimentos.
Não esqueça as ações de alto risco
Os investimentos têm como base essas três características: a segurança, a rentabilidade e a liquidez. Não é plausível encontrar um ativo que contemple aqueles três aspectos com igual impacto. Assim, os investimentos mais seguros são menos rentáveis, e vice-versa.
É sempre bom deixar uma parcela da sua carteira de investimentos destinada para aquelas ações de maior risco, uma vez que elas também possuem mais chance de rentabilidade. No entanto, é preciso ficar atento: nunca baseie a sua carteira totalmente nesses ativos, uma vez que o mercado não dá certezas para o investidor.
O ideal é manter uma porcentagem específica para esses ganhos, mas nada que impacte brutalmente a sua carteira em caso de prejuízos específicos do ativo selecionado ou de eventuais oscilações de mercado.
Para escolher qual é o melhor ativo dentre aqueles de alto risco, é fundamental que você faça um estudo prévio do histórico daquela empresa ou do investimento, além de analisar as tendências do mercado. Isso, apesar de não ser uma ciência exata, eliminará os riscos desnecessários que você poderia correr.
Uma maneira inovadora de investir é usando os bitcoins. Tem interesse no tema? Então leia este post e aprenda como investir com a moeda digital para garantir a sua aposentadoria!
fev 8, 2017 | Bitcoin
Um dos grandes receios de quem quer investir em bitcoins, no Brasil, é saber qual é o real valor jurídico do bitcoin. Afinal, é extremamente importante que um investidor saiba exatamente em que ele está investindo.
Esse é o seu caso? Para esclarecer essas dúvidas, reunimos aqui tudo o que você precisa saber sobre o assunto!
Propriedade ou dinheiro?
Uma das grandes questões envolvendo o valor jurídico do bitcoin é quanto ao debate sobre o que ela, de fato, representa. Nos Estados Unidos e no Canadá, por exemplo, os bitcoins foram classificados como propriedade. Como consequência disso, as empresas têm que declarar tanto as vendas quanto os lucros especulativos feitos por meio de operações com esse tipo de dinheiro.
A maioria dos governos tende a ficar receosa quanto à classificação dos bitcoins como dinheiro digital, uma vez que essa conceituação é nova no universo financeiro. E não se sabe, exatamente, quais serão as consequências dessa especificação.
No entanto, os marcos regulatórios da moeda são de extrema importância para o seu uso e estabelecimento de direitos e deveres dos seus usuários.
O ouro do século XXI?
Em séculos passados, o ouro era a propriedade financeira mais utilizada e bem lastreada. Os bitcoins foram criados tendo como inspiração o emprego do ouro como moeda, mas com uma diferença crucial: a moeda digital não tem lastro físico.
Por essa razão, muitos especialistas costumam descartar a importância da moeda. Só que a verdade é que ela vem para reinventar a forma de utilizar nosso dinheiro. O lastro, agora, é baseado nas especificações na moeda, na impossibilidade de se criar mais bitcoins ou fraudar os que já existem, na confiança empregada na tecnologia.
Hoje, vale assinalar o fato de que o volume de negociações dos bitcoins no Brasil já supera o do ouro.
Há independência no bitcoin?
Uma das grandes vantagens da moeda digital é a sua autonomia em relação aos interesses de governos estatais e bancos centrais.
Porém, da mesma forma que esse fator pode atrair muitos compradores, também pode representar um problema para quem as utiliza. Por exemplo: hoje em dia não existe um órgão de defesa ao consumidor para proteger sua aquisição, caso haja um contratempo com a sua utilizarção.
E como isso influencia no imposto de renda?
No Brasil, há algumas regularizações importantes quanto ao uso e compra dos bitcoins.
Essas moedas digitais devem ser declaradas no imposto de renda, se o seu valor for maior do que mil reais. Nesse caso, entram na parte de “outros bens” do declarante.
Já que os valores dos bitcoins não são oficializados por um órgão determinado, a fim de se estipular esse valor podem ser empregadas as cotações de uma bolsa específica que, no caso brasileiro, é a Foxbit.
Onde posso utilizar os bitcoins?
Uma das maiores lendas do “folclore digital” é que os bitcoins sejam aproveitados somente na deep web. A realidade está longe de ser assim.
A cada dia, mais e mais lojas e estabelecimentos vêm aceitando as moedas digitais como forma de pagamento, e até mesmo como investimentos. Isso porque, de maneira crescente, as pessoas aderem à chamada carteira virtual.
Como é fácil observar, os bitcoins vieram para revolucionar a forma como se compra e vende produtos no mundo contemporâneo. Por isso, não são mais restritos apenas a serviços específicos procurados em redes ou canais especiais. Hoje, até mesmo bancos já começam a dar os primeiros passos para incluir a moeda nas suas opções de operações.
Os bitcoins são moedas digitais que se tornam mais populares com o passar do tempo. E você, tem interesse em adquirir moedas digitais? Então, se cadastre na nossa corretora e comece a comprar bitcoins agora mesmo.
fev 6, 2017 | Vídeos
Recentemente, a organização Harvard in Tech, criada por alunos de tecnologia da universidade de Harvard, organizou um painel com experts em bitcoin e blockchain. Eles explicaram um pouco sobre como funciona o blockchain e falaram sobre uma das muitas funções que esta tecnologia proporciona.
Confira a opinião dos especialistas sobre como o bitcoin e o blockchain estão mudando o mundo.
https://www.youtube.com/watch?v=5les7wTmlPE
São participantes do vídeo:
Nathanial Popper: Business Reporter do The New York Times
Michael Casey: Conselheiro Senio em Oportunidades com Blockchain no MIT Media Lab’s Digital Currency Initiative
Chris Lavery: Vice Presidente de Operações e Finanças no Blockchain.com
Patrick Murck: Advogado & Conselheiro no Centro de Internet e Segurança de Harvard
Paul Chou: CEO & Co-Founder do LedgerX
Vídeo Original: https://www.youtube.com/watch?v=m5oVKsUPvUQ
Legendado por: Fernando Chaves, a pedido da Foxbit.