Campanha emergencial: Ajude o Rio Grande do Sul

Campanha emergencial: Ajude o Rio Grande do Sul

SOS Rio Grande do Sul!

As recentes e intensas chuvas transformaram regiões inteiras do estado em zonas de desastre, submergindo cidades inteiras e deixando milhares de pessoas e animais em condições desesperadoras. 

Entendendo a gravidade da situação e o impacto imediato necessário, a Foxbit lançou a campanha emergencial “Ajude o Rio Grande do Sul”. O objetivo é claro: mobilizar recursos de forma rápida e eficiente para oferecer o máximo de apoio possível às vítimas deste trágico evento.

Campanha emergencial, como ajudar?

Para cada real doado em bitcoin, ethereum ou theter, a Foxbit compromete-se a dobrar a quantia, até um máximo estipulado, para garantir que sua generosidade tenha o dobro do impacto. Esta é uma oportunidade para você fazer uma diferença significativa na vida de muitos que estão enfrentando tempos incrivelmente difíceis.

E em solidariedade com a nossa campanha, agora temos 3 novos parceiros com a gente: Bybit, OKX e BingX.

Todo o valor doado será dobrado por nós e pelos nossos parceiros. Ou seja, sua contribuição terá um impacto ainda maior! 

Transparência e compromisso!

No encerramento da campanha, a Foxbit fará a prestação de contas, encaminhando todo o valor arrecadado para as ONGs locais que estão liderando os esforços de auxílio e reconstrução no estado. Garantimos transparência total e o compromisso de que cada centavo será usado para aliviar o sofrimento e reconstruir as comunidades afetadas.

Faça sua doação agora mesmo e ajude a população do Rio Grande do Sul.

Contamos com você! Vamos nessa?

*Campanha emergencial válida até quarta-feira (15/mai).
**Valor em dobro doado por parte da Foxbit e parceiros, é limitado a R$ 200mil.

Campanha encerrada

Atualização Importante sobre a Campanha de Ajuda ao Rio Grande do Sul

Estamos extremamente gratos pelo apoio recebido em nossa campanha emergencial para ajudar as comunidades afetadas no Rio Grande do Sul. O valor arrecadado de doações foi de R$24.553,27.

Detalhes da Contribuição:

  • Foxbit: Comprometeu-se com R$50.000,00, valor que foi integralmente depositado.
  • OKX : Seguiu o mesmo caminho, depositando também R$50.000,00.
  • BingX: Dobrou o valor arrecadado, adicionando R$24.553,27 ao montante.
  • Ganho Financeiro: Adicionalmente, tivemos um ganho de R$388,86 devido ao momento oportuno de fechamento para saque.

Isso nos levou a um total de R$149.495,40 que foi totalmente destinado à ajuda às vítimas dos desastres no estado, divididu entre duas ONGs. COnfira os comprovantes a seguir:

comprovante de doação

Doação ByBit

Assim como a Foxbit e OKX, a ByBit também doou os R$ 50 mil (10.000 USDT) que foram prometidos. E para potencializar ainda mais as doações, tivemos uma ajuda extra na captação dos valores pelo Diego da IntusCripto. Com isso, o total arrecadado por ele foi de USDT 6.743,52396600.

Liquidamos todo o valor (USDT 16.743,52396600) e tivemos o total de R$91.608,53 que foram destinados ao Instituto Renascer, ONG indicada pelo Diego IntusCripto e Bybit.

Abaixo o comprovante:

Obrigada a todos que participaram da campanha. Muitas famílias foram ajudadas!

O halving passou, e agora?

O halving passou, e agora?

Bem-vindos a mais uma edição de: “O HODLER”, sua casa quando o assunto é crypto e insights.

Atualmente, estamos vivenciando um período extraordinário no ecossistema Bitcoin, logo após o halving de 2024, um evento que historicamente tem sido um catalisador para aumentos significativos no preço do Bitcoin. 

Esta fase é marcada por um novo recorde de preço (ATH – All-Time High), refletindo não apenas o aumento do interesse e da adoção por parte de investidores institucionais e de varejo, mas também uma maior confiança na robustez e na maturidade do Bitcoin como um ativo financeiro. 

O cenário é de otimismo e de expansão, com novos horizontes sendo explorados, tanto em termos de inovações tecnológicas quanto de integração em sistemas econômicos tradicionais. 

Falando em inovação, uma antiga nova narrativa – vocês vão entender o antiga nova – está bombando agora no mercado! 

Quer ver o que eu estou olhando no BITOCIN – apelido carinhoso para ele – ? Fique aí e vamos responder. Vamos para mais um HOOOODLEEEER! 🌐💼🚀

🚀 Inovação no bitcoin?

A trajetória do ecossistema Bitcoin tem sido notavelmente marcada por uma série de inovações disruptivas, com destaque para a introdução de conceitos e tecnologias como Ordinals, Atomicals e Runes. – Não foi só o halving, chegou mais uma novidade no bitcoin! Tem narrativa quente aqui. 

Essas inovações não apenas redefinem o papel do Bitcoin, transcendendo sua função original como reserva de valor, mas também ilustram a necessidade contínua de evolução dentro das tecnologias financeiras. 

Este impulso inovador é essencial não apenas para manter a relevância do Bitcoin no mercado competitivo de hoje, mas também para capturar a imaginação do público e investidores, mostrando que a blockchain do Bitcoin é uma plataforma robusta para desenvolvimento futuro. 

Ao mesmo tempo, essas inovações abrem novas frentes de desafios, especialmente em termos de escalabilidade e eficiência de transações, que são vitais para a consolidação do Bitcoin como uma moeda prática para uso diário. Esta narrativa de constante evolução é o que atrai atenção significativa e investimento, sinalizando um caminho vibrante e dinâmico para o futuro do Bitcoin.

🤔 Narrativa de segunda camada no bitcoin (L2)

Primeiro, essa narrativa não é nova, foi reciclada. Vamos partir daí? Vamos.

A necessidade de soluções que pudessem escalar o Bitcoin sem comprometer sua segurança e descentralização levou ao desenvolvimento de várias propostas de L2. 

Uma das primeiras e mais notáveis implementações de segunda camada é a Lightning Network, que foi proposta em 2015. A Lightning Network permite transações quase instantâneas e de baixo custo, resolvendo os problemas de latência e taxa que podem ocorrer na rede principal do Bitcoin durante períodos de alto tráfego.

Outras soluções L2 incluem sidechains como a Liquid Network, que é uma blockchain paralela onde os bitcoins podem ser transferidos e processados com diferentes regras, permitindo transações mais rápidas e a implementação de contratos inteligentes.

As soluções de segunda camada são essenciais para a expansão do uso do Bitcoin de várias maneiras:

  • Melhoria na Escalabilidade: Ao permitir que transações ocorram fora da cadeia principal, as soluções L2 desafogam o tráfego na rede Bitcoin, o que é crucial para suportar um volume maior de transações sem a necessidade de alterações drásticas na infraestrutura existente.
  • Redução de Custos: As taxas de transação são significativamente reduzidas nas soluções L2, tornando o Bitcoin uma opção viável para micropagamentos e uso diário, além de grandes transferências de valor.
  • Aumento da Velocidade: Transações podem ser concluídas em segundos ou minutos, em contraste com o tempo de espera potencialmente longo por confirmações na rede principal, especialmente durante períodos de congestionamento.
  • Inovação e Flexibilidade: As soluções L2 permitem a experimentação com novos tipos de serviços financeiros e contratos inteligentes que não são possíveis na rede Bitcoin devido a suas limitações de script e capacidade.

Mas fica a pergunta: já temos projetos além desses dois ou é algo muito novo?

💰 Projetos L2 que vale a pena ficar de olho

Em edições anteriores do nosso Hodlers, já exploramos com profundidade as soluções de segunda camada (L2) no Bitcoin, discutindo tecnologias estabelecidas como Stacks, a Lightning Network (LN) e a Liquid Network. 

Essas plataformas têm desempenhado papéis vitais no aprimoramento da funcionalidade e escalabilidade do Bitcoin. Agora, vamos expandir nossos horizontes e mergulhar em novos projetos L2 emergentes. 

Estes novos participantes prometem trazer inovações adicionais e melhorias significativas à rede Bitcoin, abrindo caminho para uma adoção ainda maior e mais diversificada de suas capacidades. Vamos explorar o que esses novos projetos têm a oferecer e como eles podem transformar o futuro das transações em Bitcoin.

Vamos olhar os 5 projetos que mais chamaram a minha atenção:

BounceBit ($BB)

Ela é a primeira rede de restaking nativa do BTC, o BounceBit oferece uma inovação permitindo o staking de Bitcoin e de seus próprios tokens. Com o apoio de grandes players do mercado de criptomoedas e um TVL que recentemente atingiu $1 bilhão, o projeto mostra um potencial substancial. A segurança da rede, combinada com o lançamento iminente do mainnet, posiciona o BounceBit como um líder potencial em soluções L2.

Mezo Network ($MEZO)

Focando na ampliação da utilidade do Bitcoin, o Mezo Network permite o acesso a aplicações que melhoram sua funcionalidade. Com financiamento de entidades respeitadas como Pantera e Multicoin, e uma equipe com experiência comprovada, o Mezo está em uma fase muito inicial, mas já demonstra promessa devido à sua inovação e ao suporte robusto.

BOB ($BOB)

Este é o primeiro L2 híbrido com total compatibilidade EVM e suporte nativo ao Bitcoin. Levantou $10M em sua primeira rodada de seed e é respaldado diretamente por uma grande empresa do mercado internacional. A TVL de $270M destaca seu crescimento e aceitação no mercado, indicando uma forte adoção inicial e potencial de longo prazo.

BEVM ($BEVM)

Um projeto descentralizado e compatível com EVM que utiliza BTC como gás, o BEVM já criou seu próprio ecossistema de dapps. Avaliado em $200M, ainda está em uma fase inicial, mas seu início promissor indica uma visão ambiciosa para a utilização do Bitcoin em diversas aplicações de blockchain.

Velar ($VELAR)

Este projeto visa empoderar usuários para aproveitar a vasta liquidez dentro do ecossistema Bitcoin. Avaliado em mais de $200M e com inovações recentes como um sistema de classificação e confirmação de airdrop, o Velar se posiciona como uma plataforma DeFi inovadora com baixa competição, oferecendo uma oportunidade única no espaço L2.

Conclusão

Concluindo, a trajetória do Bitcoin demonstra que é um caminho sem volta. A comunidade Bitcoin está comprometida em construir as soluções necessárias para facilitar sua adoção e uso, independentemente das opiniões divergentes sobre o que é considerado “certo” ou “errado”. O foco não está na dicotomia moral, mas sim em atender às necessidades práticas dos usuários.

O Bitcoin é inevitável. 

Mais do que uma moeda, tornou-se uma plataforma para inovação e oportunidades, como evidenciado pelo sucesso de projetos como Stacks, que recentemente observou uma valorização de mais de 400%. 

As narrativas que emergem em torno do Bitcoin também são inevitáveis e representam oportunidades substanciais para aqueles dispostos a explorar as novas fronteiras que ele está definindo. À medida que continuamos a explorar e expandir essas narrativas, o potencial para inovação e crescimento no espaço das criptomoedas parece não apenas promissor, mas fundamental para o avanço da tecnologia e da adoção global.

Fique atento às próximas edições de “O HODLER” para acompanhar as novidades do mercado e se manter informado sobre as tendências e oportunidades no mundo das criptomoedas.

Se quiser me acompanhar, estou no Twitter e Instagram sempre analisando mercado e tendo alguns insights.

Até a próxima edição!

Bitcoin sente pressão após sete meses de alta

Bitcoin sente pressão após sete meses de alta

Mês de baixa

Encerramos o mês de abril com o preço do Bitcoin no início desta semana apresentando uma variação mensal negativa de aproximadamente -11%, o que acendeu um sinal de alerta para investidores de curto prazo.

A expectativa em torno do halving ocorrido em 19 de abril motivou muitos participantes do mercado de criptomoedas com menos conhecimento sobre as estruturas de preços a abrir posições de compra, esperando uma valorização rápida do ativo. No entanto, o que ocorreu foi uma correção para varrer a liquidez em regiões de preços mais baixos.

Investidores que compraram supostamente no topo, executaram ordens tanto no mercado à vista quanto no mercado de contratos futuros com posições alavancadas. Como resultado, houve uma liquidação de mais de R$ 1,3 bilhão em posições alavancadas na semana passada, acelerando o movimento de queda.

Quem abriu posições de compra no mercado à vista precisará ter paciência, já que a tendência de longo prazo para o preço do Bitcoin é ascendente.

 

 

Estruturas mensais

Ao analisar a estrutura de preço do Bitcoin em uma perspectiva mensal, observamos que o fechamento de abril abaixo do antigo topo histórico de US$ 69 mil pode indicar um movimento de “trap”. Esse padrão na análise técnica, quando ocorre no topo de uma estrutura, sugere a possibilidade de movimentos corretivos no intervalo gráfico em que se verifica.

No entanto, vale ressaltar que, quando se trata de Bitcoin, é importante aprofundar a análise, pois o ativo se torna mais escasso a cada novo ciclo, o que naturalmente aumenta seu valor.

Outro ponto a considerar é que estamos analisando um intervalo mensal, ou seja, um período extenso sujeito a diversos fatores externos, como eventos geopolíticos que podem influenciar o comportamento dos participantes do mercado de criptomoedas.

Enquanto aguardamos a confirmação ou não de um possível “trap”, que na prática é uma armadilha para investidores com menos conhecimento, é necessário considerar a possibilidade de um movimento contrário à expectativa de correção caso a tendência de alta seja retomada ao longo de maio.

Esse cenário pode ser avaliado em nossos estudos caso a máxima de março seja rompida para cima, com continuidade de movimento. Nesse caso, o movimento de queda registrado em abril seria reconhecido como uma vela vermelha ignorada, um padrão amplamente estudado em gráficos de análise técnica.

O que determinará se a tendência de alta do Bitcoin continuará a partir de maio será a relação entre oferta e demanda no mercado.

Para entender melhor esse conceito e obter insights para prazos mais curtos, precisamos reduzir o intervalo temporal dos gráficos e buscar informações que possam esclarecer a possível direção dos preços.

 

 

Volume de negociação

Para avaliar a relação entre oferta e demanda de Bitcoins no mercado de criptomoedas, vamos reduzir o intervalo de tempo para o gráfico diário e recorrer à ferramenta Volume Profile.

Analisamos o período dos últimos três meses, abrangendo fevereiro, março e abril, e utilizamos o Volume Profile para capturar informações sobre diferentes aspectos.

Quando olhamos o perfil de volume dos meses de março e abril, observamos que o ponto de maior interesse em abril, também conhecido como POC (Ponto de Controle), ficou em US$ 64,3 mil. Este valor está abaixo do ponto de controle de março, registrado em US$ 67,1 mil.

Isso indica que, durante abril, os participantes do mercado de criptomoedas que atuam na venda de Bitcoins aceitaram negociar com maior intensidade por um preço mais baixo do que o registrado no mês anterior.

A mesma avaliação também sugere que os investidores que atuam na ponta compradora tiveram dificuldades para elevar o preço.

Em resumo, a dinâmica entre oferta e demanda de Bitcoins revela que, enquanto houver investidores com grande quantidade de moedas em suas carteiras dispostos a negociar por preços mais baixos, o Ponto de Controle do Volume Profile permanecerá abaixo do intervalo anterior, sugerindo que a oferta supera a demanda.

A ferramenta Volume Profile permite coletar várias informações, incluindo a observação de áreas de maior e menor interesse.

No gráfico, as áreas estão divididas em duas cores distintas: a região cinza representa os níveis de preço de maior interesse dos participantes do mercado, enquanto a região azul mostra níveis de preço com menor intensidade de negociações, indicando áreas de menor interesse.

À direita da imagem gráfica, incluímos o Volume Profile, abrangendo fevereiro, março e abril. Assim, identificamos que os níveis de preço acima de US$ 67,1 mil tiveram menor interesse de negócios durante o período analisado.

Portanto, essa região de preços atua como um potencial nível de resistência para as negociações.

Ao observar apenas março e abril, identificamos que a área de menor interesse está entre os níveis de preço de US$ 62,3 mil e US$ 59,7 mil, aproximadamente, servindo como uma região de suporte local para as negociações de Bitcoin.

Por outro lado, a quebra desses níveis para baixo pode desencadear uma aceleração na queda, com o preço podendo alcançar a próxima região de maior interesse registrada em fevereiro, entre US$ 53 mil e US$ 52 mil, onde também temos um ponto de controle referente aos últimos três meses analisados em nosso estudo.

Para ter sucesso no mercado financeiro, o investidor deve avaliar diferentes cenários e estar preparado para qualquer eventualidade. Assim, não podemos negligenciar a possibilidade de queda no preço do ativo, mas é importante entender que o estudo da relação entre oferta e demanda indica a presença de investidores que podem defender suas posições nas mínimas da estrutura lateral, entre US$ 62,3 mil e US$ 59,7 mil.

Esses investidores podem reverter o cenário de queda ao adicionar mais moedas em suas carteiras, acreditando na possibilidade de o preço retornar às máximas estruturais devido ao otimismo gerado pela escassez de Bitcoins no mercado.

Se este cenário se concretizar, poderemos identificá-lo antecipadamente observando o aumento nas barras de volume na base do gráfico, juntamente com um movimento ascendente nos preços.

Por enquanto, até o momento em que este relatório foi elaborado, as barras de volume no intervalo diário indicavam um movimento descendente desde 24 de abril, sugerindo que as negociações de Bitcoins estão menos intensas, com investidores operando em uma faixa de preço comprimida, porém em um nível de suporte.

 

 

Conclusão

Concluímos que o mercado de criptomoedas, especialmente o mercado de Bitcoin, apresentou uma tendência negativa ao longo do mês de abril. A euforia em torno do halving em 19 de abril levou muitos investidores a abrir posições de compra, esperando uma valorização rápida do ativo. No entanto, o que se observou foi um movimento de correção para varrer a liquidez em regiões de preços mais baixos, resultando em uma liquidação de mais de 1,3 bilhão de reais em posições alavancadas.

A análise da relação entre oferta e demanda por Bitcoin com base nos dados do Volume Profile mostra que houve uma aceitação de negociação em abril por preços mais baixos do que em março, sugerindo uma oferta maior do que a demanda. Os níveis de preço entre US$ 62,3 mil e US$ 59,7 mil podem atuar como suporte local, com investidores defendendo suas posições nesta faixa.

A possibilidade de uma aceleração na queda permanece caso haja uma quebra dos níveis de suporte, o que poderia levar o preço a uma nova região de maior interesse, entre US$ 53 mil e US$ 52 mil. No entanto, investidores podem adicionar mais moedas às suas carteiras se acreditarem na retomada da tendência de alta devido à escassez de Bitcoins no mercado.

 

 

Para finalizar, agradeço a você por dedicar seu tempo para ler este relatório sobre a movimentação de preços do Bitcoin. Como sempre, espero que as informações apresentadas tenham sido úteis e proporcionem uma visão mais clara do mercado de criptomoedas. Fique atento a futuras atualizações e não hesite em compartilhar suas dúvidas ou sugestões. Obrigado!

Caso tenha interesse em explorar mais sobre meu trabalho, convido-o a visitar meu canal no Youtube () e meu perfil no Instagram.

Um forte abraço e até a próxima!

Sem gatilhos, Bitcoin segue lateral

Sem gatilhos, Bitcoin segue lateral

O mercado segue oscilando entre recuperação e tendência de baixa. Isso tem colocado pressão na volatilidade do Bitcoin (BTC), que permaneceu baixa nos últimos dias. A falta de tendência acompanha não só uma queda no influxo de capital aos ETFs spot, mas também a uma série de fatores macroeconômicos que não são controlados pelos investidores.

 

O halving aconteceu, e agora?

Cade o BTC a US$ 300 mil? De fato, o halving do Bitcoin foi acionado no último dia 20. E sabe o que isso significou no preço do ativo? Nada! Mas calma, porque a história não é bem assim.

O halving é responsável por reduzir pela metade a emissão de novos BTCs. Ou seja, dos 6,25 BTCs, agora, são gerados “apenas” 3,125 BTCs. A expectativa de aumento de preços é justamente o choque entre oferta e demanda. Mas isso leva tempo. Afinal, é preciso gerar uma falta de tokens no mercado para, então, esses efeitos serem sentidos.

 

 

Pouco especulativo

E essa “morosidade” do Bitcoin acompanha o comportamento dos investidores de derivativos. Afinal, se algum lugar é capaz de gerar uma volatilidade rápida, é essa galera aí.

A taxa de financiamento, paga regularmente para que as posições fiquem abertas nas bolsas, chegou até a ficar negativa ao longo da semana. Isso indica que havia mais vendedores do que compradores e uma menor alavancagem.

Com isso, o apetite ao risco estava meio cabisbaixo, o que impede nova subidas de preços de forma rápida e agressiva.

 

ETFs x FOMO

Nesse meio do caminho, os ETFs de Bitcoin spot também não performaram muito bem. Apesar da tentativa de recuperação, os saldos negativos voltaram a aparecer, com os saques agressivos do fundo da GrayScale.

Em contrapartida, parece haver uma espécie de FOMO (fear of missing out) entre alguns grandes players do mercado. Carteiras que possuem entre 1 mil BTCs e 10 mil BTCs reduziram a distribuição e aumentaram a acumulação da criptomoeda.

 

 

Gráfico do Bitcoin

A análise técnica pouco mudou da última semana para cá. O que vemos ainda é um BTC operando dentro de sua faixa de negociação, acompanhando, inclusive, o estreitamento da banda de Bollinger.

Fonte: GoCharting, em 29/04/2024, às 8h34min.

 

O suporte imediato, de US$ 61 mil, tem sido bastante respeitado. Porém, um teste dos US$ 71 mil ainda não aconteceu. Caso rompa este nível para cima, podemos ver a renovação das máximas históricas. Senão, os US$ 52 mil podem ser o próximo ponto de parada.

Essa falta de força é vista nos indicadores adjacentes. O MACD não conseguiu virar suas médias, enquanto o índice de força relativa (RSI) aponta os 40 pontos, em meio a um mercado mais vendido.

 

 

Quem não precificou, precifica agora

Se a inflação mais elevada já havia azedado o clima de corte de juros nos Estados Unidos, a última semana colocou a famosa pá de cal. Os preços de bens de consumo, indicador preferido do FED para medir a inflação, ficou na estabilidade e até um pouquinho acima do que esperavam os analistas.

Fora isso, a situação econômica do país também não agradou. Os Índices Gerente de Compras (PMIs) retraíram, mostrando que é preciso ter preocupações ainda sobre aquele pouso suave. 

Mas vale um disclaimer aqui também. De fato, este foi um mês “ruim”, mas é um mês. No acumulado, a economia norte-americana não está em frangalhos. Mas o mercado gosta de especular e sentir que o FED está pressionado para o corte de juros. E por mais que seja estranho, vai de encontro com o que pensa a secretária do tesouro, Janet Yellen.

 

Uma eterna gangorra

Do outro lado do oceano, a China manteve sua taxa de juros intacta, algo já esperado pelos analistas, considerando as dificuldades da economia chinesa em engatar a recuperação.

Já na Zona do Euro, os PMIs mostraram discrepância. De um lado o setor de Serviços cresceu, o que ajudou a elevar a confiança do consumidor, que segue ainda bem abalada. Do outro, a Indústria recuou, se mantendo em território de retração. Ou seja, há um caminho importante a ser trilhado por aí.

 

 

Conclusão

O mercado está andando lateral e parece estar bem com isso. De fato, há muita informação a ser digerida ainda entre os investidores e é sempre bom confirmar que as tensões geopolíticas no Oriente Médio cessaram, assim como o posicionamento do FED de não cortar juros. Vamos ver o que Jerome Powell diz!

Até lá, o Bitcoin vai depender de suas próprias pernas: seja através de seu próprio desenvolvimento tecnológico (Runes e Ordinals), por meio do próprio choque entre oferta e demanda ou, então, pela retomada dos fluxos intensos aos ETFs à vista.

 

Render (RDNR): o que é, funcionalidade e como a NVIDIA pode turbinar o token

Render (RDNR): o que é, funcionalidade e como a NVIDIA pode turbinar o token

Render (RNDR) se tornou uma das novidades mais interessantes do mercado de criptomoedas em 2023. Com a proposta de ser um marketplace descentralizado de renderização gráfica, a plataforma se apoiou na Inteligência Artificial (IA) para trazer ainda mais eficiência a seus processos.

Com uma proposta bastante atrativa e uma possível parceria com a gigante de tecnologia NVIDIA, o token apresentou uma valorização de mais de 1.000% sem seu lançamento. Por ser um ativo frequentemente analisado por investidores que querem diversificar seu portfólio de criptomoedas, o artigo de hoje fala sobre:

  • O que é Render?
  • Como a Render funciona?
  • Potenciais e desafios do projeto
  • Como investir e comprar RNDR.

Para saber mais sobre a criptomoeda Render, continue com a gente aqui no Blog!

Banner com logo da Render

O que é Render?

Render é uma plataforma que se apoia na tecnologia blockchain para descentralizar a renderização de gráficos por computador. Para isso, ela reúne usuários que estão dispostos a vender o poder de processamento ocioso de suas GPUs (Unidades de Processamento Gráfico).

A plataforma foi lançada ao mercado em 2017 para justamente resolver problemas constantes da indústria de animação e efeitos visuais, especialmente aqueles relacionados à acessibilidade e ao custo de renderização de alta qualidade via hardwares de computador.
Com essa proposta, a abordagem da Render não só maximiza o uso de recursos de hardware já existentes, mas também oferece uma forma mais ecológica de renderização, ao reduzir a necessidade de hardware adicional.

Como funciona a Render?

As soluções da Render mudaram o jogo em relação ao processamento gráfico. Neste caso, em vez de depender de centros de dados centralizados, que muitas vezes resultam em gargalos de processamento e altos custos, a Render permite que indivíduos e empresas compartilhem seus recursos de GPU ociosos com a rede.

Na prática, o processo dentro da Render começa quando um usuário submete um trabalho de renderização à rede. Este trabalho é, então, dividido em várias pequenas tarefas que podem ser processadas simultaneamente por GPUs disponíveis na rede. 

Os usuários que fornecem seu poder de GPU – conhecidos como “nodes de renderização”– recebem tokens RNDR como pagamento pelo seu serviço. 
Este sistema não só acelera significativamente o processo de renderização, mas também o torna mais acessível para criadores de conteúdo que podem não ter acesso a equipamentos de renderização de alta potência.

Vantagens de se investir em Render

Ao comprar RNDR, é como se você estivesse investindo em uma startup do setor de animação e design gráfico. Um setor que, sozinho, consegue movimentar muito capital e gerar produções que escalam os volumes financeiros. 

Mas além disso, há outras vantagens em se investir em Render, como:

Suporte: Uma das principais empresas de tecnologia atualmente, a NVIDIA convidou a Render para participar de seu congresso, estreitando as relações com a big tech e criando espaço para possíveis parcerias. Inteligência artificial: A Render utiliza algoritmos de inteligência artificial para trazer eficiência e garantias às renderizações gráficas. Assim, a plataforma não só atua como um forte marketplace, mas também em um setor de amplo desenvolvimento, como é o caso da IA.

Possível parceria entre Render e NVIDIA

Desafios da Render

Apesar de todas essas vantagens, Render enfrenta seus desafios próprios, como:

Adoção: Conquistar novos usuários é uma grande dificuldade do protocolo. Afinal, não só é preciso pessoas que necessitam deste serviço, como quem esteja disposto a oferecer o poder de processamento.

Volatilidade: Apesar de ser um token de utilidade, a RNDR também passa pela alta volatilidade do mercado de criptomoedas. Só em 20223, o ativo valorizou em mais de 1.000%.

Escalabilidade: Justamente por conta da volatilidade do mercado, a plataforma pode ver uma inconsistência ou demora para escalar sua rede, o que pode aumentar os custos da renderização. Garantias: Por ter como produto a “prestação de serviços” descentralizada, é importante que os participantes consigam garantir a qualidade das renderizações, mantendo a credibilidade da plataforma.

Capitalização de mercado da RenderRNDR é, hoje, a 116ª criptomoeda com maior marketcap do mercado de criptomoedas. Em março de 2024, a capitalização de mercado da RNDR atingiu sua máxima histórica, em US$ 5 bilhões. Sua mínima aconteceu em setembro de 2020, registrando US$ 11 milhões, segundo o portal CoinMarketCap.

Gráfico de capitalização de mercado da Render

Como comprar RNDR

Para quem acompanha o mercado de criptomoedas, comprar RNDR é algo comum de se estar em pauta. Afinal, o token tem fundamentos bastante interessantes para promover não só um ambiente tecnológico útil, como também oportunidades para os investidores.

Por isso, se você quer investir em RNDR, você pode fazer isso diretamente pela plataforma da Foxbit Exchange!
Faça suas análises e veja se Render vai estar em sua carteira neste momento!