O índice Fear and Greed Bitcoin (BTC) se popularizou com a criptomoeda de referência, mas o indicador já é utilizado há um certo tempo no mercado financeiro.
Em um setor dominado por dados frios, como números e gráficos, esta ferramenta surge como uma espécie de medidor do sentimento dos investidores em dado momento de mercado.
Mas será que o Fear and Greed do Bitcoin é mesmo tão importante? Quais seus impactos no movimento de preços? Vem com a gente, pois vamos explicar tudo para você!
O que é o Fear and Greed Bitcoin?
O Fear and Greed do Bitcoin é uma ferramenta elaborada pela Alternative.me, que seleciona diversas métricas para analisar o sentimento dos investidores do mercado de criptomoedas, principalmente o Bitcoin.
“O comportamento do mercado de criptomoedas é muito emocional. As pessoas tendem a ficar gananciosas quando o mercado está subindo, o que resulta em FOMO (medo de perder). Além disso, as pessoas costumam vender suas moedas em uma reação irracional ao ver números vermelhos”, destaca a plataforma.
Fonte: Alternative.me, em 18/04/2023, às 16h37min.
O Fear and Greed do Bitcoin é uma vertente do tradicional Fear and Greed Index, desenvolvido pela empresa de mídia CNN.
Sua base, não à toa, é bastante semelhante à observada no indicador criptográfico, em que “a teoria [da ferramenta] é baseada na lógica de que o medo excessivo tende a derrubar os preços das ações, e muita ganância tende a ter o efeito oposto”, relata a CNN.
Ambos os indicadores, portanto, apresentam a possibilidade, principalmente aos traders, de olhar uma perspectiva mais psicológica e emocional do mercado financeiro geral, de uma ação ou até de uma criptomoeda, como o Bitcoin.
Assim, sua leitura serve como um complemento aos aspectos técnicos, oferecendo um termômetro que não é possível ser observado apenas nos indicadores e candles gráficos.
Como funciona o Fear And Greed no Bitcoin?
O Fear and Greed do Bitcoin é composto por uma métrica que varia de zero a 100 pontos.
Zero ponto indica medo extremo
100 pontos sinalizam ganância extrema
Entre os extremos, temos medo, ganância e equilíbrio.
Para chegar a esses números, o indicador levanta uma série de dados importantes de mercado, em ordem de relevância, que vão compor o Fear and Greed do Bitcoin.
A divisão, então, é feita da seguinte forma:
Volatilidade – 25%
Neste aspecto, é feita uma comparação entre a oscilação de preços atual com os valores médios dos últimos 30 e 90 dias. Intensificação incomum de volatilidade, segundo a plataforma, costuma ser um sinal de medo no mercado.
Volume e momento de mercado – 25%
Aqui, compara-se o volume atual de negociação e o momento – taxa de aceleração de preço – do mercado, em relação aos últimos 30 e 90 dias. Caso o volume apresentado seja alto, e o preço esteja avançando rapidamente, o Fear and Greed do Bitcoin sugere que este é um mercado excessivamente ganancioso ou muito otimista.
Mídia Social – 15%
Este levantamento acompanha diversas postagens e hashtags do Twitter sobre diferentes criptomoedas. A partir da velocidade e volume de interações com essas publicações, a ferramenta identifica o sentimento dos investidores. Em casos de alta taxa de interação incomum, o mercado tende a se posicionar mais ganancioso.
Pesquisas – 15%
Para este tópico, a Alternative.me realizou uma série de pesquisas semanais, com cerca de 3 mil participantes em cada enquete, para compreender como os investidores estavam enxergando o mercado. Apesar de sua importância no início do desenvolvimento, os dados deixaram de ser publicados pela empresa.
Domínio – 10%
Medir a dominância do BTC em relação a todo o mercado de criptomoedas fornece boas pistas sobre o comportamento dos investidores. O Fear and Greed Bitcoin sugere que um aumento do domínio da moeda digital de referência mostra que o medo está tirando os compradores de aplicações muito especulativas das altcoins. Por outro lado, se as outras criptomoedas estão ganhando espaço no mercado, é sinal de que os investidores estão gananciosos e buscando oportunidades diversas dentro do setor.
Tendências – 10%
A partir do Google Trends, a ferramenta faz um levantamento de termos relacionados ao Bitcoin e seus respectivos volumes de pesquisas. Um aumento de buscas expressivas dos usuários por eventos negativos envolvendo o ativo sinaliza que o medo está pautando o mercado.
Fear and Greed do Bitcoin funciona?
Assim como os diversos indicadores técnicos de mercado, é impossível cravar a exatidão dos dados apontados por eles.
No caso do Fear and Greed Bitcoin, esta é mais uma entre as diversas ferramentas reconhecidas, funcionais e relevantes para auxiliar na decisão de compra ou venda de criptomoedas.
Para exemplificar um pouco mais, vamos comparar um gráfico dos últimos 12 meses de preços do par BTC/USD, com o Fear and Greed Bitcoin.
Fonte: Alternative.me, em 18/04/2023, às 16h22min.
Nesta amostra, é possível ver como, de abril a junho do ano passado, o mercado estava em medo extremo, abaixo dos 10 pontos. Entretanto, alguns meses depois, houve uma reação e um ímpeto mais ganancioso foi brevemente retomado.
Isso, claro, também é observado no desempenho do Bitcoin no período.
Fonte: Plataforma TradingView, em 18/04/2023, às 16h24min.
Perceba como os avanços de preços acompanham o movimento do Fear and Greed do Bitcoin, mantendo seu mercado de baixa até pouco após meados de 2022 para, então, recuperar seus níveis mais altos de preços.
Conheça os indicadores técnicos
As plataformas de negociação, inclusive a Foxbit, oferecem uma série de indicadores técnicos para análise gráfica dos ativos. O Fear and Greed do Bitcoin é mais um deles.
Entretanto, por se tratarem de medidores de comportamentos – sejam eles de preço ou de sentimento dos investidores – é impossível que algum deles seja precisamente exato.
Desta forma, se você optar pelo Fear and Greed Index ou qualquer outro padrão técnico, o ideal é nunca utilizá-lo de forma isolada ou como verdade absoluta.
Uma boa análise técnica passa pelo uso de diversos indicadores que, em conjunto, vão dar as informações mais precisas e levar a uma redução considerável dos riscos das operações de mercado.
Investir em criptomoedas é uma opção para pessoas que querem potencializar seus rendimentos, a partir da volatilidade considerável dessa classe de ativos.
Por isso, o investimento em criptomoedas tem se tornado uma prática bastante comum entre os brasileiros.
Em dezembro do ano passado, o número de pessoas que declararam operações com moedas digitais à Receita Federal foi de 912 mil – um aumento de 88,6%, em relação ao mesmo mês de 2021.
Mas assim como o mercado tradicional, realizar qualquer tipo de investimento em criptomoedas também exige o mínimo de conhecimento sobre o setor e gerenciamentos financeiro e de risco.
Vamos ver, então, detalhes para você comprar crypto, sem passar perrengues!
Investir em Criptomoedas
Para começar a investir em criptomoedas, é importante seguir alguns passos preliminares, que vão te guiar na direção mais adequada para seu dinheiro, como:
Seleção de criptomoedas
Onde comprar crypto
Quanto investir em criptomoedas
Gerenciamento de risco
O que esperar do mercado.
Embora possa parecer bastante coisa, quando falamos em dinheiro e investimentos, uma dose de cautela sempre é bem-vinda para minimizar possíveis experiências desagradáveis ou frustrações.
Conhecer as criptomoedas
Se antes de adquirir uma ação na bolsa de valores, você realiza uma análise prévia da saúde da empresa, ao pensar em comprar crypto, é importante também entender o projeto que está por trás deste ativo.
As criptomoedas, de forma geral, possuem três finalidades:
Meio de troca
Reserva de valor
Padrão de valor
No primeiro caso, as criptomoedas com características de meio de troca são aquelas utilizadas como método de pagamento por produtos e serviços. Aqui, podemos citar o Bitcoin (BTC) e diversas stablecoins, como Tether (USDT) e USD Coin (USDC).
Já os que investem em criptomoedas como reserva de valor, esperam que, em um futuro, possam utilizar essa classe de ativos com maior eficiência. Neste caso, o BTC talvez seja a maior referência. Sua limitação de emissão leva, muitas vezes, a comparação ao ouro.
Por fim, o padrão de valor é uma forma de medir o preço de um produto ou serviço a partir do valor daquela moeda digital. O próprio BTC é utilizado nesta função, já que é a principal criptomoeda do mercado, mas as stablecoins, mais uma vez, se destacam como referências neste tipo de padrão.
Outros tipos de criptomoedas
Além das características principais citadas acima, a evolução tecnológica permitiu o desenvolvimento de outras criptomoedas, como:
Cada uma delas, oferece funções específicas, como arrecadação de fundos para novos projetos, acesso a algum produto ou serviço exclusivo, contratos de posse, compra e venda, equivalência de ativos, entre outras.
Conheça os projetos
Como você pode ver, há diversos tipos de tokens disponíveis no mercado. Por isso, conhecer seus projetos é uma arma poderosa na hora de investir em criptomoedas.
Para realizar essa avaliação, você se apoiar em cinco pilares:
Whitepaper
Equipe de desenvolvimento
Redes Sociais e Comunidade
A partir de uma análise criteriosa desses elementos, você vai saber a função, estimativas de aplicação e financeira daquela criptomoeda, assim como se as pessoas responsáveis pelo token são de confiança ou possuem um bom histórico dentro deste mercado.
Ler o que as outras pessoas e a comunidade falam sobre este projeto também pode te ajudar a compreender quais expectativas os usuários estão tendo em relação à nova solução.
Onde comprar crypto?
Segurança é fundamental para você investir em criptomoedas. Por isso, saber onde comprar crypto vai te poupar muitas dores de cabeça e possíveis golpes.
Há três maneiras simples:
Exchanges
Mercado Balcão (OTC)
Peer-to-peer
Exchanges
A modalidade mais simples de se comprar crypto é via exchanges.
Embora as próprias plataformas possam oferecer a venda de criptomoedas, elas também conectam usuários dispostos a negociar seus ativos.
Assim, a corretora opera apenas como uma “intermediadora” das transações ao oferecer um ambiente acessível entre esses usuários.
Mas antes de sair criando conta em qualquer lugar, verifique o histórico e a reputação da empresa. Há muitas exchanges fakes que podem roubar seu dinheiro e nunca entregar as criptomoedas.
Suspeite também de empresas que oferecem rendimentos fixos acima dos praticados no mercado, pois há maior chance desta estar aplicando um golpe.
A Foxbit é uma das maiores e confiáveis corretoras de criptomoedas do país.
Para quem quer a segurança das exchanges, mas prefere investir em criptomoedas fora do order book geral, há a possibilidade de realizar a negociação pelo mercado de balcão – over the counter (OTC).
Este método permite que usuários com grande patrimônio líquido negociem diretamente o valor da negociação.
Assim, é possível conseguir uma cotação diferenciada ao praticado na exchange aberta.
Peer-to-peer
Este é o modelo mais descentralizado para comprar crypto.
Com ele, os usuários transferem as criptomoedas a partir de suas próprias carteiras digitais, sem qualquer tipo de intermediação de uma exchange ou order book.
Basicamente, vendedores e compradores definem um valor de negociação e fica sob responsabilidade deles concretizar o negócio.
Quanto investir em criptomoedas?
Agora que você já sabe como avaliar um bom projeto e onde comprar crypto, é hora de gerenciar os riscos e o financeiro para destinar os valores corretos ao investimento em criptomoedas.
Para fazer um bom gerenciamento financeiro e de risco, há alguns passos importantes a serem seguidos.
Orçamento
Objetivos
Investimentos regulares
Vamos ver os detalhes abaixo!
Orçamento
Após o diagnóstico levantado, é hora de sentar e analisar ponto a ponto das entradas e saídas de dinheiro.
No orçamento, você irá definir tetos de gastos para determinados itens, como restaurantes, baladas, transportes, assinaturas de streaming, entre outros.
Com isso, você passa a ter maior controle sobre o que está gastando, distribui melhor seu dinheiro, ganha previsibilidade para os meses seguintes e consegue ainda economizar para possíveis investimentos.
Objetivos
Viajar, comprar um automóvel ou casa, gerar uma renda extra, pensar na aposentadoria… Cada um vai ter seus objetivos de vida.
Saber quais são eles é fundamental na hora de decidir por qual investimento em criptomoedas seguir ou até mesmo a opção por outros tipos de aplicações.
Esses objetivos precisam ser colocados em período de tempo a serem conquistados para te dar um norte do que precisa ser feito para atingi-los. Uma viagem ou a compra de um carro devem levar menos tempo do que a aquisição de uma nova casa.
Então, aponte as metas de curto (1 ano), médio (1 a 5 anos) e longo (acima de 5 anos) prazos.
Investimentos regulares
O engajamento no investimento é fundamental para que você consiga diluir o aporte em pequenas parcelas, sem perder o potencial de ganhos.
Por isso, manter uma rotina de aplicações constantes é fundamental!
Mais importante ainda, o controle financeiro garante que o valor destinado aos investimentos sempre esteja disponível na data certa, e imprevistos não impeçam que você busque pelos ativos.
Muitas pessoas procuram investimento em criptomoedas como forma de diversificar seu portfólio de aplicações.
Assim, é possível ter acesso a títulos do tesouro direto, ações de empresas e moedas digitais, ampliando as vias de ganhos, nos diversos momentos de mercado.
Embora existam alguns elementos que levam as pessoas a investir em criptomoedas, esses mesmos eventos exigem atenção, como:
Volatilidade
Negociação 24/7
Câmbio
Volatilidade
Para se ter uma ideia da potência que comprar crypto pode ter em seu portfólio, o Bitcoin, em 2020, chegou a registrar uma valorização de 661,04%, segundo dados da plataforma TradingView.
No ano seguinte, a criptomoeda registrou mais um alta, desta vez, de 148,79%.
As quedas também podem ser igualmente bruscas. No ano passado, o BTC perdeu quase 70% de seu valor.
Esse mesmo cenário se repete para diversas criptomoedas, como Ethereum, Cardano (ADA), Polygon (MATIC), PolkaDot (DOT), entre outras.
Por isso, é importante estar preparado para oscilações de preços intensas e entender os ciclos de mercado pelos quais as moedas digitais passam.
Negociação 24/7
Outra vantagem do investimento em criptomoedas é que seu mercado é descentralizado e, portanto, funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana e feriados.
Isso permite com que você tenha acesso constante à compra e venda de criptomoedas, assim como o saque dos ativos sempre que quiser.
Por outro lado, as oscilações de mercado se tornam mais frequentes e com efeitos quase imediatos.
Então, enquanto você, aqui no Brasil, está dormindo, o mercado asiático está a todo vapor às 3 horas da madrugada. Eventos que aconteçam por lá podem, então, recuar ou avançar o preço das criptomoedas.
Câmbio
O acesso ao câmbio no Brasil está longe de ser uma tarefa simples. Além de extremamente burocrático, o processo é lento e bastante caro.
As criptomoedas, porém, apresentam as chamadas stablecoins.
Essas moedas digitais possuem paridade de 1:1 com seu lastro em alguma moeda fiduciária tradicional, como real, dólar ou euro.
Para isso, a empresa responsável pela emissão da stablecoin precisa ter valor simétrico entre o número de tokens disponíveis no mercado e o dinheiro depositado em uma conta auditada.
Basicamente, o Tether, stablecoin lastreada no dólar, precisa ter US$ 1 para cada USDT em circulação. Assim, a paridade de 1:1 fica garantida.
Neste cenário, o investimento em criptomoedas se torna também uma possibilidade de acesso ao câmbio internacional.
Tudo isso, porém, de forma praticamente imediata e com baixíssimo custo.
Tipos de investimento em criptomoedas
Como as moedas digitais são desenvolvidas em um ambiente extremamente flexível, investir em criptomoedas segue o mesmo caminho, com várias possibilidades. Entre elas:
HODL
Trading
Staking
Mineração
HODL
As pessoas que optam por investir em criptomoedas a partir do HODL estão pensando em um prazo bastante longo.
Aqui, a ideia é comprar uma moeda digital, com grande possibilidade de crescimento, e deixá-la guardada – ou HOLD -, por anos.
Ao ver uma valorização bastante expressiva, a venda acontece, e o lucro é realizado.
A palavra HODL vem do inglês hold – segurar, em tradução livre. Entretanto, o termo é escrito propositalmente errado, pois ele foi apresentado, pela primeira vez, em um fórum de discussão, onde um internauta estava tão entusiasmado com sua defesa ao Bitcoin, que errou a digitação.
Trading
Assim como acontece bastante na bolsa de valores, o trading é outra possibilidade de investimento em criptomoedas.
Este seria o famoso “comprana baixa e vende na alta“.
A proposta nada mais é do que comprar crypto e, a partir de análises gráficas e de notícias mercadológicas, negociar os ativos para obter lucros em cada transação.
Na Foxbit, você tem acesso a uma exchange completa, com mais de 80 criptomoedas disponíveis para negociação.
Se você é um trader mais avançado, conheça a Foxbit Pro, plataforma com mais de 330 pares de criptomoedas e 570 order books globais!
Para validar as transações de criptomoedas em blockchains, é utilizado um mecanismo computacional chamado de algoritmo de consenso.
Em algumas redes específicas, o algoritmo escolhido é o Proof of Stake (PoS).
Esse mecanismo trava uma quantidade pré-determinada da criptomoeda daquela rede como forma de garantia de que as transações verificadas pelo usuário serão verdadeiras.
Como recompensa, a rede distribui um número pré-estabelecido de tokens ao validador.
Com essa “renda passiva“, chamada de staking, qualquer pessoa pode acessar uma blockchain que utiliza o algoritmo PoS e participar do processo de validação e recompensa da plataforma.
Aqui na Foxbit, há uma seleção de várias redes que oferecem esse serviço, e você pode realizar o staking de criptomoedas a partir de valores bem pequenos.
Mineração
Assim como o staking, o processo de mineração também é responsável por validar transações dentro de uma blockchain.
Entretanto, este método está disponível em redes que utilizam o algoritmo de consenso Proof of Work (PoW).
Este mecanismo recompensa os usuários que emprestam o poder computacional de suas máquinas.
Elas precisam realizar uma série de cálculos matemáticos complexos para “resolver” a criptografia e, assim, validar uma transação de criptomoedas.
Por ser um ambiente competitivo, apenas o primeiro usuário a resolver todo o bloco tem o direito a recompensa dos tokens. Assim, são necessários computadores extremamente poderosos, a depender da rede.
Com o gasto energético alto, é praticamente impossível um usuário sozinho conseguir ser o primeiro a imprimir o bloco na blockchain.
Está pronto para investir em criptomoedas?
Com este guia, você já deve estar preparado para começar seu investimento em criptomoedas.
Lembre-se das dicas, pense no seu bolso, nos objetivos e na segurança de seu patrimônio.
Essas informações, com certeza, vão te ajudar a ter a melhor experiência possível no mercado de criptomoedas e evitar possíveis golpes ou frustrações.
Em um mundo com mais de 22 mil tokens diferentes em circulação, encontrar as principais criptomoedas pode te colocar em vantagem em relação a investimentos e tecnologia, mas também exige certa dose de trabalho, pois essa definição vai muito além dos números.
Alguns indicadores específicos funcionam bem como guia e facilitam bastante a tarefa, sendo possível, inclusive, criar uma tabela de criptomoedas detalhada, com as informações que você considere mais importantes.
Mas relaxa que a gente te dá uma mãozinha e conta para vocês quais são as principais criptomoedas e porquê!
Como identificar as principais criptomoedas?
Um dos indicadores mais importantes para identificar as principais criptomoedas é o seu valor de mercado.
Esta capitalização de mercado ou market cap (MC) é localizada ao multiplicar o número de ativos em circulação (AV) pelo seu preço atual (PA) de comercialização: AV x PA = MC.
Embora seja um cálculo simples, seria um trabalho danado pegar moeda por moeda e fazer esse levantamento. Por isso, há diversos sites especializados em entregar esses dados em uma planilha completa de criptomoedas, como CoinMarketCap, CoinGecko e até mesmo o Crypto Price, da Foxbit!
Fonte: Seleção das principais criptomoedas por capitalização de mercado da Crypto Price, retirado em 12/04/2023, às 13h37min.
O market cap é a forma mais rápida de selecionar as principais criptomoedas do mundo, já que seu cálculo é generalizado, sendo repetido entre as plataformas. Entretanto, não necessariamente esta é a maneira mais precisa e vantajosa.
Para se ter uma ideia como este tipo de classificação pode ser enganoso em alguns casos, a Maker (MKR), um dos principais e mais antigos protocolos de Organizações Autônomas Descentralizadas (DAOs), ocupa apenas a 67ª posição do ranking.
Então, vale a pena ficar de olho em outros indicadores!<H3>
Volume de negociação
As principais criptomoedas costumam ter um valor de negociação diário bastante alto.
Se o Bitcoin (BTC) é a moeda mais famosa e valiosa do mundo, a stablecoin Tether (USDT) tem sido a mais movimentada, como aponta o CoinMarketCap.
Fonte: Informações do portal CoinMarketCap, em 12/04/2023, às 13h48min.
Essa discrepância mostra como a proposta do projeto USDT é bastante diferente à do BTC. A moeda lastreada no dólar, por exemplo, não é uma reserva de valor, mas, sim, uma espécie de câmbio, que além de poder ser usada para pagamentos e até como proteção, também é base para muitas negociações em bolsas de derivativos.
Isso não diz necessariamente que o Bitcoin deve estar fora da tabela das principais criptomoedas do mundo. Entretanto, o market cap sozinho deve ser idealmente considerado para dizer a real importância daquele ativo no mercado.
Cuidado com o preço
É muito atraente colocar os ativos com maior valor de negociação entre as principais criptomoedas do mercado. E, claro, faz muito sentido! Afinal, ninguém pagaria fortunas por uma moeda que não apresenta potencial.
Porém, muito cuidado com esse tipo de seleção!
Nas duas imagens acima, vemos o Bitcoin, com um preço de negociação próximo dos US$ 30 mil – cerca de R$ 148 mil –, e o Tether vendido a singelo US$ 1 – em torno de R$ 4,94.
Porém, a stablecoin é simplesmente a terceira principal criptomoeda em valor de mercado, com um preço expressivamente abaixo da líder do ranking.
Projeto, longevidade e segurança
Dados numéricos como os citados anteriormente dão uma boa perspectiva sobre quais são as principais criptomoedas do mundo. Mas uma análise mais criteriosa e aprofundada pode dar uma vantagem extra a você.
Entre esses aspectos, é importante verificar:
Projeto
Longevidade
Segurança
Vamos detalhar um pouquinho sobre esses tópicos logo a seguir!
Projeto
Desde o “boom” do Bitcoin, em 2017, muitas altcoins começaram a ser desenvolvidas. Muitas delas, como o Ethereum (ETH), Cardano (ADA), Chainlink (LINK), entre outras, se destacaram.
Porém, existiu e ainda existem muitos projetos fracos ou vinculados a memes. Essas moedas, inclusive, receberam o nome de shitcoins.
Então, mesmo que um ativo apareça como uma das principais criptomoedas em valor de mercado ou até mesmo com bom volume de negociação, dê uma checada se a proposta dela é interessante.
Um exemplo muito bom para isso é a DogeCoin (DOGE). O token foi desenvolvido como um meme para representar um cachorro, sem qualquer tipo de solução eficaz ou potencial de crescimento. Foi puramente a especulação dos usuários – mais tarde do CEO da Tesla, Elon Musk – que colocou a moeda no alto escalão do mercado.
Longevidade e segurança
Não necessariamente um token precisa ter muitos anos de vida para estar na lista das principais criptomoedas. Mas o histórico vale muito a pena ser observado.
Tokens e blockchains mais antigos ficaram expostos por muito mais tempo do que projetos novos. Isso, então, abriu um volume muito grande de brechas e oportunidades para possíveis ataques hackers, desestabilização da rede, interrupções nas transações, perdas de ativos, entre outros eventos.
Assim, quanto mais sua segurança se mostrar eficiente, mais relevância esse projeto terá no mercado.
O Bitcoin, por exemplo, sofre tentativas de sabotagem diariamente, mas, até hoje, ninguém conseguiu criar problemas sérios na plataforma. O Ethereum Classic, remanescente do Ethereum atual, após um hard fork, entretanto, já passou pelo chamado ataque de 51% em sua rede.
Então, verifique como essa moeda está localizada no quesito segurança e longevidade!
Quais são as principais criptomoedas?
Diante desses “disclaimers”, é possível traçar com maior precisão quais são as 10 principais criptomoedas do mundo.
Em uma lista com as principais criptomoedas, sempre uma ou outra acabam ficando de fora. Por isso, separamos um bônus com três tokens importantes e suas respectivas justificativas para não estarem presentes no levantamento anterior.
O maior empecilho para as moedas digitais apresentadas abaixo está nos aspectos regulatórios vividos por esses ativos. Essas dificuldades, entretanto, não as tornam ilegais, muito menos inseguras ou de pouca relevância.
Elas, neste caso, estão apenas sendo notificadas por órgãos reguladores, que também não possuem uma regra clara sobre como lidar com essa tecnologia.
Assim, essas três principais criptomoedas possuem grande potencial de investimento, mas merecem uma atenção extra, que vai além dos tópicos comentados neste artigo.
Crie sua planilha de criptomoedas
Os critérios apresentados até o momento foram selecionados pelos especialistas e analistas em ativos digitais da Foxbit. Isso, entretanto, não impede você de levantar seus próprios conceitos de interesse e criar uma planilha de criptomoedas só sua.
Analise quais fatores são importantes para você, qual o objetivo desta seleção e quais atitudes você tomará a partir do levantamento.
A tecnologia oferece inúmeras vertentes, desde o investimento básico de compra e venda, staking de criptomoedas ou até mesmo plataforma de desenvolvimento de software.
Sob posse dos argumentos que mais fizerem sentido à sua realidade, você será capaz de criar a sua lista com as principais criptomoedas.
O Glossário de Criptomoedas funciona como um compilado de palavras específicas sobre o universo cripto – e suas respectivas explicações –, essenciais para a compreensão desta ampla tecnologia.
Conhecer esses conceitos-chave vai te colocar a par de tudo o que está rolando a partir desta inovação e os principais termos usados pelos desenvolvedores e o próprio mercado.
Para isso, criamos uma lista completa neste glossário de criptomoedas para manter você atualizado e sempre bem informado sobre este universo.
Glossário de Criptomoedas Foxbit!
ATH – Sigla para All-time high, marca o preço mais alto já alcançado por uma criptomoeda em toda sua história. No caso do bitcoin, a moeda digital atingiu US$ 69 mil por unidade, em novembro de 2021.
CBDC – Sigla para Central Bank Digital Currency – Moeda Digital do Banco Central, em tradução livre -, o termo se refere às criptomoedas centralizadas emitidas pelos bancos centrais. Yuan Digital, da China, é um exemplo de CBDC.
Criptoativos – Diz respeito a todos os ativos digitais que utilizam criptografia como garantia de segurança e integridade das transações, como criptomoedas, tokens, e outros ativos digitais.
Criptomoeda – Forma de dinheiro digital baseada em criptografia e blockchain para o registro de transações. Em muitos casos, como acontece com o Bitcoin (BTC), ela pode ser descentralizada, não havendo uma pessoa, governo ou empresa controlando suas ações.
Blockchain – Plataforma criptografada que funciona para armazenar transações de criptomoedas. Esse registro ocorre de forma cronológica, imutável, distribuída e, muitas vezes, descentralizada. Isso tudo dá mais transparência e segurança aos dados gravados nela.
Carteira – Software ou dispositivo físico usado para guardar as chaves privadas de um usuário. A partir delas, é possível acessar e transferir as criptomoedas presentes nessa carteira.
Chave Privada – Sequência alfanumérica responsável por dar acesso a uma carteira de criptomoedas e permitir transações. Por ser uma espécie de senha, a chave privada não deve ser compartilhada com ninguém.
Chave Pública – Sequência alfanumérica ou QR Code usados para receber criptomoedas em uma carteira. Por ser como os dados bancários de uma pessoa, a chave pública pode ser compartilhada com outros usuários para que eles possam enviar os ativos.
Cold Wallet – Carteira de criptomoedas offline, ou seja, não está conectada à internet. É considerada a forma mais segura de se armazenar e transferir moedas digitais, pois não está exposta a ameaças online. Essas cold wallets podem ainda ser um hardware, papel ou até mesmo memorizadas pelo usuário.
DEX – Conhecida como exchange descentralizada, esta é uma plataforma de negociação de criptomoedas que não depende de uma empresa ou autoridade centralizadora para que as transações aconteçam. Todas as negociações, portanto, ocorrem diretamente entre os usuários, sem a intermediação de uma terceira parte.
Exchange – Plataforma online que faz a intermediação de compra, venda e conversão de criptomoedas entre os usuários. Seu funcionamento é semelhante ao de uma corretora de câmbio.
FOMO – A sigla para “Fear of Missing Out” diz respeito ao medo que algumas pessoas têm de perder uma boa oportunidade – e possíveis ganhos expressivos – de investimento em alguma criptomoeda a partir de uma pressão social.
FUD – Sigla de “Fear, Uncertainty, and Doubt”, o termo se refere a táticas que espalham notícias alarmantes ou que geram medo, incerteza e dúvida nos investidores e detentores de criptomoedas. Geralmente, esse tipo de evento leva um sentimento negativo a todo o mercado e pode causar queda de preços no curto prazo.
Hard Fork – Atualização do protocolo de uma criptomoeda que não é mais compatível com as versões anteriores da rede. Isso resulta na separação definitiva da blockchain, podendo levar à criação de outra criptomoeda.
Hash – Código gerado a partir de um conjunto de dados, como uma transação em uma blockchain. Os hashes garantem que todas as informações gravadas na rede estão seguras e seguem imutáveis. Qualquer alteração de dados resultará em um novo hash.
HODLer – Gramaticalmente errado, o termo é uma “derivação” da palavra em inglês “hold”. Ela foi digitada de forma incorreta por um usuário do fórum “bitcoin talk”. Hodler é uma pessoa que não vende e segura seus bitcoins na maior parte do tempo.
Hot Wallet – Carteira de criptomoedas conectada à internet. É usada para armazenar, receber e enviar moedas digitais de forma rápida e segura. Entretanto, elas estão mais suscetíveis a ataques de hackers e outras ameaças online.
ICO – Conhecida como Oferta Inicial de Moeda, este é um método comum para novos que novos projetos que envolvem criptomoedas captem recursos e fundos para a continuação e desenvolvimento de suas soluções. Nesta metodologia, a empresa ou desenvolvedores oferecem tokens em troca de investimento. O processo é semelhante a um IPO (Oferta Pública Inicial) no mercado de ações.
KYC – Sigla para Know Your Customer, em português – Conheça seu Cliente, em tradução livre – se refere a políticas que instituições governamentais impõe a empresas para assegurar quem são os usuários de uma plataforma.
Mineração – Este é o processo de verificação de transações e adição de novos blocos à cadeia de uma criptomoeda, que utiliza o algoritmo de consenso Proof of Work (PoW), como é o caso do Bitcoin. Os mineradores usam poder computacional de suas máquinas para resolver problemas matemáticos complexos em troca de recompensas pelo trabalho.
Moeda Fiduciária – Também chamada de Moeda Fiat, esse tipo de moeda é um título não lastreado em nenhum metal precioso, mas possui valor devido à confiança que as pessoas/instituições dão a ela. Dólar, euro, real, são todas moedas fiduciárias.
Fork – Quando uma parte considerável de mineradores ou validadores de um blockchain querem mudar as regras daquela criptomoeda, ocorre um fork. Este evento divide a moeda digital em duas ou mais moedas distintas, cada uma seguindo seu novo protocolo. O Bitcoin já passou por alguns forks, sendo o Bitcoin Cash um dos mais conhecidos.
Pump and dump – Consiste na prática ilegal, em que um grupo de pessoas manipula o preço de uma ação ou criptomoeda, aumentando artificialmente seu valor (pump) para, em seguida, vender grandes volumes do ativo (dump), em troca de lucros expressivo, mas prejudicando os investidores desinformados.
Satoshi Nakamoto – Pseudônimo do criador do Bitcoin. Entretanto, ninguém conhece sua verdadeira identidade, podendo ele ser um único indivíduo ou um grupo de desenvolvedores.
Soft Fork – Ao contrário do Hard Fork, o Soft Fork é uma atualização de uma criptomoeda que é compatível com versões anteriores da rede. Isso permite que os mineradores e validadores continuem a operar na mesma blockchain e não leva à criação de uma nova moeda.
Stablecoin – Criptomoeda que possui um valor estável a partir do lastro em alguma moeda fiduciária – dólar, euro, real – ou commodity.
Staking – Método de validação em que o usuário deposita um volume pré-determinado de criptomoedas em uma blockchain que utiliza Proof of Stakes (PoS) como garantia de que as informações verificadas serão verdadeiras. Em troca, ele é recompensado com o token nativo.
Token – Ativo digital emitido em uma blockchain, representando um valor, utilidade ou direito. Essa classe pode gerar recompensas em programas de fidelidade, votação e governança em outras redes, acesso a serviços ou produtos, entre outros.
Whale – Também conhecidas como baleias, as whales representam pessoas ou empresas que possuem uma grande quantidade de criptomoedas em suas carteiras. Esse volume pode, em algumas situações, influenciar o mercado e guiar possíveis ações de compra ou venda.
Whitepaper – Este é um documento que descreve os detalhes técnicos e conceituais de um projeto de criptomoeda. Esse texto é divulgado pelos criadores ou desenvolvedores da solução, apresentando elementos profundos e projeções para a sua tecnologia.
Bem-vindo ao mundo cripto!
Como você pode ver, este glossário de criptomoedas é relativamente extenso, pois abrange os principais termos do mercado, que segue em constante evolução.
A partir do momento em que você absorve esses conceitos, fica mais fácil de entender como a tecnologia funciona, aspectos importantes que pautam o avanço de preços e muitas outras novidades que podem surgir a partir das criptomoedas.
O airdrop de criptomoedas é uma atividade bastante comum nas exchanges e em sites de novos projetos criptográficos.
Esta estratégia de marketing é a forma como projetos menores conseguem ganhar visibilidade do público geral sobre suas ideias ou plataformas, oferecendo algumas unidades de seus tokens gratuitamente.
Veja como aproveitar o airdrop de criptomoedas e como escapar de possíveis golpes com a ação.
O que é airdrop de criptomoedas?
O airdrop de criptomoedas é uma estratégia de marketing em que uma plataforma ou projeto distribui tokens gratuitamente aos usuários, em troca de cadastro, download de aplicativo ou até sem a exigência de alguma ação.
Esse nome se refere justamente a um avião despejando objetos – no caso, milhares de criptomoedas –, para quem quiser pegá-los.
O airdrop de criptomoedas ainda ocorre por um tempo limitado, pré-definido pelo responsável do token e acompanhando uma campanha específica.
Para que serve o airdrop de criptomoedas?
Embora possa parecer uma boa forma de dar visibilidade ao projeto, o airdrop de criptomoedas possui outros objetivos, como:
Divulgação de novos projetos
Incentivo ao uso do token
Divulgação de novos projetos
Muitos projetos novos apostam na comunidade e redes sociais para fazer a divulgação de sua plataforma ou token. Porém, nem sempre estes mecanismos são os mais efetivos para o que se almeja.
Por isso, o airdrop de criptomoedas incentiva pessoas, que talvez nunca teriam acesso ao projeto, a conhecer a plataforma ou o whitepaper.
Assim, em vez de investir em campanhas de redes sociais, como posts patrocinados, entre outros, o investimento de marketing é feito diretamente com a doação dos tokens.
Incentivo ao uso do token
Algumas moedas digitais podem ficar paradas por muito tempo, com poucos compradores para atender a demanda dos vendedores.
Assim, o airdrop de criptomoedas pode ser uma saída interessante aos usuários que vão ter um volume maior de negociação.
Essa estratégia, porém, é considerada arriscada, já que ela pode ter o efeito contrário ao desejado.
Assim que recebe o airdrop, o usuário pode simplesmente vender os tokens imediatamente ou trocar por outras criptos mais atraentes.
Em um possível aumento de preço momentâneo, pessoas que já tinham a moeda podem aproveitar o momento para vender e tornar o uso do token ainda mais restrito.
Como ganhar airdrop de criptomoedas?
As exchanges são uma ótima via para quem quer ganhar um airdrop de criptomoedas. Entretanto, nem sempre a frequência do evento é como o usuário gostaria ou a parceria com a corretora está dentro da estratégia do projeto.
Assim, o jeito mais fácil de encontrar airdrops é através dos próprios sites das empresas responsáveis pelo token. Mas você também consegue encontrar outros eventos do tipo em fóruns específicos na internet ou nas redes sociais.
Geralmente, para participar de um airdrop de criptomoedas, o usuário precisa apenas cadastrar o endereço da carteira digital em que quer receber os tokens da campanha e nada mais.
Essa wallet, inclusive, é quase sempre obrigatória, pois as moedas precisam ser enviadas para algum lugar.
Em alguns casos, o projeto pode ainda exigir uma quantidade mínima de criptomoedas depositadas nesse endereço para diferenciá-lo de robôs que ficam “spamando” o pedido em diversas carteiras.
Cuidado com os golpes de airdrops de criptomoedas
Assim como tudo na vida, há sempre alguns agentes mal-intencionados que tentam tirar vantagem em alguma coisa, inclusive, em um evento de airdrop de criptomoedas.
Estude a empresa
Antes de sair por aí conectando sua carteira digital em alguma plataforma para participar do airdrop, faça um check-up de quem é a empresa por trás do lançamento, qual seu histórico, quem são os responsáveis, como será a distribuição e qual projeto ela está querendo divulgar nesta ação.
Em alguns casos, os tokens oferecidos conseguem burlar sua carteira e, ao tentar transferi-los para uma exchange ou outra wallet, você pode ser roubado.
Fique atento a sites falsos
Muitos golpistas utilizam sites falsos para praticar o chamado “phishing”.
Em resumo, a prática te leva a um site muito semelhante ao original e o direciona a conectar sua carteira, sem saber que, por trás, há uma pessoa prontinha para roubar suas criptomoedas.
Ao adicionar a wallet e assinar uma transação, todo o saldo dela pode ser simplesmente drenado pelos golpistas.
Hoje, o Twitter é uma grande fonte de divulgação dessas campanhas falsas de airdrop de criptomoedas.
Em alguns casos, os criminosos podem ainda pedir que você envie um determinado valor em criptomoedas para um endereço desconhecido para “desbloquear” o airdrop. Essa prática, porém, não é utilizada por campanhas sérias.
Por isso, olhos atentos!
Aproveite o airdrop de criptomoedas
Se por um lado o airdrop de criptomoedas é importante para as empresas, ele é também uma ótima oportunidade para os usuários, desde que sigam essas regrinhas de segurança.
Afinal, esta é a possibilidade de conhecer um novo projeto que pode ser rentável no curto, médio ou longo prazos.
Assim, há chances reais de ganhos a partir de um investimento zero.
Ao mesmo tempo, é uma oportunidade para pessoas receosas em relação às criptomoedas participarem deste mercado, sem a necessidade de vínculos mais profundos com alguma empresa ou até aportes financeiros.