Gamestop, Elon Musk e o mercado financeiro – O Grande Investidor

Gamestop, Elon Musk e o mercado financeiro – O Grande Investidor

Semanalmente temos uma live especial no nosso canal do Youtube sobre os acontecimentos da semana no mercado financeiro e como isso pode acabar afetando os nossos participantes do desafio: O Grande Investidor.

O papo dessa semana foi com Marcelo Alemi do Monkeystocks, onde ele e nosso anfitrião Isac Honorato, especularam e alertaram algumas mudanças futuras no mercado financeiro.

Gamestop

O primeiro assunto abordado na live foi o caso da Gamestop, que virou o mercado de cabeça para baixo nessa semana. A Gamestop é uma loja de artigos de video-game e de entretenimento, que ainda fazem parte de um método antigo para o que se tornou o mundo dos videos games atualmente.

Mesmo sendo uma das maiores lojas desse segmento mundialmente, suas ações na bolsa de valores decaíram muito nos últimos anos, o que levou um interesse muito alto em alguns usuários do mundo em olhar mais a fundo para a Gamestop e mudarem drasticamente o rumo da empresa.

Elon Musk

Elon Musk, CEO da Tesla, recentemente acabou colocando em sua biografia no Twitter a hashtag “bitcoin”, gerando um grande boom no mercado de criptomoedas.

“Elon Musk tem cerca de 44 milhões de seguidores, em um universo muito grande […] É um cara que pode mudar o mercado com uma premissa muito grande, e não tenha dúvida que ele irá mudar, ele conhece muito bem a rede e isso pode mudar a vida de muitas empresas” comentou Marcelo.

Quer saber como foi o resto do bate papo? Vem ver na íntegra:

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Da loucura a genialidade: A história do Bitcoin no Brasil – BeInCrypto

Da loucura a genialidade: A história do Bitcoin no Brasil – BeInCrypto

Centenas de bilhões de dólares negociados todos os dias, instituições famosas investindo e milhões de consumidores,quem vê o mercado de bitcoin hoje pode achar que sempre foi assim. Mas a verdade é bem diferente, o mercado de bitcoin teve 4 fases claras.

1° fase: O Bitcoiner raiz

Quando entrei no mercado de bitcoin era “tudo mato”. Em 2013 tínhamos uma comunidade brasileira com no máximo 3 mil pessoas discutindo sobre uma nova moeda digital, falando coisas de nerd como: evolução do protocolo, novos sistemas de consenso e melhorias no código da criptomoeda. Era tudo muito pequeno.

Nesta época o bitcoin era tratado como “coisa de criminoso” pela mídia, uma moeda completamente privada, anônima e usada nas profundezas da internet. A mídia e os piramideiros ajudavam a espalhar essa má-fama totalmente infundada.

Por isso o Guto resolveu ajudar na criação do conteúdo e educação do mercado. Traduzimos textos, livros, filmes no Youtube e tudo que pudesse ajudar na disseminação de informações certas sobre o bitcoin.

Mas todo esse esforço era completamente em vão, pois os piramideiros – aqueles caras que prometem retornos impossíveis – estavam destruindo a reputação do Bitcoin . Começamos então a atacá-los nas redes sociais. Chegamos a receber ligações com ameaças de morte, só porque postamos alguns memes.

Foi uma fase difícil, mas a comunidade brasileira era muito boa e as discussões eram de alto nível.

Ethereum em minutos: Uma nova geração de Blockchain

Ethereum em minutos: Uma nova geração de Blockchain

Uma nova geração de Blockchain

Ethereum é uma plataforma aberta de blockchain que permite que qualquer pessoa crie e use aplicativos descentralizados. Assim como o Bitcoin, ninguém controla ou é detentor do Ethereum. Trata-se de um projeto de código aberto construído por muitas pessoas ao redor do mundo, mas, ao contrário do protocolo Bitcoin, o Ethereum foi projetado para ser adaptável e flexível.

A tecnologia do blockchain é a base tecnológica do Ethereum. Um blockchain é uma arquitetura de computação distribuída na qual cada nó
(usuários que cooperam com a estrutura, cedendo poder computacional) da rede executa e registra as mesmas transações, que são agrupadas em blocos. Apenas um bloco pode ser adicionado ao blockchain por vez. Cada bloco contém uma prova matemática (hash) responsável por certificar que determinado bloco segue na sequência do bloco anterior.

Desta forma, o “banco de dados distribuído” do blockchain é mantido em segurança e consenso por todos os nós da rede. As interações individuais do usuário com o livro de registro, que são feitas por meio de transações, são garantidas através de uma forte barreira de criptografia. Os nós que mantêm e verificam a rede são incentivados economicamente pela estrutura: cooperar é mais lucrativo do que fraudar.

No caso do Bitcoin, o banco de dados distribuído é concebido como uma tabela de saldos relativos aos endereços existentes. Em outras palavras, trata-se de um livro de registro (débitos e créditos) no qual as transações são efetivamente transferências de bitcoin. Com isso, permite-se a troca de valores financeiros entre usuários sem a necessidade de um intermediário.

Mas como o bitcoin começou a atrair maior atenção de desenvolvedores e tecnólogos, projetos inovadores começaram a usar a rede Bitcoin para fins além da esfera financeira. Muitos destes projetos assumiram a forma de “altcoins”, ou seja, criptomoedas alternativas que possuem, às vezes, seu blockchain próprio. O objetivo de muitos deles é trazer soluções para outros mercados, da mesma forma que o bitcoin trouxe para o sistema financeiro.

No final de 2013, o inventor do Ethereum, Vitalik Buterin, propôs um novo blockchain com a capacidade de ser programado para executar qualquer computação arbitrariamente complexa.

Ethereum Virtual Machine

O Ethereum é um blockchain programável. Em vez de dar aos usuários um conjunto de operações pré-definidas, como por exemplo transações com bitcoin, o Ethereum permite aos indivíduos criarem suas próprias operações com qualquer complexidade que assim desejem. Desta forma, o Ethereum serve como uma plataforma destinada à criação de diferentes aplicações descentralizadas em seu blockchain, incluindo, mas não limitando-se, às criptomoedas.

O Ethereum, no sentido estrito, refere-se a um conjunto de protocolos que define uma plataforma para contratos inteligentes e aplicações descentralizadas. Em seu cérebro está a Máquina Virtual Ethereum (Ethereum Virtual Machine – EVM), que pode ser entendida como um “super computador” capaz de executar códigos de complexidade algorítmica arbitrária.

Em termos de ciência da computação, o Ethereum é considerado “Turing completo”. Na teoria de computadores reais e virtuais, linguagens de programação e outros sistemas lógicos, um sistema “Turing completo” é aquele que tem um poder computacional equivalente à máquina de Turing universal. Em outras palavras, o sistema e a máquina universal de Turing podem emular um ao outro. Mesmo que seja fisicamente impossível para essas máquinas existirem porque requerem armazenamento ilimitado e probabilidade de falha nula, de uma maneira coloquial, a integridade de Turing é atribuída a máquinas físicas ou linguagens de programação que poderiam ser universais se tivessem armazenamento infinito e fossem absolutamente confiáveis.

Com o Ethereum, os desenvolvedores podem criar aplicativos descentralizados, popularmente conhecidos como Dapps, que funcionam na EVM usando linguagens de programação já existentes, como JavaScript e Python. Como qualquer blockchain, o Ethereum também inclui um protocolo de rede ponto a ponto (peer-to-peer). O banco de dados do blockchain do Ethereum é mantido e atualizado por muitos nós conectados à rede. Cada nó da rede executa a EVM e processa as mesmas instruções. Por este motivo, o Ethereum às vezes é descrito como um “computador mundial”.

Esta paralelização maciça da computação em toda a rede Ethereum não é feita para tornar a computação mais eficiente. Na verdade, esse processo torna a computação do Ethereum muito mais lenta e mais cara do que em um “computador” tradicional. Isso porque cada nó Ethereum executa a EVM para manter o consenso em todo blockchain, gerando um grande gasto de energia e poder computacional para manter a estrutura funcionando. Por outro lado, o consenso descentralizado oferece ao Ethereum níveis extremos de tolerância a falhas, garante tempo de inatividade zero e torna os dados armazenados no blockchain inalteráveis e resistentes à censura.

A plataforma Ethereum em si é desprovida de qualquer propriedade nativa e é agnóstica de valores. Semelhante às linguagens de programação, cabe aos empreendedores e desenvolvedores decidirem para quê a plataforma deve ser utilizada. No entanto, é claro que certos tipos de aplicativos tiram maior proveito das capacidades do Ethereum do que outros.

Especificamente, o Ethereum é adequado para aplicações que automatizam a interação direta entre pares ou facilitam a ação coordenada de um grupo em uma rede. Por exemplo, aplicativos para coordenação de mercados ponto-a-ponto ou a automação de contratos financeiros complexos.

O Bitcoin permite que os indivíduos troquem dinheiro sem envolver intermediários como instituições financeiras, bancos ou governos. O impacto do Ethereum pode ser mais abrangente. Em teoria, as interações financeiras ou negociações de qualquer complexidade podem ser realizadas de forma automática e confiável usando o código que está sendo executado no Ethereum. Além das aplicações financeiras, todos os ambientes em que a confiança, a segurança e a imutabilidade são importantes – por exemplo, registros de ativos, votação, governança e internet das coisas (IoT) – podem ser impactados positivamente pela plataforma Ethereum.

Como o Ethereum funciona?

O Ethereum incorpora muitos recursos e tecnologias que são familiares aos usuários do Bitcoin. Além disso, ele introduz muitas modificações e inovações próprias. Enquanto o blockchain do Bitcoin é puramente uma lista de transações, a unidade básica do Ethereum é a conta. O blockchain do Ethereum rastreia o estado de cada conta e todas as transições de estado são transferências de valor e informações entre as contas.

Existem dois tipos de contas:

  1. Conta de Propriedade Externa (Externally Owned Account – EOA), que são controladas por chaves privadas;
  2. Conta de Contrato, que são controladas pelo código do contrato e só podem ser “ativadas” por um EOA.

Para a maioria dos usuários, a diferença básica entre estes é que os usuários humanos controlam as EOAs – pois, afinal, apenas eles podem controlar as chaves privadas que dão controle sobre um EOA. As contas de contratos, por outro lado, são regidas pelo seu código interno. Se eles são “controlados” por um usuário humano, é porque eles são programados para serem controlados por um EOA com um determinado endereço, que por sua vez é controlado por quem possui as chaves privadas que controlam esse EOA. O termo popular “contratos inteligentes” (smart contracts) refere-se ao código em uma Conta de Contrato e são programas que são executados quando uma transação é enviada para essa conta. Os usuários podem criar novos contratos implantando o código no blockchain.

As Contas de Contrato apenas executam uma operação quando instruído por um EOA. Portanto, não é possível que uma Conta de contrato esteja executando operações nativas, como geração de números aleatórios ou chamadas de API (Application Programming Interface, ou Interface de Aplicação de Programação). Ela poderia fazer essas coisas somente se fosse solicitado por um EOA. Isso ocorre porque o Ethereum exige que os nós (computadores) possam concordar com o resultado da computação, o que exige uma garantia de execução estritamente determinista.

Como no Bitcoin, os usuários devem pagar pequenas taxas de transação para a rede. Isso protege o blockchain do Ethereum de tarefas computacionais frívolas ou mal-intencionadas, como ataques DDoS (ataques de negação de serviço) ou loops infinitos. O remetente de uma transação deve pagar por cada etapa do “programa” que eles ativaram, incluindo computação e armazenamento de memória. Essas taxas são pagas em quantidades equivalentes do token nativo do Ethereum, denominado Ether (ETH).

Essas taxas de transação são coletadas pelos nós que validam a rede. Mineradores nada mais são do que Nós da rede Ethereum que recebem, propagam, verificam e executam transações. Eles agrupam as transações em blocos, que incluem atualizações do “estado” das contas no blockchain do Ethereum. Como prova por seu trabalho (proof of work/PoW), os mineradores são recompensados com ether por cada bloco de sucesso que eles mineram. Isso fornece o incentivo econômico para as pessoas dedicarem hardware e eletricidade à rede do Ethereum.

Assim como na rede do Bitcoin, os mineradores são encarregados de resolver um problema matemático complexo para poder minerar com sucesso um bloco. O primeiro a resolver o problema recebe a recompensa pelo novo bloco gerado, além das taxas pagas em cada transação do bloco. Para desencorajar a centralização devido ao uso de hardware especializado (por exemplo, Application Specific Integrated Circuits (ASIC), ou seja, circuitos integrados de aplicação específica), como ocorreu na rede do Bitcoin, o Ethereum escolheu um problema computacional de memória. Se o problema requer memória e CPU, o hardware ideal é de fato um computador geral (GPU). Isso torna a prova de trabalho do Ethereum resistente à ASIC, permitindo uma distribuição de segurança mais descentralizada do que em blockchains cuja mineração é dominada por hardware especializado, como o Bitcoin.

O que é EOS?

O que é EOS?

A EOS é uma plataforma de contratos inteligentes similar ao Ethereum, mas bem diferente quanto a capacidade de processamento e estrutura da rede. Ela foi desenhada pela empresa Block.One para escalar aplicações descentralizadas de forma eficiente e foi lançada em junho de 2018.

Neste texto você entenderá em detalhe quais são os diferenciais deste blockchain, como comprar o token subjacente e como guardar com segurança.

Como funciona a EOS? 

Primeiro é importante saber que a EOS não possui uma mineração como a do bitcoin ou do ethereum, pois o seu modelo de consenso é baseado em Delegated Proof of Stake (DPoS). Isso significa que as transações na rede são validadas por meio de um sistema representativo de votação contínua, dessa forma qualquer participante da rede pode produzir blocos caso convença os detentores de tokens a votar neles.

De acordo com Vitalik Buterin, o criador do Ethereum, isso pode acabar tornando a rede mais centralizada por conta do menor número de nodes validadores. Mas por outro lado, os entusiastas da EOS rebatem esse argumento ressaltando que esse modelo evita o problema da concentração de 51% do hashrate em poucas pools de mineração.

De fato, a EOS funciona como um grande sistema operacional que possui memória RAM, processador e memória para arquivos, e para utilizá-lo você precisa “emprestar” tokens (deixando-os em stake) e comprar espaço de execução ou memória.

Para utilizar alguns destes recursos que o sistema oferece, o usuário ou desenvolvedor deve colocar uma quantia de tokens presa em estado de staking. 

Crescimento e perspectivas da EOS

Com uma estrutura tão inovadora, a EOS se destacou no mercado de criptoativos e é hoje a 18° maior criptomoeda em valor de mercado segundo o Coingolive. No último ano a EOS valorizou 309,89%. 

Com tantos recursos, a EOS tem expandido sua atuação e o uso do seu blockchain em um roadmap amplo e ambicioso. 

Quais são as vantagens?

Segundo o whitepaper do projeto, a tecnologia da EOS é uma arquitetura de blockchain que pode, em última instância, escalar para milhões de transações por segundo, eliminar taxas e permitir a implantação e manutenção rápida e fácil de aplicativos descentralizados no contexto de um blockchain governado.

A falta das taxas para os usuários finais é de extrema importância para os desenvolvedores da EOS, que explicam que uma plataforma blockchain de uso gratuito para os usuários provavelmente terá uma adoção mais ampla. 

Isso só é possível recompensando os validadores com novos tokens. Porém, a inflação de moedas é controlada em 5% para os produtores de blocos.

Quem são os desenvolvedores da EOS? 

Conforme citado anteriormente, a plataforma baseada em blockchain e o token EOS foram desenvolvidos pela empresa Block.One. O CEO Brendan Blumer e o CTO Daniel Larimer foram os co-autores do documento de apresentação do projeto.

Larimer é um dos programadores responsáveis pela criação da blockchain Steem e da plataforma de trading BitShares. Ele, porém, saiu do projeto recentemente em janeiro de 2021. Mas, segundo a página do LinkedIn da Block.One, são mais 31 engenheiros de software trabalhando em conjunto para construir soluções.

Quais são as carteiras de EOS?

As principais carteiras que suportam EOS e possuem boas avaliações são as seguintes:

  • Atomic Wallet
  • Ledger
  • Guarda Wallet

Enquanto a Atomic e a Guarda são gratuitas e possuem as versões de celular e PC, a Ledger é uma hardware wallet que oferece uma segurança ainda maior por manter as chaves privadas sempre offline.

O que é OMG Network?

O que é OMG Network?

OMG Network é uma solução de escalabilidade para as finanças no Ethereum, permitindo transações baratas, transparentes e seguras. Mais do que uma solução, traders e investidores acreditam que a OMG pode ser uma grande oportunidade. 

Te explicaremos o funcionamento da rede e tudo que você precisa saber sobre o token OMG no post de hoje. 

O que é OMG Network?

A OMG é uma solução de escalabilidade para a rede Ethereum, ela permite a criação de milhares de transações por segundo de ether e tokens no padrão ERC-20. 

A criação da OMG Network aconteceu devido à baixa quantidade de transações por segundo (tps) que o Ethereum consegue fazer – entre 10 e 14 tps. 

A OMG consegue fazer isso utilizando diversos conceitos criptográficos avançados, eles agrupam diversas transações para, em conjunto, enviá-las à rede do Ethereum – economizando taxas no processo. 

Para exemplificar, a OMG seria como um aplicativo de carona. Se você e todo mundo utilizar um carro próprio as vias podem se congestionar e todo mundo acaba pagando mais caro pela gasolina gasta e tempo no trânsito. Agora, se você e muitas pessoas pegarem carona, todos conseguem chegar mais rápido ao destino, pagando menos e compartilhando mais.

Além das vantagens relacionadas as taxas, a OMG é mais privada que outras soluções, pois ela unifica as transações em grupos. 

Para os mais inclinados tecnologicamente, a OMG está baseada na solução chamada de More Viable Plasma, que foi desenvolvida pelo criador do Ethereum e outras mentes brilhantes do setor de criptomoedas. Nela, apenas um node faz a criação de blocos, mas diversos “watchers” ficam de olho se as transações estão sendo processadas corretamente. 

Quais as vantagens do token OMG?

Contudo, esse sistema seguro e descentralizado não funcionaria sem o token OMG. Ele tem diversas funções na rede e nos últimos 12 meses valorizou mais de 270%.

A principal utilidade da moeda OMG é o pagamento de taxas e a função de staking, quando for lançado o protocolo de staking. Isso significa que usuários com o token poderão criar nodes de validação usando as moedas como depósito de segurança. Isso acontecerá assim que a OMG lançar o protocolo de stake e o mecanismo de governança de rede. 

Os validadores ganham com as taxas transacionais na rede OMG. Portanto, podemos dizer que o valor da moeda estará ligado ao uso da rede seja ele feito por indivíduos, empresas ou aplicações descentralizadas. 

Utilizando a calculadora da Omgpool é possivel ter uma expectativa dos ganhos de acordo com diversos fatores como base de taxas, volume de transações, porcentagem das fees, tamanho médio das transações e outros.

Com apenas 500 OMG e uma média de US$100 milhões negociados, com US$40 em transações médias e taxas de US$0,05 a calculadora da OMGPool tem a expectativa de ganhos mensais de US$112,50. Vale ressaltar que esta é apenas uma expectativa, os números podem mudar assim como o direcionamento da rede. 

Quem desenvolve e aprova a OMG?

Mas todo esse sucesso não seria possível sem uma boa equipe construindo o projeto. O whitepaper da OMG foi escrito por Joseph Poon, um desenvolvedor envolvido nos projetos da Lightning Network do Bitcoin e Plasma.

Joseph Poon 

A rede também recebeu apoio dos co-criadores do Ethereum, Vitalik Buterin e Gavin Wood (também responsável pelos projetos Polkadot e Kusama).

 Além disso, o governo japonês já colocou a OMG na lista de moedas permitidas e o Banco da Tailândia e o Ministro das Finanças do país deram acenos de aprovação ao projeto.

Como armazenar OMG?

O armazenamento de OMG pode ser feito na Foxbit se você quiser fazer trades rápidos, mas você também pode guardar o token nas seguintes wallets:

  • Metamask
  • MEW
  • Exodus
  • Ledger Nano S
  • Trezor Model One

Onde comprar OMG?

Você pode negociar OMG e outras criptomoedas na Foxbit com reais (BRL). Isso pode ser feito pelo Livro de Ofertas ou pela aba Compra Rápida.