6 anos Foxbit: do Oscar das startups até 2020

6 anos Foxbit: do Oscar das startups até 2020

A Foxbit tem apenas 6 anos, apesar de jovem nós nunca paramos de inovar e conquistar prêmios para o nascente mercado de criptoativos. Com mais de 650 mil clientes, estamos ajudando a expandir o bitcoin e as criptomoedas.

Hoje vamos te contar um pouco da nossa história e como estamos levando o bitcoin para lugares inesperados. 

Do Oscar das startups as centenas de milhões

Em 2015, um ano depois da nossa fundação, chegamos ao 2 ° lugar no prêmio Spark Awards, conhecido como o Oscar das startups brasileiras. Em 2016 a Foxbit ganhou o primeiro lugar no prêmio Microsoft BizSpark e foi finalista pelo InovaBra, pelo Bradesco. 

Mas não paramos por aí, nesse tempo criamos uma das maiores comunidades do Brasil, e em 2017, com mais de 200 mil clientes cadastrados, chegamos ao primeiro lugar no prêmio Visa Track.  Ao mesmo tempo, lançamos o maior portal de criptomoedas do Brasil, o Cointimes. 

Um ano depois, não paramos de inovar e criamos a primeira mesa de operações em bitcoin e criptoativos do Brasil, inaugurando a venda de ativos digitais para grandes investidores e instituições. Como resultado de tanto crescimento a Delloite | Exame nos elegeu como a PME que mais cresceu em 2018.

Em 2019 adquirimos a Modiax, ganhando a expertise da equipe e crescendo ainda mais no mercado de criptoativos. 

Já em 2020, movimentamos mais de R$300 milhões no mercado balcão e também fomos eleitos como a 4° empresa mais ética do país, superando outras grandes fintechs e empresas tradicionais. 

Mas todos esses prêmios não são apenas da Foxbit, eles fazem parte do avanço do bitcoin no Brasil e indicam que as criptomoedas estão crescendo e ficando cada vez mais reconhecidas pelo mercado tradicional. 

Com a retomada da economia e chegada da vacina, esperamos que 2021 seja um ano com mais conquistas, inovações e expansão do mercado de criptomoedas. E esperamos poder contar com você nessa jornada!

Ethereum em minutos: Por dentro do blockchain do Ethereum

Ethereum em minutos: Por dentro do blockchain do Ethereum

Por dentro do blockchain do Ethereum

Fundamentalmente, um blockchain é um banco de dados compartilhado, composto por um livro de registro de transações, ou seja, a sua função é muito semelhante à de um banco. Contudo, enquanto os registros feitos pelo banco são armazenados de forma centralizada, com o blockchain cada participante da rede tem uma cópia do histórico de transações. Cada um desses participantes é chamado de “nó” da rede.

O blockchain elimina o problema da confiança que afeta os bancos de dados das seguintes maneiras:

Descentralização total: a leitura e a possibilidade de agregar informações ao banco de dados são completamente descentralizadas e segura. Nenhuma pessoa ou grupo controla um blockchain.

Tolerância à falha extrema: esta característica refere-se à capacidade de um sistema em lidar com dados corrompidos. É impossível adicionar ao livro de registro do blockchain algum dado corrompido ou errado. Todos os nós da rede precisariam aprovar tal transação e isso não ocorreria se ela não fosse legítima e válida.

Verificação independente: as transações podem ser verificadas por qualquer pessoa, sem a necessidade de um terceiro. Isso às vezes é
referido como “desintermediação”.

Como funciona o Blockchain

Agora que temos alguma ideia da razão pela qual os blockchains são úteis, vamos mergulhar mais profundamente em como eles funcionam.

As interações entre contas em um blockchain são chamadas de “transações”. Elas podem ser transações monetárias, como o envio de ether de uma pessoa para outra. Elas também podem ser transmissões de dados, como uma mensagem, um contrato etc. Um pacote de transações é chamado de “bloco”.

Cada conta no bloco tem uma assinatura exclusiva, que permite a todos saber qual conta iniciou a transação. Em um blockchain público, qualquer pessoa pode ler ou escrever dados. A leitura de dados é gratuita, mas escrever uma transação em um bloco do blockchain não é. Esse custo, conhecido como “gás”, cujo preço é derivado a partir do ether, ajuda a desencorajar o spam e é uma mecanismo de proteção da rede.

Mineração

Qualquer nó na rede pode participar da segurança da rede através de um processo chamado “mineração”. Os nós que optaram por serem mineradores competem para resolver problemas de matemática que protegem o conteúdo de um bloco.

Uma vez que a mineração requer poder de computação (além de muita energia elétrica), os mineradores podem ser compensados pelo seu serviço. O vencedor da competição recebe alguma criptomoeda como recompensa. No caso da rede do Ethereum, o minerador recebe ether. Isso incentiva os nós a trabalharem para proteger a rede, impedindo que muito poder esteja nas mãos de qualquer minerador.

Hashing

Uma vez que um novo bloco é minerado, os outros mineradores são notificados e começam a verificar e adicionar este novo bloco às suas cópias do blockchain. Isso é feito através de hashing criptográfico (ou simplesmente, “hash”). Hashing é um processo unidirecional que transforma dados em uma sequência alfanumérica de comprimento fixo que representa esses dados. Embora os dados originais não possam ser reproduzidos a partir do hash, os mesmos dados sempre produzirão o mesmo hash.

Quando mais da metade dos mineradores já validou o novo bloco, a rede alcança o consenso em relação àquela informação e o bloco passa a fazer parte do histórico permanente do blockchain. Agora, esses dados podem ser baixados por todos os nós, com a sua validade garantida.

O Blockchain do Ethereum

A estrutura do blockchain do Ethereum é muito semelhante à
estrutura do Bitcoin, pois trata-se de um registro compartilhado de
todo o histórico de transações. Cada nó na rede armazena uma
cópia desse histórico.

A grande diferença é que no Ethereum, os nós armazenam o estado mais recente de cada contrato inteligente, além de todas as transações com ether (isso é muito mais complicado do que o descrito, mas o texto abaixo deve ajudá-lo a ficar mais por dentro).

Para cada aplicação no Ethereum, a rede precisa acompanhar o “estado”, ou seja, a informação atual de todas essas aplicações, incluindo o saldo de cada usuário, todo o código do contrato inteligente e onde está armazenado.

O Bitcoin, por outro lado, utiliza algo conhecido como “saídas de transações não gastas” (UTXO, na sigla em inglês) para rastrear quem tem quanto em bitcoin.

Embora pareça mais complexo, a ideia é bastante simples. Toda vez que uma transação de bitcoin é feita, a rede “quebra” o montante total como se fosse papel-moeda, enviando bitcoins de volta como se fossem um troco que recebemos em papel-moeda.

Para fazer transações futuras, a rede do Bitcoin deve somar todas as suas “notas ou moedas” de acordo com o valor que deseja ser enviado. Estas notas são classificadas como “gasto” (spent) ou “não gasto” (unspent).

O Ethereum, por outro lado, utiliza o conceito de contas.

Como os fundos de uma conta bancária, os tokens de ether aparecem em uma carteira e podem ser portados (por assim dizer) para outra conta. Os fundos estão sempre em algum lugar, mas não têm o que você pode chamar de relacionamento contínuo.

O que é prova de trabalho?

Apesar de o blockchain ser considerado a grande inovação que permitiu o surgimento das criptomoedas, na verdade, existe algo ainda mais importante para o bom funcionamento desses ativos digitais que muitas vezes é pouco comentado. Estamos falando de mecanismo de consenso das criptomoedas.

Tanto o Bitcoin, quanto o Ethereum utilizam um mecanismo conhecido como Prova de Trabalho (PoW, na sigla em inglês, que deriva de Proof of Work).

A prova do trabalho é um protocolo que tem como principal objetivo dissuadir ataques cibernéticos, como um ataque distribuído de negação de
serviço (DdoS), que visa esgotar os recursos de um sistema ao enviar múltiplos pedidos falsos.

A ideia da PoW foi originalmente publicada por Cynthia Dwork e Moni Naor em 1993, mas o termo “prova de trabalho” foi cunhado por Markus Jakobsson e Ari Juels em um documento publicado em 1999.

Prova de trabalho e mineração

A prova de trabalho é um requisito para definir um cálculo computacional custoso, também chamado de processo de mineração, responsável por gerar novos blocos de transações e aumentar a oferta da criptomoeda no mercado de forma descentralizada, ao contrário das moedas fiat, que são emitidas através de estruturas centralizadas (Bancos Centrais).

A mineração tem dois propósitos:

1) Verificar a legitimidade de uma transação ou evitar o chamado gasto duplo;

2) Emissão de novas moedas digitais, recompensando mineradores por realizar o processo de mineração.

Quando se configura uma transação, eis o que acontece nos bastidores:

As transações são agrupadas em um conjunto chamado de bloco. Os mineradores, então, verificam que as transações dentro de cada bloco são legítimas. Para fazer isso, eles devem resolver um enigma matemático conhecido como problema de prova de trabalho. Uma recompensa é dada ao primeiro minerador que resolver o problema. As transações verificadas são armazenadas no blockchain público.

Todos os mineradores da rede competem para ser o primeiro a encontrar uma solução para o problema matemático. Este problema não pode ser resolvido por meio da força bruta ou de qualquer outra maneira, de modo que essencialmente requer uma grande quantidade de tentativas. Quando um minerador finalmente encontra a solução certa, toda a rede fica sabendo ao mesmo tempo que houve um “vencedor” daquele bloco, o qual receberá um prêmio em criptomoeda (a recompensa) fornecido pelo protocolo.

Desde que surgiu e, pelo menos, até o final do primeiro trimestre de 2018, o Ethereum funcionou com um mecanismo de consenso de prova de trabalho como este descrito acima. Contudo, os desenvolvedores da plataforma pretendem fazer a transição para um novo tipo de mecanismo conhecido como Prova de Participação (PoS, na sigla em inglês, que deriva de Proof of Stake).

O que é prova de de participação?

A prova de participação é uma maneira diferente de validar transações e de alcançar o consenso distribuído. Também trata-se de um algoritmo e o objetivo é o mesmo da prova de trabalho, mas o processo para atingir o objetivo é bastante diferente.

A primeira menção a esta ideia foi no fórum virtual bitcointalk em 2011, mas a primeira moeda digital a usar este método foi a Peercoin, em 2012.

Na Prova de Participação, o criador de um novo bloco é escolhido de forma determinista, dependendo da sua riqueza, ou seja, da quantidade de tokens que possui.

Neste modelo, todas as moedas digitais são criadas antes do início do sistema e seu número total nunca muda. Não existe emissão paulatina de tokens, como acontece no Bitcoin e também acontece com o Ethereum quando ele usa Prova de Trabalho.

Isso significa que no sistema PoS não há recompensa por bloco, então, os mineradores recebem somente as taxas de transação.

É por isso que, na verdade, neste sistema PoS, os mineradores são chamados de “ferreiros” (forgers, em inglês).

Por que o Ethereum quer usar POS?

A comunidade Ethereum e seu criador, Vitalik Buterin, estão planejando fazer uma atualização na rede da plataforma (hard fork, no termo em inglês) para fazer uma transição da prova de trabalho para prova de participação.

Num consenso distribuído baseado na prova do trabalho, os mineradores precisam de muita energia elétrica para performar os cálculos matemáticos. E esses custos de energia são pagos com moedas fiduciárias, levando a uma constante pressão descendente sobre o valor da moeda digital.

Os desenvolvedores estão muito preocupados com esse problema, e a comunidade Ethereum quer explorar o método da prova de participação para uma forma de consenso mais generalizada e mais econômica. Esta atualização do Ethereum que quer implementar a PoS é conhecida como Casper.

Ethereum em minutos: O mundo tokenizado

Ethereum em minutos: O mundo tokenizado

O mundo tokenizado

Hoje em dia, o acesso a investimentos financeiros tradicionais é bastante complexo, cheio de burocracias e boa parte das informações sobre um ativo financeiro específico está concentrado na mãos de intermediários que atuam na comercialização desses instrumentos financeiros. Além disso, é muito difícil saber por quais mãos determinado ativo já passou ou sobre o que exatamente ele se trata.

O processo de tokenização da economia, ou seja, a transformação de ativos financeiros em tokens proverá uma quantidade imensurável de informações aos consumidores e permitirá que eles possam acessá-los de maneira muito mais simples, rápida e barata. A plataforma do Ethereum possui a infraestrutura necessária para que essa revolução aconteça.

Embora tenhamos a tendência de pensar que os mercados financeiros globais são tão líquidos quanto possível, isso só é verdade para pessoas e organizações que já estão no “sistema”, ou seja, corretores e instituições financeiras. O cliente final é obrigado a percorrer todos os níveis burocráticos e de conformidade para abrir uma conta, assinar contratos, pagar comissões etc. Isso também se aplica para investimentos em empresas em crescimento, cujo acesso é concedido apenas a investidores credenciados.

A estrita regulamentação do mercado para os usuários finais levou à demanda por alternativas, que inesperadamente liberaram o mercado de criptomoedas. Assim que as pessoas começaram a acreditar que este mercado permitia que eles não só entrassem, mas também se retirassem livremente, a liquidez aumentou, o mercado cresceu absurdamente e o número de ofertas iniciais de criptomoedas (ICOs) cresceu exponencialmente.

A burocracia é a principal razão pela qual um investidor pode mudar de ideia sobre a abertura de uma conta tradicional de investimentos. Uma questão secundária é a baixa usabilidade do software de negociação, como um home broker, pois é necessário estudar ou confiar o trabalho a um terceiro. Problemas mais fundamentais – como a necessidade de confiança nos intermediários, a baixa integração das infraestruturas e a velocidade das liquidações – estão em terceiro lugar.

Indiretamente, a tokenização criou uma forma para sistemas extremamente simples e convenientes, onde, dentro de 20 minutos, você pode enviar dinheiro para a corretora, fazer a negociação e retirar capital.
Em essência, a tokenização é o processo de transformação do armazenamento e gerenciamento de um ativo, quando cada ativo é atribuído a uma contrapartida digital em um blockchain.

Idealmente, tudo o que acontece em um sistema de contabilidade digital deve ter implicações legais, assim como as mudanças em um registro imobiliário levam a uma mudança na propriedade da terra. A era da tokenização introduz a importante inovação de que os ativos são gerenciados diretamente pelo proprietário em vez de gerenciar ativos através da emissão de pedidos para um intermediário.

A diferença de abordagem é facilmente explicada pelo exemplo da diferença entre o sistema bancário e o ether. Com uma conta bancária, o cliente envia uma instrução para um banco onde é executado por alguém e o cliente se identifica através de seu login e senha. No caso do ether, o iniciador da transação usa sua assinatura digital, que em si é uma condição suficiente para que a transação seja executada.

Nada impede o uso do mesmo mecanismo para gerenciamento de ativos tradicionais. Certamente, isso exigirá uma mudança na infraestrutura, mas trará muitos benefícios. Isso reduzirá os custos e aumentará a velocidade e segurança dos negócios.

Exemplo de tokenização

Em busca de mais transparência, agilidade e segurança, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende lançar o seu próprio token na plataforma do Ethereum.

Inicialmente chamado de “BNDES Coin” em alusão ao frenesi das moedas digitais, a iniciativa foi rebatizada internamente de “BNDES Token”, pois, na prática, compreende a “tokenização” do real brasileiro. Com isso, o banco estatal pretende conceder financiamento em tokens que serão lastreados na moeda nacional. A ideia é que o financiamento de uma obra seja operacionalizado por meio de tokens. Assim, todo o caminho percorrido pelo dinheiro será totalmente transparente.

Qualquer brasileiro poderá visualizar quem são as empresas envolvidas na operação e as transações realizadas. As informações críticas não estarão armazenadas em um banco de dados dentro do BNDES. Elas estarão públicas no blockchain.

Na prática, o tomador do empréstimo disponibilizará ao BNDES um endereço público na blockchain. O banco estatal, então, enviará os tokens que depois serão utilizados pelo governo estadual para o pagamento dos fornecedores que, por sua vez, poderão solicitar o resgate em reais junto ao BNDES.

Ethereum em minutos: A principal aplicação do Ethereum

Ethereum em minutos: A principal aplicação do Ethereum

A principal aplicação do Ethereum

Uma oferta inicial de criptomoeda ou oferta inicial de token, conhecida pela sigla em inglês ICO (Initial Coin Offering), é um mecanismo de captação de recursos nos quais novos projetos vendem seus tokens criptográficos subjacentes em troca de ether ou algum outro ativo digital.

A ideia por trás de uma ICO é ser uma espécie de Oferta Pública Inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), um mecanismo tradicional de levantamento de recursos existente no mercado financeiro, no qual uma empresa lista suas ações em uma bolsa de valores e as vende para investidores.

As ICOs são um fenômeno relativamente novo, mas rapidamente se tornaram um tópico dominante de discussão dentro da comunidade de blockchain e de ativos digitais. Muitos enxergam os projetos de ICO como títulos não regulamentados que permitem a seus fundadores levantar um montante de capital injustificado, enquanto outros argumentam que é uma inovação no modelo tradicional de financiamento de risco.

As ICOs são fáceis de serem estruturadas devido a tecnologias como o padrão de token ERC20 existente no Ethereum, que facilita bastante o processo de desenvolvimento necessário para criar um token criptográfico.

A maioria das ICOs permite que os investidores enviem fundos (geralmente em ether) para um contrato inteligente que armazena os fundos e os converte para o novo token em um momento posterior pré-determinado pela oferta.

História das ICOS

Vários projetos usaram um modelo de financiamento coletivo para financiar seu trabalho de desenvolvimento em 2013. A Ripple, por exemplo, pré-minerou 1 bilhão de tokens XRP e os vendeu a investidores voluntários em troca de moedas fiat ou bitcoin. O próprio Ethereum levantou um pouco mais de US$ 18 milhões no início de 2014 – a maior ICO já completada até aquele momento.

O The DAO foi a primeira tentativa de levantamento de fundos para um novo token feita no Ethereum. Ele prometia criar uma organização descentralizada que financiaria outros projetos de blockchains, sendo que as decisões de governança seriam feitas pelos próprios detentores do token.

Enquanto o The DAO foi bem-sucedido em termos de arrecadar dinheiro – mais de US$ 150 milhões – um invasor desconhecido conseguiu drenar milhões da organização devido a vulnerabilidades técnicas.

Embora a primeira tentativa de financiar um token com segurança na plataforma Ethereum tenha falhado, os desenvolvedores de blockchain perceberam que o uso do Ethereum para lançar um token ainda era muito mais fácil do que buscar rodadas de investimento inicial através do modelo usual de capital de risco (venture capital).

Alguns acreditam que os projetos de crowdfunding podem ser a principal aplicação do Ethereum, dado o tamanho e frequência das ICOs. Somente em 2017, mais de US$5 bilhões foram levantados em centenas de ICOs. Nunca antes as startups de pré-operacionais foram capazes de levantar tanto dinheiro e tão pouco tempo.

As ICOS são legais?

A resposta curta é talvez. Legalmente, as ICOs existem em uma área extremamente cinza porque os argumentos podem ser feitos tanto para e contra o fato de que elas são apenas ativos financeiros novos e não regulamentados. A decisão recente da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, a SEC, no entanto, conseguiu esclarecer uma parte daquela área cinzenta.

Em alguns casos, o token é simplesmente um token utilitário (utility token), o que significa que o proprietário tem acesso por meio do token a um serviço ou produto oferecido pelo protocolo ou rede específica. Portanto, não pode ser classificado como uma garantia financeira.

Por outro lado, se o objetivo do token é de apenas ter seu valor apreciado, ele passa a ser considerado valor mobiliário, ou seja, um security token. E se assim o for, ele deveria seguir todas as regras existentes de emissão de valores mobiliários, tanto nos Estados Unidos, quanto no Brasil.

Enquanto muitas pessoas compram tokens para acessar a plataforma subjacente em algum momento futuro, é difícil refutar a ideia de que a maioria dos token são para fins de investimento especulativo. Isso é fácil de verificar, dado os valores de avaliação de mercado de muitos projetos que ainda não lançaram um produto comercial.

A decisão da SEC pode ter proporcionado alguma clareza ao status de tokens de utilidade x security. No entanto, ainda há espaço suficiente para testar os limites das legalidades. Por enquanto, até que outros limites regulamentares sejam impostos, os empresários continuarão a aproveitar deste novo fenômeno.

6 números que você não conhecia sobre o Bitcoin

6 números que você não conhecia sobre o Bitcoin

Você conhece o Bitcoin? Quando pergunto isso é para entender até que nível você realmente conhece a criptomoeda.

“O bitcoin é pequeno para quem vê e gigante para quem anda”, a principal criptomoeda do mundo é mais que apenas preço e linhas de código. 

Hoje você vai ver 6 fatos que você definitivamente não conhecia sobre o bitcoin.

  1. Você faz parte do 1%

É estimado que por volta de ~1% da população mundial tenha bitcoin. O total de wallets no blockchain do bitcoin com alguma fração da moeda é de apenas 756 mil.  Entretanto, é estimado que mais de 

Um estudo publicado pela CH&Co sugere que apenas 100 milhões de pessoas tenham investido em criptomoedas, isso significa que ~1,3% da população mundual já teve ou tem alguma cripto. Como se sente fazendo parte do 1% da população mundial? 

  1. Bitcoin é o 14° ativo com maior marketcap

O valor de mercado do Bitcoin já supera o da Visa, Mastercard, Paypal, McDonalds e está próximo de ultrapassar o JPMorgan. Apesar de não ser uma medida ideal para comparar um ativo como o bitcoin com ações devido a sua natureza diferente, ele serve para mostrar o quão longe o BTC chegou. 

                                    Bitcoin com US$361 bilhões em valor de mercado | Fonte: AssetDash

  1. A menor unidade de bitcoin vale mais que muitas moedas

Por ser uma moeda digital o bitcoin pode ser dividido em até 8 casas decimais, sendo a última equivalente a 1 satoshi ou 0,00000001 BTC (1/1000000). O que poucas pessoas sabem é que 1 satoshi equivale a uma ou mais unidades das menores unidades destas 12 moedas estatais abaixo:

                                             Fonte: Fiatmarketcap.com

Atualmente, 982 satohis compram o equivalente a R$1,00 nas corretoras brasileiras. 

  1. Bitcoin tem mais satélites que o Brasil

O Brasil conta com 0 satélites produzidos e completamente operados  em solo nacional. Enquanto isso, a moeda da internet conta com 4 satélites geoestacionários operados pela Blockstream. 

                                            Cobertura dos Satélites da Blockstream

Estes satélites servem para você receber transações de bitcoin mesmo sem acesso a redes de internet.

*Vale lembrar que o Brasil opera, em conjunto com outros países, 9 satélites. 

  1. Bitcoin tem mais desenvolvedores que o Banco Central do Brasil

Segundo dados da equipe de pesquisa da Bitmex e de dados coletados via Lei de Acesso à Informação pelo Cointimes, o Bitcoin tem mais desenvolvedores que o Banco Central do Brasil, responsável pelo PIX. 

São 33 desenvolvedores do Bitcoin patrocinados por alguma empresa ou instituição, enquanto o BCB conta com uma equipe enxuta de 16 devs para cuidar de toda a infraestrutura do PIX e Banco Central. 

Isso sem contar as dezenas de desenvolvedores envolvidos na segunda camada do BTC e sidechains diversas. 

  1. Só um produto da Foxbit já movimentou mais de R$300 milhões em Bitcoin e criptoativos

Nós contamos com diversos produtos tanto para clientes comuns do varejo, quanto para investidores de grande porte. 

O Foxbit Invest, o primeiro mercado balcão de bitcoin do Brasil, já movimentou mais de R$300 milhões principalmente em bitcoin mas também em outros ativos digitais. 

Se você tem interesse em comprar bitcoin em pequenas ou grandes quantidades, acesse Foxbit.com.br e venha investir no melhor ativo da década segundo a CNN.