Gabriel Contri Nossas histórias

Gabriel Contri

Gabriel Contri

Desde muito pequeno, sempre gostei de ajudar as pessoas. É uma característica marcante minha e que eu costumo aplicar em tudo na minha vida. Sou Gabriel Contri, tenho 24 anos e sou analista de dados na Foxbit.

Família e altruísmo

Minha história familiar é curiosa. Minha mãe saiu de casa quando eu tinha dois meses de idade e conheceu meu padrasto, que me cria há mais de 20 anos e que, pra mim, é meu pai.

Ele já tinha duas filhas quando conheceu minha mãe, e eu me lembro bem da primeira vez que fomos viajar juntos pra praia. Eu o chamei de “pai”, devia ser bem pequeno, e as minhas irmãs ficaram muito bravas! “Ele não é seu pai!”, elas falaram. Isso passou e, até hoje, eu o chamo de pai, e não penso em fazer diferente.

Mesmo com minhas irmãs pegando no meu pé quando pequeno, eu sempre gostei de ajudar e fazer tudo pelos outros. Queria mesmo ver as pessoas felizes, sempre fui muito proativo. Hoje nos damos superbem, nossa família cresceu com a chegada do irmão mais novo, o Alê.

Quando eu estava na escola, sempre tinham iniciativas de caridade, como visitas a creches, a asilos para ajudar os idosos, e eu sempre gostei muito dessas atividades. Ia com alguma frequência, gostava de doar um pouco do meu tempo pros outros. Sei que fui muito privilegiado, e que pode sobrar um pouco para os outros.  

Nos períodos difíceis aqui na Foxbit, algo que sempre me motivou foi lembrar que não depende só de mim, que tem muita gente envolvida, e unida. E eu sabia que eu não poderia errar, porque tem muita gente por trás, com suas famílias e suas questões para cuidar. Pensar nos outros sempre me motivou.

gabriel contri

Ação Human Day no Vale do Anhangabaú, neste ano

Formação profissional

Minha mãe queria que eu fizesse Engenharia, porque eu sou bom com números, mas eu sempre quis fazer Economia: entender como funcionam as pessoas nas tomadas de decisões mesmo. Engenharia é muito número; Economia é mais holística.

Quando eu era pequeno, brincava com um simulador da bolsa de valores da Folha e me divertia com isso! Assim, desde os 14 eu já pensava em ser um economista. O mercado de trabalho é um pouco diferente, e eu sempre fui apaixonado por pessoas, por entendê-las. O ensinamento da faculdade me trouxe muito pra prática do dia a dia.

Em 2017, eu já tinha diversas critpos no meu portfólio individual e olhava pro mercado desde 2014, me interessava demais pelo assunto. Fiz minha monografia sobre blockchain (eu queria falar sobre Bitcoin, mas fui “aconselhado” pela faculdade a só escrever sobre isso se tivesse um viés crítico. Eu queria fazer uma análise). No fim, o foco foi a teoria dos custos de transação.

O mundo de criptomoedas a Foxbit

Quando eu estava terminando a faculdade, fui procurar estágio e avancei em diversos processos seletivos, inclusive no Itaú e na Foxbit. Quando vim pra entrevista na Foxbit, foi muito engraçado: eu cheguei de terno e gravata, sem a menor ideia de que era outra pegada! Saí achando que esse era o lugar que eu queria trabalhar (e que eu tinha exagerado no terno hahaha).

Na faculdade, eu era a referência para os colegas sobre assuntos envolvendo criptomoedas. Mas na Foxbit eu me senti em casa, porque todos falavam de criptos por todos os lados! E eu percebi que é isso que eu queria: trabalhar com mercado financeiro, mas em uma startup, com criptomoedas.

Cheguei no “boom” do ano passado e tinha muito trabalho e, na época, pouco espaço (físico, mesmo). Fiquei trabalhando em uma mesinha apertada até que pegamos outras salas no nosso andar e crescemos pro tamanho que temos hoje.

A Foxbit sempre teve como valor o conceito de “livres para agir” e, como não faltava trabalho, assumi inúmeras tarefas e com isso aprendi muito. E como com poderes vêm responsabilidades, foi tão intenso que parece que foram 15 anos, mas foi um só…

Durante meu programa de estágio, que durou seis meses, entrou um cientista de dados que deu início a essa área na Foxbit. Com ele eu aprendi muito, e esse contato foi a base para trabalhar no que estou agora.

Eu já tive contato com programação, jogos online, sempre aprendi muito. Jogo Ragnarok desde que eu tinha uns 8 anos, sou um apaixonado por tecnologia. Gosto de montar minhas próprias coisas, abrir meu computador, consertar coisas pela casa. Em determinado momento, eu não queria só jogar, eu comecei a ver como criar um servidor e ir além.

De Rag eu pulei pra League of Legends, e realmente descobri que sou muito competitivo. Exageradamente! Nas partidas rankeadas, deve ter um milhão e meio de pessoas que jogam no Brasil, e eu era top 300. Já joguei muito, mas hoje não tenho mais tanto tempo.

Com esse processo todo de aprendizado na Foxbit, percebi que era com dados que eu queria mexer. E desde então eu tenho seguido com isso, unindo o meu conhecimento de economia à vivência do dia a dia. Assim sigo caminhando para o meu próximo desafio, me tornar um cientista de dados!

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