O que é USDT e como comprar a stablecoin do dólar?

O que é USDT e como comprar a stablecoin do dólar?

As stablecoins surgiram como uma espécie de âncora de estabilidade, em meio ao volátil mercado de criptomoedas. Esse tipo de token costuma ser atrelado a algum ativo fixo ou moedas fiduciárias, como o dólar. Dentro deste setor, há uma sigla muito importante: USDT. Mas então o que é USDT? Simplesmente, estamos falando a maior stablecoin lastreada no dólar norte-americano do mundo e um dos motores de todo o ecossistema de criptomoedas. Por isso, no artigo de hoje, a gente vai se aprofundar em todos os detalhes sobre essa moeda digital, como:
    • O que é USDT?
    • História da stablecoin
    • Como o USDT funciona
    • Reservas auditadas da Tether
    • Diferenças entre USDT X USDC
    • Relevância deste token para o mercado de criptomoedas
    • Regulação da stablecoin no Brasil
    • Onde comprar Tether
Vamos lá!?

O que é USDT?

USDT é uma stablecoin lastreada no dólar. Em outras palavras, isso quer dizer que o token foi projetado para ter o mesmo valor que a moeda norte-americana. Para garantir essa equivalência, cada USDT emitido exige que a empresa se comprometa a ter o US$ 1 correspondente depositado em sua reserva – de preferência auditada. Graças a essa paridade de 1:1 entre unidades de criptomoedas em circulação e valores em reserva, a stablecoin fica garantida, com o compromisso de manutenção da distribuição correta pelo seu emissor. Assim, a Tether estabeleceu uma conexão valiosa entre o universo das moedas digitais e o das moedas fiduciárias.

Leia também: O que são stablecoins?

Como funciona o Tether?

Lançado em 2014, Tether é uma das primeiras stablecoins desenvolvidas a ganhar destaque no mercado de criptomoedas. A empresa opera emitindo os tokens USDT, em resposta aos depósitos em dólar. Então, como comentado acima, a cada novo dólar depositado na reserva, uma nova unidade de USDT é emitida e disponibilizada em circulação para ser negociada nas principais plataformas e exchanges de criptomoedas. Por outro lado, quando um usuário deseja trocar seus tokens USDT por dólares tradicionais, essas stablecoins são “destruídas” ou “queimadas” na blockchain ao serem enviadas para uma carteira USDT inacessível.

Saiba mais: Como ocorre a queima de criptomoedas?

Este procedimento é o que mantém a paridade com a moeda norte-americana intacta.

A história do Theter

Originalmente lançado na rede do Bitcoin, através do protocolo Omni Layer, o Tether expandiu-se ao longo dos anos para outras blockchains. Assim, também é possível transacionar USDT a partir de várias redes, como:
  • Ethereum
  • Avalanche
  • Polygon
  • Cosmos
  • Tron
  • EOS
  • Liquid
  • Algorand
Essa flexibilidade e sua capacidade de proporcionar estabilidade em meio à volatilidade do mercado rapidamente o colocou como um dos tokens mais relevantes e importantes do setor.  Mas vamos ver esses detalhes a seguir!

Tether e as reservas auditadas

No papel, a estrutura de uma stablecoin é bastante simples. Porém, o mercado funciona à base de confiança. Afinal, não basta dizer que um token é pareado com o dólar. É preciso provar isso. Neste caso, a Tether mantém um acesso aberto à forma como o lastro do USDT e suas reservas estão auditadas. Assim, os 162,5 bilhões de tokens USDT estão lastreados da seguinte forma:
  • 79,94%: Dinheiro, equivalentes ou depósitos de curto prazo acessíveis
  • 6,24%: Empréstimos garantidos (nenhum para entidades afiliadas)
  • 5,49%: Bitcoin
  • 5,37%: Metais preciosos
  • 2,96%: Outros investimentos
  • 0,01%: Títulos de empresas
Em um primeiro momento, não fica claro ao que se refere o maior montante da reserva auditada de USDT. Entretanto, a Tether também divulga os detalhes desses 79,94%, sendo compostos por:
  • 81,2%: Letras do Tesouro dos Estados Unidos
  • 12,58%: Acordos recompra de reserva durante a noite
  • 4,88%: Fundos do mercado monetário
  • 1,28%: Acordos de recompra de reserva de prazo
  • 0,04%: Letras do Tesouro não-americanas
  • 0,02%: Dinheiro e depósitos bancários
Detalhamento das reservas auditadas de USDT pela Tether

Fonte: Tether Transparency, em 20/08/2025, às 15h03min.

Apesar de toda a transparência, esses últimos dados acabam deixando uma pulga atrás da orelha em participantes mais céticos do mercado. Afinal, apenas 0,02% das reservas de USDT estão sob lastreio de dinheiro físico diretamente. Porém, isso não necessariamente é um problema.

‘Depeg’ da USDT

Apesar de você já saber o que é USDT, há uma palavra que pode acompanhar essa importante sigla: Depeg. Esse termo se refere à perda de paridade de um ativo. Neste caso, se um 1 USDT obrigatoriamente deve valer US$ 1, valores acima ou abaixo disso mostram que houve um “depeg” entre o ativo e seu lastro.
Terra USD
Para exemplificar, talvez o caso mais conhecido de “depeg” tenha sido o da extinta Terra USD (UST). Desenvolvida em 2022 pelo grupo da blockchain Terra, a criptomoeda sofreu uma forte disparidade sobre seu lastro, após falhas graves no algoritmo e na liquidez do ativo. Com isso, o token caiu de US$ 0,99 para US$ 0,68. Ou seja, uma “desvalorização” de quase 47%. Gráfico do depeg do token Terra USD, stablecoin da Terra Luna, em 2022 Não à toa, a situação ficou conhecida mundialmente, o CEO da plataforma foi investigado, e o protocolo simplesmente faliu, já que ninguém mais confiava nele.
Depeg da USDT
Além disso, a própria USDT já sofreu com depeg no passado. Entretanto, as movimentações foram extremamente mais suaves. Em 2017, o token derrapou de US$ 1 para US$ 0,92. Pouco tempo depois se recuperou e buscou um topo de US$ 1,03. Porém, desde agosto de 2020, a USDT encontrou uma forte estabilidade. Gráfico de preços da stablecoin USDT Apesar dessa volatilidade poder gerar algum lucro para os investidores, este não é o propósito de uma stablecoin.

Tether equilibra volatilidade do mercado de criptomoedas

O Tether é muito mais do que uma simples representação digital do dólar norte-americano. Ele tem uma atuação extremamente importante que “regula” parte da volatilidade intensa presente no mercado de criptomoedas. Para ficar mais claro este papel, imagine um cenário em que está acontecendo uma negociação de Bitcoin por Ethereum (BTC/ETH).
  1. Você vende BTC para comprar ETH
  2. ETH se valoriza em 10%
  3. Você deseja obter lucro e vender seu ETH para comprar mais BTC.
  4. Enquanto a operação está sendo processada, o Bitcoin recua em 15%.
Apesar de estar correto sobre a direção do ETH, você sofreria uma perda devido à queda do BTC. Ao usar USDT, sua única preocupação se torna apenas o preço do Ethereum.

USDT X USDC

A USDT é, de fato, a stablecoin lastreada no dólar mais valiosa do mercado atualmente. Porém, há concorrência neste setor, o que pode dificultar a escolha do investidor. Neste caso, estamos falando da USDC. Apesar de ambas serem confiáveis e receberem o aval do mercado como stablecoins, elas apresentam algumas diferenças, como:
  • Emissão: A USDT é emitida pela empresa Tether desde 2014. Já a USDC surgiu quatro anos depois, sendo controlada pela Circle.
  • Auditorias: Os atestados de reservas cambiais da USDT são realizados pela própria Tether, o que gera algumas críticas do mercado. Enquanto isso, a USDC se baseia em atestados (não auditorias) da Grant Thornton, uma consultoria de contabilidade, o que mitiga os receios, mas não os resolvem.
  • Capitalização: A USDT domina o mercado de stablecoin, sendo a maior do setor e a quarta mais valiosa entre todas as criptomoedas, segundo do CoinMarketCap. Já a USDC ocupa a sétima colocação, ficando cerca de 2,5x abaixo da “rival”.
  • Reputação: Mesmo com uma certa desconfiança em relação à USDT, a stablecoin é uma das mais utilizadas do mundo, sendo porta de entrada e saída para novas criptomoedas. Por outro lado, a USDC ganhou tração na sua adoção, após levantar mais de US$ 1 bilhão em um IPO nos Estados Unidos.

USDT no Brasil

Todas essas características técnicas e mercadológicas colocaram o Tether em evidência no mundo todo. E a popularidade da stablecoin também chegou no Brasil, sendo, agora, a criptomoeda mais utilizada no país.
Gráfico da Chainalysis aponta os tipos de cripromoedas mais utilizadas na América Latina
Ao aprofundar nos dados do relatório recente da Chainalysis, que coloca o Brasil em 9º lugar no ranking global de adoção de criptomoedas, o documento mostra os detalhes deste comportamento. E como observado, o USDT se mostra mais popular que o próprio Bitcoin, a moeda mais conhecida e valiosa do mundo.
Gráfico mostra uso de USDT no Brasil e Argentina

Vantagens da USDT

Atualmente sendo a stablecoin mais dominante do mercado, o Tether oferece uma série de vantagens significativas para traders, investidores e usuários em geral. A seguir, estão algumas das vantagens mais notáveis do Tether:
  • Estabilidade de Preço: Ao contrário de outras criptomoedas como Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), que são conhecidas por sua volatilidade, o Tether mantém uma paridade próxima de 1:1 com o dólar americano. Isso oferece uma zona de segurança para os investidores durante os períodos de volatilidade mais acentuada do mercado, entre outros benefícios.
  • Liquidez elevada: O Tether é amplamente aceito e negociado em quase todas as principais exchanges de criptomoedas. Sua alta liquidez facilita a entrada e saída rápida do mercado.
  • Transações rápidas, baratas e globais: Transferir USDT entre carteiras ou exchanges é geralmente mais rápido e mais barato do que transferir moedas fiduciárias tradicionais. Ele também é um token usado globalmente sem as limitações e taxas associadas às conversões de moeda tornando-o interessante para operações e remessas internacionais por pessoas físicas e jurídicas.
  • Hedging e arbitragem: Traders e investidores usam o Tether como uma ferramenta de hedging para proteger seus investimentos durante quedas de mercado e até mesmo para a criação de reservas em dólar. Além disso, a estabilidade do Tether o torna factível para oportunidades de arbitragem entre diferentes exchanges.
  • Gateway para o mundo cripto: Para muitos novos usuários, comprar Tether é o primeiro passo para entrar no mundo das criptomoedas. Ele serve como uma ponte entre o mundo fiduciário e o mundo cripto.
  • Transparência e Segurança: Embora tenha havido controvérsias, a empresa por trás do Tether tem se esforçado para aumentar a transparência, fornecendo relatórios regulares sobre suas reservas.
Por fim, além das exchanges, o Tether está sendo cada vez mais aceito por comerciantes e prestadores de serviços, ampliando suas aplicações no mundo real.

Desafios do Tether

Apesar de sua popularidade e utilidade no mercado de criptomoedas, o Tether não está isento de controvérsias e desafios. Aqui estão algumas das principais questões que surgiram em relação ao USDT:

Questões de mercado

Reservas e auditorias: Primeiramente, uma das maiores controvérsias em torno do Tether é a questão de suas reservas. A empresa afirma que cada USDT é lastreado 1:1 por dólares americanos, mas houve momentos em que o mercado questionou essa afirmação. Adicionalmente, a ausência de auditorias regulares e transparentes por empresas reconhecidas gerou dúvidas sobre a real situação das reservas do Tether. Manipulação de Preços do Bitcoin: Em um estudo de 2018, pesquisadores da Universidade do Texas apontaram que o Tether poderia estar influenciando o preço do Bitcoin, especialmente durante a alta histórica de 2017. Por isso, eles sugeriram que novos Tethers eram emitidos sem o devido lastro e utilizados para adquirir Bitcoin, elevando seu preço de forma artificial. Concorrência Crescente: Além disso, com a ascensão de outras stablecoins, como USDC, DAI e BUSD, o Tether tem o desafio de manter sua liderança no mercado.

Questões regulatórias

Mudança na Garantia de Lastro: No ano seguinte, em 2019, o site do Tether atualizou suas informações, indicando que o USDT poderia ser lastreado não apenas por dólares americanos, mas também por “equivalentes em caixa e outros ativos e recebíveis de empréstimos feitos pela Tether a terceiros”. Esta mudança, embora visasse aprimorar a transparência, gerou novas preocupações sobre o verdadeiro lastro do Tether. Desafios Regulatórios: Assim como outras criptomoedas, o Tether enfrenta desafios regulatórios em diversas regiões. Esta sua natureza de stablecoin lastreada em moeda fiduciária atraiu a atenção de reguladores, que expressaram preocupações com lavagem de dinheiro, evasão fiscal e estabilidade financeira. Em resumo, estas controvérsias e desafios ilustram a complexidade do cenário em que o Tether atua. Assim, mesmo que continue sendo uma peça-chave no mercado de criptomoedas, é vital que investidores e usuários estejam informados sobre os riscos associados ao seu uso.

Tether: Gráfico, Cotação e Preço hoje

O Bitcoin segue sendo o grande ativo do mercado de criptomoedas. Entretanto, as condições especiais da USDT a colocam com pouco mais de 4,4% de dominância de todo o setor. Seu concorrente, USDC, por exemplo, possui “apenas” 1,78%.

Gráfico capitalização de mercado da stablecoin Tether (USDT)

Capitalização de mercado do Tether, via CoinMarketCap. Considerando a capitalização de mercado, o Tether é a quarta maior moeda digital, com US$ 167 bilhões. Já seu preço se mantém estável na faixa de US$ 1, com um ou outro leve “depeg” (despareamento) de curto prazo em sua história.

Você pode comprar USDT na Foxbit!

Diante de seu papel fundamental como porta de entrada para o mundo das criptomoedas, não é surpresa que um dos tokens mais democráticos do mundo esteja disponível nas plataformas da Foxbit Exchange! Além disso, essa capacidade de combinar os benefícios das moedas digitais com a estabilidade do dólar americano consolidou o Tether como uma força a ser reconhecida. Neste caso, vale ressaltar que, mesmo que não apresente flutuações tão expressivas quanto Bitcoin e Ethereum, sua relevância no mercado é inegável. Olhando para o futuro, enquanto o universo das criptomoedas continua em expansão, o Tether, sem dúvida, desempenhará um papel crucial nas inovações que estão a caminho!
XLM: Stellar e seu ecossistema para criptomoedas

XLM: Stellar e seu ecossistema para criptomoedas

A criptomoeda XLM, também conhecida como Stellar Lumens, tem se consolidado como uma das opções mais promissoras no mercado de criptoativos, especialmente no campo das transações financeiras internacionais. Criada com o objetivo de conectar sistemas financeiros, pessoas e bancos de forma eficiente e com baixo custo, a Stellar tem se destacado pela sua abordagem prática.

Neste artigo, vamos explorar todos os detalhes do projeto, como:

  • O que é a XLM
  • Como a Stellar funciona
  • O papel da XLM no no ecossistema cripto
  • Vantagens que a Stellar oferece para investidores e empresas.

O que é a XLM?

A XLM é o token nativo da rede Stellar, uma plataforma de pagamento descentralizada projetada para facilitar transações globais.

Já o protocolo Stellar foi fundado em 2014. Sua missão é conseguir conectar instituições financeiras, sistemas de pagamento e indivíduos ao redor do mundo a partir de transações rápidas e baratas.

Além disso, o projeto se expandiu, permitindo a transação de ativos tokenizados, atendendo uma demanda ainda maior de desenvolvedores e empresas que querem de alguma forma digitalizar e negociar seus ativos ao redor do mundo.

Quem está por trás da Stellar?

O principal nome por trás da Stellar é Jed McCaleb, co-fundador da XRP, programador com uma longa história no desenvolvimento de aplicações peer-to-peer. 

Ele também foi o criador da rede de distribuição de conteúdo eDonkey no ano 2000, e o responsável por reprogramar o que se tornaria uma das primeiras e maiores corretoras de bitcoin do mundo. 

Após sair da Ripple em 2013, Jed e Joyce Kim fundaram a Stellar Development Foundation com o apoio de US$ 3 milhões da gigante de pagamentos Stripe.

A Fundação Stellar conta com parcerias com a IBM, HTC, Stripe e diversas empresas de tecnologia.

Como a Stellar funciona?

Ao contrário de outras criptomoedas, a Stellar não pretende substituir moedas tradicionais, como o dólar ou o euro. Em vez disso, ela facilita a conversão de uma moeda para outra de forma eficiente.

Para isso, é usado o token Lumens (XLM). Eles servem como intermediários em transações que envolvem diferentes moedas, minimizando custos e acelerando o processo de liquidação.

Além disso, a rede se apoia no algoritmo de consenso Proof-of-Agreement (PoA). Mas que neste caso fica conhecido como Stellar Consensus Protocol.

Esse mecanismo realiza uma série de votações entre computadores confiáveis conectados ao protocolo. Então, quando esses participantes concordam com as informações, elas são adicionadas de forma permanente à blockchain.

Vantagem da XLM em relação a outras criptomoedas

Uma das maiores vantagens da XLM em relação a outras criptomoedas é o foco no setor financeiro global.

Moedas como o Bitcoin são amplamente vistas como um ativo digital ou reserva de valor. Já a Stellar é projetada especificamente para facilitar transferências de valor entre diferentes moedas e sistemas de pagamento.

Desta forma, isso a torna uma das redes mais eficientes para transações peer-to-peer (P2P) e remessas internacionais.

A Stellar Development Foundation (SDF), uma organização sem fins lucrativos, supervisiona o desenvolvimento da rede. Sendo assim, a SDF trabalha ativamente para promover a adoção da Stellar em escala global, firmando parcerias estratégicas com grandes empresas e governos.

Um exemplo importante é a parceria com a IBM, que utiliza a rede Stellar para facilitar pagamentos internacionais de forma rápida e segura.

A Stellar também se diferencia pelo seu baixo custo de transação. Se comparada a outras redes blockchain, a Stellar tem taxas extremamente baixas, tornando-a uma opção atraente para grandes volumes de transações e transferências de pequeno valor, como as remessas.

Casos de uso da XLM

A criptomoeda Stellar tem se destacado em diversos casos de uso práticos, principalmente em soluções de remessas internacionais.

Por exemplo, em países em desenvolvimento, onde o acesso a serviços bancários tradicionais é limitado, têm se beneficiado da XLM para enviar e receber dinheiro de maneira mais eficiente. Inclusive, a rede foi escolhida pela PayPal para servir de base para sua stablecoin.

O processamento das transações com XLM é também bastante rápido. Essa velocidade vem ainda com custos muito baixos, ainda mais se comprados com as taxas cobradas por bancos tradicionais ou serviços de transferência de dinheiro.

Além disso, grandes corporações, como a IBM, utilizam a rede Stellar para facilitar transações financeiras globais. Ao utilizar a blockchain, empresas podem transferir grandes quantidades de dinheiro internacionalmente em questão de segundos, com custos significativamente reduzidos.

A tokenização é outro caso de uso emergente do token. Este é o caso da parceria entre XLM e Franklin Templeton oferece uma infraestrutura para digitalizar ativos do mundo real, como títulos, moedas e até propriedades.

Toda essa inovação permite que investidores negociem ativos tokenizados de forma rápida e com menor burocracia, ampliando as oportunidades no mercado financeiro.

O Futuro da Stellar criptomoeda

Com a crescente adoção de soluções baseadas em blockchain por instituições financeiras e governos, a criptomoeda XLM está bem posicionada no mercado. Afinal, ela tem força para desempenhar um papel crucial no futuro das transações financeiras.

A XLM tem o potencial de se tornar uma peça fundamental no sistema financeiro global. Então, estamos falando especialmente sobre áreas como remessas internacionais, pagamentos corporativos e tokenização de ativos.

Uma das perguntas mais comuns entre os investidores é: “Qual o futuro da Stellar?”. Em resumo, suas parcerias estratégicas e a crescente demanda por soluções financeiras mais eficientes, a previsão para a Stellar é positiva.

Além disso, a Stellar Development Foundation tem o compromisso em promover a inovação tecnológica e expandir sua adoção. Ou seja, isso indica que a XLM continuará sendo uma das principais redes blockchain no mercado.

Outro ponto relevante é a capacidade da Stellar de se adaptar às necessidades do mercado financeiro global. Então, o que vemos é que mais governos e instituições financeiras estão explorando a adoção de criptomoedas e tecnologias de blockchain.

Sendo assim, a Stellar pode desempenhar um papel essencial na integração desses novos sistemas.

Capitalização de mercado da XLM

Em relação ao desempenho para o investidor, a XLM segue abaixo de sua máxima histórica. Entretanto, o token registrou uma valorização de 157% só em 2024.

Apesar de uma baixa de 28% no primeiro semestre de 2025, os investidores voltaram ao jogo, levando a criptomoeda a alcançar uma alta superior a 89% em menos de dois meses.

Na capitalização de mercado da XLM, o CoinMarketCap aponta que a Stellar é avaliada em US$ 14,2 bilhões, sendo o 13º token mais valioso do setor. O valor é bastante próximo dos US$ 16,9 bilhões atingidos em novembro de 2021.

Capitalização de mercado da Stellar (XLM), segundo CoinMarketCap, em agosto de 2025.
Fonte: CoinMarketCap, em 13/08/2025, às 15h23min.

Como comprar XLM

É possível comprar a criptomoeda XLM em diversas exchanges internacionais. No Brasil, ela está listada na Foxbit Exchange!

Com dez anos de atuação no mercado, você conta com uma plataforma segura, em conformidade com as regulamentações e, claro, um atendimento 100% brasileiro e 24/7!

Polkadot (DOT): O que é a maior rede de integração blockchain

Polkadot (DOT): O que é a maior rede de integração blockchain

Polkadot já é uma blockchain bastante conhecida no mercado de criptomoedas. E mesmo com certo tempo de vida, ela ainda consegue atrair muita atenção de investidores e empresas que querem usar sua tecnologia. Desenvolvido pelo cofundador do Ethereum, Gavin Wood, a Polkadot promete resolver um dos maiores desafios da tecnologia: a “interoperabilidade” entre diferentes blockchains.

Neste artigo, você vai saber mais sobre este projeto, como:

  • O que é a Polkadot?
  • Estrutura da rede
  • Polkadot 2.0
  • Por que investir na criptomoeda
  • Onde comprar Polkadot

Boa leitura!

O que é Polkadot?

Polkadot é uma rede descentralizada e de código aberto, em que o principal objetivo é conectar várias blockchains para que possam trabalhar juntas. Essa característica traz mais eficiência e escalabilidade às transações. As redes tradicionais ainda tem dificuldade para equilibrar estes dois aspectos.

A estrutura da Polkadot é um protocolo composto por:

  • Parachains
  • Bridge
  • Relay Chain
  • Token DOT

Vamos ver os detalhes de cada uma!

O que são parachains?

As Parachains funcionam como blockchains individuais que podem ter seus próprios tokens e funcionalidades, mas se beneficiam da segurança oferecida pela Relay Chain. É essa forma de rede interoperável que torna a Polkadot tão diferente.

Esta é uma solução interessante sobre a escalabilidade que falamos agora há pouca. Afinal, redes paralelas podem usar a cadeia principal da Polkadot. Isso aumenta o volume de transações que a blockchain pode analisar e armazenar, sem interferir no tempo de execução.

Ao mesmo tempo, isso impacta diretamente na segurança. Uma Parachain poderia oferecer menos validadores, o que tornaria a rede frágil. Mas como está conectada à rede principal da Polkadot, as informações ficam protegidas pelos participantes do protocolo, que são bem maiores.

Bridges

Essa eficiência só é capaz graças às bridges (pontes) dentro da rede – a tal da interoperabilidade. São elas que permitem a conexão entre as Parachains e com a própria Polkadot em si. 

Dois smart contracts são criados para isso. Esses contratos são executados nas duas redes para confirmar a conexão e garantir que ambos os lados saibam o que está sendo transferido.

Essa interoperabilidade é importante porque consegue trazer dados externos à rede, sem que seja preciso grandes custos de energia para isso.

Relay Chain

Pensando como se fosse uma viagem, a Relay Chain seria o ponto final. Aqui, todas as transações que ocorrem nas Parachains são finalizadas. Cada transação é inserida nos blocos e registrada na cadeia principal da Polkadot.

Funcionamento da parachain da Polkadot
Infográfico sobre o funcionamento da parachain dentro da rede Polkadot.

Token DOT

DOT é a criptomoeda nativa da Polkadot. Ou seja, é a partir deste token que os validadores da rede são recompensados pelo seu trabalho dentro do protocolo. Ao mesmo tempo, DOT é usado por esses participantes também como token de governança. Isso nada mais é do que permitir que essas pessoas votem em atualizações e decidam o futuro da rede.

Além disso, o token DOT é a porta de entrada para que os investidores possam acessar o protocolo. Isso é interessante, pois permite diversificar a carteira de criptomoedas ou otimizar suas aplicações financeiras em um ativo diferente do Bitcoin (BTC).

Características da Polkadot

Como comentado no início do texto, a Polkadot não é uma rede nova. Mas mesmo assim, ela ainda assim consegue ser uma das mais reconhecidas quando falamos de escalabilidade e interoperabilidade.

Se a gente for comparar este projeto com o Ethereum, vemos que autonomia da Polkadot é maior. Afinal, o Ethereum precisa de apoio de soluções de segunda camada, como Optimism e Arbitrum para aumentar sua eficiência.

É claro que isso não faz a DOT ser melhor ou pior do que o Ethereum. Porém, isso mostra algumas perspectivas interessantes não só em termos de tecnologia, mas do próprio investimento.

Em resumo, o protocolo acaba se destacando por:

  • Interoperabilidade entre outras redes blockchain
  • Escalabilidade eficiente com as Parachains
  • Governança descentralizada a partir do token DOT.

Outra importante característica que merece um destaque à parte é a segurança do protocolo.

Para garantir a veracidade de todas as informações, a rede utiliza um algoritmo de consenso chamado Nominated Proof of Stake (NPoS), bem parecido com o Proof of Stake. Nele, os validadores depositam uma quantia específica do token nativo como forma de garantia de que eles estão trabalhando em prol da rede.

Leia também: O que é staking de criptomoedas!

Em algumas situações, esses tokens podem ser confiscados. Mas com uma condição: caso algum desses participantes tente fraudar alguma informação dentro da rede.

Neste caso, o validador é nomeado por um validador “principal”. Então, se o agente malicioso for pego, não só seus tokens são retidos pela blockchain, mas os de quem o nomeou também. Isso funciona como uma camada extra de segurança.

Polkadot 2.0

Em meio a essa estrutura técnica, o protocolo segue se desenvolvendo. Neste caso, a Polkadot 2.0 marca uma evolução importante da rede original, reimaginando o protocolo com três recursos avançados, criando um pacote pensado para tornar o Polkadot mais flexível, escalável e acessível para desenvolvedores e apps que demandam performance dinâmica

Entre as principais novidades da Polkadot 2.0 estão:

  • Agile Coretime: Transforma o blockspace da rede em um recurso alocável sob demanda, passando de um modelo rígido de slot para um marketplace flexível onde projetos reservam “cores” quando necessário. Isso reduz barreiras de entrada e otimiza custos.
  • Async Backing: Velociza a produção de blocos ao permitir o pipeline assíncrono entre parachains e Relay Chain, dobrando a eficiência e aumentando a taxa de transações processadas.
  • Elastic Scaling: Permite o uso simultâneo de múltiplos núcleos virtuais por parachain, ampliando o throughput conforme a demanda, sem comprometer segurança ou descentralização.

Essas melhorias tornam o Polkadot mais parecido com uma “nuvem Web3” — semelhante a plataformas como AWS, mas voltada à Web3, com recursos sob demanda, eficiência de escalonamento e menor custo inicial.

O resultado é uma rede mais atraente para projetos DeFi, gaming, NFTs, oráculos e outras aplicações descentralizadas que exigem alta performance e interoperabilidade, impactando diretamente no futuro da Polkadot.

O que muda para a rede?

  • Descontinua o modelo de leilões de slots, substituindo pela reserva de tempo de execução inteligível via Agile Coretime
  • Melhora a performance transacional, reduzindo latência e evitando gargalos em períodos de alta demanda.
  • Facilita adoção e inovação, permitindo que projetos menores acessem recursos de forma mais acessível e escalável.

Por que investir em Polkadot?

Investir em Polkadot (DOT) pode ser uma opção interessante para quem quer diversificar a carteira de criptomoedas. E há muitas vantagens favoráveis a ela!

A começar pela sua capitalização de mercado, que é uma das maiores do setor. Segundo o CoinMarketCap, são mais de US$ 8 bilhões, sendo a 15ª mais valiosa.

Além disso, buscar retornos financeiros não fica restrito apenas à compra e venda da criptomoeda. É possível também realizar o staking. Em resumo, esse mecanismo permite que você ganhe tokens DOT como recompensa por participar do processo de validação da rede.

Você pode fazer o staking de DOT com a Foxbit Earn!

Dentro desta perspectiva, as empresas reconhecem bastante a flexibilidade oferecida pela rede. Só em 2024, o protocolo anunciou uma série de parcerias importantes, que vão expandir seu uso. Um exemplo disso é sua participação em pesquisas na Universidade Federal do Paraná.

Por último, o futuro da Polkadot também parece promissor. Afinal, a rede segue se desenvolvendo e buscando melhorar ainda mais sua eficiência, escalabilidade e interoperabilidade. A Polkadot 2.0 é um bom exemplo deste comprometimento da rede.

Mais detalhes sobre a Polkadot

Apesar de toda a apresentação do projeto, você ainda pode ter algumas dúvidas sobre a criptomoeda. Então, vamos responder algumas perguntas que podem ajudar você a identificar se DOT pode ser um bom investimento para você.

  • Como comprar Polkadot (DOT): Você pode negociar a criptomoeda em plataformas centralizadas e descentralizadas. No Brasil, é possível comprar DOT na Foxbit Exchange!
  • Quanto vale a Polkadot: A capitalização de mercado está acima dos US$ 8 bilhões. Já o token tem uma flutuação considerável de preços. No primeiro semestre de 2024, o token DOT em dólar (DOT/USD) ficou entre US$ 5,46 a US$ 11,88. Já no em real (DOT/BRL), a criptomoeda operou entre R$ 29,92 e R$ 59,61.
  • Como minerar Polkadot: Polkadot utiliza uma variação do Proof of Stake. Este método não gera o processo de mineração, mas, sim, de staking.
  • Qual foi a máxima histórica da Polkadot: Até o momento, a máxima histórica da DOT foi de US$ 55,09 ou R$ 310,68, em julho de 2021.
  • Qual o futuro da Polkadot: O projeto está se desenvolvendo rapidamente e buscando melhorias. Caso a Polkadot 2.0 se concretize, podemos ver uma adoção ainda maior do protocolo.

Vai colocar Polkadot na sua carteira de criptomoedas?

Bom, é nítido que a Polkadot trouxe uma série de inovações para as redes blockchain e não parece que vai parar por aí.

Há muitos concorrentes neste mesmo setor de atuação. Mesmo assim, a Polkadot permanece entre as principais plataformas do mercado e no top capitalização de mercado do setor.

Você quer investir em Polkadot? Então, analise os fundamentos e faça seu gerenciamento de risco. Ao escolher onde comprar, procure uma exchange de confiança como a Foxbit!

O que é DIEM, a criptomoeda do Facebook?

O que é DIEM, a criptomoeda do Facebook?

A Diem é a tão esperada moeda do Facebook, antigamente conhecida como Libra, o projeto mudou de rumo e hoje quer conquistar o mundo com uma nova proposta usando a tecnologia do blockchain.

O que é DIEM?

A Diem é o projeto de criptoativo do Facebook que usará a tecnologia do blockchain para facilitar pagamentos. A palavra Diem significa “dia” em latim. 

O projeto foi anunciado em 2019 com o nome de Libra, consistindo de uma moeda global composta por uma cesta de ativos como o dólar, títulos do tesouro norte-americano e outros ativos financeiros. 

Contudo, os planos foram modificados assim como o nome da moeda. Agora, o Facebook quer criar uma rede de pagamentos com um ativo digital estável para cada país. Dessa forma, a empesa consegue navegar melhor pelas diferentes jurisdições. 

Mas como isso funciona? 

Assim como outras stablecoins, para cada nova moeda digital emitida a Diem com seus parceiros terá guardada uma moeda de valor igual. 

Mas diferente da maioria das stablecoins, a Diem terá um blockchain próprio que promete escalabilidade, velocidade e muitos recursos. O Whitepaper da Diem, que é a receita de bolo técnica do projeto, descreve o blockchain em três pilares:

  • Habilidade para escalar bilhões de contas, que requer alta quantidade de transações, eficiência e grande capacidade de armazenamento.
  • Altíssima segura para garantir a disponibilidade dos fundos.
  • Flexibilidade para permitir inovações financeiras. 

A estrutura do blockchain não será semelhante ao do bitcoin com blocos de transação. Ela será composta por uma estrutura única que, conforme o paper, facilitará a integração de aplicações e tornará a rede mais leve. 

Do lado jurídico, a Diem escuta os legisladores e está se adaptando rapidamente. Para garantir o funcionamento no sistema financeiro dos Estados Unidos, a organização fez parceria com o tradicional Silvergate Bank, que será o único e exclusivo criador da diem dólar. 

Quais as vantagens da Diem?

Além desses pilares essenciais, o projeto será open source e contará com o apoio de grandes empresas e nomes do mercado financeiro.

A grande vantagem da Diem é ser uma rede de pagamentos confiável, aberta e focada em resolver problemas reais de bilhões de pessoas. Será um sistema global que contará com o apoio de uma das maiores redes sociais do mundo, o que por si só é um ótimo sinal.

Quem está trabalhando na Diem? 

Falando em apoiadores, a Diem será gerida por uma associação composta por empresas de renome dentre elas a Uber, Paradigm, Lyft e até mesmo o Spotify.

Atualmente o CEO da organização é Stuart Levey, antigo Chefe do Departamento Legal do HSBC e peça importante na administração Bush e Obama no combate a ameaças financeiras. 

Quem comanda a área técnica é Dahlia Malkhi, uma cientista que trabalha com sistemas distribuídos e foi uma das fundadoras da VMWare Research. 

O que é Chiliz (CHZ)?

O que é Chiliz (CHZ)?

O Chiliz (CHZ) é o maior token de utilidade dedicado a e-sports, games e entretenimento, com grande entrada em famosas equipes de futebol como Barcelona e PSG, fazendo o CHZ extremamente popular e chamativo para o público.

Quais as vantagens da Chiliz?

O CHZ pode ser visto como a grande evolução da carteirinha de sócio torcedor, uma oportunidade de democratizar e dar voz para os torcedores e apaixonados por esportes. 

Ele foi criado pelo site Socios.com, onde pode ser trocado por tokens de equipes de futebol e até mesmo do UFC. Quem compra esses tokens pode ganhar vantagens como áreas VIPs, prêmios diversos e até poder de votação em pesquisas do time.

Além disso, você pode negociar os tokens das equipes e ligas, ganhando na especulação. Existe até mesmo um “fanmarketcap” indicando o valor de mercado, volume de negócios e preço dos ativos. 

Quais foram os retornos e vale a pena investir em Chiliz?

Com a capacidade máxima de apenas 8,888,888,888 de CHZ em circulação, o token é usado para uma série de atividades no ecossistema Chiliz como votações, interações com a equipe, benefícios e experiências. 

Conforme o ecossistema cresce e mais torcedores adotam essa nova tecnologia a demanda por CHZ aumenta, colocando pressão no preço. Este é um dos motivos pelos quais a Chiliz cresceu 8.272,63% nos últimos 12 meses.

                                     Desempenho do Chiliz | Fonte: Coinmarketcap.com

O preço de cada token é definido pelo livre mercado e criado pelos compradores e vendedores na corretora. 

Quem está trabalhando com a Chiliz? 

Essa grande valorização não teria acontecido sem uma equipe extremamente capaz trabalhando para criar mais parcerias e engajamento.

O Socios.com conta com 65 profissionais de 25 nacionalidades. Alexandre Dreyfus é o atual CEO da CHZ e do Socios, contando com uma vasta experiência na área de comunicação. 

Equipe da Socios.com

Como guardar Chiliz?

Guardar CHZ é muito fácil, basta ter uma carteira que aceite o padrão ERC-20 do Ethereum, por exemplo:

  • MyEtherWallet 
  • Im Token
  • MEW

Você também pode deixá-lo na Foxbit ou mandar para o socios.com e trocar por vantagens. 

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