O que são as DeFi? – Mercurius Report Setembro

O que são as DeFi? – Mercurius Report Setembro

Você deve Investir em DeFi?

Com o Hype das soluções em DeFi no mercado de criptomoedas, muitos investidores estão na dúvida se devem ou não entrar nesse mercado agora.

Será que o momento já passou? Será que vai valorizar mais ainda?

Essas são dúvidas comuns em qualquer hype de mercado, principalmente em criptomoedas.

Para tanto, produzimos o nosso Report Mensal com o intuito de tirar todas as suas dúvidas a cerca de investimentos em DeFi. Entenda como você deve se comportar com essa nova onda, para não perder nem dinheiro e nem oportunidade.

O Risco das DeFi

Assim como a maioria dos projetos mais recentes do mercado de criptomoedas, talvez o maior risco está atrelado à centralização e às falhas que podem ocorrer nesses protocolos.

Ao longo de 2020, vimos desde falhas que causaram a perda total do valor de algum tokens em questão de poucas horas (como foi o caso da YAM Finance), até problemas ligados à centralização.

Relatório mensal completo

O assunto não para por aí, quer ler tudo na íntegra? Você pode baixar o relatório completo no link abaixo e entender melhor esse novo momento das criptomoedas em meio a pandemia.

200 milhões de dólares roubados em criptomoedas! – Mercurius Report #17

200 milhões de dólares roubados em criptomoedas! – Mercurius Report #17

O Bitcoin segue em um ritmo apático e com uma baixa movimentação, apesar do mercado das criptomoedas continuar em um ritmo intenso nos bastidores, com notícias de uma possível regulação para stablecoins na Europa e de um Hack milionário que causou mais de 200 milhões de dólares em prejuízo para a Kucoin.

Se atualize agora no Report Semanal.

Caso tenha alguma dúvida, entre em contato conosco no Grupo do Telegram.

200 MILHÕES DE DÓLARES PERDIDOS

O destaque dessa semana vai para o Hack da Kucoin, uma exchange internacional que perdeu 200 milhões de dólares em criptoativos de seus clientes (entre BTC, ETH e outros tokens do mercado).

Esse ataque reforça a importância de prezar pela sua segurança. Por isso, um dos nossos focos é mostrar a vocês quais são os cuidados de segurança que você deve tomar em relação aos seus criptoativos.

Caso você não entenda nada de segurança em cripto, vou ajudar. Os 20 primeiros que me chamarem, clicando aqui, ganharão uma consultoria de segurança gratuita pela Mercurius.


SENTIMENTO INDECISO, ASSIM COMO O PREÇO

Nessa semana o Bitcoin apresentou uma baixa variação de preço, com isso, o sentimento do mercado seguiu na mesma linha, se recuperando um pouco e se mantendo em uma região de indecisão, o que abre margem para um movimento em qualquer direção.

Gráfico, Histograma

Descrição gerada automaticamente

Inclusive, esse movimento fica claro quando observamos o preço do ativo de forma técnica.

JÁ FALAMOS DELA, A REVERSÃO QUE NUNCA CHEGA!

 Para conseguirmos observar a força da tendência de alta recorremos ao MACD, indicador que nos mostra se ela está se acentuando ou enfraquecendo e até se está chegando ao seu fim. 


Recentemente temos visto um enfraquecimento da tendência de alta e ao que tudo indica estamos próximos a uma reversão. Entretanto, como já citei nesta análise, o Bitcoin está se provando resiliente, e podemos ter surpresas.

Vale lembrar que nenhum indicador é 100% eficiente, e colocar todas as fichas em um só, resultará em nada mais nada menos, do que um “olé” na sua tomada de decisão.

ALGUÉM QUER COMPRAR, BTC ACIMA DOS 10K?

Apesar da relutância do Bitcoin em desvalorizar, recentemente temos observado um cenário menos “emocionante” do que o habitual. As descidas são menos acentuadas e as recuperações mais lentas.

Além de estarmos em um cenário de indecisão, como levantei através da análise do MACD, também estamos em um momento de baixo volume do mercado.

Em cenários de alta, a falta de volume indica que existem poucos indivíduos dispostos a comprar naquele preço, portanto é mais provável voltarmos a desvalorizar em breve. Estamos observando isso desde a subida do Bitcoin até os 12.000 USD através das médias moveis de volume, pressupondo que existem poucos investidores dispostos a adquirir Bitcoin acima dos 10.000 USD.

E se quiser receber estudos semanais sobre o mercado de criptomoedas, além de uma análise de risco das principais exchanges do mercadotorne-se assinante da Bitcoin Starter.

PS: Não estamos recomendando nenhum investimento, apenas te informando sobre o mercado para que você possa tomar a melhor decisão o possível.

Dinheiro de graça e Bitcoin parado!  – Mercurius Report #16

Dinheiro de graça e Bitcoin parado! – Mercurius Report #16

Tivemos uma semana agitada no universo das criptomoedas, com o Airdrop da Uniswap, dando de presente mais de 1500 USD para vários investidores que utilizavam a plataforma e movimentando de forma significativa o mercado de DeFi.

Somado a isso, a Kraken está se tornando a primeira exchange a se tornar um banco de criptomoedas no EUA, inaugurando uma nova era para a regulação dos criptoativos.

Apesar de tudo isso, o Bitcoin seguiu estático em termos de preço nas últimas semanas e o mercado apresentou uma baixa volatilidade nos últimos dias com o registro de algumas perdas.

Mas o que será que vem por aí?

1.500 USD de graça (Airdrop da Uniswap)

Nessa semana, a Uniswap, maior protocolo DeFi da atualidade, iniciou seu Airdrop para a comunidade, liberando milhões de dólares em tokens UNI, que são dão poder de escolha e governança dentro da plataforma.

Com isso, todas as pessoas que já haviam utilizado a plataforma ao menos uma vez até o início de setembro receberam, de surpresa, 400 tokens UNI avaliados em mais de 1.500 dólares, gerando um grande impacto em toda a comunidade de criptomoedas e causando um aumento considerável no volume da plataforma, que superou os 1.9 Bilhões de dólares em Locked Value (valor travado na plataforma).

O primeiro banco de criptomoedas nos EUA

Nessa semana, tivemos uma marca histórica para o mercado de criptomoedas, em especial em termos de regulação. A Kraken recebeu sua licença para se tornar um banco, o que a torna a primeira exchange da história a se transformar em um banco nos Estados Unidos.

Esse fato cria ainda mais segurança jurídica para os clientes que utilizam essa plataforma, o que pode trazer um conforto e facilidades para os usuários caso a plataforma apresente algum problema no futuro, como falta de liquidez ou em algum eventual Hack.

VOLUME CONTINUA DESCRESCENTE, DEVIDO À BAIXA VOLATILIDADE

Com a volatilidade do Bitcoin baixa no curto prazo, o seu volume continuou decrescente, apesar da subida até os 11.000 USD.

Basicamente, o que isso indica é que esse movimento de alta do mercado possui uma força de baixa e temos uma boa possibilidade de ver uma nova pernada para baixa em breve.

A VOLATILIDADE DESCRESCE NO CURTO PRAZO

A valorização do BTC até os 11.000 USD foi um movimento bastante lateralizado, que reduziu a volatilidade do ativo tanto no curto, quanto no longo prazo.

A partir disso, podemos supor que se trata de um momento de acúmulo de força potencial para um movimento mais forte de mercado, sendo um excelente momento para a realização de operações de Hedge para uma eventual descida acentuada do ativo, dado que a baixa volatilidade reduz consideravelmente o preço das opções.

Novo normal? Cadê o fôlego que estava aqui?

Em junho, experimentamos algo que nunca acreditamos ser possível no Bitcoin. Na verdade, a maioria dos investidores ainda acredita na possibilidade de lateralização do mercado. Por isso, nesse relatório vou me dedicar a explicar as razões pelas quais a volatilidade do ativo está tão baixa, e porque esse fenômeno veio para ficar.

Antes de mais nada, vamos dar uma olhada na análise técnica. Afinal, é por ela que muitos estão aqui. De maneira geral, o Bitcoin permanece em uma tendência de alta observada através de um canal ascendente e pela média móvel de 12 períodos. Entretanto, o ativo está apático, sem força para subir e já na abertura da semana acumulou perdas na faixa dos 5%, gerando dúvidas se existem compradores dispostos a adquirir Bitcoins acima dos 10.000 USD.

BTC/USD (Coinbase) | Visualização Mensal

E se quiser receber estudos semanais sobre o mercado de criptomoedas, além de uma análise de risco das principais exchanges do mercadotorne-se assinante da Bitcoin Starter.

PS: Não estamos recomendando nenhum investimento, apenas te informando sobre o mercado para que você possa tomar a melhor decisão o possível.

Desafio O grande Investidor

Desafio O grande Investidor

Hoje começa o Desafio O Grande investidor aqui na Foxbit, em parceria com o Cointimes.

“O Grande Investidor” vai contar com a participação de quatro perfis diferentes de investidores e tem como objetivo fazer o público acompanhar, entender e aprender as diferentes estratégias e táticas para se obter rendimentos com criptomoedas, em um período de seis meses.

No início do desafio será criada uma conta na plataforma da Foxbit com a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para cada participante. Os competidores deverão adotar as melhores estratégias de trading dentro da plataforma, não podendo realizar saques ou novos depósitos. Os participantes do desafio possuem diferentes perfis de investidores e são nomes conhecidos do mercado.

Conheça os participantes:

  • Bo Williams: tem 24 anos de experiência no mercado financeiro. É analista financeiro (CNPI/T -1215), trader e criador do poderoso trade system PhiCube. É ainda sócio fundador das empresas educacionais Plenamente Trader e Trade ao Vivo, e ex-sócio das corretoras Clear e XP Investimentos.
  • Marcelo Alemi:  Publicitário, influenciador digital do mundo das finanças e criador do Monkey Stocks.
  • João Canhada: Administrador, 6 anos de experiência no mercado de criptomoedas, co-fundador da Foxbit e CEO da corretora. Hoje está à frente da Foxbit Invest que é a primeira e maior mesa OTC do Brasil, negociando inclusive ativos não listados na plataforma da Foxbit, focado em grandes volumes.
  • Público: isso mesmo, o público será o quarto participante e terá sua carteira operada pelo time de Marketing da Foxbit, seguindo as estratégias aplicadas de acordo com a votação semanal que os participantes da ação farão.

“A ideia do desafio é ensinar para o público diferentes tipos de investimentos e decisões que podem ser feitos no mercado de criptomoedas. Queremos que eles entendam e aprendam a lidar com um mercado que vem crescendo a cada ano e sendo atrativo para muitos investidores, até mesmo para os sem experiências. Além é claro de toda a competição e diversão que será proposta durantes esses seis meses de desafio” revela João Canhada, nosso CEO e participante do desafio. 

Semanalmente, iremos divulgar em nossas redes sociais e nas redes sociais dos participantes o resultado das estratégias. Além disso, teremos lives com cada participante, visando fomentar o mercado de criptoativos no Brasil.

Ao final da ação, será considerado “O Grande Investidor” aquele que conseguir alcançar a melhor performance na plataforma, com o melhor resultado.

Todos os participantes destinarão o valor do resultado obtido da ação, para uma instituição sem fins lucrativos, à sua escolha. Caso o Grande Investidor seja a Conta do Público, será aberta uma votação para que os mesmos façam a escolha de qual instituição desejam destinar o valor da ação. Todos os traders devem ser realizados apenas na plataforma ou aplicativo da Foxbit.

Além disso, o Cointimes, nosso parceiro no desafio, ficará responsável pelas lives semanais com cada investidor, tendo como moderador seu CEO Isac Honorato, mostrando toda a evolução do desafio. O link para a inscrição pode ser acessado na página do desafio aqui e terá início na segunda-feira (21/09), com duração de seis meses.

O que é CDB, como funciona e quais são os riscos

O que é CDB, como funciona e quais são os riscos

CDB significa Certificado de Depósito Bancário e é o título de renda fixa mais conhecido do mercado, geralmente procurado para manter uma reserva de dinheiro ainda de forma segura, mas com rendimentos superiores à poupança. Mas como funciona o CDB? Quais são os riscos? E como investir em CDB?

Os CDBs são papéis emitidos por bancos com o objetivo de financiar suas atividades, projetos e pagamento de dívidas, e, para isso, oferecem juros aos investidores. E por conta da necessidade, os bancos menores costumam oferecer rentabilidades superiores ao índice de referência para investimentos em renda fixa.

Quanto rende por mês um investimento em CDB?

Primeiramente, é importante ressaltar que a taxa básica de juros do país, a Selic, influencia todos os títulos de renda fixa, e com ela atualmente em 2% ao ano, é difícil ganhar muito mais do que isso sem tomar maiores riscos.

A rentabilidade do CDB é sempre comparada com o índice CDI (Certificado de Depósitos Interbancários), a taxa que os bancos cobram para realizarem empréstimos entre si. Em 2019 o acumulado no ano do CDI foi de 5,9%, mas poderemos esperar um valor bem mais baixo em 2020.

Nos últimos 3 meses, o CDI rendeu a cada 30 dias entre 0,16% e 0,21%. A não ser que a taxa de juros volte a subir, não espere mais do que isso em uma aplicação CDB que pague 100% do CDI.

Mas como explicamos anteriormente, graças a concorrência, existem diferentes oportunidades até mesmo no mercado de renda fixa, e se esse investimento fizer o seu perfil de investidor, vale a pena pesquisar pelo CDB mais compatível com seus objetivos.

Além disso, existem os CDBs pré-fixados, que explicitam exatamente o quanto você deve ganhar ao final do vencimento antes mesmo de investir, porém, costumam pedir prazos mais longos para o pagamento.

Quais são os riscos?

Os Certificados de Depósitos Bancários têm baixo risco, o pior que pode acontecer é o banco que você investiu chegar a falir antes do vencimento do título, mas mesmo assim você pode receber o dinheiro de volta. O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) protege até R$ 250 mil de cada CPF ou CNPJ em investimentos em CDB.

Portanto, aportes maiores que 250 mil, principalmente em bancos pequenos, podem ser considerados arriscado, mas via de regra, se o banco falir o investidor recebe esse dinheiro de volta na corretora em cerca de 15 dias.

Como investir em CDB? É melhor investir por banco ou corretora?

Para escolher um investimento, sempre deve se considerar alguns fatores principais, o risco (qual a chance de perder o capital alocado), a liquidez (o quão rápido você pode resgatar o dinheiro) e a rentabilidade (pré-fixada ou variável).

Para quem busca apenas manter um dinheiro como reserva de emergência, que você possa resgatar a qualquer momento, existem disponíveis CDBs com liquidez diária rendendo 100% do CDI em bancos digitais.

Já para atingir objetivos de médio e longo prazo, como guardar dinheiro para uma viagem futura, é uma melhor opção procurar por maiores rentabilidades em CDBs que exigem um prazo maior para possibilitar o saque.

Nesse caso, a melhor opção é abrir conta em corretoras de valores, que disponibilizam uma cesta de títulos de diferentes bancos, que chegam a oferecer 127% do CDI, com vencimentos superiores a 3 anos.
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