Além do bitcoin, tem outra cripto que você deveria estar de olho.
Enquanto a tensão entre o EUA e a China voltou a existir,
com o fechamento de embaixadas chinesas e americanas e acusações de espionagem
de ambos os lados, o mercado das criptomoedas teve uma excelente semana
e passou a marca dos 300 bilhões de dólares em termos de MarketCap.
Parte dessa marca foi de responsabilidade do Bitcoin, que
teve um excelente final de semana e superou os 11.000 USD. Com isso, o
sentimento do mercado, que estava neutro há mais de 2 meses, mudou
completamente e os investidores estão começando a ficar gananciosos até
demais…
É muito importante lembrar que, apesar da grande valorização
do ativo, o volume do mercado permanece baixo (na média) e isso significa que
ainda há um risco real de manipulação e movimentações improváveis.
Isso tudo é reforçado pela análise técnica no longo prazo:
Houve a formação de um fundo na faixa entre 6424,02 e
3858 USD, segurando entre 10428 e 9445,83. O movimento se assemelha com o que
vimos em março de 2018. Ele pressupõe suporte de reversão entre 6928,5 e 6450.
O BTC está testando a LTB chave e o topo do canal de baixa
aumentando a probabilidade de descida. Além disso, há uma divergência de alta
entre os topos de janeiro e maio de 2020, pressupondo descida subsequente. Do
lado positivo, o volume de subida é crescente e o descida decrescente. O que
indica força para os touros.
Mas apesar de tudo isso, o destaque do mês, sem dúvidas, é a
Ethereum.
O ativo chegou a ultrapassar a faixa dos 370 USD (em algumas
corretoras) e registrou o seu maior preço em 2020 após o anúncio do início da
fase de testes da plataforma 2.0, que deve ter início em agosto desse ano.
Essa ação mostrou que o mercado está muito positivo com o
ativo que já estava sendo destacado tanto pelo crescimento das Defis quanto as
Stablecoins em sua Blockchain.
E foi o ativo que mais teve ênfase em nosso relatório
semanal.
Então se você que se atualizar do mercado e ainda saber tudo sobre a versão 2.0 do ETH, baixe o Report dessa semana no botão abaixo.
Enquanto o mercado brasileiro
está mais otimista do que nunca com o IBOV superando a marca dos 100.000
pontos, e até mesmo o mercado americano se valorizando de forma modesta
essa semana, o mercado de criptomoedas permanece estável e o Bitcoin lembra
muito uma stablecoin
devido a sua baixíssima volatilidade.
graficoVolatilidade
Com um índice de volatilidade
semelhante ao do final de 2018, quando o ativo se desvalorizou até os
3.000 USD, cada vez menos o Bitcoin se movimenta, com o volume do mercado spot
atingindo seu menor valor nos últimos seis meses.
Basicamente, esses indicadores
apontam uma única coisa: risco de manipulação.
Mas não é a primeira vez que é
visto essa baixa volatilidade no mercado de criptomoedas (apesar do Bitcoin ser
conhecido pela sua alta volatilidade).
A baixa volatilidade do Bitcoin é
incomum, mas pressupõe movimentos importantes para a precificação do
ativo. Três momentos recentes nos quais observamos esse cenário foram:
– Novembro de 2018, que antecedeu uma desvalorização de
43%;
– Março de 2019, prévio a uma forte valorização de 190%;
– Fevereiro de 2020, anterior a uma descida de 48%;
Logo, essa falta de volatilidade
de mercado culminará em uma movimentação abrupta do BTC, e cabe aos melhores
investidores aproveitarem essa oportunidade.
E pensando nisso, para você realizar as melhores decisões de mercado o possível, baixe o Report Mercurius #07, para ter uma análise completa do ativo nessa semana.
O mercado de ações brasileiro está otimista. Apesar da
incerteza em relação ao COVID-19, diversos números relacionados à abertura, em
especial ao setor varejista, fizeram o IBOVESPA ultrapassar, novamente, os 100.000
pontos.
Já no mercado norte-americano o clima é mais moderado, e o
S&P 500 segue com pequenas variações, movimento semelhante ao que o
Bitcoin está realizando nos últimos dois meses, com uma falta de tendência
definida.
Com isso, entre os ativos analisados, o Bitcoin foi o que
obteve a menor performance.
Entretanto, não há motivo para temer, pelo menos para o
investidor fundamentalista de criptomoedas, visto que essa semana saíram
diversas novidades positivas para o mercado desde o possível IPO da Coinbase
(uma das maiores exchanges do mundo) até o recorde de Hash Rate da história do
Bitcoin. O ativo nunca esteve tão seguro e estável como ele está agora.
Fato que teve como resultado a maior dificuldade de
mineração de Bitcoins da história, ou seja, nunca esteve tão difícil minerar
Bitcoins e nunca houve tanto poder computacional na rede do Bitcoin como agora.
Porém, em termos de análise técnica, a perspectiva não é
tão positiva quanto a análise fundamentalista.
Apesar do ativo ter se valorizado nas últimas semanas cerca
de 2,5%, a sua dominância em relação ao mercado caiu mais de 3,5%. Além
disso, os volumes de contratos futuros, desde último topo semanal, obtiveram
um acréscimo de 20% para short e um decréscimo de 20% para long.
Ou seja, é um sinal de alerta para o ativo, ao menos
no curto prazo!
Quer saber de forma mais detalhada a perspectiva do mercado?
Então acesse de forma gratuita o nosso Report Semanal completo no link abaixo.
O preço do Bitcoin não apresentou
nenhuma variação considerável nos últimos dois meses, variando entre os
8.750 USD e os 10.000 USD. Nessa última semana em específico, o ativo não
superou a região entre 9.750 USD e 9.000 USD.
Para muitos analistas, esse
movimento está ocorrendo por conta da indecisão macroeconômica atual,
sendo possível observar um movimento semelhante no mercado norte-americano, em
que o S&P 500 também não apresentou variações consideráveis.
Essa somatória de fatores fez com
que o Bitcoin apresentasse uma correlação crescente com o mercado
americano, atingindo uma correlação mensal semelhante ao do início do COVID-19.
Tal fator vem criando indícios que ambos os mercados possuem mais
semelhanças do que era imaginado pelos especialistas.
Mas o fato é que a falta de
volatilidade do mercado está fazendo que as pessoas vejam o Bitcoin cada
vez mais “chato.”
Entretanto, esse momento se faz uma
das melhores oportunidades que você pode ter para aproveitar um grande
movimento do Bitcoin.
Isso por que, analisando o
histórico do ativo, um outro momento em que o Bitcoin atingiu uma volatilidade tão
baixa foi em abril de 2019. Basicamente, esse foi o momento em que a
criptomoeda saiu dos 4.000 USD e atingiu os 5.000 USD em apenas uma semana.
Então, para não perder uma
oportunidade como essa, de um grande movimento do Bitcoin (independente para a
alta ou para baixa) é muito importante se posicionar e realizar sua própria
análise para estar posicionado da melhor forma o possível e não perder essa
janela de oportunidade.
E para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimentos, baixe nosso Report Semanal para ter uma visão completa do mercado.
A euforia e estabilidade
que estávamos observando no mercado de capitais foi trocada por medo e
angústia por parte dos investidores em relação a uma segunda onda de
casos do COVID-19 pelo mundo.
Após Estados Unidos, China e
Austrália registrarem casos crescentes de coronavírus, o risco de um
novo lockdown nesses países se tornou real e desanimou o mercado,
apesar dos diversos incentivos econômicos que o Fed vem realizando.
Acompanhando os principais
índices do mundo, o Bitcoin também desvalorizou nos últimos sete dias cerca
de 5%, chegando a atingir valores abaixo dos 9.000 USD no final de
semana.
Isso fez com que a correlação
entre a criptomoeda e o S&P 500 voltasse a crescer no curto prazo, o
que sinaliza que a criptomoeda, no curto prazo, se comporta como um ativo de
risco em momentos de estresse do mercado.
Tal
movimento foi refletido nos principais indicadores técnicos do mercado. O
Bitcoin formou topo em seu gráfico semanal, em movimento semelhante ao
de outubro de 2019, o que pressupõe, pelo seu histórico, uma queda na
região dos 7.000 USD.
Essa conclusão é reforçada pelo volume
de contratos em aberto. Desde o último topo formado pelo BTC em um gráfico
semanal (o do dia 07/06), o volume de contratos abertos para short subiu
aproximadamente 3,5% e para long caiu 25%.
Entretanto, não há nada definido
em relação ao preço do ativo, visto que com a baixa volatilidade da criptomoeda
(atingiu a menor volatilidade mensal e semanal do ano nessa semana), ocorreu
uma redução considerável no volume de Bitcoins operados, o que
pode facilitar uma eventual manipulação de mercado e, consequentemente,
desconfigurar os indicadores técnicos.
Para saber mais das perspectivas de mercado, baixe o relatório completo, de forma gratuita, o Mercurius Report #04.