Informamos que não é mais permitido realizar depósitos de bitcoins nas antigas carteiras da Foxbit Exchange e da Foxfast. Os endereços gerados nas plataformas antigas, antes do dia 30/06, não serão mais utilizados. Os depósitos feitos nelas não vão mais cair.
Por questões de segurança, não manteremos o acesso a essas carteiras, portanto não será possível retirar bitcoins enviados para elas.
Para depositar bitcoins na nova plataforma Foxbit Exchange, siga nosso tutorial clicando aqui.
“Nunca te pareceu loucura?” é uma pergunta que já me fizeram quando contei a história de como meu caminho se cruzou com os fundadores da Foxbit. E minha resposta é: sempre.
Talvez não tanto uma loucura, porque eu confiava na tecnologia do Bitcoin, mas eu achei a situação toda arriscada. Porém, uma oportunidade.
Sou Felipe Trovão, o primeiro investidor na fundação da Foxbit. Nasci em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, em dezembro de 1983.
Sou uma pessoa eclética, de forma até confusa pra achar a minha profissão quando eu era mais novo. Fiz orientação vocacional antes de entrar na faculdade, e todos os aspectos e áreas saíram bem equilibrados.
Gosto de exatas, astronomia, história, economia… Gostava de dinossauros, enquanto minha família toda é da área de biológicas. Enfim, nunca achei uma “definição” pra mim. Gosto do que é humano, de arte. Pode ser tecnologia, artes plásticas, natureza.
Desde pequeno, sempre fui muito curioso. Tínhamos um videocassete parado em casa. Um dia cheguei lá e o pus pra funcionar, com uns seis anos de idade. Essa era a cultura que tínhamos: se você quer algo, corra atrás e faça por merecer. Isso vale desde que meu pai construiu nossa própria casa, para que não vivêssemos mais de aluguel.
O primeiro desafio
Nessa época, com meus oito anos, fiz meu primeiro “empreendimento”. Aprendi nas obras da casa que, se eu quisesse ganhar meu próprio dinheirinho, eu poderia vender aqueles fios de cobre, que se comprava em ferro velho. Nunca tive muito sucesso, mas acabei aprendendo muita coisa!
Fui crescendo, estudando. Na escolha por faculdade, acabei optando por engenharia mecânica. Porém, na faculdade tudo era muito teórico, pouca prática, o que foi uma decepção.
Fiz três anos do curso na UNESP, mas acabei abandonando por não estar satisfeito. Fui trabalhar com eletrônica.
Um amigo tinha uma oficina em Araraquara (SP), e unimos nossos conhecimentos: meus de programação e sistemas de computação, e ele em eletrônica.
Vendi a loja um tempo depois, entrei em Pedagogia, na UNESP outra vez. Em 2010, após a ênfase em ensino especial, eu me formei e passei a estudar um pouco de economia. Fiz alguns cursos, uma pós graduação em mercado de capitais, e procurei trabalho na área de operação de bolsas.
Eu buscava uma virada na carreira, mas a vida me puxou de volta, digamos assim. Alguns dos meus clientes da época da oficina me procuraram e mandaram serviços, então fiquei de 2010 a 2015 trabalhando com eletrônica novamente, na minha própria casa.
Encontro com os bitcoins
Eu comecei também a me aprofundar em programação, visando uma experiência internacional. Acabei encontrando um canal no Youtube de um brasileiro que dava dicas de como conseguir um emprego no exterior. De um contato com ele, surgiu a conversa sobre bitcoin e uma ponte com o Guto Schiavon.
Nesse momento, eu fui apresentado à ideia de empreender em algo totalmente novo, ainda pouco conhecido. Descobri uma amiga em comum com o Guto – a prima dele era prima de um amigo meu. Uma longa distância entre as pontas, mas que serviu para eu receber referências sobre ele e criar confiança no projeto. Na sequência conheci também o João Canhada (tudo de forma virtual).
Tudo foi acontecendo. O Guto seguiu com os trâmites de abertura da empresa, os documentos rodaram via Correios, na história que eles já contaram. Entre agosto e outubro tudo estava assinado, e eu entrei com o investimento inicial.
No fim de novembro, eu comprei meu primeiro bitcoin! E, em 10 de dezembro, começamos a operação da Foxbit (ainda sem conhecer pessoalmente Guto, Canhada ou o Marcos, o segundo investidor!).
Eu continuava com os meus trabalhos em eletrônica e ajudava a dar liquidez pro mercado na plataforma.
Com o tempo, eu passei a ajudar nas operações e as coisas cresceram de forma gigante: eventos, demanda, muita coisa acontecendo! Em 2016, nos mudamos para São Paulo, para a “Toca da Raposa”, a nossa república.
O resto, é uma história que vocês já sabem e veem todos os dias. A Foxbit ficou gigante, hoje tem cerca de 90 funcionários, mudou de cara, site, marca…
Então eu volto a responder: nunca pareceu uma loucura? Bom, sempre pareceu arriscado, mas eu fui convidado pra fazer parte de algo em que acredito muito.
Meus sócios são os meus melhores amigos, moramos juntos por anos. Hoje eu sou casado, alguns deles também. Mas a amizade continua. A Foxbit é minha família.
Foi lá no final do ano passado, 2017. No auge do bitcoin, as buscas na internet explodiram o interesse e curiosidad e pela moeda digital. No gráfico abaixo podemos ver as tendências de busca pelo termo Bitcoin, perceba que entre novembro e dezembro o interesse ao longo do tempo atingiu níveis altíssimos.
Picos de buscas por “bitcoin” no Google
Os números assustadores de compra, venda – e consequentemente de cotação – trouxeram uma popularidade grande e uma demanda por conhecimento. E foi assim que o papo começou:
“Bitcon é uma tecnologia revolucionária, escassa, com alto potencial de valorização futura. Faz sentido você diversificar seu portfólio com pelo menos 1% do seu patrimônio em Bitcoin. Se não tiver nada, a pessoa pode empreender com essa tecnologia e causar uma disrupção no sistema financeiro tradicional”, falou João Canhada.
Empreender como? Através do Blockchain!
“Blockchain é um livro contábil público, que registra todas as transações, e que é imutável. É algo inédito, uma tecnologia descentralizada, distribuída, na qual você não pode apagar ou mexer nos registros anteriores. Com o Bitcoin, você é seu próprio banco, não precisa confiar numa entidade terceira”, explicou.
Entendidos os passos iniciais, o jovem administrador, com 26 anos na época, contou a sua trajetória, que arrancou o comentário da Nathalia: “Foi tinder da sociedade! Deu match!”.
Confira a história completa de um dos fundadores da Foxbit no vídeo acima.
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Assim como o mercado cresceu, amadureceu e ganhou corpo, a Foxbit assumiu rapidamente uma posição de destaque no cenário de criptomoedas brasileiro. Nos formamos na comunidade de apaixonados por Bitcoin e seu conceito, e sempre buscamos dar algum retorno a ela.
A motivação para criação da nova Foxbit veio do dinamismo e da evolução que o mercado de criptoativos apresentou nos últimos anos.
2014 – Nasce a Foxbit
Lá atrás, quando éramos só eu e meu sócio, Guto Schiavon, o mercado ainda era muito recente. Toda a tecnologia das criptomoedas ainda era novidade. O perfil dos investidores era totalmente diferente.
O mercado mundial era composto, quase em sua totalidade, por geeks. Pessoas ligadas mais às novas tecnologias, e menos ao mundo financeiro propriamente dito. Não havia uma gama tão vasta de criptoativos disponíveis no mercado como há hoje, existia basicamente só o Bitcoin, e a intenção do investidor era bem clara – comprar e vender Bitcoin.
Inicialmente essa era nossa intenção ao criar a Foxbit – ser um lugar seguro e eficiente para que as pessoas aqui no Brasil conseguissem comprar e vender Bitcoin, como era a demanda. A motivação surgiu porque tudo em 2014 era muito complicado. Existiam poucas empresas que trabalhavam com isso, poucas pessoas que conheciam a tecnologia e pouco capital envolvido. Era uma coisa mais de nicho.
Aconteceu que o mercado de criptoativos foi crescendo. Principalmente em 2017, que tivemos um crescimento exponencial – acho que ninguém, nem o mais otimista dos otimistas, esperava um resultado tão bom no ano passado! Com esse crescimento surgiram novas demandas.
Um novo mercado, uma nova Foxbit
O perfil do investidor começou a mudar, e a gente percebeu muito isso aqui dentro da Foxbit. As demandas dos investidores mudaram também – antes, aquilo que era só comprar Bitcoin, agora já não supria mais as necessidades do mercado. Passamos a ter mais traders, então eram pessoas buscando por ferramentas mais avançadas dentro das plataformas, para conseguir executar essas operações de maneira mais eficiente.
O mercado não era mais composto só por geeks, mas sim investidores também ligados no mercado financeiro tradicional, que já possuíam uma carteira de investimentos consolidada. Então não queriam buscar apenas Bitcoin, mas sim diversificar entre vários criptoativos, a exemplo do Ether, Litecoin, Dash, etc.
Nós sentimos essa mudança, que desencadeou uma necessidade de transformação da Foxbit. Notamos também que, ao longo dos anos, o mundo de criptoativos deixou muita gente com uma pulga atrás da orelha: mercado tradicional, bancos – sentimos uma resistência muito grande por parte destes grupos, e isso refletiu muito na maneira como a mídia retrata as criptomoedas.
A partir dessas notícias, o público ficou receoso com relação às criptomoedas. Investimento já é um tema exposto de maneira muito fria, o que acaba afastando e amedrontando muita gente. Quando trazemos isso para um ambiente digital, com uma tecnologia pouco conhecida, o alerta é duplicado.
Como resposta, adotamos uma postura diferente aqui dentro da Foxbit. No começo o ambiente era muito impessoal – nossos sites e publicações eram recheados de gráficos e números, mas não haviam rostos. A ideia foi justamente trazer mais pessoas para um ambiente tão frio. Mostrar a cara de quem trabalha aqui, a cara de quem faz a Foxbit acontecer.
Demonstrar que não somos só gráficos e um home broker. Mostrar que realmente existem pessoas aqui que possuem motivações e lutam por um objetivo em comum: Inspirar pessoas a conquistar liberdade financeira, através das criptomoedas. Isso envolve desmistificar este mercado, simplificá-lo e espalhar sua tecnologia.
O crescimento da empresa também foi uma resposta à evolução do mercado. Muito mais colaboradores, novos produtos (Cointimes, Foxbit Invest) e mais clientes. Isso é um fator fundamental. Mostra que precisamos estar constantemente atualizados e não podemos ficar acomodados.
Atendendo à demanda do público e após vivermos essas mudanças, temos uma nova plataforma. Por quase quatro anos tivemos uma parceira fornecendo tecnologia; agora, possuímos nossa tecnologia, construída em micro serviços para trazer novas funcionalidades e velocidade de trade. Contamos com vocês neste momento para que possamos aprimorá-la cada dia mais.
Esta será uma nova fase muito boa da Foxbit – tanto para a empresa e usuários, quanto para a comunidade de criptoativos como um todo. Uma característica nossa marcante é o fato de nunca termos perdido essa essência de comunidade – surgimos a partir de uma comunidade de Facebook, todas as conversas para criação da empresa aconteceram por meio das redes, e a gente mantém essa característica de ser uma empresa voltada para comunidade, constantemente vendo quais são as demandas do mercado, e manter um contato direto com o cliente.
Fazemos a Foxbit para as pessoas. Este tem sido um dos nossos grandes diferenciais nos últimos anos, e razão pelo grande destaque que obtivemos no cenário. Ocupamos o posto de maior exchange de Bitcoins da América Latina em termos volume negociado. Estamos sempre ouvindo nossos clientes para melhorar; criar novos produtos, se for necessário. A gente quer fazer isso voltado para o ecossistema de criptomoedas.
Esta é uma nova fase da Foxbit. Agradecemos por vocês fazerem parte desta jornada conosco!
Falar – pelos cotovelos, pelos quatro ventos, embaixo d’água, pela internet, pelo celular, por carta e até telegrama – sempre foi uma paixão. Estabelecer pontes, contatos, informar, espalhar a palavra.
Palavra, aliás, é outra paixão fervorosa. Sou encantada pela escrita, pela magia e poder que ela pode ter, e pelas transformações que provoca.
Meu nome é Mayra Siqueira, jornalista e historiadora por formação, comunicadora por profissão. Integro a equipe de Marketing da Foxbit, uma empresa que eu rapidamente aprendi a amar, abraçar e vestir a camisa. Quando você se sente visto e ouvido, pode mover algumas montanhas e mudar todo um cenário e mercado. Faço desse objetivo minha métrica diária de conversão.
Como essa seção se chama “Nossas Histórias”, nada mais natural do que eu contar a minha. Por que raios vocês quereriam saber de mim? Não sei, mas como boa amante da fala sei muito bem como contar a minha história (talvez cortando caracteres, pra não abusar da paciência de vocês…).
Apita o árbitro, rola a bola. Em suas marcas: partiu!
Formação: natação
Nasci em São Paulo, onde cresci e passei os sete primeiros anos da minha vida. Por conta da profissão do meu pai, engenheiro, acabamos nos mudando para Aracaju, Sergipe, durante Atlanta-94 (flashes de Romário, Bebeto, comemoração do bebê, Tafarel, Galvão Bueno gritando, É TETRA, um copo de cerveja indo parar no teto).
Do Nordeste, minha família – genitora, genitor, irmão mais velho e irmão mais novo – deu continuidade ao nosso “nomadismo” e passamos por outras mudanças grandes de vida, em um tour pelo interior paulista: Itapetininga, Jacareí, Indaiatuba… França-98 e Japão/Coreia-02 depois, um pentacampeonato e algumas medalhas de natação, e eu estava de volta a São Paulo.
Agora, aos 16, e sem a família. Minha vida mudou de forma radical e meu caráter e independência se formaram na marra, quando passei a viver em uma república com outras cinco garotas lutando por um mesmo sonho: tornarmo-nos as melhores nadadoras do país, quiçá do mundo.
Foram dois anos como atleta federada do Pinheiros, um tricampeonato paulista, vice-brasileiro, outras tantas medalhas multicoloridas e muito, muito orgulho depois. A disciplina da natação, da vida fora da casa dos pais, da rotina em São Paulo e, pouco depois, da faculdade, formaram o que eu hoje considero o melhor de mim.
Esporte é disciplina, garra, determinação, entrega e uma palavra que, depois dos 30, se tornou uma das minhas favoritas do meu dicionário pessoal: resiliência.
Esses ingredientes, combinados, montaram o dream team que eu precisava para lutar, sonhar e alcançar mais objetivos na minha vida do que eu esperava.
Profissão: comunicação
Atenas, 2004. Foi um marco. Enquanto eu via o talentos brasileiros que dividiam piscinas de treino comigo brilharem no berço do esporte mundial e do evento esportivo mais incrível do planeta, meu suspiro se tornava cada vez maior.
Deixei a natação profissional aos 18 anos, com uma séria lesão no ombro (que já me rendeu duas cirurgias). Como boa atleta frustrada pela carreira interrompida, voltei para o esporte da forma como eu consegui: com as palavras, minhas fiéis companheiras desde a miudeza.
Alemanha, 2006. O curso de Jornalismo na PUC-SP ganha a companhia da faculdade de História, na USP. Porque não bastava ser multitarefa, eu tinha que fazer estágio e duas graduações de forma simultânea!
África do Sul, 2010. Diploma em mãos, tornei-me oficialmente jornalista esportiva, a forma como construí a maior parte da minha carreira. Foram nove anos na área tão sonhada e idealizada por aí. Trivela, Globo Esporte, Rádios CBN e Globo, Sportv. Alguns países visitados, com mãos, voz e rosto dedicados à comunicação, reportagem e análise esportiva em diversos canais respeitados e de grande audiência nesse mercado.
Uns pensamentos aqui e acolá se eu merecia tudo isso. E outros de pódios e conquistas, aliados a muito coração, que me diziam pra seguir, só seguir.
Londres-2012 passada em uma pegada insana e de olheiras imensas (porém coração satisfeito), e veio Brasil-2014. Sim, Brasil-2014! Eu estava no(s) estádio(s), fazendo uma cobertura incrível e dos sonhos de uma Copa do Mundo no meu país! Haja orgulho, dona Rose!
Rio-2016, mais um festival de emoções, sonhos realizados, Michael Phelps, Usain Bolt, Simone Biles e outras estrelas da lista de “meu Deus, eu os vi de perto”. Poderia parar por aí?
Como todo ciclo não infinito, este teve um fim. Foi lindo! Assaz lindo. Mas foi completo. E abriu uma nova janela.
Foxbit: um novo começo
Era hora de reinvenção, daqueles momentos epifânicos da vida, e a coceira para mudar se intensificou. Entre vagas aleatórias do Linkedin, apareceu: corretora de bitcoins. Mas, oras, e esse mundo do qual eu tão pouco sabia? Vamos pesquisar!
Duas entrevistas, algumas conversas, muita pesquisa e estudo, e cá estou. Rússia, 2018.
Desde então, já mudamos a cara e o tom de voz da Foxbit, internamente e nas mídias sociais. Criamos novos produtos, pusemos no ar o Cointimes e o quadro “Minuto Cointimes“, resumo semanal de notícias do mercado de critpoeconomia.
Gravação semanal no “Minuto Cointimes”
Passei nove anos em empresas incríveis, gigantes, líderes de mercado… e não me lembrava mais como era me sentir inserida como agora. Porque a Foxbit é uma grande família (cada vez mais gigante, diga-se de passagem), em que há respeito pelas pessoas, interesses e espaço para crescimento, para ideias, para ousadia, para empreendimento. Onde se ouve e se é ouvido. Onde se contribui e também se aprende diariamente.
Onde o propósito da empresa se alinha com o meu, e busca fazer algo real pela vida das pessoas. Onde as minhas habilidades e experiência foram muito bem recebidas (com mimos, como comidinhas, frutas e massagem semanal, preciso destacar)!
Com um sorrisão realizado e que busca realizar, que venha Tóquio-2020, Catar 2022, Paris-2024 e onde mais essa barca navegar.