6 armadilhas que até os investidores mais experientes caem

6 armadilhas que até os investidores mais experientes caem

Mesmo investidores mais experientes, vez por outra, caem em armadilhas que prejudicam a rentabilidade de seus investimentos ou, até mesmo, levam a perdas financeiras consideráveis.
Contar apenas com as sugestões do gerente do banco ou da corretora, não se informar sobre investimentos e não apostar na diversificação da carteira estão entre as práticas que podem prejudicar sua atuação como investidor.
Investir de forma descuidada, desconsiderar taxas, custos de transação e inflação, além de seguir cegamente o mercado também são atitudes perigosas, que podem comprometer seus rendimentos de forma irreparável.
Veja 6 armadilhas que investidores caem e aprenda como evitá-las.

1. Confiar apenas nas sugestões do gerente e/ou da corretora

Uma das armadilhas que investidores caem é escolher sua carteira com base apenas nas recomendações do gerente do banco ou da corretora. É inegável que contar com a ajuda desses profissionais é conveniente, no entanto, a facilidade pode colocar em risco a rentabilidade alcançada.
Para não cair nessa armadilha, procure sempre buscar novas oportunidades de investimento no mercado. Não deixe ainda de fazer uma pesquisa antes de seguir as recomendações do gerente ou do corretor de investimentos.

2. Não se informar sobre investimentos

Quando o assunto é investimento, informação vale ouro. Muitos investidores experientes cometem o equívoco de achar que sabem tudo sobre o assunto porque acompanham a editoria de economia nos jornais. No entanto, apenas isso não é suficiente.
Para realmente se informar sobre investimentos, é preciso ler constantemente sobre o assunto, inclusive publicações especializadas. É um mercado dinâmico, por isso a única forma de ter segurança na hora de investir é estar antenado em relação às novidades e produtos que surgem a cada dia.

3. Não diversificar a carteira

Uma armadilha que pode prejudicar a rentabilidade dos seus investimentos é não diversificar sua carteira. Isso acontece, muitas vezes, porque o investidor conhece bem apenas um tipo de aplicação e, por isso, não se sente seguro em colocar seu dinheiro em outras modalidades.
Não caia nessa armadilha optando sempre por diversificar seu portfólio de investimentos. Escolha aplicações de acordo com seu perfil de investidor, situação atual do mercado e seus objetivos financeiros de curto, médio e de longo prazo.

4. Investir de forma descuidada

Muitos investidores não encaram o ato de investir com a devida seriedade. Não planejam seus investimentos, não consideram a possibilidade de perdas e, muitas vezes, se deixam levar pela ganância ao ganhar dinheiro com determinada aplicação.
Para não cair nessa armadilha, é essencial planejar seus investimentos, diversificar sua carteira e sempre ter uma reserva de emergência para o caso de perdas.

5. Desconsiderar taxas

Outro erro comum cometido por investidores é ignorar impostos, taxas e custos de transações ao investir. Isso leva a uma surpresa nada agradável ao descobrir que não ganhou tanto dinheiro quanto imaginava com uma operação. Informe-se!

6. Seguir cegamente o mercado

Não são poucos os investidores que por insegurança ou, até mesmo, falta de informação, seguem cegamente todos os movimentos do mercado na hora de investir. Com isso, só compram ações quando estão na alta e nem pensam duas vezes antes de vendê-las na baixa.
Esse tipo de comportamento, apesar de comum, faz o investidor perder dinheiro. Para evitar essa armadilha, é essencial estudar os cenários e avaliar as situações em que vale a pena comprar ações no momento de baixa. Pode ser uma oportunidade de ouro de comprar ativos de uma empresa confiável por um preço mais baixo, por exemplo.
Siga nossas dicas e evite as armadilhas que investidores caem.
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Bitcoin e corrupção: as moedas virtuais são mais transparentes?

Bitcoin e corrupção: as moedas virtuais são mais transparentes?

Operação Lava Jato, delações premiadas e Polícia Federal são algumas das palavras mais proferidas pelos jornais nos últimos meses. É sabido que a corrupção assola o Brasil e, a cada dia que se passa, novos escândalos nos surpreendem, deixando a situação política e econômica do Brasil cada vez mais instável.
Infelizmente, não é só no Brasil que a corrupção é um grande problema. Em todo o mundo, mais de 6 bilhões de pessoas (isso mesmo, 6 bilhões) vivem em países afetados por esse grave problema. Porém, países como Malásia e Honduras estão recuperando suas economias por meio da ajuda de um novo tipo de moeda: o bitcoin.
Você deve estar se perguntando: “qual é a relação entre bitcoin e corrupção? As moedas virtuais são mais transparentes?” Leia este artigo e saiba mais sobre o assunto!

Como são feitas as transações?

Primeiramente, bitcoin é uma moeda digital protegida por uma criptografia especial, sendo chamada também de criptomoeda. É importante destacar que as transações de bitcoins são realizadas por meio da tecnologia do blockchain.
O blockchain é uma base de dados com cópias idênticas que são distribuídas em computadores diferentes, sendo controlados por computadores diversos, que são as partes envolvidas nas transações.
Portanto, pode-se afirmar que o bitcoin é uma moeda cujo uso é independente de bancos e outras instituições financeiras. Nesse caso, a tecnologia do blockchain é utilizada para gravar todas as operações realizadas, desde a primeira, garantindo que elas rastreáveis, não duplicadas ou fraudulentas.
Para facilitar o entendimento, deve-se lembrar que uma transação financeira deve ter duas informações principais: a quantidade de dinheiro, que está pagando e quem deverá recebê-lo. No bitcoin essas informações são enviadas na transação, de forma pseudo-anônima e quando a transferência é realizada, esse registro vai para um banco de dados gigante, transparente e imutável.
O blockchain, que é esse banco de dados, nada mais é do que um histórico encadeado de todas as transações feitas com o bitcoin, desde a primeira, em 2009. Por isso, afirma-se que as transações do bitcoin são extremamente seguras.

O que são contratos inteligentes (smart contracts)?

Os contratos inteligentes (ou smart contracts) são formados por um conjunto de regras contratuais que são autorreguladas por meio de um software. É uma nova tecnologia, que deve impactar os negócios que ocorrerão em um futuro próximo.
A diferença dos smart contracts para os contratos tradicionais é que esse último depende diretamente de garantias, como um terceiro que possa cumprir as cláusulas acordadas entre as duas partes. Já a nova tecnologia permite que os seguros usuais e novos produtos financeiros possam ser acionados imediatamente após o descumprimento de uma das cláusulas contratuais.
Essa desintermediação dos contratos inteligentes o faz tão atrativo, sendo considerados, inclusive, excelentes alternativas para o combate à corrupção na política. Fantástico, não é mesmo?

Economia baseada em bitcoin

Hoje, quando você paga seus impostos, não há como garantir pra qual área do governo ele vai, além disso, existe um grande risco dele ir para o bolso de algum parlamentar.
Com uma economia baseada em bitcoin, seria possível rastrear todo o destino do dinheiro, desde sair do seu bolso, até o destino final. Com isso, seria possível diminuir de forma gigantesca a corrupção, visto que qualquer bitcoin fora do endereço de destino, seria facilmente identificado e denunciado pela população.
Assim, é possível perceber que o bitcoin é uma moeda transparente e pode se tornar uma alternativa surpreendente para o combate à corrupção. Infelizmente essa situação nos leva a pensar na seguinte pergunta: o que falta para o Brasil adotar o bitcoin e utilizar a tecnologia blockchain?
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Descubra as 6 vantagens do dinheiro digital

Descubra as 6 vantagens do dinheiro digital

Conforme a tecnologia evolui, surgem novas formas de realizar as atividades de sempre, e isso se aplica também à moeda. Por isso, vale a pena conhecer as vantagens do dinheiro digital para o seu dia a dia.

O uso de dinheiro digital como o Bitcoin não é mais algo do futuro, trata-se de uma realidade do presente. Aceita em diversos tipos de transação em todo o mundo, essa moeda traz diversas vantagens e benefícios que você talvez nem imagine.

Em todo o mundo já foram realizadas mais de 200 milhões de transações em Bitcoin. Altamente seguro e descentralizado, é um meio de realizar pagamentos com características modernas, livres das limitações do método tradicional.

Veja abaixo quais são as 6 principais vantagens do dinheiro digital.

1. Tarifas baixas

Na maioria dos casos, você pode usar carteiras que não te cobram taxa. Tirando essas carteiras, as transações de bitcoin possuem um valor muito baixo, ou seja, você pode fazer uma transação de 1 milhão de reais, pra um endereço bitcoin  de um chinês, em 10 minutos, pagando menos que um TED.

2. Privacidade

Ao lidar com pagamentos da forma tradicional, estamos sempre em risco de ter nossos dados roubados. Uma das principais vantagens do dinheiro digital é que toda a informação enviada em uma transação se limita apenas à quantia, remetente e destino. Não são enviados dados pessoais a respeito do remetente. Assim, é bem mais difícil que tenha suas informações expostas.

3. Descentralização

Todo o processo é descentralizado, apoiando-se em uma rede de bancos de dados que mantém os registros de transações em um modelo peer-to-peer. Não existe uma empresa que detenha o controle sobre Bitcoin ou demais tipos de dinheiro digital.

4. Altamente acessível

Estar ao alcance de muita gente é uma das principais vantagens do dinheiro digital. Para utilizá-lo, só é preciso uma conexão com a internet. Esse número é imensamente maior do que o de pessoas que costumam investir, possuem conta em banco ou um cartão de crédito.

5. Uso internacional

Não há necessidade de habilitar o dinheiro digital para uso internacional, porque não existem barreiras para esse tipo de moeda. Não há taxas de conversão, basta usar seu Bitcoin onde quiser na internet, seja em lojas do seu país ou estrangeiras.
Além de ser mais conveniente, isso poupa o seu tempo ao fazer compras online.

6. Investimento

Outra vantagem do dinheiro digital é que ele também atua como investimentos. Você pode acompanhar a variação do valor do Bitcoin, por exemplo, acompanhando a valorização gradual da moeda. Ao considerar todos esses benefícios, fica nítido que esse tipo de dinheiro tem tudo para sempre se valorizar cada vez mais.

Agora que você já conhece as principais vantagens do dinheiro digital, possui todo o conhecimento que precisa para tomar uma decisão. Trabalhar com Bitcoin ou outros tipos de moedas semelhantes vai trazer uma comodidade sem precedentes no seu dia a dia: experimente e comprove os resultados.

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Saiba por que o medo de investir está fazendo você perder dinheiro

Saiba por que o medo de investir está fazendo você perder dinheiro

O medo de investir é uma realidade que assombra grande parte dos brasileiros. Isso ocorre, sobretudo, porque a educação financeira no país ainda é bastante deficiente: há um mito geral de que investir é perigoso e arriscado.
Entretanto, o que poucos sabem é que insistir em guardar dinheiro debaixo do colchão ou na poupança, por exemplo, pode ser uma péssima ideia, principalmente em uma época de inflação galopante. Essas opções, consideradas seguras, são pouco rentáveis e, definitivamente, não valem a pena para investidores que desejam conquistar a tão sonhada estabilidade financeira e tranquilidade no futuro.
Pensando nisso, preparamos o post de hoje com dicas valiosas de como começar uma carteira rentável de investimentos e perder, de uma vez por todas, o medo de investir! Confira!

Por que o medo de investir pode colocar a sua situação financeira em risco

A rentabilidade real de um investimento corresponde ao rendimento que o ativo proporcionou em um mês, descontada a taxa de inflação. Como vivemos períodos recorrentes de alta da inflação, esse percentual costuma superar os rendimentos de opções mais conservadoras, como a caderneta de poupança.
Nesse cenário, o consumidor precisa pagar mais pelos mesmos produtos e serviços que satisfazem as suas necessidades do mês, ou seja, seu poder de compra diminui e a poupança não consegue suprir essa diferença. Isso significa que, por medo de investir em produtos menos conservadores, o investidor perde dinheiro em vez de ganhar.
Confira dicas simples para investir de forma segura e bem sucedida:

1. Conheça outras opções de renda fixa

Há diversos títulos de renda fixa com rentabilidades interessantes e que podem ser uma excelente alternativa à poupança para quem está iniciando seus investimentos. Esses ativos apresentam baixo risco e proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para valores de até R$ 250 mil.
Os principais títulos de renda fixa são o Tesouro Direto, Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Certificados de Depósito Bancário (CDB).

2. Pesquise sobre renda variável

Os ativos de renda variável, ao contrário dos de renda fixa, não apresentam parâmetros de remuneração já definidos no momento da aplicação. Assim, os investimentos em renda variável podem ser mais arriscados e recomendados para investidores de perfil dinâmico.
Entretanto, por apresentarem um risco maior, são também mais rentáveis. Por isso, buscar informações sobre ações, ativos financeiros e contratos negociados na bolsa de valores é o segundo passo para investidores mais arrojados que desejam potencializar lucros com seus recursos!

3. Entenda a importância de diversificar os investimentos

A diversificação de investimentos é uma estratégia obrigatória para os investidores aplicarem capital no produto certo e no momento mais propício e, dessa forma, minimizarem seus riscos.
“Colocar todos os ovos na mesma cesta” não é uma atitude recomendada devido à imprevisibilidade do mercado financeiro, além disso, o investidor deixa de aplicar em oportunidades vantajosas porque seu dinheiro fica retido em poucos produtos.
Em função disso, após se informar melhor sobre os títulos de renda fixa e renda variável, procure a assistência de um consultor financeiro para montar uma carteira com produtos diversificados.

4. Conheça investimentos em outras moedas

A compra de moedas estrangeiras pode ser uma opção a ser considerada por investidores mais experientes. Esses ativos são fontes de renda variável e oscilam por diversos fatores econômicos. Entre eles, o risco país, instabilidades na bolsa de valores e oferta de moeda no mercado nacional.
Nos últimos anos, o conceito de moeda que funciona por meios digitais vem revolucionando o mundo financeiro. Esses valores monetários são chamados de bitcoins e estão disponíveis para a venda de usuários do mundo todo.
Com baixas taxas de processamento e sem intermediários que manipulem as taxas de câmbio, o valor dos bitcoins varia exclusivamente de acordo com a lei da oferta e da procura. Quem possui uma carteira de bitcoins consegue fazer compras em vários sites, pagar por viagens internacionais e, até mesmo, vendê-las em momentos de alta.

Gostou de saber por que você deve perder o medo de investir? Então, não deixe de compartilhar este conteúdo com os seus amigos nas redes sociais para que eles também revejam como estão protegendo seus recursos!
Entenda as transações de bitcoins

Entenda as transações de bitcoins

Neste faremos com que você entenda as transações com bitcoins.
O universo digital realmente revolucionou toda a sociedade. Se novas condutas vieram à tona, novas ferramentas também surgiram para substituir ou agregar funções às mais tradicionais.
Com isso, informação, distância e velocidade ganharam uma nova dimensão. Até o dinheiro passou por modificações conceituais e promete continuar em evolução.
Nesse sentido, é importante falar do bitcoin (BTC), uma criptomoeda que vem fazendo sucesso no mundo todo. Você conhece essa tecnologia digital? Leia o nosso post e entenda o que é e como realizar transações com bitcoins!

Os conceitos relacionados ao bitcoin

Para entender como se efetuam as transações com bitcoins, é necessário compreender alguns conceitos — como endereço, carteira e mineradores, por exemplo. Veja!

Endereço

Trata-se de uma cadeia de 26 a 35 caracteres alfanuméricos — ou seja, composta por letras e números. Essa cadeia, ou string, serve para identificar o envio de um pagamento em bitcoins. Exemplo de endereço: 14rruWSPHSCCNzCGyCqreAVp1rfyCZKt9B (não utilize ele, é apenas um exemplo).
O bitcoin usa a criptografia de uma chave pública para dar validade à autoria de uma transação em rede por meio da assinatura digital. A chave pública é produzida a partir da chave privada do usuário e o endereço, por sua vez, é gerado a partir da chave pública.

Carteira

Trata-se de um software empregado pelo usuário a fim de registrar endereços de recebimento controlados por uma ou por mais chaves privadas do usuário. A carteira cria, assina e transmite transações com bitcoins para a rede. Existem carteiras como aplicativos web, mobile, desktop e também para hardwares.

Transações com bitcoins

Trata-se de uma estrutura de dados que representa a transferência de determinado valor de uma origem específica para um destino específico. Os fundos de origem do valor são chamados inputs. O destino do valor é denominado output.

Bloco

As transações com bitcoins são agrupadas em blocos. Um bloco está sempre ligado a outro bloco anterior e informa qual foi o hash — ou seja, o código calculado e aprovado pela rede de bitcoins. Forma-se, assim, uma corrente de blocos. Ao ler todos os blocos, é possível estar a par de todas as transações com bitcoins efetuadas.

Minerador

Os mineradores montam os blocos de bitcoins. Eles reúnem as transações com bitcoins espalhadas na rede para formar um bloco. Montado o bloco, é preciso calcular o hash ideal. Ele calcula diferentes hashes até encontrar aquele que o bitcoin aceita. Para isso, ele precisa de um dado especial, o nonce. Tanto o nonce quanto o hash são somente um número.
Somente para exemplificar, digamos que o hash não pode ser superior a 6 (valor máximo). Quando o minerador encontra um dado (nonce) que faz o hash resultar em 4, ele já pode propagar o valor na rede.

Taxa de transação (fee)

Trata-se de uma quantidade de bitcoins acrescentada à transação como maneira de recompensar o minerador que tiver sucesso ao minerar o bloco da respectiva transação.
Essa quantidade é definida pelo usuário ou pelo software, variando conforme a prioridade exigida pelo usuário para que seja confirmada a transação. Geralmente, costuma-se pagar 0.0001 bitcoins de taxa por cada 1 kilobyte em uma transação normal, porém, agora a rede está congestionada e estão cobrando 0.001 bitcoins por uma transação

As transações com bitcoins não têm saldo

Ao contrário das transações com papel-moeda, as transações com bitcoins não apresentam saldo. As carteiras não guardam nenhum valor e a totalidade de bitcoins fica nas transações.
Caso o usuário receba 4 moedas de BTC de uma pessoa, receba mais 3 de outro usuário e deseje usar 6 moedas, a carteira identifica como origem (input) as primeiras transações (7 bitcoins no total). O bitcoin restante corresponde ao troco e é enviado, pelo software, de volta ao usuário que recebeu as moedas.

O tempo das transações com bitcoins

Geralmente, os blocos de bitcoins levam 10 minutos para que sejam encontrados os nonces. Se os mineradores encontram o nonce muito rapidamente, o valor máximo do hash (que, no exemplo acima, é 6) será reduzido para tornar o trabalho mais difícil.
Por outro lado, se os mineradores estiverem demorando muito, o valor máximo é aumentado para facilitar. Isso significa que tudo se ajusta proporcionalmente, sendo calculado pela própria rede. Para que a transação não se prolongue por muito mais tempo, não existe saldo. Além disso, só podem ser gerados seis blocos de criptomoedas por hora em toda a rede.

Carteiras multi-assinadas

As carteiras multi-sig, que começam com o número 3 (ex. 32v7uX5nLhZAidxMvnzq2XfAkhZNnJLxCt), só podem ser movimentadas com mais de uma chave. Exemplo, um endereço com 3 chaves precisa de 2 para ser movimentado, assim você pode criar uma espécie de conta bitcoin conjunta, que precisa da autorização de ambos pra movimentar..

A segurança do blockchain

O blockchain (cadeia de blocos) é o sistema de registros que confere total segurança às transações com bitcoins. Trata-se de um sistema de contabilidade que valida e distribui o registro de uma transação em todas as partes em que o software está atuando.
Trata-se do processo já descrito em que um hash é aprovado por um bloco que está ligado a outro imediatamente anterior.
Pode-se dizer que o Blockchain é o Livro Razão das transações com bitcoins, registrando todas elas de forma cronológica, depois que são validadas pelo hash. Vale acentuar que esse registro é único, imutável e compartilhado pelos usuários de um sistema específico.

Como usar BTC

Além do mercado de ações, o BTC pode ser usado de diferentes formas. Ele é mais prático que o cartão de crédito e mais seguro que as cédulas e moedas tradicionais. Certos hotéis já aceitam pagamentos em bitcoins. Na internet, muitos produtos podem ser comprados com o uso de bitcoins.
Existem também agências de viagens que trabalham somente com bitcoins, como a BTCTrip.
Também é possível:

  • registrar domínios;
  • importar alguns produtos;
  • cursar faculdade (Draper University);
  • fazer cirurgias;
  • comprar imóveis;
  • comprar e vender a criptomoeda por meio da Foxbit, plataforma digital especializada em transações com bitcoins. Ela é maior empresa do Brasil efetuando operações de intermediação.

E então? Você entendeu agora como acontecem as transações com bitcoins? Pouco a pouco você se familiariza com o processo. Quer saber mais? Não deixe de assinar a nossa newsletter e receba todas as novidades sobre BTC diretamente em sua caixa de entrada.