Saiba como calcular o ROI

Saiba como calcular o ROI

A palavra investimento remete a algo que tem planejamento de aplicação do dinheiro para gerar retorno e reduzir ao máximo os riscos envolvidos. Ou seja, o indicador que qualquer investidor busca, mesmo sem saber, é o ROI (Return On Investment).
É fundamental que todo investimento tenha seu retorno calculado. E, quando possível, é interessante até que se faça previamente uma estimativa de quanto ele será. Mas como calcular o ROI?
Mostraremos, agora, como fazer a conta e qual é sua importância. Confira!

Como calcular o ROI?

O cálculo do ROI é muito simples de ser realizado. A sua simplicidade pode ser um dos motivos pelo qual esse indicador não recebe a devida atenção, principalmente por parte de investidores. O ROI nada mais é do que o resultado do ganho obtido com o investimento realizado, desconsiderando o montante inicial investido.
Porém, o investidor não pode se esquecer de incluir todas as despesas com as quais teve de arcar antes de receber seu retorno. Até porque é preciso saber quanto foi o exato lucro direto, em valores, para apurar o ROI. Então, basta usar a fórmula lucro obtido – total investido ÷ total investido e multiplicar o número final por 100. Por exemplo:

  • investimento: R$ 10 mil;
  • ganho: R$ 32 mil;
  • margem de lucro: 60%;
  • lucro: R$ 19,2 mil;
  • cálculo: R$ 19,2 mil – R$ 10 mil ÷ R$ 10 mil;
  • ROI: 0,92 x 100 = 92%.

Ou seja, para cada real investido, foi ganho R$ 0,92, além do real recuperado.
Você pode estar se perguntando sobre o fechamento da conta, pois R$ 32 mil – R$ 19,2 mil resulta em R$ 12,8 mil. Esses R$ 2,8 mil são despesas diversas, além do capital, que ficam fora do investimento e da margem líquida de 60% — o retorno real.

Por que o ROI é importante?

O ROI é a métrica que atesta o sucesso ou fracasso de algo que foi planejado e executado, como a aplicação de dinheiro. Mas, além desse resultado final simples, o ROI também tem potencial para qualificá-lo como satisfatório ou não. E, como ferramenta de apoio, serve a outras tarefas também. Veja a seguir:

Projeção de resultados financeiros

Fazer uma previsão do retorno de capital é sempre útil, principalmente para que resultados negativos não aconteçam. Para isso, é necessário envolver todas as variáveis possíveis e não ser muito otimista em relação ao lucro, para não fugir da realidade.
Caso o cálculo já tenha sido feito anteriormente, o histórico pode ser usado para embasar o processo novo e auxiliá-lo em uma determinação realista de lucratividade.

Projeção de resultados por tempo

A lucratividade é importante. Porém, ela deve ter uma boa relação com o fator de periodicidade com a qual ocorre, pois a capacidade de gerar lucro pode não ser interessante se for demorar muito a ocorrer — principalmente se não há recursos de manutenção para todo esse longo prazo.
Além disso, um lucro líquido, se muito pequeno, precisa ser percebido rapidamente para que não se desvalorize. Então, na hipótese de uma projeção, pode-se diagnosticar a viabilidade ou a inviabilidade do investimento relacionando os elementos.
Por exemplo, quem investe em compra e venda de moedas, bitcoins ou até ações da bolsa de valores, pode ter um ganho de apenas 5% em um daytrade — a operação de um dia. É um retorno líquido real para o curtíssimo prazo. Porém, não gera lucro algum de fato em um espaço de um ano, primeiramente pela própria inflação ser superior a essa porcentagem, além de outros fatores.

O que é PRI?

O Prazo de Retorno do Investimento (PRI), conhecido como payback, também deve ser analisado. Esse indicador é similar ao retorno de investimento e tem como principal objetivo medir o tempo necessário para que o breakeven seja atingido, e o investidor possa recuperar o capital investido.
Para se calcular o PRI, basta realizar a somatória dos rendimentos acumulados, em todos os períodos, até que o valor se equipare com o montante investido. A fórmula para realizar o cálculo é bem simples, e pode ser definida por:

  • PRI = investimento total / lucro líquido

Para facilitar o entendimento, imagine que o rendimento de um investimento seja R$20 mil ao ano, e o valor aplicado seja R$40 mil. Então, o PRI seria 2,0 (40mil / 20mil).
Em outras palavras, em dois anos o investidor recuperará o montante investido, por meio de juros e do retorno do capital aplicado.

Existem outros fatores que influenciam no ROI?

Como destacado anteriormente, existem despesas diversas, além do capital investido, que podem interferir no ROI. As taxas de corretagem e a declaração do Imposto de Renda são fatores que podem impactar no rendimento do investimento.
No caso das taxas de corretagem, devem-se analisar os valores cobrados por cada uma das corretoras disponíveis no mercado. No investimento em Tesouro Direto e na Bolsa de Valores, é necessário escolher uma corretora que forneça os melhores serviços para o seu perfil de investidor, cobrando a menor taxa possível.
Já para o investimento em bitcoins, é necessário escolher uma corretora especializada nessa modalidade e que seja capaz de fornecer liquidez, agilidade e segurança aos seus investimentos, além de prover transparência em seus relatórios.
Em termos de declaração do Imposto de Renda, deve-se destacar que um informe de rendimentos, com a data de investimento, o montante investido e os respectivos rendimentos, é suficiente para se realizar a declaração.
É importante ter os extratos de transações, saber o valor pelo qual pagou para adquirir as moedas digitais, e, principalmente, a taxa de conversão de cada uma das moedas. Assim, será possível regularizar toda a sua situação, em termos de investimento em bitcoins, perante o fisco.

Quais são as vantagens e desvantagens do ROI?

Assim como qualquer outro indicador, a determinação do ROI possui algumas vantagens e desvantagens, mostrando se vale a pena ou não determiná-lo. O ROI é o melhor indicador de lucratividade, permitindo que os investidores possam analisar sua performance e possam tomar as melhores decisões possíveis.
Além disso, o processo de comparação entre diferentes tipos de investimento se torna muito mais simples de ser executado, permitindo que o investidor escolha as opções mais vantajosas. Em contrapartida, existe certa incompatibilidade ao analisar investimentos diferentes, uma vez que cada investimento possui métricas e cálculos de lucratividades específicos.
Independentemente das vantagens ou desvantagens, pode-se afirmar que o ROI é um excelente indicador para ser analisado em investimentos de curto e médio prazo. Mas, no longo prazo, ele não se torna tão eficaz assim.
O ROI não considera em seu cálculo gastos diversos que podem afetar o investimento, no longo prazo. Assim, o investidor pode ser levado a selecionar apenas investimentos com taxas de retorno elevadas, fazendo com que excelentes opções, que reduzam o ROI de sua carteira de investimentos, sejam deixados de lado.
A dica final que damos é: a melhor maneira de analisar a rentabilidade, o retorno do investimento e todos os outros indicadores e, além disso, não se preocupar quanto à segurança do investimento, declaração do imposto de renda e as taxas de corretagem se dá pela utilização de empresas especializadas.
No caso de bitcoins, por exemplo, já existem plataformas digitais que realizam a intermediação de compra e venda, garantindo a segurança necessária para que seu dinheiro seja aplicado com sucesso.
Agora você sabe como calcular o ROI? Você já apura o retorno de seus investimentos? Deixe seu comentário e participe do nosso blog!

Veja 4 tipos de investimentos além da poupança

Veja 4 tipos de investimentos além da poupança

Existem muitos investimento além da poupança, embora esta seja a favorita dos brasileiros em anos passados. Hoje ela já não tem a mesma rentabilidade de antes. Por isso, esse tipo de investimento vem perdendo cada vez mais espaço no mercado financeiro brasileiro. De acordo com o Banco Central, em todo o ano de 2016, a poupança perdeu mais de 40 bilhões de reais em recursos que foram sacados pelos investidores.
O momento é de buscar as novas oportunidades do mercado financeiro. Por isso, separamos neste post 6 tipos de investimento além da poupança que você precisa conhecer. Confira!
https://blog.foxbit.com.br/descubra-agora-qual-a-melhor-opcao-para-investir-o-dinheiro-na-crise/

1. Investimento em Tesouro Direto

Essa modalidade de investimento, baseada em títulos públicos emitidos pelo governo, é uma das que mais tem ganhado destaque nos últimos anos. É como se o investidor emprestasse dinheiro ao governo para receber essa quantia acrescida de juros no futuro. O investimento no Tesouro Direto é de baixo custo e muito seguro.
É possível encontrar títulos de diferentes rentabilidades e prazos de vencimento, o que ajuda na programação financeira dos investidores. A remuneração pelo investimento é informada no momento da compra dos papéis e garantida pelo Tesouro Nacional.
Para investir no Tesouro Direto você precisará de uma instituição financeira intermediadora para fazer seu cadastro junto ao Tesouro Nacional. Uma vez cadastrado, você pode acompanhar e gerenciar seus investimentos pela internet. Desse modo, o Tesouro Direto é uma opção prática, segura e de baixo custo para diversificar seus investimentos.
https://blog.foxbit.com.br/5-motivos-para-investir-por-conta-propria/

2. CDB (Certificado de Depósito Bancário)

É semelhante ao Tesouro Direto, mas no CDB o investidor cede dinheiro aos bancos em troca da remuneração com juros. O risco e o retorno desse investimento são proporcionais à solidez da instituição financeira, ou seja, quanto maior e mais seguro o banco, menores são os riscos e melhores são os lucros.
O que deixa muitos investidores mais seguros ao apostar em CDBs é a garantia fornecida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Esse órgão protege as aplicações caso a instituição financeira venha a falir. O valor total coberto é de até R$ 250 mil por CPF em cada instituição.
Apesar de incidir imposto de renda sobre esse investimento, é possível conseguir retornos maiores do que por meio da poupança. Para isso, é preciso fazer uma boa escolha entre títulos prefixados e pós-fixados e investir no que mais se ajusta às suas necessidades.

3. Letras de Crédito (LCI E LCA)

As Letras de Crédito Imobiliário e as Letras de Crédito Agrícolas também são investimentos de renda fixa com remuneração mais atrativa do que a da poupança. A remuneração é calculada com base no índice da inflação acrescida de juros. Nessa opção os prazos de vencimento do título são predefinidos, portanto o dinheiro permanecer aplicado por todo o período.
As LCIs e LCAs são investimentos de baixo risco e que não possuem cobrança de Imposto de Renda. Essa foi uma maneira encontrada pelo governo para incentivar o investimento nesses setores. Também permitem a escolha entre títulos de rentabilidade prefixada e pós-fixada. Se você é um investidor conservador, essa pode ser uma boa opção.

4. Debêntures

Da mesma forma que o governo emite títulos públicos para a quitação da dívida pública, empresas também podem emitir títulos, nesse caso de dívida privada, para quem se interessar. Esses papéis são chamados de debêntures.
O que essas companhias fazem é aplicar os montantes a elas emprestados em projetos de grande porte que vão gerar resultados mais relevantes no médio e no longo prazo. Aqui, as empresas que vendem os títulos não podem ser instituições financeiras ou de crédito imobiliário.
Sendo assim, quando você compra uma debênture, você se torna credor da empresa que vendeu o título e passa a receber juros — fixos ou variáveis — ao final do período combinado e de acordo com a quantia emprestada. Ainda é importante notar que você não se torna um sócio da empresa, mas um credor pelo tempo de decorrência do título.
Como as debêntures são emitidas pela própria empresa, elas possuem uma flexibilidade um pouco maior do que LCIs e LCAs. As características do título devem ser definidas no ato da emissão. Se a empresa e o debenturista acharem necessário, essas especificações podem ser renegociadas periodicamente.

5. Fundos imobiliários

Um fundo imobiliário, ou Fundo de Investimentos Imobiliário (FII), é uma reunião de um grupo de investidores que tem como objetivo comprar ou construir tipos específicos de imóveis. Esse fundo é gerido por um administrador e visa investir em ativos imobiliários como imóveis residenciais ou de varejo, condomínios, shoppings, lajes corporativas, entre outros.
Logo, ao investir em cotas de fundos imobiliários o indivíduo se torna proprietário de uma parcela de um ou vários imóveis que integram aquele fundo. Um FII funciona de modo que o grupo de investidores aporta os recursos no fundo e o gestor do fundo investe em ativos para obter o maior rendimento possível, seja por meio de aluguel, comercialização ou valorização do imóvel em si.
Investir no mercado de imóveis é bastante comum no Brasil, a dificuldade é que construir ou planejar a construção de um imóvel exige muito tempo e dinheiro. A vantagem dos fundos imobiliários é que o investidor não precisa ter uma quantidade elevada de recursos para investir e começar a lucrar com imóveis. Hoje é possível ser sócio de um fundo de investimentos por cerca de R$ 20 mil.
https://blog.foxbit.com.br/invista-no-mercado-imobiliario-usando-bitcoin/

6. Bitcoin

Você já deve ter ouvido falar muito sobre essa moeda digital por aí, então agora é hora de saber por que ela pode ser um ótimo investimento. Utilizada para transações digitais sem intermediários, a moeda possui um potencial de apreciação muito elevado — tanto que, atualmente, uma unidade de Bitcoin equivale a aproximadamente R$ 28268,00. Um ganho de quase 900% em em um ano.
Além de ser uma forma de investimento, o Bitcoin possui diversas vantagens ao ser utilizado em transações financeiras. Não há incidência de grandes taxas, haja vista que a moeda possui toda sua base na rede mundial de computadores. Por isso, aumenta a cada dia o número de pessoas e de negócios que preferem trabalhar com Bitcoin.
Apesar de oferecer um risco mais alto do que as opções anteriores, os números da valorização da moeda digital nos últimos anos impressionam, fazendo do Bitcoin o investimento mais rentável do século.
São diversos os tipos de investimento que você pode escolher para aplicar o seu dinheiro e fazê-lo render muito mais do que na poupança. Além de diversificar a sua carteira, ao seguir esses exemplos que trouxemos, você também pode ficar mais tranquilo ao ter a certeza de que seus retornos serão mais expressivos.
E então, gostou deste conteúdo? Que tal agora entender de uma vez por todas o que é e como investir em moeda criptografada?
https://blog.foxbit.com.br/afinal-por-que-investir-em-bitcoin/

Como funciona dinheiro digital?

Como funciona dinheiro digital?

Se você ainda não conhece o dinheiro digital, saiba que essa é uma tendência cada vez mais real no planeta. Cansadas da regulação dos governos, da burocracia e de problemas como a inflação, as pessoas vêm descobrindo, cada vez mais, as vantagens de trabalhar com uma moeda que funciona com base no esquema P2P (de pessoa para pessoa).

Como funciona o dinheiro digital?

A moeda digital foi criada em 2009, por Satoshi Nakamoto, que batizou sua ideia como Bitcoin. O Bitcoin utiliza a mesma filosofia de compartilhamento de arquivos na Internet, como o Torrent, por exemplo.
Como citado, o sistema foi criado nas bases do Torrent, ou seja, uma rede Peer-To-Peer (P2P). Por a rede ser descentralizada, as transações não precisam de intermediários ou intervenção de nenhum órgão governamental. As próprias máquinas conectadas a rede fazem a verificação e a propagação das transações, fazendo com que um bitcoin não possa ser gasto duas vezes.
Ainda está complicado de entender? Não se preocupe, vamos começar bem do começo então!

Dinheiro x Moeda

Para entender o que é o dinheiro digital, é fundamental conhecermos os conceitos por trás das palavras dinheiro e moeda. Por incrível que pareça, as duas palavras representam coisas diferentes.
O dinheiro é qualquer objeto ou registro que dê ao seu portador o poder de adquirir algum bem ou serviço, em qualquer lugar do mundo. Isso significa que o dinheiro é a representação do poder de compra de cada pessoa ou empresa.
Já a moeda é a representação física desse dinheiro, que circula como meio de troca. A moeda pode ser representada em papel, ou em metal, ou sob qualquer outra forma física. Nos primórdios da economia, os comerciantes vendiam seus produtos em troca de pacotes de sal, que era um item muito valioso. Outro exemplo de moeda é a sua representação por meio de barras de ouro.
Ficou mais fácil de entender, não é mesmo? Voltemos, então, ao Bitcoin.

Como o Bitcoin é representado?

O Bitcoin é o dinheiro digital que circula pelo mundo e ainda não tem representação física. Ainda não pode ser, portanto, considerado como uma moeda, apenas como dinheiro. Algumas moedas de Bitcoin chegaram a ser produzidas, mas não há registro de que elas estejam circulando.

Quanto vale o Bitcoin?

A cotação do Bitcoin varia de acordo com a demanda pelo dinheiro digital. Se ele estiver sendo muito procurado, sua valoração aumenta proporcionalmente. Com isso, os investidores têm que ficar atentos. O Bitcoin é uma moeda cujo valor varia muito rapidamente. Atualmente, um Bitcoin está valendo cerca de R$ 2.400,00. Para ter certeza, procure um site que faça a conversão instantânea.
Por isso, o Bitcoin é, hoje, um investimento atrativo para jovens que conhecem o funcionamento do dinheiro digital e também para pessoas que buscam um novo ativo em seu portfólio de investimento. Quem compra Bitcoins em época de baixa demanda, por exemplo, terá a possibilidade de vendê-los a um valor maior quando houver maior valorização do dinheiro, obtendo lucro.

O Bitcoin possui lastro?

O lastro é um conceito econômico que diz que para se produzir dinheiro, é preciso ter uma reserva que garanta o pagamento da quantia produzida. Em outras palavras, o lastro é o valor da moeda.
Antigamente, quando usava-se o padrão ouro, seu lastro eram as reservas de cada país. No caso do papel moeda, ou moeda FIAT, o lastro é medido pela situação econômica dos governos e as leis de cada país. No caso do Bitcoin, o lastro é determinado por fórmulas matemáticas e criptografia que garantem o funcionamento da tecnologia e os limites de emissão, fazendo com que o bitcoin tenha emissão controlada, deflacionária e previsível. Você pode conferir mais sobre o lastro do Bitcoin no artigo publicado pelo Fernando Ulrich, na InfoMoney.

Comparação Bitcoin x Ouro x Dólar

A Foxbit produziu a série Bitcoin em Português, onde explicamos em 10 vídeos, tudo que você precisa saber para comprar, usar e aproveitar os benefícios da tecnologia.
No vídeo abaixo, fazemos um comparativo entre Bitcoin, Dólar e Ouro. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=bMHRaIQCQIo
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Como ocorre a oscilação do Bitcoin?

Como ocorre a oscilação do Bitcoin?

Se você está interessado em um investimento ousado, em algo novo, fora do esquema quadrado de bancos e mercado financeiro e que não necessariamente te traga um retorno em curto prazo, você precisa conhecer melhor o Bitcoin. E muitos se perguntam como ocorre a oscilação do preço do Bitcoin.

O que é mesmo o Bitcoin?

Talvez você já tenha ouvido falar dele: uma moeda digital descentralizada, sem qualquer tipo de regulamentação, proteção ou lastro em governos ou bancos centrais de países, ela é emitida por processos matemáticos que acontecem conforme computadores se conectam em rede no sistema da moeda. A quantidade de moedas emitidas, no entanto, nunca vai exceder os 21 milhões de bitcoins por programação de computador.
A rede que garante a autenticidade da moeda criada é a mesma que assegura a autenticidade das transações feitas entre usuários. O Bitcoin pode ser trocado por dinheiro comum, como o dólar ou o real, ou usado na compra de serviços e produtos em comércios online ou mesmo em lojas físicas que já o aceitam.

Como o valor do Bitcoin oscila?

Para entender como investir dinheiro em Bitcoin pode ser um bom negócio, antes de mais nada é preciso saber que o valor da moeda digital varia, e muito. Ela foi criada em 2009 e se valorizou até o pico de US$ 1 mil por um único Bitcoin em 2013. Pouco mais tarde, caiu para menos da metade desse patamar. Paulatinamente, no entanto, o Bitcoin recuperou seu valor até praticamente os US$ 1 mil em 2016.
Por ser ainda uma grande novidade, não existe um índice de volatilidade aplicável ao Bitcoin, como existem para ações em bolsa de valores ou para outras moedas, por exemplo. Mas estudiosos do assunto, tanto no Brasil quanto no exterior, já mapearam alguns fatores que provocam instabilidade no valor da moeda. Vamos a eles:

Eventuais faltas de segurança técnica da operação

Por ser uma moeda digital e dependente da rede de internet, ataques de crackers poderosos podem causar abalos e desvalorizações. Em um dos mais rumorosos casos, a casa de câmbio japonesa MtGox entrou com pedido de falência após alegar ter tido 750 mil bitcoins roubados por piratas virtuais. A cada vez que isso acontece, costuma espantar investidores e derrubar um pouco o valor da moeda.

Controles de capitais

O bitcoin serve como válvula de escape quando governos autoritários resolvem impor controle de capital, saída de moeda do país, limites para saques da poupança, etc. Por o bitcoin não fazer parte do sistema financeiro tradicional, não há como o governo impor limites a rede bitcoin, portanto, como ocorreu no caso da Grécia, o bitcoin se valorizou quando uma grande quantidade de gregos começaram a conhecer a criptomoeda como alternativa ao dinheiro extremamente regulado. O mesmo também ocorreu na China, quando as bolsas começaram a cair e o governo impôs limites ao mercado, como mostra o Jornal Econômico.

Insegurança em relação à regulação imposta por países ao Bitcoin

Por sua característica digital, as autoridades fiscais de muitos países advogam que a moeda seria especialmente útil para encobrir crimes de lavagem de dinheiro para o tráfico de drogas e evasão de divisas.
Em 2014, a Rússia, por exemplo, passou a considerar suspeita qualquer transação com Bitcoin. Essa ideia é muito mais um mito do que uma realidade. Ainda assim, sempre que existe alguma regulação no horizonte, isso cria um sentimento ruim no mercado.

Aceitação da moeda por grandes instituições e empresas

Embora o bitcoin ainda seja pouco aceito por empresas, isso vem melhorando bastante.  No Brasil, ainda há menos de 200 lojas que aceitam bitcoins. No Japão, ela é amplamente usada, enquanto na Europa e nos Estados Unidos sua aceitação tem aumentado, mas ainda é baixa.
Como o número de empresas ainda é baixo, uma nova empresa aceitando bitcoin pode ajudar a dar confiança na criptomoeda, fazendo com que sua cotação aumente. É o caso, por exemplo, de quando a Dell USA passou a aceitar bitcoin na compra de equipamento. A cotação da moeda chegou a subir 15$ poucos minutos após o anuncio no Twitter.
O mesmo efeito também ocorre quando uma grande instituição fala de forma positiva sobre bitcoin & blockchain, como frequentemente acontece com o Fórum Econômico Mundial ou o Banco Central Inglês.
Apesar das oscilações, o bitcoin vem se tornando menos volátil a cada mês e economistas acreditam que o Bitcoin tende à estabilidade conforme mais usuários se interessarem a participar do sistema, tornando-o mais aceito, menos regulado e mais seguro, como você pode conferir no artigo do economista Fernando Ulrich.
Pretende iniciar investimentos em Bitcoin? Tem dúvidas sobre o que fazer? Deixe-nos um comentário e participe desse debate!

Qual melhor momento para investir em bitcoin?

Qual melhor momento para investir em bitcoin?

Diante de tantas mudanças de mercado, qual o melhor momento para investir em bitcoin? O mercado de Bitcoin é recente se comparado a outras alternativas de investimentos existentes, tendo surgido em 2008. Porém, ele já se tornou uma das opções com maior rentabilidade no mundo financeiro, chegando a se valorizar mais de 1100% em apenas 5 anos. Por isso, realizar um investimento em Bitcoin pode significar uma grande oportunidade de negócio.

Como funciona o mercado de Bitcoin?

O Bitcoin faz parte do mercado das moedas digitais, sendo especificamente uma criptomoeda (moeda criptografada). Entre as várias formas de se adquirir Bitcoins, as duas principais são:

1. Processo de mineração

O termo faz um paralelo com a mineração de metais por conta da dificuldade de obter e pela raridade da moeda, assim como os metais preciosos.
Existe um software que é responsável pela emissão dos Bitcoins em um sistema interligado entre os indivíduos e organizações que atuam nesse mercado (rede peer to peer), tudo de forma descentralizada e sem o controle de uma autoridade.
Esse sistema emite blocos de códigos criptografados para que os chamados mineradores (os participantes) tentem decifrá-los. O primeiro a conseguir recebe a quantidade determinada de Bitcoins referente a esses códigos.

2. Por meio de transações e investimentos

O segundo método é através da compra de Bitcoins de outros participantes do sistema, a exemplo do que ocorre no mercado de ações.
Isso pode ser feito por meio de um cadastro em uma plataforma voltada ao mercado, como a Foxbit. O processo é bem simples e facilitado, o que permite começar a investir rapidamente.

Quando começar um investimento em Bitcoin?

Desde que começou, o mercado de Bitcoin cresceu bastante ao redor do mundo. Para se ter uma ideia, no início cada unidade era cotada em menos de U$ 1,00. Em 2013, chegou a ser vendida acima de U$ 1.100,00.
Ele sofreu uma pequena desvalorização, porém tem se recuperado e seu preço atualmente se encontra superior a U$ 700,00, o que pode significar uma boa chance de obter ganhos futuros. Mas ele ainda está longe da sua máxima histórica, o que pode ser uma boa oportunidade de entrada.
Por isso, quem deseja ingressar nesse mercado deve fazê-lo o mais cedo possível.

Qual a importância do planejamento a longo prazo?

Quem pretende investir no mercado de Bitcoin precisa fazer um planejamento de longo prazo para  aumentar as chances de obter ganhos. Como visto acima, quem esperou 5 anos desde o seu surgimento conseguiu vender suas unidades a um preço alto, o que deixou muita gente milionária.
Porém, na hora de se planejar é importante não só segurar os Bitcoins na carteira, mas também estipular um investimento contínuo. Dessa forma, é possível aumentar o retorno do investimento no longo prazo por ter uma quantia maior investida.
Mas vale lembrar que o investimento em Bitcoin tem seus riscos, já que é um mercado com volátil, embora tenha ficado mais estável nos últimos tempos. É preciso estudá-lo e estar atento às tendências e novidades, além de se informar sobre maneiras seguras de investir.
Outro ponto importante é incluir a taxa de inflação nos seus investimentos, de modo a aumentá-los proporcionalmente para não prejudicar seu poder de compra no futuro.

O que é preciso saber os Bitcoins?

É importante saber que a emissão de Bitcoins cai pela metade a cada 4 anos, conforme estabelecido pelo seu criador Satoshi Nakamoto.
Quando o sistema começou, eram disponibilizadas 50 unidades de Bitcoin a cada dez minutos, hoje são 12,5. Existe ainda um limite de unidades a serem emitidas, 21 milhões, o qual deverá ser atingido por volta de 2040. Ou seja, sua oferta é pautada pela escassez, assim como os metais preciosos.
Contudo, por ter 8 casas decimais, as moedas são divisíveis e podem ser negociados em frações menores, o que indica que seu mercado é duradouro. Essa característica também permite começar um investimento com pouco dinheiro.
Realizar um investimento em Bitcoin é uma das novas formas de obter ganhos geradas pelas novas tecnologias, tendo muitas vantagens em relação aos investimentos tradicionais. Também é interessante destacar que cresce o número de estabelecimentos que estão aceitando a moeda no mundo, o que indica um aumento de relevância dos Bitcoins no cenário mundial.
Quer saber mais sobre o mercado de Bitcoins? Confira então os principais benefícios e riscos dessa moeda digital!