Bitcoin e blockchain: qual a relação?

Bitcoin e blockchain: qual a relação?

A tecnologia blockchain vem revolucionando o mundo dos negócios desde que foi implementada junto ao Bitcoin, a moeda digital mais conhecida atualmente. Ela, inclusive, já atrai investidores de várias partes do globo, especialmente aqueles ligados a instituições financeiras. Contudo, seu potencial pode ir muito além disso graças ao seu modo de funcionamento.
O blockchain pode beneficiar seguradoras (insurtechs), empresas de tecnologia, startups, sistemas de registros de patentes, de direitos autorais e até documentos oficiais, como certidões de nascimento e de casamento. Em alguns casos, sua importância já é equiparada ao do próprio Bitcoin, maior representante de seu potencial revolucionário.

O que é a tecnologia blockchain e como ela funciona?

A tecnologia blockchain atua na criação de registros sobre todas as transações realizadas dentro do seu sistema, disponibilizando-os publicamente em sua rede. Ou seja, registros públicos que podem ser conferidos por qualquer pessoa que a acesse ou utilize. Para entender melhor, é interessante analisar como o blockchain funciona junto aos Bitcoins.
A tecnologia blockchain sustenta um banco de dados que se encontra distribuído entre os usuários da rede dos Bitcoins. Essa rede é formada pelos computadores interconectados dos seus participantes. Nela, cada transação realizada envolvendo Bitcoins recebe um registro do Blockchain, o qual pode ser observado por seus participantes.
As transações realizadas podem se referir a compras, vendas, mineração, doações e inúmeras outras ações envolvendo a moeda digital.
E cada vez que um evento assim ocorre, ou uma correção de transação, os nós de sua rede executam algoritmos e cálculos para avaliá-lo, tendo como base o histórico. Dessa forma, esses dados e sua assinatura são analisados para poderem validá-lo ou não. Para isso, é necessário um consenso entre todos os nós existentes.
Após sua aprovação, a transação será admitida no registro. Da mesma forma, um bloco com essas informações será incluído na cadeia de transações para que passe a fazer parte do sistema Blockchain. Caso a validação seja negada por grande parte dos nós, a inclusão dessas informações nos registros do sistema não é realizada.

Vantagens da tecnologia blockchain

Graças ao seu modelo de funcionamento, o Blockchain atua como um registro distribuído (DLT — distributed ledger technology) sem a necessidade de um agente ou autoridade central para gerenciá-lo.
Vale ressaltar que todas as transações realizadas são criptografadas. Esse ponto — aliado ao fato de ele ser um sistema aberto e com registros que podem ser checados por seus integrantes — permite protegê-lo contra fraudes e atitudes mal-intencionadas. Também o tornam mais seguro e transparente para a realização de atividades financeiras.
Sua flexibilidade também é outra vantagem, pois, como mencionado acima, ele poderá ser empregado em diversos negócios que exijam confiança e envolvam valores. Nesse sentido, ele possui um amplo potencial disruptivo, podendo ser aproveitado por negócios emergentes e novas tecnologias.
Em transações financeiras ele poderá até suplantar sistemas de clearing, graças aos seus benefícios inovadores.

Como o blockchain mudou o mundo das moedas digitais?

O blockchain mudou o mundo das moedas digitais ao inserir maior segurança, transparência e credibilidade às transações.
Antes, todas as moedas digitas eram centralizadas e para o governo acabar com isso era muito fácil, pois era só atacar um único ponto centralizador e pronto, todo o sistema vem abaixo.

OK, Blockchain é legal, mas ele funcionaria sem o Bitcoin?

O blockchain é um grande banco de dados digital e hoje ele é imutável por um único motivo: é muito caro tentar alterar alguma transação já validada. Hoje a rede tem um poder de processamento de cerca de 1.775.000 TH/s, isso quer dizer que se você quiser alterar alguma transação já ocorrida, você precisaria de, no mínimo, 50% +1, ou cerca de 887.500 TH/s.
Hoje, uma mineradora de 12 TH/s custa por volta de 1800 dólares. Para você tentar manipular algo na rede, seriam necessário 131 milhões de dólares e, logo após identificarem que tem um minerador malicioso na rede, as pessoas migrariam para uma cadeia de blocos sem esse minerador. Traduzindo: você gastaria 131 milhões de dólares para nada.
Existem diversas altcoins, cada uma com um novo blockchain, porém, podemos dizer que o blockchain do bitcoin é o mais seguro, pois é o que mais possui um interesse financeiro agregado.

Quais bancos utilizam a tecnologia blockchain?

O número de bancos usando a tecnologia ou desenvolvendo soluções financeiras a partir dela tem aumentado nos últimos anos. Atualmente, instituições como Santander, City Bank, Goldman Sachs, BBVA, Barclays, Westpac e Commonwealth Bank of Australia já aproveitam as potencialidades do blockchain.
Isso significa que, em breve, teremos muitas novidades relacionadas a essa tecnologia, indo além do sistema de funcionamento do Bitcoin. Aliás, ela já está mudando negócios e até mesmo impulsionando novas tecnologias no setor financeiro, além de áreas que exijam maior segurança e transparência em suas transações comerciais.
Para saber mais sobre instituições financeiras e seu envolvimento com as potencialidades dessa tecnologia, veja a forma como 6 grandes bancos estão explorando o blockchain em suas operações.

5 lições para um investidor

5 lições para um investidor

Para ser um investidor, fizemos uma lista com 5 lições importantes. Investir dinheiro com sabedoria e conhecimento é um desejo de muitas pessoas. Existem diversas opções de investimento no mercado como títulos públicos, investimento em renda fixa, CDBs, RDBs, fundos de investimentos, bitcoins, bolsa de valores e outros.
Para se tornar um investidor de sucesso, é necessário se preparar e estar atento às movimentações do mercado, para evitar perder dinheiro. É importante lembrar sempre de qual é seu objetivo ao investir, seja ele uma viagem internacional ou fazer economias para outros planos.
Aprenda neste post 5 lições que um investidor de sucesso precisa aprender:

1. Não tenha medo


Uma das principais características de um investidor de sucesso é não ter medo. Por diversas vezes o mercado estará em queda e passando por momentos de turbulência, mas você não deve se desesperar.
O investidor mais conhecido no mundo, Warren Buffett, criou uma metodologia de investimento na bolsa de valores que contemplava comprar ações na baixa (quando as pessoas se desesperavam e costumavam se desfazer de seu patrimônio por valores muito inferiores ao que eles valem) e vender na alta (quando o mercado está crescendo e as pessoas aceitam pagar mais caro por uma determinada ação).

2. Tenha paciência e estude


Investidores que buscam meios em que seu dinheiro poderá render altos ganhos necessitam de muita paciência. É necessário que você conheça muito bem o tipo de aplicação que escolherá, tendo ciência do seu funcionamento, seus riscos e desmistificando algumas crenças que são facilmente encontradas.
No caso do investimento em bitcoins (moeda digital), por exemplo, é necessário que você saiba o que é bitcoin, como você pode comprar bitcoin, qual a cotação do bitcoin e sua liquidez, como vender bitcoin, ou seja, como funciona o mercado bitcoin. Após estudar bastante, definir o tipo de investimento e comprá-lo, é necessário que você tenha paciência para que ele atinja o resultado esperado. É um tanto quanto utópico pensar que qualquer tipo de investimento vai te deixar rico da noite para o dia. Paciência é um dos itens fundamentais para o sucesso.

3. Um investidor de sucesso corre riscos


Ao analisar os riscos, você notará que investimentos como a poupança ou títulos públicos possuem riscos baixíssimos, quase zero. Já outros tipos de investimentos como a bolsa de valores e os bitcoins possuem riscos maiores. Existe certa proporcionalidade no tamanho do risco e seu retorno. Investimentos de baixo risco proporcionam baixo retorno e assim acontece com investimentos de alto risco.
É válido ressaltar que correr riscos não quer dizer que você não está buscando formas seguras de se investir. Existem maneiras de se investir com segurança, independentemente do tipo de investimento escolhido.

4. Não arrisque tudo


Os investidores mais bem-sucedidos no mundo não investem tudo o que têm em transações de alto risco. Eles buscam sempre uma diversificação, evitando assim que problemas possam levá-los à falência. Ao diversificar os investimentos, você garantirá uma quantia de reserva que te resguardará caso aconteça algum contratempo no meio do caminho.
As criptomoedas, por exemplo, podem ser um bom investimento, desde que se considere a volatilidade da moeda e a segurança das transações. Sendo assim, pode-se fazer um mix entre esse investimento de risco e um título público, por exemplo.

5. Cuidado com a ganância


Warren Buffett, o terceiro homem mais rico do mundo, mora na mesma casa, no interior dos EUA, há várias décadas. Ele poderia viver em qualquer lugar do mundo, mas preferiu manter sua vida tranquila e sem excesso de luxo. Obviamente, você está investindo seu dinheiro e pretende gastá-lo de alguma maneira. Você deve sim realizar seus sonhos e objetivos, mas deve sempre manter o pé no chão e não se empolgar.
Ao se tornar um investidor de sucesso você pode ter um estilo de vida luxuoso, trocar de carro frequentemente, entre outras coisas. Ao fazê-lo, você sempre vai querer mais e mais. É válido lembrar que, quanto mais você gasta, mais você deseja ganhar, só que a velocidade de gasto é infinitamente superior à de ganhos. Sendo assim, muito cuidado com a ganância, pois ela pode te levar à falência!
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Tudo sobre Bitcoin: 8 curiosidades que você não sabia

Tudo sobre Bitcoin: 8 curiosidades que você não sabia

Saber tudo sobre Bitcoin é uma tarefa complicada, não é verdade? Diariamente, casos muito curiosos são descobertos em várias partes do mundo entre os usuários: de pessoas que ficaram milionárias sem saber, passando por questões de segurança, até especificações técnicas da criptomoeda, sempre há algo novo a aprender nesse ambiente.

Por isso, pesquisamos sobre 8 fatos intrigantes a respeito de tudo que acontece no universo do dinheiro digital que nos ensinam lições importantíssimas sobre essa tecnologia. Duvida? Confira agora mesmo!

1. O comércio de bitcoins é superior ao de ouro no Brasil

Durante o período que antecedeu o halving — o evento quadrienal que reduz a recompensa pela mineração de blocos da rede —, o valor de bitcoins negociados nas exchanges brasileiras foi superior ao do ouro na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).

Segundo dados do site BitValor, até junho de 2016, o volume comercializado de bitcoins, em reais, foi de R$ 164.259.807, superando em mais de R$ 10 milhões os lotes de ouro comercializados pelas agências da BM&F, que totalizaram R$ 153 milhões.

2. Todos os bitcoins do mundo não compram 2% da Apple

Muito se fala sobre o potencial de disrupção do bitcoin e o quanto ele poderia ameaçar a existência de bancos, empresas de pagamentos, cartórios e outros players. Entretanto, se comparado a indústrias diversas, a capitalização total do bitcoin não se equipara a de centenas de empresas de capital aberto no mundo todo.

Comparado com a gigante tecnológica Apple Co. — oitava maior empresa do mundo, segundo a Forbes —, apenas seu Market Cap de US$ 586 bilhões já supera o bitcoin em mais de 60 vezes.

Logo, se o Bitcoin fosse uma empresa nos mesmos termos, certamente ficaria em um grupo muito inferior a grandes bancos, empresas de tecnologia, automóveis, seguros, telecomunicações e muitos outros.

3. Mais de 60% dos bitcoins são minerados por 5 entidades

Segundo o protocolo do Bitcoin, cada minerador pode competir pela desencriptação de um bloco de transações na rede e, em troca, receber 12,5 bitcoins. Logo, isso nos leva a algumas constatações:

  • Se alguém tiver um poder de mineração muito superior aos demais, provavelmente vai receber mais recompensas que todos;
  • Somente um player pode vencer a competição a cada bloco;
  • Quanto menos capacidade de processamento você tem, menor sua probabilidade de vencer o desafio e maior o tempo de espera até você ser remunerado alguma vez, podendo levar anos.

Então, como as pessoas afirmam lucrar com mineração, se a probabilidade de minerar um bloco é ínfima?

A resposta está no fato de que existem conglomerados de mineradores ao redor do mundo. Eles agem em conjunto e conseguem vencer mais desafios e distribuir os ganhos oriundos das recompensas através da rede. Atualmente, as maiores pools de mineração são: F2Pool, AntPool, BW.COM, BTCC Pool e ViaBTC.

Por isso, ao comprar um computador minerador, é muito mais difícil minerar sozinho do que fornecer sua capacidade de processamento a uma das grandes pools de mineração existentes no mundo, responsáveis por receber a maioria das recompensas pelos blocos e redistribuí-las proporcionalmente entre os mineradores da rede.

4. Não temos ideia de quantos computadores mineradores existem

Falando em mineração, graças a esses conglomerados mineradores que recebem as recompensas em um nó único e redistribuem em suas redes particulares, fica impossível calcular a quantidade de mineradores que a rede possui.

Isso porque, para entender o tamanho desse número, seria preciso que cada uma dessas entidades — que ficam espalhadas pelo mundo — fornecesse essa informação. Evidentemente, isso não acontece. A razão? Tanto para manter a privacidade, quanto para proteger os negócios dos envolvidos.

5. Mais da metade de todos os bitcoins nunca foram gastos

Sim, cerca de 60% de todos os bitcoins gerados permanecem em suas carteiras iniciais desde que foram minerados. Esse fato, em termos práticos, não fornece muita informação sobre a razão desse dinheiro nunca ter sido gasto.

Aparentemente, existe uma tendência, comum entre os mineradores, de poupá-lo. Isso pode ser um indicativo de que o mercado acredita que o valor futuro do bitcoin será muito mais vantajoso que o atual.

6. Bancos escondem o Bitcoin, mas mas amam o Blockchain

Com a descoberta da utilidade do blockchain pelo ecossistema de negócios, esse termo passou a fazer sucesso entre startups e setores de inovação das corporações.

À primeira impressão, a tecnologia blockchain pode realmente ser muito útil como um banco de dados ultraseguro e privativo, com a vantagem de resolver o problema do gasto duplo. Logo, seria uma grande ferramenta para bancos e cartórios.
Entretanto, um dilema estratégico aparece nessa história:

  • Um blockchain privado, criado para guarnecer dados de uma instituição apenas, ficaria muito suscetível a ataques de 51%. Logo, os únicos blockchains utilizáveis são os públicos — sendo o do Bitcoin o maior e mais bem testado hoje;

Por isso, cada vez mais, há grandes empresas tentando incentivar negócios em blockchain que não envolvam a rede bitcoin, sem muito sucesso.

7. Verdadeiras fortunas em bitcoins já foram acidentalmente para o lixo

Para uma pessoa normal que passa a usar bitcoins, esse ato traz consigo a responsabilidade por cuidar da segurança do próprio dinheiro.
As carteiras bitcoin, bem como suas chaves criptográficas, ficam armazenadas em arquivos locais na maioria das vezes: dentro de um HD pessoal do computador ou celular do usuário. Dessa forma, usuários de criptomoedas precisam estar muito atentos à segurança desses dados, pois eles representam valores em dinheiro.

Mas nem sempre a devida atenção é dada e, frequentemente, há casos de pessoas que acidentalmente formatam o computador sem antes fazer o backup de suas carteiras. Ou familiares que presenteiam os filhos e sobrinhos com computadores novos e jogam o antigo fora sem avisar.

8. Verdadeiras fortunas também foram geradas de investimentos baixíssimos

Paralelamente, se há pessoas que perdem muito dinheiro acidentalmente, com várias outras ocorreu exatamente o contrário. Bitcoins comprados em seus primeiros anos — quando ele poderia valer menos de US$ 1 — em valores presentes facilmente se tornam milhares, talvez milhões.

É o caso, por exemplo, de Kristoffer Koch, um norueguês que comprou em 2009 cerca de 5 mil bitcoins, a um preço equivalente a R$ 66. Depois de um tempo, Kristoffer parou de acompanhar as novidades sobre o bitcoin. Em meados de 2015, quando descobriu a cotação da moeda naquele momento, imediatamente Koch constatou que esse investimento havia se multiplicado quase 130 mil vezes, sagrando-o um milionário que não sabia da própria fortuna.

E você? Sabia dessas curiosidades e sabe tudo sobre Bitcoin? Está interessado em investir e, talvez, fazer fortuna com a sua valorização? Acesse nossa central de ajuda e perguntas frequentes e tire todas as suas dúvidas.

Afinal, por que investir em Bitcoin?

Afinal, por que investir em Bitcoin?

Poupança e investimentos padrões do mercado, geralmente oferecidos por bancos, atualmente podem gerar ganhos reais negativos em função da inflação presente em nossa economia. Entretanto, uma solução recente tem mudado a vida de muitas pessoas: investir em bitcoins.

Diante desse fato, como o bitcoin pode ser útil? No caso brasileiro, bitcoins têm sido utilizados como uma grande oportunidade de investimento devido à baixíssima burocracia e taxas acessíveis.

Descubra agora por que investir em bitcoin pode ser a solução para quem investe desde economias pessoais até fundos agressivos! Confira:

Investir em bitcoin é muito fácil

Quando você pensa em um investidor profissional, a imagem que vem à cabeça é de um executivo usando um terno e lidando com muitas pessoas, telefones e instituições ao mesmo tempo. Isso, de certa forma, é um estereótipo real. Entretanto, essa realidade não se aplica aos investidores em bitcoin.

Isso porque, para investir em bitcoin, você precisa apenas de uma conta em uma ou várias exchanges online. E para conseguir isso basta realizar um cadastro simples, num processo que pode durar apenas alguns minutos, para começar a comprar e vender seus bitcoins.

A variação do preço do bitcoin está cada vez mais estável

Muitos investidores sempre se queixaram do alto risco oferecido pela volatilidade do preço do bitcoin. Embora a moeda digital já tenha proporcionado grandes ganhos, sobretudo com valorizações repentinas, ainda vale um antigo ensinamento dos investidores: quanto maior o risco, maior o ganho — ou a perda.

Portanto, o risco de queda de preço sempre foi um empecilho para uma adesão massiva de investimentos em bitcoin. Mas isso está mudando. À medida que o volume de capitalização do Bitcoin cresce, menor é a probabilidade do preço variar de maneira súbita.

Por exemplo: quando a capitalização total do Bitcoin era de US$1 bilhão, alguém com cem milhões de dólares poderia manipular o mercado acrescentando ou reduzindo o mercado em 10%. Hoje, com uma capitalização em torno de US$10 bilhões, isso tem se tornado progressivamente mais raro.

O bitcoin é uma moeda anti-inflacionária

Você investiria em uma moeda se você suspeitasse que o governo está disposto a manipular sua emissão irresponsavelmente? Com bitcoins isso é impossível de acontecer.

Graças ao sistema de remuneração dos mineradores através da prova de trabalho (proof-of-work), o cálculo de emissão de novos bitcoins é programado e totalmente previsível, uma vez o que o código do Bitcoin é aberto.

Ou seja, o mercado nunca será surpreendido quando novos bitcoins forem emitidos, provocando aumento de preços em função da depreciação monetária.

Melhorias são sugeridas e implementadas diariamente

Você já sabe que o código do bitcoin é aberto, correto? Mas a comunidade de desenvolvedores e pessoas em torno da criptomoeda vai ainda mais fundo.

Muito além de um código observável, o bitcoin core possui um github em que qualquer pessoa no mundo, indiscriminadamente, pode sugerir novas mudanças e melhorias na robustez da sua programação.

Assim, a própria comunidade vota e trabalha no aperfeiçoamento ou abandono das ideias até o momento de sua implementação.

Ganhos em curto e longo prazo

Com a velocidade com que se pode transacionar bitcoins ao redor do mundo, oportunidades surgem diariamente. Cada vez mais há pessoas se especializando em fazer trades rapidamente, gerando ganhos sobre variações de preço que acontecem em horas ou poucos dias.

Além disso, o Bitcoin se consagrou como o melhor investimento do ano de 2015, com ganhos líquidos de 40% em relação ao início do ano. Atualmente, a moeda segue no mesmo caminho, apresentando valorização de quase 90% em relação a janeiro de 2016.

O valor atual está distante do seu pico histórico

Entre 2009 e 2013, o preço de um bitcoin saltou de US$1 para US$1200. Exatamente: isso significa que quem investiu 10 dólares no começo, pode tê-los transformado em 12 mil dólares. Se investiu 1000, poderia retirar um milhão e duzentos mil dólares quando a moeda atingiu seu maior valor até hoje.

Hoje, que o valor da moeda é de cerca de metade desses US$1200, os investidores seguem confiantes de que o pico histórico — ou talvez até a transgressão desse teto — pode acontecer num intervalo de tempo razoável.

E você? Já fez investimentos em bitcoin? Tem vontade? Compartilhe suas experiências ou dúvidas nos comentários!

Investimento em Bitcoins: risco ou benefício?

Investimento em Bitcoins: risco ou benefício?

Você certamente já ouviu falar de pessoas que fizeram investimento em bitcoins, não é verdade? Há casos, inclusive, de pessoas que ganharam muito dinheiro investindo muito pouco.

Afinal, esse sistema é sólido? Quais são os riscos e vantagens? Se você sempre teve curiosidade de saber como é fazer investimento em bitcoins, este artigo é perfeito para você.

Confira agora algumas características e fatos sobre esse ativo que tem chamado tanto a atenção dos investidores:

Emissão controlada

A inflação nada mais é do que o aumento de preços provocado pelo aumento da oferta de moeda. Ou seja, existem algumas formas com que o Banco Central pode controlar a velocidade com que novos reais são criados, sem necessariamente haver uma geração de riqueza proporcional para sustentá-los. Graças a esse método, por exemplo, o Brasil tem taxas inflacionárias em torno de dois dígitos há cerca de um ano.

No caso do bitcoin, a taxa de emissão de novos bitcoins é previsível: um bloco de transações é gerado a cada 10 minutos, remunerando o mercado com 12,5 novos bitcoins (atualmente), impreterivelmente. Logo, se você pode prever a taxa de emissão da moeda, não há porque os preços dos produtos subirem repentinamente, não é verdade?

Valorização recorde

Como foi alardeado por muitas das principais agências de informação sobre finanças, a moeda com melhor desempenho em termos de valor em 2015 foi o bitcoin, com ganhos líquidos de quase 40%.

Até o início do mês de setembro de 2016, a valorização do bitcoin em relação ao dia primeiro de janeiro já é de mais de 90%, tendo atingido o pico de 138% de aumento em julho deste ano.

Investimentos internacionais a um clique

Se você precisa trocar valores com fundos internacionais e está cansado de usar os métodos tradicionais, esta também é uma oportunidade de investimento.

Utilizando o bitcoin, que é uma moeda de circulação na internet, as transações internacionais podem ser feitas em termos quase imediatos, a uma taxa média de R$0,20. Sim, você leu certo: vinte centavos de real!

Sem custos e burocracia

Cansado das taxas de serviço e anuidades cobradas pelo seu banco? Você perde tempo consultando todos os serviços de contabilidade, bancos, bolsa de valores e instituições diversas para fazer seus investimentos?

Utilizando o bitcoin, esses problemas são resolvidos rapidamente. Qualquer pessoa pode se cadastrar gratuitamente, instantaneamente, em uma bolsa de bitcoins colocando apenas dados simples e um documento com foto, como um registro em qualquer outro negócio na internet
Feito o registro, basta apenas a validação do seu cadastro pela bolsa escolhida (que é imediato em horário comercial e datas especiais) para que você comece a investir.

Volatilidade do preço do bitcoin

Como todo ativo tem um custo de oportunidade, nem só de vantagens é feito o investimento em bitcoins.
Devido ao volume de capitalização deste mercado, que ainda está em processo de crescimento (girando em torno de US$10 bilhões) algumas tendências podem gerar alterações rápidas no valor seu bitcoin.

Por exemplo, se você comparar com uma grande bolsa de valores, como NASDAQ, em que somente as ações da Apple capitalizam US$ 583 bilhões, a fuga de um bilhão de dólares não seria tão impactante para o mercado como um todo.

No caso do bitcoin, isso representa cerca de 11% do total capitalizado. Logo, flutuações mais agressivas ocorrem com alguma frequência, exigindo do investidor uma habilidade para lidar com a volatilidade dos preços.

Investimento em bitcoins e segurança

Se você está lidando com dinheiro na internet, a ameaça dos ataques de hackers sempre é presente. Levando em consideração a descentralização do sistema, logo cada usuário é responsável pela custódia dos seus próprios bitcoins.
Em termos práticos, isso significa que a segurança das suas moedas é feita exclusivamente por você, sem

que alguém possa recuperá-los à força de um hacker ladrão.
Para isso, existem softwares maliciosos, que podem descobrir a chave privada da sua carteira, obtendo acesso ao seu dinheiro. Felizmente, nós já criamos um artigo ensinando a proteger seus bitcoins.

Curtiu? Quer aprender como comprar e vender seus bitcoins de um jeito fácil? Entre em contato com o time da Foxbit agora mesmo!