O tão esperado ETF de Bitcoin à vista foi aprovado em 10 de janeiro de 2024 pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC). Este produto financeiro vai permitir que investidores varejistas e institucionais possam acessar o mercado de criptomoedas a partir de um fundo tradicional negociado em bolsa.
Além do possível aumento de preços por conta do aumento da capitalização, o ETF de Bitcoin tem a capacidade de impactar diversos outros aspectos, como a regulamentação dos criptoativos no país.
O que é o ETF de Bitcoin
O Exchange-Traded Fund de Bitcoin – ou mais conhecido como ETF de Bitcoin – é um produto financeiro para investidores, que une a classe de criptoativos aos modelos de investimentos tradicionais. Ele funciona como um fundo negociado em diferentes bolsas de valores como se fossem ações de empresas.
Este produto, então, rastreia o preço da criptomoeda e a negocia com os interessados. No caso da aprovação mais recente, estamos falando do ETF de Bitcoin à vista – ou spot. Isso quer dizer que o ativo negociado é a própria criptomoeda. Desta forma, ele é diferente dos já vigentes ETFs de Bitcoin de futuros, em que os ativos em operação são contratos futuros que permitem a compra ou venda da moeda digital em uma data específica.
Diferenças entre investir em um ETF de Bitcoin e comprar Bitcoin na exchange?
Em um primeiro momento, o ETF de Bitcoin à vista recém-aprovado pode levantar a dúvida sobre os motivos de investir neste tipo de produto na bolsa de valores e não negociar diretamente em uma corretora de criptomoedas. E aqui tem um “pulo do gato”.
No caso dos ETFs, a administração e negociação do ativo não é necessariamente de responsabilidade do investidor. Comparando com a B3, por exemplo, ao comprar uma ação de empresas ou títulos, a própria plataforma realiza a gestão dos ativos. Se por um lado você não precisa se preocupar com seguranças e garantias, você fica restrito a negociar esses investimentos apenas na bolsa de valores brasileira.
As exchanges funcionam de maneira semelhante. Afinal, você não precisa ter uma carteira de criptomoedas para sua autocustódia. Entretanto, a gestão mais “fina” do ativo acaba ficando nas mãos do usuário. Neste caso, você pode sacar a criptomoeda para sua wallet, enviar para outra plataforma de negociação, vender ou simplesmente deixá-la guardada na própria corretora.
Esses dois casos mostram que o ETF de Bitcoin é menos flexível. Porém, você tem um total de zero preocupações para a gestão do ativo. Já as corretoras funcionam de forma menos diretiva, permitindo que você tome conta e decida o que fazer com suas criptomoedas.
Por que o ETF de Bitcoin é importante?
O ETF de Bitcoin se tornou algo muito aguardado pelo mercado de criptomoedas. Os impactos da sua recente aprovação vão muito além do que “apenas” um possível aumento de preços do criptoativo. Na verdade, a repercussão transcende essa discussão e abrange aspectos, inclusive, regulatórios:
Capitalização: A partir do momento em que um novo produto é inserido no mercado, aumentam as possibilidades de acesso aos ativos. No caso do ETF de Bitcoin, temos um produto baseado em criptomoedas, mas com uma roupagem de investimento tradicional. Isso pode ser um grande atrativo para que mais pessoas participem deste mercado, já que não é necessário um conhecimento técnico específico, diferente dos que já existem na bolsa de valores.
Big players: Com um fundo regulamentado em bolsa, a expectativa de muitos analistas é que o investimento institucional passe a marcar ainda mais presença no mercado de criptomoedas. Afinal, estamos falando de uma possibilidade de investir na classe de criptoativos, mas com as regras e garantias que o mercado tradicional oferece. Isso levanta a possibilidade de que grandes empresas possam se expor mais às moedas digitais.
Regulamentação: Os Estados Unidos estão longe de uma regulamentação do mercado de criptomoedas. Entretanto, o ETF de Bitcoin à vista cria uma espécie de “precedente” para este setor. Neste caso, o Bitcoin passa a ter um aspecto legal, mesmo que de forma indireta, o que pode incentivar os reguladores a acelerarem o processo de normatização das criptomoedas.
Calendário com as datas limites que a SEC tinha para finalizar o processo de avaliação dos ETFs de Bitcoin à vista.
Como fica o preço do Bitcoin hoje depois do ETF?
Um dos impactos do ETF de Bitcoin está em seu preço. Em 9 de janeiro de 2024, um suposto ataque hacker foi responsável por, antecipadamente, divulgar que o fundo da criptomoeda havia sido aprovado. De imediato, a criptomoeda saltou para US$ 47,8 mil. O anúncio de que a mensagem era falsa, porém, colocou o ativo em queda para os US$ 44 mil.
No dia seguinte, de fato o ETF de Bitcoin foi aprovado, alimentando o otimismo dos investidores mais uma vez. Com isso, a criptomoeda conseguiu alcançar os US$ 49 mil em poucas horas, antes de corrigir.
Na imagem acima, você consegue acompanhar o gráfico do Bitcoin hoje em tempo real e observar o movimento de preços.
O que os ETFs de Bitcoin indicam para o futuro?
O lançamento do ETF do Bitcoin pode ser visto como apenas o começo de uma tendência mais ampla no mercado financeiro. Como comentado anteriormente, a aprovação deste produto pela SEC vai muito além do que a simples formação de um mercado para a principal criptomoeda do mundo. Afinal, outros tokens conhecidos, como Ethereum (ETH), Ripple (XRP) e outros podem se beneficiar do momento mais flexível. Para além disso, há uma grande expectativa de aumento de preços de toda a classe de ativos e um caminhar mais rápido da regulamentação do mercado de criptomoedas nos Estados Unidos. Por ser a principal economia do mundo, o movimento pode ainda respingar em outros países que ainda não tem uma regulamentação avançada, como o Brasil.
Por aqui, embora não seja definitiva, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já estipulou diretrizes importantes sobre como os players e empresas que atuam neste mercado devem se comportar. Não à toa, o Drex (Real Digital) está tendo caminho livre para o seu desenvolvimento.
Nova era do mercado de criptomoedas
Como comentamos, a recente aprovação do ETF de Bitcoin à vista nos Estados Unidos abre portas para o dar ainda mais acessibilidade ao mercado de criptomoedas para os investidores de varejo e institucionais.
Este também é um marco sobre o quanto esta classe de ativos está cada vez mais popular no mundo e, apesar de muita pressão regulatória, impedir suas operações e negociações é praticamente impossível.
Por isso, a nova economia passa pelas criptomoedas e suas tecnologias. Aqui na Foxbit, você negocia não só o Bitcoin, mas mais de 80 outras criptomoedas para aproveitar o mercado e entrar de vez na era digital.
Bem-vindos a mais uma edição e primeira edição de 2024 de “O HODLER”, sua casa quando o assunto é crypto.
Hoje, vou bancar o Papai Noel atrasado e trazer alguns presentes para você aproveitar este ano!
Se olhar no Coinmarketcap ou Coingecko, temos mais de 200 categorização ou narrativas para o mundo crypto,
Hoje vou te mostrar 3 setores no mercado que vão pegar fogo em 2024 e se você estiver bem posicionado nele, com certeza vai surfar uma bela onda. Ficou curioso?
Vamos para mais um HOOOODLEEEER! 🌐💼🚀
💰 Entenda narrativas para ganhar dinheiro
No mercado de criptomoedas, uma “narrativa” é um termo usado para descrever um tema ou tendência predominante que molda a percepção e o comportamento dos investidores. As narrativas são histórias convincentes ou conceitos que capturam a imaginação dos participantes do mercado, influenciando decisões de investimento, desenvolvimento de projetos e direções de mercado.
Elas podem ser baseadas em inovações tecnológicas, mudanças regulatórias, ou tendências econômicas e sociais.
Por exemplo, a narrativa da “finança descentralizada” (DeFi) ganhou força ao destacar o potencial da blockchain para criar sistemas financeiros alternativos sem intermediários centralizados.
Narrativas no mercado cripto são dinâmicas e podem evoluir rapidamente, refletindo tanto a inovação tecnológica quanto às mudanças nas percepções e expectativas do mercado.
No último ciclo tivemos algumas narrativas como DEFI, NFTs, Web3, Metaverso, ETH 2.0 e DAOS.
A pergunta que fica é: quais as próximas?
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1# DePIN
Já ouviu esse termo? DePIN significa Decentralized Personal Identity Networks.
Ela refere-se a redes físicas descentralizadas que integram infraestrutura física com tecnologias descentralizadas, como a blockchain. Essas redes podem incluir desde hotspots WiFi em redes sem fio até baterias domésticas alimentadas por energia solar em redes de energia.
Essa galera quer descentralizar e distribuir o controle da estrutura física. Quer entender mais? Deixa eu explicar as entrelinhas.
Filecoin é um exemplo relevante dentro da narrativa de DePIN (Decentralized Physical Infrastructure Networks), especialmente na categoria de redes de armazenamento/nuvem. Ela é uma rede de armazenamento de arquivos descentralizada, permitindo que usuários aluguem espaço do seu computador de armazenamento não utilizado.
Os usuários pagam em Filecoin (FIL), a criptomoeda nativa da rede, para armazenar seus dados. Os provedores de armazenamento, por sua vez, ganham FIL por oferecer espaço de disco.
Ao contrário de serviços centralizados de armazenamento em nuvem, Filecoin distribui os dados entre muitos computadores diferentes, aumentando a segurança e reduzindo a dependência de intermediários. O sistema utiliza um modelo de mercado para determinar preços e disponibilidade de armazenamento, incentivando a participação e expansão da rede.
Legal, né? Agora segura o primeiro presente, 3 projetos nesse setor que vale a pena olhar: FILECOIN, THETA e HELIUM.
2# GambleFi
Esse, nós brasileiro estamos acostumados: SÃO AS APOSTAS.
GambleFi combina plataformas de jogo descentralizadas e tokens com a tecnologia blockchain e contratos inteligentes, visando criar valor e entretenimento para usuários de cripto que gostam de apostar.
São cassinos e plataformas que usam a tecnologia para trazer mais transparência para um mercado complexo.
O mercado global de jogos de azar e apostas está passando por um crescimento significativo. Só para você ter ideia, o tamanho total do mercado global de jogos e apostas foi estimado em US$ 267,61 bilhões em 2022, com projeções indicando que ele pode atingir US$ 352,53 bilhões até 2028, crescendo a um CAGR de 4,7% durante esse período.
Resumindo: TEM MUITO ESPAÇO NO MERCADO!
Pega o segundo presente, 2 projetos nesse setor que vale a pena olhar: RLB e DG.
3# DeSCI
Já ouviu essa sigla? DeSci utiliza blockchain e outras tecnologias descentralizadas para revolucionar a pesquisa e o desenvolvimento científico, promovendo colaboração, compartilhamento de conhecimento, transparência e segurança.
Vejo 4 pilares que a descentralização ajuda nesse setor: Ecosistema Incentivado: Incentivar cientistas a compartilhar abertamente suas pesquisas e receber crédito por seu trabalho.
Acesso e Contribuição Facilitados: Permitir que qualquer pessoa acesse e contribua para a pesquisa facilmente.
Transparência e Descentralização: Criar um modelo de pesquisa científica mais descentralizado e distribuído, resistente à censura e ao controle por autoridades centrais.
Fomentar Inovação: Criar um ambiente onde novas ideias não convencionais possam florescer, descentralizando o acesso a financiamento, ferramentas científicas e canais de comunicação.
Um dos maiores nomes do mercado, Changpeng Zhao (CZ), o ex-CEO da Binance, demonstrou um interesse significativo no setor DeSci (Decentralized Science). Após deixar a posição de CEO da Binance, CZ indicou sua inclinação para este campo em rápido desenvolvimento.
Seu envolvimento pode representar um grande impulso para o DeSci, um setor que engloba organizações autônomas descentralizadas (DAOs), biotecnologia, financiamento, publicação, armazenamento de dados e muito mais.
Outras figuras proeminentes do espaço cripto, como Vitalik Buterin e Brian Armstrong, também expressaram interesse no DeSci.
Pode me chamar de papai noel real, porque agora vai seu terceiro presente, 2 projetos nesse setor que vale a pena olhar: VitaDAO e OriginTrail.
Conclusão
Ao analisar os setores de DePIN, GambleFi e DeSci, observamos um potencial notável de crescimento e inovação no mercado de criptomoedas. Cada um desses setores oferece oportunidades únicas:
DePIN está redefinindo as infraestruturas físicas, promovendo eficiência e descentralização, com grandes possibilidades em diversas áreas como energia e telecomunicações.
GambleFi representa uma evolução significativa na indústria de jogos de azar, oferecendo transparência e justiça aprimoradas, um setor promissor para explorar.
DeSci abre caminho para um avanço sem precedentes na pesquisa científica, com um impacto potencialmente revolucionário na saúde e tecnologia.
Esses setores estão na vanguarda da inovação em blockchain e criptomoedas, e recomendamos fortemente que os interessados mantenham uma atenção especial a essas áreas emergentes, que prometem transformar não apenas o mercado financeiro, mas diversos aspectos do nosso cotidiano.
Fique atento às próximas edições de “O HODLER” para acompanhar as novidades do mercado e se manter informado sobre as tendências e oportunidades no mundo das criptomoedas.
Se quiser me acompanhar, estou no Twitter e Instagram sempre analisando mercado e tendo alguns insights.
Após semanas de lateralização, o Bitcoin (BTC) fez um rompimento de preços para buscar os US$ 47 mil, enquanto um ataque hacker ao X (antigo Twitter) da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) publicou uma suposta aprovação dos ETFs da criptomoeda no país. Fato é que a análise técnica mostra uma possível correção de curto prazo, caso os investidores não possuam fôlego para manter o mercado em alta. Porém, outros indicadores sugerem que há espaço para, pelo menos, um teste aos US$ 51 mil, com o recente aumento de entrada de capital.
Quebra de volatilidade
Durante mais de 30 dias, o preço do Bitcoin oscilou entre a faixa de US$ 40 mil e US$ 45 mil, caracterizando um movimento lateral clássico que pode ser subdividido em diversas fases para um melhor entendimento.
Richard Wyckoff, por exemplo, detalhou essas fases em sua metodologia que leva seu nome, sugerindo que o mercado financeiro é regido por três leis fundamentais: a lei da oferta e demanda, a lei da causa e efeito, e a lei do esforço e resultado. Essa metodologia analisa o movimento do preço e o volume negociado em um ativo específico, e esse conceito pode ser aplicado ao mercado de criptomoedas, servindo como base para nossa análise do Bitcoin no gráfico diário.
Barreiras de preços
A estrutura de preços que se formou no gráfico diário do Bitcoin desde o dia 4 de dezembro é um exemplo da interação entre oferta e demanda no mercado de criptomoedas.
O movimento ascendente da tendência de alta, retomado a partir de 22 de novembro de 2023, apresentou um aumento no indicador de volume até 4 de dezembro. A partir desse ponto, notamos uma redução no volume de negociação, apesar do preço continuar subindo sem força até 8 de dezembro, quando uma retração começou e durou pelo menos três dias, estendendo-se até 11 de dezembro.
Entre 22 de novembro e 8 de dezembro, não houve retrações significativas, com os compradores dominando todo o movimento. Entretanto, a partir do dia 8, os compradores desaceleraram e permitiram que a realização de lucros resultasse em uma queda de pelo menos 10% em três dias de negociação, apresentando o primeiro sinal de possível lateralização.
A partir de 11 de dezembro, houve uma tentativa de continuação da alta anterior que se estendeu por mais três dias, indo até 14 de dezembro. Esse movimento foi interrompido precocemente, sem permitir que o preço do Bitcoin alcançasse a máxima registrada em 8 de dezembro, marcando o término da primeira fase de uma estrutura de preço denominada por Richard Wyckoff como Fase A.
A Fase B que se seguiu inicialmente não conseguiu buscar a liquidez das extremidades da estrutura, mostrando a debilidade do mercado no último mês de 2023. Wyckoff determinou que as estruturas de preços compreendem pelo menos cinco fases em períodos de acumulação, reacumulação, distribuição e redistribuição: Fases A, B, C, D e E. Cada uma dessas fases possui características específicas que ajudam na identificação.
Por exemplo, a Fase B tem como característica principal a busca por liquidez no mercado, com movimentos de testes sucessivos nas regiões de topos e fundos. O Bitcoin apresentou esse movimento nos dias 2 e 3 de janeiro. Apesar da ruptura ascendente registrada em 20 de janeiro e o subsequente movimento de queda em 03 de janeiro, ainda não é possível afirmar o encerramento da Fase B.
A agitação do mercado com a ruptura de máximas e busca por liquidez nas mínimas observada nos dias 02 e 03 é uma característica da Fase C. Contudo, é necessário atenção dos investidores, pois, apesar do rompimento ascendente em 8 de janeiro, o movimento do preço precisa testar a região de rompimento e manter a sequência de alta para que as Fases C, D e E sejam identificadas, formando assim uma estrutura de reacumulação.
Assim como cada fase da estrutura tem características específicas, a formação estrutural também possui suas próprias para determinar se estamos diante de uma acumulação, reacumulação, distribuição ou redistribuição. Para contextualizar, uma acumulação inicia um movimento subsequente de tendência de alta. Uma reacumulação é a preparação para a continuação da tendência de alta anterior. Já uma distribuição inicia uma tendência de baixa, e uma redistribuição prepara a continuação da tendência de baixa anterior.
Cada uma dessas estruturas apresenta sinais característicos por meio do volume de negociação. Por exemplo, em uma estrutura acumulativa ou reacumulativa, é natural observar uma redução no volume de negociação. Em contrapartida, em uma distribuição ou redistribuição, é natural observar um volume alto e constante.
Isso ocorre porque, em uma fase acumulativa, os grandes investidores absorvem toda a liquidez presente na estrutura. Quando essa liquidez diminui, o volume também diminui, pois há menos ativos disponíveis para negociação, permitindo que os Market Makers movimentem o preço para cima sem dificuldades.
O oposto também é verdadeiro: quando os grandes investidores vendem grandes quantidades, o volume permanece alto enquanto pequenos investidores continuam comprando. Portanto, as fases de distribuição apresentam lateralidades com um volume alto. O objetivo dessas estruturas é promover a realização de lucros, resultando na queda dos preços.
No cenário atual do Bitcoin, houve uma redução no volume até 1º de janeiro. No entanto, como mencionado anteriormente, as estruturas são compostas por cinco fases, e podemos estar vislumbrando a transição da Fase B para as demais fases.
Para uma continuidade consistente do movimento de alta nos preços do Bitcoin no intervalo diário, é importante que, após o rompimento registrado em 8 de janeiro, o preço continue ascendente com um aumento no volume, sinalizando características das Fases D e E. Caso contrário, é possível que o preço retorne ao intervalo lateral por mais alguns dias antes de definir a próxima direção.
Com base nessas informações, caso o preço do Bitcoin retorne à estrutura lateral anterior com um aumento no volume, é possível que ocorra algum tipo de correção mais profunda, levando as negociações do Bitcoin abaixo de US$ 40 mil.
É importante destacar que o preço atual do Bitcoin está sendo negociado acima dos pontos de equilíbrio do Ichimoku, sugerindo uma maior probabilidade de continuação do movimento de alta.
O estudo apresentado até o momento refere-se à estrutura gráfica no intervalo diário. É crucial lembrar que, em prazos maiores, como o gráfico semanal, a tendência permanece de alta. Como já mencionado em relatórios anteriores, os movimentos de retração são interpretados apenas como pullbacks corretivos, representando realizações de lucro dentro de um contexto de alta.
Vestindo os óculos do otimismo
No gráfico semanal do Bitcoin, é evidente que a tendência de alta ainda está em vigor, com investidores mantendo o preço no topo de um canal ascendente por pelo menos cinco semanas. Esse movimento de canal teve início em novembro de 2022. Para avaliar a continuidade do movimento ascendente, realizamos uma projeção de Fibonacci conectando a mínima da semana de 6 de março com a máxima da semana de 10 de julho. O resultado dessa projeção aponta a possibilidade de o preço atingir a região de US$ 51 mil.
Além disso, traçamos um espelhamento do canal ascendente iniciado em novembro de 2022 e o estendemos para cima. Dentro desse contexto, notamos que o alvo da projeção de Fibonacci coincide com a região de 50% do canal ascendente superior. Também identificamos que esses níveis de preço, em torno de US$ 51 mil, se encontram dentro de um desequilíbrio favorável aos vendedores, registrado na semana de 29 de novembro de 2021.
Adicionalmente, as linhas de equilíbrio do Sistema de Negociação Ichimoku apontam para a continuação do movimento ascendente, desde que o preço permaneça acima da linha de 9 períodos, que continua direcionada para cima.
A linha de equilíbrio dos últimos 26 períodos está posicionada na mesma região onde temos os níveis de 50% do canal ascendente iniciado em novembro de 2022. Identificamos, assim, um possível suporte relevante em caso de uma retração profunda.
As linhas de equilíbrio, que estão posicionadas 26 períodos no futuro, também indicam uma tendência ascendente nesta semana no gráfico semanal. A linha Senkou Span B, representando os últimos 52 períodos e situada 26 períodos no futuro, posicionou-se acima da máxima da semana de 10 de julho, reforçando a importância das linhas de tendência que formam o canal ascendente como possíveis níveis de suporte.
Os investidores que utilizam o Ichimoku para operar no mercado de Bitcoin estão atentos ao posicionamento da linha Chikou Span, que representa o preço atual deslocado em 26 períodos no passado. Essa atenção se deve ao fato de que ciclos de 26 períodos podem influenciar diretamente na ação do preço. No momento, a Chikou Span está posicionada acima da vela semanal de 17 de julho, a qual, naquela ocasião, iniciou um movimento de queda dentro de uma estrutura lateral.
Diante dessa informação, podemos interpretar que um rompimento abaixo da mínima da semana passada pode resultar em um movimento indefinido de 4 a 5 semanas, com possíveis testes nas regiões de suporte. Por outro lado, considerando-se o encerramento do ciclo de 26 períodos, um rompimento para cima aumentaria a probabilidade de alcançar o alvo da projeção de Fibonacci mencionado anteriormente, em US$ 51 mil.
Enquanto o ciclo de 26 períodos sugere a possibilidade de correção em caso de um rompimento para baixo da mínima da semana passada, ciclos maiores, como os de 42 e 52 períodos, ainda sugerem um cenário de alta.
Dessa forma, podemos concluir mais uma vez que, mesmo que o preço do Bitcoin recue em escalas menores, os investidores mantêm um viés otimista em relação a um mercado em alta. Essa expectativa positiva pode influenciar novos investimentos e uma nova entrada de capital na principal criptomoeda.
Capitalização de mercado do Bitcoin
Daremos continuidade à análise do gráfico semanal do Market Cap, que apresentou um movimento ascendente na semana passada, com uma nova entrada de capital elevando os níveis de dominância acima de 53%.
Após quatro semanas de queda, observamos um teste em uma região de suporte no gráfico, onde identificamos a presença de um desequilíbrio a favor dos compradores no mês de outubro do ano passado. O movimento de baixa continuou até a região de 50% desse desequilíbrio e, em seguida, notamos uma reação significativa que elevou os níveis acima das linhas de equilíbrio de 9 e 26 períodos.
O fechamento da vela da semana passada ocorreu na mesma região de 50% de um canal ascendente, testando a máxima da semana de 18 de dezembro e o fechamento da semana de 23 de outubro. Existe a perspectiva de que a dominância do Bitcoin possa alcançar o topo do canal, onde os níveis giram em torno de 56%. No entanto, para isso, é fundamental que a entrada de capital permaneça ativa nas próximas semanas.
Apesar das linhas Tenkan e Kijun do Ichimoku estarem planas, sugerindo lateralidade no curto prazo, a linha Senkou Span B, 26 períodos no futuro, aponta para cima, revelando uma tendência de alta no gráfico do Market Cap.
A linha Chikou Span, posicionada 26 períodos no passado, está acima das velas, dentro de um contexto positivo para a estrutura atual, embora sugira que o ciclo de 26 períodos possa apresentar algum tipo de correção devido à entrada de capital da semana passada.
Enquanto o ciclo de 26 períodos sugere correção, os ciclos de 13, 17, 33, 42 e 52 períodos indicam continuidade no movimento ascendente no gráfico do Market Cap. Essas informações corroboram a possibilidade de que os níveis de dominância possam ultrapassar a resistência de 50% do canal ascendente e se deslocar em direção ao topo do canal.
Dados on-chain
Continuamos acompanhando os dados de rede, com foco no MVRV (Market Value to Realized Value), que permanece abaixo da linha de 50% do canal ascendente. Apesar do movimento de alta no preço do Bitcoin nesta semana, o MVRV não conseguiu ultrapassar a resistência referente à mínima de setembro de 2021.
Para uma possível retração, o suporte local para o MVRV pode ser encontrado na máxima da semana de 6 de novembro, em 1.80, ou então no fundo do canal ascendente. Observamos uma consolidação na linha que representa o indicador, o que indica um cenário de indefinição.
Com base nessas informações, o MVRV sugere cautela aos investidores, pois a principal resistência, encontrada em 2.16, está distante da pontuação atual. No momento da redação deste relatório, o MVRV estava em 1.96.
Conclusão
Considerando os dados analisados no relatório, observamos um cenário otimista no mercado do Bitcoin. No gráfico diário, identificamos a formação de uma estrutura de preços de acordo com a metodologia de Wyckoff, sugerindo a possibilidade de reacumulação. O rompimento registrado em 8 de janeiro trouxe otimismo, mas a continuidade do movimento ascendente exigirá um aumento no volume de negociação para confirmar as fases D e E, caso contrário, podemos testemunhar um retorno ao intervalo lateral.
No gráfico semanal, a tendência de alta do Bitcoin continua clara, mantendo-se dentro de um canal ascendente. A projeção de Fibonacci sugere a possibilidade de atingir a região de US$ 51 mil. A análise do Market Cap mostra um deslocamento ascendente, apontando para a possibilidade de o Bitcoin aumentar sua dominância para cerca de 56% se a entrada de capital continuar.
Entretanto, o MVRV sinaliza cautela, uma vez que o MVRV permanece abaixo de resistências significativas e indica incerteza no mercado.
Portanto, embora haja indícios de continuidade do movimento ascendente, especialmente no gráfico semanal, a análise dos diversos indicadores apontam para um cenário onde investidores devem monitorar de perto o comportamento do mercado e considerar esses diversos aspectos para tomar decisões informadas em um mercado volátil como o das criptomoedas.
Agradecimento
Gostaria de expressar minha sincera gratidão a todos os leitores que dedicaram seu tempo à leitura deste relatório sobre a movimentação de preços do Bitcoin. Espero que as análises e informações compartilhadas possam ter sido úteis e contribuído para uma compreensão mais abrangente do cenário atual do mercado. Agradeço pelo interesse e pela atenção dispensada a este estudo.
Caso queira conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho, você também pode me encontrar em meu canal no Youtube ( https://www.youtube.com/@emerson_antunes ) e em meu perfil no Instagram ( @emerson_anttunes).
A abertura do ano trouxe com ela um possível quinto mês positivo para o Bitcoin (BTC). Mas calma! Foram apenas cinco dias e muita água tem para rolar debaixo dessa ponte. O que vemos neste comecinho de 2024, porém, é um mercado com boa dose de especulação, trazendo um nível de liquidação de derivativos não visto há certo tempo. Enquanto nada se define desta situação, os gráficos sugerem comportamentos diferentes a depender do prazo em que olhamos, e a sobrecompra, claro, continua no radar.
Parece que o jogo virou
O mercado estava todo valentão nas últimas semanas, apostando muitas fichas de que o Federal Reserve iria começar a reduzir os juros já na primeira reunião deste ano. Porém, fué, fué, fué! A ata do último encontro entre os formuladores de política monetária colocaram a famosa água no chope dos analistas. O texto fala que há um reconhecimento de que a atividade econômica arrefeceu nos últimos meses, mas eles enxergam que ainda há um longo caminho para que os efeitos do aperto fiscal sejam sentidos com maior precisão.
A perspectiva do FED está correta. O Índice Gerente de Compras (PMI) da Indústria subiu de 46,7 para 47,4, em dezembro. Mesmo assim, o setor segue abaixo dos 50 pontos, que separa a contração da expansão. Já os Serviços – um grande alvo de inflação – subiu de 50,8 para 51,4, o que não só mantém justifica o alerta ligado das autoridades, como também é, sim, um possível catalisador de aumento de preços.
Outro banho de água fria veio dos próprios dados do mercado de trabalho que se intensificaram novamente. Não só a criação de empregos veio mais alta do que o esperado, mas também o payroll, mostrando que há um alto volume de vagas para os norte-americanos. Como consequência, isso gera salários mais altos, consumo intensificado e, por fim, inflação, segundo o Banco Central.
Com isso, todo o otimismo dos investidores de que, agora sim, o FED iria cortar os juros foi por água abaixo. Só o FED Watch, da bolsa de Chicago (CME) mostra que as apostas viraram e muito. A maioria, desta vez, espera que as autoridades monetárias mantenham as taxas como estão.
Para o mercado de criptomoedas, a sequência da pausa dos juros pode fazer com o que os investidores de varejo reduzam o ímpeto de suas participações momentaneamente. Afinal, a incerteza em torno da política monetária, e a possibilidade de novas valorizações para os títulos do tesouro tendem a arrefecer as negociações de risco. Entretanto, há muitos outros fundamentos a serem analisados que podem ser gatilhos para avanços ao Bitcoin ou até mesmo novas correções, como veremos neste Satoshi Call.
Tudo muito controlado
Se você acompanha o Satoshi Call com frequência, sabe que a União Europeia é uma região em que a economia vai, mas não vai, sabe? Tá tudo muito bem controladinho por lá, sem grande emoções, seja para cima ou para baixo. E dezembro não foi diferente. O PMI Industrial foi o que mais avançou, para “incríveis”, 44,4. Em um claro território de contração. Serviço ficou praticamente estável, também em retração econômica. Já o Composto, que une os dois indicadores, seguiu os mesmos 47,6 do mês anterior.
Novidade mesmo veio da Inflação ao Consumidor (CPI). A Zona do Euro até viu o indicador acelerar para 2,9% em dezembro. Entretanto, ela ficou abaixo dos 3,1% esperados pelos analistas, o que dá um certo respiro à pressão dos preços. Já o núcleo da inflação – que exclui produtos de energia e alimentos – subiu 3,4%. Mesmo com a alta, ele veio abaixo dos 3,6% de novembro.
A região ainda opera de forma muito cautelosa e até mais “lenta” do que os Estados Unidos. Por lá, os juros estão pausados, mas a euforia para um corte nas taxas é bem menor. Com isso, o mercado de risco segue equilibrado no bloco, trazendo poucos ímpetos de compra ou venda para as ações de risco e criptomoedas.
Reaquecendo a economia
Uma passadinha breve pela China mostra que a segunda economia do mundo está nos trilhos para seguir seu desenvolvimento. O PMI Industrial, medido pelo Caixin, subiu para 50,8 em dezembro. Na comparação com o indicador oficial do país, que foi de 49,0, vemos um avanço considerável.
Na mesma pegada, o PMI de Serviços atingiu o maior nível em quatro meses. O indicador bateu os 52,9 pontos, em dezembro. O desempenho demonstra a melhoria das condições de negócios e a confiança empresarial. Ambos os indicadores, acima de 50, apontam que o país está em expansão econômica.
Por isso, é importante ficar atento ao que os mercados asiáticos, embora alguns sejam restritos às criptomoedas, podem fazer neste setor. Afinal, as exchanges descentralizadas (DEX) conseguem facilmente driblar os impedimentos e manter a região como o segundo maior consumidor e negociador de moedas digitais do mundo.
Bitcoin abre o ano no positivo, mas…
Se você pensou que o Bitcoin iria cair em 2024, achou errado. Pelo menos por enquanto! De fato, a criptomoeda de referência perdeu força na reta final de 2023, mas abriu este ano em busca de novos ganhos. E conseguiu! Na última semana e nesta segunda-feira, mais uma vez, o token bateu os US$ 45 mil, atingindo um valor não visto desde abril de 2022. Porém, a falta de força e alguns catalisadores mantém o mercado ainda em um tendência quase nada definida, marcando ainda uma lateralização estreita de negociação, marcada pelos US$ 40 e US$ 45 mil.
Está esperando os ETFs de Bitcoin?
A notícia que marcou os últimos meses foi a possível aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) já nos primeiros dias do ano. E adivinhem só, isso ainda não rolou. Mas até aí, zero surpresas. Afinal, o comportamento recente dos reguladores foi justamente postergar as avaliações, antes de dar seus pareceres.
Essa falta de resposta, porém, tem gerado muitos boatos e informações conflitantes. De um lado, especialistas em ETFs do gigante portal Bloomberg, por exemplo, dão como certa a aprovação em algum momento, enquanto enxergam a SEC “encurralada”. Por outro lado, há rumores de que os reguladores vão declinar os pedidos e acabar com o sonho do fundo regulamentado em bolsa.
Fato é que a especulação está tomando conta desta narrativa, o que vai, naturalmente, movimentar os preços bruscamente, seja para cima ou para baixo. Então, o ideal é acompanhar, mas evitar seguir essas “adivinhações”. A SEC está analisando os documentos e ela tem prazos a serem respeitados. É com essa informação que devemos trabalhar mais.
Outro ponto importante é que muitos acreditam que a aprovação de um ETF vai simplesmente explodir o preço do Bitcoin para cima. É possível? Sim! Porém, há um ditado antigo no mercado tradicional de “compra no boato e vende no fato” que pode pegar muita gente de surpresa. Quando a gente fala que um ETF de Bitcoin à vista nos Estados Unidos é importante, olhamos mais para uma perspectiva de médio prazo, quando a especulação vai ter arrefecido e, aí sim, teremos condições melhores de analisar o comportamento do mercado.
E para não dizer que isso é papinho furado, é só ver olhar o que aconteceu na semana passada. Em apenas um dia, mais de US$ 500 milhões em contratos futuros de Bitcoin foram liquidados.
Este tamanho de liquidação não é visto há pelo menos desde outubro do ano passado, como mostra o gráfico. Isso quer dizer que a especulação está presente e não necessariamente são condições saudáveis para o desenvolvimento do médio e longo prazos no preço do Bitcoin.
Estreitamento de preços
No curto prazo, vemos que o Bitcoin está travadinho em uma faixa de negociação entre US$ 40 mil e US$ 45 mil. Esse equilíbrio demonstra o quanto era necessário que o mercado abandonasse o território de sobrecompra e reajustasse seus indicadores. Este é o caso, por exemplo, da Banda de Bollinger, que afunilou suas médias, determinando níveis mais específicos de volatilidade.
Fonte: GoChating, em 08/01/2023, às 10h28min.
É interessante olhar, porém, que o preço tem se mantido quase sempre acima do antigo canal de alta, sugerindo que mesmo sem uma tendência definida, o ativo permanece mais otimista. Entretanto, esta é uma zona perigosa. Se os US$ 48 mil são um alvo a ser buscado pelos bulls, os bears estão posicionados na região dos US$ 41 mil e até os US$ 38 mil.
Joga a favor dos compradores, porém, dois indicadores adjacentes. O MACD, por exemplo, está conseguindo cruzar suas linhas para cima, sugerindo a força dos compradores. Acompanhando isso, está o Índice de Força Relativa (RSI), que mira os 61 pontos, indicando que o mercado está sob controle dos bulls no curto prazo.
Afastando o zoom
Quando olhamos para o gráfico do Bitcoin no tempo semanal, vemos que a região do último grande ombro-cabeça-ombro (OCO) tem sido bem movimentada. O decote do ombro maior está servindo como suporte e resistência, ditando o encaixotamento de preços do ativo, na região entre US$ 40 mil e US$ 45 mil. Apesar de uma “perda de força”, o movimento permitiu que a banda de Bollinger se ajustasse, marcando, agora, uma possível volatilidade até os US$ 48 mil, junto com a mediana do recente canal de alta.
Fonte: GoChating, em 08/01/2023, às 10h31min.
O mercado, então, pode ver o Bitcoin buscar o topo do ombro maior no médio e longo prazos, na região dos US$ 52,8 mil. Caso os bulls não consigam dominar as ações, um reteste do ombro menor, em US$ 36 mil, pode ser a próxima parada. Até lá, o MACD segue aproximando suas linhas para um possível cruzamento para baixo, enquanto o RSI mira os 76 pontos, com o mercado ainda em zona próxima de sobrecompra.
Conclusão
A tentativa de fuga de preços do Bitcoin se mostrou ser apenas especulativa. Ou seja, o ritmo seria mesmo momentâneo até que os investidores menos “agressivos” se reposicionassem. De fato, assim que os rumores sobre os ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos arrefeceu, a criptomoeda simplesmente voltou a ser negociada aos níveis anteriores.
Na análise gráfica, vemos que o curto prazo mostra um bom equilíbrio, o que poderia ser um trunfo para os bulls que estão entrando agora no mercado. Porém, prazos maiores, como o semanal, ainda estão em fase de ajuste dos indicadores e mostrando que o ativo está muito próximo de uma sobrecompra, o que vai exigir muito controle dos investidores.
O fim de ano chega junto com as metas e, lógico, você já começa a pensar em quais são as criptomoedas promissoras e que mais podem valorizar em 2024. Todo esse ânimo, claro, vem de um otimismo que marcou a reta final de 2023, com o Bitcoin (BTC) batendo uma valorização de cerca de 160% durante todo o ano.
Mas como você bem sabe, o mercado de criptomoedas não é composto apenas pelo BTC. Há mais de 20 mil tokens espalhados pelo mundo e saber quais deles são os que possuem mais possibilidade de valorização vai te colocar à frente dos investimentos. Então, confira nossa lista de 5 criptomoedas promissoras para 2024 e o porquê!
Por que buscar para criptomoedas promissoras?
Após várias máximas históricas atingidas em 2021, 2022 marcou o que chamamos de bear market ou inverno cripto. Esse período nada mais é do que uma forte correção de preços, depois de uma grande valorização dos ativos. Só o Bitcoin desceu dos US$ 69 mil para US$ 15 mil – quase 80% de retração.
Agora, o mercado está iniciando um novo ciclo – coincidentemente com o final do ano –, com uma recuperação expressiva nos preços desses tokens, devolvendo o otimismo dos investidores. Parte deste sentimento vem de vários fatores internos e externos.
Juros: O segundo semestre de 2023 viu a tão esperada pausa no aumento de juros nos Estados Unidos. Agora, o mercado espera que, já nos primeiros meses de 2024, o Federal Reserve sinalize possíveis cortes em suas taxas, flexibilizando mais a economia local, o que tende a favorecer ações de risco e o mercado de criptomoedas.
Halving: Um dos, se não o evento mais aguardado do ano, o halving do Bitcoin está previsto para abril. O procedimento técnico é responsável por reduzir automaticamente a emissão de BTC na blockchain, criando uma espécie de choque entre oferta e demanda. É por este comportamento que o halving do Bitcoin é visto como uma espécie de maestro dos mercados de alta e baixa, indicando seu início e fim.
Fundos: O mercado de criptomoedas também tem grande expectativa em relação aos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Os pedidos para análise de Fidelity e BlackRock são apenas alguns dos vários fundos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários norte-americana (SEC). Caso seja aprovado, os investidores esperam uma forte entrada de capital institucional.
Regulamentação: Apesar do cerco regulatório da SEC sobre as exchanges, algumas vitórias judiciais do mercado de criptomoedas contra as autoridades têm sido comemorada como um passo em direção à legislação cripto nos Estados Unidos. Se uma regulamentação avançar, o setor tende a se desenvolver de forma mais rápida e segura na principal economia do mundo.
Todos estes fatores estão sendo centralizados e observados pelos investidores como gatilhos para a geração de mais ganhos, pelo menos no médio prazo. Por isso, é hora de se debruçar sobre os investimentos para encontrar as criptomoedas mais promissoras de 2024.
Bitcoin (BTC) puxa a fila do mercado de alta
Não importa se é um momento de baixa ou alta, Bitcoin sempre será uma criptomoeda promissora e presente nas principais listas e portfólios. Não adianta fugir, o BTC é a primeira e mais valiosa moeda digital hoje. Além disso, ele é responsável, muitas vezes, por ditar o ritmo de boa parte dos outros tokens.
Mais do que isso, há alguns motivos importantes para você considerar o Bitcoin. Como comentado pouco antes, o halving do BTC deve acontecer em abril de 2024. Este movimento, historicamente, costuma gerar altas expressivas, com a renovação das máximas históricas.
Ao olhar para o famoso modelo stock-to-flow, por exemplo, a perspectiva é de que o Bitcoin atinja os US$ 440 mil, em 2025 – um ano depois do halving (linha tracejada vertical). Se você observar o movimento das linhas coloridas, vai ver que o preço da criptomoeda, de fato, tende a respeitar esses ciclos, considerando, claro, suas variações. Mais uma vez, imaginando que este comportamento vai se repetir.
Na mesma linha de retrospecto, o valor de US$ 440 mil pode ser muito alto mesmo para uma criptomoeda promissora como o Bitcoin. Mesmo assim, é importante lembrar que os ciclos de halving costumam sempre renovar as máximas anteriores. Então, a tendência é que a moeda digital ultrapasse os US$ 69 mil nos próximos meses.
Criptomoedas promissoras para ficar de olho em 2024
Já que o Bitcoin possui toda essa importância, vamos dar sequência à nossa lista de criptomoedas promissoras de 2024 para que você também possa ficar de olho e, quem sabe, diversificar mais sua carteira.
Ethereum (ETH): É uma opção interessante para quem busca projetos mais consolidados. Apesar de todo o fôlego em relação à atualização para sua versão 2.0 em meados deste ano ter se dissipado, a rede continua se desenvolvendo e queimando quantidades consideráveis do token para intensificar seu processo de deflação. Caso o protocolo consiga manter o ritmo de burn, o mercado pode ver um choque de oferta e demanda em um período próximo.
Polygon (MATIC): Ainda em fase de implementação, as atualizações da Polygon 2.0 tem levado ganhos importantes à MATIC. O update ainda apresenta uma série de mudanças estruturais no protocolo, que tende a tornar a rede muito mais segura e principalmente eficiente. Outra grande alteração é a criação de uma nova criptomoeda, a POL. Essas atualizações mostram que a plataforma não só está viva, mas caminhando para se tornar ainda mais relevante.
Avalanche (AVAX): Bastante conhecida do público, a AVAX ganhou destaque na reta final de 2023, após uma parceria com o banco norte-americano JP Morgan para auxiliar no processo de tokenização de ativos e gestão de patrimônio. Com o interesse e participação de um big player financeiro tradicional, os investidores acabam enxergando o movimento como uma espécie de “selo” de aprovação para a blockchain e, consequentemente, para o token AVAX. Outras empresas podem, portanto, se interessar pelo projeto e potencializar ainda mais o uso da plataforma.
Cosmos (ATOM): Assim como a Polygon, a Cosmos também está passando por atualizações bastante interessantes. Uma delas está ligada diretamente à oferta de segurança. A proposta é que os validadores da própria Cosmos vão poder verificar as transações para outras redes conectadas a esta blockchain. Essa chamada “segurança replicada” deve trazer vantagens também aos stakers, que podem passar a receber mais pelas taxas cobradas na rede.
BTC, ETH, MATIC, AVAX e ATOM são uma das 5 criptomoedas mais promissoras de 2024. Todas elas, inclusive, estão disponíveis na Foxbit Exchange para compra e venda, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
O mercado de criptomoedas é repleto de tokens diferentes e promissores. E um deles tem chamado muito a atenção do mercado, não só por sua ligação com o aplicativo de mensagens Telegram, mas pelas novidades que estão surgindo. Por ser uma criptomoeda exclusiva na Foxbit Pro, ela é nossa criptomoeda promissora bônus para 2024!
Mais uma vez, com fortes laços com o Telegram, a Toncoin (TON) está em uma posição interessante. Após o lançamento de uma carteira auto-custodiada pelo aplicativo de mensagens, o número de endereços ativos que utilizam a criptomoeda cresceu. Ao mesmo tempo, os chamados “giveways” tem distribuído tokens TON para o pagamentos da assinatura premium do Telegram, popularizando ainda mais a criptomoeda no mercado.
Caso ela passa a ser uma moeda oficial do aplicativo de troca de mensagens, o volume de negociação e transação da TON pode simplesmente disparar às alturas e torná-la um meio de troca confiável e rápido para qualquer pessoa com ou sem conhecimento no mercado de criptomoedas.
Todos os sinais indicam que estamos em meio à primavera cripto e indo em direção ao verão do mercado. Aqui, as criptomoedas tem variações de preços interessantes, criando oportunidades atraentes para se investir.
As 6 criptomoedas listadas neste artigo, como você já sabe, NÃO é uma recomendação de compra. O levantamento foi realizado por nossa equipe de especialistas, observando fundamentos e notícias que podem ser gatilhos para possíveis valorizações durante um também possível bull market.
Todos os investimentos devem ser analisados e seus riscos gerenciados adequadamente para evitar surpresas negativas. Fato é que a história mostra que o mercado de criptomoedas pode estar entrando novamente em um de seus famosos ciclos de alta, com alguns tokens podem ser destacar mais neste processo.
Na Foxbit Exchange e Foxbit Pro, você realiza suas operações de forma segura, 24/7 e com todo o suporte do nosso time. Seja BTC, ETH, MATIC, AVAX ou TON, com certeza você vai encontrar outras criptomoedas promissoras e ter as melhores experiências do mercado aqui com a gente!