Stablecoins é uma classe diferenciada dentre os tipos de moeda digital a qual tem como objetivo primário oferecer menor volatilidade de preços por ser atrelada a um, ou mais ativos de reserva.
Ativos de reserva são ativos financeiros, mantidos por bancos centrais, ou organizações que classificam seu valor a sociedade. De acordo com a Investopedia: “Um ativo de reserva deve estar prontamente disponível para as autoridades monetárias, deve ser um ativo físico externo que, em alguma medida, é controlado pelos formuladores de políticas e deve ser facilmente transferível.”
Dólares por exemplo, bem como o ouro, são exemplos notórios de ativos de reserva.
Entre as razões principais para a estabilidade de preços das moedas fiduciárias estão as reservas que as apoiam, ou seja, os ativos de reserva, e as ações oportunas do mercado pelas autoridades de controle, como os bancos centrais. Como as moedas fiduciárias estão atreladas a um ativo subjacente, como reservas de ouro ou forex que atuam como um mecanismo de garantia, suas avaliações de preço são menos suscetíveis a altas volatilidades.
Esse cenário de alta volatilidade é justamente um dos componentes que atrapalha a adoção do Bitcoin como meio de pagamento no dia a dia. A alta volatilidade que pode ocorrer em um período de poucas horas torna a criptomoeda inadequada para ser usada como pagamento, pois quem vende e compra está sujeito a perder dinheiro no câmbio, o que vai de contrário ao princípio de reserva de valor monetário na troca. Os usuários perdem confiança no ativo devido a incerteza do poder de compra futuro do ativo.
Mas a classe de stablecoins não é somente feita de notícias controversas, muito pelo contrário, é uma classe muito promissora de criptomoeda de acordo com diversos especialistas no mundo.
Entre os objetivos que as stablecoins pretendem alcançar, destacamos:
Criar estabilidade entre pares de negociação de criptomoedas em negociações como as realizadas em forex;
Diversificar portfolios para diminuir o risco devido à instabilidade do mercado;
Utilizar em transações diárias, sem perda de confiança devido a perda de poder de compra;
Quais são os tipos e como as stablecoins mantém seu valor?
Stablecoins colateralizadas em FIAT
O tipo mais comum de stablecoins é o garantido, ou lastreados por moeda fiduciária como USD, EUR ou GBP. A Tether pertence a esse tipo de stablecoin.
As stablecoins apoiadas pela Fiat são apoiadas na proporção de 1:1, o que significa 1 stablecoin é igual a 1 unidade de moeda (como um dólar). Então para cada stablecoin que existe, há moeda fiduciária real sendo mantida em uma conta bancária para fazer o backup.
Stablecoins Colateralizadas em Commodities
As stablecoins com garantia de commodities são apoiadas por outros tipos de ativos intercambiáveis, como metais preciosos. O ouro é um metal comumente colateralizado, mas também existem lastros em imóveis, petróleo e cestas contendo vários ativos, como uma gama de metais preciosos, por exemplo. Os detentores desse tipo de stablecoin detêm essencialmente um ativo tangível que tem valor real – algo que muitas criptomoeda não possuem. Existe até mesmo o potencial de valorização ao longo do tempo devido à valorização da colateralização, o que aumenta o incentivo para as pessoas segurarem e usarem essas criptomoedas.
Stablecoins Colateralizadas em Criptomoedas
Esse tipo são as moedas digitais apoiadas por outras moedas digitais.
Isso permite que a stablecoin com suporte a criptografia seja muito mais descentralizada do que seu par apoiado em FIAT, já que tudo é conduzido na plataforma blockchain.
Stablecoins não Colateralizadas
O último tipo de stablecoins são as não colateralizadas, ou seja, não são apoiadas por nada, o que em um primeiro momento demonstra contraditoriedade, já que é rotulada como uma stablecoin.
Um exemplo real e paralelo a esse “fenômeno” é o dólar americano. Há décadas atrás, a moeda era lastreada em ouro, mas isso como dito já não ocorre mais.
Quer entender mais sobre o mundo das stablecoins e como elas funcionam? Clique aqui e entenda ainda mais sobre essa classe de moedas digitais.
Estamos sempre escutando todos os feedbacks e sugestões dados por vocês e o que mais nos pedem é: cripto nova no book!
Seguindo o nosso trabalho de constante melhoria na plataforma para torná-la mais atrativa, apresentamos à vocês a Chainlink, a nova cripto listada na Foxbit.
Com a inclusão desse novo ativo, agora a Foxbit passa a ter seis criptomoedas em sua plataforma: Bitcoin, Ethereum (Ether), Litecoin, TrueUSD, XRP (Ripple) e Chainlink (LINK).
Por enquanto não é possível sacar a Chainlink, com isso a cripto está disponível somente para depósitos, compras e vendas.
O que é Chainlink?
Chainlink (LINK) é uma rede criada para ser uma ponte entre os diversos blockchains e o mundo real.
Por exemplo, o resultado de uma partida de futebol pode ser transmitido para um contrato inteligente no blockchain de forma segura. Assim, os desenvolvedores conseguem criar aplicativos de apostas descentralizados – que são semelhantes aos apps do seu celular, mas no blockchain.
UNI é o token de governança da corretora descentralizada Uniswap. Com ele você pode ajudar a guiar as decisões da corretora, votando em melhorias e novos projetos. É como se você tivesse uma ação ordinária na Bolsa de Valores, apenas com direito a voto.
Mas para entendermos o valor da UNI precisamos conhecer um pouco da Uniswap.
Quais as vantagens da Uniswap ?
A Uniswap é um protocolo criado na rede Ethereum para permitir o trade automatizado de tokens usando a tecnologia do blockchain, de uma maneira aberta, segura e que fosse capaz de resolver os problemas de liquidez no mercado.
O projeto foi lançado em 2018 e cresceu no “boom” das DeFis em 2020, sendo o terceiro projeto mais importante no mercado de finanças descentralizadas com o equivalente a US$5,74 bilhões em valores alocados.
O token UNi foi visto como uma ótima oportunidade por muitos investidores de participar do futuro das finanças descentralizadas, com isso, a UNI ganhou mais de 400% de valorização nos últimos 200 dias.
Gráfico da UNI – Fonte: Coinmarketcap
Quem está trabalhando na UNI?
A Uni foi desenvolvida por Hayden Adams com a tutela do criador do Ethereum Vitalik Buterin.
Adam é um programador formado em Engenharia Mecânica, com experiência de trabalho na Siemens e na área de pesquisa pela Columbia University Medical Center.
O protocolo é completamente aberto, ou seja, qualquer um dos milhares de usuários pode sugerir uma melhoria e ela será implementada se os donos do token UNI votarem a favor.
Quais são as carteiras de UNI?
Você pode guardar UNI em qualquer carteira que receba tokens ERC20, como a Ledger e Metamask.
O que é a Chainlink? Vale a pena investir? Quem está por trás do projeto? Vamos responder essas perguntas e tudo que você precisa saber sobre a Chainlink, também conhecida como LINK.
O que é Chainlink (LINK)?
A Chainlink (LINK) é uma rede criada para ser uma ponte entre os diversos blockchains e o mundo real. Como podemos enviar dados de preço do bitcoin para um aplicativo no blockchain de forma segura? A Chainlink resolve esse tipo de problema.
Por exemplo, o resultado de uma partida de futebol pode ser transmitido para um contrato inteligente no blockchain de forma segura. Assim, os desenvolvedores conseguem criar aplicativos de apostas descentralizados – que são semelhantes aos apps do seu celular, mas no blockchain.
Legal não é mesmo? Mas como a LINK funciona? Vamos descomplicar isso para você.
Quais as vantagens da Chainlink?
A Chainlink agrega valor a outras aplicações, que vão de APIs, sistemas na nuvem, IoT (Internet das Coisas), sistemas de pagamento e muito mais. Ela faz isso usando os chamados “oráculos”, que nada mais são do que nós (computadores) que fornecem informações do mundo real para o blockchain.
No diagrama abaixo vemos exatamente como funciona a Chainlink. Na direita e esquerda estão os dados do mundo real, ao lado os nós da Chainlink Network:
Esses oráculos colocam o próprio dinheiro em “stake”, ou seja, dão as suas moedas LINK como garantia de que vão oferecer a informação correta. Além disso, a Chainlink conta com um sistema de reputação para evitar fraudes e dar aos usuários maior segurança.
Atualmente, esta rede de oráculos garante a informação de preço segura para aplicações descentralizadas que em conjunto valem mais de US$4 bilhões.
Quais foram os retornos e vale a pena investir em Chainlink?
Tudo isso funciona graças à valiosa LINK, um criptoativo que teve uma alta valorização. Nos últimos 12 meses a moeda LINK subiu 1000% (últimos dozes meses contados hoje, 14/04/2021) e em 2019 foi o criptoativo que mais valorizou.
Histórico de preço da Chainlink (LINK) em 12/02 – Fonte: Coingolive
A Chainlink está sendo cada vez mais utilizada conforme o ambiente de aplicações descentralizadas no blockchain cresce.
Quem investe e está trabalhando com a Link?
E esta valorização tem motivo. A equipe da criptomoeda está trabalhando com diversas empresas e organizações relevantes como a Web3 Foundation (que define os parâmetros usados na internet) e até mesmo o Google.
As parcerias estratégicas são importantes, mas o que realmente mostra a capacidade do projeto crescer são as pessoas trabalhando nele. Esta cripto conta com experts e profissionais respeitados como Tom Gonser (fundador da Docu Sign), Evan Cheng (ex-Diretor de Engenharia do Facebook, atual R&D da Novi Financial) e Ari Jules (ex-colaborador da RSA).
Recentemente nosso CEO, João Canhada, deu uma entrevista exclusiva para o jornal e portal do Estadão, sobre como as criptomoedas já estão furando a bolha e atingindo novos interessados.
O bitcoin foi criado em 2009 com uma proposta de alternativa descentralizada para pagamentos, no entanto, ao longo dos anos com suas flutuações de preços e uma grande volatilidade a cada ano completo, ele foi identificado como um poderoso ativo de investimento.
“O mundo estava carente de ativos escassos, como ouro e pedras preciosas, e o bitcoin tem escassez garantida pela matemática”, comentou nosso CEO.
Quando a criptomoeda foi criada, ela já tinha uma limitação estipulada por Satoshi Nakamoto de até 21 milhões de unidades, e a cada Halving passado, o número de unidades restantes para serem descobertas ou mineradas são de apenas 3 milhões de unidades.
E assim como as pedras preciosas e outros ativos mais valorizados, a escassez é um dos principais fatores para o preço ser tão volátil e obedecer a lei de oferta e demanda.
Mas mesmo com a pandemia mundial, as criptomoedas ganharam mais força em seu poder de negociação no último ano, com uma grande ajuda do mercado tradicional. Diversos governos ao redor do mundo especularam e afirmaram que estão interessados em adotar as criptomoedas como um ativo nacional em cada país.
PayPal, Visa e MasterCard também adotaram a criptomoeda como forma de pagamento nos Estados Unidos e já pretendem expandir a funcionalidade.
E o principal contribuinte para as criptomoedas se expandirem além da bolha, foi a compra da Tesla, liderada por Elon Musk, em cerca de 1,5 bilhão de dólares em Bitcoin no mês de janeiro.
Quer ler a matéria completa? Confira no portal do Estadão.