Já não é novidade que o mundo está cada vez mais envolvido na tecnologia Blockchain e começando a valorizar o bitcoin.
Países como Suíça, Nova Zelândia, Japão, Estónia e Malta são alguns exemplos dessa mudança. Empresas e funcionários já aproveitam os benefícios de pagamentos em bitcoin.
O primeiro país a liberar e legalizar o pagamento em bitcoin para funcionários foi a Nova Zelândia. Começou a ser válido a partir de setembro deste ano com tempo estimado de três anos para o tempo total. O país, anteriormente, só efetuava pagamentos com moeda fiduciária, o dólar neozelandês.
As empresas poderão pagar funcionários com criptomoedas, porém com algumas regras:
Apenas metade do salário pode ser pago em criptomoeda;
Os pagamentos precisam seguir um valor fixo atrelado a uma ou mais moedas fiduciárias (ex: dólar, euro e real);
Trabalhadores autônomos não podem receber pagamento nesse método, apenas os sob acordos legais.
As regras impõem que as empresas que já pagam funcionários com criptomoedas estejam em ordem com seus impostos no governo.
Essa medida tem também o intuito de poder ajudar a desenvolver o mundo das criptomoedas e incentivar o uso delas no dia a dia das pessoas.
Entre esses países um dos mais amigáveis a criptomoedas é a Suíça, que se tornou amiga da indústria cripto e da remuneração em criptomoedas, conhecida como “cripto-friendly”.
E este título não é em vão, várias empresas da indústria estabeleceram seus escritórios no Swiss Crypto Valley (Vale Suíço Cripto), como por exemplo Shapeshift, Ethereum Foundation e Libra Association. E não é só a Suíça que tem trilhado esse caminho.
Receber o salário em criptomoedas já é uma realidade também em países como Japão e Estônia. Empresas como OGM anunciaram que pagam parte de seus funcionários com criptomoedas.
Na Estônia, há uma legislação avançada referente às criptomoedas, empresas geralmente compensam e incentivam seus funcionários a optarem por receber em cripto.
Uma pesquisa feita pela Humans.net, mostra que 27% dos freelancers preferem receber seus salários integral ou parcial em moedas digitais do que moeda fiduciárias.
Com base nessas informações podemos perceber a revolução do bitcoin, saindo do mundo digital de entusiastas e investidores para pessoas com menor conhecimento no mercado, estando presente em coisas do dia a dia, como efetuar pequenas compras, por exemplo, a compra de uma caneca, uma transferência de um valor significativo ou receber parte do salário em criptomoedas.
Você viu o que foi dito? O preço realmente subiu? Para deixar você por dentro do que acontece no mercado financeiro, nós semanalmente junto ao Cointimes trazemos um top #3 das principais notícias para vocês.
#1 CEO da Ripple afirma que XRP não é centralizada
Na entrevista à CNN, Brad Garlinghouse negou que o Ripple tenha qualquer controle sobre os movimentos de preços de sua criptomoeda, o XRP. Garlinghouse foi citado dizendo:
“O Ripple não pode controlar o preço do XRP, assim como as baleias não controlam o preço do Bitcoin e não acho que alguém esteja em posição de manipular esses preços”.
Uma das franquias mais aclamadas da história está trazendo colecionáveis únicos ao blockchain do Ethereum, a segunda maior criptomoeda do mundo.
A novidade veio com um anúncio oficial no blog da franquia que introduziu à sua audiência os conceitos básicos de blockchain, smart contracts e tokens ERC-721.
Hoje em dia a internet está bombardeada com informações sobre Blockchain, Bitcoin e criptomoedas, com apenas um clique, você terá acesso a inúmeras fontes de pesquisas.
Porém, existem muitas informações contraditórias e aleatórias na internet. O que pode ser confuso para quem está iniciando. Sem ordem de, por onde começar ou porque a necessidade aprender tais princípios. Tampouco a importância de estudar sobre a tecnologia por trás da Blockchain e do Bitcoin. Destacamos que é extremamente importante estudar sobre a tecnologia e funcionamento para fazer bons investimentos.
Com essa preocupação separamos para você um projeto educacional que tem cursos sobre Blockchain, Bitcoin e outras criptomoedas, com uma das melhores grades existentes no mercado a Blockchain Academy, tem cursos para pessoas em fase inicial até a mais avançada.
Nível básico
1 – Investimento em Criptoativos
O curso oferece uma imersão de 8 horas teóricas e com atividades interativas no mundo dos criptoativos. Abordando a sua origem, os conceitos básicos, a solução do blockchain, os smart-contracts, as principais famílias de criptoativos, teses de investimentos e algumas técnicas de análise e avaliação.
Nível avançado
2 – Blockchain para Negócios
Esse curso visa ensinar a compreensão da revolução no mundo dos negócios e a preparar as pessoas para alavancar projetos através da tecnologia Blockchain.
A Foxbit é apoiadora desse curso, e disponibilizamos para nossos clientes 10% de desconto para o curso: ” Blockchain para Negócios ” utilizando o cupom: FOXBIT10.
Para mais informações sobre esses e outros cursos acesse o link.
Temos também nossos portais de comunicação, com o objetivo de informar e ensinar o maior número de pessoas, desvendando e mostrando a tecnologia inovadora por trás do Bitcoin.
O estudo foi realizado pela Deloitte em parceria com a revista Exame e é um dos mais tradicionais e completos levantamentos anuais sobre o desempenho das empresas emergentes do País.
O ranking levou em conta a constante busca por inovação, eficiência e talentos como o pilar para o sucesso das PMEs de crescimento acelerado. A Foxbit foi a PME que mais cresceu no país, cerca de 349,43%, tendo só no ano passado um faturamento de mais de 14 milhões de reais.
“Estamos muito felizes e surpresos com o resultado. Esperávamos estar bem colocados, mas o primeiro lugar mostra o quanto estamos no caminho certo. Isso só nos dá mais motivação para continuar a fazer o nosso trabalho” revelou João Canhada, CEO da Foxbit.
Nesta 14a edição, 177 empresas se qualificaram para concorrer ao ranking composto de 100 PMEs. São companhias com receita líquida entre 10 milhões e 800 milhões de reais e em operação há pelo menos quatro anos.
As empresas que mais cresceram foram as que mantiveram seu investimento em inovação não apenas em produto mas também em gestão, treinamento e vendas.
Isso mostra que enquanto o PIB do país se afunda, há uma infinidade de nichos promissores para serem explorados, entre eles o de criptomoedas.
Este projeto visa considerar o uso das criptomoedas como reserva de valor, meio de pagamento e commodity digital.
Um dos atributos do projeto de Lei 2060/2019, é o aumento das penalidades para crimes envolvendo “pirâmides financeiras”, temos um texto onde você pode aprender mais sobre este assunto.
Pirâmide financeira é o termo utilizado para nomear esquemas empresariais que tem como principal receita a remuneração pela indicação de novos membros, feita por meio de uma taxa de entrada no negócio e o uso fraudulento de criptoativos.
Nos dias de hoje, a pena para este crime é de 6 meses a 2 anos de prisão, mais multa. Após a aprovação do projeto a penalidade passa a ser de 1 a 5 anos, mais multa referente aos delitos cometidos.
A proposta também interfere no mercado de valores mobiliários, inserindo a categoria de criptoativos no catálogo de carteira de investimentos, isso significa que novas propostas, que envolvam novas tecnologias e inovações podem surgir.
Atualmente, o projeto está em processo de aprovação na Câmara dos deputados. Aureo Ribeiro, do partido Solidariedade-RJ, é o autor responsável pela proposta e disse que a ideia é criar um ambiente em que essa tecnologia sirva para estimular o Sistema Financeiro Nacional, as necessidade econômicas do país e da população.
Com esse projeto de lei, as pessoas passam a ficar mais protegidas contra golpes e pirâmides financeiras.