Educação de qualidade, interação, dinamismo e aprendizado de verdade. Perto do seu lançamento oficial, o Foxbit Lab promoveu um workshop interativo, na Ketchum, empresa global de relações públicas, para proporcionar os funcionários a um primeiro contato mais elaborado com Bitcoin.
Foi a oportunidade para validação do modelo de ensino do Foxbit Lab, que nasce do projeto inicial Foxbit Educação, mas com uma nova proposta de educação financeira através da metodologia ativa.
Eu e o Isac Honorato apresentamos a aula em formato de workshop no curso “B de Bitcoin“, que aborda de uma forma macro o ecossistema da criptomoeda. No conteúdo programático, foram abordados os temas do nascimento do Bitcoin, tecnologia do Blockchain, as possibilidades de transações, a história, teorias, cases, entre outros temas que envolvem o bitcoin e o blockchain.
O formato é embasado: a forma de apreensão de qualquer conteúdo é mais eficiente quando há interação, dinamismo, atividades práticas e abertura para que os alunos possam tirar dúvidas e perguntar. É a possibilidade real de sair da aula com um conhecimento mais aprofundado e com diversas portas e possibilidades a mais do que quando entrou.
O Foxbit Lab quer levar educação para o público não só sobre o mundo de criptoativos, mas também a base estrutural de tudo: educação financeira básica, de uma forma didática, mas com mão na massa. O conhecimento de como controlar melhor seus gastos e finanças abre portas para todos os outros universos do mundo de investimentos.
Na aula que fizemos na Ketchum, foi possível perceber o quanto as pessoas estão sedentas por conhecimento, mas com dificuldade de encontrar quem fale a linguagem delas, de maneira clara e interativa, que tenha apelo e interesse em prosseguir em uma trilha de conhecimento.
Por se tratar de algo tão novo, as perguntas são as mais diversas, como por exemplo: onde e como comprar o primeiro bitcoin? O que é a mineração? Vou ficar rico com bitcoin? Qual o valor ideal de investimento? Essas e muitas outras perguntas foram respondidas ao time da Ketchum.
Falar de bitcoin e blockchain é um desafio, e nosso objetivo é transformar isso em algo simples e interativo, mostrando que o bitcoin já é a nossa realidade, que isso já está entrando no nosso dia a dia, e precisamos nos atualizar e entender essa revolução.
Assim como o time da Ketchum participou, você, sua empresa, o seu grupo de amigos também podem saber mais sobre bitcoin e todo o universo de criptomoedas, escreva para [email protected]. Caso queira levar esse conhecimento para sua empresa, universidade ou até algum grupo de amigos, fale com a gente! 😉
Tivemos o privilégio de ter a estudante Maya Rajha em uma semana na Foxbit conosco. Ela é estudante do Ensino Médio na escola Lycée Pasteur, uma instituição franco-brasileira que promove estágio de uma semana. Nele, o aluno passa cinco dias em alguma empresa ou instituição, com o objetivo de aprender sobre a estrutura corporativa, entender como as áreas funcionam, podendo até conhecer novas profissões e funções dessa nova geração empresarial focada em tecnologia. A Foxbit foi a escolha da Maya, em um período que foi enriquecedor de aprendizado tanto pra ela, quanto para nós! 🙂
Uma semana de Foxbit, por Maya Rajha
Como sobreviver ao Ensino Médio, a última etapa da educação no Brasil? Os três anos escolares mais intensos. São muitas provas, lições de casa, relacionamentos, amizades, escolhas e principalmente a pressão sobre a “grande decisão”: Qual profissão exerceremos no futuro?
Para nos ajudar com tal escolha, a minha escola, Lycée Pasteur, criou há alguns anos um projeto em que os todos os alunos do primeiro ano do Ensino Médio devem escolher uma empresa para passarem uma semana estagiando. O objetivo é observar o funcionamento da empresa e entender um pouco melhor de como realmente funciona o mundo do trabalho.
Particularmente, eu ainda não decidi qual caminho eu quero seguir. Porém, tenho algumas ideias, tendo como exemplo o jornalismo, relações internacionais e direito. Então, queria fazer um estágio em algumas dessas áreas ou algo semelhante. Com ajuda da minha prima Rosine Kadamani, consegui fazer meu estágio na Foxbit, na área de marketing.
A minha semana na Foxbit foi bem diferente do que eu esperava. Achei que seria algo com muitas regras, com muitas hierarquias e um ambiente sério. Mas na verdade, foi totalmente diferente. Todos foram muito simpáticos comigo, o ambiente de trabalho é alegre e toda a equipe parece estar lá porque eles realmente gostam do que fazem.
Nesse curto período de tempo, a equipe do marketing me ensinou um pouco mais sobre a empresa. Eu descobri o organograma de lá, podendo então compreender todas as partes complexas e necessárias para o funcionamento da empresa, como a seção financeira, judiciário, atendimento ao cliente, entre outras. Além disso, conversei com pessoas de diferentes setores do marketing como a Carol, a Tauani e a Laís que cuidam do design, a Camila é de Product Marketing, o pessoal que produz conteúdo, a Gabriela que cuida da parte da performance (sem dúvidas a função mais enigmática de todas), o Cury, chefe do setor, dentre outros. Também tive algum tempo para conhecer a área financeira. Sem dúvidas cada papel nessa empresa é extremamente importante para o funcionamento do todo.
Além disso, tive a oportunidade de participar de uma das reuniões de pauta da equipe. O que eu tenho a dizer é que essa galera tem muita coisa pra fazer em muito pouco tempo. Às vezes eles precisam entregar um texto para o dia seguinte! Além de todos eles precisarem comparecer a várias reuniões por dia. Porém, todos são muito bem organizados, bem diferente de mim. Esse fato talvez tenha me lembrado um pouco a escola, o Ensino Médio em particular.
Com essa incrível experiência, eu conheci o que é realmente trabalhar. Um tanto diferente do que eu esperava. Também aprendi com eles que eu tenho que fazer o que eu realmente gosto para ser feliz. Na minha opinião, todos deveriam seguir esse exemplo. Nem tudo na vida é só dinheiro. Às vezes estar com pessoas que você aprecia e pelo simples fato de fazer algo que realmente lhe interessa, já vale a pena.
Por último, eu queria agradecer a todos que tornaram essa semana na Foxbit tão enriquecedora! Muito obrigada por me receberem e me tratarem tão bem! Espero vê-los logo! Obrigada, Foxbit!
Qual é o real futuro do Litecoin? Muitas pessoas acham que o Litecoin é apenas uma rede de testes para o bitcoin. Entretanto há muito mais a se explorar sobre essa criptomoeda.
Vamos ver o futuro do litecoin e quais serão as possíveis próximas atualizações.
Dicas dos criadores e desenvolvedores
O destino de uma criptomoeda está intimamente ligada a seus desenvolvedores e à sua comunidade.
A maior parte dos desenvolvedores prefere não aparecer para o público, mas aqueles que aparecem nos dão algumas dicas sobre as futuras funcionalidades do Litecoin.
Confidential Transactions
Como foi noticiado no Minuto Cointimes #23, uma das possíveis novas funções que a Litecoin Foundation pode integrar à criptomoeda é a tecnologia Confidential Transactions (CT).
Essa tecnologia daria mais privacidade para as transações da moeda e ainda permitiria a entrada do Litecoin na seara de outras criptomoedas voltadas para a privacidade do usuário.
Alguns estudos mostram que esse mercado de privacidade pode ter um crescimento de até 18.000% para algumas criptomoedas famosas pelo uso dessa tecnologia.
Quem cogitou sobre a implementação do Confidential Transactions foi o próprio criado do Litecoin, Charlie Lee.
Acesso ao sistema financeiro global
Além das futuras atualizações no protocolo, a comunidade da criptomoeda tem se posicionado muito bem com relação ao sistema financeiro.
Em julho, a Fundação Litecoin fechou um acordo para auxiliar a empresa TokenPay (uma plataforma de pagamentos) a integrar-se com o universo de criptomoedas.
Em troca a Fundação recebeu ~10% do banco alemão WEG, dando um acesso importante para o mercado financeiro tradicional.
A primeira a receber as atualizações do Bitcoin
Como tem sido cada vez mais comum, as atualizações no protocolo do Bitcoin saem primeiro no Litecoin.
Isso acontece por dois motivos, o primeiro deles é que parte dos desenvolvedores do Bitcoin também contribuem para o desenvolvimento do ltc.
O segundo é que o Litecoin, por ser uma moeda com o mesmo “dna” do Bitcoin, é a plataforma de testes perfeita para os desenvolvedores do btc.
Qual o futuro do Litecoin?
O Litecoin é uma das poucas moedas que contam com um grande e dedicado time de desenvolvimento. Além disso, ela consegue estar bem posicionada no mercado financeiro e no mercado de criptomoedas.
O futuro do Litecoin acompanha o desenvolvimento e o crescimento do Bitcoin, são gêmeos siameses.
Talvez algum dia eles se separem, mas até lá o Litecoin continuará sendo uma espécie de prata ao bitcoin.
A série Fundadores do jornal Valor Econômico, destaca os empreendedores que abriram startups com ideias inovadoras e que ajudaram a fomentar o mercado de diversas formas. Na edição desta semana, o prestigiado veículo publicou a história de João Canhada, CEO e co-fundador da Foxbit.
A matéria começa com Canhada contando que fundou a Foxbit endividado. O calote que ele levou com a empresa do pai em 2012 o obrigou a se reinventar para ganhar dinheiro, pagar e terminar a faculdade de Administração. “Foi quando conheci bitcoin por uma sorte do destino”, afirmou.
“Primeiro comprei antes de entender, pra ver de fato o que era. Coloquei 50 reais e vi que subiu muito rápido”, contou Canhada. Foi quando ele entrou na comunidade Bitcoin Brasil, no Facebook, que na época tinha cerca de 3 mil pessoas. “Se hoje ainda é difícil ter informação de confiança sobre bitcoin, naquela época era ainda pior, então todo mundo se informava muito por ali e trocava figurinhas sobre o assunto”
Canhada começou a fazer peer-to-peer, negociações diretas de bitcoin, de forma muito mais rápida e eficiente que as exchanges na época. Depois, conheceu Guto Schiavon e veio a ideia de fundar a Foxbit, no projeto em conjunto.
Desde então, quais foram os erros? “Tivemos muito aprendizado de gestão de pessoas, de saber lidar com a empresa crescendo rápido. Saímos de duas pessoas em 2014 para quase 90 agora. Pra mim é um desafio diário de entender como lidar com todas. Tem muita gente melhor que eu aqui dentro”, afirmou Canhada. “Ouvir acho que é o principal (caminho). Não sou dono da verdade, e confio em quem está ao meu lado. Ouvir é o principal fator de sucesso até aqui”.
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