Ao Estadão, Foxbit projeta regularização e crescimento

Ao Estadão, Foxbit projeta regularização e crescimento

Quando o assunto é blockchain no Brasil, a Foxbit é nome indissociável do tema. Como uma das principais corretoras de Bitcoin da América Latina, a Exchange falou ao Estadão sobre a questão e também projetou os novos passos da corretora.

A matéria destacou como a tecnologia do blockchain se torna cada vez mais indispensável em alguns setores da economia e como o bitcoin fortaleceu a consolidação dessa tecnologia. Como exemplo concreto, o jornal trouxe a ascenção da Foxbit, que já transacionou em torno de R$ 5 bilhões na América Latina, em quase quatro anos de atividade.

A perspectiva do CEO da Foxbit, João Canhada, é de contínuo crescimento. “Por enquanto, só trabalhamos com bitcoin, mas até o final do ano vamos incluir novas criptomoedas para negociação”, afirmou à publicação.

O maior crescimento da Foxbit aconteceu com o boom do bitcoin no final de 2017, como pontua a matéria. “Com o boom do preço do bitcoin ocorrido no ano passado, nosso crescimento foi de 1000%”, completou Canhada, que quer alavancar o número de clientes de 400 mil para 1 milhão em 2019. No dia 17 de dezembro do ano passado, o valor da moeda atingiu R$ 62,5 mil, hoje está em torno de 29 mil.

O engradecimento do mercado de criptomoedas, entretanto, não se faz sozinho. É por isso que a Foxbit também dedica esforços para a regulamentação do ativo no Brasil. Embora não seja proibido, o Bitcoin não é regulado pelos órgãos monetários nacionais. Diretora jurídica da Foxbit, Natália Garcia é a vice-presidente da ABCripto – Associação Brasileira de Criptoeconomia – cujo objetivo é trabalhar pela regulamentação e defender os interesses desse mercado em conjunto com outras empresas.

“O Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já manifestaram que estão acompanhando o mercado e devem propor regras para o setor em médio prazo”, projetou João Canhada ao Estadão.

O Estadão entrevistou diversas pessoas que já usam o blockchain no seu negócio, com destaque para a presença da exchange na consolidação das criptomoedas e no fortalecimento da tecnologia que nasceu atrelada ao Bitcoin, mas que se apresenta como uma solução para registro de dados com segurança e sem manipulação para diversos setores da economia.

Foxbit marca presença no IFL

Foxbit marca presença no IFL

Foi um dia intenso, e muito produtivo: a Foxbit esteve presente como uma das patrocinadoras do 5º Fórum da Liberdade e Democracia, organizado pelo IFL – Instituto de Formação de Líderes, em parceria com o Grupo Jovem Pan. Foram diversas palestras e debates com o tema do empreendedorismo no Brasil.

O evento ocorreu no Hotel Unique, em São Paulo, e tinha como objetivo levantar discussões a respeito do cenário político e econômico atual brasileiro, além da opinião de empreendedores de sucesso sobre o assunto.

Com a presença de sócios, como o CEO João Canhada, a diretora jurídica Natália Garcia, e do VP da Foxbit, Eduardo Jatahy, a empresa esclareceu dúvidas dos participantes sobre as novas tecnologias do mercado, o universo de bitcoin e criptomoedas, além de ter aproveitado o conteúdo das conversas com uma grande equipe espalhada pelo local.

O Cointimes fez uma cobertura de todo o evento, com destaque para diversas palestras, como do fundador do PayPal, Peter Thiel, que mencionou criptomoedas em suas análises. O entrevistador foi David Velez, fundador do Nubank. Já Flávio Almeida, dono da Wise Up e do clube de futebol Orlando City, dos Estados Unidos, fez uma crítica e defendeu que há mais liberdade econômica na China do que no Brasil.

 

O que é Litecoin (LTC)? – Conheça mais sobre o projeto

O que é Litecoin (LTC)? – Conheça mais sobre o projeto

Litecoin (LTC) é uma criptomoeda criada pelo desenvolvedor Charlie Lee, mais conhecido como @SatoshiLite. Ela é uma cópia do código do Bitcoin porém com algumas mudanças.

A moeda foi criada em 2011, e tinha como objetivo criar um “Bitcoin melhorado”. Para isso algumas modificações foram feitas no protocolo, na velocidade de transação, mecanismo de consenso e quantidade de moedas.

Aspectos diferentes do Bitcoin

Se a ideia do Litecoin era criar um “Bitcoin melhorado”, quais são as modificações de um protocolo para o outro?

O primeiro e mais perceptível é o tempo de inclusão das transações nos blocos da rede. Charlie Lee determinou que cada bloco fosse gerado 4 vezes mais rápido do que na rede bitcoin. Por isso temos blocos em média a cada 2,5 minutos.

Outra diferença notável é a quantidade de moedas máxima. O Litecoin conta com uma oferta máxima de 84 milhões de moedas, enquanto o Bitcoin conta com ~21 milhões. @SatoshiLite criou 4x mais moedas do que o Bitcoin.

O criador da criptomoeda disse:

“Quando eu criei a moeda, estava tentando fazer o design de uma moeda como a prata comparada ao ouro. Então eu fiz o tempo de confirmação ser 4x mais rápido e a quantidade de moedas ser 4 vezes maior. Então é por isso que eu decidi chamá-la de “lite”(leve) coin.”

Minerar Litecoin (LTC), vale a pena?

Apesar de ter sido pensada para possibilitar a mineração em computadores caseiros, com o passar dos anos grandes empresas de mineração descobriram como criar ASICs (máquinas específicas para mineração de Litecoin – circuitos integrados de aplicações específicas).

Tal desenvolvimento dificultou, praticamente impossibilitando, qualquer tipo de mineração caseira, com CPUs ou placas de vídeo de baixo desempenho.

O processo de mineração de Litecoin é bem parecido com a mineração de Bitcoin. Você pode conferir também o podcast do Conexão Satoshi sobre o tema:

Como explicado no link acima, é necessário colocar todos os custos na ponta do lápis antes de investir na mineração de qualquer criptomoeda. Principalmente quando se trata de criptomoedas no top 10 em valor de mercado.

Vale a pena comprar Litecoin?

Antes de responder, vale a pena ressaltar alguns pontos do Litecoin.

O primeiro é que a LTC é uma moeda “clone” do Bitcoin. Como os desenvolvedores dos dois projetos são próximos, muitas vezes o Litecoin serve como uma espécie de “rato de laboratório” para o Bitcoin.

Isso significa que muitas vezes a implementação de novas tecnologias que vão para o Bitcoin, passam primeiro no Litecoin. Isso já aconteceu na implementação do Segwit e em algumas atualizações da Lightning Network. No caso do Segwit, o preço do Litecoin disparou cerca de 38% em poucas horas após a ativação da tecnologia.

Onde guardar a criptomoeda?

O Litcoin, assim como o Bitcoin, é suportada por diversas carteiras. A mais conhecida e recomendada para desktop é a Electrum LTC. Seu processo de instalação e configuração é semelhante ao utilizado pelo Bitcoin. Você pode conferir o tutorial passo a passo que preparamos para a Electrum BTC.

Há outras carteiras para IOS e Android, todas muito simples e intuitivas. Há até a opção para os mais paranoicos em segurança, com a opção de guardar suas moedas em uma carteira de papel.

Gostou do tutorial? Não esquece de seguir as redes sociais da Foxbit – Twitter, Linkedin, Instagram, Facebook.

Meio & Mensagem aborda criptomoedas

Meio & Mensagem aborda criptomoedas

Apostar na educação, conteúdo de qualidade e mostrar a um mercado cada vez mais interessado em diversificação que criptomoedas são um caminho. E que, ainda, Bitcoin é a maior referência nesse mercado. Esse foi o tom de uma matéria do Meio & Mensagem de agosto, com o objetivo de mostrar com naturalidade o aumento desse público.

A Foxbit foi uma das entrevistadas, falando do processo rebranding – troca de logo, site e identidade visual – que começou em julho deste ano.

João Canhada, CEO da Foxbit, concedeu entrevista falando sobre o momento do mercado e as formas de se inserir nele, e de dar retorno à comunidade através de conhecimento, com projetos como o Foxbit Educação, que passa por reelaboração. Além disso, são realizados constantemente encontros e meetups para troca de experiência e informação.

“Sempre crescemos com base no boca a boca e indicações, pois nascemos como uma empresa da comunidade. De repente saímos de um consumidor inserido em um cotexto do Facebook para o Linkedin, despertando o interesse do investidor com mais de 30 anos e com condições para comprar criptomoedas”, disse Canhada à publicação.

Na matéria, há o destaque para o lançamento do portal de conteúdo Cointimes e para a personificação da marca Foxbit. “A audiência gosta e se sente mais confortável em ver quem está por trás da empresa. As pessoas querem ver pessoas, e não necessariamente gráficos e números”, disse Roberto Cury, head de Marketing da empresa.

https://foxbit.com.br/blog/nao-mudamos-a-marca-ela-que-evoluiu/

Foram ouvidas também outras exchanges do ramo, com foco para o crescimento do mercado e o seu perfil de investidores.

 

Rafael Tortella

Rafael Tortella

Sou uma pessoa movida a desafios e superação, ímpeto que veio dos meus pais e do meu irmão. Se eu estou aqui hoje, fazendo o que eu faço, batalhando pelo meu futuro e andando com minhas próprias pernas, é graças a eles. A educação que eles me deram e o esforço que fizeram até que eu andasse sozinho é parte do que eu sou. Meu nome é Rafael Tortella de Souza, sou Engenheiro de Software na Foxbit.

Nasci em São José do Rio Pardo, interior de São Paulo, mas só morei lá até os dois anos, pois nos mudamos pra outra cidade no interior. Sempre estudei na mesma escola, e minha mãe conta que eu chegava em casa chorando todo dia, bem pequeno, porque todo mundo ria do meu sotaque caipira. Eu falava “porrrrta” e todo mundo dava risada. Com o tempo fui perdendo esse sotaque caipira…

Minha família

Amor pelos jogos

Eu sempre fui muito interessado por jogos, desde criança. Tinha curiosidade em ver como as coisas eram feitas, como funcionavam por dentro. Não como meu irmão mais velho (que me vestia de várias coisas, inclusive de Megazord com caixa de papelão), ele desmontava as coisas e não sabia mais montar de volta… Eu gostava dos jogos mesmo.

A vestimenta de Megazord que meu irmão fez pra mim

Desde a minha quarta série eu enchia o saco da professora de informática para entender como tudo funcionava, porque eu queria porque queria fazer um jogo de carro.

Nessa vida eu brinco que já fiz de tudo. Já fui jogador de futebol, fazia testes pra propagandas de TV, corria de kart, lutava boxe chinês (onde cheguei a pegar 2º lugar na liga nacional iniciante) e guitarrista de banda.

 

E agora? Computação?

Quando chegou o terceiro colegial, eu tinha que decidir uma carreira e não sabia bem o que escolher. Eu sabia que queria mexer com computador, mas não sabia bem o quê. Um amigo me disse que tinha um curso de Design de Games na Anhembi Morumbi, mas eu teria que me mudar pra São Paulo e era bem caro. Eu fiquei bastante em dúvida, porque parecia um curso meio aleatório mas era sobre desenvolvimento de jogos, que sempre foi minha maior curiosidade.

Eu decidi que faria Ciência da Computação, que seria mais simples, e fui falar com meus pais. E aí meu pai interferiu e disse que eu faria o que eu queria. “O pai vai pagar e é o que você quer”. Eu fiquei com isso na cabeça, me sentia um pouco mal pelo custo, mas ele tanto falou, que eu concordei.

No começo, eu ia e voltava todo dia pra São Paulo, entre caronas e ônibus fretado (que saía de Jundiaí, outra viagem). No terceiro semestre de faculdade, eu comecei a entender muito bem sobre as ferramentas de programação para jogos, e conversei com o diretor do curso, me oferecendo para alguma oportunidade de estágio.

Vida de Game Designer

Fui indicado para meu primeiro emprego, no Insolita Studios, e tive que me mudar pra São Paulo (e que por sorte era na esquina do apartamento da minha tia Gih e minha prima Gabi, as quais amo de paixão. Fiquei lá por alguns meses e depois me mudei para uma kitnet onde fiquei morando sozinho por alguns anos). Lá eles desenvolviam um jogo social que era da “Turma do Chico Bento” para o Facebook e Orkut, em parceria com a Maurício de Souza Produções e a Level Up! Games (empresa que iria publicar o jogo no Brasil). Eu basicamente testava o jogo, via se tinha defeitos, e desenvolvia pequenas coisas quando tinha a oportunidade. O projeto foi de um ano e meio e foi uma época muito legal e de muito aprendizado.

Quando acabou o projeto, cinco pessoas foram chamadas para irem para a Level Up! Games. Eu ainda não sabia programar, mas Sérgio Jábali (que, além de um excelente profissional, acabou se tornando meu amigo) que era o gestor responsável pelo projeto, quis apostar em mim, pelo que tinha demonstrado no Studio. Comecei como estagiário, mas depois me contrataram como Junior pra programação e foi uma questão de meses até eu decolar na área de desenvolvimento.

Fiquei na Level Up! por cinco anos, trabalhando com a arquitetura dos jogos, para que tudo em volta do jogo funcione, além dos E-commerces, KnowledgeBases e outros projetos da empresa. Peguei vários projetos muito importantes, um deles fazia a proteção anti-pirataria para jogos (DRM). Foi nele que eu conheci o Armando Cristóvão Dutra, que acabou vindo para a Foxbit e, futuramente, me indicando para sua equipe. Fiz a entrevista e acabei sendo contratado.

Engenheiro de Software na Foxbit

Desde então, na Foxbit, foram muitos desafios, passamos por crises, com muito stress e aprendizados. O que é ótimo pra mim. Sou movido por desafios e sou muito competitivo, se me deram algo pra fazer, eu tenho que fazer e eu vou fazer.

Gosto de pegar um problema, entendê-lo, e resolvê-lo, com precaução para que não aconteça de novo. E nisso eu também gosto muito da nossa equipe, das pessoas, e penso como equipe: no que elas podem me ajudar e como eu posso ajudá-las.

Busco sempre aprender, e isso acontece todos os dias. A Foxbit é pra mim um baita desafio profissional, muitas coisas acontecem em pouco tempo e eu gosto demais daqui. Há oportunidade de crescer profissional e pessoalmente, com desafios técnicos e humanos pra resolver. Às vezes não tenho nem tempo pra parar e apreciar a empresa e tudo o que ela oferece, porque mergulho nos meus desafios.

Aqui as pessoas têm um foco muito forte, e eu admiro isso e acho fundamental. Além disso, a empresa me trouxe grandes contatos e grandes amigos. 

Por toda a minha história, digo que toda essa vontade que eu tenho, esse ímpeto de superar desafios, veio de casa, dos meus pais e meu irmão superando seus próprios desafios todos os dias, e só quem estava lá sabe quantos foram. Se eu não tivesse feito a faculdade, que meu pai deu um jeito de pagar, o que teria sido de mim?

Isso eu deixo para o Rafael Tortella de outra linha do tempo (que foi tema do meu jogo de TCC na faculdade, da qual eu tenho orgulho de falar que me formei e que sou um grande Game Designer!), pois nesta linha do tempo, esse ciclo de eventos só aconteceu graças a minha família e a mim, e que os próximos desafios fiquem espertos e prontos, pois eu vou alcançá-los.

Natal com o time da Foxbit.