jul 18, 2018 | Tutoriais
Como comprar bitcoin na Foxbit?
A nova plataforma da Foxbit trouxe algumas novidades e modificações. Por isso, este tutorial irá guiá-lo através da nova plataforma, ensinando como comprar e vender bitcoins e realizar cada tipo de operação.
Neste post você aprenderá como acessar a plataforma, entender o novo menu, comprar/vender bitcoins e depositar/retirar em BTC e BRL.
Acesso à plataforma
No final de junho, fizemos uma troca de plataforma e a migração dos nossos clientes ativos e todas suas informações (saldos, senhas, logins, etc).
No dia 16/07, normalizamos para todos clientes com saldo na plataforma o acesso, ou seja, se você estava com dificuldades em acessar a plataforma, agora você consegue. Siga os passos:
– Acesse https://app.foxbit.com.br/home.html;
– Digite seu e-mail (nesta nova plataforma o que vale é seu e-mail e não o user);
– Clique em “Esqueci minha senha”.

Em até 3 minutos você deve receber um e-mail para redefinição de senha, daí só alterar (senha contendo: mínimo de 8 caracteres – letras maiúscula e minúsculas – números – caractere especial) e acessar a plataforma. IMPORTANTE: olhe seu e-mail no spam, lixeira, etc (caso caia em “spam”, marque no seu e-mail “não é spam” para que não aconteça outras vezes). É comum em alguns provedores isso acontecer.
Ah, bem importante! Seu 2FA está como padrão desabilitado. Para que tenha mais segurança em sua conta, habilite-o e passe a usá-lo, ok?


Novo menu
Após acessar sua conta, na área de menus você encontrará vários itens. Veja a imagem abaixo para entender qual a utilidade de cada um dos botões.

Como comprar ou vender bitcoin
Operações simples:
Para comprar/vender bitcoins você pode ir através de dois métodos, tanto acessando “Comprar/Vender” no menu ou através do “Livro de Ofertas”.
O campo “comprar/vender” é indicado para quem deseja fazer negociações simples na plataforma.
Para comprar quantias diferentes, você pode ir diretamente no “Livro de ofertas”.
Operações avançadas:
O “Livro de ofertas” é mais indicado para quem deseja realizar negociações avançadas ou operações de trading.
No livro de ofertas você encontrará 3 blocos:
1 – ordens de compra e venda: você vê todas as ordens de compra e venda posicionadas.
2 – gráfico de compra e venda: veja o gráfico de comportamento do preço do BTC na Foxbit.
3 – criação de ordens: onde você criará sua ordem de compra ou venda, que podem ser de MERCADO, LIMITE e STOP.

Tipos de ordens
MERCADO: Que é a mesma coisa que uma ordem “a mercado” ou “ativa”, se você acessava a plataforma antiga. Se você utilizar uma ordem do tipo “mercado” para comprar ou vender bitcoins, o preço será calculado automaticamente para você. Você só precisa escolher a quantidade de BTCs que deseja comprar ou vender, e a sua ordem executará as primeiras ordens do livro de ofertas.
LIMITE: Para quem é usuário antigo, ela é igual às ordens passivas. Nesse tipo de ordem, além da quantidade que você quer comprar ou vender, você pode escolher também o preço. A ordem “limite” ficará no livro de ofertas até que alguém crie uma ordem ativa e a execute.
STOP: Outro tipo de ordem na nova Foxbit são as ordens do tipo “stop”. Esse tipo de ordem serve para comprar ou vender se o preço ultrapassar um determinado valor, e geralmente é usado para quem quer “se proteger” de variações de preço. Vamos supor, por exemplo, que você possua 1 bitcoin e queira se proteger de variações do preço. O preço atual, em nosso exemplo, está em R$25.000,00, e você quer vender 1 bitcoin se o preço cair para R$23.000,00, para evitar maiores perdas. Caso o preço atinja o valor de R$23.000,00, uma ordem ativa de venda será criada, executando as primeiras ordens de compra do livro de ofertas.

Como depositar ou sacar
Para depositar ou sacar, clique em DEPOSITAR/SACAR e siga as instruções indicadas para cada uma das operações:

Depositar bitcoin

Sacar bitcoin

Depositar reais


Sacar reais

Esperamos que este tutorial tenha lhe ajudado com a nova plataforma da Foxbit. Caso você esteja com alguma dúvida ou dificuldade, não hesite em acessar nosso Portal de Ajuda.
O que você acha da plataforma de exchange da Foxbit?
Tem sugestões de melhorias? Queremos saber! Preencha o formulário abaixo e sua sugestão cai direto para o time de produto.
jul 18, 2018 | Imprensa
A Revista e portal Época Negócios destaca o perfil de Natália Garcia na seção focada em empreendedorismo. Com motivos: única sócia mulher em uma exchange brasileira de bitcoin, advogada, diretora jurídica da Foxbit. Ela é também vice-presidente da ABCripto, a associação brasileira que busca a melhor regulamentação na área de critoeconomia no Brasil.
https://foxbit.com.br/blog/nossas-historias-natalia-garcia/
A matéria conta a trajetória da sócia da Foxbit, que entrou na empresa em maio de 2017, e participou de vários projetos e evoluções desde então. “Foi a combinação perfeita. Eles estavam procurando o que eu tinha para oferecer, e eu procurava o que eles tinham para me oferecer”, disse ela à Época Negócios.
“Foi um longo caminho traçar os processos e depois enxugá-los. É muito interessante ter o recurso e a autonomia para fazer isso”.
Conhecimento para todos
A matéria salienta que Natália, aos 27 anos, é referência no mercado brasileiro. A diretora jurídica lembrou que uma das suas questões importantes é assegurar que o cliente saiba o que está comprando. Muitas vezes ele não entende o que é um ativo volátil e de risco. Esse é um dos papéis do seu departamento e que ela procura desenvolver com os funcionários de sua área.
Por isso, um dos projetos liderados por ela foi o Foxbit Educação. A plataforma buscava explicar a parte tecnológica e financeira das criptomoedas de forma simples e didática.
A matéria também salienta uma das preocupações da Foxbit e da única sócia mulher do mercado: a maior participação feminina no mundo de criptos e financeiro em geral.
“Um dia encontrei uma mulher que disse que viu meus vídeos e leu meus artigos e que isso a incentivou a investir em bitcoin. Eu ganhei meu dia”, disse Natália. “Por ser uma área mais nova, acho mais fácil para as mulheres se inserirem. A tecnologia é muito recente. Tanto homens quanto mulheres têm hoje a mesma oportunidade de entrada no mercado e de crescimento”.
Para ver a matéria completa da Época Negócios, clique aqui.
jul 17, 2018 | Imprensa
Portal com foco em público estrangeiro traz entrevista com João Canhada, CEO da Foxbit
O Brazilian Report, portal especializado em notícias brasileiras em inglês, com foco para o público no exterior, publicou na última semana uma matéria com o CEO da Foxbit, João Canhada, sobre a situação da legalização das criptomoedas no Brasil.
A reportagem foi escrita por Maria Martha Bruno, jornalista com vasta experiência como correspondente internacional, e destaca o ambiente positivo do Brasil como cenário para o mercado de criptos.
A matéria aponta a Foxbit entre as quatro maiores exchanges do país e salienta o maior número de cadastros em exchanges do que na Bolsa de Valores nacional (1.4 milhões contra 650 mil).
Comparando situações negativas de regularização para o bitcoin, a jornalista cita os casos de China e Tailândia, que restringiram o mercado, além de apontar o banimento de ads sobre criptomoedas no Google e no Facebook. Este último, em junho, voltou atrás e declarou que autorizará os anúncios do mercado, desde que passem por uma aprovação.
Google: Obrigada pela proibição do bitcoin
O perfil dos investidores em criptomoedas também mudou no Brasil. A fala destacada de Canhada na matéria do Brazilian Report aponta que “eles (investidores) estão entre 35 e 50 anos, e já investem seu dinheiro em ações e renda fixa. Nossos clientes veem Bitcoin como uma outra oportunidade de diversificar o portfólio”.
A aposta da Foxbit em educação para orientar os clientes da melhor forma de lidar com o bitcoin também foi mencionada na matéria, assim como o cenário ainda incerto sobre os caminhos que a regulação da área de criptoeconomia seguirá.
Por que as empresas da criptoeconomia precisam se unir?
“As entidades reguladoras no Brasil, como Banco Central e CVM, já disseram que estão acompanhando o mercado de perto, e eu acredito que irão propor uma regulação em breve. De qualquer maneira, a Foxbit já segue as boas práticas do mercado financeiro, como políticas de prevenção de lavagem de dinheiro”, afirmou Canhada.
Confira o artigo completo aqui: https://brazilian.report/2018/07/13/cryptocurrencies-brazil-regulation/
jul 12, 2018 | Foxbit Invest
Com poucas exceções, o primeiro semestre de 2018 será lembrado como um período de fortes correções nos preços dos ativos digitais. Apenas em junho, o ecossistema como um todo perdeu 30,55% em capitalização de mercado e fechou o mês avaliado em torno de US$255 bilhões. O tombo poderia ter sido ainda maior não fossem os bons resultados dos dois últimos dias do mês, que registraram o início de uma tentativa de recuperação.
Em junho, o Bitcoin chegou a atingir, no dia 24, a cotação de US$5,775 – o menor preço registrado neste ano – e obteve desempenho negativo acumulado no mês de 15,31%, negociado no final do período por US$6,351.
Apesar da expressiva retração do mercado, o Bitcoin atuou como uma espécie de porto seguro para os investidores que possuíam exposição em outros criptoativos, isso porque todos os principais ativos digitais sofreram desvalorizações ainda maiores quando comparados ao dólar americano e também ao próprio Bitcoin, como podemos observar nas tabelas abaixo.
Variação em Dólar

Fonte: Foxbit Invest
Variação em BTC

Fonte: Foxbit Invest
A depreciação dos ativos em relação ao Bitcoin indica possivelmente dois cenários:
- i) que os investidores estão fechando posições em altcoins e mantendo-se no mercado por meio do Bitcoin;
- ii) que os investidores estão fechando posições em altcoins e retornando o capital para moeda fiduciária (fiat money) e estão utilizando o Bitcoin como porta de saída.
O primeiro desses movimentos pode ser verificado na variação da participação de mercado de cada ativo. Nota-se, por exemplo, que em períodos de forte venda de ativos a dominância de mercado do Bitcoin tende a crescer. Em junho, o Bitcoin iniciou o mês com 38,68% de market share e terminou o período com 42,75% da fatia total do mercado.
Curiosamente, quando o mercado iniciou uma recuperação nos dois últimos dias do mês, o Bitcoin começou a perder espaço para outros ativos. Isso reforça a percepção de que quando o mercado como um todo sobe, as altcoins tendem a subir mais que o Bitcoin, porque ganham valor em relação ao Bitcoin e também em relação ao dólar. O raciocínio inverso também parece proceder, ou seja, quando o mercado como um todo começa a vender, as altcoins tendem a sofrer mais porque perdem valor em relação ao bitcoin e também em relação ao dólar.
Evolução da participação de mercado dos principais ativos digitais em junho

Fonte: coinmarketcap.com
Vale a pena observar que além do Bitcoin, o Ether, a Dash e o Monero ganharam ligeira participação de mercado durante o mês de junho. Enquanto isso, a IOTA e a NEO e o Litecoin foram os que mais perderam espaço no ecossistema.
O mês de junho também mostra a manutenção da tendência de redução dos volumes negociados nas principais bolsas de criptoativos do mundo.

Fonte: data.bitcoinity.org
Hash rate e dificuldade da rede
Se tanto o preço dos ativos digitais quanto o volume negociado nas principais exchanges apresentam tendência de queda em 2018, o mesmo não pode ser dito de dois importantes indicadores técnicos da rede do Bitcoin: o hash rate e a taxa de dificuldade da rede.
Essencialmente, o hash rate significa o poder de processamento somado de todos as máquinas de mineração que estão trabalhando no registro das transações de Bitcoin no Blockchain. Quanto maior o hash rate, mais difícil e custosa seria uma tentativa de ataque à rede ou tentativa de fraudar um bloco de transações. Esse indicador reflete fundamentalmente o apetite dos empreendedores da indústria de mineração e o nível de segurança da rede.

No gráfico acima vemos a evolução do poder de processamento da rede do Bitcoin. É possível observar que no dia 24 de junho houve uma significativa redução do hash rate em razão do preço do ativo ter atingido a mínima histórica no ano. Isso ocorreu porque muitas máquinas de mineração, alocadas em operações de menor escala em regiões do mundo onde o custo de eletricidade não é tão baixo, não conseguem atingir o ponto de viabilidade financeira para operar e obter lucro quando o preço do Bitcoin cai para menos de US$6,000.
Abaixo, temos o gráfico da taxa de dificuldade enfrentada pelas máquinas de mineração para encontrar o número aleatório que lhes concede o direito de registrar um bloco de transações na Blockchain e, por conseguinte, obter a recompensa de 12,5 Bitcoins, além das taxas de transação incluídas naquele bloco.

Como se observa, essa taxa segue uma tendência de alta. A razão disso decorre do incremento do número de máquinas na rede do Bitcoin. O algoritmo de ajuste de dificuldade se ajusta automaticamente, de acordo com o total de hash rate presente na rede, para calibrar a disputa entre as máquinas. Em caso de redução do hash rate, o algoritmo demora 2016 blocos de Bitcoin, um período de cerca de duas semanas, para realizar o ajuste de dificuldade.
Em um hipotético cenário de queda do preço do Bitcoin para um nível inferior ao break even do custo de mineração, que hoje está em torno de US$6,000 por Bitcoin, poderíamos ver uma redução do hash rate. Isso poderia causar problemas na rede do Bitcoin, pois menos máquinas estariam operando com uma dificuldade alta durante um período de pelo menos duas semanas.
No caso do Bitcoin Cash, criptoativo originado em agosto de 2017 a partir de uma bifurcação da rede do Bitcoin, existe a possibilidade de se realizar um ajuste de dificuldade de emergência, o que reduz o risco de manter a rede com baixa capacidade de processamento de transações caso um grande número de mineradoras decida deixar a rede.
Ether não é valor mobiliário, mas e a Ripple?
Talvez a notícia mais importante do mês de junho tenha sido uma declaração de William Hinman, diretor de finanças corporativas da Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos (equivalente à Comissão de Valores Mobiliários, no Brasil). Segundo ele, o ether, o token nativo da plataforma Ethereum, não pode ser considerado um valor mobiliário (security) devido ao seu caráter descentralizado. O mesmo raciocínio aplica-se ao Bitcoin. O mercado, contudo, ficou especula se outros ativos como o XRP (token da Ripple), que possui controle centralizado da rede, será considerado um valor mobiliário pelo órgão regulador americano.
O caos na EOS
Considerada a maior ICO da história, a plataforma de contratos inteligentes EOS, que conseguiu captar US$4 bilhões ao longo de um ano, foi um dos assuntos mais quentes do mês de junho. Com a previsão de lançamento da sua rede para junho, o criptoativo chegou a obter excelentes valorizações ao longo do primeiro semestre, mas na hora da verdade, a rede não conseguiu resolver os problemas internos de governança e deixou os usuários em compasso de espera.
O projeto recebeu várias críticas de figuras importantes da comunidade de criptoativos que acusaram a EOS de ser uma rede com fortes traços de centralização e censura. Até o fechamento deste relatório, os participantes da EOS ainda discutiam como deverá ser feito o lançamento e operacionalização da plataforma.
FMI X BIS
Em junho, dois importantes órgãos internacionais se posicionaram em relação aos criptoativos. Enquanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou artigo em sua revista mensal falando que os criptoativos “podem um dia reduzir a demanda pelo dinheiro dos bancos centrais”, o Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), considerado o banco central dos bancos centrais, dedicou um capítulo inteiro do seu relatório anual para o tema, no qual afirma que a fragilidade e baixa eficiência das transações que ocorrem na rede do Bitcoin e de seus similares decorre justamente da arquitetura descentralizada na qual operam essas plataformas.
jul 11, 2018 | Institucional
Uma marca é um ativo vivo. Algumas valem bilhões, como Apple, Google e Microsoft. Já outras almejam participar desse seleto grupo das 100 maiores do mundo. A Foxbit, obviamente, é uma delas. “Calma lá Roberto, vocês ainda nem completaram quatro anos e já estão sonhando alto assim?”. Claro! Se eu e todos ao meu lado não sonharem alto, quem vai sonhar e fazer por nós?
O assunto marca é delicado do início ao fim, e me sinto na obrigação de contar a vocês como chegamos à nova marca da Foxbit. Mas, antes de contar o COMO, preciso explicar o PORQUÊ. E pra explicar o porquê tenho que contar quem é a Foxbit.
“Cury, tá de brincadeira comigo! Claro que eu sei quem é a Foxbit, cara!”. Eu sei que vocês sabem, afinal de contas vocês estão no blog da empresa lendo sobre a marca nova, certo? Certíssimo! No entanto, a Foxbit é mais do que palavras, um site, uma exchange e todas suas outras linhas de negócio, como educação, Cointimes, Invest e uma nova linha de negócio em breve (spoilers).
A Foxbit é e vive um propósito acima de tudo. Eu, por sorte, tive o prazer de entrar na empresa exatamente no dia do offsite em janeiro, momento de confraternização e integração da empresa inteira. Lá, percebi que não tinha entrado em uma empresa qualquer, em uma “fintech moderninha” apenas. Era uma empresa de histórias, muitas incríveis e inspiradoras como a dos nossos fundadores Canhada e Guto.
Descobri também que a vontade de mudar o mundo era comum a todos. Que o ideal é instruir nossos novos usuários a começar com 1 a 5% do investimento, no máximo. CARA, isso é surreal! Não é pra tirar vantagem de ninguém, é pra construir algo gigante, com ética e comprometimento. Agora pensa em tentar representar isso tudo em uma marca nova. Ousado, né?
Voltemos ao assunto: POR QUÊ mudar? A marca antiga era amigável, simpática, uma graça. Dessa suspeita, do novo momento de expansão e crescimento da empresa, decidimos nos colocar à prova. “E se chamarmos clientes e não clientes para umas pesquisas?” alguém soltou entre um café e outro. Exato! Pesquisa e dados, sempre. Quantas marcas por aí afora (prefiro não linkar aqui, mas facilmente encontrarão dando uma googlada) não mudaram por mero capricho de uns? Exatamente o que não recomendo e o que não fizemos aqui.

Processo criativo, com alguns dos testes de marca nova
Foram mais de 13 pesquisas realizadas, mais de 3 mil pessoas testadas (alô IBOPE, entrevista EU!) e um orgulho que não cabe. O “pra quê” fica fácil depois dessa construção e desse processo todo ouvindo tanta gente. É pra evoluir, para sair da inércia, para despontar em um mercado que cresce cada dia mais. Pra trazer mais confiança e mostrar que sim, estamos aqui pra mudar o mundo!
https://foxbit.com.br/blog/apresentamos-nossas-pessoas/
A marca tem um papel importantíssimo nesse processo, mas sabemos que um logo novo é só um logo novo bonitão, mas nossa marca é muito mais. É nosso dia a dia, é nosso atendimento de qualidade e rápido ao cliente, nossas histórias, nossa nova plataforma bombando de novidades e, acima de tudo, nossa vontade de te ajudar a conquistar seus sonhos por meio da sua liberdade financeira.
Bem vindos à nova Foxbit, amigos! Chega mais, pode entrar, repare sim. Tá cheio de cantinho de parede e rodapé para ajustar, sabemos. Sabemos também que a nossa transparência e dedicação a vocês é o que nos fez chegar até aqui, nesse climão de startup e nessa vontade de fazer o melhor sempre. Por isso e por tudo, obrigado por todo apoio em todos os momentos, é só um pequeno recomeço dessa linda história.
#NovaFoxbit