set 27, 2017 | Investimento
Nos últimos anos, a tecnologia se tornou uma importante aliada para o setor bancário. Além do internet banking ou do menu altamente interativo e inteligente que promete resolver tudo em apenas um clique, a inovação que tem chamado a atenção é o bitcoin. Aos poucos, essa solução tem caído nas graças dos investidores e dos bancos em geral, já que além de inovador, é bastante vantajoso. Quer entender mais qual é a relação entre o bitcoin e as empresas financeiras? Continue lendo este artigo!
Como o bitcoin impacta no dia a dia das empresas?
Muito conhecido nas transações online, o bitcoin nada mais é do que dinheiro digital. Como um equivalente geral de produtos e serviços, funciona assim como o dólar americano, o yuan, o real e o peso.
O modelo começou a chamar a atenção ainda em meados de 2013 e, pouco a pouco, atraiu a atenção de grandes instituições financeiras, que passaram a investir em startups especializadas.
Sem dúvidas, sua utilização avança em todo o mundo. Exemplo disso é que sete grandes instituições anunciaram o investimento na tecnologia “blockchain”, que está por trás do bitcoin. A ideia é garantir transações cada vez menos burocráticas e, ao mesmo tempo, mais seguras e rápidas.
O mesmo grupo também realizou transações com bitcoins no lugar das moedas locais. Eles converteram os fundos e concluíram a transação automaticamente. Apesar de ainda estar em fase de testes, a ação promete mudar a realidade financeira global!
O bitcoin gera benefícios para as empresas que o utilizam?
O avanço tecnológico é importante para manter a vantagem competitiva e, claro, atender às demandas do consumidor, que está em busca de inovações e sistemas rápidos que facilitem o seu dia a dia.
Nesse contexto, tanto o sistema blockchain quanto o bitcoin desempenham um papel importante, já que além de atingir o consumidor final e reformular as operações, permite reduzir os custos.
Com isso, a tendência é que, aos poucos, os bancos passem a investir ainda mais no bitcoin para utilização em larga escala. No entanto, é preciso ressaltar que ainda existem alguns entraves em relação a essas inovações, dentre os quais destacam-se o preço instável da moeda e as suas taxas.
Quais são as principais preocupações de segurança?
O Conselho de Fiscalização da Estabilidade Financeira, alertou para a necessidade de evitar riscos e violações, por meio da adoção de medidas adequadas para a segurança das informações.
Por isso, foi ligado o alerta para que os bancos que desejam investir nessa tecnologia apostem em procedimentos que garantam a confiabilidade das transações.
Essa provável parceria entre o bitcoin e as empresas financeiras deve revolucionar o mercado como um todo, criando, até mesmo, novas áreas de negócios e possibilidades, tanto para as instituições quanto para os clientes. No entanto, ainda há muito a ser feito (e observado) para que todo esse potencial esteja disponível ao conjunto dos agentes econômicos.
O bitcoin faz parte do futuro do mercado financeiro. Que tal conferir um conteúdo exclusivo sobre a relação entre bitcoin e blockchain?
set 26, 2017 | Bitcoin
Os smart contracts são elementos fundamentais para as transações financeiras no universo dos Bitcoins. Mas para compreender melhor essa ferramenta, é preciso conhecer alguns conceitos relacionados ao Blockchain — tecnologia que sustenta todo esse sistema digital de pagamentos monetários.
Você tem dúvidas quanto à funcionalidade e à segurança das operações realizadas com Bitcoins? Quer mais informações? Então confira este artigo e entenda o que é smart contract!
Descubra o mundo Bitcoin
O Bitcoin é a primeira moeda digital — ou criptomoeda — consolidada no mercado mundial como uma unidade monetária livre e descentralizada. Seu propósito é transferir dinheiro entre indivíduos de qualquer lugar do planeta sem a intervenção de bancos ou agentes intermediários.
Imune à mediação de instituições financeiras ou governamentais, a moeda digital não pode ser tributada ou inflacionada. Portanto, as transações em Bitcoins reproduzem as operações em cédulas sem exigir o pagamento de taxas e encargos.
O sistema segue a mesma lógica de compartilhamento de arquivos do torrent, formato de transferência entre usuários via P2P (peer-to-peer ou par a par), e toda essa tecnologia sustenta-se em um banco de dados denominado Blockchain.
Conheça o sistema Blockchain
O Blockchain — ou cadeia de blocos — surgiu junto à tecnologia Bitcoin. Trata-se de uma base de dados em constante atualização que contém o registro de todas as transações realizadas com a moeda digital. Em termos contábeis, corresponde a um livro-razão.
As informações do Blockchain são públicas e compreendem registros de compra, venda, mineração, doação e quaisquer outras operações realizadas com Bitcoins. Todas essas transações, preservadas em milhões de computadores pessoais e em data warehouses (depósitos de dados), são criptografadas e podem ser checadas por seus integrantes.
Esse modelo de funcionamento baseado na transparência confere segurança aos dados, cujo registro é irreversível. Uma das tecnologias executadas no âmbito do Blockchain com o intuito de proteger as transações é o smart contract.
Entenda a tecnologia smart contract
Um smart contract — também conhecido como contrato inteligente ou contrato digital — é um código de computador autoexecutável desenvolvido para facilitar, efetivar e proteger as operações financeiras no Blockchain.
Contratos inteligentes formalizam negociações entre duas ou mais partes, sem precisar de agentes mediadores. O conceito de smart contract remete à década de 1990 e foi concebido para designar programas de computador aptos a definir normas e penalidades de uma forma tão segura quanto os contratos tradicionais.
Diferencie contratos digitais e físicos
Pode-se dizer que os contratos digitais são ainda mais seguros do que os físicos. Os documentos tradicionais contêm uma linguagem jurídica passível de múltiplas interpretações. Além disso, sua validação depende de terceiros e está sujeita a um sistema judicial público que, muitas vezes, pode ser caro, demorado e ineficiente.
Já os smart contracts são totalmente digitais e escritos em uma linguagem de programação inalterável. Além de estabelecer obrigações e consequências da mesma forma que o documento físico habitual, o código pode ser automaticamente executado. Portanto, é capaz de obter e processar informações referentes à negociação, já tomando as providências conforme as regras do contrato.
A tecnologia Bitcoin populariza-se no mundo inteiro, e saber o que é smart contract tornou-se uma atitude fundamental para compreender como é possível formalizar transações e evitar conflitos no sistema Blockchain. Você pretende investir no mundo dos Bitcoins? Então vá tranquilo!
Gostou dessas informações sobre smart contracts e o universo Bitcoin? Então compartilhe este artigo nas redes sociais!
set 26, 2017 | Investimento
Ao longo da vida, todos nós somos abordados por diversas dúvidas. No meio financeiro, as incertezas só aumentam — ainda mais em tempos de crise. Na dúvida sobre qual seria a melhor decisão, a melhor oportunidade e o melhor investimento, muitas pessoas seguem o fluxo, ou seja, adotam o chamado efeito manada.
Movido por uma mistura de insegurança com o desejo de aceitação, o ser humano tende a participar de determinados grupos. Ao ser abraçado por diversas pessoas que manifestam a mesma opinião, fica fácil se sentir confortável, não é mesmo?
O problema começa quando você se sente incapaz de distinguir a própria opinião da dos outros. E em se tratando de investimentos, esse efeito manada pode causar muitos estragos. Continue a leitura para entender o problema e como evitar essa armadilha!
O que é o efeito manada?
Basicamente, o efeito manada consiste em seguir a maioria. Mas nem sempre ele proporcionará resultados negativos. Não raro, muitos seguem uma certa tendência e colhem grandes resultados.
Uma situação bem comum se refere às compras online. Os frequentadores assíduos de lojas virtuais já se habituaram a ler vários comentários de outros usuários antes da compra. Isso também é um efeito manada!
Se a esmagadora maioria emitir opiniões desfavoráveis, você certamente vai mudar de ideia sobre aquele produto. O contrário também acontece. Logo, uma alta porcentagem de elogios repletos de detalhes é bem convincente.
Como o efeito manada pode causar prejuízos financeiros?
Fazer investimentos com base nos pensamentos de amigos não garante absolutamente nenhum retorno. Afinal, o mercado financeiro é implacável com quem acredita em aplicações infalíveis — principalmente quando estão mais para aplicações duvidosas.
Assim, jamais troque as análises bem fundamentadas por experiências individuais. Quando se trata do seu dinheiro, ouvir o que um consultor em investimentos bem-conceituado tem a dizer é muito mais vantajoso.
Ou seja, se você for orientado pelo consultor a comprar o título A, e não o B, não mude a estratégia apenas pelo medo de “perder” sozinho. Lembre-se: maioria não é sinônimo de certeza ou lucro. Quer saber como evitar essas ciladas? Acompanhe algumas dicas!
Mantenha-se bem informado
Em plena era da informação, é muito fácil se informar sobre variados assuntos, inclusive investimentos. Contudo, você precisa filtrar tudo isso. É nessa hora que um consultor pode prestar uma grande ajuda. Estar bem informado sobre o acontece no país e no mundo é muito importante. Mas saber como os diferentes cenários interferem em uma dada empresa é fundamental.
Encare o senso comum
Quanto mais bem informado você estiver, maior será sua segurança perante os questionamentos falhos do senso comum. Mas observe: isso não significa que você deva adotar um discurso inflexível, como se fosse o dono da verdade.
Se for necessário, siga a maioria
Uma vez que esteja amparado em análises sólidas, você não precisa se preocupar em seguir o fluxo ou continuar sozinho. Apenas mantenha suas convicções. Em muitas situações, uma considerável maioria pode apresentar o mesmo raciocínio que o seu.
Não perca o foco de vista
De tempos em tempos, você se deparará com ofertas supostamente imperdíveis. Caso elas não possam ser inseridas no seu planejamento, ignore-as. Mantenha o foco!
Evite agir emocionalmente
O mercado financeiro passa por constantes turbulências. Cabe a você, como investidor, habituar-se a elas. Portanto, acostume-se com a oscilação do câmbio e do valor das ações na Bolsa. Para ser um investidor bem-sucedido é primordial ter uma boa dose de frieza.
Não tenha dúvidas: o efeito manada pode transformar anos de investimento em um completo fiasco. Mas agora você já sabe o que fazer para evitar essa armadilha!
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set 25, 2017 | Investimento
Em 2008, no auge da crise dos bancos nos Estados Unidos, o bitcoin surgiu com potencial para abalar o sistema financeiro mundial. Sem intermediários para validar as transações de compra e venda ou regulamentações do Estado, esse avançado sistema de criptografia passou a irritar as instituições financeiras tradicionais e, por muito tempo, foi visto como vilão pelas corporações.
No entanto, desde o ano de 2010, a criptomoeda vem vivenciando picos de valorização invejáveis — como em junho deste ano, que cada unidade chegou a US$3.025,47. Desde então, a tecnologia vem conquistando até mesmo os bancos que passaram a se empenhar em desenvolver novos códigos para o sistema blockchain.
Mas como o bitcoin passou de inimigo a cobiçado pelas instituições financeiras? Siga a leitura deste post e confira todos os detalhes dessa reviravolta!
Bitcoin e a resistência dos bancos
O surgimento do bitcoin e a disseminação da tecnologia como meio de pagamento alternativo sofreu forte resistência dos bancos, sobretudo no ano de 2014, quando muitos governos proibiram a negociação da criptomoeda nas suas bolsas de valores.
O sistema financeiro mundial, até então controlado por instituições centralizadas e fortemente ligadas ao Estado, se contrapôs à nova tecnologia por motivos óbvios: a total liberdade para realizar transações bancárias e investir em produtos que fossem rentáveis aos indivíduos — e não aos bancos — significaria uma democratização da economia e a diminuição do poder hegemônico das instituições financeiras.
Afinal, a natureza descentralizada do bitcoin evita que entidades governamentais e bancárias atuem como terceiros na facilitação de transações entre indivíduos e organizações. Com o processo de eliminação de intermediários, o bitcoin cria um mercado livre e proporciona aos seus usuários muitas vantagens como o fim das taxas abusivas, além de agilidade e comodidade, já que todas as operações são feitas pela internet.
Entretanto, a relutância dos bancos em aceitar uma tecnologia de alcance inevitável na sociedade só poderia levar a dois caminhos: desacreditar o dinheiro digital — como foi feito por muito tempo — ou aderir ao sistema blockchain para otimizar custos e aumentar a velocidade das operações.
Como o bitcoin passou de inimigo a cobiçado
Vários fatores têm influenciado a adesão dos bancos à tecnologia bitcoin. Um dos principais motivos para essa mudança de postura das entidades financeiras está relacionado à regulamentação da criptomoeda por grandes economias como o Japão, que ocorreu no início do ano.
Além disso, como há muita especulação em relação aos bitcoins, cenários políticos instáveis como o dos Estados Unidos com a eleição de Trump influenciam na valorização da criptomoeda. Há um aumento da demanda por esses investimentos, que passam a ser vistos como seguros e estáveis.
Entretanto, o que mais motivou os bancos a se engajar no desenvolvimento da nova tecnologia foi a possibilidade de cortar gastos e melhorar sua capacidade de oferecer serviços diferenciados.
Ao eliminar intermediários, os bancos diminuem as chances de fraude e facilitam os processos de auditoria. Como no blockchain não é possível modificar os registros de transações, a apuração de entidades como a Receita Federal ocorre de maneira mais ágil e completa.
No bitcoin, são os próprios usuários que, por meio de computadores, aprovam e validam as transações. Assim, os bancos reduzem seus dispêndios em processos operacionais.
Adesão do Brasil ao blockchain
De acordo com o Fórum Econômico Mundial, mais de US$1,4 bilhão já foi investido na tecnologia entre o fim de 2014 e o início de 2017, e 80% dos bancos do planeta devem iniciar projetos com ela em 2017.
No Brasil, três instituições financeiras já pertencem ao R3, consórcio privado formado por mais de 45 instituições que pesquisam e desenvolvem tecnologias aplicáveis ao sistema blockchain. Bradesco, Itaú Unibanco e BM&FBovespa fazem parte desse grupo e têm relatado resultados favoráveis na negociação de ativos em redes privadas.
O Banco Central e o Banco Santander no Brasil também têm dado os primeiros passos na discussão do tema. Alguns eventos como maratonas de programação serão promovidos para o estudo da tecnologia bitcoin.
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set 22, 2017 | Bitcoin
O valor do bitcoin para muitos é um mistério sem fim, mesmo sendo a criptomoeda mais famosa existente, sendo reconhecida pela sua segurança e potencial de inovação no mercado financeiro. Graças a isso, ela se tornou muito valiosa atualmente, despertando e atraindo a atenção de muita gente interessada em investir em ativos com alto potencial de ganhos. Para fazer isso e minimizar riscos, é importante entender antes o que afeta o valor do Bitcoin e gera grandes variações em sua cotação.
Separamos informações a respeito disso adiante, bem como os 7 principais motivos que influenciam essa valorização do Bitcoin no mundo todo nos últimos anos. Não deixe de conferir!
O que seria a variação de valor do Bitcoin?
A variação do Bitcoin nada mais é do que a mudança de preço de uma unidade da criptomoeda ao longo de um determinado período, sendo impulsionada por diversos fatores, como você verá adiante.
Existe algum patamar mínimo ou máximo de variação do Bitcoin?
As transações com Bitcoins oscilam do mesmo modo que moedas convencionais (Dólar, Euro, Real etc.), investimentos (ações, títulos do Tesouro Direto, entre outros) e metais preciosos (ouro, prata). Por conta disso, não há um patamar ou faixa de variação padrão para esse tipo de moeda.
Para se ter uma ideia, na metade de 2010, um anos após seu lançamento, uma unidade de Bitcoin valia apenas alguns centavos de dólar. Já em setembro de 2017, o Bitcoin atingiu sua máxima histórica, chegando perto dos US$ 5.000,00.
Quais os motivos para essa variação ser tão recorrente?
Existem diversos motivos para que a variação do Bitcoin seja recorrente, elevando ou aumentando de valor várias vezes em um mês ou até dia. Separamos, a seguir, 7 motivos que explicam isso, confira:
1. Tratamento fiscal e regulamentação
No começo de 2017, havia uma expectativa de que o órgão regulador dos mercados financeiros dos Estados Unidos, SEC, aprovasse a criação do primeiro fundo de índice (ETF) baseado em Bitcoin. Isso acabou gerando uma onda de valorização da moeda junto a outros fatores, fazendo com que ela atingisse sua máxima histórica até aquele momento: US$ 1.206,60.
Um fundo de investimentos negociado numa bolsa de valores possui o objetivo de replicar um determinado índice. No Brasil, temos o BOVA11, que acompanha o Índice Bovespa. Uma ETF voltada para Bitcoins elevaria ou cairia conforme a cotação dessa moeda digital— o que ajudaria a atrair investidores institucionais, que geralmente são mais cuidadosos.
No entanto, o fundo foi rejeitado, o que provocou uma queda no preço dos Bitcoins. Todavia, o Bitcoin retomou o crescimento e conseguiu atingir nova máxima histórica em setembro de 2017, conforme mencionado acima, em parte, impulsionado pelo aumento de sua compra.
Isso porque os compradores acumulam a criptomoeda por conta de especulações de que SEC possa retroceder em sua decisão de embargar o desenvolvimento do fundo de índice baseado no Bitcoin.
Já o Japão aprovou as moedas digitais como formas de pagamento legítimas em 2017, o que ajudou a aumentar a procura pelo Bitcoin e fez o seu valor disparar. O montante de Bitcoins em circulação chegou a se valorizar 1 bilhão de dólares depois disso.
Vale destacar que o Japão também isentou a criptomoeda de imposto de consumo, tornando-a mais barata para ser adquirida pelos japoneses.
2. Valor flutuante
O Bitcoin possui valor flutuante, sendo estabelecido pelas ações dos próprios compradores e vendedores. Ou seja, não há interferência de uma agência financeira específica ou governo de um país.
Embora tenha se provado confiável ao longo do tempo, o Bitcoin possui exposição a flutuações relativas ao mercado de câmbio, tendo seu preço estabelecido pela relação direta entre oferta e demanda.
Há também a crença de que o seu preço possa subir a patamares ilimitados, superando US$ 20.000, US$ 40.000 e acima disso ao longo dos anos.
3. Limitação da quantidade de Bitcoins
Os Bitcoins são limitados conforme sua própria estrutura de funcionamento, com a emissão de novas unidades sendo reduzida ao longo dos anos. O número total de Bitcoins é conhecido desde o princípio: 21 milhões.
Dessa forma, a mineração de novos Bitcoins um dia terminará e só restarão essas unidades no mercado, tornando-as mais valiosas conforme o número de investidores aumenta. Esse fator afeta a sua cotação, podendo aumentar o seu preço devido à raridade.
4. Confiança das pessoas em criptografia
A confiança das pessoas quanto à segurança dos Bitcoins e em relação à própria criptografia tem crescido, o que se reflete na busca por essa moeda e em sua cotação.
Algumas instituições financeiras, como Itaú-Unibanco e Bradesco, já estão de olho no sistema de funcionamento do Bitcoin, conhecido como Blockchain. Isso porque ele possui um grande potencial de prevenção a fraudes, além de contar com alto nível de segurança.
O Blockchain se destaca graças à possibilidade de diminuir custos operacionais, entregar melhoras no atendimento ao público e por conta do ganho de eficiência. Nele, as informações de transações deixam de ser guardadas em só um lugar para serem distribuídas entre vários pontos de uma rede.
5. Independência da economia dos países
Como os Bitcoins são independentes de fatores macroeconômicos de uma nação determinada, eles não sofrem alguns tipos de impactos da mesma forma que as moedas convencionais. Essas, por sua vez, estão atreladas aos resultados econômicos dos seus países emissores.
Dessa forma, a cotação não é tão afetada por crises ou indicadores econômicos negativos dos países.
6. Maior aceitação no mercado por empresas
Graças à maior segurança e confiança que as empresas e pessoas possuem em relação ao Bitcoin, ele passou a ser aceito por mais organizações como forma de pagamento e de transferência de valores. Por exemplo, PayPal e Dell já aceitam o uso da moeda em seus serviços e produtos.
7. Maior demanda
Assim como moedas convencionais, o aumento na demanda pelo Bitcoin é capaz de modificar o seu preço. Por exemplo, no começo de 2017 o Bitcoin começou a se valorizar por conta da influência da China, que já teve controle de cerca de 93% das transações globais de Bitcoins.
Essa valorização ocorreu por causa da expectativa de que o governo do país implantasse regras mais restritivas de saída e transferência de dinheiro, além da desvalorização do yuan chinês.Tais fatores fizeram com que os chineses buscassem Bitcoins para se “protegerem”, movimento que acabou por impactar na cotação da moeda, elevando-a.
O Bitcoin é uma criptomoeda que tem conquistado o mercado, sendo cada vez mais aceita por países, estabelecimentos comerciais e pessoas físicas.O seu potencial de valorização é grande, o que o torna uma forma de investimento interessante para garantir projetos pessoais, como acúmulo de patrimônio, realização de viagens, garantir a liberdade financeira etc.