Que tal começar o ano diversificando a sua carteira de investimentos? Oportunidades não vão faltar, afinal, apenas em janeiro nós já lançamos três novas criptomoedas para você e não pretendemos parar por aqui! Na Foxbit é assim, queremos que você tenha liberdade para escolher como quer investir o seu dinheiro.
Conheça os novos ativos:
Near Protocol (NEAR): uma revolução na escalabilidade
NEAR é uma blockchain que se destaca por sua escalabilidade e eficiência energética. Facilitando a criação de aplicativos descentralizados, NEAR oferece um ambiente acessível para desenvolvedores e é ideal para aqueles que se interessam por soluções sustentáveis e inovadoras em blockchain.
Algorand (ALGO): segurança, escalabilidade e descentralização
ALGO apresenta uma solução inovadora para o trilema da blockchain, equilibrando segurança, escalabilidade e descentralização. Com transações eficientes e uma arquitetura robusta, Algorand é uma opção atraente para investidores e desenvolvedores que procuram inovação e eficiência.
Lido Dao (LDO): simplificando o staking de ethereum
O Lido Dao revoluciona o processo de staking, tornando-o mais acessível e menos técnico, especialmente para Ethereum. LDO é uma escolha inteligente para investidores que querem participar ativamente do mercado DeFi, aproveitando a crescente popularidade do staking.
Apesar de ainda vivenciar um período de correção, a força compradora manteve o Bitcoin (BTC) acima dos US$ 40 mil. Agora, em um equilíbrio de forças, a criptomoeda vira para operar de forma lateral, buscando uma tendência mais definida no curto prazo. Para tempos maiores, porém, o ativo segue em alta desde setembro do ano passado. Porém, para confirmar esses movimentos, alguns níveis importantes de suporte e resistência devem ser mantidos, como você vai ver no Variação de Mercado de hoje.
Andando de lado
Ao analisarmos a evolução dos preços do Bitcoin durante o mês de janeiro, observamos um cenário de lateralização, caracterizado por sombras nas partes superior e inferior da vela. Nos últimos dias do mês, o ativo foi negociado próximo à região de abertura, apresentando uma vela de indefinição conhecida como “doji”.
Apesar de identificarmos uma tendência ascendente de longo prazo ao estudar a principal criptomoeda, é natural que o mercado busque liquidez em níveis de preços mais baixos, resultando em retrações na estrutura, preparando-se para futuras retomadas de alta.
O indicador MACD no gráfico mensal exibe um histograma com máximas crescentes, indicando que o controle das negociações de longo prazo está nas mãos de investidores que preferem aguardar períodos mais extensos para realizar lucros, não se deixando influenciar por pequenas oscilações.
Esses investidores encontram motivação no fato de que o ano de 2024 marca a ocorrência do halving, um dos eventos mais aguardados pelo mercado de criptomoedas, programado para ocorrer em meados de abril.
Então, ao analisarmos o gráfico no período mensal, notamos que o movimento de alta persiste desde setembro do ano passado, com os investidores na ponta compradora renovando as máximas mensais em cada período. Segundo as análises técnicas disponíveis, a movimentação de preços do Bitcoin no gráfico mensal sugere que estamos em uma onda ascendente, apontando para uma possível conclusão na região dos US$ 51 mil.
Nada sobe em linha reta
Entretanto, como sabemos, o mercado não constrói sua estrutura ascendente exclusivamente em um movimento de alta, e correções podem ocorrer ao longo desse processo de valorização.
Dessa forma, vamos diminuir a escala temporal para o intervalo semanal a fim de examinar minuciosamente as características que a movimentação de preços está revelando. Vamos também incorporar as linhas de equilíbrio do Ichimoku no gráfico para identificar possíveis áreas de suporte e resistência com base em pontos de equilíbrio.
O primeiro ponto de análise no gráfico semanal refere-se ao ponto de equilíbrio de 9 semanas, posicionado acima do preço atual. Este ponto sugere que a resistência para o movimento de alta pode estar na mesma região onde ocorreu a máxima na semana de 04 de dezembro de 2023, registrada em US$ 44,7 mil.
Importante notar que desde a semana de 04 de dezembro, nenhuma vela semanal fechou acima desses níveis, indicando que as sombras das velas acima dessa região podem ser interpretadas como fornecimento de liquidez para os Market Makers desenvolverem a estrutura de preços. Nessa mesma região, também observamos a presença da linha superior do canal de alta, inserida no gráfico desde novembro de 2022, que já se mostrou como um nível de preço relevante.
Na semana passada, a vela realizou uma varredura na liquidez abaixo de US$ 40 mil, e o preço apresentou uma recuperação significativa nos últimos dias, sugerindo que investidores na ponta compradora estão aproveitando a queda para montar posições. No entanto, é importante destacar que o indicador MACD no intervalo semanal apresenta seu histograma registrando máximas cada vez mais baixas, aproximando-se dos limites da linha zero.
Agora que identificamos uma possível resistência em torno de US$ 44,7 mil, é crucial avaliar onde podemos encontrar um suporte caso o preço do Bitcoin retorne a ser negociado abaixo de US$ 40 mil. Uma região considerada por investidores pode ser o ponto de equilíbrio de 26 períodos, atualmente situado em US$ 37 mil. No entanto, ao utilizar a ferramenta para analisar o perfil de volume, identificamos uma área de interesse adicional em torno de US$ 35 mil.
O último ponto de apoio para a estrutura de alta apresentada pelo gráfico semanal encontra-se na região do fundo do canal de alta, marcado em US$ 32 mil.
Capitalização em alta
O movimento ascendente nos preços do Bitcoin nesta semana está alinhado com a entrada de capital, evidenciada pelo gráfico do Market Cap. A dominância do Bitcoin retornou a patamares superiores a 52%, e a vela que representa esse movimento no gráfico voltou ao canal de alta superior que temos acompanhado há vários meses.
Essa entrada de capital pode ser justificada pelo movimento de investidores que aproveitam os preços abaixo de US$ 40 mil para estabelecer posições ou realizar novos aportes. O movimento ascendente registrado ao longo das últimas duas semanas e nos primeiros dias da semana atual no gráfico do Market Cap tem como objetivo reverter todo o declínio observado na semana de 08 de janeiro e atingir a máxima da semana de 23 de outubro.
É importante notar que nenhuma vela semanal fechou acima da máxima da semana de 23 de outubro, o que confere a essa região um nível significativo de resistência. Apesar de estar abaixo da linha zero, o histograma do indicador MACD está registrando mínimas mais altas, indicando que compradores estão influenciando a estrutura de preços do Bitcoin.
A linha de equilíbrio de 9 semanas no gráfico do Market Cap está acima de 53% de dominância e permanece plana, podendo atrair a movimentação em direção à máxima da semana de 23 de outubro, alcançando níveis próximos a 54%.
Conclusão
A análise da movimentação de preços do Bitcoin revela um panorama marcado por diferentes sinais e tendências em diversos intervalos temporais. No cenário mensal, a presença de uma tendência ascendente desde setembro do ano passado sugere uma trajetória de alta de longo prazo, alimentada pela expectativa do halving programado para abril de 2024.
Ao examinar o intervalo semanal, identificamos uma possível resistência em torno de US$ 44,7 mil, com a presença de linhas de equilíbrio do Ichimoku e a observação das sombras das velas, indicando o fornecimento de liquidez. A dinâmica do mercado semanal também destaca a importância de áreas como US$ 40 mil como suporte, com investidores aproveitando quedas para montar posições.
No que diz respeito ao Market Cap, a recente entrada de capital, evidenciada pela dominância do Bitcoin acima de 52%, sugere um movimento ascendente em busca de reverter quedas anteriores e atingir máximas significativas. A resistência na máxima da semana de 23 de outubro no gráfico semanal do Market Cap é notável, enquanto o indicador MACD, apesar de estar abaixo da linha zero, registra mínimas mais altas, indicando atividade compradora.
Em suma, o cenário atual do Bitcoin reflete a interação dinâmica entre diferentes fatores. Os investidores devem continuar monitorando de perto esses indicadores, adaptando suas estratégias conforme a evolução do mercado e considerando os níveis de suporte e resistência identificados.
Agradecimento
Agradeço sinceramente a todos que dedicaram seu tempo para ler este relatório sobre a movimentação de preços do Bitcoin. Espero que as análises e insights apresentados possam fornecer uma compreensão mais aprofundada do cenário atual da criptomoeda. Se houver alguma dúvida ou necessidade de esclarecimento adicional, não hesitem em entrar em contato. Obrigado pela atenção e interesse neste estudo.
Caso queira conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho, você também pode me encontrar em meu canal no Youtube ( https://www.youtube.com/@emerson_antunes ) e em meu perfil no Instagram ( @emerson_anttunes).
Após um bom momento para as ações de risco e big techs, o Bitcoin (BTC) manteve sua estagnação de preços, apesar de ter conseguido se recuperar bem depois do descenso aos US$ 38 mil. As políticas monetárias ainda muito especulativas também não ajudam os investidores a tomarem decisões mais arrojadas. Com o mercado de criptomoedas tentando retomar o equilíbrio, o BTC segue sua perspectiva de consolidação de preços até que uma tendência de alta ou baixa seja definida.
Cadê a correlação?
O mercado de criptomoedas está vivenciando um período diferente do visto nos últimos anos. Era comum a gente ver o Bitcoin e várias altcoins valorizando lado a lado com as ações de risco, principalmente as das big techs. Porém, não foi isso que aconteceu na última semana.
As principais bolsas de valores, inclusive as de tecnologia, dos Estados Unidos renovaram suas máximas históricas por vários dias consecutivos. Enquanto isso, o BTC e boa parte do setor corrigiam.
Porém, é importante especular que a criptomoeda já havia atingido seu topo anual de US$ 49 mil, antes deste movimento agressivo do mercado tradicional. Então, é até natural que a realização de lucros tenha levado para do capital para as big techs. Mesmo assim, não é um evento que estamos super acostumados a ver.
Pressão vendedora
A realocação de posição também acontece entre os ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. A antes dominadora GrayScale está vendo agora boa parte de seus recursos saírem do mercado ou migrarem para a BlackRock. Como se isso já não fosse ruído o suficiente para o setor, os gestores de falência da extinta FTX venderam 22 milhões de ações GBTC (GrayScale), inundando o mercado com essas ações.
Mesmo assim, o saldo dos ETFs seguem positivos. Só na primeira semana completa de negociação, foram acumulados mais de 100 mil BTCs – cerca de US$ 4 bilhões. Um feito bastante impressionante para um mercado que ainda está em construção.
Ainda especulativo
No mercado de derivativos é onde a bagunça acontece. Vendedores e compradores disputam cada espacinho do mercado para determinar a tendência de um ativo. No caso do Bitcoin, boa parte desse setor estava bastante alavancada recentemente, com liquidações de contratos futuros na casa dos US$ 200 milhões por dia.
Agora, as bolsas viram uma redução no ímpeto especulativo… Pelo menos pelos bulls. Investidores posicionados com contratos de venda estão começando a se acumular e a retomada dos US$ 40 mil pode levar ao chamado “short-squeezy”, quando uma grande volume de posições vendidas são liquidadas, elevando rapidamente o preço do ativo.
Gráfico do Bitcoin
A análise técnica mostra leituras interessantes para o gráfico do Bitcoin. No aspecto diário, o movimento coloca a criptomoeda operando novamente no antigo e persistente canal lateral de preços, após o desequilíbrio que a levou aos US$ 38 mil.
Fonte: GoCharting, em 29/01/2024, às 9h43min.
A retomada renova a perspectiva mais otimista, ainda mais olhando para os indicadores adjacentes. O MACD, por exemplo, aproxima suas linhas para um possível cruzamento para cima. Já o índice de força relativa (RSI), mira os 49 pontos, mostrando o equilíbrio atual do mercado e um possível momento de consolidação, já comentado em outros Satoshi Calls.
Aqui, os US$ 37,9 mil seguem como um importante suporte da tendência de alta, enquanto os US$ 42,2 mil e US$ 43 mil se posicionam como resistências de curto prazo importantes para que o mercado volte a cogitar novos arranques.
Dentro da caixinha
O gráfico semanal é menos “volátil”, com o Bitcoin operando em um belo de um retângulo. Os longos pavios deixados para trás mostram que esta é uma forte zona de liquidez e, consequente, liquidez. Assim, os bulls vão precisar disputar essa região pelo menos mais uma vez antes de romper os preços para cima, enquanto os bears vão precisar despejar ainda mais moedas para forçar a negociação para baixo.
Fonte: GoCharting, em 29/01/2024, às 9h45min.
A resistência mais próxima se posiciona, agora, no meio do canal lateral, em US$ 42,1 mil, seguida pelo topo, em US$ 44,2 mil. Para baixo, os US$ 40 mil são o fundo do canal, podendo segurar o preço. Depois, temos a mediana da banda de Bollinger e o decote mais alto do último ombro-cabeça-ombro (OCO), em US$ 36,2 mil.
Essa falta de força do mercado é vista pelo comportamento do MACD que está sugerindo um cruzamento para baixo de suas linhas. Enquanto isso, o RSI, em 67 pontos, mostra que o mercado ainda não passou por uma grande desalavancagem e novas correções de preços podem surgir nas próximas semanas.
Tá chegando a hora?
Você provavelmente já deve estar cansado de ouvir falar sobre os juros nos Estados Unidos. Mas não tem jeito, essa pauta é importante demais para deixar passar. Ainda mais em uma semana em que o indicador inflacionário favorito do Federal Reserve foi divulgado: índice de gastos pessoais – famoso “Preços PCE”.
Segundo os últimos dados, o indicador subiu 0,2% em dezembro, acumulando 2,9% nos últimos 12 meses. Porém, quando a gente olha para o acumulado de 3 e 6 meses, o índice mira 1,5% e 1,9%, respectivamente. Sabe o que isso quer dizer? Que em um prazo considerável, a inflação norte-americana está dentro da meta de 2%, o que coloca em pauta mais uma vez a discussão sobre um corte de juros.
O tal do pouso suave da economia também parece estar traçado. Afinal, a prévia dos três principais Índices Gerente de Compras (PMI) – Indústria, Serviços e Composto – avançaram ou se consolidaram para além dos 50 pontos, o que indica expansão econômica. A indústria, inclusive, bateu sua maior atividade dos últimos 15 meses. E aí, FED, vai cortar esses juros?
Na volta a gente corta
Sem grandes surpresas, o Banco Central Europeu (BCE) manteve sua taxa de juros estável entre 4% e 4,75%. A ata da reunião que decidiu a política monetária segue não muito diferente das anteriores, afirmando que o dinheiro ficará restrito pelo tempo que for necessário. Porém, os reguladores estão otimistas com a queda “encorajadora” e “disseminada” dos preços.
Então, eu ouvi um corte de juros? Mais ou menos! A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que ainda é meio cedo para discutir uma redução das taxas e, quem sabe, lá pelo verão europeu o bloco possa começar a estudar esta possibilidade. Até porque, ao contrário dos Estados Unidos, a situação econômica da Zona do Euro não é a das mais estáveis.
Na semana passada, as prévias do PMI não trouxeram grandes novidades. Todos os setores seguem em território de contração econômica, com Serviços e Composto apresentando um avanço, mas bem tímido se comparada à necessidade do bloco
Joga combustível na máquina
Na contramão de Estados Unidos e Europa, o Banco Central da China bateu na mesa e decidiu cortar em 0,5% a taxa de seus empréstimos compulsórios, de olho no aquecimento da economia local. A proposta deve injetar quase US$ 150 bilhões.
O grande foco dos reguladores aqui é estimular setores que estão com dificuldades atualmente, como o imobiliário. Até o presidente do BC, Pan Gongsheng, disse que novos estímulos podem ser anunciados em breve para colocar este setor nos trilhos novamente.
Conclusão
Apesar da recente correção de preços, a realidade é que o mercado de criptomoedas permanece ainda muito aquecido. A tentativa dos bears em jogar o BTC para abaixo dos US$ 40 mil não foi bem sucedida e só serviu para a famosa “compra com desconto” da criptomoeda.
Este, porém, pode ser o momento ideal para que o mercado se consolide de forma lateral, criando oportunidades mais encaixotadas durante os períodos de negociação. Vale sempre lembrar, porém, que o halving está chegando – abril – e isso tende a realizar movimentos menos específicos do mercado, pois há muita especulação em torno do ativo. Até lá, novidades macroeconômicas podem surgir, o que pode apimentar ainda mais essa relação de compra e venda sem muitos fundamentos.
Bem-vindos a mais uma edição de: “O HODLER”, sua casa quando o assunto é crypto e insights.
Estou focado em apresentar as melhores narrativas para vocês, meus caros leitores, para tirar o melhor proveito do mercado quando a bull começar.
Então vamos ao que importa: caçar projetos com potencial gigantesco de valorização para o próximo ciclo.
Como você percebeu no título, estamos na PARTE 3 – Então se não leu a 1ª e 2ª parte, corre lá antes de começar essa – e já apresentamos 4 narrativas e alguns projetos.
Hoje vou tentar manter o ritmo – e acelerar por que não temos muito tempo até o halving – e te mostrar mais 3 setores que eu particularmente estou muito de olho. Ficou curioso?
Vamos para mais um HOOOODLEEEER! 🌐💼🚀
💰 Narrativas fortes que valem a pena
Mas se você está chegando de paraquedas nessa análise, vou te introduzir brevemente sobre narrativas.
Como expliquei no primeiro artigo e no segundo artigo, uma “narrativa” é um termo usado para descrever um tema ou tendência predominante que molda a percepção e o comportamento dos investidores. As narrativas são histórias convincentes ou conceitos que capturam a imaginação dos participantes do mercado, influenciando decisões de investimento, desenvolvimento de projetos e direções de mercado.
Hoje vamos falar sobre Interoperabilidade, Inteligência Artificial e LSD/LSD L2 que nos últimos meses foram os grandes assuntos do mercado.
1# Interoperabilidade
A interoperabilidade em blockchain refere-se à capacidade de diferentes sistemas blockchain e protocolos trabalharem juntos e compartilharem informações de maneira eficiente.
Esta narrativa está focada em resolver o problema de “silos” isolados no ecossistema blockchain, permitindo que diferentes redes comuniquem e colaborem entre si, aumentando a utilidade e a eficiência do espaço cripto como um todo.
Estou de olho em 2 projetos nesse momento com essa narrativa: BICO e a FLUX.
A Biconomy (BICO) foca na interoperabilidade ao nível das transações, facilitando uma experiência de usuário mais suave entre diferentes blockchains. Eles procuram reduzir a complexidade das transações em diferentes redes, tornando-as mais acessíveis aos usuários comuns.
A Flux está construindo uma infraestrutura descentralizada que visa suportar a próxima geração de aplicativos Web3. Sua abordagem para interoperabilidade envolve a criação de uma rede robusta e escalável que pode suportar várias blockchains e aplicativos descentralizados (dApps).
2# Liquidity Staked Derivatives (LSD)
Você já deve saber o que é Staking né? Se não sabe, vou deixar esse texto do blog da Foxbit para você se aprofundar porque não dá para falar de LSD sem saber o básico de Staking.
O LSD é um derivativo que representa tokens bloqueados em protocolos de staking. A ideia é permitir que os usuários mantenham a liquidez e o acesso aos seus ativos, mesmo enquanto estão bloqueados. Isto resolve o problema da iliquidez dos ativos bloqueados em staking, permitindo maior flexibilidade e eficiência para os detentores de tokens.
LSD L2 expande o conceito de LSD para blockchains de segunda camada (Layer 2), que são projetadas para escalar as capacidades de blockchains de primeira camada (Layer 1) como o Ethereum. O foco é combinar os benefícios de staking líquido com as vantagens de escalabilidade e eficiência das soluções Layer 2.
A Lido é a maior do mercado e um dos principais projetos, oferecendo staking líquido para Ethereum. Lido permite que os usuários façam staking de seus ETH e recebam em troca tokens stETH, que podem ser usados em outras atividades de DeFi, mantendo a liquidez.
A Frax Share é parte do ecossistema Frax, um protocolo de stablecoin parcialmente colateralizado. FXS desempenha um papel chave no mecanismo de governança e estabilização da stablecoin FRAX, oferecendo uma abordagem inovadora no contexto de LSD.
Já a Pendle se concentra em permitir a negociação e gestão de rendimentos de tokens de yield e LSD em ambientes Layer 2. O projeto proporciona uma plataforma onde os usuários podem otimizar suas estratégias de rendimento em um ambiente de baixo custo e alta eficiência.
3# Inteligência Artificial
A narrativa em torno da Inteligência Artificial no espaço cripto se concentra em integrar capacidades de IA para melhorar a análise de dados, a automação de processos e a criação de novos tipos de aplicativos e serviços.
Isso inclui desde a análise de mercado até a governança descentralizada e a personalização de experiências de usuário.
Essa narrativa vem mantendo uma atração interessante ao longo do bear market e teve seus momentos de glória com a explosão do ChatGPT e outras IAs. Vamos olhar alguns tokens que eu estou de olho nessa narrativa.
A SingularityNET é uma plataforma descentralizada para serviços de IA, permitindo que qualquer um crie, compartilhe e monetize serviços de IA na blockchain.
A segunda é a The Graph que usa tecnologias de IA para otimizar a indexação e a consulta de dados em blockchains, facilitando o desenvolvimento de dApps mais eficientes e poderosos.
Já a Ocean Protocol foca na democratização do acesso a dados e serviços de IA. Eles permitem que usuários compartilhem e monetizem dados de forma segura, incentivando a criação de um ecossistema de dados e IA mais aberto e conectado.
Conclusão
O mercado não para de crescer e é bom ficar antenado. Olhando para as 3 narrativas essa é minha visão resumida do que apresentei.
A interoperabilidade surge como uma área de forte interesse, indicando que os usuários e investidores estão buscando por mais flexibilidade e eficiência na interação entre diferentes blockchains. Isso pode sinalizar um movimento em direção a uma maior adoção de plataformas e protocolos multi-cadeia.
As LSD e LSD L2 também são pontos de destaque, refletindo a demanda contínua por soluções que permitam aos detentores de criptoativos manterem a liquidez e participarem ativamente no ecossistema de finanças descentralizadas (DeFi), mesmo durante o período de staking. Este interesse sugere que a comunidade cripto está buscando maneiras de otimizar os rendimentos e a utilização de seus investimentos.
Embora a IA não domine ainda o mercado, sua presença indica um investimento progressivo e um olhar atento para as inovações que a IA pode trazer para o espaço cripto, seja na melhoria de processos, na análise de dados ou na criação de novos serviços.
Vamos continuar acompanhando esses setores nas próximas semanas. Eles vão trazer grandes retornos nesse ciclo.
Fique atento às próximas edições de “O HODLER” para acompanhar as novidades do mercado e se manter informado sobre as tendências e oportunidades no mundo das criptomoedas.
Se quiser me acompanhar, estou no Twitter e Instagram sempre analisando mercado e tendo alguns insights.
A volatilidade do Bitcoin (BTC) voltou a ficar bastante acentuada nas últimas semanas, principalmente após a euforia por trás da aprovação do ETF da criptomoeda nos Estados Unidos. A queda, porém, levantou o pânico de muitos investidores, e abriu dúvidas sobre uma possível recuperação de preços. A análise técnica mostra que, sim, um período mais estendido de correção é possível, assim como um momento de consolidação lateral de preços. Fato é que a tendência de preços está indefinida, e o mercado precisa estar preparado para mais volatilidade.
Um cenário complexo
O mercado de criptomoedas, especialmente o Bitcoin, tem sido alvo de intensas análises nas últimas semanas, revelando nuances interessantes e desafiadoras para os investidores.
Durante a última semana, observamos um retorno do preço do Bitcoin para dentro do canal de alta, situando-se abaixo da linha de equilíbrio de 9 períodos do gráfico semanal. A vela da última semana, caracterizada como um doji, sugeriu uma possível indefinição no mercado, apontando para a necessidade de uma análise mais profunda para compreender os possíveis cenários futuros.
Uma observação importante no gráfico de preços semanal é a concentração das negociações na parte superior de um canal de alta. Nesse contexto, é possível que o preço do Bitcoin busque a linha base do Ichimoku, localizada na região de US$ 37 mil.
Interessante notar que este ponto coincide com a linha de 50% do canal de alta, conferindo uma relevância adicional a essa região como um potencial suporte.
É de suma importância destacar que, antes de atingir a linha base, há um desequilíbrio a favor dos compradores registrado na semana de 27 de novembro, por onde o preço do Bitcoin pode encontrar novos aportes. Apesar da tendência de alta observada no Bitcoin desde setembro de 2023, é natural que ocorram movimentos corretivos para ajustar a trajetória ascendente.
O movimento atual do preço, caracterizado pela intensa realização de lucros, pode ser interpretado como uma correção na tendência de alta. Na semana de 08 de janeiro, o Bitcoin alcançou sua máxima estrutural, completando um movimento de 18 semanas e encerrando um ciclo de 17 semanas. Diante desse cenário, é razoável esperar uma correção para testar regiões importantes de suporte dentro da tendência de alta.
Ao analisar o gráfico semanal, é possível observar que a linha Senkou Span B, projetada para 26 semanas no futuro, está plana, sugerindo um enfraquecimento da tendência de alta.
Da mesma forma, a linha base, que mede o equilíbrio de 26 períodos, também permanece plana, indicando desafios para os investidores que buscam manter os preços em patamares mais elevados.
A linha Chikou Span, que representa o preço atual deslocado 26 semanas no passado, ainda sugere a possibilidade de um movimento corretivo adicional, prevendo mais 4 a 5 semanas antes do início de um novo ciclo.
O preço de fechamento da vela da semana passada ficou abaixo da linha Tenkan Sen, que representa o equilíbrio dos últimos 9 períodos, operando como um primeiro nível de resistência a ser superado. Dentro do contexto do movimento lateral desde a semana de 04 de dezembro, a vela da semana de 08 de janeiro buscou liquidez sobre as máximas da estrutura lateral.
Agora, observamos o movimento do preço buscando liquidez abaixo das mínimas da estrutura, aumentando a atenção dos investidores para as principais regiões de suporte em torno de US$ 37 mil.
Caso o preço do Bitcoin atinja essas regiões, os investidores estarão atentos à força do movimento, buscando gatilhos para uma retomada da tendência de alta. A análise técnica sugere que uma busca por liquidez no fundo da estrutura é saudável para a manutenção de uma tendência de alta.
Nesse sentido, torna-se imperativo que os investidores monitorem de perto os indicadores técnicos, estejam preparados para ajustar suas estratégias conforme a evolução do cenário e compreendam a importância da análise de múltiplos cenários.
Além disso, a análise fundamentalista do Bitcoin, considerando fatores macroeconômicos, regulatórios e eventos geopolíticos, torna-se relevante para uma visão abrangente do mercado.
Dentro deste contexto podemos citar por exemplo a criação do ETF de Bitcoin a vista nos Estados Unidos, autorizado pela SEC, mas que ainda não trouxe reflexos significativos para a movimentação de preços.
O que aconteceu na verdade, foi que após a criação do ETF de Bitcoin nos Estados Unidos, investidores visualizaram a oportunidade de realização de lucros diante da euforia criada em torno da aprovação do referido produto.
Uma questão a ser observada, é que a realização de lucros, em torno da euforia do mercado, foi maior que a demanda presente naquele momento e isso fez com que uma oferta maior promovesse a queda no preço do Bitcoin.
No cenário global, a aceitação institucional das criptomoedas e o desenvolvimento de infraestrutura para sua adoção massiva também desempenham um papel importante. E de certa forma, esta aprovação do ETF de Bitcoin a vista poderá contribuir para uma alavancagem na adoção do mercado de criptomoedas como um todo.
Também vale ressaltar, que é necessário um certo tempo para que eventos como este apresentem resultados, e mais uma vez o mercado está revelando que investidores pacientes e munidos de informações poderão ter resultados melhores do que aqueles que tentam aproveitar de momentos meramente de euforia.
Em suma, o atual cenário do Bitcoin apresenta desafios e oportunidades, com uma clara necessidade de os investidores permanecerem vigilantes diante das complexidades do mercado de criptomoedas.
A interseção entre análise técnica e fundamentalista torna-se essencial para uma compreensão holística, permitindo que os investidores ajustem suas estratégias de acordo com a dinâmica em constante evolução.
Indicadores subjacentes
O universo dinâmico do mercado de criptomoedas, particularmente o Bitcoin, revela-se como uma arena de constante transformação, onde investidores buscam compreender os movimentos de preço e antecipar as tendências por meio de análises técnicas sofisticadas.
Além da observação da movimentação de preço com base na relação entre oferta e demanda, utilizando as linhas de equilíbrio do Ichimoku, é vital a análise de indicadores técnicos adicionais para corroborar as informações analisadas. Neste contexto, a atenção recai sobre os indicadores MACD (Convergência/Divergência de Médias Móveis) e Estocástico Lento, cujas interpretações podem fornecer insights importantes sobre o provável curso futuro do Bitcoin.
Até o momento, nossa análise indicou a possibilidade de que o movimento corretivo no preço do Bitcoin possa persistir por mais algum tempo no gráfico semanal. Diante dessa perspectiva, é imperativo explorar as informações fornecidas pelos indicadores supracitados, começando pelo MACD.
Ao observar o indicador MACD, notamos que, embora esteja acima da linha 0, seu histograma vem produzindo máximas cada vez menores desde a semana de 11 de dezembro.
Essa dinâmica sinaliza uma possível pausa na tendência de alta, com investidores atentos à proximidade do histograma do MACD com a linha 0. A ultrapassagem do histograma de cima para baixo pode indicar uma extensão do movimento de queda, tornando a análise das regiões de suporte uma prioridade.
O MACD, sendo uma ferramenta valiosa na análise técnica, não se limita ao histograma. As duas linhas que o compõem, conhecidas como linha MACD e linha de sinal, oferecem informações cruciais sobre a movimentação da estrutura de preços e o comportamento dos investidores.
A análise das direções dessas linhas e seus cruzamentos revelam dados importantes sobre as possíveis trajetórias do mercado. Na análise do gráfico semanal, a linha MACD, representada em azul, está em declínio, acompanhando a tendência do histograma e sugerindo uma possível continuação na retração do preço.
Por outro lado, a linha de sinal, em laranja, levemente ainda aponta para cima, indicando uma divergência com a linha MACD e o histograma. Essa divergência pode promover o cruzamento das duas linhas revelando um cenário a favor dos vendedores.
A combinação desses elementos leva os investidores a interpretar que o cenário de lateralidade proposto pela estrutura semanal desde a semana de 04 de dezembro, sugere um enfraquecimento dos compradores após a busca por liquidez no topo da estrutura.
Como resultado dessas informações temos uma busca por liquidez abaixo das mínimas da estrutura, conforme discutido anteriormente em relação à oferta e demanda e às linhas de equilíbrio do Ichimoku.
Além do MACD, a análise também se estende ao indicador Estocástico Lento, outra ferramenta valiosa que auxilia os investidores na compreensão dos níveis de sobrecompra e sobrevenda.
No intervalo semanal do Bitcoin, observamos as linhas do Estocástico Lento saindo de uma região de sobrecompra, deslocando-se em direção aos níveis de 50% do indicador, onde encontramos um primeiro nível de suporte.
Caso o movimento de queda se intensifique e haja uma ruptura desses níveis de 50%, os investidores podem aguardar até que as linhas do Estocástico Lento se posicionem abaixo dos níveis de 20, indicando possíveis regiões de sobrevenda. A partir desse ponto, os investidores que atuam na ponta da compra iniciarão a busca por gatilhos no movimento de preço, confirmando uma possível retomada da tendência.
Ao analisar as informações do MACD e do Estocástico Lento de maneira conjunta, surge uma confluência de dados indicando a possibilidade de que a correção de preços do Bitcoin possa se estender por mais algum tempo.
No entanto, é crucial ressaltar que todas as informações fornecidas por esses indicadores derivam do movimento de preço e da relação entre oferta e demanda. Assim, a entrada de uma demanda significativa pode alterar esse cenário de possível movimento de queda.
Em vista disso, é de extrema importância que os investidores acompanhem de perto a dinâmica dos preços e utilizem as informações dos indicadores técnicos como uma base para entender as possibilidades, sempre considerando a natureza volátil e imprevisível do mercado de criptomoedas.
A análise técnica, quando utilizada com discernimento, pode ser uma ferramenta poderosa, mas a vigilância constante e a capacidade de adaptação são cruciais para o sucesso no ambiente altamente dinâmico das criptomoedas.
Para onde vão os lucros?
Após uma análise minuciosa da movimentação de preços no gráfico semanal do Bitcoin, surge a identificação de uma possível correção no horizonte. É relevante ressaltar que, embora essa correção tenha sido identificada no gráfico semanal, há indícios de que possa se tratar de um movimento de curto prazo.
Enquanto os investidores de curto prazo ajustam suas estratégias diante dessa possível correção, os investidores de longo prazo mantêm uma visão otimista, focando no crescimento do Bitcoin em um período mais estendido.
A perspectiva de crescimento a longo prazo é alimentada, em grande parte, pela iminência do halving neste ano. Historicamente, esse evento impulsiona uma valorização significativa do Bitcoin, afetando positivamente todo o mercado de criptoativos.
Para embasar essa visão de longo prazo, voltamo-nos para o indicador The Puell Multiple, que oferece uma análise detalhada do lado da oferta da economia de Bitcoin, considerando os mineradores e suas receitas.
Ao longo dos anos, compreendemos que o Bitcoin atravessa ciclos marcados, especialmente, pelo evento do Halving. A métrica fornecida pelo The Puell Multiple explora esses ciclos a partir da perspectiva das receitas dos mineradores, que, em determinados momentos, precisam cobrir seus custos de mineração, influenciando diretamente a movimentação de preço. Essas vendas de Bitcoin por parte dos mineradores geralmente provocam retrações na cotação.
A imagem gráfica do indicador revela dois níveis principais demarcados: uma faixa vermelha na parte superior e uma faixa verde na parte inferior. Investidores de longo prazo que monitoram esse indicador buscam adquirir novas moedas quando a linha laranja está dentro da faixa verde, realizando lucros quando atinge a faixa vermelha.
No entanto, entre essas faixas, há regiões identificadas como pontos de retração, gerando oportunidades para investidores que possam ter perdido o ponto inicial.
A retração, historicamente observada entre as faixas, tem coincidido com os momentos que antecedem o halving. Ao analisar o The Puell Multiple no cenário atual, percebemos que a linha laranja está na região central entre as faixas, indicando uma lateralidade.
Comparando esse momento com períodos anteriores de halving, identificamos pausas e retrações antes de novos impulsos de alta.
Nos halvings de 2012 e 2016, houve pausas e retrações antes das retomadas de alta. Em 2019, antes do halving de 2020, uma breve pausa semelhante ao movimento de 2012 precedeu uma correção e a subsequente retomada de alta que culminou na máxima histórica do Bitcoin.
No período atual, estamos no pré-halving deste ano. A pausa na movimentação da linha laranja do The Puell Multiple indica lateralidade, assemelhando-se ao período que antecedeu o halving de 2016, sugerindo a possibilidade de uma correção antes de uma retomada de alta.
De acordo com as informações deste indicador, essa pausa está resultando em uma retração abaixo dos 40 mil dólares e pode ser uma oportunidade para investidores identificarem os gatilhos no preço, visando uma possível alta pós-halving.
A análise do The Puell Multiple sugere que essa retração pode ser uma busca por liquidez nas mínimas antes de uma retomada da tendência de alta.
Assim, torna-se evidente a importância de avaliar o mercado com informações que vão além do gráfico de preços. O mercado de criptomoedas oferece a transparência dos dados de rede, permitindo uma análise mais abrangente para corroborar com as informações derivadas do movimento de preço.
Neste cenário complexo, os investidores são desafiados a integrar diversas fontes de dados para tomadas de decisões mais informadas e alinhadas com as nuances do mercado de criptoativos.
Conclusão
Em um panorama dinâmico, a análise do Bitcoin, revela-se fundamental para os investidores enfrentarem os desafios e aproveitar possíveis oportunidades no mercado de criptomoedas.
Ao longo desta análise, foram examinados diversos aspectos, desde a movimentação de preços no gráfico semanal até indicadores técnicos e fundamentais, proporcionando uma visão holística do cenário atual.
Inicialmente, o retorno do preço do Bitcoin para dentro do canal de alta nas últimas semanas e a formação de um doji sinalizando indefinição indicaram a necessidade de uma análise mais aprofundada.
A concentração das negociações na parte superior do canal sugeriu a possibilidade de uma busca pela linha base do Ichimoku na região de US$ 37 mil, coincidindo com a linha de 50% do canal de alta. O desequilíbrio favorável aos compradores e a realização de lucros podem ser interpretados como uma correção na tendência de alta.
A análise técnica do gráfico semanal destaca a planicidade das linhas Senkou Span B e linha base do Ichimoku, indicando um enfraquecimento na tendência de alta. A linha Chikou Span sugere a possibilidade de um movimento corretivo adicional antes de um novo ciclo. Os indicadores técnicos, como o MACD e o Estocástico Lento, complementam a análise, indicando uma possível extensão do movimento corretivo.
A interseção entre análise técnica e fundamentalista se mostra vital, sendo necessário considerar fatores macroeconômicos, regulatórios e eventos geopolíticos. O recente lançamento do ETF de Bitcoin nos Estados Unidos, apesar de não ter gerado reflexos imediatos nos preços, destaca a importância da aceitação institucional das criptomoedas. A realização de lucros em torno da euforia do mercado após o lançamento do ETF evidencia a influência dos eventos macroeconômicos na dinâmica dos preços.
A análise do indicador The Puell Multiple ofereceu uma perspectiva a longo prazo, considerando os ciclos relacionados ao halving do Bitcoin. A pausa e retração antes de impulsos de alta observadas nos períodos de halving anteriores sugerem que a atual lateralidade no indicador pode preceder uma correção antes de uma retomada de alta.
A retração abaixo dos 40 mil dólares pode representar uma busca por liquidez antes do halving, conforme indicado pelo The Puell Multiple.
Em síntese, o cenário atual do Bitcoin apresenta desafios e oportunidades. A análise técnica, aliada à compreensão dos eventos macroeconômicos e aos insights fornecidos por indicadores específicos, permite aos investidores ajustarem suas estratégias em um ambiente altamente dinâmico.
A transparência dos dados de rede no mercado de criptomoedas reforça a importância de considerar diversas fontes de informações para decisões mais informadas. Assim, a vigilância constante e a capacidade de adaptação permanecem como elementos-chave para o sucesso nesse universo em constante evolução.
Agradecimento
Caros investidores,
Para finalizar, gostaria de agradecer a todos que dedicaram tempo e atenção à leitura do presente relatório.
A compreensão e análise das nuances do mercado de criptomoedas, especialmente do Bitcoin, demandam um comprometimento significativo, e é gratificante contar com uma audiência tão dedicada.
Acredito que a busca por conhecimento e a compreensão aprofundada das complexidades desse universo são fundamentais para os investidores, e sua disposição em explorar as análises aqui apresentadas reflete esse compromisso.
O cenário dinâmico das criptomoedas exige uma abordagem ampla e a consideração de diversas variáveis, e espero que o relatório tenha contribuído para aprimorar a compreensão de todos sobre o atual momento do Bitcoin.
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