Drex foi o nome escolhido pelo Banco Central (BACEN) para batizar o Real Digital e, assim, marcar a evolução do sistema financeiro brasileiro.
Prevista para ser lançada oficialmente até o final de 2024, o token segue em fase de testes, com a participação da Foxbit no projeto piloto, como a primeira empresa criptonativa a ser selecionada para esta etapa.
Cada vez mais próximo de estar na mão – ou carteira – dos brasileiros, vamos entender o que é o Drex, como funciona e seus possíveis impactos na economia local.
O que é Drex?
Drex é o nome escolhido para o Real Digital, a primeira moeda digital brasileira regulada, anunciada pelo Banco Central em 2023.
Esta moeda digital pertence à categoria das CBDCs (Central Bank Digital Currencies), que pode ser traduzida como “moedas digitais de banco central”.
Ao contrário das criptomoedas tradicionais, como Bitcoin e Ethereum, o Drex será regulado e supervisionado pelo BACEN.
Como funciona a Drex?
O Drex, muitas vezes referido como o “primo do Pix”, é uma representação digital do real brasileiro, e espera-se que até o final de 2024 ele esteja disponível ao público.
Esse token poderá ser acessado e transferido por meio de carteiras virtuais em bancos e outras instituições financeiras.
Ao contrário de uma CBDC comum, que cria uma moeda oficial, o Drex vai funcionar como a tokenização de depósitos bancários dos correntistas, podendo ser utilizado para: transações, pagamentos ou até para a compra de títulos públicos fora do horário comercial.
Importante ressaltar que o Drex não terá remuneração automática como acontece com Bitcoin e Ethereum. Assim, ela vai funcionar de maneira semelhante ao dinheiro físico guardado em casa.
Diferença entre Real Digital e CBDC
Uma CDBC funciona como uma moeda oficial do país, mas de forma digital. A China, com seu yuan digital, é um bom exemplo desse tipo de token.
Afinal, a e-CNY pode ser transacionada sem qualquer restrição ou regra extra dentro do território chinês, assumindo a mesma característica do papel moeda tradicional.
No caso do Drex – Real Digital –, ocorre a tokenização de depósitos bancários dos correntistas.
Embora exista a paridade de 1:1, a moeda brasileira possui certas restrições de uso e não é classificada como uma representação da unidade monetária atual, no caso, o Real (BRL).
A participação da Foxbit marca a primeira empresa criptonativa nesta etapa, enquanto nossa equipe auxilia o desenvolvimento e testes da tecnologia em diversos tipos de ambiente.
Impactos na economia
A introdução da Drex tem o potencial de revolucionar o mercado financeiro brasileiro. O BACEN espera que a nova moeda digital reduza os custos das operações bancárias e promova a inclusão financeira, permitindo que mais brasileiros tenham acesso aos benefícios da economia digital.
Além disso, o Drex pode abrir portas para inovações no setor financeiro, oferecendo um ambiente seguro para empreendedores e consumidores explorarem as vantagens tecnológicas da moeda digital.
Em resumo, a criptomoeda representa um passo significativo para o Brasil no mundo das moedas digitais. Com sua regulamentação e garantia pelo Banco Central, o Drex promete oferecer um ambiente seguro e inovador para transações e investimentos, marcando o início de uma nova era na economia brasileira.
O staking de TRX é a mais novidade do Foxbit Earn para investidores que querem potencializar os ganhos e acumular ainda mais o token da blockchain Tron em suas carteiras.
A estratégia popular entre os entusiastas da tecnologia permite aos detentores de TRX obter recompensas passivas, ao mesmo tempo, em que contribuem para a segurança e a estabilidade da rede.
Com uma rede estruturada e saudável, a blockchain foi adicionada ao Foxbit Earn, possibilitando um acúmulo de até 3,89% ao ano.
Mas além dos números, veja como funciona o staking de TRX e suas principais vantagens!
O que é Staking de TRX?
O staking de TRX envolve bloquear uma quantidade específica de Tron em uma carteira compatível ou na própria plataforma de uma exchange que suporte essa funcionalidade, como é o caso do Foxbit Earn.
Ao fazer isso, você estará contribuindo para a segurança da rede Tron, ajudando a validar transações e garantindo o consenso na blockchain.
Em troca, você será recompensado com novas unidades da criptomoeda TRX, que são distribuídas periodicamente como uma forma de incentivo.
Vantagens do Staking de TRX
Mais do que realizar lucros, muitos investidores do mercado de criptomoedas estão em busca de aumentar o volume de tokens em suas carteiras. Por isso, o staking de criptomoedas é uma das maneiras mais simples e eficientes de se alcançar este objetivo.
No caso da TRX, há bons motivos para você se apoiar em seu staking, como:
Recompensas Passivas: O staking de TRX permite que você ganhe recompensas passivas na forma de novas moedas TRX. Quanto mais TRX você bloquear para staking, maior será a sua participação nas recompensas da rede. No Foxbit Earn, os resultados estimados são de 3,89% de TRXs ao ano.
Segurança da Rede: Ao participar do staking, você estará contribuindo para a segurança e a descentralização da rede Tron. Isso ajuda a tornar a blockchain mais resistente a ataques maliciosos.
Baixo Risco: O staking de TRX é considerado uma opção de baixo risco em comparação com a negociação ativa, pois não está sujeito à volatilidade do mercado. Você receberá recompensas independentemente das flutuações de preço da TRX.
Acesso a Recursos: Em algumas plataformas de staking, você pode ter acesso a recursos adicionais, como votação em propostas de governança da rede e a participação em outros serviços financeiros descentralizados (DeFi).
Como realizar o staking de TRX?
Há duas formas de se conseguir ter acesso ao staking de TRX. Em um modelo mais “autônomo”, é necessário um conhecimento técnico mais aprofundado da rede, exigindo a criação de um endereço específico para esta atividade, conexão com a blockchain principal, entre outras etapas.
Já no Foxbit Earn, seja você um veterano ou recém-chegado no mercado de criptomoedas, o acesso ao staking de TRX é extremamente simples e rápido!
Possua TRX: Para realizar staking no Foxbit Earn, basta você possuir a criptomoeda em sua conta da Foxbit Exchange. No caso da TRX, você pode transferir seus tokens de outra corretora ou wallet para sua carteira Foxbit ou, então, comprar diretamente em nossa plataforma.
Acesse o Foxbit Earn: Na seção do Foxbit Earn, você terá acesso a uma lista de criptomoedas disponíveis para staking, como a TRX, e suas respectivas informações de funcionamento e retornos estimados.
TRX em staking: A partir da seleção, você indica quantos TRXs de sua carteira serão destinados ao staking da criptomoeda. Este montante fica “bloqueado” para negociações na exchange.
Liquidez diária: Os resultados obtidos a partir da participação na rede são distribuídos diariamente em sua wallet. Caso opte por levar seus TRXs de volta à carteira principal e negociá-los, você não precisa se preocupar, pois o resgate é imediato.
Faça suas criptomoedas trabalharem por você
O staking de TRX é uma estratégia valiosa para quem busca uma forma segura e passiva de ganhar no mercado de criptomoedas.
Ao participar do staking, você contribui para a segurança da rede Tron e, ao mesmo tempo, recebe recompensas adicionais em TRX, com a segurança, liquidez e resgate imediato que só o Foxbit Earn consegue oferecer.
A DogeCoin funciona de maneira semelhante a outras criptomoedas. Ela usa a tecnologia blockchain para registrar transações e garantir a segurança de seus usuários.
Cada vez que uma transação é feita, ela é registrada em um “bloco” de dados. Esses blocos são então adicionados a uma “corrente” de transações anteriores, formando uma blockchain.
Apesar de sua participação na tecnologia, a DogeCoin não apresenta nenhuma solução relevante que possa atrair a atenção de grandes fundos de investimento ou empresas do setor.
DogeCoin e Elon Musk
Um dos fatores mais influentes na trajetória da DogeCoin é a intervenção constante de Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX. O empresário, frequentemente, menciona a criptomoeda em suas redes sociais, principalmente no Twitter, atingindo milhões de seguidores em segundos.
Musk já expressou diversas vezes seu interesse pela DogeCoin e até brincou sobre ser “o CEO da Doge”.
Esses comentários sobre a memecoin, em conjunto com outras falas bem-humoradas, geraram um entusiasmo em torno da criptomoeda, resultando em valorizações significativas e maior visibilidade.
Efeito Musk no preço da DogeCoin
A relação entre Elon Musk e DogeCoin tem sido um fenômeno interessante para os investidores e observadores do mercado.
Na maioria das vezes em que o empresário elogia a criptomoeda em suas postagens, é comum observar um aumento rápido e abrupto em seu valor. Da mesma forma, as críticas ou falta de menção pode levar a variações negativas no preço da memecoin.
Investir em DogeCoin é um processo bastante direto, simples e não exige grandes conhecimentos técnicos, ainda mais se você já negocia Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e outros ativos digitais mais populares.
Para isso, basta você:
Selecionar uma exchange: Por ser uma memecoin, não são todas as plataformas que oferecem a DogeCoin para compra e venda. Aqui na Foxbit Exchange, você tem acesso à DOGE e diversas outras criptomoedas, em um ambiente seguro e com total suporte do nosso time.
Escolher uma carteira de criptomoedas: Há várias opções disponíveis no mercado. Mas fique atento para aquelas que são compatíveis com a DogeCoin. Ou então, utilize a própria wallet da exchange onde a negociação vá ser realizada.
Negociar: Depois de ter definido onde comprar e armazenar é só começar a negociar suas DOGEs.
É muito importante acompanhar o valor da DogeCoin, pois ela é conhecida por sua alta volatilidade. Isso significa que seu valor pode aumentar ou diminuir dramaticamente em um curto período de tempo.
Enquanto alguns investidores são atraídos pela possibilidade de altos retornos, outros podem se sentir desconfortáveis com esse nível de risco. Por isso, faça sempre sua própria pesquisa antes de tomar qualquer decisão.
Vale a pena investir em DogeCoin?
O investimento em DogeCoin é um grande dilema. De fato, a volatilidade do ativo é bastante atraente para muitos investidores arrojados, pois há possibilidades de grandes resultados em um curto espaço de tempo.
Em compensação, a memecoin não oferece qualquer solução tecnológica para embasar sua valorização ou depreciação. Essa movimentação, portanto, fica a cargo de fatores mais sociais, como o entusiasmo e especulação dos investidores em relação à moeda digital.
A presença dos comentários de Elon Musk também aponta para uma adição considerável de volatilidade e imprevisibilidade, podendo afugentar pessoas menos suscetíveis a riscos.
Em contrapartida, diversificar o portfólio é sempre uma boa estratégia e, sim, a DogeCoin pode fazer parte de sua carteira. Porém, sempre faça sua pesquisa antes de realizar qualquer tipo de investimento.
Mas se você deseja comprar DogeCoin, a Foxbit é o lugar certo para você realizar suas operações com a memecoin mais famosa do mundo!
No cenário de busca constante por liquidez pelo mercado e suas respectivas dinâmicas financeiras, observamos recentemente o valor do Bitcoin (BTC) mergulhando abaixo da marca dos US$ 29 mil, alinhando-se com as previsões apresentadas em relatórios anteriores. Em meio a este movimento corretivo, ficamos instigados a realizar uma análise mais profunda e direcionada a identificar os pontos cruciais nos quais o preço da criptomoeda pode encontrar áreas de suporte significativas para os próximos dias. Para isso, vamos direcionar nossa atenção para uma análise de Price Action, especificamente no gráfico mensal. Do meu ponto de vista, esse é um dos melhores intervalos de tempo para identificar regiões de preço substanciais no mercado de criptomoedas.
Um mercado volátil
O mercado de criptomoedas se destaca por sua volatilidade pronunciada. Por isso, ao considerar operações de curto e médio prazos, é essencial observar o comportamento do ativo em um períodos mais longos, como é o caso da perspectiva mensal. A partir desse “zoom out”, se torna mais precisa a discussão para discernirmos as áreas-chave onde podemos antecipar reações e defesas tanto por parte dos compradores quanto dos vendedores.
Vamos também aproximar nossa análise ao gráfico semanal para confirmar e validar as informações destacadas no período mensal. Para esse estudo, faremos uso das informações fornecidas pelo Ichimoku Kinko Hyo (Nuvens de Ichimoku), uma ferramenta que representa o equilíbrio das tendências de preços.
A partir deste “exame” técnico, vamos tentar identificar, avaliar e traduzir as principais informações que o comportamento de preços do Bitcoin e seus respectivos indicadores podem nos oferecer e, assim, auxiliar na preparação das operações da semana.
De olho no desempenho
Na abertura de mais uma mês, observamos que, em julho, o Bitcoin fechou o período em US$ 29,2 mil, registrando uma queda acentuada de mais de 4%, em comparação com o valor registrado em junho. Apesar de ter conquistado uma superação da máxima de do mês anterior em certo momento, o preço não manteve sua posição acima da marca dos US$ 31 mil.
Estas observações iniciais são cruciais para a compreensão da dinâmica subjacente. Primeiramente, destacamos o fato de que o valor rejeitou a possibilidade de um rompimento além dos níveis alcançados em junho. Esta negação, de acordo com padrões frequentemente observados, tende a sugerir a continuação do movimento de baixa, pelo menos, à retração de 50% da ascensão anterior. Neste contexto, a zona de suporte em destaque está situada em torno dos US$ 28 mil, corroborando com conclusões previamente estabelecidas em relatórios anteriores.
Outra perspectiva relevante surge ao examinar o fechamento de julho, que ocorreu na mesma faixa de preços de abertura do mês de maio. Essa coincidência prática indica a necessidade de considerar a estrutura de maio, especificamente a região entre a abertura e o fechamento, como um ponto de referência inicial. Novamente, chegamos à marca de US$ 28 mil ao identificar a região de 50% da movimentação ocorrida entre essa lacuna de preços em maio.
Ou seja, em consonância com análises anteriores, os US$ 28 mil dólares assumem um papel proeminente como ponto-chave de suporte. Embora a análise técnica não seja uma ciência exata, é notável como frequentemente encontramos confluências entre distintas regiões de preços, reforçando a sua relevância.
Uma ilustração visual destacada a seguir representa essa coincidência: a retração de 50% de todo o movimento de alta, desde a minima de junho até a máxima de julho, alinha-se com a mesma retração de 50% do corpo da vela de maio, validando e enfatizando a importância da área em torno dos US$ 28 mil como uma região crítica de observação de suporte.
É importante recordar que o mês de julho assinalou o segundo mês de queda deste ano, sendo notável que o primeiro declínio ocorreu exatamente em maio, o qual tornou-se o foco de nossa análise de movimentação de preços da imagem anterior.
Ação de preços
A indagação que agora emerge é a seguinte: se houver um rompimento para baixo da marca dos US$ 28 mil, quais serão os níveis de suporte cruciais que merecem nossa atenção? Para responder a essa pergunta, considerando o contexto geral e as informações já apresentadas a partir do gráfico mensal, é importante recorrer à análise de Price Action, visando identificar os mesmos aspectos que operadores proficientes deste indicador observam.
Os praticantes de Price Action têm o hábito de avaliar quatro pontos primordiais em um candle:
Abertura
Máxima
Mínima
Fechamento.
Uma vez que estamos explorando a movimentação de preços do último mês de maio, com o objetivo de entender potenciais regiões de suporte, e também já analisamos a área de abertura que coincidiu com o fechamento de julho, é chegada a hora de direcionar nossa atenção ao ao preço final de maio, considerando que o referido período fechou abaixo de sua abertura.
Dentro deste contexto, caso o preço do mês de agosto se posicione abaixo dos US$ 28 mil, o próximo nível de suporte se encontrará no fechamento de maio, situado em US$ 27,2 mil. Prosseguindo, a mínima registrada em maio aponta para a região em torno dos US$ 25,8 mil como um suporte subsequente.
Deve-se ressaltar que, caso esse cenário se materialize, quanto mais o preço cair, mais desafiador pode se tornar para a criptomoeda retomar um movimento ascendente.
A partir desta análise mensal, que valida as informações previamente estudadas em relatórios anteriores, é possível ter um terreno melhor preparado para avaliar o comportamento observado no gráfico semanal.
Apoiado em nuvens
A transição para o gráfico semanal proporciona uma visão mais detalhada da trajetória recente do Bitcoin. A partir da semana de 10 de julho, quando o preço encontrou resistência na Senkou Span B em torno dos US$ 31,8 mil, uma tendência descendente se delineou, resultando em renovação de mínimas ao longo das últimas quatro semanas.
Essa sequência de movimentos de baixa no gráfico semanal aponta para o suporte oferecido pela Tenkan Sen do Ichimoku, que coincide com a região de 50% de todo o movimento ascendente e o mesmo suporte de US$ 28 mil previamente analisado.
As linhas do Ichimoku no gráfico desenham uma Kijun Sen (linha vermelha) em um patamar horizontal na mesma região de preço correspondente à mínima do mês de maio, que já abordamos ao estudar o gráfico mensal.
Essa correlação entre as informações extraídas dos gráficos mensal e semanal atua como uma validação dos nossos estudos, permitindo-nos identificar as principais regiões de interesse com mais confiança.
É notável que grande parte de nossa discussão até o momento tem se concentrado na identificação de regiões de suporte. Isso se justifica pelo cenário macro apresentado pelo gráfico semanal, em que uma tendência ascendente ainda prevalece, respaldada pela análise de Oferta e Demanda Institucional.
Essa tendência só se inverterá no caso de o preço do Bitcoin operar abaixo da mínima registrada na semana de 12 de julho, que foi de US$ 24,8 mil. A busca por suportes significativos, portanto, encontra justificativa nesse contexto.
No âmbito do gráfico semanal, vale destacar que o preço atualmente se situa abaixo da Senkou Span B e dentro da Nuvem de Ichimoku. Essas áreas denotam consolidação e uma indefinição no movimento para o prazo semanal.
Outro ponto crucial é entender que, ao analisar preços, não é aconselhável fixar-se em valores exatos, mas sim em faixas de preços. Até o momento da elaboração deste relatório, a mínima da semana vigente foi registrada em US$ 28,5 mil. É relevante ressaltar que todo o intervalo nessa zona de preços deve ser considerado, mas lembrando que, até agora, os US$ 28 mil ainda não foram alcançados.
Desenhando outras linhas
Com essa exploração do gráfico semanal e sua confluência com as análises anteriores, consolidamos uma compreensão mais profunda dos pontos de suporte cruciais, preparando o terreno para uma análise mais abrangente do comportamento recente do Bitcoin.
Ainda dentro do gráfico semanal, vamos ampliar nossa visualização do Ichimoku Kinko Hyo para encontrarmos mais insights sobre a criptomoeda. Neste caso, destacamos os seguintes pontos:
Senkou Span A e Senkou Span B: A região entre essas duas linhas forma a “Nuvem” do Ichimoku. Atualmente, o preço do Bitcoin se situa dentro dessa nuvem, refletindo uma fase de consolidação e incerteza em relação à direção futura dos preços.
Kijun Sen e Tenkan Sen: A Kijun Sen (linha vermelha) e a Tenkan Sen (linha verde) atuam como níveis dinâmicos de suporte. Observamos que a Kijun Sen se alinha com a região de suporte em torno de US$ 28 mil, reforçando a importância desse nível. Enquanto isso, a Tenkan Sen oferece uma perspectiva dinâmica do movimento de preços.
Chikou Span: A Chikou Span (linha azul) representa o preço atual deslocado 26 períodos para trás. Ela se encontra acima dos candles passados, refletindo que os compradores de 26 semanas estão no lucro.
Considerando todos esses elementos, é evidente que o gráfico semanal está caracterizado por uma fase de consolidação, em que as linhas do Ichimoku Tenkan e Kijun estão “flat” e sugerem uma falta de direção definida.
O preço do Bitcoin permanece ainda dentro da Nuvem, indicando um período de indefinição. As linhas Kijun Sen e Tenkan Sen fornecem insights sobre níveis de suporte dinâmicos, sendo a região em torno de US$ 28 mil dólares de notável importância.
Conclusão
O cenário do Bitcoin continua inserido em uma zona complexa de preços. Apesar das expectativas de futuras altas, os gráficos ainda carecem de sinais nítidos que indiquem uma valorização substancial a curto prazo.
Embora possamos testemunhar movimentos de alta que impulsionem o ânimo do mercado, é essencial manter a vigilância. Uma resistência significativa reside na região dos US$ 31,8 mil, enquanto a estrutura lateral do gráfico diário, mencionada em relatórios anteriores, ainda não foi completamente superada.
De fato, nos últimos dias observamos a queda do preço abaixo da marca dos US$ 29 mil em busca de liquidez e, no momento da elaboração deste relatório, testemunhamos uma intensa negociação entre compradores e vendedores, sem que um lado se sobressaia. Contudo, é perceptível que os compradores estão defendendo posições acima das principais regiões de suporte.
A complexidade desse cenário reforça a importância de permanecer cauteloso e atento às flutuações do mercado. Embora sejam esperados movimentos de alta e animação, o contexto atual sugere uma necessidade contínua de avaliar a situação com discernimento e prudência.
Obrigado pela leitura!
Para finalizar, gostaria de agradecer a todos os leitores que dedicaram seu tempo para explorar este relatório detalhado sobre a movimentação de preços do Bitcoin. Seu interesse e dedicação em compreender as complexidades desse mercado dinâmico são verdadeiramente apreciados.
Espero sinceramente que as análises e informações fornecidas tenham contribuído para uma compreensão mais profunda da evolução do Bitcoin e suas possíveis trajetórias futuras.
Dito isso, continuo comprometido em fornecer insights valiosos e perspicazes para apoiar a sua visão no cenário das criptomoedas.
Mais uma vez, obrigado por confiar em meu trabalho e utilizar este relatório como um recurso para aprimorar seu entendimento do mercado de criptomoedas.
Nem mesmo a pressão vendedora dos últimos dias e as decisões de políticas monetárias nos Estados Unidos e Europa foram capazes de tirar o Bitcoin (BTC) de sua estreita faixa de negociação. A falta de uma tendência clara tem colocado os investidores em cautela total e especulando possíveis novas descidas, já que a criptomoeda de referência se posta nos níveis mais baixos dos US$ 29 mil. Com a abertura da semana em meio ao fechamento mensal, os fundamentos passados e futuros, assim como a presença de um certo otimismo na análise técnica, poderão dar indícios de o que esperar para o desempenho do BTC nos próximos dias.
Decisões monetárias
A última semana foi agitada entre Estados Unidos e Europa, em que as duas das maiores economias do mundo decidiram pelo aperto monetário – o que já era amplamente esperado pelo mercado. No caso do Banco Central Europeu (BCE), o aumento dos juros foi de 0,25%, em linha com o estimado. Em coletiva, a presidente do BCE, Christine Lagarde, pontuou que a decisão foi unânime, por conta da inflação ainda persistente. Os receios com a economia permanecem, já que os dados de Indústria estão fracos. Porém, Lagarde acredita que o bloco deve apresentar uma forte recuperação econômica no futuro.
Em relação aos Estados Unidos, os juros também subiram 0,25%, como já apontado em diversas pesquisas. O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, destacou o arrefecimento da inflação, mas indicou que há um “longo caminho até a meta de 2%”. Entretanto, o mercado de trabalho ainda aquecido é motivo de preocupação e pode levar o Banco Central a elevar novamente os juros em setembro.
A economia vai naquelas…
Nos Estados Unidos, as prévias dos Índices Gerente de Compras (PMIs) apresentaram recuo, embora ainda em território de expansão. As preliminares do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre (Q2), entretanto, apontaram alta em relação ao período anterior.
Julho
Projeção
Junho
PMI Industrial
49,0
46,4
46,3
PMI Serviços
52,4
54,0
54,4
PMI Composto
52,0
53,1
53,2
PIB Q2
2,4%
1,8%
2,0%
Enquanto isso, o núcleo de preços PCE, o indicador favorito do FED para medir a inflação, desacelerou em junho.
Junho
Projeção
Maio
Índice PCE (anual)
3,0%
3,1%
3,8%
Núcleo PCE (anual)
4,1%
4,2%
4,6%
A confluência desses dados aumentam as expectativas de que a inflação deve ser retomada à meta em um futuro não tão distante. Porém, a economia parece estar sendo bastante impactada no processo. Com isso, a possibilidade de um pouso suave, com uma leve recessão econômica no país, parece se mostrar como o cenário mais provável no momento.
Lá como cá
Na Zona do Euro, a situação econômica é bem semelhante à observada nos Estados Unidos, com alguns setores da economia ainda confiantes, contra outros nem tanto assim.
Julho
Projeção
Junho
Confiança do Consumidor
-15,1
-15,1
-16,1
Confiança de Serviços
5,7
5,4
5,9
Confiança Industrial
-9,4
-7,5
-7,3
Esses dados sugerem certa dor de cabeça aos formuladores de política monetária. Afinal, a confiança do consumo e de Serviços ainda em campo positivo mantêm pressão sobre a Inflação ao Consumidor (CPI), como mostram os dados preliminares anuais.
Julho
Projeção
Junho
Núcleo CPI
5,5%
5,4%
5,4%
CPI
5,3%
5,3%
5,5%
PIB Q2
0,3%
0,2%
0,0%
Construindo a economia
A China segue seu plano de potencializar seu setor imobiliário. Após manter as taxas reduzidas para empréstimos de curto e médio prazos, o Ministério de Habitação do país anunciou, sem muitos detalhes, planos para facilitar a compra de imóveis. O governo ainda prometeu elevar o “emprego estável a uma meta estratégica”.
Julho
Projeção
Junho
PMI Industrial
49,3
49,2
49,0
PMI Não-Manufatura
51,5
52,9
53,2
PMI Composto
51,1
––
52,5
Entretanto, os principais setores da economia local apresentaram ligeira desaceleração, com exceção da Indústria, que tenta retomar o território de expansão.
Estamos bem, obrigado!
Pelo Brasil, a situação segue positiva e aparentemente mais controlada, com a Inflação ao Consumidor (IPCA-15) mantendo sua baixa, mesmo com a alta na confiança do Consumidor.
Julho
Projeção
Junho
IPCA-15 (anual)
3,19%
3,26%
3,40%
IGP-M
-0,72%
-0,71%
-1,93%
Confiança do Consumidor
94,8
89,9
92,3
As projeções otimistas acompanham as perspectivas dos economistas entrevistados pelo Banco Central semanalmente no Boletim Focus.
Semana agitada
Para esta semana, mais uma bateria de dados macroeconômicos está prontinha para sair do forno e pautar os mercados. Na Zona do Euro, os destaques ficam para a Inflação ao Consumidor (CPI) e ao Produtor (PPI), PMIs, taxa de desemprego e a preliminar do PIB do segundo trimestre. Já nos Estados Unidos, saem dados de emprego, com o relatório JOLTs e o Payroll, além dos Índices Gerente de Compras.
Tá na hora de acordar
Mesmo com a divulgação de inflação, dados econômicos, decisão monetária, o Bitcoin não esboçou muitas reações nos últimos dias de negociação. Essa alienação aos fundamentos, como apontado anteriormente pelo Satoshi Call, já era esperada, colocando a criptomoeda de referência em uma situação em que apenas faíscas muito fortes poderiam disparar uma tendência, seja de alta ou baixa. A abertura da semana passada foi até que negativa para o ativo digital, que chegou a visitar momentaneamente a casa dos US$ 28,6 mil. Entretanto, os US$ 29 mil logo foram recuperados, colocando o BTC de volta ao estreito canal de negociação entre US$ 29 mil e US$ 31 mil.
O que está rolando?
Nos fundamentos, o mercado segue aguardando novidades sobre os ETFs de Bitcoin da BlackRock e Fidelity nos Estados Unidos, quase como um atleta a postos para iniciar sua corrida. Uma vantagem recente aos bulls foi que congressistas norte-americanos conseguiram passar um projeto de lei que esclareceria melhor a regulação das criptomoedas, como a distinção entre instrumentos de valores mobiliários e commodities digitais. Já ao olhar para o mercado de derivativos, a atividade nas bolsas não é das mais altas, apesar de um aumento considerável no envio de stablecoins às exchanges, assim como seu uso para elevar os empréstimos de margem. Ou seja, os touros parecem estar buscando um posicionamento mais adequado para um possível momento de compra favorável.
Por dentro da rede
Do outro lado da balança estão os mineradores, ainda pressionando as vendas. O fluxo de BTC para as corretoras, por parte das baleias, atingiu seu mais alto nível dos últimos três anos, correspondendo a 41% de todo o depósito. Em contrapartida, os HODLErs seguem firmes, com 55% de toda a oferta circulante da criptomoeda permanecendo inativa por pelo menos dois anos, enquanto 29% ficou armazenada por cinco anos ou mais.
Dólar se recupera
Na constante narrativa de correlação inversa entre índice dólar (DXY) e Bitcoin, a moeda norte-americana pode ter ajudado a pressionar a criptomoeda de referência nos últimos dias.
Fonte: TradingView, em 31/07/2023, às 8h39min.
Como observado no gráfico acima, o dólar se recuperou de suas mínimas e voltou a uma escalada de alta, apoiada, principalmente, pela elevação de juros pelo Federal Reserve. Mesmo assim, não é possível dizer que o Bitcoin se movimentou muito em relação a esta comparação.
Possível trampolim?
Pela análise técnica do gráfico semanal do Bitcoin, as Bandas de Bollinger se encaminham para ficarem ainda mais estreitas, mostrando a falta recente de volatilidade. Entretanto, elas podem também oferecer um cenário otimista aos investidores. Nas duas últimas tentativas de romper para baixo a mediana do indicador, o mercado utilizou o nível para comprar e alavancar o preço da criptomoeda rapidamente, como sinalizado nos círculos brancos na imagem a seguir. Em mais um teste se formando, há a possibilidade de que a tendência de alta se repita. Caso contrário, o ativo pode experimentar uma correção mais acentuada e descer até a região dos US$ 25,6 mil.
Fonte: TradingView, em 31/07/2023, às 8h40min.
Em relação aos indicadores adjacentes, o MACD perde força, sinalizando um possível posicionamento abaixo do nível zero do histograma. Enquanto isso, o Índice de Força Relativa (RSI) mira os 58 pontos, mostrando um mercado ligeiramente mais comprado.
Conclusão
O comportamento do Bitcoin nas últimas semanas é intrigante, pois a criptomoeda se mostra bastante alheia aos próprios fundamentos, assim como os externos. Entretanto, este pode ser um sinal de que os touros estão esperando a oportunidade certa para iniciarem suas compras, em uma cautela até que comum pré-halving – como destacado pelo analista Emerson Antunes, em seu relatório “Variação de Mercado”. Com a perspectiva generalista pouco clara, a análise técnica sugere que o Bitcoin ainda tem força para escalar mais seu preço nos próximos dias. Entretanto, há muitas condições propícias para que os vendedores voltem a tomar conta do mercado e empurrem o ativo para baixo em poucas horas, exigindo ainda mais cuidado com as operações nos próximos dias.