Chegou o FTCEC-01, novo token para diversificar sua carteira. Conheça a oportunidade!

Chegou o FTCEC-01, novo token para diversificar sua carteira. Conheça a oportunidade!

Resumo: O novo token é lastreado em créditos judiciais de empréstimos compulsórios da empresa Eletrobras. Vem saber mais!

O nosso novo token FTCEC-01 é lastreado em créditos judiciais de empréstimos compulsórios da empresa Eletrobras e pode ser adquirido inicialmente a partir de R$0,86. É ou não é uma ótima oportunidade para diversificar a sua carteira?

Vem com a gente entender esse novo ativo e a oportunidade por trás dele!

Quem é a Eletrobras?

Líder no setor de energia elétrica do Brasil, a Eletrobras é uma estatal fundada em 1962, responsável pela geração, transmissão e distribuição de energia elétrica em várias regiões do país.

<h2>O que são créditos judiciais de empréstimos compulsórios da Eletrobras?

Criados pela União nos anos 1960, os créditos judiciais de empréstimos compulsórios da Eletrobras são dívidas de empréstimos obrigatórios feitos pela empresa para financiar projetos do setor elétrico no Brasil.

O que é FTCEC-01 e por que adquirir?

O FTCEC-01 é mais uma iniciativa do Foxbit Tokens para desburocratizar o acesso a grandes investimentos. Através do Foxbit Tokens, compramos os créditos decorrentes do Processo com deságio e fracionamos em tokens que podem ser adquiridos a partir de R$0,86.

Por ser originado a partir de dívidas judiciais cobradas pelo governo, o crédito judicial de empréstimo compulsório é um ativo atrativo e pode oferecer rendimentos estimados acima dos investimentos tradicionais.

A oportunidade do token FTCEC-01 permite que qualquer pessoa adquira frações de créditos de empréstimos compulsórios de forma transparente e sem intermediários com tempo estimado de 23 meses para pagamento no cenário conservador.

E se você não quiser esperar o prazo final?

Nós garantimos a recompra dos tokens adquiridos, caso você não queira aguardar até o término do processo. 

Legal né?

Tá na hora de fugir da burocracia do mercado tradicional. Vem com a gente para o futuro! 

Saiba mais sobre o ativo

Suas criptos trabalhando para você. Chegou o Foxbit Earn!

Suas criptos trabalhando para você. Chegou o Foxbit Earn!

O que é Foxbit Earn?

Foxbit Earn é o novo serviço da Foxbit que possibilita ganhos diários ao manter seus criptoativos em pools de plataformas staking e DeFi. 

Com mais de 15 opções de ativo para contratação, no Foxbit Earn você não paga nenhuma taxa de transação e ainda conta com facilidade e liquidez imediata.

Legal né?

E como eu contrato o Foxbit Earn?

O Foxbit Earn oferece opções de serviços com condições, prazos e criptoativos diferentes, possibilitando que você escolha qual das opções se encaixa mais ao seu perfil e estratégia de diversificação de carteira.  

Para contratar o Foxbit Earn é fácil e você pode conferir um breve (e didático) passo a passo clicando aqui

Lembrando que, por enquanto, só é possível contratar o Foxbit Earn através do desktop.

Quais as vantagens de contratar o Foxbit Earn?

O Foxbit Earn oferece diversos benefícios aos seus investidores possibilitando que obtenham rentabilidade mesmo durante os momentos de alta volatilidade do mercado cripto. 

Confira algumas das vantagens: 

Curtiu, né? Uma novidade dessas, não tem como não amar!

Para saber mais sobre o Foxbit Earn, clique aqui!

Golden Cross: Previsão de nova bull-run do Bitcoin?

Golden Cross: Previsão de nova bull-run do Bitcoin?

Golden Cross é um termo bastante comum no mercado tradicional, mas que foi adotado também pelo setor de criptomoedas, como o Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH).

A formação dessa figura costuma sinalizar o início de uma bull run para as moedas digitais, como vamos ver ao longo deste artigo.

O que é Golden Cross?

Golden Cross é um padrão técnico de análise gráfica, que aponta um rompimento de alta, quando uma média móvel de menor prazo cruza para cima a média móvel de maior prazo.

A também conhecida como Cruz Dourada é composta, majoritariamente, por duas médias móveis:

– Média móvel simples (MA) de 50 períodos

– Média móvel simples (MA) de 200 períodos.

Como os gráficos são personalizáveis, o padrão pode ser repetido em diversos tempos, como minutos, horas, semanas e meses. Porém, o padrão clássico de Golden Cross costuma seguir a perspectiva diária, ou seja, as MAs de 50 e 200 dias.

Quanto maior o tempo gráfico, mais prolongadas e fortes deverão ser as bull runs.

O padrão gráfico da Golden Cross geralmente acompanha altos volumes de negociação no período. Isso sugere, portanto, que um mercado de alta está se consolidando.

Como identificar uma Golden Cross?

Além do cruzamento das médias móveis apresentadas anteriormente, uma Golden Cross exige alguns outros componentes para ser confirmado, seguindo alguns estágios, como:

– Tendência de baixa já ter encontrado seu fundo

– Médias móveis de 50 e 200 períodos de cruzam

– Tendência de alta contínua confirma o cruzamento.

A partir dessa concretização, as médias móveis atuam como suporte de resistência de preços no período.

O que é Death Cross

Se o Golden Cross é o cruzamento para cima da média móvel mais rápida sobre a mais lenta, a Death Cross, ou cruz da morte, é o movimento contrário.

O evento, então, acontece quando a média móvel de 50 dias cruza para baixo a MA de 200 períodos.

Seguindo os mesmos componentes que a cruz dourada, a Death Cross também sinaliza a chegada do bear market e um período de baixa de preços para o ativo analisado.

Golden Cross no Bitcoin

Ao longo de sua história, o Bitcoin registrou três golden cross prolongadas.

“Primeira” Golden Cross

A primeira delas, não é exatamente uma Golden Cross. A média móvel de 200 dias só foi aparecer no gráfico em 2013. Até abril de 2014, a MA de 50 períodos nunca ficou abaixo da média de maior prazo.

Golden Cross Bitcoin

Primeira Death Cross

Em setembro de 2014, porém, ocorreu a primeira Death Cross no Bitcoin, que iniciou um bear market intenso e durou até 2015. A criptomoeda saiu de uma máxima de US$ 683 para uma mínima de US$ 152.

Golden Cross Bitcoin

Dois anos de bull run

Ainda em 2015, outubro reservou a primeira Golden Cross oficial do ativo. A média móvel de 50 dias, enfim, retomou sua posição acima da MA de 200 períodos, após um período de certa instabilidade. Essa bull run foi bastante prolongada, com duração de dois anos, até dezembro de 2017. Neste evento, a criptomoeda de referência saltou de US$ 197 para US$ 20 mil.

Golden Cross Bitcoin

Momento de baixa

Poucos meses depois do auge de preços, um novo padrão de Death Cross se formou no gráfico. Presente até dezembro de 2018, o bear market empurrou o Bitcoin de volta aos US$ 3,1 mil.

Golden Cross Bitcoin

“Timidez” do mercado

Em abril de 2019, o mercado testa uma nova Golden Cross, que recoloca a moeda digital em rota aos US$ 14 mil. Porém, a euforia não é consistente, como veremos mais abaixo.

Golden Cross Bitcoin

Corona Crash

Em 2020, a pandemia do novo coronavírus colocou todos os mercados de joelhos. As ações, títulos e ativos digitais experimentaram uma queda rápida e intensa em poucos dias, criando uma pequena Death Cross. Porém, a recuperação para a criptomoeda veio rapidamente.

Logo em maio do mesmo ano, a Golden Cross iniciou um bull market, que levou o Bitcoin de US$ 4,7 mil para US$ 65 mil.

Golden Cross Bitcoin

Rumo ao All-time High

Após o topo histórico, o mercado oscila, criando uma Death Cross de baixa duração. O ativo corrigiu até os US$ 28 mil. Porém, o movimento contrário também equilibrou a queda. 

A pequena Golden Cross levou o Bitcoin a um novo all-time high (ATH) de US$ 69 mil.

Golden Cross Bitcoin

Inverno cripto

A correção natural da criptomoeda iniciou uma nova Death Cross já em janeiro de 2022. O evento deu início ao mais recente inverno cripto, que levou o Bitcoin a uma mínima de US$ 15 mil e empurrou uma série de outras criptomoedas e ativos do mercado internacional.

Golden Cross Bitcoin

Os movimentos mais recentes acompanharam os fundamentos dos últimos dois anos, como os picos de casos de coronavírus no mundo, a política COVID-Zero na China, inflação global, falta de matéria-prima, elevação de juros por Bancos Centrais e a guerra na Ucrânia.

Vem uma nova Golden Cross por aí!

Com o Bitcoin retornando aos níveis acima dos US$ 20 mil, as médias móveis de 50 e 200 dias voltam a se aproximar, com a sugestão de uma possível Golden Cross.

Golden Cross Bitcoin

Considerando o histórico apontado neste artigo, o evento se torna bastante esperado por analistas e traders, que observam a possibilidade de uma nova bull run e novos máximos históricos ao longo deste e do próximo ano.

Em resumo, podemos considerar que as maiores bull runs começaram a partir de uma Golden Cross:

Golden Cross Bitcoin

A aproximação dessas linhas, porém, não significa que a Golden Cross irá ocorrer. Novos fundamentos ou eventos conflitantes ainda podem impedir o evento ou até mesmo apontá-lo como de curta duração. Outros componentes do ciclo, como os vistos aqui neste artigo, também precisam ser levados em conta para confirmar o padrão gráfico.

Encontrar esses eventos nos gráficos é uma ferramenta de previsibilidade importante para traders mais experientes. Mesmo que este não seja o seu caso, conhecer alguns desses padrões técnicos fortalece e auxilia na tomada de decisão na hora de comprar ou vender criptomoedas.

Halving da Litecoin: O que é, data e como aproveitar?

Halving da Litecoin: O que é, data e como aproveitar?

O halving da Litecoin foi um dos eventos mais importantes e aguardados no mercado de criptomoedas em 2023.

A partir deste tipo de evento técncio, investidores e traders observam a possibilidade de novas máximas históricas para o token, a partir da redução da circulação do ativo no mercado.

Algo semelhante aconteceu em 2020, quando o halving do Bitcoin (BTC) levou a criptomoeda de referência à sua máxima história de US$ 69 mil, um ano depois, e alavancou todo o mercado cripto.

Acionado em 02/08/2023, às 12h07min (horário de Brasília), o halving da Litecoin reduziu a recompensa aos mineradores de 12,5 LTCs para 6,25 LTCs.

Mas além do preço e redução na circulação da criptomoeda, o que é o halving da Litecoin, seus impactos no mercado e como aproveitar o possível momento de alta.

O que é Halving?

Halving é uma ferramenta utilizada por alguns blockchains para reduzir regularmente a quantidade de emissão de uma criptomoeda, além de funcionar como uma espécie de controle de inflação do token.

No processo de mineração presente no Bitcoin, por exemplo, computadores – conhecidos como nodes – emprestam o poder computacional de suas máquinas para realizar a validação de transações. 

A partir de um determinado número de análises, um bloco novo é criado no blockchain, e o node responsável por essa inserção é recompensado por uma quantidade pré-fixada do token nativo da rede, no caso, o BTC.

Atualmente, os mineradores de Bitcoin recebem 6,25 unidades da criptomoeda de referência por bloco minerado. Em 2020, a “remuneração” era de 12,5 BTCs.

Esse “corte” na recompensa dos mineradores é o processo chamado de halving. Isso quer dizer que a cada determinado número de blocos minerados, a rede toda passa a receber metade dos tokens nativos pela sua tarefa de validação de transações.

O Bitcoin, por exemplo, já passou por quatro halvings em sua história e aguarda mais um, no próximo ano:

  • 2009 -> Recompensa de 50 BTCs por bloco
  • 2012 -> Recompensa de 25 BTCs por bloco
  • 2016 -> Recompensa de 12,5 BTCs por bloco
  • 2020 -> Recompensa de 6,25 BTCs por bloco
  • 2023 -> Embora ainda pendente para acontecer, o código já antecipa que a redução será para 3,125 BTCs por bloco.

Por que o halving é importante?

O Bitcoin possui um limite de moedas que estarão disponíveis até o fim de sua vida, que são 21 milhões de unidades. O halving opera de forma a manter o ativo cada vez mais escasso, e a rede equilibrada, atraente e segura.

Assim, a partir do momento que menos BTCs são minerados, há menos moedas em circulação. Consequentemente, a chance de uma inflação do token é muito baixa.

Mesmo que isso possa impactar no trabalho dos mineradores, na verdade, fortalece a atividade. Isso acontece, pois o preço da criptomoeda tende a se valorizar e, assim, os 3,125 BTCs a serem recebidos se tornam ainda mais valiosos do que as antigas 6,25 unidades.

Quanto mais computadores estiverem conectados à rede, mais rápida será a velocidade de verificação de blocos e melhor a segurança e robustez de todo o blockchain.

Como o halving impacta o mercado?

O halving tem um grande foco no controle de inflação de uma criptomoeda. Ou seja, o ativo se torna cada vez mais escasso e de difícil acesso, pois nem os mineradores conseguem grandes quantidades mais.

Ao fazer um paralelo com as características do ouro, como sua escassez e aceitação no mundo todo, uma criptomoeda que passa pelo processo de halving copia essas tendências.

Desta forma, a partir do momento que menos tokens estarão em circulação, mais “raro” ele fica e, portanto, mais caro!

No halving do Bitcoin, em 2020, por exemplo, saltou de US$ 6 mil para quase US$ 70 mil, em praticamente um ano, uma valorização de mais de 1.000%. Uma oportunidade gigantesca para investidores lucrarem.

Ativos que podem se tornar escassos no mercado tradicional estão restritos apenas às commodities, como petróleo, gás e ouro. No mercado cripto, porém, há uma série de tokens disponíveis, que passam pelo processo de halving programável.

Halving é só no Bitcoin?

Não! Halving é uma ferramenta disponível em diversos blockchains, desde que o evento tenha sido programado anteriormente.

O mercado está ansioso por 2024, quando o halving do Bitcoin está previsto para acontecer. Entretanto, há uma outra criptomoeda que está com o halving engatilhado já para o primeiro semestre de 2023: A Litecoin.

Essa criptomoeda possui características de mercado bastante atraentes e que podem ser uma antecipação ao “boom” das criptomoedas, estimada por analistas do mundo todo.

Halving da Litecoin

Com o halving sendo uma interessante oportunidade de mercado, vale ficar de olho na Litecoin.

Até os primeiros meses do ano, não havia uma data exata para o acionamento deste evento. A previsão estava em algum dia de agosto de 2023, o que acabou se “confirmando”, com a ativação do halving em 02/08/2023.

A falta de uma data específica é comum para criptomoedas que passam por este tipo de situação, pois o corte na recompensa dos mineradores não é pré-determinada em um dia exato, mas, sim, após um número específico de blocos minerados.

  • Bitcoin -> Halving acontece após 210 mil blocos minerados
  • Litecoin -> Halving acontece após 840 mil blocos minerados.

Esses 840 mil blocos levam cerca de quatro anos para serem minerados.

Assim, o acionamento do halving depende da velocidade e do volume de transações dentro da rede.

O que é Litecoin (LTC)?

Hard Fork é um processo relativamente comum nos blockchains. Ele acontece quando um grupo de mineradores não aceita mais a regra proposta pela rede atual e decidem manter suas operações com normas diferentes.

Assim, há uma “divisão” ou, como o próprio nome diz, um “garfo” dentro do blockchain. Alguns mineradores, então, mantém sua operação da maneira tradicional daquela rede, enquanto o outro grupo cria uma nova moeda a partir desta bifurcação para operar da maneira que acreditam ser a mais adequada.

Foi assim que a Litecoin ganhou vida. A LTC é uma criptomoeda que surgiu, em 2011, após um fork na principal do Bitcoin.

Como funciona a Litecoin?

A Litecoin é uma criptomoeda baseada no Bitcoin. Portanto, seu uso é focado na transferência de valores.

Como seu surgimento se deu a partir de um rompimento com a criptomoeda de referência, a proposta da LTC era justamente oferecer características distintas e soluções a problemas que o BTC não conseguia resolver, como:

  • Transações mais velozes
  • Maior quantidade em circulação
  • Baixa exigência de poder computacional
  • Menor taxa aos mineradores
  • Transferências mais baratas.

Embora o Bitcoin continue sendo o dominante de todo o mercado cripto, altcoins, como a Litecoin, oferecem possibilidades de operação diferenciadas, que são atraentes não só para mineradores e entusiastas da tecnologia, como também para os investidores.

A “prata digital”

O Bitcoin é chamado, por muitos, de ouro digital, por conta de sua escassez – 21 milhões de unidades deste token serão emitidas. Já sua sucessora Litecoin possui um volume maior de emissão – 84 milhões de moedas.

Por isso, muitos identificam a Litecoin como a “prata digital”.

Litecoin é bem vista no mercado

A Litecoin é uma criptomoeda consolidada e alguns fatores têm sido apontados como otimistas pelos analistas sobre o futuro do ativo, como:

– Segurança

– Taxa de hash

– Idade média da moeda

– Bom desempenho na baixa

Segurança 

Desde 2011, nunca se ouviu falar de algum tipo de ataque hacker bem sucedido na rede, e ela segue operando de forma fluída e com uma quantidade considerável de mineradores.

Taxa de hash

A taxa de hash é outro ponto positivo para a moeda digital. Após a atualização “The Merge”, do Ethereum, muitos mineradores dessa rede migraram para o Litecoin, disparando o número de transações validadas.

Idade média da moeda

Parte do otimismo também é baseado no número de baleias que possuem Litecoin. Esse grupo carrega um volume grande de unidades do token em suas carteiras e geralmente demoram a vender, mesmo em mercados de baixa.

Isso pode ser visto na idade média das moedas nas carteiras, que segue crescendo. Esta informação confirma que as LTCs estão sendo acumuladas e ficando muito tempo armazenadas, com baixa intenção de venda.

Desempenho

Enquanto boa parte de todo o mercado enfrenta o rigoroso inverno cripto, a Litecoin parece já ter encontrado o fundo de sua correção, em junho do ano passado.

A partir daí, o ativo iniciou uma recuperação.

No momento de escrita deste artigo, a LTC era comercializada próxima dos níveis vistos apenas em maio do ano passado.

Em comparação, o Bitcoin ainda está cerca de 40% abaixo de seu valor no mesmo período.

Vale a pena ter Litecoin?

A variedade de criptomoedas permite vivenciar as experiências e processos do blockchain constantemente. Mesmo que o Bitcoin seja o carro-chefe deste segmento, a tecnologia está pulverizada e muitos projetos bons já recebem a atenção de especialistas. Assim, diversificar os tokens com os quais você se relaciona abre portas para um mundo de utilidade totalmente novo e diferente.

Shanghai: O que é a atualização do Ethereum?

Shanghai: O que é a atualização do Ethereum?

A atualização do Ethereum (ETH), Shanghai, foi aplicada em toda a rede na noite de 12 de abril de 2023, após pilotos bem-sucedidos na testnet da blockchain.

O update foi responsável por inserir uma série de modificações na metodologia de estrutura do protocolo, além de impactar diretamente as criptomoedas em staking.

Essas mudanças já eram esperadas e fazem parte do recente “The Merge“, instalado em 15 de setembro de 2022.

O que muda para a segunda maior criptomoeda do mundo, com a nova atualização do Ethereum?

Como chegamos à nova atualização do Ethereum?

Shanghai, a nova atualização do Ethereum dá continuidade ao “The Merge”, instalado no final do ano passado.

Também chamado de “fusão”, esta primeira etapa foi responsável por alterar o algoritmo de consenso de Proof of Work (PoW) para Proof of Stake (PoS), modificando o método de verificação de transações dentro da blockchain.

Com isso, os supercomputadores mineradores deixaram de ser necessários, levando a uma redução considerável no consumo de energia elétrica e dando maior escalabilidade à plataforma.

Para a verificação das transações na blockchain, agora, os validadores precisam realizar um procedimento chamado staking

Essa nova metodologia tornou a plataforma:

  • Mais rápida
  • Mais barata
  • Escalável
  • Ambientalmente sustentável.

O que é staking?

Staking é o travamento de tokens na plataforma, que serve como garantia de que o operador irá trabalhar para validar e proteger as informações e transações da rede.

Desde setembro de 2022, quando o “The Merge” foi implementado, o staking de 32 ETHs ficava bloqueado na plataforma, não sendo possível sacá-los.

Essa regra foi pré-estabelecida pelos desenvolvedores da blockchain para assegurar a estabilidade de toda a rede.

A partir da nova atualização do Ethereum, Shanghai, enfim, os validadores passam a ter a opção de sacar seu staking ou mantê-los na rede.

O que muda com a nova atualização do Ethereum?

Um dos pontos mais aguardados da nova atualização do Ethereum era a possibilidade de retirada dos 32 ETHs travados na rede para saque. Entretanto, há outras modificações a caminho, que vão beneficiar dois grupos específicos, como:

  • Construtores
  • Comerciantes

Os Construtores são responsáveis por empacotar as informações da rede em blocos e repassar para a verificação dos validadores. Para isso, é preciso utilizar a solução Coinbase.

Embora o nome remeta à exchange norte-americana, Coinbase é um software vinculado à blockchain do Ethereum. É a partir deste programa que os Construtores recebem as novas transações.

A primeira interação entre Construtor e Coinbase é sempre mais cara. Isso porque, o software precisa “aquecer”, antes de iniciar o envio rápido de informações.

Com a nova atualização do Ethereum, as taxas para este grupo vão ser reduzidas, já que a Coinbase estará sempre “aquecida”, exigindo menos gas – token nativo da rede – para acessá-la.

Comerciantes também ganham com a nova atualização do Ethereum

Os construtores são remunerados por organizar as informações em blocos, de acordo com a ordem de chegada.

Entretanto, comerciantes que querem acelerar suas transferências podem pagar uma taxa maior de token gas para ganhar prioridade na fila dos construtores.

Essa taxa, inclusive, é cobrada, seja a transferência solicitada bem-sucedida ou falha. A cobrança acontece de forma independente, pois, mesmo em caso de erro, a movimentação precisa ser adicionada na cadeia pelos validadores.

Mas a partir da nova atualização do Ethereum, transações com falha estarão isentas de taxas.

Quando passa a valer a nova atualização do Ethereum?

A nova atualização do Ethereum sofrue alguns atrasos, mas foi implementada na rede principal na noite de 12 de abril de 2023.

Antes da aplicação, foi feito o anúncio de um shadow fork – fork das sombras, para um teste final de Shanghai.

Esse nome é dado, pois é feita uma cópia exata da blockchain principal, em que diversos testes podem ser aplicados, antes da instalação final aos usuários.

Assim, a Shanghai está disponível, deixou de estar disponível apenas na rede de testes do Ethereum e passa, agora, a funcionar na mainnet.

Novas atualizações do Ethereum estão ainda para sair com o passar do tempo, dando sequência ainda às modificações agressivas do “The Merge”. O impacto de novas funcionalidades pode trazer novas soluções para negócios, assim como aumento de preço do token para investidores.