nov 8, 2017 | Finanças
Sistemas de pagamento online revolucionaram a forma como compramos produtos e serviços no nosso dia a dia. Mas você sabe como eles funcionam? Por mais simples que pareça inserir suas informações e ter sua compra aprovada, o caminho que essas informações percorrem é bem grande, passando por várias instituições e verificações.
Continue a leitura deste artigo e entenda como funcionam essas transações.
Os agentes dos sistemas de pagamento online
Mesmo no mundo físico, quando compramos algo presencialmente com o cartão de crédito, os agentes presentes no momento do pagamento não se resumem ao cliente e ao lojista: é preciso que a maquinha (POS) reconheça seu cartão e a bandeira. Essa, por sua vez, contata o banco, que autoriza ou recusa o pagamento.
O funcionamento é semelhante no mundo do e-commerce, mas é comum que tenhamos alguns agentes a mais envolvidos. A seguir, conheça todos os atores dessa operação e a função de cada um para que o Sistema de pagamento funcione.
Adquirente
Os adquirentes são as empresas que liquidam as transações realizadas pelo cartão de crédito ou débito. Sua função é entrar em contato com a bandeira para receber do cliente e repassar ao vendedor o valor da transação dentro do prazo estabelecido. Podemos citar como exemplos de empresas nacionais de adquirentes a Rede e a Cielo.
Gateway de pagamento
O gateway é quem fornece a interface e processa o pagamento no momento do checkout. Alguns redirecionam o pagamento para outro site, que é onde o cliente deverá inserir suas informações — como CPF, número do cartão e quantidade de parcelas —, enquanto outros possuem a funcionalidade de realizar o pagamento no próprio site do vendedor.
Os gateways também podem oferecer as funcionalidades de comprar com um clique e retentativas inteligentes.
Subadquirente
A função dos subadquirentes é realizar a intermediação dos pagamentos entre as partes envolvidas. Eles costumam contar com os próprios serviços de gateway e antifraude, já possuem os adquirentes cadastrados e são fáceis de implantar. Alguns exemplos são o Paypal e o PagSeguro.
Bandeira do cartão
São as marcas que determinam sob quais regras o cartão utilizado funciona. A bandeira define, por exemplo, o número máximo de parcelas e em quais estabelecimentos seu cartão é aceito.
Emissor
São os bancos que emitem os cartões. Após ser contatado pela bandeira, ele responde autorizando ou não a compra. Para isso, o banco verifica os dados do cartão e se ele possui saldo em conta, no caso das compras no débito, ou limite de crédito suficiente no caso das compras no cartão de crédito.
O caminho percorrido por um pagamento online
Agora que você já conhece todos os agentes envolvidos no processo do pagamento online, fica mais simples entender como acontece o percurso dessa transação, desde a compra até o momento que o dinheiro vai para o destinatário. Acompanhe:
- Após escolher o produto ou serviço na loja virtual, o cliente será direcionado para o gateway para inserir as informações necessárias e realizar o pagamento. O gateway pode ser do próprio do site ou do site do subadquirente.
- Depois de inserir as informações, o subadquirente ou o gateway realizam a conexão com o adquirente. De lá, os dados seguem para a bandeira e depois para o emissor.
- A operação então realiza o caminho inverso, passando pela bandeira, pelo adquirente e retornando ao gateway, que informa ao cliente se a compra foi aprovada.
- O valor da venda é liquidado com o vendedor pelo emissor, no caso de compras no débito, mas também pode ser antecipado pelo subadquirente de forma compulsória.
Como você pôde perceber, uma compra online é um enorme processo e envolve muitos atores. Toda essa operação é realizada na intenção de facilitar tanto a vida do vendedor quanto a do comprador na hora de uma transação financeira, evitando fraudes e dificuldades de comunicação com os diversos emissores de cartões e bandeiras.
E então, entendeu como funcionam os sistemas de pagamento online? Ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário neste post!
nov 6, 2017 | Educação Financeira
Como se aposentar mais cedo? Talvez essa seja umas das perguntas que as pessoas mais desejem saber ao pensarem no futuro, afinal, depender da previdência social no Brasil não é vantajoso para nenhum trabalhador.
Uma das principais dicas para se aposentar é começar a mudar os seus hábitos e pensar em poupar o seu dinheiro.
Ficou interessado no assunto? Então, este artigo foi desenvolvido para você. Confira!
Principais dicas para se aposentar mais cedo
1. Crie o hábito de poupar
Uma das principais dicas para se aposentar é criar o hábito de poupar o seu dinheiro. Desse modo, você terá um fundo emergencial para as situações de risco, dificuldades financeiras e armadilhas de mercados.
Além de ser um auxílio para esses tipos de contratempos, a caderneta de poupança também funciona como um investimento simples, rendendo uma pequena quantia mensal. Desse modo, você terá dinheiro seguro, com alta liquidez e rendendo juros!
2. Invista em sua previdência privada
A previdência privada é uma das melhores formas de investir o seu dinheiro e garantir futuramente uma vida tranquila sem ter a necessidade de trabalhar.
Ao contrário da previdência social, o contribuinte possui a autonomia de decidir o valor que deseja investir, além de sua periodicidade. Portanto, isso te dá uma flexibilidade interessante ao se planejar uma aposentadoria mais cedo.
3. Organize-se financeiramente
É importante uma forte organização financeira para alcançar seus objetivos e conquistar seus sonhos. Dessa forma, é possível concluir projetos para o futuro, como uma viagem em família ou abrir seu o próprio negócio, além de ter uma vida mais tranquila.
Contudo, para manter um bom nível de planejamento financeiro pessoal, é interessante que você tenha em mãos algumas ferramentas de gestão. Atualmente, o uso de planilhas eletrônicas e cadernos de anotação são os mais comuns, e já existem também aplicativos para computador e celular que trazem maiores vantagens ao se organizar.
4. Evite gastos com supérfluos
Sabe aquele lanche na padaria? Os custos com compras semanais em um supermercado? Isso geralmente caracteriza supérfluos, ou seja, desperdícios de renda impulsionados por algum desejo de consumo teoricamente desnecessário.
Para se aposentar mais cedo, é preciso economizar renda, e o primeiro passo para tal é fazer uma lista daquilo que você julga desnecessário em sua rotina e fazer cortes! Para facilitar esse trabalho, é interessante enumerar aquilo que é essencial, assim, os supérfluos aparecem de maneira mais natural.
5. Faça um planejamento a longo prazo
Outra importante dica para se aposentar cedo é definir as suas metas pessoais. Dessa forma, você consegue analisar tudo o que já foi conquistado e estipular metas para os seus investimentos, assim, será mais fácil manter o foco para construir bons hábitos financeiros.
Criar sua carteira de investimentos, é uma boa saída para gerar uma quantia relevante de capital para sua aposentadoria. Desse modo, pense sempre em longo prazo e procure aplicações seguras que lhe ofereçam garantias, como o CDB, LCI e o Tesouro Direto.
Agora que conhecemos as principais dicas para se aposentar, ficou mais fácil transformar esse sonho em realidade. Por isso, é interessante que você adote novos pensamentos, comece a poupar seu dinheiro e mantenha-se sempre organizado financeiramente.
Então, este conteúdo foi relevante para você? Para se aprofundar no assunto e garantir uma aposentadoria tranquila, acesse nosso artigo com dicas para um investimento seguro no seu futuro!
nov 6, 2017 | Investimento
Em tempos difíceis, os investimentos merecem ainda mais atenção, afinal, ninguém deseja amargar prejuízos. Para evitar qualquer notícia ruim, você só precisa saber redirecionar seus recursos financeiros. Se investir o dinheiro na crise é uma arte, você precisa estar pronto para dominá-la!
Uma coisa é certa: diante da crise econômica, os investimentos de baixo risco são muito recomendados. Então, se você se interessou e quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura para saber um pouco mais sobre esses investimentos tão vantajosos.
Dinheiro na crise: Títulos de renda fixa
Existem duas modalidades de títulos de renda fixa, a pré e pós-fixada. No primeiro caso, é possível conhecer a rentabilidade do título já no momento da contratação. E para garantir 100%, a quantia deve ser resgatada somente na data de vencimento prevista no contrato.
Já no segundo caso, a rentabilidade sofre variações, que são influenciadas por um determinado indexador — um deles é a própria Selic (a taxa básica de juros).
Vantagens e desvantagens
Os títulos pré-fixados são investimentos com uma dose de segurança extra, pois independem das oscilações de qualquer indexador. Essa é uma forma de se proteger contra as possíveis reviravoltas do mercado.
Por outro lado, os títulos pós-fixados atrelados à Selic são bem interessantes em momentos de crise. Nesse cenário, a taxa básica de juros deve se manter elevada e, além disso, ainda estamos falando sobre um investimento de baixo risco.
Na sequência, confira alguns exemplos de investimento em títulos de renda fixa!
Letras do Tesouro Nacional
Único título do Tesouro Direto com rentabilidade totalmente pré-fixada, as Letras do Tesouro Nacional (LTN) são uma boa opção. Basicamente, um bom retorno desse investimento dependerá da estabilidade da taxa Selic e do IPCA — um dos indicadores que regem a inflação.
Vale a pena, também, ficar atento aos sinais de novas turbulências emitidos pelo mercado financeiro, pois eles indicam mudanças na taxa Selic, por exemplo.
Tesouro Selic
Um dos benefícios de se investir nos títulos LFT é a boa previsão de rentabilidade. E isso acontece mesmo que a Selic sofra alguma queda significativa — desde que a inflação esteja ligeiramente controlada.
De qualquer forma, os títulos LFT ainda se destacam por proporcionarem uma ótima liquidez diária. Portanto, quanto maior for a liquidez, maior será a capacidade do título em se converter em dinheiro — detalhe muito importante.
Compra e venda de ações
Em se tratando de ações, vale lembrar uma máxima do mercado financeiro: “compre nos momentos de crise e venda nos momentos de bonança”.
No entanto, é preciso investir com bastante cuidado. Na dúvida, conte com o apoio de uma boa consultoria em investimentos na Bolsa. Por fim, é desaconselhável alocar, no máximo, 20% dos recursos no mercado de ações.
Investimento em dólar ou bitcoin
Diante do cenário atual, marcado pela instabilidade política e econômica, o dólar deve se manter muito bem valorizado em relação ao real.
Essa tendência é embasada na política do governo vigente dos Estados Unidos, o qual pretende aumentar gradativamente a taxa de juros naquele país. Essa política econômica deve valorizar ainda mais a moeda americana em relação ao real.
A tendência em países com inflação descontrolada, baixo crescimento e dificuldades no governo é ver ativos como o bitcoin ou ouro ganhando valor perante as moedas nacionais. Um bom exemplo disso é o que aconteceu na Venezuela, onde recentemente 1 satoshi (menor unidade de bitcoin) se igualou a 1 bolívar.
Como você conferiu, existem investimentos certos até para os cenários mais desfavoráveis e uma boa rentabilidade depende dos recursos disponíveis e da diversificação da carteira.
Depois de conhecer essas excelentes e variadas alternativas, certamente você já está pronto para investir o dinheiro na crise. E então, gostou das dicas? Deixe um comentário no post para a gente.
nov 1, 2017 | Investimento
Com a ampliação dos meios de comunicação, o mundo dos investimentos se tornou mais aberto e globalizado. Se antes um investidor estaria restrito à sua bolsa local, a menos que fosse capaz de pagar um operador em outra parte do mundo, hoje é possível começar um investimento internacional com muito mais facilidade.
De fato, esta prática é cada vez mais comum. Como boa parte da economia no Brasil é atrelada a moedas fortes na economia mundial, principalmente ao Dólar e à Libra, muitos investidores buscam oportunidades nestes mercados. E com mais recursos de comunicação e globalização econômica, hoje é perfeitamente legal investir em outros países.
Claro que ainda há pontos a considerar. Novos ambientes econômicos significam diferentes condições, leis e algumas dinâmicas diferenciadas. Porém, se você compreender como estes mercados funcionam, está no melhor caminho para fazer um investimento internacional de sucesso.
Abrindo uma conta internacional
O primeiro passo para investir em outro país é ter uma conta aberta em uma corretora daquele país. Existem instituições financeiras que atuam em diversas federações, o que pode facilitar o seu trabalho. Mas, na maior parte dos casos, você terá que buscar uma corretora para realizar as transações e investimentos no país onde deseja atuar.
Os critérios utilizados na escolha desta instituição são bem similares aos que você teria ao escolher uma corretora local. Taxas gerais envolvidas no serviço, reputação de integridade da instituição, histórico de resultados entregues a outros clientes etc.
Outra opção que você pode considerar são corretoras e instituições que operam através da internet, pelo uso de Bitcoins. Desta forma, seu investimento internacional poderá ser agilizado e se tornar mais seguro, de acordo com a qualidade do serviço prestado pela instituição.
Defina um tipo de investimento
Um passo importante para aumentar suas chances de retorno neste tipo de investimento é começar com uma noção clara do que você está buscando. Investimentos em imóveis, bolsa de valores, agronegócio etc. Quanto mais você souber de antemão, melhor.
Um dos motivos para esta antecipação é ter um guia para suas pesquisas em relação ao mercado internacional. Quando você inicia um novo investimento, o ideal é compreender como ele funciona.
Porém, considerando que o número de opções é bem amplo, tentar dominar todas elas pode não ser muito eficaz. Porém, se você está focado em investimentos imobiliários, por exemplo, pode estudar apenas as dinâmicas deste mercado a princípio, além de achar uma instituição financeira que te dê mais suporte.
Tome alguns cuidados
Um investimento internacional, assim como qualquer outro, envolver certos riscos particulares. Trouxemos aqui uma lista com os principais deles, para os quais você deve estar atento:
- Paraísos fiscais: países onde há pouca fiscalização, criando suspeitas com relação à legalidade dos seus investimentos;
- Diferenças de legislação: algumas nações possuem políticas diferentes com relação a investimentos, impostos e a legalidade de suas ações. Estar informado sobre o tem antes de tomar uma decisão pode te poupar muitos problemas;
- Seguro oferecido pela instituição: caso haja prejuízo, seus investimentos podem ser protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito ou por um seguro oferecido pela corretora. Se informe antes para saber se seu dinheiro está seguro.
Agora você já entende como pode ser feito um investimento internacional. Quer continuar acompanhando nossas dicas? Então siga-nos no Facebook, LinkedIn, Twitter e Google+ para receber nossos melhores conteúdos em primeira mão.
out 16, 2017 | Bitcoin
Conseguir realizar transações a qualquer momento é um dos grandes benefícios que a internet proporcionou a nós. E essas vantagens não param por ai: até a forma de pagamento recebeu a sua influência. Um exemplo? As moedas digitais criptografadas.
Quer entender um pouco mais sobre elas? Neste post, você vai saber o que é moeda criptografada e para que ela serve. Acompanhe!
O que é moeda criptografada?
Essencialmente é uma moeda digital que utiliza a criptografia para se manter segura. O sistema é semelhante aos números de série ou listras encontradas em cédulas impressas para impedir que sejam falsificadas. No caso das criptomoedas, são códigos muito complicados de serem quebrados.
Por que utilizá-las?
Elas são como qualquer outro tipo de moeda e podem ser empregadas em transações de bens e serviços. Não sofrem intervenção da inflação e hoje em dia atendem diversos setores. Além disso, o sistema de criptografia garante bastante segurança em suas operações com a utilização de chaves digitais públicas e privadas.
Para explicar, vamos imaginar que, no momento da negociação, essas moedas são como blocos de informações ratificados pelo seu proprietário. Nesse ponto, ele utiliza uma chave privada que condiz com sua carteira de moedas. A informação codificada é mandada para a rede e é descodificada por uma chave pública equivalente. As duas funcionam como parceiros perfeitos.
Esse processo fornece dados sobre a transação, porém é quase impossível quebrar essa codificação para, por exemplo, roubar moedas, o que garante total proteção para os usuários.
Quais são as principais moedas criptografadas que encontramos no mercado?
Uma das grandes representantes das criptomoedas é a Bitcoin, porém, existem outras no mercado. Separamos algumas para você. Confira!
Ethereum
Lançado em 2015, é na verdade o nome do sistema no qual a moeda Ether atua. Ele possibilita a realização de pagamentos de forma pseudo-anônima e também monitora as transações por meio da cadeia de blocos, um livro contábil descentralizado.
As negociações não envolvem instituições financeiras e, assim, seus usuários não pagam as tarifas comumente cobradas nessas negociações. É bastante segura e permite até a elaboração de contratos automáticos executados em códigos.
Litecoin
Criada para ser uma opção ao Bitcoin, é de autoria de um ex-funcionário da Google, Charlie Lee. Ele costuma postar no seu Twitter informações sobre a moeda. Em maio deste ano a moeda foi acolhida pela Coinbase, uma das grandes casas de câmbio de moedas digitais e teve uma enorme valorização.
Zcash/Monero
As duas moedas têm como ponto principal disponibilizar privacidade para os seus usuários. O grande ponto são os seus blockchains: enquanto o da Zcash é, em parte, público, o da Monero é fechado. Na prática a privacidade é garantida sempre para as transações da Monero e quando o usuário quiser na Zcash.
EOS, Bancor e Ardor
Aqui, são apenas projetos de possíveis criptomoedas. A Bancor é uma estrutura para a criação de tokens digitais (dispositivos eletrônicos que criam senhas). Já a Ardor é uma plataforma para criação de blockchain como serviço, facilitando a criação de outros tokens e solucionando alguns problemas de escalabilidade.
A EOS é uma opção quanto a Ethereum e que foi criada com a intenção de resolver a escalabilidade da outra plataforma.
Apesar de não serem lançadas ainda ou, pelo menos, não completamente, essas moedas já conseguiram separadamente alguns bilhões em rodadas de ICOs.
Como investir e onde comprar?
Em primeiro lugar, o interessado deve obter uma conta em plataformas responsáveis por gerenciar essas moedas. Depois, definir uma forma de pagamento e gerar uma carteira. Devidamente registrado, o investidor tem acesso à cotação e pode realizar transações.
Para isso, ele precisa transferir uma quantia em valor real pela quantidade de moedas desejadas. Essa parcela vem em forma de tokens digitais que simbolizam as criptomoedas.
No Brasil as plataformas que permitem essas transferências são a Foxbit, o Bitcoin to you e a Walltime.
Se você gostou de saber o que é moeda criptografada e quer aprender mais sobre como ela funciona? Nós temos um curso explicando a tecnologia que move todas essas moedas, o Blockchain em Minutos.