Conheça a evolução da rentabilidade do Bitcoin

Conheça a evolução da rentabilidade do Bitcoin

Investir por conta própria representa uma maior autonomia em relação aos riscos aceitos e ao controle daquilo que é investido. Nesse contexto de liberdade, é mais importante ainda conhecer bem a volatilidade e entender corretamente as possibilidades de retorno.

Levando isso em consideração, a rentabilidade do BitCoin é um desses fatores que você, como investidor independente, precisa compreender. Sendo assim, preparamos este pequeno histórico para comentar a respeito de sua evolução e das perspectivas futuras. Continue lendo para saber mais!

A rentabilidade do Bitcoin em 2017

variação do Bitcoin é um segredo para muitas pessoas, inclusive para uma considerável parcela dos investidores que apostam nesse caminho. Olhar para a sua rentabilidade atual é, portanto, uma das maneiras mais efetivas de analisá-la.

Segundo notícia publicada pelo InfoMoney, a moeda apresentava, ainda no primeiro semestre, um aumento de quase 140%. O comparativo ia do dia 1º de janeiro ao fim do mês de maio, data da publicação. No início do ano, ela era negociada a US$ 1.003; no fim do período analisado, chegava ao surpreendente valor de US$ 2.337. Ou seja, em apenas cinco meses, ela teve uma alta significativa.

O porquê da valorização do Bitcoin

Para se ter ideia, em 2015, mais de 15 mil comerciantes brasileiros aceitavam Bitcoins como forma de pagamento, de acordo com artigo publicado pelo TecMundo. Esse número se explica pela valorização da moeda. Mas por que ela acontece?

Isso se deve à autonomia que ela proporciona aos investidores, além da segurança — é digitalmente “armazenada” — e das baixas taxas de transação.

Outro fator impactante foi a regulamentação do BitCoin no Japão, que ocorreu em em em abril de 2017. O país, cujo papel é relevante na economia mundial, estabeleceu uma série de medidas visando o aperfeiçoamento de termos legais e operacionais de transações realizadas com a moeda.

A implantação do SegWit (Segregated Witness) nas operações também contribuiu consideravelmente para a valorização. Ele introduz uma nova forma de segmentar e armazenar as assinaturas (testemunhas) de uma transação, deixando-a mais segura.

As perspectivas para os próximos anos

Partindo desse cenário, a estimativa é de que a sua rentabilidade continue alta — ou aumente — no futuro. Este texto da revista Exame dá a medida precisa do histórico: quem comprou R$ 100 de BitCoins em 2011, tem cerca de R$ 120.000 atualmente.

Desse modo, não é de se espantar que a liberdade econômica por ele proporcionada só cresça nos próximos anos. Basta olhar para o seu histórico e notar que, apesar de todas as grandes variações, ele se manteve extremamente rentável. Por isso, as tendências são animadoras.

A rentabilidade do Bitcoin e os outros investimentos

dinheiro digital, em comparação a outros tipos de investimento, como rendas fixas e bolsa de valores, se mostra como uma excelente opção. Um levantamento feito pela Época Negócios comprova isso: a porcentagem de retorno do BitCoin até agosto de 2017 foi de 342,77%, a Ibovespa ficou com 17,91%, sendo que a Selic e o CDI tiveram algo em torno de 7,20%.

Levando todos os fatores apresentados, o histórico e as perspectivas dos próximos anos em conta, fica fácil perceber que a rentabilidade do BitCoin é impressionante. Por isso, é fundamental perder o medo de investimentos de risco como esse, pois eles oferecem retornos significativamente maiores, fazendo com que valha a pena se arriscar um pouco mais para receber grandes valores no futuro.

Se você gostou deste texto e ficou interessado em obter outras informações, entre em contato com a Foxbit. Será um grande prazer atendê-lo!

Investir em Bitcoin é seguro?

Investir em Bitcoin é seguro?

Para quem quer investir em Bitcoin, as últimas notícias sobre a moeda podem agradar bastante. Para se ter ideia, a criptomoeda nunca esteve tão bem cotada no mercado. Nesta quarta-feira, 1 de novembro, a moeda chegou a ser negociada por US$ 6.450, o que significa mais de R$ 21 mil (veja quanto custa 1 bitcoin agora).
Especialistas confirmam que essa é a melhor hora para investir, porém, apesar do bom momento, ainda existem muitas dúvidas sobre a segurança desse investimento. Pensando nisso, hoje, explicaremos para você se este é uma opção segura. Entenda!

Investir em Bitcoin é seguro?

Antes de responder esta pergunta, é importante esclarecer algumas informações. Primeiro, o Bitcoin não é como uma aplicação comum, ela é uma moeda. Por isso, há formas específicas para se investir: por meio de mineração, onde se usa um software para emitir novas espécies, ou por troca de dinheiro real pela criptomoeda.
A segunda coisa é que a segurança do Bitcoin está atrelada à sua criptografia — sistema de códigos extremamente complicado e bem difícil de ser decifrado. Sua proteção também é garantida por causa de sua independência. A longo prazo, essa moeda não é afetada por problemas de instabilidade comuns em mercados monetários, já que não há interferência de fora.
Outro ponto é que ela possui uma emissão previsível, isto é, existe um protocolo que permite apenas a existência de aproximadamente  21 milhões de Bitcoins, garantindo uma proteção deflacionária para a moeda.
Contudo, apesar de sua administração exigir apenas um computador e conexão com a internet. Sua mineração é um pouco mais complicada e necessita de um PC com um bom processador, aplicativos específicos para minerá-la e criar uma carteira virtual responsável por gerenciar as moedas conquistadas.

Quais são as desvantagens?

O que mais preocupa os economistas quando se fala em Bitcoin é a sua volatilidade. Em seu histórico, a moeda já apresentou oscilações extremas em poucos dias. Em janeiro desse ano, por exemplo, ela chegou a valer U$$ 842 e dias depois atingiu o patamar de US$1.080.
Apesar do aumento positivo de 28% na época a oscilação ainda é muito grande. Mesmo aplicações como ações ou moedas tipo o dólar, por exemplo, costumam sofrer oscilações mínimas se comparadas ao Bitcoin.
https://foxbit.com.br/blog/o-fim-do-dinheiro-em-especie-esta-proximo-entenda-aqui/
A questão regulatória também é um tema que merece atenção: não se sabe como os governos lidarão com a moeda à medida que ela for se tornando mais presente na vida das pessoas. Apesar disso, é a sua descentralização que garantirá que o poder executivo não tente controlá-la, embora possam haver proibições de seu uso.
Outro ponto é que por causa da falta de conhecimento dos usuários, a segurança para lidar com moedas desse tipo pode ser prejudicada. Nesse contexto, ataques contra os usuários de Hackers e Malwares são bem possíveis.
Em 2014, por exemplo, ocorreu um problema que não está relacionado a moeda em si, mas com a plataforma responsável por gerenciar o trade. A bolsa japonesa Mt.Gox sofreu um ataque no qual cerca de R$385 milhões dos usuários foram roubados. Escolher uma bolsa que nunca foi hackeada e com bom histórico é de extrema importância.

Surpresas ou incertezas? 

O que indica que, apesar de ser um mercado bastante promissor, ainda há incertezas a respeito de sua administração e que devem ser considerados quando se pensa no seu investimento.
E aí, gostou de saber se investir em Bitcoin é seguro? Gostaria de conhecer mais sobre a moeda? Dê uma olhada sobre o nosso texto sobre transações com a criptomoeda e entenda como funciona!
https://foxbit.com.br/blog/transacao-de-bitcoins-entenda-de-uma-vez-por-todas-como-funciona/

5 fatos que comprovam que o Bitcoin é rastreável

5 fatos que comprovam que o Bitcoin é rastreável

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o bitcoin é rastreável. Para os usuários mais ambientados e que literalmente já conhecem o terreno onde pisam, essa informação pode não ser novidade.

Mas se você ainda tem dúvidas relacionadas ao assunto, fique tranquilo. Continue a leitura para conferir 5 fatos que demonstram como o bitcoin perde o suposto anonimato!

1. O cadastro de usuários é feito com análise criteriosa

Além de exigir o envio de um arquivo digitalizado do documento de identificação com foto, as corretoras de bitcoins verificam até os antecedentes criminais do futuro detentor da criptomoeda. Os dados são privados e não são disponibilizados para o Estado.

2. Todas as operações com bitcoins são registradas

No mundo real, os bancos são os órgãos encarregados de conferir legitimidade às transações financeiras. Com o bitcoin, essa função de auditoria cabe aos próprios usuários, mais especificamente aos chamados “mineradores” e aos nodes.

Para que todas as operações realmente sejam concretizadas, um tipo de desafio matemático precisa ser concluído. Feito isso, o resultado (facilmente verificável) é validado pelos demais mineradores. Vale destacar que o “desafio” é solucionado mediante uso de um computador com alta capacidade de processamento (hardware robusto).

Por fim, essas transações são registradas no blockchain, que é praticamente o livro contábil dos bitcoins. As transações são organizadas em conjuntos que, por sua vez, são registrados no blockchain.

3. As transações são vinculadas a identidades reais

O bitcoin opera com base em um sistema de operações constituído de entradas e saídas. Todas as transferências partem das entradas para as saídas, que possuem seus respectivos códigos de endereços (usados para concretizar cada operação).

Em teoria, seria possível que as transações partissem de uma única entrada e se destinassem a uma única saída. Na prática, isso praticamente não acontece, pois o volume da operação de entrada (remetente) teria de ser idêntico ao da saída (receptor).

Esses vários endereços, usados para iniciar e concluir as transações, podem estabelecer um vínculo com identidades verdadeiras. Ao transferir bitcoins para uma loja virtual, por exemplo, o usuário terá sua identidade atrelada ao endereço usado naquela operação.

O mesmo acontece quando o usuário utiliza um endereço para sacar ou depositar dinheiro via corretora (devidamente regulamentada, claro).

4. As origens de cada transação podem ser descobertas

Outro ponto a se considerar consiste no fato de que o sistema usado pelo bitcoin é penetrável. Por mais que o fluxo de operações ocorra através de pontos múltiplos de uma rede, há como estabelecer links entre esses pontos. Com isso, é possível descobrir as origens de cada transação.

5. As transações são transparentes

As transações realizadas com bitcoin ocorrem por meio de uma rede totalmente transparente. É por essa mesma razão que um único usuário consegue agrupar diversos endereços.

Basta que somente um endereço usado nas transações com bitcoin apresente algum vínculo com a identidade real do usuário. A partir daí, os demais endereços também podem ficar conectados a essa mesma identificação.

Como você pôde conferir, o bitcoin é rastreável e isso acontece de diversas maneiras. Além disso, a aquisição das criptomoedas é um processo simples e altamente confiável. Para isso, você só precisa buscar uma corretora de bitcoins devidamente registrada.

Achou essas informações úteis? Aproveite para ler nosso artigo “transação de bitcoins: entenda de uma vez por todas como funciona!” e aprofundar seus conhecimentos sobre o tema!

Conheça a economia do bitcoin que não para de crescer

Conheça a economia do bitcoin que não para de crescer

Neste texto daremos uma introdução sobre o que é essa nova economia do bitcoin. Fique atento as novas tendências e não perca esse barco.

Em 2008 um PDF surgiu na internet com a ideia de uma moeda que revolucionaria o sistema monetário como conhecíamos e ela foi chamada de Bitcoin.

Desde então, essa criptomoeda vem se consolidando no mercado global, passando a fazer parte, inclusive, do dia a dia de pessoas que não são necessariamente investidoras, mas que enxergam na moeda as vantagens que ela representa em comparação às que dependem de governos e decisões políticas.

A seguir, entenderemos como essa economia cresceu desde seu surgimento. Acompanhe!

Economia do Bitcoin: do nascimento ao boom

A primeira compra real utilizando Bitcoin (BTC) aconteceu em 2010. Nessa época, o mercado da moeda digital já estava estabelecido e existia a possibilidade de comprar e vender — seu valor mais alto registrado foi de US$ 0,39.

Em novembro do mesmo ano, o valor total negociado já havia ultrapassado 1 milhão de dólares. No ano seguinte, em 2011, a moeda finalmente alcançou o dólar e, daí em diante, seu crescimento foi exponencial.

Em 2013, enquanto 1 BTC custava US$ 20, em abril do mesmo ano o maior valor registrado foi de US$ 266. Enquanto isso, o mercado ultrapassava o marco de US$ 1 bilhão em negociações.

Contudo, mesmo com tal crescimento, esses valores ainda são tímidos se comparados aos atuais. No momento em que esse artigo está sendo escrito, 1 Bitcoin vale R$ 23.405,91 (US$ 7197,00).

Mas o que aconteceu para que essa moeda alcançasse patamares tão altos em 2017? Para conferir, continue com a leitura.

Bitcoin em 2017

O ano de 2017 está sendo um ano de recordes para a criptomoeda. Em janeiro, 1 BTC valia aproximadamente US$ 1000, ou seja, seu crescimento até esse momento foi de mais de 600%. O Bitcoin nunca cresceu tanto em tão pouco tempo.

Como existem 16,5 milhões de Bitcoins em circulação, seu valor total de mercado é de mais de R$ 220 bilhões. Se compararmos esse montante ao do real circulante, que é de aproximadamente R$ 218 bilhões, concluímos que a BTC já vale mais que o real.

E não apenas, 1 BTC também vale mais que o ouro. No momento, uma onça de ouro custa aproximadamente US$ 1275. Para entender esse impulso repentino, podemos considerar dois fatores muito importantes.

O primeiro, é a recente legislação do Japão, que agora reconhece a criptografia como meio de pagamento. O segundo, é o claro interesse e apoio dos EUA a essa moeda digital.

Acompanhando os americanos, os russos também demonstraram interesse pela BTC. Somando isso à crescente demanda de investidores pelo mundo todo e aos fatores citados acima, é possível compreender o porquê da guinada que a Bitcoin vem enfrentando.

O que a Bitcoin nos ensinou

Os 7 anos de atuação dessa criptomoeda no mercado ensinaram que a Bitcoin, assim como outras, são ótimas alternativa às políticas conservadoras de moedas fiduciárias.

A descentralização, a segurança, a rapidez e o baixo (ou nenhum) custo nas transações fazem das moedas digitais sinônimos da liberdade econômica e ótimas opções não só para os momentos de crise das moedas fiduciárias, mas inclusive para o nosso dia a dia.

Aqui, vale citar o economista F. A. Hayek, em seu livro Choice in currency: “não poderia haver um freio melhor contra o abuso da moeda pelo governo do que se as pessoas fossem livres para recusar qualquer moeda que desconfiassem e preferir uma moeda na qual confiam… Parece-me que se conseguíssemos impedir governos de se intrometer com a moeda, faríamos um bem maior do que qualquer governo já fez a esse respeito.”

Agora que conheceu os motivos do crescimento da Bitcoin, que tal assinar nossa Newsletter e receber conteúdo diretamente no seu e-mail?

Entenda como funcionam os sistemas de pagamento online

Entenda como funcionam os sistemas de pagamento online

Sistemas de pagamento online revolucionaram a forma como compramos produtos e serviços no nosso dia a dia. Mas você sabe como eles funcionam? Por mais simples que pareça inserir suas informações e ter sua compra aprovada, o caminho que essas informações percorrem é bem grande, passando por várias instituições e verificações.
Continue a leitura deste artigo e entenda como funcionam essas transações.

Os agentes dos sistemas de pagamento online

Mesmo no mundo físico, quando compramos algo presencialmente com o cartão de crédito, os agentes presentes no momento do pagamento não se resumem ao cliente e ao lojista: é preciso que a maquinha (POS) reconheça seu cartão e a bandeira. Essa, por sua vez, contata o banco, que autoriza ou recusa o pagamento.
O funcionamento é semelhante no mundo do e-commerce, mas é comum que tenhamos alguns agentes a mais envolvidos. A seguir, conheça todos os atores dessa operação e a função de cada um para que o Sistema de pagamento funcione.

Adquirente

Os adquirentes são as empresas que liquidam as transações realizadas pelo cartão de crédito ou débito. Sua função é entrar em contato com a bandeira para receber do cliente e repassar ao vendedor o valor da transação dentro do prazo estabelecido. Podemos citar como exemplos de empresas nacionais de adquirentes a Rede e a Cielo.

Gateway de pagamento

O gateway é quem fornece a interface e processa o pagamento no momento do checkout. Alguns redirecionam o pagamento para outro site, que é onde o cliente deverá inserir suas informações — como CPF, número do cartão e quantidade de parcelas —, enquanto outros possuem a funcionalidade de realizar o pagamento no próprio site do vendedor.
Os gateways também podem oferecer as funcionalidades de comprar com um clique e retentativas inteligentes.

Subadquirente

A função dos subadquirentes é realizar a intermediação dos pagamentos entre as partes envolvidas. Eles costumam contar com os próprios serviços de gateway e antifraude, já possuem os adquirentes cadastrados e são fáceis de implantar. Alguns exemplos são o Paypal e o PagSeguro.

Bandeira do cartão

São as marcas que determinam sob quais regras o cartão utilizado funciona. A bandeira define, por exemplo, o número máximo de parcelas e em quais estabelecimentos seu cartão é aceito.

Emissor

São os bancos que emitem os cartões. Após ser contatado pela bandeira, ele responde autorizando ou não a compra. Para isso, o banco verifica os dados do cartão e se ele possui saldo em conta, no caso das compras no débito, ou limite de crédito suficiente no caso das compras no cartão de crédito.

O caminho percorrido por um pagamento online

Agora que você já conhece todos os agentes envolvidos no processo do pagamento online, fica mais simples entender como acontece o percurso dessa transação, desde a compra até o momento que o dinheiro vai para o destinatário. Acompanhe:

  1. Após escolher o produto ou serviço na loja virtual, o cliente será direcionado para o gateway para inserir as informações necessárias e realizar o pagamento. O gateway pode ser do próprio do site ou do site do subadquirente.
  2. Depois de inserir as informações, o subadquirente ou o gateway realizam a conexão com o adquirente. De lá, os dados seguem para a bandeira e depois para o emissor.
  3. A operação então realiza o caminho inverso, passando pela bandeira, pelo adquirente e retornando ao gateway, que informa ao cliente se a compra foi aprovada.
  4. O valor da venda é liquidado com o vendedor pelo emissor, no caso de compras no débito, mas também pode ser antecipado pelo subadquirente de forma compulsória.

Como você pôde perceber, uma compra online é um enorme processo e envolve muitos atores. Toda essa operação é realizada na intenção de facilitar tanto a vida do vendedor quanto a do comprador na hora de uma transação financeira, evitando fraudes e dificuldades de comunicação com os diversos emissores de cartões e bandeiras.
E então, entendeu como funcionam os sistemas de pagamento online? Ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário neste post!