O que são dApps?

O que são dApps?

Aplicativos descentralizados, ou dApps, são, em essência, versões de aplicativos criados na blockchain do Ethereum baseados em contratos inteligentes (smart contracts). Os dApps funcionam exatamente como aplicativos tradicionais – um usuário nem deve notar a diferença – mas fornecem muito mais em termos de recursos.

Os dApps representam uma nova forma de interagir com as finanças pessoais. Quando pensamos em finanças tradicionais, muitas vezes vêm à mente empréstimos, poupanças, financiamentos e afins. Cada um deles é alimentado, se desejar, por uma autoridade central, como bancos ou outras instituições financeiras.

Muitos consideram as criptomoedas e a blockchain como o presente e o futuro das finanças. Se for o caso, como transações financeiras como empréstimos, por exemplo, irão funcionar num ambiente totalmente descentralizado? É o que colocaremos em xeque neste artigo!

Breve história dos dApps

Embora o Bitcoin (BTC) seja a primeira rede blockchain, a tecnologia evoluiu muito além de uma simples transação financeira. Quando Vitalik Buterin e seus colegas propuseram o Ethereum (ETH) em 2013, eles focaram em algo muito mais amplo – um estilo de vida digital totalmente descentralizado.

Buterin imaginou uma internet baseada em blockchain, onde os usuários tivessem o controle em vez de corporações. Para fazer isso, o Ethereum alimentaria o que são essencialmente declarações automatizadas de causalidade chamadas contratos inteligentes (smart contracts). Esses contratos são imutáveis, pois as regras e limitações foram incorporadas em seu código. Isso significa que qualquer parte pode realizar transações sem intermediário, eliminando a necessidade de plataformas centralizadas.

Curiosamente, 2014 viu o lançamento de um relatório definindo os dApps, chamado “The General Theory of Descentralized Applications, Dapps”. Foi escrito por vários autores com experiência no espaço, como David Johnston e Shawn Wilkinson.

O artigo definiu os dApps como entidades com as seguintes características:

  • Um dApp deve ter código-fonte aberto e funcionar sem intervenção de terceiros. Deve ser controlado pelo usuário, pois ele propõe e vota nas mudanças que são implementadas automaticamente;
  • Todas as informações devem ser mantidas em uma rede blockchain acessível ao público. A descentralização é fundamental, pois não pode haver um ponto central de ataque;
  • Os dApps devem ter algum tipo de token criptográfico para acesso e devem recompensar os contribuidores no referido token, como mineradores e stakers.
  • Um dApp deve ter um método de consenso que gere tokens, como prova de trabalho (PoW) ou prova de participação (PoS);

A partir daí, o artigo classifica três “tipos” ou “camadas” de dApps com base na forma como os usuários interagem com eles.

dApps de Camada 1

Existem por si próprios em seu próprio blockchain. Os projetos mais populares de dApps são de camada um, como o Bitcoin, por exemplo. Eles exigem um algoritmo de consenso e regras previamente incorporadas.

dApps de Camada 2

Geralmente são construídos em cima da camada um, aproveitando o poder do referido blockchain. Muitas vezes considerados protocolos, eles utilizam tokens para interações. Uma solução de dimensionamento construída em cima do Ethereum é um bom exemplo de um DApp de camada dois. As transações podem ser processadas nesta segunda camada antes de se comprometerem com a primeira, retirando alguma carga da cadeia principal.

dApps de Camada 3

Por fim, os dApps da camada três são construídos sobre a camada dois, geralmente contendo as informações necessárias para que as outras duas interajam. Ele pode armazenar as interfaces de programação de aplicativos (APIs) e os scripts necessários para que a camada um e a camada dois funcionem. Por exemplo, um protocolo de camada três pode abrigar vários dApps de camada dois, facilitando a experiência do usuário em todos eles.

Simplificando, o documento define dApps como vários aplicativos que são alimentados por um blockchain central. Alguns podem construir em cima dessa camada inicial, mas todos são considerados dApps, se atenderem aos critérios mencionados acima.

Por que utilizar dApps?

A descentralização oferece vários benefícios em relação aos aplicativos executados em uma rede centralizada. A principal delas é dispensar a necessidade de uma terceira parte envolvida, graças aos smart contracts. Um aplicativo como o PicPay permite enviar dinheiro para qualquer pessoa, no entanto, transferir esses fundos para uma conta bancária custa uma taxa.

Enviar dinheiro por um aplicativo descentralizado, no entanto, significa que não há nenhum ou muito pouco custo envolvido. Isso economiza dinheiro dos usuários em taxas e, considerando que as transações descentralizadas são quase instantâneas, também economiza tempo.

Outra vantagem das plataformas descentralizadas é que elas são invulneráveis ​​a todos os tipos de ataques, pois não há dispositivo físico para “atacar”. Isso não apenas torna a rede dos dApps mais segura, mas também significa que não há tempo de inatividade. É possível acessar a qualquer hora, de qualquer lugar.

Os dApps também podem ser aplicados a praticamente qualquer setor, como de saúde, governança, jogos e até armazenamento de arquivos. Como resultado, o uso dos dApps é bem semelhante aos aplicativos tradicionais. Embora os usuários se beneficiem de todas as alterações no back-end, a experiência real deve ser a mesma. Esta forma de interagir com as aplicações é considerada Web 3.0, referindo-se também à descentralização das informações.

Quando a web começou, era um espaço cheio de informações que qualquer um podia acessar. Com o tempo, as grandes empresas aproveitaram ou centralizaram tudo. Embora essas organizações os forneçam “gratuitamente”, isso tem o custo de fornecer nossos dados – e dados, nos dias de hoje, valem dinheiro!

As empresas então têm controle sobre essas informações, sabem o que seus usuários gostam de comprar, quanto dinheiro eles têm e quem eles conhecem. Esse controle também significa que eles podem tirá-lo. 

Na Web 3.0, por sua vez, utilizar dApps não interfere na sua privacidade. 

Em vez disso, um usuário pode optar por compartilhar apenas as informações necessárias para, digamos, um check-up médico ou um empréstimo, e escolher quem as vê e por quanto tempo. 

As empresas também podem pagar por esse acesso, garantindo que os usuários obtenham vantagem financeira disso. 

Há também a questão da confiança. Em um mundo onde grandes empresas com a chamada alta segurança estão vazando nomes de usuário, e-mails e senhas, é difícil saber em quem confiar.

Utilidades dos dApps

Como já abordamos, a aplicação mais óbvia dos dApps, atualmente, é no setor de finanças. Mas eles já estão sendo utilizados de diversas outras formas! Confira a seguir:

dApps para Finanças

Através dos bancos, os credores ganham certas taxas de juros com base no dinheiro economizado. Quanto mais uma pessoa poupa, mais o banco pode emprestar e mais ambas as partes ganham em termos de juros. No entanto, o banco, que atua como uma entidade centralizada, recebe um corte maior do que os credores gostariam, simplesmente por fornecer um espaço para armazenar fundos.

Num dApp, os credores ganham 100% de seus juros, pois não há intermediário para pagar. Além disso, eles têm mais controle sobre os empréstimos, enquanto recebem tokens da plataforma que escolhem para emprestar.

Quanto aos mutuários, eles têm mais voz em termos de juros pagos, bem como de tempo para pagá-los. De fato, algumas plataformas permitem que os mutuários demorem meses ou até anos para pagar os juros, desde que atendam a um limite mínimo de pagamento. O mutuário também pode discutir as taxas com o credor, garantindo uma decisão justa para ambas as partes envolvidas.

dApps para fins de governança

Na maioria dos casos, votar é um processo monótono. Muitas vezes envolve várias etapas de validação – algumas inacessíveis para cidadãos sem moradia adequada ou para aqueles que sofrem de outros problemas. Isso sem falar em adulteração e atividades ilícitas de eleição como um todo.

Um dApp de votação pode abrir o procedimento para todos através de contratos inteligentes (smart contracts). Basicamente, a comunidade pode votar em uma lista de propostas. Em seguida, eles podem configurar um prazo, digamos, de 48 horas, para os usuários “apostarem” seu voto com tokens. Isso abre a participação de todos, permitindo que qualquer pessoa vote anonimamente.

Os votos são armazenados em uma rede descentralizada, tornando-os imutáveis ​​e invioláveis. Além disso, os contratos inteligentes podem recompensar os eleitores com um token relevante por seus esforços, incentivando as pessoas a votarem nas próximas eleições.

dApps para jogos

Os jogos sempre foram um caso de uso interessante dos dApps. Atualmente, os jogos exigem dezenas de horas investidas em um personagem para crescer – quase sempre investindo dinheiro de verdade – apenas para que ele fique lá e apodreça quando o jogador seguir em frente e começar a jogar outro jogo.

Os dApps apresentam uma solução mais interessante em termos de valor. Pegue um jogo como CryptoKitties, por exemplo. Os jogadores adquirem um ativo tokenizado, neste caso, um gatinho. Esse gatinho cresce com o tempo, aumentando em valor se for criado adequadamente. Um usuário pode então vender esse gato pelo que quiser, supondo que haja um comprador que pague por ele.

Além disso, alguns gatinhos podem cruzar com outros gatinhos, criando um gatinho ainda mais raro e potencialmente mais valioso. Os jogadores podem trocar ou coletar gatinhos, fazendo o que quiserem com esses animais de estimação tokenizados. Seu investimento de tempo torna-se genuinamente valioso. 

Atualmente, o Axie Infinity vem ganhando mais espaço do que o CryptoKitties. mas imagine um futuro onde as horas de jogo entre os dois jogos sejam transmutáveis! Quem sabe?

dApps para mídias sociais

Primeiramente, não há ninguém para censurar postagens, o que significa liberdade de expressão total. Se algumas postagens se tornarem um problema, no entanto, a comunidade pode votar para removê-las.

Os influenciadores também podem ganhar mais. Em plataformas tradicionais, como o Twitter, a empresa lucra mais com os tweets populares. Ele ganha receita de publicidade de todas as visitas ao site, e o autor não recebe, bem, absolutamente nada.

Os dApps de mídia social podem ter um sistema de gorjeta embutido usando seu token, e os usuários podem exibir anúncios e receber seus pagamentos integrais, em vez de uma empresa receber uma fatia considerável.

dApps para arrecadação de fundos e publicidade

Muitos usuários aproveitam um bloqueador de anúncios enquanto navegam online. Obviamente, isso é uma problema para os sites que tentam gerar receita através disso, mas é compreensível em alguns aspectos, pois os anúncios se tornaram bastante desagradáveis ​​de várias maneiras. Um dApp de navegador pode corrigir isso.

À medida que os usuários navegam na web, eles o fazem com um bloqueador de anúncios e rastreadores integrado ao navegador, ganhando criptomoedas ao longo do caminho. Agora, à medida que os usuários encontram criadores e sites que gostariam de apoiar, eles podem optar por permitir contribuições. 

Isso significa que quanto mais um usuário navega, mais ele paga para esse site ao longo do tempo. Os usuários podem até habilitar anúncios para esses sites específicos, ajudando-os ainda mais a longo prazo.

Privacidade é o nome do jogo aqui. Os usuários escolhem quem pode rastreá-los, protegendo suas informações e ainda contribuindo para plataformas que precisam do dinheiro. É uma situação de ganho para todos os lados!

Desvantagens dos dApps

Embora os aplicativos descentralizados (dApp) possam oferecer um futuro livre de corporações, atualmente existem alguns problemas importantes que o setor está trabalhando para resolver.

A falta de uma autoridade central pode significar atualizações mais lentas e mudanças de plataforma. Afinal, uma parte pode simplesmente atualizar seu aplicativo como quiser. Um dApp, no entanto, requer o consenso da maioria da governança interina – mesmo para uma pequena correção de bug. Isso pode levar semanas ou até meses, pois os usuários debatem os prós e os contras de qualquer melhoria.

Além disso, os dApps exigem uma base de usuários de tamanho razoável para funcionar corretamente. Eles precisam de nodes, governança e usuários apenas para interagir com ele. No entanto, acessar os DApps pode ser bastante difícil neste estágio inicial e muitos não estão reebendo o suporte de que precisam.

No futuro, acessar um dApp pode ser tão simples quanto baixar um aplicativo na Apple App Store ou Google Play. Por enquanto, os usuários devem baixar um navegador compatível com dApp, enviar a criptografia necessária para essa carteira e interagir a partir daí. 

Embora os usuários experientes em tecnologia não devam ter problemas com isso, a grande maioria das pessoas não tem ideia de por onde começar. É aí que a gente entra!

Conheça a Foxbit e comece a investir em criptomoedas agora mesmo!

O que é DeFi?

O que é DeFi?

As finanças descentralizadas, também conhecidas como DeFi, usam a tecnologia da blockchain e das criptomoedas para gerenciar transações financeiras. As DeFi visam democratizar as finanças substituindo instituições centralizadas tradicionais por relacionamentos peer-to-peer que podem fornecer uma gama completa de serviços financeiros, desde serviços bancários diários, empréstimos e hipotecas até relacionamentos contratuais complexos e negociações de ativos – digitais ou não.

Finanças nos dias de hoje

Hoje em dia, quase todas as transações financeiras, empréstimos e negociações são gerenciados por sistemas centralizados, operados por órgãos governamentais. Os consumidores precisam lidar com uma série de intermediários financeiros para ter acesso a tudo, desde empréstimos para automóveis e hipotecas até negociar ações e títulos.

Nos EUA, por exemplo, órgãos reguladores como o Federal Reserve e a Securities and Exchange Commission (SEC) definem as regras para o mundo das instituições financeiras e corretoras centralizadas, e o Congresso altera as regras ao longo do tempo.

Como resultado, existem poucos caminhos para os consumidores acessarem diretamente o capital e os serviços financeiros. Eles não podem ignorar intermediários como bancos, bolsas e credores, que ganham uma porcentagem de cada transação financeira e bancária como lucro. Todos nós temos que “pagar pra ver”.

O Futuro: Finanças Descentralizadas (DeFi)

Na realidade atual, você pode colocar suas economias em uma conta poupança online e ganhar uma taxa de juros de 0,5% sobre seu dinheiro. O banco então empresta esse dinheiro para outro cliente com juros de 3% e embolsa o lucro de 2,5%. Com as DeFi, as pessoas emprestam suas economias diretamente a outras pessoas, eliminando essa perda de lucro de 2,5% e obtendo o retorno total de 3% do dinheiro.

As DeFi desafiam esse sistema financeiro centralizado, desempoderando intermediários e capacitando “pessoas comuns” por meio de trocas ponto a ponto (peer-to-peer).

“O objetivo do DeFi é reconstruir o sistema bancário para todo o mundo desta forma aberta e sem permissão”, diz Alex Pack, sócio-gerente da Dragonfly Capital.

Alguns tentarão argumentar dizendo: “Mas eu já faço isso através do Pix”. Porém, você ainda precisa ter um cartão de débito ou conta bancária vinculada a esses aplicativos para enviar fundos, portanto, esses pagamentos ponto a ponto ainda dependem de intermediários financeiros centralizados para funcionar.

DeFi: 100% executado em Blockchain

Blockchain e criptomoeda são as principais tecnologias que permitem finanças descentralizadas.

Quando você faz uma transação em sua conta corrente convencional, ela é registrada em um livro-razão privado – seu histórico de transações bancárias – que pertence e é gerenciado por uma grande instituição financeira. Blockchain é um livro-razão público distribuído e descentralizado onde as transações financeiras são registradas em código.

Quando dizemos que a blockchain é distribuída, isso significa que todas as partes que usam um aplicativo DeFi têm uma cópia idêntica do livro público, que registra cada transação em código criptografado. Isso protege o sistema fornecendo aos usuários anonimato, além de verificação de pagamentos e um registro de propriedade de ativos que é (quase) impossível de alterar por atividade fraudulenta.

Quando dizemos que o blockchain é descentralizado, isso significa que não há intermediário ou gatekeeper gerenciando o sistema. As transações são verificadas e registradas por partes que usam o mesmo blockchain, por meio de um processo de resolução de problemas matemáticos complexos e adição de novos blocos de transações à cadeia.

Os defensores das DeFi afirmam que a blockchain descentralizada torna as transações financeiras seguras e mais transparentes do que os sistemas privados e opacos empregados nas finanças centralizadas.

Como as DeFi são utilizadas hoje?

As DeFI estão adentrando uma ampla gama de transações financeiras simples e complexas. Alimentadas por aplicativos descentralizados chamados “dApps” ou outros programas chamados “protocolos”. dApps e protocolos lidam com transações nas duas principais criptomoedas, Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH).

Embora o Bitcoin seja a criptomoeda mais popular, o Ethereum é muito mais adaptável a uma ampla variedade de usos, o que significa que grande parte do cenário de dApps e protocolo usa código baseado em Ethereum.

Aqui estão algumas das maneiras que os dApps e protocolos já estão sendo utilizados:

Transações financeiras tradicionais

Qualquer coisa, desde pagamentos, negociação de títulos e seguros, até empréstimos e empréstimos, já está acontecendo através de DeFi.

Bolsas descentralizadas (DEXs)

No momento, a maioria dos investidores em criptomoedas usa exchanges centralizadas como a Foxbit. DEXs facilitam as transações financeiras ponto a ponto e permitem que os usuários mantenham o controle sobre seu dinheiro.

Carteiras digitais

Os desenvolvedores da DeFi estão criando carteiras digitais que podem operar independentemente das maiores exchanges de criptomoedas e dar aos investidores acesso a tudo, desde criptomoedas a jogos baseados em blockchain.

Stablecoins

Embora as criptomoedas sejam notoriamente voláteis, as stablecoins ​​tentam estabilizar seus valores vinculando-as a não criptomoedas, como o dólar americano.

Mineração

As DeFi possibilitam que investidores especulativos emprestem cripto e potencialmente obtenham grandes recompensas quando as plataformas de empréstimo de moedas proprietárias DeFi recompensam 0 usuário por concordar com o empréstimo se valorizarem rapidamente – a já tradicional mineração de cripto.

Tokens não fungíveis (NFTs)

Os NFTs criam ativos digitais a partir de ativos normalmente não negociáveis, como um vídeo com os 10 gols mais bonitos de Ronaldo Fenômeno ou o primeiro tweet no Twitter. Os NFTs mercantilizam o anteriormente não comerciável.

Empréstimos instantâneos

Criptomoedas que emprestam e reembolsam fundos na mesma transação. Parece contra-intuitivo? Veja como funciona:

  • Os mutuários têm o potencial de ganhar dinheiro firmando um contrato codificado na blockchain Ethereum – sem necessidade de advogados – que empresta fundos,;
  • Executa uma transação e paga o empréstimo instantaneamente;
  • Se a transação não puder ser executada ou houver prejuízo, os fundos voltam automaticamente para quem empresta;
  • Se você obtiver lucro, poderá embolsá-lo, menos quaisquer encargos ou taxas de juros.

O mercado DeFi mensura a adoção medindo o que é chamado de valor bloqueado, que calcula quanto dinheiro está trabalhando atualmente em diferentes protocolos DeFi. Atualmente, o valor total bloqueado nos protocolos DeFi é de mais de US$40 bilhões.

A DeFi é alimentada pela natureza onipresente do blockchain: no mesmo momento em que um dApp é codificado no blockchain, ele está disponível globalmente. 

Enquanto a maioria dos instrumentos e tecnologias financeiras centralizadas são lançadas lentamente ao longo do tempo, regidos pelas respectivas regras e regulamentos das economias regionais, os dApps existem fora dessas regras, aumentando sua recompensa potencial e também aumentando seus riscos.

Riscos das DeFi

DeFi é um fenômeno emergente que carrega consigo alguns riscos do desconhecido. Como inovação recente, as finanças descentralizadas não foram submetidas a testes com resultados concretos. 

Além disso, as autoridades estão analisando com mais atenção os sistemas que estão implementando, de olho na regulamentação. Alguns dos riscos da utilização de DeFi incluem:

Não há proteção ao consumidor

As DeFi prosperam na ausência de regras e regulamentos. Mas isso também significa que os usuários podem ter pouco recurso caso uma transação dê errado. Os bancos, por exemplo,  são obrigados por lei a manter uma certa quantidade de seu capital como reservas, para manter a estabilidade e descontá-lo de sua conta sempre que precisar. Não existem proteções semelhantes nas DeFi.

Hackers

Embora uma blockchain possa ser quase impossível de alterar, outros aspectos das DeFi correm risco de serem hackeados, o que pode levar ao roubo ou perda de fundos. Todos os possíveis casos de uso de finanças descentralizadas dependem de sistemas de software vulneráveis ​​a hackers.

Sem garantia, sem empréstimo

A garantia é uma coisa de valor usada para efetuar um empréstimo. Quando você obtém uma hipoteca, por exemplo, o empréstimo é garantido pela casa que você está comprando. Quase todas as transações de empréstimo DeFi exigem garantia igual a pelo menos 100% do valor do empréstimo – às vezes até mais. Esses requisitos restringem amplamente quem é elegível para muitos tipos de empréstimos DeFi.

Requisitos de chave privada

Com as DeFi e criptomoedas, você deve proteger as carteiras usadas para armazenar seus ativos. As carteiras são protegidas com chaves privadas, que são códigos longos e únicos conhecidos apenas pelo proprietário da carteira. Se você perder uma chave privada, perderá o acesso aos seus fundos — não há como recuperar uma chave privada perdida.

Concluindo

Desde eliminar o intermediário até transformar uma arte de macaco num ativo digital com valor monetário, o futuro das DeFi parece brilhante. 

Em breve, os investidores terão mais independência, o que lhes permitirá “implementar ativos de maneiras criativas que parecem impossíveis hoje”, diz Dan Simerman, da IOTA Foundation.

As DeFi também trazem grandes implicações para o setor de big data à medida que amadurece para permitir novas maneiras de comercializar estes mesmos dados.

Todavia, apesar de todas as suas promessas, as DeFi têm um longo caminho pela frente, especialmente quando se trata de aceitação pelo público em geral.

Conheça a Foxbit e comece a transacionar ativos digitais em DeFi agora mesmo!

OKB chegou na Foxbit!

OKB chegou na Foxbit!

Aqui a gente não cansa de novidade, por isso trouxemos mais uma para você… OKB chegou na Foxbit!

Conheça um pouco mais sobre o OKB:

Lançada pela OK Blockchain Foundation, em parceria com a corretora OKX, OKB é um token de utilidade que permite aos usuários acessar os recursos especiais da corretora.

Além de conceder aos usuários acesso à votação e governança na plataforma, o utility token também pode ser usado para calcular e pagar taxas de negociação e recompensar os usuários por manter OKB.

Outra grande vantagem deste ativo, é que dependendo do número de tokens que o usuário possui, é possível obter cerca de 40% de desconto nas transações dentro do ecossistema OKX.

Você sabia?

A cada 3 meses a OKX queima tokens OKB para agregar valor e tornar a moeda digital mais atraente para os seus detentores.

Tá esperando o que?

Comece a negociar agora mesmo!

*Por enquanto o ativo está disponível apenas para depósitos e trades em nossa plataforma via desktop. Em breve você encontrará o ativo também no app e o saque será liberado.

*Fonte: CoinMarketCap 07 Março 22

Buddha Spa Token: Um oásis no seu portfólio por R$1 token!

Buddha Spa Token: Um oásis no seu portfólio por R$1 token!

Já pensou se existisse uma moeda supervalorizada no segmento de bem-estar? Agora ela existe!

O Buddha Spa, marca líder do mercado brasileiro de spas urbanos, deu um salto em sua vocação inovadora com o lançamento do Buddha Spa Token.

Assim como nós, o Buddha Spa busca sempre se reinventar para entregar o melhor serviço para os seus clientes. Por isso, nos unimos para lançar o BUDDHA, primeiro utility token do segmento de bem-estar.

O Buddha Spa Token pode ser adquirido em nossa plataforma a partir de R$1,00 e os detentores terão direito de participar de pesquisas sobre decisões que impactam diretamente os negócios da empresa, além de diversos benefícios como cashback e descontos progressivos nos serviços e produtos da marca.

Inovador né?

Vem saber mais: https://foxb.it/buddha-spa-token

You should Pay Attention in Tezos

You should Pay Attention in Tezos

Probably, the opinion of a tech guy would be very different from mine in this aspect. Although, I am using my background in Business to talking about one cryptocurrency that almost anyone is talking nowadays: TEZOS; and why you should pay attention and be aware to it.

Tezos is, for sure, “the ugly duckling” in cryptospace. It surprises me that almost everyone is looking for other cryptos, based on their “marketcap” and prices, talking about their future and bright potential to develop, and is not talking about everything that has been done in Tezos, the work of Tezos Foundation is doing, and what they are building and delivering right now.

When people ask me about one crypto, I always say: Bitcoin. In my experience and knowledge, any other project will surpass Bitcoin. What was made by it, any other cryptocurrency is capable of the same, just for two reasons: decentralization and PoW (Proof-of-Work). The disappearance of Satoshi Nakamoto (whoever he is), makes Bitcoin a different crypto from any other. And the Proof-of-Work of Bitcoin is, despite all negative’s perspectives, what makes Bitcoin be the King of Cryptos. PoW is energy currency, security and I recommend anyone who wants to understand this better to follow @jason lowery and read everything he writes about.

When people ask me about two cryptos, I say: Bitcoin and Ethereum. Ethereum is important to the crystallization of Smart Contracts. The concept existed before with Bitcoin but it was difficult to implement and it was not on layer one. Despite the problems with scalation, Ethereum is brilliant and the king of Smart Contracts. It is easy for good developers and has a ton of applications. This is important not just for tech developers, but also for business developers who want markets. At last, every project needs to generate revenue, and the amount users in Ethereum eases that.

When people ask me about three cryptos, I almost every single time say: Bitcoin, Ethereum and Tezos. And, almost ever, I heard in reply: “Tezos? Why?”.

The crypto that never skyrocket, that never made investors rich, the crypto that had a lot problems in its early days, is probably, one of the best opportunities to develop applications and business in crypto space now. I could stay here with a huge defense text about why I believe that, but I will remain focused on just four important aspects: LPoS (Liquid Proof-of-Stake), decentralization, governance and scalation.

  • Liquid Proof-of-Stake: Although I don’t agree with the critics about Bitcoin’s PoW waste of energy, we live in a world that people care about sustainability and energy efficiency. Tezos is one of the first cryptos to successful implement what Ethereum is working for more than 5 years to have: Proof-of-Stake. Although it is an easy consensual concept, it is not so easy to change from Proof-of-Work to Proof-of-Stake in one day/night. You not only need to change the protocol in tech terms, but also convince the participants the is better for them in economic terms. I believe Ethereum will get it, but Tezos made it in 2018 since its first day of launch.

With Liquid Proof-of-Stake users don’t need to send their funds to a specific address to participate in the consensus. They only need to specify the address of the staker (baker, in Tezos case) to gain their premiums to contribute for consensus and decentralization. 

  • Decentralization: in this case, users who have chosen to participate in consensus will be reward with cryptos the same way Bitcoin reward its participants in PoW, with the difference that any person could be a participant. While in Bitcoin only developers can choose with code will be valid for update and only miners can be benefited by the mining process, on Tezos, with LPoS, any user can have a participation in the decision of upgrading the protocol and be reward if your baker mint the block or participate in transaction validation.
  • Governance: this brilliant aspect of Tezos’ governance should be embraced by every crypto user. The possibility to participate in every stage of the protocol, even if you are not a tech person, should be sufficient to inspire and encourage crypto communities to go deep on Tezos. After delegating your XTZ to a baker, it is possible to audit every vote he gives and change your delegation if you do not agree with him. It is a perfect example of a liquid democracy, which you directly participate of every single choose or delegate to someone you trust, checking every vote.

Tezos governance should bring light to debate on cryptocurrency space. After almost 5 years of hearing Ethereum changes on its protocol, how the community directly participated of this? That is an important thing to ask and answer. In the last 5 years, Tezos evolved for 9 times and each one of them was voted.

  • Scalation: what challenges future will bring to crypto? After solving the problem of TPS, what will be the new challenge? I don’t know, but Tezos will solve it with class. I say that because, although every cypto is trying to solve the scalation problem, a few of them is considering continuing to do that maintaining decentralization and governance together.

Nomadic Labs, one of the most important hubs of Tezos experts in world, made a post on their blogs talking about Tezos scalation. Although they are planning to recommend some protocols to improve TPS, implement EVM and other features, how many of them will only solving problems of the present and not the future (5, 10, 15, 20 years…)? With other projects, you should only trust in the Foundation or the core devs, but if one day Nomadic Labs want to finish their activities, any other lab or devs could contribute to Tezos and the protocol will continue to evolve and scalate.

  • (Bonus – Projects and real use cases): if you are in crypto, you probably are asking “ok, why I don’t see anything about Tezos in crypto space?”. Although I don’t have the exact answer, I have some guesses.

Different from any other project, the Tezos Foundation has chosen to do business with real world and not crypto companies. That could be a negative thing, but I am not going to judge now, just to analyze. Along the last years Tezos Foundation has partnered with Ubisoft, Manchester United, Red Bull Racing (F1), McLaren (F1), OneOf (official partner of Grammy for NFTs), French banks, French universities, and a lot of other companies.

What is possible to see here is that, besides not skyrocketing prices, Tezos made a lot of what other projects just say. A lot of projects call themselves the best to scaling, but they are centralized. Others say they are decentralized, but do not scale. Some of them say the have the most security, but you can’t audit all information. Although I believe Tezos failed to its early contributors, it has achieved what any other cryptocurrency had and can surprise in technology and business development terms in a near future.

Written by Vinicius Lima