Se você tem alguma intimidade ou está começando a aprender sobre o mercado de capitais na BM&FBovespa (bolsa de valores oficial do Brasil) provavelmente já conhece ou ouviu falar sobre a sigla IPO, que significa Initial Public Offering, em português, oferta pública inicial.
O que é IPO?
É o processo no qual uma determinada empresa decide abrir capital publicamente para vender parte de suas ações pela primeira vez, se tornando uma empresa de capital aberto.
Foi o que aconteceu em maio com o Banco Inter, antigo Intermedium, criado pela família Menin, que também fundou a construtora MRV.
Como funciona?
O processo de abertura de capital pode demorar até 1 ano e os custos podem chegar a milhões de reais. É necessário incluir o histórico de registro contábil dos últimos 3 anos no documento criado.
Antes de lançar a oferta, as empresas são obrigadas a elaborar um documento para detalhar uma série de informações relevantes sobre a operação interna e os planos futuros da empresa.
O intuito é convencer os investidores a aplicar dinheiro nas ações e confiar no negócio da empresa. Por isso, é montada uma equipe com diversos tipos de profissionais como: banqueiros, advogados e contadores, entre outros profissionais.
Por que uma empresa realiza a IPO?
Fazer uma IPO é um momento empolgante para a empresa, porque significa que ela se tornou bem sucedida o suficiente para capturar mais capital e continuar a crescer. Muitas vezes é a única maneira da empresa obter dinheiro suficiente para financiar um grande crescimento.
Quais são as vantagens e desvantagens para a empresa?
Vantagens
Acesso aos recursos dos acionistas, podendo usar esse dinheiro extra para abrir um leque de novas possibilidades e traçar novos caminhos, pagar dívidas, comprar outras empresas e novos produtos. Tudo depende do caminho que a organização quer seguir para gerar mais resultados.
Após a empresa se tornar de capital aberto, ela passa mais credibilidade por ser regulada por órgãos competentes, passando mais segurança, pois são órgãos que protegem os investidores.
Além de todas essas vantagens as informações operacionais e financeiras ficam disponíveis para o público, tornando a empresa mais confiável devido a transparência para os acionistas.
Desvantagens
Como todos sabemos, sempre há desafios, por exemplo, a burocracia e o custo, mesmo porque, para conseguir lançar uma IPO, a empresa tem que seguir várias normas e regras, e, para isso, precisa de profissionais qualificados, para que tudo corra como planejado.
Quais são as vantagens e desvantagens para os investidores
Vantagens
Como as IPOs são ofertas iniciais, os preços são baixos, isso faz com que os riscos sejam menores, caso tenha uma queda.
Possibilidade de grande lucro: A grande emoção e expectativa ficam por conta do fato de que as ações da IPO muitas vezes podem disparar em valor quando são vendidas pela primeira vez no mercado de ações, conferindo grande lucro aos acionistas.
Desvantagens
Um desconhecimento em relação a alguns fatores para uma boa análise sobre a ação, como: volatilidade e demanda, mesmo porque a ação nunca foi negociada publicamente.
A queda dos preços: Às vezes o valor das ações dispara no dia da abertura de capital, mas cai de maneira considerável no decorrer de alguns dias.
Por isso é importante analisar, qual é o risco que você está disposto a correr e qual é a estratégia que melhor se encaixa em seu perfil e objetivos financeiros, para que não te prejudique.
O que IPOs significam para a economia
Considerando que quanto mais IPOs emitidas, mais forte o mercado fica com as movimentações e saúde econômica, é muito bom para a economia.
Por isso quando tem uma recessão ou algo parecido, o número de IPOs cai, porque não vale a pena todo o trabalho de abertura se os preços das ações estiverem caindo, mas quando a economia melhora as aberturas de IPOs voltam consideravelmente, aquecendo ainda mais o mercado.
Neste post, explicamos o que é IPO e em nosso criptonário temos mais termos na área da criptoeconomia.
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Antes de tudo, para contextualizar, fizemos uma retrospectiva de como foi o ano de 2019 para as criptomoedas mais negociadas segundo o coinmarketcap.
Diferente de 2018, o bitcoin trouxe bons resultados após um ano conturbado para a criptomoeda, mas nem todas seguiram seus passos.
Entre as 5 principais criptomoedas do coinmarketcap, apenas 3 se saíram bem – bitcoin, Bitcoin Cash e Litecoin.
Outras duas – Ethereum e XRP – trouxeram um ano negativo, com uma delas chegando a -45%.
O ano de 2020 chegou e para melhorar seus investimentos, trazemos aqui as criptomoedas que você não pode deixar de acompanhar.
Os critérios que usamos nessa lista foram:
Criptomoedas com boa adoção e comunidade;
Criptomoedas com bom potencial devido a melhorias.
Bitcoin (BTC)
Claro que o bitcoin sempre está na primeira colocação quando o assunto é valorização de criptomoedas, principalmente devido ao halving que acontecerá esse ano de 2020, e toda vez que isso acontece o preço tende a um crescimento exponencial. Em 2019 o bitcoin teve seu crescimento, principalmente se comparado a investimentos tradicionais, mas não se compara a valorização que ele teve nos anos posteriores ao halving.
Outro fator que influencia é a crescente popularidade e alta escalabilidade, oferecendo assim, uma série de vantagens.
Ether (ETH)
É o primeiro projeto em blockchain de contrato inteligente, com Ether você pode fazer muito mais do que apenas realizar transações financeiras.
Um contrato inteligente é um código que permite que as pessoas façam acordos sem a necessidade de um intermediário, por esse motivo, é interessante ficar de olho nessa cripto.
BitTorrent(BTT)
O BitTorrent é um token que utiliza a blockchain da criptomoeda TRON (TRX) e tem como objetivo tokenizar o protocolo de compartilhamento de arquivos descentralizado com seu ativo de criptomoeda lançado no início de 2019.
Com mais de 100 milhões de usuários negociando todos os dias, o BitTorrent tem como visão uma Internet descentralizada e sem barreiras.
Os tokens BitTorrent (BTT) podem ser oferecidos em troca de downloads mais rápidos ou armazenados em uma carteira integrada ao cliente BitTorrent.
Basic Attention Token (BAT)
Basic Attention Token (BAT) é uma cripto voltada para a publicidade online, que tem como objetivo criar um ambiente de gestão para anunciantes e portais de divulgação de anúncios totalmente automatizado, por meio da tecnologia blockchain.
Por exemplo, o intermediário Google Adwords, gerencia anunciantes e espaços publicitários, mostrando para os usuários que acessam sites anúncios específicos conforme seu algoritmo determina e leva como comissão 60% de todo o faturamento.
TrueUSD ( TUSD )
TrueUSD é uma stablecoin, assim como o Tether. Ela tem seu valor pareado ao dólar e é uma ótima alternativa para se proteger da volatilidade do mercado. Outra grande vantagem é o seu custo de transação, muito mais barato que métodos tradicionais.
Agora que você já sabe quais criptomoedas deve ficar de olho no ano de 2020, aproveite para começar a negociar bitcoin, ethereum e trueUSD em nossa plataforma.
A primeira edição do Foxbit Indica desse ano traz o Dinheirama Cast, um podcast definitivo para mudar a sua vida financeira.
Apresentado por Yago Barbosa, o Dinheirama Cast tem bate papos bem informativos ao mesmo tempo que descontraídos com convidados especiais que discutem notícias e assuntos do momento sobre o mercado financeiro.
Com ele, você vai saber sobre os motivos da alta do dólar, ter boas indicações de livros sobre os temas dos episódios e até mesmo quais são e como corrigir os principais erros que existem em planejamentos financeiros.
De bolsa de valores a IPO, o Dinheirama Cast explora o mundo financeiro e traz questões relevantes que fazem a diferença na hora de investir e cuidar da saúde do seu bolso.
Além disso, eles também têm um grupo do Dinheirama no Telegram, onde você pode acessar a conteúdos exclusivos sobre educação financeira.
E para começar o ano com um bom planejamento financeiro, você pode escutar o episódio 23 da temporada 3, lá você encontra muitas dicas de como organizar a sua vida
Curtiu? Toda quarta-feira trazemos indicações de livros, filmes, podcast, artigos ou séries sobre o mercado financeiro para você se educar e se informar de maneiras diferentes.
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Quando você começa a operar criptomoedas na Foxbit você se depara com um gráfico que a plataforma dispõe em seu livro de ofertas, chamado de gráfico candlestick, ele te permite visualizar a evolução da cotação do bitcoin em tempo real.
A primeira vista para quem não tem costume a leitura dele pode parecer difícil, porém, vamos explicar como ele funciona e você verá que na verdade ele é bem intuitivo.
O que é gráfico candlestick?
Existem diversos tipos de gráfico de análise de preço, como: Linha, Área, Barras, entre outras, a mais utilizada entre os investidores é a Candlestick, que é conhecida por ser a mais visual entre elas, chamada também por vela japonesa, devido ao seu formato.
Por que utilizar um gráfico de candlestick?
É importante entender o que representa um gráfico de candlestick, pois, é um conhecimento que agrega muito valor ao investidor que busca sucesso em seus trades.
É indicado principalmente para quem deseja utilizar a Análise Técnica para identificar os melhores momentos de compra e venda de ativos.
Sua principal função é auxiliar o investidor a identificar os períodos de alta (bull), lateralização (range) e queda (bear).
Como interpretar o gráfico de candlestick
Elas são representadas por 3 elementos:
1. Período: O principal conceito de candlestick é que cada candle representa o que ocorreu com o preço de um ativo, durante um determinado período de tempo, pode ser 1 minuto, 5 minutos ou até mesmo 1 hora. É você quem escolhe o período.
2. Formato: O formato é determinado por valores que o preço do ativo atingiu durante o período escolhido. São preços de:
abertura
fechamento
mínimo
máximo
3. Cor: determina se o candlestick é de alta ou, de baixa.
Verde: Significa alta, são períodos em que o preço do fechamento do ativo foi acima do início;
Vermelha: Significa baixa, são períodos de queda.
Se você observar as flechas azuis em verticais, indicam o preço máximo e o preço mínimo, comumente chamadas de pavios ou sombras, dentro desse período de negociação. Por exemplo, se você filtrar um gráfico de 1h as barras irão indicar os valores de abertura, fechamento, preço máximo e mínimo, dentro desse período específico.
Os candlesticks trazem informações sobre os preços dos ativos e seus valores de abertura, máximo, mínimo e fechamento do dia. Por meio de suas formas, podemos utilizar a técnica de padrões de candles para entender o comportamento do mercado.
Agora que você já sabe boa parte da teoria, pode começar a colocar o conhecimento em prática através da nossa plataforma, usando os gráficos candlesticks em suas análises.
Um ETF (Exchange Traded Fund) é um fundo de índice com o objetivo de permitir o investimento em determinados ativos, buscando replicar a rentabilidade do índice escolhido. Achou muito complicado? Vamos te explicar tudo sobre ETF e qual sua relação com o Bitcoin.
Resumidamente, quem adquire um ETF não está comprando diretamente o ativo e sim as ações do fundo, que por sua vez são referenciadas de acordo com um índice predeterminado.
Por exemplo, um ETF de criptoativos permite que investidores da bolsa comprem ações do fundo e se exponham a uma cesta de criptomoedas, diversificando de uma forma fácil.
Este ETF balanceará sua cesta de ativos conforme o índice escolhido. Diferente dos fundos tradicionais, cuja maioria administra ativamente os ativos para escolher a melhor opção, o ETF sempre busca se espelhar no índice escolhido.
Quais são as vantagens e desvantagens de um ETF
Além da facilidade de diversificação, o ETF também conta com outras vantagens como:
Baixa taxa de administração se comparado a outros produtos, com diminuição nos custos operacionais se for necessário um ajuste na carteira.
Comodidade ao relegar as responsabilidades de administração aos responsáveis do fundo.
A segurança dos ativos é também deixada nas mãos dos administradores, ou seja, você não precisa saber guardar o ativo ou criptoativo.
Contudo, não é só de vantagens que um ETF é feito. Veja as principais desvantagens dessa alternativa de investimento:
Geralmente existe uma taxa de administração, enquanto que se você comprasse um criptoativo diretamente não precisaria pagá-la.
Não é inclusivo, boa parte dos ETFs apenas permitem investidores institucionais com a necessidade de aportes altos.
Você não é dono diretamente do ativo comprado. Ao mesmo tempo em que um ETF de bitcoin, por exemplo, permite que o comprador não se preocupe com a custódia, ele também não poderá se beneficiar de ter o controle completo do criptoativo e isso destrói boa parte das suas vantagens.
A liquidação e saque dos valores pode demorar mais do que comprando diretamente o ativo.
Em suma, os ETFs, principalmente de criptoativos, são apelativos para os investidores que querem apenas se beneficiar da volatilidade e não se preocupar com a administração e operação dos ativos negociados.
Qual a importância de um ETF de Bitcoin?
Agora que você já sabe mais sobre esse produto financeiro, é hora de entender a importância dos ETFs de Bitcoin pelo mundo.
Primeiramente é interessante entender que esse instrumento de investimento é regulamentado pelos órgãos competentes de cada país. No Brasil, isso é feito pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tem sido inovadora e extremamente aberta aos ETFs de bitcoin.
Recentemente, a CVM sinalizou a aprovação de dois ETFs de criptoativos. Isso indica que o regulador não somente está ciente sobre o bitcoin, mas também entende a importância do ativo para o mercado.
Mesmo com pontos negativos, esse instrumento de investimentos agrada a muitos investidores, principalmente os mais tradicionais, que agora poderão comprar criptoativos e ajudar a impulsionar ainda mais o preço das moedas digitais.