Bitcoin além da bolha, dirigido por Tim Delmastro, mostra para o público uma visão geral da criptomoeda, explicando termos, dados e deixando facilmente digerível ao telespectador.
O documentário começa mostrando as moedas utilizadas durante a história do mundo, como eram feitos os escambos e como o dólar chegou em seu patamar nos dias atuais.
Logo em seguida, o Bitcoin é introduzido e é mostrado como ele pode se tornar a nova moeda do mundo. Após uma breve explicação simples e eficaz sobre o que é o Bitcoin, também é mostrado como funciona a blockchain, uma rede descentralizada que não precisa de intermediários para a transação ser efetuada.
A comparação com os bancos tradicionais, é imposta de maneira leve, e levanta dados para que as criptomoedas se tornem o diferencial em uma transação, se tornando a principal ameaça para os meios financeiros tradicionais.
O documentário gravado no ano de 2018, já mostra o Bitcoin sendo introduzido em discussões se deve ou não ser introduzido por alguns governos, se deve se aliar como forma de pagamento, tanto os de primeiro escalão, quanto os chamados de “terceiro mundo”.
Além de proteger com “unhas e dentes” a criptomoeda, muitas questões são levantadas mediante a resistência da tecnologia por parte de algumas instituições mais céticas.
Se você ficou curioso para saber mais sobre esse documentário, ele está disponível no Youtube de maneira gratuita. Não vai deixar essa passar né?
Essa foi mais uma edição do Foxbit Indica. Semanalmente estamos aqui, não deixe de acompanhar as nossas redes pra não perder nenhuma indicação!
Usar moedas virtuais para comprar produtos e serviços, está ficando cada vez mais comum no Brasil e no mundo, em pelo menos 5 anos o número de estabelecimentos que aceitam bitcoin tem aumentado consideravelmente.
Um dos sites que pode comprovar isso é o Coinmap, um site interativo que mostra estabelecimentos espalhados pelo mundo, que já aceitam bitcoin como forma de pagamento.
Esse pontos sinalizados são os que aceitam bitcoin como forma de pagamento.
Aqui podemos ver que na américa latina e no Brasil muitos lugares estão aceitando também!
Entre esses lugares estão: atrações turísticas, cafés, lugares de comidas, mercearias, baladas e até transportes.
Mas afinal de contas o que posso comprar com bitcoin no Brasil?
1. Produtos na Amazon
Além de poder comprar qualquer mercadoria usando seus bitcoins, o site da Amazon oferece descontos de até 30%. Para isso, você precisa utilizar a ferramenta por meio do site Purse.io.
2. Transporte
Em São Paulo, a transportadora Rampoldi & Marques aceita a moeda virtual para o pagamento de suas entregas.
3. Criptomoedas
Você também pode comprar outras criptomoedas com o próprio bitcoin, diversificando seu portfólio de investimento. Aproveite a promoção especial de 5 anos de Foxbit com taxa zero nos trades por tempo limitado, consulte mais informações sobre essa campanha aqui.
4. Alimentos
No Brasil, há várias opções, como por exemplo: a doceria The Brownie Shop e a Tartuferia San Paolo, em São Paulo; o Bar do Beto, no Rio de Janeiro; e a Trapista Hamburgueria e Cervejaria, de Curitiba.
5. Viagem
A Expedia, um dos maiores sites de viagem do mundo, aceita reservas para hotéis e pacotes usando a criptomoeda.
O site BtcTrip, é um site que trabalha exclusivamente com bitcoins. A agência faz viagens e também oferece promoções de pacotes exclusivos para eventos internacionais, como por exemplo, Lollapalooza. Além disso, é possível viajar para diversos lugares como o Japão, Argentina, China, Índia, Irlanda e outros países.
No Brasil, a sede de Porto Alegre da Clube Turismo começou a trabalhar com bitcoin em 2016. Se você está procurando um lugar para dormir, diversas hospedagens do Brasil já aceitam pagamento na moeda virtual, como a Kyrios, em Maresias (RJ), o Residencial Castor, em Natal (RN) e o Giramondo Hostel, de São Paulo (SP).
Agora que você já sabe o que pode comprar com seus bitcoin e criptomoedas, já pode negociar na nossa plataforma e, para mais conteúdos educacionais, acesse nosso blog!
Ulterior States, dirigido por Tomer Kantor mostra o momento de eleição norte-americana, onde todos os candidatos a sentar na cadeira presidencial da casa branca estão buscando novas soluções para tentar atrair o público.
O documentário retrata a tecnologia blockchain de maneira sucinta e paciente, identificando as ideias revolucionárias e como elas poderiam ser transacionadas para a nossa realidade.
Por mais que o assunto do documentário seja complexo e feito para um público específico, ele tenta a todo momento, explicar todos os termos e acontecimentos da tecnologia blockchain.
Alguns aspectos citados acima, mostram como o Bitcoin tem a intenção de mudar radicalmente a estrutura do estado e da sociedade, assim, mudando a perspectiva da sociedade sobre o governo.
Além dele ser totalmente sigiloso, não mostrando nomes dos cases participantes e nem as localizações, ele é feito totalmente de forma independente e foi feito logo após o documentário: Bitcoin no Quênia.
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Quando o assunto é criptomoedas as pessoas já ficam com muitas dúvidas de como operar, quanto comprar ou qual a hora certa para comprar e vender. Mas, assim como outros ativos, também tem a opção de tê-lo como reserva de valor. Como vemos na tabela abaixo a valorização do bitcoin ano após ano é evidente e considerável.
Valores em dólar:
Agora que você já viu a valorização do bitcoin no decorrer dos anos desde sua criação, vamos explicar mais sobre ele.
O bitcoin pode ser considerado um investimento?
É considerado investimento qualquer gasto ou aplicação de recursos que produza retorno futuro sobre o capital investido, como juros e dividendos.
Com isso, o bitcoin não pode ser considerado um investimento de fato, porém, você pode obter lucro com ele o guardando para futuramente ter um ganho com sua valorização.
Por ser uma cripto, o bitcoin tem a tendência de sempre ganhar valor ao longo do tempo, pois como dito acima ele não é emitido por algum banco central ou outra instituição.
Ao contrário das moedas fiduciárias como: Dólar, Real ou Euro que tendem a perder valor devido a crises econômicas ou hiperinflações. Mesmo sendo um criptoativo volátil, as análises de gráfico se mostram crescentes e com tendência otimista.
Fora seu valor crescente e razões claras para acreditar no bitcoin, existem outros motivos para considerá-lo em seu portfólio.
Blockchain e suas aplicações
O blockchain está se desenvolvendo nas maiores empresas do mundo, como: Siemens, Pfizer, Banco Santander e Microsoft. Elas acreditam e já utilizam a tecnologia blockchain. Você pode ler mais sobre isso nesse post.
Segurança
O blockchain começou a ganhar visibilidade por ser a principal tecnologia de segurança por trás das criptomoedas e, posteriormente, também passou a ser aplicada em outros negócios, nas áreas da saúde, em universidades, em bancos e, até mesmo, em corretoras.
Digitalização do dinheiro
O bitcoin e as criptomoedas estão revolucionando o mercado financeiro com a facilidade que o sistema digital traz possibilitando transações de dinheiro realizadas de forma descentralizada sem necessidade de interferência de instituições financeiras ou governamentais.
A cada dia que passa, o bitcoin fica cada vez mais raro, pois em 2020 está marcado para acontecer o Halving do bitcoin, esse Halving tornará a emissão de bitcoins mais escassa e a tendência é que, quanto mais escassa, mais valor a cripto terá.
Para mais informações, acompanhe nosso blog e nos siga em nossas redes sociais, pois postamos vários conteúdos explicativos em tom educacional e de fácil entendimento.
Ethereum é uma rede de código aberto que utiliza a tecnologia de fundamento do Bitcoin, o blockchain, e é capaz de executar contratos inteligentes. Apesar de serem comumente comparados, o propósito de ambos é extremamente diferente.
O Bitcoin é um sistema monetário eletrônico que permite a realização de pagamentos sem a necessidade de um intermediário para validar as transações, enquanto a Ethereum expandiu as capacidades do Bitcoin de modo a criar uma rede que permite a execução de códigos de programação de aplicações descentralizadas.
História
A proposta da Ethereum foi feita em um white paper em 2013 por Vitalik Buterin, um programador que na época tinha apenas 19 anos.
Vitalik começou a se interessar pelo Bitcoin em 2011, quando ajudou a fundar o site de notícias Bitcoin Magazine e passou a escrever vários artigos sobre criptomoedas.
Ele almejava expandir o uso para além da aplicação financeira possibilitada pelo Bitcoin e, em seu white paper, propôs o desenvolvimento de uma rede com uma linguagem de programação mais generalizada, capaz de abrigar qualquer tipo de aplicação descentralizada que desenvolvedores desejassem criar, a qual ele deu o nome de Ethereum, uma referência ao éter luminífero, um hipotético meio invisível que permite a propagação da luz.
Vitalik enviou o white paper para amigos e esperou críticas apontando erros cruciais, o que nunca aconteceu. O projeto foi anunciado publicamente em 2014 e, além de Vitalik, participavam também como fundadores Mihai Alisie, Anthony Di Iorio, Charles Hoskinson, Joe Lubin and Gavin Wood.
Foi lançada uma campanha de crowdfunding (uma espécie de vaquinha online), com o objetivo de arrecadar fundos para o desenvolvimento do projeto.
A venda do criptoativo ether conseguiu arrecadar mais de $ 18 milhões (60 milhões de ether foram comprados pela comunidade, enquanto 12 milhões ficaram com a Ethereum Foundation, uma entidade sem fins lucrativos cuja missão é promover e apoiar a plataforma) e a primeira versão da rede Ethereum foi lançada em 2015.
Ethereum, ou “um computador do mundo”
A maior parte dos dados hoje (senhas, logins, informações pessoais, histórico financeiro, etc) são armazenados de forma centralizada em servidores de empresas como Google, Amazon ou Facebook, o que diminui custos, mas aumenta a vulnerabilidade, já que há um único ponto de falha.
Nos últimos anos formou- se um movimento descentralizado da Internet, com tecnologias como blockchain, um livro razão distribuído, procurando se separar desse modelo de Internet centralizada em busca de maior anonimato e segurança. A Ethereum faz parte desse movimento em direção à descentralização.
Seu objetivo é ser uma espécie de “computador do mundo” que descentralize a Internet, as lojas de aplicativos e substitua intermediários. A Ethereum, se tudo seguir como o planejado, devolverá o controle das informações aos usuários e os direitos criativos aos criadores.
Os aplicativos disponibilizados em uma loja como a Apple Store ou o Play Store dependem de uma companhia para armazenar informações e são submetidos a avaliação dessas lojas, que por vezes censuram certos apps. Assim, em um aplicativo de notas baseado em Ethereum, apenas o autor controlará o que escreveu e o app não poderá ser banido, tornando as notas inacessíveis.
O que é Ether (ETH)?
Ether é o criptoativo utilizado na plataforma para pagar pelos recursos computacionais gastos para executar as aplicações descentralizadas. Dessa forma, não exerce apenas as funções de uma criptomoeda, mas também de um combustível.
Ainda tomando como exemplo o aplicativo de notas, caso você queira alterar alguma nota que escreveu, precisará de poder de processamento da rede, pelo qual você pagará uma taxa em ether, que pode ser, assim, considerado como “combustível digital”, na medida em que permite o processamento das alterações realizadas.
Diferentes ações feitas na Ethereum, ou em aplicativos descentralizados que rodam na rede, exigem poder de processamento diferente, portanto exigem quantidades diferentes de “combustível”.
As taxas são calculadas com base na quantidade necessária de “gás” que a ação em questão requer, ou seja, com base no poder de computação exigido e no tempo que leva para ser completada e tais taxas são pagas em ether.
Ether também é criado por meio da mineração, mas, diferentemente do Bitcoin, não há uma quantidade limitada a ser criada. Quando a rede foi implementada, foram criados 72 milhões de ether.
Como funciona a Ethereum?
A Ethereum almeja permitir aos desenvolvedores criar aplicativos ou acordos que tenham etapas adicionais, novas regras de propriedade ou formatos alternativos de transação.
Para isso utilizou-se uma linguagem de programação Turing-complete, ou seja, que é capaz de executar diversas linguagens de programação diferentes, como C++, Go, Haskell, Java, JavaScript, Python, Ruby, Rust, etc.
Assim como o Bitcoin, não é necessário nenhum intermediário que verifique as transações do sistema e a rede é sustentada por diversos nós voluntários que baixam todo o blockchain da Ethereum em seus desktops e aplicam todas as regras de consenso do sistema, mantendo a rede honesta e recebendo recompensas em troca. Todos os nós possuem uma cópia do blockchain.
A diferença em relação ao blockchain do Bitcoin é que o blockchain da Ethereum, além de armazenar um histórico das transações, armazena também o estado atual de todos os contratos inteligentes.
Contratos inteligentes são códigos de programação criados para automaticamente executar transações ou outras ações específicas na plataforma entre partes que não necessariamente confiam umas nas outras.
Os termos são pré-programados e, quando as condições estabelecidas são satisfeitas, a ação ou transação é desencadeada. Muitos acreditam que eles substituirão contratos jurídicos, já que proporcionam maior segurança e reduzem os custos de contratação e cumprimento dos termos.
Enquanto o blockchain do Bitcoin utiliza um modelo UTXO (Unspent transaction output), que é semelhante ao papel moeda (exemplo: Bob quer enviar 10 bitcoins para Alice e tem dois outputs não gastos de 8 bitcoins e um de 4.
A partir disso ele cria uma transação com esses três inputs e dois outputs, um de 10 bitcoins para Alice e um de 10 para ele mesmo, como se fosse um troco), o blockchain do Ethereum utiliza contas, um modelo mais semelhante aos bancos tradicionais, que lê uma série de entradas e faz a transição para um novo estado com base nessas entradas.
A Ethereum utiliza a mineração para criar novos criptoativos e assegurar um consenso quanto aos registros armazenados no blockchain. Os mineradores agrupam algumas transações, propõe um bloco e tentam resolver a prova de trabalho. É um processo custoso, por isso aquele que conseguir resolvê-la e formar o hash com o valor alvo recebe uma recompensa em ether.
Ao invés de utilizar o SHA-256 para formar os hashes, como no Bitcoin, a Ethereum utiliza o Ethash, que requer mais memória e dificulta a realização do processo de mineração em equipamentos especializados. Além disso, o Bitcoin e a Ethereum diferem quanto ao intervalo programado para a criação dos blocos e quanto à recompensa.
No Bitcoin, um bloco é criado a cada 10 minutos e a recompensa é de 12,5 bitcoins (ela diminui pela metade aproximadamente a cada 4 anos, processo conhecido como halving), já na Ethereum um bloco é criado aproximadamente a cada 12-15 segundos e o minerador é recompensado com 3 ether.
Ethereum Virtual Machine (EVM) e contratos inteligentes
A Ethereum Virtual Machine (EVM) é um software Turing-complete que roda na plataforma Ethereum e permite a execução dos contratos inteligentes, o que possibilita o desenvolvimento de aplicações com base no blockchain da Ethereum.
Também é possível criar uma organização autônoma descentralizada (decentralized autonomous organization, DAO), ou seja, uma organização que não tem nenhum líder e é coordenada por código de programação escrito em um conjunto de contratos inteligentes, o que elimina as regras e as estruturas de organizações tradicionais.