Já pensou aprender sobre finanças, economia e tudo o que envolve novas tecnologias de uma forma simples e rápida?
“O que é…?” é o nosso novo quadro que vai esclarecer todas as suas dúvidas sobre esses temas com vídeos curtinhos no nosso canal do Youtube.
Nesse primeiro episódio vamos começar com a criptomoeda mais famosa do mundo: Bitcoin. Por que é tão valiosa? Por que é tão volátil? Como ela valoriza? Como funciona a tecnologia por trás da criptomoeda?
Qual o melhor investimento para 2019? Vamos tentar te ajudar a responder essa pergunta. Abaixo confira nossa lista de investimentos atrativos para te ajudar a fugir da poupança e a rentabilizá-los. A sequência será a seguinte: dos investimentos menos arriscados, como os títulos de renda fixa, até os mais arrojados para quem quiser arriscar mais. É só escolher e começar.
Recomendo escolher no máximo poucos tipos de investimento para não “espalhar” muito o seu dinheiro, isso acaba anulando suas perdas, mas anula seus ganhos também. Escolha no máximo 2 ou 3 tipos de investimentos de diferentes riscos.
Essa modalidade de investimento têm atraído cada vez mais investidores ao longo dos anos. O principal motivo é que a sua melhor rentabilidade que a poupança atual, facilidade e também a segurança para investir.
Basicamente, no Tesouro Direto você empresta dinheiro para o governo e ele te remunera com uma taxa de juros mensal que é definida na compra do título ou baseada na SELIC, nossa taxa de juros básica da economia. É muito difícil o governo quebrar de um dia para o outro, por isso, esse investimento é indicado para pessoas que pensam a longo prazo.
Atualmente, esse tipo de investimento está pagando 6,4% ao ano se a sua remuneração for baseada na SELIC. Contudo, é possível conseguir remunerações mais atrativas dependendo do tempo da sua aplicação.
O mais legal é que você pode começar com qualquer quantia de dinheiro, o que torna um investimento acessível para todos. Ele é a sua porta de entrada para começar a entender mais sobre esse mundo de investimentos e a criar uma cultura de juntar dinheiro.
É bem fácil começar a investir, dá para começar hoje mesmo se você quiser.
CDB
Esse investimento é a mesma coisa que a primeira modalidade. Contudo, ao invés de emprestar dinheiro para o governo brasileiro, você empresta dinheiro para os bancos lastrearem a operação deles. O CDB também rende mais que a poupança, o que é uma excelente alternativa para você fugir dela. O seu banco provavelmente deve oferer um título CDB.
Títulos CDB de bancos grandes são mais seguros, mas, em contrapartida a recompensa é menor. Por outro lado, CDB de banco pequeno paga melhor, por outro lado, o risco é maior. Isso acontece porque um banco pode ter dificuldade de pagar seu rendimento por conta de sua saúde financeira e, bancos pequenos sofrem um pouco mais por conta disso.
Mas ainda assim, o CDB é um investimento de renda fixa muito popular e excelente para quem está começando a investir para receber renda passiva. Vale lembrar que a remuneração é através de juros compostos. Então quanto maior for o tempo da aplicação, maior será a remuneração do seu investimento.
Fundo Imobiliário
Com Fundos Imobiliários é possível ser um investidor de imóveis e receber aluguel mesmo sem ter que precisar passar por toda burocracia de comprar um imóvel. Bem legal, não? Você tem a diversificação em diferentes tipos de ativos do mercado imobiliário (ex.: shopping centers, hotéis, residências etc.).
Ou seja, se os imóveis desse fundo se valorizarem, gera aumento do patrimônio do fundo e, consequentemente, valorização do valor das suas cotas. Então é possível ganhar em diversas frentes: valorização do imóvel e das receitas obtidas por ele.
Por conta disso, a rentabilidade do fundo varia bastante, dependendo da eficiência dos administradores em conseguirem rentabilizar os imóveis. Contudo, é uma excelente opção para quem quer obter uma renda passiva, desde que esteja disposto a arriscar mais um pouco.
Fundo de investimentos
Fundo de investimentos é a maneira mais fácil de diversificar seus investimentos. Existem muitas variedades de fundos, afinal, cada um adota uma estratégia diferente e investe em um tipo de mercado.
Existem fundos cambiais, que operam com moeda estrangeira, fundos de ações, fundos de renda fixa, fundos imobiliários e fundos multimercados, que investe em diferentes tipos de investimentos.
Cada fundo assume um risco diferente, o que te dá opções de escolha para investir de acordo com seu perfil, objetivo e momento de vida. Os fundos geralmente cobram uma taxa de administração e são oferecidos por corretoras autorizadas pela CVM.
Vale lembrar que os fundos de investimentos requerem uma quantia mínima de aporte mais elevada. Geralmente a entrada mínima é entre R$1000 e R$5000, mas é possível encontrar fundos que oferecem um investimento mínimo menor.
Ações
O mercado de ações no Brasil está crescendo muito e cada dia recebendo novos investidores. Depois da eleição, a Bolsa chegou ao seu maior patamar histórico e, por conta disso, existem muitos analistas otimistas com o desempenho da BOVESPA para o futuro.
Contudo, investir em ações demanda um pouco mais de conhecimento e estudo do investidor. Por ser um investimento de alto risco, é recomendado que você tenha ao menos uma reserva de emergência. Dependendo do seu perfil, se for menos agressivo, invista uma quantia que não te deixa desconfortável com a perda. Faz todo sentido diversificar seus investimentos com um pouco de ações.
A forma mais simples de começar é comprando o índice da BOVESPA, que é o BOVA11. Esse índice é formado pelas principais ações em negociação na bolsa, então, se você comprar BOVA11, estará diversificando em várias ações, de forma simples e rápida.
Criptomoedas
Esse foi um dos investimentos mais rentáveis de 2017, contudo, o ano de 2018 tem sido difícil para investidores desse mercado. É um mercado arriscadíssimo que tem grandes variações no preço e excelentes oportunidades de negociação. Aqui no Cointimes tem tudo o que você precisa saber sobre esse mercado.
As criptomoedas estão nos seus valores mais baixos desde o começo do ano passado, especialmente o Bitcoin. O melhor momento para comprar esses ativos é quando eles estão em baixa. Vale a pena prestar atenção nesse mercado.
Criptomoedas podem ser adquiridas em uma corretora como a Foxbit, por exemplo. Para esse tipo de investimento é recomendada visão de longo prazo, porque o sucesso das criptomoedas vai depender da sua adoção e uso da população. Nunca arrisque mais que 5% da sua renda nesse mercado.
É mais fácil do que parece
É possível investir nisso tudo com apenas um celular e uma conta bancária. Em um dia útil é possível abrir conta nas principais corretoras e fazer o primeiro aporte. Não existe mistério nenhum. Investimento ficou mais fácil e acessível para todos. Vamos começar?
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O aplicativo Foxbit já tinha sido lançado na versão Android e logo começamos a produção da versão iOS e agora ela está pronta para você ter muitas funcionalidades na palma da sua mão.
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Se você está pensando em se aventurar na mineração de Bitcoin, já adiantamos: vai precisar investir! Vem com a Foxbit.
Entendendo o Bitcoin
Para entender melhor como minerar Bitcoin e, principalmente, se você for novo por aqui, primeiramente é necessário compreender o que é Bitcoin. Portanto, vamos recapitular…
O Bitcoin é a mais popular criptomoeda do mercado. Ele é executado em uma rede de computadores descentralizada ou livro-razão distribuído que rastreia transações na criptomoeda.
Quando os computadores na rede verificam e processam transações, novos bitcoins são criados ou extraídos. Esses computadores em rede, ou mineradores, processam a transação em troca de um pagamento em Bitcoin (BTC).
O Bitcoin é alimentado pela blockchain, que é a tecnologia que alimenta muitas criptomoedas. Uma blockchain é um livro-razão descentralizado de todas as transações em uma rede. Grupos de transações aprovadas juntos formam um bloco e são unidos para criar uma cadeia. Pense nisso como um longo registro público que funciona quase como um recibo de longa duração. A mineração de Bitcoin é o processo de adicionar um bloco à citada cadeia.
O que é mineração de Bitcoin?
A mineração de Bitcoin é o processo de criação de novos bitcoins através da resolução de problemas matemáticos extremamente complexos que verificam as transações na moeda. Quando um Bitcoin é minerado com sucesso, o minerador recebe uma quantidade predeterminada da criptomoeda
Como os preços das criptomoedas dispararam nos últimos anos, é compreensível que o interesse na mineração de Bitcoin também tenha aumentado. Mas para a maioria das pessoas, as perspectivas de mineração de Bitcoin não são boas devido à sua natureza complexa e custos elevados. Mas afinal, como minerar Bitcoin?
Como minerar Bitcoin?
Para adicionar um bloco com sucesso, os mineradores de Bitcoin competem para resolver problemas matemáticos extremamente complexos que exigem o uso de computadores caros e muitos volts de eletricidade.
Para concluir o processo de mineração do Bitcoin, os mineradores devem ser os primeiros a chegar à resposta correta ou mais próxima da pergunta. O processo de adivinhar o número correto (hash) é conhecido como prova de trabalho (PoW). Os mineradores “adivinham” o hash de destino fazendo aleatoriamente o máximo de suposições o mais rápido possível, o que requer grande poder de computação. A dificuldade só aumenta à medida que mais mineradores se juntam à rede.
O hardware de computador necessário é conhecido como “circuitos integrados específicos de aplicativos”, ou ASICs, e pode custar até US$ 10.000. Os ASICs consomem enormes quantidades de eletricidade, o que atraiu críticas de grupos ambientalistas e limita a lucratividade dos mineradores e mineradoras de Bitcoin.
Se um minerador de Bitcoin conseguir adicionar um bloco ao blockchain com sucesso, ele receberá 6,25 bitcoins como recompensa. O valor da recompensa é reduzido pela metade aproximadamente a cada quatro anos, ou a cada 210.000 blocos. Em abril de 2022, o bitcoin era negociado a cerca de US$ 40.000, fazendo com que 6,25 bitcoins valessem quase US$ 250.000.
Minerar Bitcoin é lucrativo?
Essa é uma pergunta muito relativa. Mesmo que os mineradores de Bitcoin sejam bem-sucedidos, não é garantido que será lucrativo, muito em virtude dos altos custos iniciais de equipamentos e aos custos contínuos em energia elétrica. Minerar Bitcoin no PC necessita de muita eletricidade para um ASIC eficaz.
À medida que a dificuldade e a complexidade da mineração de Bitcoin aumentaram, o poder de computação necessário também aumentou. A mineração de Bitcoin consome 143,5 terawatts-hora de eletricidade a cada ano, mais do que alguns pequenos países europeus, como a Finlândia, por exemplo.
Uma maneira de compartilhar alguns dos altos custos da mineração de Bitcoin é ingressar em um pool de mineração. Os pools permitem que os mineradores compartilhem recursos e adicionem mais capacidade. Todavia, recursos compartilhados significam recompensas compartilhadas, portanto, o pagamento potencial é menor ao trabalhar em um pool. A volatilidade do preço do Bitcoin também dificulta saber exatamente por quanto você está trabalhando.
Como começar a minerar Bitcoin?
Aqui está um checklist básico que você precisa preencher para começar a minerar Bitcoin:
Carteira
É aqui que qualquer Bitcoin que você ganhar como resultado de seus esforços de mineração será armazenado. Uma carteira é uma conta online criptografada que permite armazenar, transferir e aceitar Bitcoin ou outras criptomoedas.
Software de mineração
Existem vários fornecedores diferentes de software de mineração, muitos dos quais são gratuitos para download e podem ser executados em computadores Windows ou Mac. Assim que o software estiver conectado ao hardware necessário, você poderá minerar Bitcoin.
Computador(es) de alta capacidade
O aspecto mais proibitivo da mineração de Bitcoin envolve o hardware. Você precisará de um computador poderoso que use uma enorme quantidade de eletricidade para minerar Bitcoin com sucesso. Se você está pensando em minerar Bitcoin, prepare-se para tirar dinheiro do bolso como investimento inicial!
Quais os principais riscos de minerar Bitcoin?
Tudo que envolve uma alta margem de lucro potencial também envolve riscos. Fique atento(a) aos principais riscos da mineração de Bitcoin:
Volatilidade
O preço do Bitcoin variou muito desde que foi introduzido ao mercado, em 2009. Apenas no ano passado, o Bitcoin foi negociado por menos de R$150.000,00 e também por mais de R$300.000,00. Esse tipo de volatilidade torna difícil para os mineradores de Bitcoin saberem se sua recompensa superará os altos custos da mineração.
Impostos
É importante lembrar o impacto que os impostos podem ter na mineração de Bitcoin. A Receita Federal tem procurado reprimir proprietários e comerciantes de criptomoedas, já que os preços dos ativos aumentaram nos últimos anos. Aqui estão as principais considerações fiscais a serem lembradas para a mineração de Bitcoin.
Mineração de Bitcoin como ganha-pão
Se a mineração de Bitcoin for o seu negócio, você poderá deduzir as despesas incorridas para fins fiscais. A receita seria o valor do bitcoin que você ganha. Mas se a mineração é um hobby para você, não é provável que você consiga deduzir despesas.
Mineração de Bitcoin como renda extra
Bitcoin minerado é renda extra pra você. Se você conseguir minerar Bitcoin ou outras criptomoedas, o valor justo de mercado das moedas no momento do recebimento será tributado às taxas de renda normais.
Mineração de Bitcoin como ganhos de capital
Se você vender bitcoins a um preço acima de onde você os recebeu, isso se qualifica como um ganho de capital, que seria tributado da mesma forma que para ativos tradicionais, como ações ou títulos.
Regulamento
Muito poucos governos adotaram criptomoedas como o Bitcoin, e muitos são mais propensos a vê-los com ceticismo porque as moedas operam fora do controle do governo. Sempre existe o risco de que os governos proíbam a mineração de Bitcoin ou outras criptomoedas, como a China fez em 2021, citando riscos financeiros e aumento do comércio especulativo. No Brasil, todavia, é pouco provável que isso aconteça num futuro próximo.
Minerar Bitcoin é crime?
Com o que foi dito logo acima, você deve ser se questionado: “Minerar Bitcoin é crime?”.
A resposta curta e simples é não! A mineração de criptomoedas é legalizada no Brasil.
Mesmo o projeto de lei que vem avançando no Senado Federal para regular o mercado de criptomoedas no Brasil não prevê qualquer ilegalidade relacionada à mineração de criptos.
O mesmo ocorre no Projeto de Lei 2.303/2015, que foi aprovado na Câmara de Deputados, em dezembro de 2021, prevendo a inclusão de criptomoedas na definição de “arranjos de pagamento”.
Mais dados relevantes da mineração de Bitcoin
Atualmente, um minerador de Bitcoin ganha 6,25 Bitcoins por validar com sucesso um novo bloco na blockchain do Bitcoin;
A criação de um Bitcoin consome 143,5 terawatts-hora de eletricidade a cada ano, mais do que é usado pela Ucrânia, Noruega ou Finlândia;
Em termos de consumo, levaria nove anos para uma residência familiar comum minerar um único Bitcoin;
O preço do Bitcoin tem sido extremamente volátil ao longo do tempo. Você pode acompanhá-lo em tempo real através de nosso Gráfico Bitcoin;
Probabilidades de resolver um hash: 1 em 22 trilhões
Os Estados Unidos (35,4%), Cazaquistão (18,1%) e Rússia (11,2%) foram os maiores mineradores de Bitcoin até agosto de 2021, de acordo com o Cambridge Electricity Consumption Index.
Conclusão
Embora a mineração de Bitcoin pareça atraente, a realidade é que é difícil e caro para torná-la realmente lucrativa. A extrema volatilidade do preço do Bitcoin adiciona mais incerteza à equação.
Tenha em mente que o próprio Bitcoin é um ativo especulativo sem valor intrínseco, o que significa que não produzirá nada para seu proprietário e não está atrelado a algo como ouro ou outro commodity. Seu retorno é baseado em vendê-lo para outra pessoa por um preço mais alto, e esse preço pode não ser alto o suficiente para você obter lucro.
Acreditamos que criptoativos são para todo mundo, e estamos aqui para simplificar.
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De fundadoras a pioneiras no meio da tecnologia, as mulheres têm ganhado espaço. Com muita luta e empoderamento feminino no meio de um ambiente tomado, em sua maioria, por homens, essas mulheres se fazem presente em uma lista de 10 figuras femininas influentes no mundo da tecnologia para seguir, aprender e se espelhar.
No ramo da tecnologia há mais de 16 anos, Nina Silva é mentora, escritora e palestrante.
Engajada no empoderamento negro, Nina iniciou o movimento Black Money, que visa estimular o desenvolvimento do ecossistema afroempreendedor. Nina foi considerada pela Forbes uma das mulheres mais poderosas do Brasil e em suas redes sociais ela posta sobre tecnologia, palestras que ela apresenta e eventos.
A frente do primeiro projeto educacional brasileiro focado no desenvolvimento e formação de um ecossistema inovador de empreendedores, novos modelos de negócio e iniciativas utilizando Blockchain, Rosine participa de palestras e meetups espalhando seu conhecimento sobre tecnologia. Advogada há 13 anos e pioneira no estudo de bitcoins, blockchain e questões afins, promove disseminação de conhecimento e debate sobre o tema em muitos eventos, painéis, artigos e através das suas redes sociais também.
Premiada pelo MIT Tech Review como uma dos dez “Inovadores com menos de 35 anos” do Brasil em 2015, Danielle trabalhou no mercado financeiro e corporativo e hoje é gestora da Guten Educação, startup que nasceu para transformar a maneira como a leitura é inserida em nossas vidas através da tecnologia e interação com o usuário.
Em suas redes sociais, Danielle fala sobre pedagogia, educação e compartilha notícias sobre seu negócio.
Autodenominada como “Youthquake” (palavra que se refere a uma mudança cultural, política ou social significante provocada por ações ou influência de pessoas jovens), Camila tem 26 anos e é referência mundial na luta por mais mulheres na tecnologia. Fundou o blog Mulheres na Computação, palestrou em um TEDx e viajou pelo Brasil ensinando jovens a criar aplicativos.
Em suas redes sociais você vai encontrar textos sobre empreendedorismo, tecnologia, startups, eventos e o movimento Youthquake.
Solange Gueiros Desenvolvedora blockchain, professora e palestrante
Especialista em desenvolvimento e arquitetura em blockchain, Solange é super engajada nas comunidades de blockchain e bitcoin. É formada em Ciência da Computação e Pedagogia e foi a primeira mulher a publicar um contrato inteligente no blockchain do Ethereum no Brasil.
Em suas redes sociais o foco é tecnologia e mulheres no ramo da ciência e dessa nova economia.
Na área da tecnologia e inovação desde 2011, Carolina Morandini é Head de Startups & Business Development na Wayra Brasil. Tem experiência no planejamento e execução de estratégias corporativas incluindo pesquisa de mercado, benckmarks de programas, metodologias de inovação corporativa, orientando startups em suas estratégias de mercado e comunicações através de diferentes canais.
Em suas redes sociais, ela conta um pouco das passagens por essas startups, artigos e novidades sobre tecnologia e inovação.
Natália Garcia Sócia e Diretora de riscos na Foxbit
Um dos nomes de frente da Foxbit, Exchange de Criptoativos, Natália ocupa também a função de Vice-presidente da ABCripto (Associação Brasileira de Criptoativos), responsável por avançar, promover e proteger os interesses dos membros associados por meio de tecnologia, legislação, comunicação e educação eficazes.
Em suas redes sociais, Natália fala sobre notícias envolvendo blockchain, bitcoin e economia.
Com a carreira iniciada na área de tecnologia prestando serviços para empresas, Liliane iniciou, junto à outras mulheres, a rede Women In Blockchain Brasil, defendendo a democratização da educação para inclusão digital e acesso consciente e ético de meninas e mulheres à nova economia.
Indicada ao prêmio CLAUDIA, a maior premiação feminina da América Latina na categoria Negócios, Cristina Junqueira já trabalhou no Itaú e pediu demissão em um dos auges da sua carreira para abrir uma Fintech, que hoje é o terceiro unicórnio brasileiro, segundo a matéria do Estadão.
Em suas redes sociais, Cristina posta sobre empreendedorismo, tecnologia e compartilha entrevistas e palestras que ministra dando dicas sobre a vida acadêmica e profissional.
Com formação em psicologia e especialização em neuropsicologia, Maitê incentiva pessoas negras a acessarem ecossistemas como tecnologia, startups e inovação através da BlackRocks com programas de capacitação, instituições de ensino e desenvolvimento de ideias.
Em suas redes sociais, você encontra artigos sobre a sua área de atuação, eventos e muito sobre empoderamento negro.