dez 6, 2018 | Institucional
Bolsa de startups
Em maio, conforme relatado pelo Valor Econômico e em nosso blog, a Foxbit investia na Kria, um site de captação de investimentos para organizar “crowdfundings” online. A partir do dia 12 de dezembro, a Kria irá lançar seu novo produto, o Basement, que é uma bolsa de startups que usa Blockchain para suas operações.
Quatro anos depois de realizar a primeira oferta de equity crowdfunding no país, e com uma rede de 2.000 investidores-anjos ativos, a startup Kria será novamente pioneira ao realizar a primeira oferta pública tokenizada do Brasil, com valores mobiliários emitidos em Blockchain através da instrução CVM 588.
Segundo CEO o nosso CEO, João Canhada: “A Kria é uma empresa que facilita a captação através de crowdfunding. A Foxbit sentiu as mesmas dificuldades para captação de investimentos no começo de sua vida. Olhando o mercado hoje em dia, a Foxbit pode auxiliar indiretamente o ecossistema de startups”.
Ele ainda diz que: “Esse lançamento de crowdfunding representa um avanço para ecossistema de startups brasileiro e um marco regulatório importante para aplicação da tecnologia de blockchain no cotidiano com usos mais objetivos. Um grande avanço no ambito regulatório criando um conforto jurídico para investimentos e uma aplicação técnica da tecnologia para uma dor que é real no ecossistema”.
Como vai funcionar?
Essa oferta de investimento será um modelo inédito no Brasil — o Security Token Offering, serão ofertados publicamente títulos de dívida conversíveis em ações, que estarão representados por tokens padrão ERC-20 no blockchain do Ethereum.
Com o Security Token Offering, que é uma oferta pública de valores mobiliários tokenizada, os investimentos são registrados no Blockchain, mas com lastro em um ativo tangível registrado fora dele — como ações de uma S/A em um livro ou qualquer outro valor mobiliário de uma empresa — , o que torna o modelo uma alternativa mais legítima aos ICOs (Initial Coin Offerings).
Ou seja, será possível que uma pequena startup utilize o Basement para captar fundos para sua expansão e viabilizar seu negócio. Os investidores podem utilizar a plataforma para investir a partir de R$500,00 nesses projetos e receber tokens referentes a essas ações.

O investidor poderá acompanhar seu portfólio de investimentos através da plataforma Basement, obter relatórios e maior transparência sobre a governança das empresas. Por outro lado, o investidor, terá como fazer o controle societário e de governança pelo site.

O Basement também oferece mais transparência e segurança aos investidores com valores mobiliários emitidos em Blockchain através da instrução CVM 588. Uma das mudanças da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no ano passado viabilizou esse cenário. Além de ser uma grande oportunidade para tornar acessível o investimento em empresas promissoras, que atualmente está restrito a pequenos investidores privados.
A partir de um investimento de R$500,00, será possível se tornar sócio e investidor de projetos promissores e negociá-los conforme eles valorizam e prosperam. Um modelo completamente inovador que tende a crescer ainda mais.
Grande oportunidade
Essa plataforma representa uma grande oportunidade para facilitar investimentos e negociação de startups que têm um grande potencial de retorno no futuro. Permitindo também que pequenos investidores tenham a oportunidade de investir em negócios promissores e obter excelentes retornos, o que antes só era possível para um círculo restrito de investidores e grandes empresas listadas em bolsas.
O Brasil é lar de milhões de pequenas e médias empresas (“PMEs”), mas onde a única bolsa de valores tem menos de 500 empresas listadas, a oportunidade do mercado privado para investidores é clara. Contudo, esse mercado não é acessível a investidores comuns, o que também limita a disponibilidade de capital para as empresas, que se veem restritas a escolher entre bancos e grandes investidores.
Se há quatro anos o mercado de investimento em empresas nascentes era centralizado em poucos investidores-anjo ou fundos de investimento focados em startups (Seed Capital e Venture Capital) hoje, com o crowdfunding de investimentos, empresas nascentes e outras PMEs conseguem reunir recursos através da poupança popular, de uma base virtualmente irrestrita de investidores.
dez 5, 2018 | Bitcoin
Em 2009, quando o bitcoin foi lançado, ele custava muito menos do que 1 dólar. A primeira negociação foram 10 mil bitcoins por 2 pizzas. Hoje, quase 8 anos depois, a moeda digital já chega a custar mais de 10.000 dólares, o que significa que aqueles que enxergaram seu potencial lá na época da sua criação podem atestar como este é um ótimo investimento.
Para acumular bitcoins, o investidor de hoje tem 5 opções: comprá-lo de uma plataforma segura que ofereça um bom atendimento, aceitar o bitcoin como pagamento em troca de produtos e serviços, comprar diretamente de uma pessoa, utilizar faucets (sites que oferecem a moeda em troca de tarefas como visualizar anúncios) ou minerar bitcoins.
No post de hoje, vamos falar mais sobre essa última opção, a mineração de bitcoins, e quais são os riscos para quem resolve se aventurar por ela. Acompanhe!
Como funciona a mineração de bitcoins?
Ao contrário do dinheiro como utilizamos hoje, que é impresso e colocado no mercado com a intermediação de órgãos reguladores, os bitcoins não são emitidos. O processo pelo qual essa moeda é criada é mais parecido com a mineração do ouro, daí a origem do termo: minerar bitcoins.
E é esse processo que também influencia na oscilação do valor da moeda digital, devido às suas dificuldades e aos custos altos de realizá-lo. Isso porque, para minerar bitcoins, é preciso ter um computador poderoso, dotado de software específico e ligado a uma rede de outros mineradores, semelhante ao torrent, que trabalham confirmando as transações e assegurando a rede.
http://blog.foxbit.com.br/como-ocorre-oscilacao-do-bitcoin/
Além do custo alto com hardware, a dificuldade em obter bitcoins é controlada pelo próprio processo de mineração, que acontece da seguinte maneira: de tempos em tempos, em intervalos definidos pelo protocolo, os mineradores recebem um cabeçalho com várias informações da rede e dos blocos anteriores, e aplicam uma função hash até encontrar um número definido pela rede.
Funciona como jogar um dado com milhares de lados para se encontrar um número específico. Quanto maior for sua rapidez de jogar o dado, ou o seu poder computacional, mais tentativas você pode fazer em um certo prazo e encontrar o número desejado.
E o minerador que conseguir encontrar esse valor primeiro, anuncia para todos os outros mineradores e nós da rede, e recebe a recompensa.
Quais são os riscos de minerar bitcoins?
Além de ser um processo que necessita de conhecimento em tecnologia, minerar bitcoins por conta própria envolve riscos que acabam com toda a liquidez do investimento, como por exemplo:
Altos custos com máquinas e infraestrutura
A mineração começa na compra de máquinas para minerar, que são produzidas fora do país. O alto imposto de importação, aliado ao atraso nas entregas internacionais, pode fazer com que você perca o timing e gaste muito com o valor da máquina e impostos. Vale lembrar que também é necessário pensar na refrigeração, o que pode incidir em custos com ar-condicionado.
Altos custos com energia
Os gastos com a mineração não param na aquisição de um computador robusto. O uso de energia em casa também pode subir consideravelmente, o que faz com que investir na mineração não valha tanto a pena.
Investimento de risco
Mesmo que você resolva investir em uma máquina potente para fazer a função hash, não é garantido que você terá esse dinheiro de volta, visto que o bitcoin pode cair de valor, sua máquina quebrar ou aumentar a dificuldade, fazendo com que sua máquina se torne obsoleta em pouco tempo.
Por que eu devo optar por outras alternativas?
A mineração é um processo necessário para controlar a demanda e gerar oferta da moeda; porém, com o aumento da popularidade dela, esse processo tem sido comandado cada dia mais por grandes empresas, especializadas no assunto.
Algumas delas chegaram até a lançar ultracomputadores destinados especificamente para a mineração de bitcoins, com os quais um usuário comum, mesmo que um com ótimo computador em casa, não poderia concorrer.
Com isso tudo, sem dúvidas, negociar bitcoins por meio de plataformas seguras é a melhor opção, tanto para a compra quanto para a venda. Elas não só facilitam o processo como também podem oferecer melhores condições e um atendimento que forneça suporte para realizar as transações com o mínimo de risco.
Quer saber como começar a juntar seus primeiros bitcoins? Entre em contato conosco e tire suas dúvidas!
dez 5, 2018 | Outras categorias
A maior parte da quantidade de transações efetuadas no mercado acontece dentro de exchanges, uma plataforma que simplesmente faz o match de pessoas que querem comprar com aquelas que querem vender.
Entretanto há outro mercado fora das exchanges e ele movimenta uma quantidade grandiosa de recursos, é o OTC (Over-the-counter ).
O que é OTC/ Mercado de balcão?
Over-the-counter é um termo em inglês que significa “sobre o balcão”. Antes do advento das transações eletrônicas todas as ordens de mercado eram feitas manualmente, no balcão de negociações.
Este era o cenário da bolsa de valores antes do sistema eletrônico.
O tempo passou e a maior parte das negociações é feita de maneira eletrônica, por meio de home brokers e outras plataformas de compra. Hoje a Bovespa é mais ou menos assim:

Fonte: https://www.dci.com.br/financas/fundo-soberano-de-cingapura-passa-a-deter-5-de-participac-o-na-b3-1.500779
Negociações via OTC são comuns em diversos mercados, de commodities, ações, derivativos e até criptomoedas. A B3, maior bolsa do Brasil, tem uma área dedicada apenas para esse tipo de negociação.
Há uma enorme quantidade de pessoas e empresas que utilizam sabiamente este mercado para crescerem. Um dos maiores exemplos empresariais foi o Wal-Mart, que começou usando OTC antes de entrar na NYSE.
Com um mercado global girando em trilhões de dólares anualmente, as negociações Over-the-counter são um celeiro de oportunidades.
Quais as vantagens de comprar usando OTC?
Preço
O primeiro ponto e talvez um dos mais importantes é o preço. Como as transações são feitas diretamente entre as partes, não há fees diretas como nas exchanges.
Geralmente os valores negociados são altos o suficiente para os negociantes encontrarem um preço comum e vantajoso para ambas as partes.
Liquidez
Outro grande ponto é a liquidez. Em mercados em ascensão, como o de criptomoedas, a liquidez dos livros de ofertas nas exchanges não comportam ordens de grandes valores.
Isso significa que se você quiser comprar uma quantia grande de algum criptoativo como o Bitcoin, além de se deparar com a falta dessa quantia na exchange, você poderá pagar mais caro pelos ativos adquiridos.
Compra rápida e com auxílio
Dependendo dos ativos, a negociação pode ser feita na mesma hora. Como é o caso com o Bitcoin e outras moedas digitais.
Fora que o mercado balcão (OTC) é bem menos burocrático e toda a negociação pode ser feita remotamente.
Além da agilidade, você pode contar com a ajuda de algum expert da área. Em mercados novos e desregulamentados tal auxílio é fundamental para um bom investimento.
Mercado balcão de criptoativos (bitcoin, ether e outros) no Brasil?
A grande dificuldade deste tipo de mercado é a confiança, pois há riscos envolvidos, ainda mais se falamos de criptoativos.
Para resolver este problema, a Foxbit, criou a mesa de negociações Invest . Sendo um dos mais antigos OTCs de criptomoedas do país, com grande portfólio e experiência de mercado. Além de ter histórico, a empresa conta com profissionais provenientes do mercado financeiro tradicional e com bagagem nesse novo universo de ativos. A junção de dois mundos, velocidade, liquidez e confiança.
Entre em contato com o mercado balcão da Foxbit para mais detalhes.
Texto publicado anteriormente no Cointimes.
dez 4, 2018 | Foxbit Lab
Os ganhos e perdas em um investimento de alto risco podem mexer com a nossa cabeça, não é mesmo? É preciso estar preparado para o mercado volátil das criptomoedas, mas a gratificação de fazer direitinho “paga” bem: Trader Pro é o curso que o Foxbit Lab lançou para explicar todo esse cenário.
Eu, João Thomazinho, corri atrás, aprendi muito, e hoje “vivo” o trade como uma segunda profissão. Hoje a Foxbit me abriu as portas para ajudar quem também tem interesse em faturar com a excelente volatilidade do mercado de criptomoedas. Sabendo fazer, o investimento se paga.
https://foxbit.com.br/blog/foxbit-lab-primeira-turma/
O perfil é simples de perceber: para quem é um trader iniciante e quer entender como começar a operar de forma sólida, trocaremos ideia para que eu possa te ensinar como criar uma estratégia vencedora.
Se você já tem uma certa experiência, mas habitualmente devolve todo o lucro que ganha e mais um pouco, posso te ajudar a “tunar” a sua estratégia, gerenciar seu risco e entender o momento emocional do trade que vai representar a virada de chave que tantos procuram.
Acredite: nenhum sucesso vem da exceção, e eu vou mostrar isso. É necessário aceitar a disciplina para atingir suas metas, e teremos essa estratégia traçada.
O curso é na semana que vem, em São Paulo. Aproveite nossas últimas vagas com um desconto de 50%, clique aqui. Use o cupom: QUEROSERTRADER.
Venha ser um trader!

dez 3, 2018 | Outras categorias
A maneira como eu faço qualquer coisa é a maneira como eu faço tudo. No trabalho, na vida pessoal, nas decisões mais difíceis e nas ações mais simples do dia-a-dia… busco fazer tudo com a mesma dedicação e comprometimento, atento aos detalhes e aos valores que levo comigo.
Sou Fernando Tancredi, trabalho no Foxbit VIP, tenho 22 anos e sou “meio paulistano” e “meio sorocabano”. Cresci em prédios da cidade grande e no mato em uma chácara no interior, porque morei durante metade da minha vida em cada lugar. Apaixonado por música, futebol e empreendedorismo, desde pequeno cultivei hobbies que contribuíram para o meu crescimento pessoal e profissional, que refletem na minha vida e no meu jeito de ser atualmente.
Nasci em São Paulo e morei por aqui até os 9 anos. Em 2005, mudei com os meus pais e meu irmão para Sorocaba, no interior do estado, para sair do caos urbano e viver na tranquilidade de um lugar verde, com muitas plantas e animais de estimação. Por lá, tive a oportunidade de praticar diversos esportes e aprender a tocar violão e cantar, desenvolvendo também sonhos ligados a esses diferentes hobbies. Sonhei em ser jogador de futebol, mas parei de jogar depois de alguns anos. Sonhei em ser músico e resgatar o rock nacional, mas preferi manter a música como uma válvula de escape do meu dia-a-dia. Entre outros sonhos, sonhei em ter o meu próprio negócio, em criar algo meu, em empreender… E esse sonho consegui realizar algumas vezes, embora ele ainda esteja vivo dentro de mim!
Experiências empreendedoras
Aos 12 anos, misturei minha paixão por futebol com a minha curiosidade por tecnologia para criar um site na internet sobre jogos de futebol. O site chegou a mais de 1.8 milhão de visualizações em 3 anos, com mais de 500 artigos publicados e milhares de comentários de leitores, que formavam uma comunidade bastante ativa e integrada. Nessa época, aprendi muitas coisas sobre internet, sobre sites e marcas no ambiente virtual. O site teve que chegar a um fim, porque fui fazer um intercâmbio no Canadá, onde fiquei durante 5 meses estudando e conhecendo outras culturas.
Posteriormente, na volta para o Brasil, estava certo de que queria estudar administração, afinal, queria continuar com meus sonhos de desenvolver negócios e criar coisas novas. Enquanto estudava para o vestibular, tive a oportunidade de desenvolver um jogo para computador, que chegou a quase 8 mil downloads. O jogo era simples e misturava desafios de gestão com futebol, e foi uma boa forma de aprender a programar, o que aprendi por conta própria através da internet!
Faculdade e projetos
Após me aventurar com negócios na internet, entrei na Fundação Getulio Vargas (FGV) para fazer o curso de graduação em Administração de Empresas. O curso superou minhas expectativas e eu pude me envolver em diversas atividades que a faculdade me proporcionou, como projetos de disciplinas, entidades estudantis e matérias eletivas.
Participei de uma entidade estudantil chamada Cursinho FGV, um cursinho popular gratuito para estudantes de baixa renda. Lá, no Cursinho FGV, fui diretor de marketing e ajudei a organização durante dois anos, realizando eventos, cuidando da marca nas redes sociais, desenvolvendo o site, e organizando divulgações e parcerias com uma equipe de 7 pessoas, para trazer mais alunos, membros e patrocinadores para a nossa entidade. Foi um período muito especial, porque pude fazer algo voluntário para ajudar pessoas a irem em busca de seus sonhos. Enquanto estive lá, mais de 40 alunos de escolas públicas já tinham conseguido entrar na FGV com bolsas de estudo, e outras dezenas tinham conseguido acesso a diferentes universidades pelo Brasil.
Paralelamente à faculdade, comecei um negócio familiar para comercializar carne de búfalo. É algo peculiar, mas a carne de búfalo, para quem não conhece, é tão saborosa e muito mais saudável que as carnes tradicionais que todos estão acostumados. Em mais uma experiência empreendedora, pude elaborar o plano de negócio e de marca para estruturar um comércio em um mercado completamente novo para mim. Durante 6 meses, vendemos algumas centenas de quilos de carne, mas tivemos que encerrar as atividades por conta da imensa burocracia envolvida no processo de abertura e manutenção de uma empresa do setor alimentício no Brasil.
Ainda durante meu período universitário, fiz estágio na XP Investimentos durante 5 meses, participei de um programa de ensino voltado à liderança e trabalho em equipe, e fui parte do quadro de honra da faculdade em duas ocasiões pelo meu desempenho acadêmico.
Bitcoin e criptomoedas
Foi apenas em 2017 que eu ouvi falar de Bitcoin pela primeira vez. Embora estivesse sempre conectado e envolvido em projetos na internet, não veio ao meu conhecimento o mágico mundo das criptomoedas até o início do ano passado, quando estava fazendo uma disciplina eletiva sobre microfinanças na faculdade. A matéria explorava as razões pelas quais metade da população mundial não tem acesso a serviços financeiros formais e discutia potenciais formas de reverter esse cenário. Uma dessas formas, é claro, era através das criptomoedas!
Desde que conheci o tema, passei a estudar a fundo e acompanhar o mercado diariamente. Comecei a acompanhar, então, comunidades de criptomoedas em diferentes redes sociais, como Reddit, Twitter, fóruns e Facebook, porque a maior fonte de notícias para mim sempre foram as pessoas, e não portais de notícia. Comprei minhas primeiras frações de bitcoin na Foxbit, em maio de 2017, e passei a acompanhar e admirar o crescimento da marca onde hoje trabalho. Quando comecei a elaborar o meu TCC no ano passado sobre o tema, percebi que esse era o mercado em que eu queria trabalhar, e a Foxbit seria o lugar perfeito para isso.
Em maio de 2018, ao final da faculdade, terminei o meu TCC em dupla sobre o perfil do investidor brasileiro de criptomoedas, elaborando o primeiro trabalho do cenário brasileiro sobre o assunto, o qual pode ser conferido na íntegra aqui. No mesmo mês, cheguei na Foxbit para fazer parte do sonho de simplificar o mercado de criptomoedas e inspirar pessoas a conquistarem a liberdade financeira!
https://foxbit.com.br/blog/sbt-pesquisa-investidor-criptomoeda/
Foxbit

Na Foxbit, entrei na área de Customer Experience, ajudando desde clientes inexperientes até clientes mais profissionais a transacionarem e operarem na nossa plataforma. Através dos canais de atendimento por e-mail e chat, atendi mais de 4 mil clientes, sempre com o objetivo de simplificar suas experiências. Depois de 3 meses como analista de Customer Experience, iniciei em agosto de 2018 um projeto de criar uma nova célula de atendimento, focada em operações de grandes volumes na plataforma. Juntamente com o Ronaldo Dias, demos início ao Foxbit VIP, do qual eu faço parte até hoje.
Se você ainda não conhece, saiba mais sobre o Foxbit VIP e o nosso atendimento personalizado.
A partir da ideia de oferecer um suporte mais focado e ágil, criamos o nosso atendimento VIP para oferecer a grandes clientes um canal de comunicação exclusivo com a nossa equipe, para auxiliá-los no dia-a-dia de suas operações. Além de uma maior agilidade e um atendimento personalizado, oferecemos também uma política de taxas diferenciadas.
Minha história na Foxbit está apenas no início, e ainda espero poder vivenciar aqui muitos outros momentos e experiências, em meio às altas e baixas desse mercado de criptomoedas.
Veja mais histórias das pessoas da Foxbit:
https://foxbit.com.br/blog/nossas-historias-gabriel-contri/
https://foxbit.com.br/blog/nossas-historias-camila-boni-foxbit/