out 4, 2017 | Finanças
A caderneta de poupança está consolidada na vida dos brasileiros como alternativa para guardar dinheiro. Para se ter uma ideia, em pesquisa feita pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Rio de Janeiro), 76% dos entrevistados disseram que os recursos que sobram são destinados a ela.
Mesmo que existam outros investimentos mais promissores, muitos ainda acreditam que vale a pena investir em poupança e que é a melhor opção em termos de segurança.
Mas será mesmo que ela é tão boa assim? Hoje, finalmente, você vai descobrir. Confira!
Poupança
Desde 2012, a poupança sofreu uma mudança no cálculo do seu rendimento. Se, antes, ela tinha o valor fixo de 0,5% ao mês, agora sofre influência da taxa Selic.
Pela não tão nova regra assim, caso a taxa básica de juros (Selic) esteja menor ou igual a 8,5% ao ano, a caderneta deve render 70% do seu valor mais a TR (taxa referencial).
O grande problema é que faz certo tempo que a taxa Selic não chega a esse valor. E, mesmo que ela chegue, como aconteceu em 2013, o governo pode aumentá-la para conter a inflação.
Isso também aconteceu em 2015, quando a taxa chegou a 14% contra um IPCA (inflação) de 10,67%. Naquele ano, a poupança rendeu 8,07%, mas a sua rentabilidade não conseguiu superar a inflação.
Isso é um problema porque, quando a poupança não consegue passar o IPCA, significa que o poder de compra de quem investe na caderneta é menor, especificamente no caso acima, que foi menos de 2,28%.
Além dessa questão, outro problema dificulta que a caderneta seja uma boa aposta: a remuneração.
Ainda que muitos digam que ela tem alta liquidez — pois você pode sacar a qualquer momento —, a sua remuneração só ocorre de verdade uma vez por mês, no aniversário da aplicação.
Se você resgatar a qualquer momento, pode perder o que rendeu nos últimos dias.
É por isso que, se a intenção é obter lucro e não apenas guardar dinheiro, recomendam-se outros tipos de investimento.
Títulos públicos
O título público possui todos os benefícios que a caderneta oferece (segurança, liquidez alta), principalmente se estamos falando do Tesouro Direto.
Esse título rende muito mais que a poupança, pois o seu indicador é a própria taxa Selic. Acompanha os Certificados de Depósito Interbancários (CDI) e, assim, não sofre com as oscilações das taxas de juros. Para melhorar, o seu rendimento é diário, e não mensal, como a caderneta.
CDBs
Os Certificados de Depósitos Bancários variam muito de instituição para instituição.
No mercado, você encontra diferentes CDBs com diversas datas de vencimento. A regra é que, quanto mais tempo durar o investimento, mais ele valerá.
A maioria usa a taxa CDI como indicador, e é possível encontrar certificados que rendem 100% ou mais dela.
Aliás, eles são tão seguros quanto a poupança, pois são cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).
LCAs e LCIs
Como a caderneta, tanto as Letras de Crédito do Agronegócio quanto as Letras de Crédito Imobiliário são isentas do imposto de renda. A sua remuneração varia, como acontece com os CDBs, e também segue a CDI.
Elas podem oferecer bons rendimentos, mas o grande problema é que seus aportes iniciais são altos, assim como os prazos. Por isso, é preciso pesquisar bem para achar ofertas em conta.
Bitcoin
A moeda bitcoin é outra possibilidade de investimento, e este ano mostrou por quê. A sua rentabilidade chegou ao patamar de 342,77%, revelando ser uma alternativa mais do que viável, se comparada com os 0,5% + TR da poupança.
Apesar de não ser uma ação negociada em Bolsa, é possível aplicar nela por meio de uma plataforma de investimentos.
Não é uma moeda física, mas a sua emissão segue as diretrizes do mercado e, quanto mais demanda, maior é a sua cotação. Hoje em dia, um bitcoin equivale a US$ 4 mil dólares.
Agora você sabe se vale a pena investir em poupança, não é? Quer conhecer mais aplicações? Dê uma olhada no nosso texto sobre investimentos que podem garantir a sua vida financeira!
out 3, 2017 | Bitcoin
O Bitcoin é uma moeda universal que, inserida no contexto da globalização, torna o mercado mundial cada vez mais interdependente e conectado. Com poucos cliques e baixíssimos custos, é possível adquirir produtos de países do outro extremo do planeta.
Totalmente descentralizada, a criptomoeda é um diferencial competitivo para as empresas atuantes no mercado internacional, já que, entre outros motivos, facilita as transações e derruba os obstáculos impostos pelas diferenças cambiais.
Pensando nisso, preparamos o post de hoje com tudo o que você precisa saber sobre a relação entre dinheiro digital e comércio exterior. Afinal, porque o Bitcoin é uma moeda universal? Confira!
O que é Bitcoin?
Bitcoin é um sistema de comunicação que funciona de maneira independente de qualquer entidade intermediária — bancos e instituições financeiras — e fora do comando governamental.
Assim, os pagamentos são feitos diretamente entre os usuários, por meio de um endereço digital. Em outras palavras, a tecnologia atua tanto nas funções de um banco central como nas de uma plataforma de pagamentos.
Por que o Bitcoin é uma moeda universal?
Confira alguns bons motivos pelos quais essa moeda já pode ser considerada de uso global:
Baixos custos para remessas ao exterior
O sistema de pagamentos p2p (peer-to-peer) permite que remessas de recursos sejam transferidas entre os países com taxas de transação significativamente inferiores das realizadas pelos meios tradicionais.
Assim, a tendência é que, nos próximos anos, com mais usuários no mundo todo, o sistema Blockchain seja a opção mais interessante para as operações financeiras internacionais e a maior parte dos envios de capital e ativos sejam feitos dessa forma.
Taxa de conversão vantajosa
O Bitcoin já é utilizado como meio de pagamento em lojas físicas e virtuais de vários países, o que diminui os custos extras com a conversão de moedas e evita a incidência de tributos, como o Imposto sobre Operações Financeiras — IOF.
Além disso, sua taxa de conversão costuma ser mais baixa do que nos bancos, o que incentiva o mercado consumidor e atrai os turistas que viajam ao exterior.
Por que o Bitcoin facilita o comércio exterior?
Diferente das moedas tradicionais, o Bitcoin supera bloqueios de fronteiras e elimina barreiras do comércio internacional. Acompanhe por que esse protocolo está fazendo uma verdadeira revolução econômica no mundo:
Segurança
As transações realizadas em Bitcoins podem ser consideradas mais seguras dos que as feitas em moeda tradicional. Isso ocorre, porque as informações da carteira são mantidas em completo controle do usuário, assim, ninguém além do proprietário poderá realizar operações, o que garante a segurança do dinheiro criptografado.
Facilidade de negociação
Diferentemente de outros investimentos que demandam que o usuário abra uma conta em um intermediário financeiro, no Bitcoin, todo esse processo que, pode demorar dias, é dispensado. Basta que o futuro negociador, pela Internet, envie seus documentos para uma corretora e sua conta demorará poucos dias para ficar pronta para o uso.
A partir de então, os bitcoins poderão ser negociados para a compra e venda — 24 horas por dia, sete dias por semana — entre as carteiras de usuários de qualquer parte do planeta.
Independência
Como comentamos, o modelo Blockchain consegue descentralizar as operações financeiras das grandes instituições e da interferência do Estado, permitindo que as transações sejam feitas de forma independente, diretamente entre compradores e vendedores da moeda.
Expansão
As estatísticas em relação ao Bitcoin são animadoras: em oito anos de existência, a criptomoeda já conquistou mais de 2 milhões de usuários em todo mundo — desse número, 50 mil são brasileiros.
Com o sistema em expansão, é cada vez maior o volume de estabelecimentos físicos e virtuais que aceitam a moeda como forma de pagamento. A tecnologia é aprimorada a cada dia e, no Brasil, o Banco Central vem acompanhando as discussões sobre o tema, com grande interesse e receptividade.
set 30, 2017 | Bitcoin
Analisando pelo aspecto comportamental, a sociedade já vive o fim do dinheiro em espécie, ou pelo menos, a preferência por suas transações físicas. O cartão magnético é usado muito mais expressivamente do que as famigeradas moedas.
Mas, apesar de fundamental para muitos, o cartão magnético de crédito e débito provavelmente não será o único responsável pela ruína da moeda convencional.
A essa missão, une-se até o momento os smartphones, a internet e as criptomoedas. Entenda essa revolução e saiba o que esperar dela.
O contexto do fim do dinheiro
Primeiramente é preciso entender porque um modelo que vêm funcionando a milhares de anos será substituído. A verdade é que ele é falho em diversos aspectos, como:
Controle de uso
Apenas uma parcela de seu ciclo de vida da moeda é rastreável. Uma vez colocada em circulação, pode ser utilizada em diversas transações ilícitas, terrorismo, desvio de verbas e demais atividades danosas à sociedade como um todo.
É preciso lembrar também, que, mesmo possuindo diversos mecanismos de segurança, é alvo recorrente de tentativas de falsificação.
Obsoleto para transações comerciais modernas
A moeda física ficará ultrapassada para o comércio, que acompanhando as tendências dos novos consumidores, digitaliza cada vez mais suas vendas.
É impossível utilizar dinheiro em espécie para efetuar uma compra no e-commerce, por exemplo.
Custo de emissão
O valor venal das notas e moedas não corresponde ao seu custo de produção, e o mau uso ainda aumenta a necessidade de novas emissões e investimentos em campanhas publicitárias para incentivar sua circulação.
Considerando ainda o aspecto ambiental, cunhar moedas envolve outras despesas e prejuízos à natureza, da matéria-prima — mesmo que seja de reflorestamento, ao transporte em veículos pesados, emitem gases poluentes comprometedores.
A nova Era das transações
O sistema de moedas físicas até recebeu ajustes para sanar uma parte dessas falhas, mas talvez seja incompatível com a ascendência da virtualização das relações, e por consequência, das transações financeiras.
É possível dizer que na atualidade esses dois sistemas coexistam, mas o fortalecimento dos canais virtuais de comércio, uso dos smartphones e a crescente aquisição de Bitcoins pelos investidores demonstra que de fato, o fim do dinheiro em espécie está próximo.
A Pesquisa de Tecnologia Bancária 2017 da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) mostrou que o mobile banking é o canal preferido dos brasileiros, apurando um crescimento de 96% no volume de transações comparado a 2015.
Ainda dados dessa pesquisa apontam que, mesmo com a crise econômica de 2016, o volume de transações em maquinetas de crédito e débito em lojas físicas foi equivalente a 6,6 bilhões de reais.
Considerando essa evolução comportamental que prioriza as transações virtuais, ações que visam a formalização dessa substituição surgem a todo momento.
As propostas de mudanças
No Brasil, um dos mercados com maior volume de transações virtuais, a ação em tramitação do projeto de Lei 48/2015 é uma das consequências dessa mudança.Ele defende a interrupção da emissão, circulação e utilização de moedas físicas para transações financeiras, instituindo o sistema digital como meio único.Segundo seus autores, ela diminuiria os custos de produção do erário, inibiria roubos entre outros benefícios, mas para isso, tais transações deveriam ser isentas de taxas bancárias.Países como a Dinamarca e Equador já colocaram em prática incentivos para a exclusão das moedas físicas. O país escandivano identificou que quase a totalidade de sua população adulta possui cartões de crédito, e igualmente expressiva é a parcela de pequenos negócios que possuem a modalidade de pagamento, inclusive para bandeiras internacionais.
No caso do Equador, a exclusão financeira da população motivou a criação do sistema de dinheiro eletrônico visto que 100% das residências registram a existência de, pelo menos, um smartphone.
Com ele, é possível fazer transações entre usuários até mesmo sem a internet.
Então, parece ser natural que nesse cenário do fim do dinheiro em espécie, as criptomoedas ganhem ainda mais força, pois, além de eliminarem as falhas do sistema convencional, ainda são livres de intervenções governamentais em sua cotação e passíveis de serem rastreadas, dando maior transparência ao sistema.
Esta rastreabilidade, aliás, é uma importante aliada contra a corrupção. Saiba mais sobre essa transparência e diversos outras características do Bitcoin na nossa plataforma educacional, o Foxbit Lab.
set 29, 2017 | Investimento
Em meio a tantas opções, saber quais as melhores formas de investimento pode se tornar uma tarefa complicada e em muitos casos, penosa. O grande problema é que as pessoas não conhecem as modalidades de aplicações existentes e acabam optando pela boa e velha poupança.
Porém existem outros ativos financeiros que podem proporcionar ganhos consideravelmente maiores que ela. O nosso objetivo com este artigo é mostrar quais são as melhores formas de investimento disponíveis no mercado. Confira!
Certificado de Depósito Bancário (CDB)
O CDB funciona basicamente como um empréstimo ao banco. O investidor deposita determinado valor e, em contrapartida, a instituição o remunera com uma taxa de juros atrelada ao DI, um percentual muito próximo da SELIC.
Esse tipo de investimento costuma ser mais vantajoso que a poupança, uma vez que possui o mesmo nível de risco e proporciona uma remuneração, que em alguns casos, pode chegar até o dobro da velha caderneta.
Letras de crédito (LCI e LCA)
Esses ativos são divididos em dois grupos, a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), que têm como função principal fomentar e oferecer recursos ao mercado de imóveis e rural, respectivamente.
A grande vantagem desses dois tipos de investimentos é a isenção do Imposto de Renda sobre os rendimentos obtidos, benefício que não é concedido em outros produtos financeiros. A remuneração das letras de crédito podem variar muito de acordo com cada banco e geralmente pode ser um percentual incidente sobre a taxa do CDB.
Tesouro Direto
Uma boa resposta à pergunta: “quais as melhores formas de investimento?”, seria o Tesouro Direto. Ele é um título de dívida pública que dá direito de crédito ao seu possuidor.
Basicamente, é como se o você emprestasse dinheiro para que o governo federal possa realizar suas atividades e em contrapartida ele o remunera com um determinado percentual de juros, que podem ser pós ou prefixados.
Ele pode ser considerado um excelente investimento, principalmente pelo fato de ser muito seguro, uma vez que, estamos tratando de um título do Governo que é emitido pelo Tesouro Nacional, órgão financeiro de maior poder no Brasil.
Ações
Até agora mencionamos os tipos de investimentos, que têm boa rentabilidade, com um baixíssimo grau de riscos. No entanto, se você é um investidor mais experiente e arrojado que pretende obter ganhos consideravelmente maiores, as ações podem ser uma boa opção.
Essa aplicação costuma ser mais arriscada, uma vez que a rentabilidade dela fica atrelada à lucratividade ou não de uma empresa. No entanto, os ganhos, quando existentes, costumam ser muito maiores que qualquer outro tipo de investimento.
Investimento em Bitcoin
Pode parecer estranho, mas muitas pessoas estão começando a realizar investimentos adquirindo Bitcoin. Isso se deve, principalmente, pelo fato da valorização da moeda digital ter alcançado números incríveis no último ano, chegando a cerca de 300%.
No entanto, assim como outras modalidades de investimentos, os bitcoins também possuem certo grau de risco, principalmente pelo fato de ser algo muito novo e desconhecido por muitas pessoas.
Outro fator que deve ser avaliado é o tempo gasto em análise e acompanhamento de mercado, sendo assim, o investidor que optar por essa modalidade deverá ficar sempre de olho na flutuação da criptomoeda se quiser obter retornos financeiros com ela.
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set 29, 2017 | Bitcoin
Neste post vamos explicar o qual é a proteção das carteiras de bitcoins. Fique ligado e protegido para não perder suas criptomoedas.
Bitcoin foi o resultado do desenvolvimento do conceito de criptomoeda, ou melhor, da moeda protegida por criptografia. Isso tomou grande proporção a fim de efetuar o controle sobre as transações, dispensando a necessidade de uma autoridade central.
Um lugar seguro para se guardar os bitcoins é em uma carteira. Neste post, vamos tratar de proteção de carteira de bitcoins. Leia e aumente seus conhecimentos!
Para que servem as carteiras de bitcoins
A função de uma carteira de bitcoin é armazenar em segurança a criptomoeda de um determinado usuário.
A carteira bitcoin (bitcoin wallet) permite que o usuário transfira moedas diretamente de uma carteira para outra.
Os tipos de wallet bitcoin
É possível armazenar os bitcoins em:
- Ambiente online ou com conexão à internet (carteiras quentes);
- Ambiente off-line (cold storage).
Dispositivo móvel
É um aplicativo usado em celular que faz a manipulação da criptomoeda; assim, ele permite realizar transações pelo telefone rapidamente e com eficiência.
Computador (desktop)
Foi o primeiro tipo de wallet bitcoin que surgiu. É um tipo seguro, ficando a carteira guardada no próprio computador do usuário.
Internet
Nesse caso, a proteção de carteiras de bitcoins acontece de forma online: alguns sites disponibilizam a possibilidade de manipular carteiras por meio deles.
Aparelho específico (hardware)
Nesse caso, há determinados equipamentos cuja finalidade específica é guardar bitcoins e garantir sua segurança.
Papel
Esse tipo de carteira também é chamado de paper wallet (carteira de papel). É possível criar uma paper wallet totalmente off-line, sem contato direto com a internet.
Muitos sites oferecem a opção de criar paper wallet por meio de um gerador universal. O usuário deve acessar o site, clicar com botão direito do mouse e salvar a página em um arquivo PDF ou HTML no pendrive.
O usuário poderá imprimir o arquivo e guardá-lo em um local seguro ou poderá deixá-lo somente gravado em formato PDF.
Os mecanismos de proteção de carteira de bitcoins
Entre as carteiras de bitcoins móveis, a Breadwallet foi desenvolvida para proteger contra malwares, falhas na segurança do navegador e até roubos físicos. A Greenaddress não deixa as chaves no servidor nem quando estão protegidas por criptografia: usa-se a extensão do navegador/aplicativo ou 2FA (autenticação em 2 passos).
Entre as carteiras de computador, podemos citar:
- Bitcoin Core: carteira original da Bitcoin, com alto nível de segurança, privacidade e estabilidade;
- mSIGNA: simples e escalável (nível corporativo), dá suporte a armazenamento off-line, negociações multiassinatura, BIP32, backups criptografados;
- Electrum: usa servidores remotos e permite a recuperação da carteira com a senha pessoal;
- BitGo: exige 2FA para qualquer transação, protege contra malwares e invasões ao servidor.
Sobre as carteiras internet, podemos citar: Blockchain (a mais popular no mundo todo, oferece encriptação dupla, 2FA, suporte para transações off-line); Coinbase (acesso de qualquer local e recurso de proteção avançada chamado BTC Vault, um cofre de multiassinatura); Xapo (a mais popular no Brasil por causa do cartão de débito VISA, também oferece cofre de elevada segurança).
Finalmente, sobre as carteiras cold storage, podemos destacar:
Hardware
Conta com carteiras de bitcoins como ledger wallet e Trezor. A ledger wallet divide-se em:
- Ledger Nano S: projetada sobre uma plataforma de smartcard ST23YT66, preserva a segurança das chaves, valida transações, pode ser usada como cartão pré-pago de seguro ou de multiassinatura (é a mais barata das carteiras hardware);
- Ledger HW.1: ledger wallet de custo-benefício, não apresenta tela, mas é mais segura que as carteiras quentes.
A Trezor permite assinar transações e conectar-se à internet.
Paper wallet
O Blockchain oferece essa opção (basta selecionar no menu do site a opção “carteira de papel”). Temos ainda o sites do: BitcoinPaperWallet.com (que oferece produto que resiste à violação da wallet e etiquetas holográficas que garantem a integridade da carteira).
O que pensa sobre a proteção das carteiras de bitcoins? Que tipo de carteira você prefere? Que mecanismo de segurança acha melhor? Deixe seu comentário!