Efeito manada: entenda o que é e como pode ser evitado

Efeito manada: entenda o que é e como pode ser evitado

Ao longo da vida, todos nós somos abordados por diversas dúvidas. No meio financeiro, as incertezas só aumentam — ainda mais em tempos de crise. Na dúvida sobre qual seria a melhor decisão, a melhor oportunidade e o melhor investimento, muitas pessoas seguem o fluxo, ou seja, adotam o chamado efeito manada.

Movido por uma mistura de insegurança com o desejo de aceitação, o ser humano tende a participar de determinados grupos. Ao ser abraçado por diversas pessoas que manifestam a mesma opinião, fica fácil se sentir confortável, não é mesmo?

O problema começa quando você se sente incapaz de distinguir a própria opinião da dos outros. E em se tratando de investimentos, esse efeito manada pode causar muitos estragos. Continue a leitura para entender o problema e como evitar essa armadilha!

O que é o efeito manada?

Basicamente, o efeito manada consiste em seguir a maioria. Mas nem sempre ele proporcionará resultados negativos. Não raro, muitos seguem uma certa tendência e colhem grandes resultados.

Uma situação bem comum se refere às compras online. Os frequentadores assíduos de lojas virtuais já se habituaram a ler vários comentários de outros usuários antes da compra. Isso também é um efeito manada!

Se a esmagadora maioria emitir opiniões desfavoráveis, você certamente vai mudar de ideia sobre aquele produto. O contrário também acontece. Logo, uma alta porcentagem de elogios repletos de detalhes é bem convincente.

Como o efeito manada pode causar prejuízos financeiros?

Fazer investimentos com base nos pensamentos de amigos não garante absolutamente nenhum retorno. Afinal, o mercado financeiro é implacável com quem acredita em aplicações infalíveis — principalmente quando estão mais para aplicações duvidosas.

Assim, jamais troque as análises bem fundamentadas por experiências individuais. Quando se trata do seu dinheiro, ouvir o que um consultor em investimentos bem-conceituado tem a dizer é muito mais vantajoso.

Ou seja, se você for orientado pelo consultor a comprar o título A, e não o B, não mude a estratégia apenas pelo medo de “perder” sozinho. Lembre-se: maioria não é sinônimo de certeza ou lucro. Quer saber como evitar essas ciladas? Acompanhe algumas dicas!

Mantenha-se bem informado

Em plena era da informação, é muito fácil se informar sobre variados assuntos, inclusive investimentos. Contudo, você precisa filtrar tudo isso. É nessa hora que um consultor pode prestar uma grande ajuda. Estar bem informado sobre o acontece no país e no mundo é muito importante. Mas saber como os diferentes cenários interferem em uma dada empresa é fundamental.

Encare o senso comum

Quanto mais bem informado você estiver, maior será sua segurança perante os questionamentos falhos do senso comum. Mas observe: isso não significa que você deva adotar um discurso inflexível, como se fosse o dono da verdade.

Se for necessário, siga a maioria

Uma vez que esteja amparado em análises sólidas, você não precisa se preocupar em seguir o fluxo ou continuar sozinho. Apenas mantenha suas convicções. Em muitas situações, uma considerável maioria pode apresentar o mesmo raciocínio que o seu.

Não perca o foco de vista

De tempos em tempos, você se deparará com ofertas supostamente imperdíveis. Caso elas não possam ser inseridas no seu planejamento, ignore-as. Mantenha o foco!

Evite agir emocionalmente

O mercado financeiro passa por constantes turbulências. Cabe a você, como investidor, habituar-se a elas. Portanto, acostume-se com a oscilação do câmbio e do valor das ações na Bolsa. Para ser um investidor bem-sucedido é primordial ter uma boa dose de frieza.

Não tenha dúvidas: o efeito manada pode transformar anos de investimento em um completo fiasco. Mas agora você já sabe o que fazer para evitar essa armadilha!

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Descubra como o bitcoin passou de inimigo a cobiçado

Descubra como o bitcoin passou de inimigo a cobiçado

Em 2008, no auge da crise dos bancos nos Estados Unidos, o bitcoin surgiu com potencial para abalar o sistema financeiro mundial. Sem intermediários para validar as transações de compra e venda ou regulamentações do Estado, esse avançado sistema de criptografia passou a irritar as instituições financeiras tradicionais e, por muito tempo, foi visto como vilão pelas corporações.

No entanto, desde o ano de 2010, a criptomoeda vem vivenciando picos de valorização invejáveis — como em junho deste ano, que cada unidade chegou a US$3.025,47. Desde então, a tecnologia vem conquistando até mesmo os bancos que passaram a se empenhar em desenvolver novos códigos para o sistema blockchain.

Mas como o bitcoin passou de inimigo a cobiçado pelas instituições financeiras? Siga a leitura deste post e confira todos os detalhes dessa reviravolta!

Bitcoin e a resistência dos bancos

O surgimento do bitcoin e a disseminação da tecnologia como meio de pagamento alternativo sofreu forte resistência dos bancos, sobretudo no ano de 2014, quando muitos governos proibiram a negociação da criptomoeda nas suas bolsas de valores.

O sistema financeiro mundial, até então controlado por instituições centralizadas e fortemente ligadas ao Estado, se contrapôs à nova tecnologia por motivos óbvios: a total liberdade para realizar transações bancárias e investir em produtos que fossem rentáveis aos indivíduos — e não aos bancos — significaria uma democratização da economia e a diminuição do poder hegemônico das instituições financeiras.

Afinal, a natureza descentralizada do bitcoin evita que entidades governamentais e bancárias atuem como terceiros na facilitação de transações entre indivíduos e organizações. Com o processo de eliminação de intermediários, o bitcoin cria um mercado livre e proporciona aos seus usuários muitas vantagens como o fim das taxas abusivas, além de agilidade e comodidade, já que todas as operações são feitas pela internet.

Entretanto, a relutância dos bancos em aceitar uma tecnologia de alcance inevitável na sociedade só poderia levar a dois caminhos: desacreditar o dinheiro digital — como foi feito por muito tempo — ou aderir ao sistema blockchain para otimizar custos e aumentar a velocidade das operações.

Como o bitcoin passou de inimigo a cobiçado

Vários fatores têm influenciado a adesão dos bancos à tecnologia bitcoin. Um dos principais motivos para essa mudança de postura das entidades financeiras está relacionado à regulamentação da criptomoeda por grandes economias como o Japão, que ocorreu no início do ano.

Além disso, como há muita especulação em relação aos bitcoins, cenários políticos instáveis como o dos Estados Unidos com a eleição de Trump influenciam na valorização da criptomoeda. Há um aumento da demanda por esses investimentos, que passam a ser vistos como seguros e estáveis.

Entretanto, o que mais motivou os bancos a se engajar no desenvolvimento da nova tecnologia foi a possibilidade de cortar gastos e melhorar sua capacidade de oferecer serviços diferenciados.

Ao eliminar intermediários, os bancos diminuem as chances de fraude e facilitam os processos de auditoria. Como no blockchain não é possível modificar os registros de transações, a apuração de entidades como a Receita Federal ocorre de maneira mais ágil e completa.

No bitcoin, são os próprios usuários que, por meio de computadores, aprovam e validam as transações. Assim, os bancos reduzem seus dispêndios em processos operacionais.

Adesão do Brasil ao blockchain

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, mais de US$1,4 bilhão já foi investido na tecnologia entre o fim de 2014 e o início de 2017, e 80% dos bancos do planeta devem iniciar projetos com ela em 2017.

No Brasil, três instituições financeiras já pertencem ao R3, consórcio privado formado por mais de 45 instituições que pesquisam e desenvolvem tecnologias aplicáveis ao sistema blockchain. Bradesco, Itaú Unibanco e BM&FBovespa fazem parte desse grupo e têm relatado resultados favoráveis na negociação de ativos em redes privadas.

O Banco Central e o Banco Santander no Brasil também têm dado os primeiros passos na discussão do tema. Alguns eventos como maratonas de programação serão promovidos para o estudo da tecnologia bitcoin.

Gostou de saber como o bitcoin passou de inimigo a cobiçado pelos bancos? Então não deixe de assinar a nossa newsletter e se inteirar de outros conteúdos interessantes relacionados aos bitcoins!

Por que o valor do bitcoin varia tanto? Descubra!

Por que o valor do bitcoin varia tanto? Descubra!

O valor do bitcoin para muitos é um mistério sem fim, mesmo sendo a criptomoeda mais famosa existente, sendo reconhecida pela sua segurança e potencial de inovação no mercado financeiro. Graças a isso, ela se tornou muito valiosa atualmente, despertando e atraindo a atenção de muita gente interessada em investir em ativos com alto potencial de ganhos. Para fazer isso e minimizar riscos, é importante entender antes o que afeta o valor do Bitcoin e gera grandes variações em sua cotação.

Separamos informações a respeito disso adiante, bem como os 7 principais motivos que influenciam essa valorização do Bitcoin no mundo todo nos últimos anos. Não deixe de conferir!

O que seria a variação de valor do Bitcoin?

A variação do Bitcoin nada mais é do que a mudança de preço de uma unidade da criptomoeda ao longo de um determinado período, sendo impulsionada por diversos fatores, como você verá adiante.

Existe algum patamar mínimo ou máximo de variação do Bitcoin?

As transações com Bitcoins oscilam do mesmo modo que moedas convencionais (Dólar, Euro, Real etc.), investimentos (ações, títulos do Tesouro Direto, entre outros) e metais preciosos (ouro, prata). Por conta disso, não há um patamar ou faixa de variação padrão para esse tipo de moeda.

Para se ter uma ideia, na metade de 2010, um  anos após seu lançamento, uma unidade de Bitcoin valia apenas alguns centavos de dólar. Já em setembro de 2017, o Bitcoin atingiu sua máxima histórica, chegando perto dos US$ 5.000,00.

Quais os motivos para essa variação ser tão recorrente?

Existem diversos motivos para que a variação do Bitcoin seja recorrente, elevando ou aumentando de valor várias vezes em um mês ou até dia. Separamos, a seguir, 7 motivos que explicam isso, confira:

1. Tratamento fiscal e regulamentação

No começo de 2017, havia uma expectativa de que o órgão regulador dos mercados financeiros dos Estados Unidos, SEC, aprovasse a criação do primeiro fundo de índice (ETF) baseado em Bitcoin. Isso acabou gerando uma onda de valorização da moeda junto a outros fatores, fazendo com que ela atingisse sua máxima histórica até aquele momento: US$ 1.206,60.

Um fundo de investimentos negociado numa bolsa de valores possui o objetivo de replicar um determinado índice. No Brasil, temos o BOVA11, que acompanha o Índice Bovespa. Uma ETF voltada para Bitcoins elevaria ou cairia conforme a cotação dessa moeda digital— o que ajudaria a atrair investidores institucionais, que geralmente são mais cuidadosos.

No entanto, o fundo foi rejeitado, o que provocou uma queda no preço dos Bitcoins. Todavia, o Bitcoin retomou o crescimento e conseguiu atingir nova máxima histórica em setembro de 2017, conforme mencionado acima, em parte, impulsionado pelo aumento de sua compra.

Isso porque os compradores acumulam a criptomoeda por conta de especulações de que SEC possa retroceder em sua decisão de embargar o desenvolvimento do fundo de índice baseado no Bitcoin.

Já o Japão aprovou as moedas digitais como formas de pagamento legítimas em 2017, o que ajudou a aumentar a procura pelo Bitcoin e fez o seu valor disparar. O montante de Bitcoins em circulação chegou a se valorizar 1 bilhão de dólares depois disso.

Vale destacar que o Japão também isentou a criptomoeda de imposto de consumo, tornando-a mais barata para ser adquirida pelos japoneses.

2. Valor flutuante

O Bitcoin possui valor flutuante, sendo estabelecido pelas ações dos próprios compradores e vendedores. Ou seja, não há interferência de uma agência financeira específica ou governo de um país.

Embora tenha se provado confiável ao longo do tempo, o Bitcoin possui exposição a flutuações relativas ao mercado de câmbio, tendo seu preço estabelecido pela relação direta entre oferta e demanda.

Há também a crença de que o seu preço possa subir a patamares ilimitados, superando US$ 20.000, US$ 40.000 e acima disso ao longo dos anos.

3. Limitação da quantidade de Bitcoins

Os Bitcoins são limitados conforme sua própria estrutura de funcionamento, com a emissão de novas unidades sendo reduzida ao longo dos anos. O número total de Bitcoins é conhecido desde o princípio: 21 milhões.

Dessa forma, a mineração de novos Bitcoins um dia terminará e só restarão essas unidades no mercado, tornando-as mais valiosas conforme o número de investidores aumenta. Esse fator afeta a sua cotação, podendo aumentar o seu preço devido à raridade.

4. Confiança das pessoas em criptografia

A confiança das pessoas quanto à segurança dos Bitcoins e em relação à própria criptografia tem crescido, o que se reflete na busca por essa moeda e em sua cotação.

Algumas instituições financeiras, como Itaú-Unibanco e Bradesco, já estão de olho no sistema de funcionamento do Bitcoin, conhecido como Blockchain. Isso porque ele possui um grande potencial de prevenção a fraudes, além de contar com alto nível de segurança.

O Blockchain se destaca graças à possibilidade de diminuir custos operacionais, entregar melhoras no atendimento ao público e por conta do ganho de eficiência. Nele, as informações de transações deixam de ser guardadas em só um lugar para serem distribuídas entre vários pontos de uma rede.

5. Independência da economia dos países

Como os Bitcoins são independentes de fatores macroeconômicos de uma nação determinada, eles não sofrem alguns tipos de impactos da mesma forma que as moedas convencionais. Essas, por sua vez, estão atreladas aos resultados econômicos dos seus países emissores.

Dessa forma, a cotação não é tão afetada por crises ou indicadores econômicos negativos dos países.

6. Maior aceitação no mercado por empresas

Graças à maior segurança e confiança que as empresas e pessoas possuem em relação ao Bitcoin, ele passou a ser aceito por mais organizações como forma de pagamento e de transferência de valores. Por exemplo, PayPal e Dell já aceitam o uso da moeda em seus serviços e produtos.

7. Maior demanda

Assim como moedas convencionais, o aumento na demanda pelo Bitcoin é capaz de modificar o seu preço. Por exemplo, no começo de 2017 o Bitcoin começou a se valorizar por conta da influência da China, que já teve controle de cerca de 93% das transações globais de Bitcoins.

Essa valorização ocorreu por causa da expectativa de que o governo do país implantasse regras mais restritivas de saída e transferência de dinheiro, além da desvalorização do yuan chinês.Tais fatores fizeram com que os chineses buscassem Bitcoins para se “protegerem”, movimento que acabou por impactar na cotação da moeda, elevando-a.

O Bitcoin é uma criptomoeda que tem conquistado o mercado, sendo cada vez mais aceita por países, estabelecimentos comerciais e pessoas físicas.O seu potencial de valorização é grande, o que o torna uma forma de investimento interessante para garantir projetos pessoais, como acúmulo de patrimônio, realização de viagens, garantir a liberdade financeira etc.

Conheça 5 ferramentas para investidores de criptomoedas

Conheça 5 ferramentas para investidores de criptomoedas

As criptomoedas trouxeram uma liberdade que há muito não se via, especialmente, a mais conhecida: a bitcoin.
Desde seu surgimento em 2009, essa moeda trouxe rapidez e facilidade para as transações financeiras, além da segurança, descentralização, privacidade e da pouca — ou nenhuma — taxa de negociação.
Investir em bitcoins ainda é um ótimo negócio se você utilizar as ferramentas certas para acompanhar as cotações e realizar as transações, seja para lucrar com sua valorização ou para utilizá-lo no seu negócio. Tais ferramentas podem, além de agilizar o processo de compra e venda, fornecer informações em tempo real sobre os valores dessa moeda nas principais casas de câmbio.
Conheça, a seguir, 5 ferramentas para investidores em bitcoins que são essenciais!

1. WatchCoins

Essa ferramenta foi criada por um brasileiro chamado Caio Ribeiro e tem como objetivo ser uma plataforma de cotações em tempo real.
Focada em monitorar as oscilações de diversas criptomoedas, como etherum, litecoin e o próprio bitcoin, é possível acompanhar os preços oferecidos pelas principais exchanges pelo mundo.
Ao utilizar a ferramenta no smartphone, acessando-a pelo Google Chrome ou Mozila Firefox, há ainda o suporte para notificações, em que alertas podem ser configurados para soarem quando valores maiores ou menores que os escolhidos forem atingidos nas cotações. Ou seja, é muito mais prático para acompanhar a oscilação de preços.
Além disso, a plataforma oferece relatórios mensais de análise do mercado brasileiro e uma área para acompanhar as notícias através de um feed. Ela também conta com um filtro para definir quais moedas você deseja acompanhar, a ordenação das cotações (pelo maior ou menor preço, pelo volume, em ordem alfabética etc.) e quais cotações você deseja ou não visualizar.
Todas as funcionalidades são gratuitas e basta acessar o site para começar a utilizá-las.

2. Coindesk

A Coindesk é referência mundial em informações sobre moedas e protocolos digitais.
Fundada em 2013 e adquirida posteriormente pela Digital Currence Group por aproximadamente R$ 2 milhões, a plataforma analisa e publica relatórios frequentes sobre bitcoin, além de disponibilizar o Bitcoin Price Index (ou Índice de Preços do Bitcoin), no qual é possível acompanhar os valores da moeda através de gráficos que mostram informações desde a última hora até todo o percurso, a contar de seu surgimento.
O site ainda tem uma gama de informações sobre as tecnologias de blockchain, mineração, etherum, sobre o funcionamento da transação de bitcoins, entre outros.
Em abril de 2014, a ferramenta lançou um App para iPhone, o CoinDesk — Bitcoin Price & News, que inclui novidades, relatórios e o Bitcoin Price Index.

3. Bitfinex

Desde 2014, a Bitfinex é a maior plataforma de trocas de criptomoedas do mundo, possuindo mais de 10% das transações.
Nessa plataforma você não só acompanha as cotações, como também pode realizar a compra e a venda de diversas criptomoedas, contanto que tenha uma conta na instituição.
Ainda é possível realizar transações de pessoa para pessoa, o que é um diferencial.
Já com uma conta aberta, você ganha o acesso a diversas funcionalidades, como:

  • configuração de alertas;
  • possibilidade de operar com diversos tipos de ordens (definindo limites, paradas, compras imediatas etc.);
  • visualização das ordens e posição;
  • interface customizável.

A Bitfinex também conta com um aplicativo para smartphones que contém funcionalidades similares.

 4. Bitcoin Checker

Desenvolvido exclusivamente para aparelhos Android, o Bitcoin Checker permite que você acompanhe em tempo real na tela do seu celular os preços das criptomoedas em mais de 80 exchanges pelo mundo.
A funcionalidade de alarmes customizados com textos específicos sobre a valorização ou a desvalorização das moedas é uma das grandes utilidades desse App.
O aplicativo é totalmente gratuito, contudo, não é possível visualizar gráficos das cotações dessas moedas, pois esse não é o propósito da ferramenta.

5. Biscoint

A Biscoint é uma ferramenta de consulta para a compra e a venda de bitcoins em diversas exchanges pelo mundo.
Com ela, você pode:

  • consultar o valor da compra e da venda de bitcoins em vários países (Brasil, Canadá, China, Índia, Estados Unidos e Eurozona);
  • filtrar as exchanges de acordo com o país escolhido;
  • conferir os valores com as taxas das instituições já incluídas (saque, depósito e execução);
  • consultar o preço do dólar, caso fosse comprado em bitcoins.

A utilização da plataforma não tem custos e é uma ótima ferramenta para gerir e planejar suas transações.

Outras ferramentas para investidores em bitcoins

As citadas acima são as principais ferramentas disponíveis, contudo, atualmente já existe uma grande variedade de sites, plataformas e aplicativos que permitem acompanhar as cotações do bitcoin e das outras criptomoedas.
Opções como BlockCypher, BitAps, BitValor, entre outros, possuem funcionalidades parecidas com as listadas acima.
A sua atenção deve se voltar, no entanto, na escolha da plataforma em que realizará suas transações, verificando sempre a credibilidade e as taxas incluídas.
O dinheiro digital ainda tem um grande caminho a percorrer. Passar a utilizá-lo é, além de uma ajuda nessa jornada, o aproveitamento de uma ótima oportunidade.
As tendências revelam que o papel moeda está com os seus dias contados, e isso mostra como é relevante investir e aprofundar o conhecimento sobre bitcoins e outras tecnologias parecidas.
Sendo assim, fica bem claro a funcionalidade e a praticidade que as ferramentas para investidores em bitcoins podem trazer, demonstrando, portanto, suas vitais importâncias na hora de investir.
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Confira 7 livros que todo investidor precisa ler

Confira 7 livros que todo investidor precisa ler

O mercado financeiro é repleto de oportunidades e desafios que os investidores bem preparados sabem como aproveitar. Conhecer os livros que todo investidor precisa ler pode fazer toda a diferença para você que quer entender melhor esse mercado.
Antigamente se pensava que investir se resumia a compra de ações na bolsa ou imóveis. Com a chegada dos Bitcoins, em 2009, essa realidade mudou bastante. Por ser uma moeda digital que independe de intermediários como bancos e corretoras, nem taxações estatais ou privadas, o recurso fez com que as transações financeiras se tornassem mais rápidas e baratas.
Alguns hackers tentam tirar proveito disso por meio de ações ilícitas como o ransomware. Gerando falsos avisos e cobranças indevidas conseguem roubar dados de usuários. De qualquer forma, os Bitcoins têm a confiança de empresas importantes ao redor do mundo nas mais diversas áreas e vieram para ficar.
Nesse artigo separamos 7 livros que vão te tirar da caixinha na hora de lidar com a realidade do mercado contemporâneo. Confira!

1. Investimentos inteligentes, de Gustavo Cerbasi

Livro Investimentos inteligentes

Vamos começar com um exemplo próximo a nós, escrito em português e com ideias acessíveis a todos os investidores.
Neste livro, em uma linguagem simples, Gustavo Cerbasi apresenta os meandros e a diversidade do mercado financeiro. Vai muito além do investimento de ações e oferece boas ideias para o leitor comum, vale a pena conferir!

2. Ações comuns, lucros extraordinários, de Phil Fisher

Livro ações comuns, lucros extraordinários

Será que é possível enriquecer a partir de ações comuns no mercado de bolsas de valores? Phil Fisher aponta que sim e apresenta as melhores maneiras para se chegar lá.
Mesmo tendo sido lançado em 1958, seguem essenciais os 15 pontos mais importante que Fisher aponta como cruciais para se precaver na compra de ações na bolsa de valores. Ótima pedida para quem já investe ou quer entender melhor esse mercado.

3. O jeito Warren Buffett de investir, de Robert G. Hagstrom

O Jeito Warren Buffett de investir

Neste livro, a filosofia do renomado bilionário Warren Buffet, que se enriqueceu por meio de estratégias simples e grande apreço por leitura — lia até 1.000 páginas por dia antes de prosperar enormemente — é​ destrinchada pelo autor por meio de 12 princípios fundamentais.
Hagstrom soube como sintetizar o melhor de Buffett de uma forma útil e acessível, sendo aplicável em qualquer contexto econômico, seja ele próspero ou não.

4. Os segredos da mente milionária, de T. Harv Eker

Livro Os Segredos da Mente Milionária

O que diferencia a forma de pensar dos milionários das demais pessoas?
Eker responde essa pergunta por meio de 17 modos de pensar que classifica como “arquivos de riqueza”, demonstrando como devemos mudar nossa forma de pensar para prosperarmos.

5. Os axiomas de Zurique, de Max Gunther

Livro Os Axiomas de Zurique

Livro indispensável para se entender o sistema bancário e o sucesso dos bancos suíços que prosperam enormemente mesmo em um país de pouca produção material e recursos naturais limitados.
A forma como os banqueiros suíços investiram inteligentemente em dinheiro e cresceram exponencialmente no mercado financeiro são classificados pelo autor em 12 axiomas. Essas premissas servem como lição e direcionamento para o leitor que quer aprender a investir melhor e lidar com dinheiro.

6. Os grandes investidores — As estratégias dos maiores mestres na arte de investir, de Glen Arnold

Livro Os Grandes Investidores

Esse livro condensa a visão de mundo de maiores figuras do mercado financeiro, como os já citados Warren Buffett e Philip Fisher, além de George Soros, Benjamin Graham e outros mais.
Por trazer informações técnicas e revelar as principais estratégias dos grandes investidores se torna uma excelente fonte de conhecimento. Boa pedida para quem quer ir além do mercado de ações e buscar um alinhamento geral sobre investimentos.

7. O Choque de Culturas, de John Bogle

Livro O Choque de Cultura

Nesse livro, o trilionário John Bogle — sim, trilionário —, fundador do Vanguard Group, destaca o pensamento rápido do investidor como diferencial diante de um mercado financeiro extremamente imprevisível.
Todavia, presteza não significa precipitação e Bogle elenca também a paciência como grande virtude no mercado de ações já que investimentos de longo prazo tem conseguido um maior respaldo.
Se você gostou das escolhas que fizemos dos livros que todo investidor precisa ler, não deixe de compartilhar nas redes sociais e com pessoas que precisam conhecer essas obras fundamentais do mercado de investimentos.