O que é o universo The Sandbox?

O que é o universo The Sandbox?

The Sandbox é um jogo no estilo play-to-earn construído na blockchain Ethereum que permite que os jogadores contribuam para a criação de um mundo virtual através da criação NFTs.

Trata-se de um universo virtual 3D que integra DeFi e NFTs para oferecer experiências únicas, propriedade digital sobre ativos virtuais e uma economia que gira em torno do SAND – o token nativo da plataforma.

Ao contrário de um ambiente de jogo tradicional, The Sandbox incentiva os jogadores a projetarem suas próprias criações em forma de NFTs, que podem ser usados ​​para ganhar recompensas e monetizar.

Atualmente, o universo Sandbox é um dos mundos virtuais baseados em blockchain mais populares do mundo, assim como o Axie Infinity e o Decentraland.

Qual o papel da blockchain em The Sandbox?

The Sandbox utiliza a tecnologia blockchain para criar uma experiência de jogo virtual que visa desafiar o modelo de jogo tradicional. A blockchain Ethereum possibilita a declaração de propriedade, imutabilidade e monetização de ativos.

Por exemplo, o uso de NFTs é essencial para a economia do jogo The Sandbox, pois esses ativos virtuais são únicos, autênticos e facilmente trocáveis. Eles são um elemento-chave para o ecossistema The Sandbox, pois permitem que qualquer participante contribua para a criação e desenvolvimento do jogo e estabeleça uma verdadeira propriedade digital. Uma infraestrutura baseada em blockchain também alimenta uma economia virtual, aumenta a segurança e permite a interoperabilidade entre plataformas entre outras plataformas de jogos baseadas em Ethereum.

Os ativos disponíveis em The Sandbox

The Sandbox utiliza três tipos de tokens para possibilitar a circulação de economia entre jogadores, criadores e proprietários de terrenos – SAND, LAND e ativos gráficos.

SAND

O SAND está no centro de qualquer transação no Sandbox e é o token de utilidade nativo usado para interações de jogos, compra de LAND ou negociação de ativos no metaverso de The Sandbox. No entanto, é mais do que isso, pois também oferece governança e direitos de voto aos detentores de SAND para alterações de plataforma por meio de uma estrutura DAO.

LAND

LAND, por outro lado, é um terreno virtual no mundo virtual The Sandbox. O LAND pode ser usado para criar experiências de jogo, alugar para outros usuários, organizar eventos e possibilitar interações sociais.

ASSETS

Finalmente, os ASSETS são ativos de voxel na forma de NFTs gerados pelo usuário. Eles estão disponíveis como equipamentos no jogo, wearables, arte e outros objetos de valor que podem ser adicionados ao The Sandbox Marketplace e vendidos como NFTs. Eles enriquecem experiências virtuais com conteúdo e são criados em LANDs.

Componentes do Metaverso de The Sandbox

O metaverso de The Sandbox opera através do uso de três elementos principais – Vox Edit, Game Maker e Marketplace.

VoxEdit

VoxEdit é um software de modelagem de voxel 3D de fácil utilização para criação de ativos de jogos NFT. Eles podem ser manipulados, animados e negociados no The Sandbox Marketplace. Os jogadores podem personalizar e animar objetos 3D como avatares humanos, animais, wearables virtuais, veículos e muito mais!

Criador de jogos

O Game Maker foi projetado para permitir que os participantes do Metaverse projetem e criem seus próprios jogos 3D no universo Sandbox. É um programa fácil de usar que permite criações rápidas e sem código de objetos virtuais, elementos e NFTs criados pelo VoxEdit no LAND. Os jogadores podem fazer alterações no terreno, criar personagens, construções e contribuir para o desenvolvimento do metaverso de The Sandbox.

Mercado

O The SandBox Marketplace é um mercado de NFTs onde os usuários podem monetizar suas criações de ativos digitais vendendo-os para outros participantes do mundo virtual. Para que uma criação se torne um ASSET no Marketplace, ela deve ser carregada em uma rede IPFS com armazenamento descentralizado e adicionada ao blockchain para comprovação de propriedade. ASSETS comprados no Marketplace podem ser integrados ao LAND através do Game Maker.

Quais os diferenciais de The Sandbox?

The Sandbox é um dos metaversos que mais crescem e oferecem aos usuários uma infinidade de experiências virtuais, interação e facilidades de negociação.

A plataforma também oferece uma infinidade de oportunidades de ganhar dinheiro através do modelo play-to-earn. Os jogadores podem negociar ativos e objetos de valor no jogo, comprar terrenos virtuais com Sandbox coin, organizar eventos virtuais, reuniões de negócios, shows e se aproximar cada vez mais da realidade virtual, algo que só era visto em filmes até alguns anos atrás.

Como um ambiente 3D, o espaço permite que os jogadores desfrutem de uma experiência de jogo enriquecida, enquanto sua natureza virtual elimina todas as barreiras físicas. Facilita o surgimento de novos tipos de interações sociais, eventos e formas de engajamento.

O que o futuro reserva para The Sandbox?

Com a transição da Web 3.0 e o progresso em direção a um metaverso mais palpável e interconectado, é provável que veremos inovações em The Sandbox, contribuindo para um sistema unificado.

Para criar o universo virtual com o qual nos familiarizamos por meio de romances e filmes de ficção científica, The Sandbox e outros projetos semelhantes a metaversos precisarão estabelecer comunicação entre si e encontrar maneiras de fornecer uma experiência conectada aos usuários.

Gráfico The Sandbox

Você pode acompanhar a cotação, valor e preço do The Sandbox (SAND) hoje através do gráfico de performance.

Eficiência energética como tendência de mercado

Eficiência energética como tendência de mercado

Com a recente crise energética assolando a Europa e aumento geral dos preços de energia elétrica em quase todos os países do mundo, a discussão sobre eficiência energética vem se tornando cada vez mais comum nas rodas de amigos, empresas e também no universo cripto.

Nesta postagem em nosso blog, tentamos responder a desafiadora pergunta se as criptomoedas são prejudiciais ao meio ambiente. Trazendo diferentes pontos de vista e alguns dados relevantes sobre o consumo energético.

Por exemplo, na postagem descobrimos que (no momento de redação), a rede do Bitcoin (BTC) consome, aproximadamente 142,30 TWh de energia elétrica ao ano – correspondente ao consumo médio anual da Ucrânia.

Também descobrimos que o Ethereum (ETH), pré-merge, consumia cerca de 87,62 TWh ao ano, o equivalente ao consumo da Finlândia no mesmo período.

Apesar dos números chocantes, que ajudam a defender o argumento dos críticos das criptomoedas sobre o impacto ambiental que elas representam, pouco nos dizem sobre eficiência energética.

Calculando a eficiência energética das criptomoedas

A eficiência energética não pode ser medida apenas pelo consumo médio acumulado, mas precisamos entender que resultados esse consumo elevado consegue alcançar – já que eficiência é definida como “virtude ou característica de (alguém ou algo) ser competente, produtivo, de conseguir o melhor rendimento com o mínimo de erros e/ou dispêndios.”

No caso de eficiência energética, sua medição pode ser dada pela quantidade de energia (recursos) que precisam ser consumidos para alcançar um resultado desejado. Se uma rede de criptomoedas consegue alcançar um resultado semelhante ou maior com um menor consumo energético, é correto dizer que esta rede é mais eficiente.

Para isso, então, vamos olhar rapidamente para o consumo de energia elétrica por transação dos dois criptoativos líderes de mercado – lembrando que estamos considerando o Ethereum em Proof-of-Work (com mineração), antes da atualização The Merge que ocorreu dia 15 de setembro.

Este cálculo é realizado considerando o consumo médio anual (conforme apresentado no outro blog post), dividido pelo número de transações realizadas no mesmo período. Dá para perceber que ele varia bastante, pois depende muito do uso que está sendo dado para estas redes.

Se as pessoas usam mais a rede, fazendo mais transações, pelo mesmo número de mineradores e hashrate geradas, a rede acaba sendo mais eficiente, mas o inverso também é verdade. No caso das criptomoedas, eficiência energética e demanda andam lado a lado.

Eficiência Energética do Bitcoin

Ao observar, por exemplo, a eficiência energética do Bitcoin, vemos que cada transação de BTC feita na rede consome cerca de 1.393,42 kWh – equivalente ao consumo energético de ~47,76 dias em uma residência padrão nos EUA.

“Pegadas de uma única transação de Bitcoin” Fonte: Digiconomist

Uma das redes de dinheiro descentralizado com provavelmente a maior eficiência energética, por exemplo, é a rede da Nano (XNO), uma moeda de baixa capitalização de mercado, que consome cerca de 0,000112 kWh por transação – o que significa que os mesmos 1393,42 kWh necessários para realizar uma única transação de BTC, poderiam fazer mais de 12 milhões de transações de XNO.

Isso não significa que nano seja melhor que bitcoin – já que seria preciso analisar outras características da moeda e não estamos querendo comparar o que é melhor para ser utilizado como dinheiro descentralizado e seguro – apenas de que ela apresenta maior eficiência energética ao medir a capacidade de processamento de transações na rede versus seu consumo energético.

A posição de líder de mercado do Bitcoin diz muito sobre sua superioridade sobre os demais projetos de criptomoedas (dinheiro ponta-a-ponta) em diversos outros quesitos fundamentais importantes e de percepção de mercado.

Outras redes que também possuem menor capitalização de mercado e maior eficiência energética por transação que o Bitcoin são: Bitcoin Cash (BCH), Litecoin (LTC), XRP Network (XRP), Dash (DASH), Stellar (XLM), Dogecoin (DOGE), entre outras.

Consumo de energia do Ethereum e o The Merge

Analisando a eficiência energética do Ethereum pré-merge, enquanto ainda rodava como uma rede proof-of-work, seu consumo energético por transação é de 212,82 kWh. O mesmo de 7,19 dias na mesma casa média norte-americana, que comparamos com o Bitcoin.

“Pegadas de uma única transação de Ethereum” Fonte: Digiconomist

Especialistas esperam que o consumo energético por transação caia em cerca de 99,95%.

Só teremos a confirmação dias e talvez meses após a atualização da rede, mas é importante dizer que a fusão da rede para proof-of-stake com certeza aumentará muito a eficiência energética do ETH – mesmo não sendo capaz de dizer exatamente em quanto, no momento.

Até que isso ocorra, existem também outras blockchains de primeira camada, concorrentes do Ethereum, que vêm colocando a eficiência energética como prioridade em seu roadmap, atingindo baixíssimo consumo de energia com uma alta capacidade de processamento de transações e smart contracts.

Este é o caso, por exemplo, da Algorand (ALGO).

Alguns dados mostram que a Algorand é capaz de processar cerca de 2 milhões de transações na web3, para uma única transação do Ethereum Proof-of-Work, com o mesmo consumo energético.

Além da ALGO, redes como Solana (SOL), Avalanche (AVAX), Polygon (MATIC), Tezos (XTZ) e EOSio (EOS) também vêm competindo para conseguir alcançar a maior eficiência energética possível. Buscando atender a crescente demanda por redes mais eficientes, que já vem sendo observada no mercado e entre as grandes companhias globais.

Novamente, isso não significa que estas redes sejam superiores ao Ethereum, já que o rico ecossistema do ETH é um fator importante que garante seu valor, além de outras características.

Eficiência é tendência

A crescente demanda por eficiência energética fica evidente, por exemplo, quando projetos focados no meio ambiente, como a Ambify (ABFY), decidem rodar seu token em redes como a BNB Chain (BNB), já que elas oferecem uma experiência mais alinhada com a sustentabilidade ambiental e o baixo consumo de energia elétrica, além de menor emissão de CO2.

Outro projeto focado em sustentabilidade que também buscou alternativas mais eficientes é o Crédito de Carbono Moss (MCO2), rodando em Ethereum, mas também em contratos inteligentes na Polygon (MATIC) e CELO.

Cada vez mais notamos uma tendência no sentido de mais eficiência energética e isso não é nenhuma surpresa. O ser humano evoluiu e conquistou seu lugar no mundo principalmente por sempre buscar mais eficiência em suas atividades.

Foi a busca pela eficiência que possibilitou a criação de ferramentas e foram as ferramentas e o aumento da eficiência que aumentou nossa produção, com o menor consumo possível de recursos à nossa volta.

Devemos ver cada vez mais a eficiência ganhando os holofotes no mercado de criptomoedas, conforme a adoção aumenta.

O mercado de criptomoedas não tem regulamentação?

O mercado de criptomoedas não tem regulamentação?

O mercado de criptomoedas é um mercado amplo e global que engloba diversos segmentos e existe em diferentes ambientes regulatórios.

Regulamentação Estatal

Cada país tem suas próprias leis que regulamentam o mercado local e as empresas que querem atuar neste mercado e, principalmente, para as empresas sediadas nele. Para o Brasil não é diferente.

Os legisladores e agências reguladoras do governo federal vêm trabalhando há anos para definir o que eles consideram ser as melhores práticas e regras que devem ser seguidas pelos participantes do mercado de criptomoedas. Essa regulamentação muda com o tempo e a Foxbit, está sempre acompanhando cada mudança para se adequar às leis vigentes.

Autorregulação

Além da regulamentação Estatal, o mercado de criptomoedas também se autorregula de diversas maneiras.

Os clientes também são reguladores

Seja através do livre mercado e da livre concorrência, onde os clientes e usuários são os “reguladores”, regulando com seu próprio bolso através das escolhas que fazem ao decidir usar o serviço da empresa X, ou Y. Tudo isso sendo reflexo de como a empresa age perante o mercado de criptomoedas.

A Foxbit tem uma “autorregulação” impecável nesse quesito, sendo uma das únicas exchanges brasileiras com o selo de RA1000 no ReclameAqui, o que indica uma série de ótimas avaliações de nossos clientes.

ABCripto e a autorregulação

A autorregulação também ocorre através de associação. Atualmente a Foxbit é associada à ABCripto (Associação Brasileira de Criptomoedas), tendo assinado o código de autorregulação proposto pela ABCripto, ao lado de outras importantes empresas do mercado brasileiro.

Através deste código, seguimos uma série de regras e boas práticas que visam promover maior transparência e proteção aos usuários, além de um ambiente de negociação que combate a lavagem de dinheiro e outras práticas criminosas.

Conclusão

Apesar de tudo isso, o mercado de criptomoedas ainda é muito novo e está em constante amadurecimento. As regras e regulamentações devem evoluir com o tempo em todas essas esferas.

Mesmo em um ambiente regulatório crescente, é importante que cada usuário faça constantemente o papel de autorregulador, avaliando as empresas, pesquisando sobre os projetos em que quer investir, verificando as informações que chegam até eles e compartilhando sua opinião com outros investidores e usuários de criptomoedas.

Só assim poderemos crescer juntos de maneira saudável!

Impactos das criptomoedas no presente e no futuro

Impactos das criptomoedas no presente e no futuro

Impactos das critptomedas no mundo: No passado, com o início de uma revolução tecnológica proporcionada pelo Movimento Cypherpunk que inovou na busca pela privacidade, descentralização e soberania dos dados pessoais e do dinheiro.

O Bitcoin foi criado por Satoshi Nakamoto em 2008, com a publicação do whitepaper em listas de e-mail e fóruns de discussão Cypherpunks.

De um grupo informal de idealistas que buscavam soluções contra o sistema e o status quo através da criptografia de dados e mensagens, surgiu a blockchain e todo o sistema do Bitcoin que conhecemos hoje, com unidade de medida, rede, consenso, descentralização, algoritmos criptográficos de validação e proteção dos dados.

Com a relevância da inovação e o reconhecimento de sua importância para os indivíduos, que fazem parte de uma sociedade, veio a adoção por outros grupos, ainda com afinidades com os primeiros inovadores e, em seguida, a expansão para um público mais amplo e a valorização extraordinária do BTC como ativo financeiro.

Não só em crescimento individual, mas o Bitcoin possibilitou a criação de outras soluções que utilizam a mesma base fundamental de descentralização e transmissão de dados em redes não-permissionadas e que não requerem a confiança em intermediários.

Como toda tecnologia, essa nossa tecnologia também evoluiu em dezenas, centenas e, atualmente, milhares de projetos únicos, com múltiplas propostas de soluções e demandas que querem atender, de diferentes maneiras. Vimos, então, a criação de todo este riquíssimo ecossistema de criptomoedas, em um mercado diversificado.

Um ecossistema tão inovador, recente, diversificado e bastante experimental, traz alguns problemas, mas também inúmeros benefícios que impactam diretamente a vida das pessoas, envolvidas ou não com este ecossistema. Entenda quais são alguns destes impactos que as criptomoedas já trazem para nosso presente e podem trazer para nosso futuro.

Qual o impacto das criptomoedas hoje?

As criptomoedas impactam no presente, sempre que alguém pergunta:

O impacto ocorre diante da curiosidade e da vontade de aprender e entender mais sobre a revolução que está acontecendo diante de nossos olhos. Uma revolução que abrange pessoas no mundo todo, em diferentes países, de diferentes classes sociais, culturas e realidades.

https://www.youtube.com/watch?v=0_DlZEIoPYc

As criptomoedas impactam as vidas de pessoas que precisam dessa solução.

Uma revolução que agora está tomando também, não apenas os indivíduos Pessoa Física, mas inúmeras instituições, pequenas, médias, grandes ou gigantes corporativas. O impacto das criptomoedas já é real e sua adoção vem crescendo de forma exponencial por todos os cantos.

Dados estimam que, aproximadamente, 15.174 empresas em todo o mundo já aceitam Bitcoin.

Entre algumas empresas que já estão adotando as criptomoedas em sua realidade, podemos citar:

  • Tesla e The Boring Company;
  • MicroStrategy;
  • Microsoft;
  • Samsung;
  • Diversos times de futebol ao redor do mundo;
  • UFC (Ultimate Fighting Championship);
  • Starbucks;
  • entre outras.

Para os investidores atentos que acompanham o mercado, toda semana vemos notícias de uma nova empresa que passou a aceitar pagamento em bitcoin ou outra cripto.

Para falar de gigantes corporativas, temos a BlackRock, maior fundo de investimento privado do mundo em valor de ativos de terceiros sob sua gestão, passando a oferecer a possibilidade de seus clientes investidores adquirirem exposição ao BTC.

A Blackrock possui participação acionária relevante nas maiores grandes corporações do mundo. Pense em uma grande empresa de capital aberto e existe uma grande chance da Blackrock ser uma forte acionista desta empresa, com participação ativa nas decisões dos conselhos administrativos de várias delas. Seu CEO, Larry Fint, é muitas vezes chamado de “Dono do Mundo”, por conta disso.

Qual o impacto das criptomoedas no futuro?

O futuro é incerto e muito do que temos é especulação e projeções com base no que conhecemos hoje.

A revista Fortune Business fez uma projeção de crescimento do mercado cripto nos Estados Unidos até 2028, com o gráfico abaixo. Sendo que em 2020 o tamanho estimado do mercado norte-americano era de US $273 milhões.


Um relatório da Blockware Intelligence traçou projeções de crescimento de adoção do Bitcoin com base em experiências passadas de adoção tecnológica. Imitando a curva de impacto de tecnologias como automóveis, tablets, celulares, rádio, energia elétrica, internet e redes sociais.


O mercado cripto como um todo ainda passa por um momento de amadurecimento, educação e experimentação. De forma geral, o cenário parece muito promissor, com boas empresas liderando a indústria e inovando nos serviços.

A verdade é que o impacto das criptomoedas no futuro virá conforme o ecossistema amadurece e a educação chega em melhor qualidade até um maior número de pessoas. Educação é a chave.

As pessoas também parecem estar se conscientizando sobre a importância de adotar as criptomoedas como dinheiro em seu dia-a-dia, o que agrega ainda mais valor para o mercado e para os projetos que foram criados para esse fim. Além de outras demandas.

A ideia de comprar criptomoedas já parece estar bem aceita entre diversos segmentos e a entrada de grandes instituições tradicionais no mercado ajuda a demonstrar este fato e traçar uma tendência que deve se manter. O crescimento deve se intensificar conforme o uso destes produtos acompanhar a especulação. Todos querem comprar, poucos ainda sabem que podem usar.

E os usos não estão limitados apenas a pagamentos, que acaba sendo a procura mais forte pelos iniciantes, devido à popularidade do Bitcoin. Existe um potencial gigantesco para aplicações relacionadas com documentação (NFT), controle de supply chain em blockchain, identidade digital com proteção criptográfica, armazenamento em nuvem e até mesmo a criação da nova internet, com novas experiências, através da Web 3.0, com o Ethereum (ETH) liderando a revolução desta nova web descentralizada, distribuída e não-permissionada.

O mercado DeFi já superou alguns grandes bancos em tamanho de mercado e deve continuar crescendo, com sua capacidade de solucionar empréstimos, liquidez e trocas com juros transparentes e rentabilidade calculada pelas leis naturais econômicas de oferta e demanda, nas pools de Automated Market Makers (AMMs).


Muitas vezes todo esse crescimento, impacto e “enxurrada” de novidades podem parecer assustadores para quem está chegando agora no ecossistema, mas que nova tecnologia ou revolução não “assustou” um pouquinho?

O susto vem com a quebra de paradigmas e a necessidade de se reinventar.

Já vimos que as criptomoedas trouxeram grande impacto no passado, estão transformando nossa realidade presente a cada dia e contam com projeções otimistas para um futuro nem tão distante. Cabe a cada um decidir participar ou não deste movimento.

Buscando informação aos poucos e focando em soluções e demandas que fazem sentido para sua própria realidade. O investimento precisa ser uma consequência do entendimento e da adoção da tecnologia em nossas vidas.

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