Criptomoedas são prejudiciais ao meio ambiente?

Criptomoedas são prejudiciais ao meio ambiente?

Essa não é uma pergunta fácil de ser respondida, apesar de muita gente passar a impressão de que seja. São muitas variáveis que precisam ser consideradas e um ecossistema muito rico em diversidade, onde a generalização normalmente causa o erro.

Vamos tentar responder a pergunta: “Criptomoedas são prejudiciais ao meio ambiente”, neste artigo, mas dificilmente conseguiremos abordar todas as nuances que existem sobre o tema, então não pare de pesquisar por conta própria e não tome nossa resposta como um ponto final!

Como as criptomoedas afetam o meio ambiente?

Apesar de muito diferentes entre si, todas as criptomoedas têm um ponto em comum: elas precisam de uma rede, que precisa de computadores ligados e conectados entre si.

Computadores, por sua vez, consomem energia, emitem CO2 na atmosfera e são desgastados, inevitavelmente gerando lixo eletrônico em algum momento.

Não importa de qual criptomoeda estamos falando, todas elas são assim. E a grande verdade é que estas características não são uma exclusividade só das criptomoedas. Toda rede, ou sistema que utilize equipamentos elétricos também caem nesse mesmo problema.

Na verdade, não apenas sistemas elétricos, mas basicamente toda atividade humana acaba consumindo algum tipo de energia – elétrica ou não, como, por exemplo, combustão. E a maioria delas emite resíduos (CO2 ou outros) na atmosfera e também geram algum tipo de lixo, com o descarte dos materiais e equipamentos utilizados.

O ser humano, por si só, é um agressor natural ao meio ambiente, consumindo recursos escassos, que geram resíduos. Algumas atividades acabam fazendo isso em um maior ou menor grau e algumas são “mais ou menos justificadas”.

Normalmente os grandes críticos das criptomoedas não enxergam o valor da atividade para “justificar” os gastos, mas perceba que isso é um ponto bem subjetivo e que vai acabar variando de pessoa para pessoa. Por isso dissemos que esse é um tema complicado.

Temos certeza que, assim como nós, você enxerga valor nas criptomoedas e em todos os problemas que elas estão tentando resolver – se não fosse o caso, você provavelmente nem estaria lendo esse texto, certo?

Vamos deixar de lado as questões subjetivas e voltar para os fatos. As criptomoedas podem impactar o meio ambiente? Sim, podem. Como qualquer atividade humana.

O especialista Isac Honorato nos contou sua opinião sobre o assunto, ao responder a pergunta: “Criptomoedas são prejudiciais ao meio ambiente?”

“Sim e não.
Sim porque toda indústria está sendo construída e isso acaba trazendo um pouco o problema ambiental em diversos níveis.
Não se a gente comparar com outros setores e aí não vejo grandes problemas. Em comparação ao sistema bancário atual, o bitcoin consome menos de 10% de energia.
A grande questão que eu vejo é como as criptomoedas vão se desenvolver em cima dessa pauta. Ainda é um mercado muito novo. Mas vejo algumas soluções.
Um exemplo é como desperdiçamos muita energia, uma pesquisa da Abesco (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia) revelou que só entre 2013 e 2016 o Brasil desperdiçou 143.647 GWh (gigawatt/hora) de energia. Isso significa que jogamos no lixo R$ 61,71 bilhões.
O quanto isso poderia parar de ser desperdício e virar ativo? Isso estou falando somente do Brasil e sem contar energia verde. Deu pra entender para onde vamos?”

Quais criptomoedas prejudicam mais o meio ambiente?

Da mesma forma como cada atividade humana prejudica mais ou menos o meio ambiente que outras, cada rede de criptomoedas têm suas próprias regras, incentivos e graus de impacto.

Como o impacto ao meio ambiente está diretamente ligado ao consumo de recursos escassos (energia) e emissão de resíduos (CO2 e lixo eletrônico), independentemente de ser ou não justificável (subjetivo), as criptomoedas que mais prejudicam o meio ambiente são aquelas que mais consomem energia, mais emitem CO2 e mais desgastam equipamentos elétricos.

Apesar de todas precisarem de computadores interconectados e funcionando, algumas delas utilizam um método de consenso chamado proof-of-work, que aumenta a segurança da rede (e a recompensa para os validadores) quanto mais trabalho computacional for gerado. Mais trabalho computacional significa mais energia consumida e mais resíduos emitidos.

Estas redes, como o Bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH) pré-merge, criam incentivos para um maior impacto ambiental, já que os mineradores competem entre si, disputando quem consegue gerar mais trabalho (hashrate), para lucrar mais e dificultar mais que atores maliciosos prejudiquem a rede.

A rede do Bitcoin, por exemplo, gera cerca de 79,37 Mt de CO2 e 33,99 kt de lixo eletrônico anualmente. Comparado com o que gera Omã e Holanda, respectivamente.

Em questão de consumo de energia elétrica, são 142,30 TWh consumidos anualmente. Comparável com a Ucrânia.

“Impacto ambiental total do Bitcoin ao ano” Fonte: Digiconomist

A rede do Ethereum não fica muito atrás, com 87,62 TWh de energia consumida (Finlândia) anualmente e 48,87 Mt CO2 (Bulgaria), no mesmo período. O lixo eletrônico de ETH é menos relevante, já que a rede pode ser minerada com GPUs, que possuem uma durabilidade muito superior às ASICs do BTC.

“Impacto ambiental total do Ethereum ao ano” Fonte: Digiconomist

Como resolver o impacto ambiental das criptomoedas?

Analistas estimam que, com a tão esperada atualização para o Ethereum 2.0, que transformará a rede em proof-of-stake, como já ocorre com a maioria das outras criptomoedas, o consumo de energia elétrica deve cair em 99,95%. E um efeito parecido deve ocorrer com a emissão de carbono.

Existem muitas outras redes de criptomoedas que conseguiram criar um sistema mais eficiente, com menor consumo de energia, menor emissão de poluentes e menor geração de lixo eletrônico, alcançando resultados muito parecidos.

Com foco em eficiência energética podemos citar redes como Cardano (ADA), Avalanche (AVAX), Algorand (ALGO) e Hathor (HTR), por exemplo, que oferecem soluções semelhantes ao Ethereum e com maior eficiência que a rede proof-of-work. Após o The Merge saberemos se o ETH 2.0 conseguirá manter ou superar essa eficiência, mas as expectativas são positivas.

Em comparação com o Bitcoin, por exemplo, temos redes como Nano (XNO) e Ripple (XRP) – com maior eficiência energética, que utilizam modelos de consenso próprios e sistemas mais “leves”. Com outros incentivos.

Criptomoedas focadas em realmente resolver os problemas ambientais

Mas não só existem estes projetos que possuem maior eficiência, com menor impacto ambiental, como existem aquelas criptomoedas que possuem o objetivo de criar soluções práticas e reais para ajudar o meio-ambiente.

Esse é o caso do Crédito de Carbono da Moss (MCO2) e da Ambify.

Ambify, por exemplo, é um aplicativo de smartphone que coloca nas nossas mãos o que antes só era possível para grandes empresas: Compensar as nossas emissões de CO2 com créditos certificados.

Ela cria incentivos financeiros para que as pessoas diminuam sua emissão de CO2 – agindo no sentido contrário de redes proof-of-work que criam incentivos financeiros para que as pessoas aumentem sua emissão de CO2.

Além disso, o ecossistema da Ambify também está ligado com ONGs e causas que colaboram diretamente com o meio ambiente e com questões ambientais. Essa é a beleza de um livre mercado tão rico e variado como o das criptomoedas, onde é possível encontrar soluções específicas para alguns problemas específicos, desde que se trabalhe com os incentivos corretos.

Atualização Ethereum  “The Merge”

Atualização Ethereum  “The Merge”

Segundo anúncios da Ethereum Foundation, entre 06 e 20 de setembro de 2022 acontecerá o The Merge, atualização da rede Ethereum (ERC-20).

O que é o The Merge?

O principal objetivo dessa atualização é alterar o atual mecanismo de consenso usado na rede – proof-of-work (PoW) – para proof-of-stake (PoS) que promete auxiliar na eficiência energética da rede Ethereum. Essa atualização vai acontecer em duas etapas, Bellatrix e Paris.

A primeira fase é a Bellatrix, que deverá acontecer em 06/09/22 quando a Beacon Chain atingir o epoch 144.896. Essa fase é uma atualização no Beacon Chain para prepará-lo para The Merge.

A segunda fase, chamada de Paris, é a transição da camada de execução da PoW para PoS. Essa transição será acionada pelo valor de PoW da Ethereum, ao atingir o Terminal Total Difficulty (TTD) de 58.750.000.000.000.000.000.000, que segundo a Ethereum Foundation deve acontecer por volta de 15 de setembro de 2022.

Priorizando sempre a sua segurança e de seus ativos, veja como será a movimentação de tokens ERC-20 aqui na Foxbit durante o período de atualização:


1. Depósitos e saques dos ativos ERC-20

Os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) funcionarão normalmente durante o período de atualização “The Merge” Fase 1, mas pode haver atraso na transação caso ocorra instabilidade na rede do Ethereum.

Quando a fase 2 iniciar, os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) serão suspensos até que a atualização “The Merge” aconteça por completo. Manteremos todos informados.

Atualização – 13/09/2022

Para garantir a segurança de seus ativos, os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) serão suspensos a partir das 11h do dia 14/09/22 até que a atualização “The Merge” aconteça por completo.

É imprescindível que nenhum depósito ou saque ERC-20 sejam realizados durante esse período, pois a rede estará instável e qualquer ação de envio pode acarretar na perda do ativo.

Atualização – 15/09/2022

O The Merge foi finalizado e os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) já estão funcionando em nossa plataforma.

Ainda pode haver alguns atrasos na transação durante o dia de hoje. Qualquer problema, entre em contato com o nosso time.

Atualização – 16/09/2022

Os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) já estão funcionando normalmente em nossa plataforma.


2. Negociações dos ativos ERC-20

O The Merge não afetará a negociação (trade) de tokens da rede Ethereum e ERC-20, então você pode comprar/vender normalmente em nossa plataforma durante esse período.

Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a gente através da nossa Central de Ajuda.

Para mais informações sobre essa atualização, assista esse vídeo da MoneyTimes:

Saiba mais em https://www.moneytimes.com.br/ethereum-eth-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-the-merge-que-chega-nesta-semana/

O que é day trade e como começar?

O que é day trade e como começar?

Foi-se o tempo em que o day trade era uma atividade exclusiva de profissionais financeiros! Hoje, qualquer pessoa pode se tornar um day trader. E isso só foi possível pela onipresença da internet de alta velocidade, computadores de alta capacidade e a evolução da indústria de corretagem.

O apelo do day trading é fácil de compreender: liberdade de trabalhar de casa e os grandes ganhos potenciais. Comunidades de traders autônomos, como as Wallstreetbets, do Reddit, surgiram e os traders de varejo agora representam uma porcentagem substancial do volume geral de negociação de ações em todo o globo

Neste artigo, abordaremos o básico do day trading, como começar, bem como os riscos e oportunidades envolvidas.

O que é Day Trade?

Day trade é um estilo de negociação de curto prazo que visa capitalizar os movimentos de preços intradiários. Por definição, um day trader pode fazer muitos negócios em um dia, mas fechará todas as negociações antes do fechamento do mercado.

O objetivo é garantir lucros rápidos através das flutuações de preços durante o dia. Ao fazer isso, os day traders evitam o risco de manter posições de mercado durante a noite e também não precisam pagar juros sobre a margem que usam. Os saldos de margem acumulam juros após a liquidação, portanto, os day traders normalmente não pagam taxas de juros de margem.

Outros termos relacionados à negociação que você pode ter ouvido falar são scalping, swing trading e investimento de longo prazo. Scalping refere-se à negociação de prazo curtíssimo, onde as negociações geralmente são inseridas e encerradas em segundos ou minutos.

Swing trading, por sua vez, descreve um estilo de negociação em que as posições de mercado são mantidas por dias, semanas ou meses. As posições mantidas por mais de um ano são geralmente descritas como investimentos de longo prazo.

Como ser um Day Trader?

Existem vários requisitos importantes para se tornar um day trader. Aqui estão alguns dos principais pontos a serem lembrados:

Certifique-se de que você está capitalizado(a) adequadamente;
Obtenha o hardware apropriado. Um computador com boa memória RAM e um processador rápido (CPU) é ideal. Monitores adicionais para gráficos e outros dados podem ser úteis;
Certifique-se de ter uma conexão de internet confiável e de alta velocidade. Velocidade é o nome do jogo quando se trata de day trading;
Selecione um bom corretor. Procure um corretor respeitável que forneça execução rápida e confiável, taxas baixas e bom atendimento ao cliente.
Acesso Direto ao Mercado (DMA). Se você planeja negociar ações no dia, considere trabalhar com um corretor que forneça acesso direto ao mercado, o que permite uma execução mais rápida de pedidos.
Estude muito! “Day Trading for Dummies”, de Ann C. Logue é uma boa referência para iniciantes e “Trading in the Zone”, de Mark Douglas, é um livro clássico sobre psicologia de negociação.
Defina uma estratégia. Encontre uma estratégia de negociação adequada para você e teste-a usando uma conta de testes. A maioria dos corretores oferece contas de teste gratuitas que permitem que você pratique negociações em condições de mercado ao vivo sem arriscar dinheiro real. Plataformas de software como TradeStation e MetaTrader permitem que os traders testem suas estratégias usando dados históricos, mostrando como eles teriam se saído durante um determinado período.

Estratégias de Day Trade

Aqui estão alguns dos tipos mais populares de estratégias de Day Trade para quem está começando:

Day trading de tendências

Estes visam lucrar com um ativo que continua a se mover na direção de uma tendência predominante. Um exemplo de estratégia de negociação de tendência é uma estratégia de rompimento, em que um trader procura que o preço ‘quebre’ acima ou abaixo de um nível técnico-chave e continue na direção da tendência mais ampla.

Reversão à média

Esse tipo de estratégia visa capitalizar a ideia de que após um movimento extremo de preços, eles tendem a voltar aos níveis médios.

Orientada por notícias

Um exemplo de estratégia de day trading é observar como os dados econômicos surgiram em relação às expectativas dos analistas e tomar uma decisão comercial com base nisso. Por exemplo, se os dados de emprego nos EUA superarem as expectativas dos analistas, um day trader pode decidir comprar futuros do S&P 500 ou o SPDR S&P 500 Trust ETF (SPY).

Orientada por preços

Este método de day trade usa movimento de preço puro em um gráfico com o mínimo ou nenhum uso de indicadores. Padrões como “barras de pinos” e “barras internas” dão pistas sobre se o preço continuará na direção da tendência ou se potencialmente reverterá.

Estratégia de Gaps

Gaps são espaços em um gráfico onde o preço de um instrumento financeiro salta para cima ou para baixo, com pouca ou nenhuma negociação entre eles. As gaps geralmente ocorrem fora do horário normal de negociação. Um exemplo de uma estratégia básica de negociação de gaps é encontrar uma ação que tenha um gap mais alto ou mais baixo, identificar o intervalo durante a primeira hora de negociação e então comprar quando o preço subir acima do topo do intervalo ou vender quando o preço cair abaixo da parte inferior do intervalo.

Mais características do day trading:

As médias móveis e osciladores como RSI e MACD estão entre os melhores indicadores para day trading. As médias móveis são úteis na identificação de tendências e os osciladores mostram quando o momento é forte e quando está começando a desaparecer. O volume (o número total de ações ou contratos trocados) é um indicador importante para avaliar a força e a importância de um movimento de preço.

Tenha em mente que as estratégias de day trading não precisam ser complicadas. Algumas das melhores estratégias de day trading têm apenas algumas regras ou parâmetros previamente estabelecidos.

Muitos day trader de primeira viagem logo querem saber como escolher ações para o dia de negociação. As melhores ações para day trading são tipicamente altamente líquidas, o que significa que podem ser compradas e vendidas facilmente sem afetar o preço. Os day traders também podem se beneficiar dos principais movimentos de preços, portanto, outra qualidade a ser procurada é a volatilidade. Quanto mais um instrumento financeiro se move, mais oportunidades há para os day traders.

Vale a pena ser day trader?

Os estudos que foram feitos sobre a taxa de sucesso dos day traders são preocupantes. Evidências sugerem que a maioria dos day traders falham, então seria justo dizer que para a maioria não vale a pena. Para os poucos que conseguem e conseguem suportar os rigores do day trading, pode valer a pena, pelo menos em termos financeiros.

Num estudo recente, pesquisadores acompanharam os day traders no mercado futuro de ações brasileiro. Eles descobriram que 97% dos traders que persistiram por mais de 300 dias perderam dinheiro.

Tendo em vista essa estatística e a volatilidade do mercado financeiro, sugerimos que você avalie bem as suas opções e só ingresse o day trading após muito estudo!

Agora, se estiver procurando investir em criptomoedas, nós podemos te ajudar!
Acreditamos que criptoativos são para todo mundo, e estamos aqui para simplificar.

Investir em criptomoedas, tokens e DeFi na Foxbit é seguro e fácil: crie sua conta!

Foxbit e Ambify, unidas por um futuro melhor.

Foxbit e Ambify, unidas por um futuro melhor.

Já pensou em ter na palma das suas mãos o poder de diminuir o seu impacto no planeta Terra? Agora você tem! Ambify, o token que ajuda a preservar a natureza, chegou na Foxbit.

Nos unimos para diminuir o seu e o nosso impacto ambiental, de forma simples e acessível. Mas primeiro, queremos te explicar o que é Ambify e quem está por trás disso. 

Vamos lá?

O que é Ambify?

Ambify é uma ferramenta resultante da junção de tecnologia com a preocupação com seus impactos no meio ambiente, ou seja, uma forma fracionada de crédito de carbono. 

O token Ambify torna simples e acessível para todos a compensação de suas emissões do efeito estufa, já que antes, só era possível adquirir o crédito de carbono inteiro, o que o tornava caro e disponível apenas para grandes empresas. 

E quem está por trás disso?

A Ambipar, uma multinacional brasileira de gestão ambiental, fundada em 1995, que baseia suas estratégias na sustentabilidade. 

O propósito da Ambipar é ser reconhecida como referência global em soluções ambientais para a mitigação das mudanças climáticas, contribuindo para a perenidade dos negócios e a preservação do mundo para as futuras gerações.

Por que adquirir Ambify?

Cada token Ambify que você adquire, representa um investimento em projetos engajados a tirar o CO₂ do ar. 

Ou seja, nossa emissão é constante e a natureza compensa uma parte, mas não dá conta de todo o carbono do mundo.

Os efeitos das mudanças climáticas são nítidos, alguns exemplos são os desertos cada dia  mais secos, rios transbordando, aquecimento demais de um lado e frio do outro. Passou da hora de tentarmos reverter isso, né?

Mas essa transformação só será possível com mudanças de atitude no nosso presente.

E aí, vamos salvar o planeta juntos? 🌳🌏 

Conheça a Ambify.

Altcoins: O que são, como funcionam e como investir

Altcoins: O que são, como funcionam e como investir

Altcoins são uma classificação específica no mundo das criptomoedas, usada para se referir a moeda “alternativas” ou qualquer criptomoeda que não seja o Bitcoin (BTC).

A partir dessa definição, podemos facilmente dizer que temos dezenas de milhares de altcoins espalhadas pelo mundo. E muito se engana quem acredita que essas moedas são menos importantes. Ethereum (ETH), Cardano (ADA), Polkadot (DOT), Avalanche (AVAX), entre tantas outras estão neste grupo.

Cada altcoin, portanto, tem seu próprio mecanismo e função, podendo ser um contrato inteligente, um NFT, um token de finanças descentralizadas (DeFi) e por aí vai…

Neste artigo, vamos falar o que são altcoins, como elas funcionam, como investir e alguns cuidados antes de se aventurar por essas terras!

Altcoins e sua relação com o Bitcoin

As altcoins fazem parte do enorme mercado criptográfico liderado pelo Bitcoin, desenvolvidas a partir do surgimento da chamada criptomoeda de referência que, no caso, é o próprio BTC.

Porém, considerando a importância do Bitcoin, ele acaba ficando em uma categoria à parte, como se fosse a matriz deste setor. Enquanto isso, as outras moedas digitais criadas posteriormente recebem o nome de altcoins.

Ou seja, as altcoins são moedas alternativas ao BTC.

Por conta dessa “hierarquia”, não à toa, parte do desempenho de preços das altcoins acaba, de certa forma, acompanhando a volatilidade da criptomoeda de referência.

Essa relação pode, inclusive, ser observada nos números de dominância do mercado dentro de todo este setor criptográfico.

altcoins

É interessante observar que o Bitcoin já registrou dominâncias muito maiores em relação às altcoins, inclusive em um passado não tão distante. No final dos anos de 2019 e 2020, por exemplo, seu domínio ultrapassava os 70%.

Entretanto, conforme mais altcoins são desenvolvidas, menor a dominância do BTC tende a ficar. Com isso, essas criptomoedas acabam conseguindo se descolar e criar uma espécie de preço paralelo ou preço próprio, alheio ao que acontece com a moeda de referência.

Afinal, o mercado amadureceu e os investidores não buscam mais por uma “corrida do ouro” com o Bitcoin, mas, sim, projetos relevantes, que tragam soluções inovadoras e possuam uma perspectiva positiva ao futuro, via altcoins.

Por isso, vamos ver um pouquinho mais sobre os tipos de altcoins e como elas funcionam a seguir!

Como as altcoins funcionam?

Enquanto o termo altcoin é utilizado para diferenciar as criptomoedas do Bitcoin, há também uma espécie de “subcategorias” que identificam os tipos de cada uma dessas moedas alternativas e como elas funcionam.

Stablecoins

Também conhecidas como “moedas estáveis”, essas altcoins possuem uma volatilidade de preços bastante controlada e, principalmente, muito baixa, ainda mais comparando com o Bitcoin e outros tipos de moedas digitais.

Para sustentar essa baixa oscilação em seu valor, as stablecoins estão sempre atreladas a algum ativo específico – moeda fiduciária, commodities, ouro – que dá lastro à sua emissão.

Leia também: Como funcionam as stablecoins!

Podemos citar o Tether (USDT) como um bom exemplo desse tipo de altcoin estável. Neste caso, a empresa responsável por sua geração precisa ter, em uma conta bancária auditável, a mesma quantidade de dólares que tem de USDTs no mercado.

Com isso, é possível manter a paridade de 1:1 e levar ao mercado uma altcoin que “sempre” irá valer US$ 1.

Utility Tokens

Essa categoria de altcoin recebe o nome de utility tokens ou “tokens de utilidade”, pois conseguem atribuir atividades ou utilidades que vão além da posse dessa criptomoeda.

Neste caso, podemos considerar que um utility token permite que você faça o pagamento por algum serviço específico, receba descontos ou até mesmo participe de um grupo ou experiência.

Dentro dessa categoria, podemos citar algumas altcoins importantes, como:

  • Chilliz (CHZ);
  • Axie Infinity (AXS)
  • ApeCoin (APE)

Vamos falar rapidinho sobre elas?

Chilliz

A CHZ é uma criptomoeda desenvolvida em parceria com a Socios.com, que permite ao usuário comprar os produtos e tokens de futebol dentro da plataforma.

Axie Infinity

Assim como a Chilliz, a AXS é uma criptomoeda usada no pagamento de colecionáveis dentro do jogo Axie Infinity. A moeda, basicamente, é o que gira a economia interna e permite a aquisição de personagens para colocá-los em batalhas contra outros players.

ApeCoin

Esta altcoin permite não só a compra de NFTs, mas serve também como um token de governança, permitindo que os proprietários desta criptomoeda possam votar em mudanças da plataforma e, assim, guiar as diretrizes da Web3.

Memecoins

Outro tipo de altcoin fresca na mente da maioria dos investidores são as meme coins.

Os atributos típicos de uma moeda de meme incluem um rápido aumento de preço em um curto período de tempo, falta de utilidade essencial e, muitas vezes, são anunciados por influenciadores de criptomoedas ou celebridades em suas redes sociais, como no Twitter.

[Imagem: Algo referente à DogeCoin e Elon Musk, talvez, ou meme coin de forma geral]

As mais famosas atualmente – e longevas – são a DogeCoin (DOGE), que conta com o “apadrinhamento” do CEO da Tesla, Elon Musk, e a Shiba Inu (SHIB).

Security tokens

Em um paralelo, podemos dizer que os tokens de segurança são as altcoins que mais se aproximam das ações da bolsa de valores. 

Afinal, este tipo de criptomoeda permite que uma empresa torne produtos e bens diversos em um ativo digital negociável e fracionável. Assim, podem ser digitalizados carros, ações de uma companhia, imóveis ou obras de arte.

Essa altcoin ajuda, então, na validação de propriedade de um determinado ativo, proporcionando maior segurança do que antes aos proprietários e seus ativos. 

Há, entretanto, um risco de segurança. Ao contrário das bolsas de valores, em que a responsável pelo pregão controla e “armazena” todos os ativos, os tokens de segurança podem ser perdidos para sempre, caso você perca a chave-privada que dá acesso à sua carteira.

Equity Token

Semelhante aos security tokens, esse tipo de altcoin oferece as mesmas garantias que os papéis tradicionais de uma empresa promovem, mas em um modelo totalmente digitalizado.

Em outras palavras, os tokens de equidade são equivalentes aos ativos comuns e regulamentados por autoridades financeiras.

Por conta dessa especificidade, sua aquisição e oferta são mais restritas, pois geralmente estão atreladas a determinadas ações de empresas ou, então, commodities.

Payment Tokens

Sem muitos segredos aqui, os tokens de pagamento são usados para pagamentos.

É crescente o uso desse tipo de altcoins, já que ela oferece segurança, velocidade, é global e incide menos taxas de transação.

Baseadas em Mineração e Pré-mineração

Altcoins que são baseadas em mineração usam o Proof of Work (PoW) como uma forma de gerar novas moedas. Este, por exemplo, é o mesmo método utilizado pelo Bitcoin.

Essa atividade, porém, acaba por consumir muitos recursos, seja computacional ou até mesmo de energia elétrica. Por isso, muitas altcoins, como fez recentemente o Ethereum, migraram sua metodologia para o Proof of Stake (PoS).

alt coin

Outra proposta apresentada são as moedas consideradas de pré-mineração. Neste caso, não há necessidade de gerar tokens a partir dos mineradores. Afinal, o volume de moedas já é emitido anteriormente ao lançamento do projeto, como força de um investimento inicial para dar sequência ou início a um determinado projeto. 

Este processo é conhecido como Initial Coin Offering – Oferta Inicial de Moeda (ICO).

As altcoins distribuídas em ICOs são naturalmente mais arriscadas, pois não há garantia de que o projeto irá se consolidar ou completará sua fase de desenvolvimento. Por isso, é sempre importante analisar bem a proposta e saber quem está por trás da solução divulgada.

Entretanto, há, sim, casos de sucesso. A XRP é um ótimo exemplo de uma moeda pré-minerada de sucesso, firmemente posicionada na lista de altcoins com maior valor de mercado, mesmo diante das pressões regulatórias impostas pelos Estados Unidos em 2020.

Por que as altcoins são importantes?

Obviamente, o Bitcoin não fornece uma solução para todos os problemas que tentam ser resolvidos por criptomoedas. Então as altcoins surgem para resolver essas deficiências e lacunas, fornecendo utilidade real nos diferentes setores e mercados. 

Esta tarefa, porém, não poderia ser executada por uma única moeda, por isso, temos mais de 20 mil criptomoedas mundo afora.

Assim, as altcoins são absolutamente essenciais, seja apresentando uma possibilidade de diversificação de portfólio a investidores ou, então, trazendo inovação tecnológica a empresas e governos.

Assim como as memescoins e outros projetos falhos, o próprio tempo será responsável por eliminar altcoins inúteis, mas também enaltecer moedas que de fato trazem benefícios aos seus detentores.

Como investir em altcoins e alguns cuidados

As altcoins abrangem quase todas as criptomoedas do mercado, ou seja, por mais que sejam uma necessidade, muitas apresentam falhas ou sofrem com um mercado volátil. Por isso, aqui vão algumas dicas sobre como investir em uma altcoins e quais cuidados você precisa tomar.

Analise o projeto

Em um mundo com mais de 20 mil altcoins, não precisa ser um grande expert para saber que boa parte, se não uma grande maioria, são projetos ruins e sem qualquer projeção futura.

Por isso, antes de investir em uma altcoin, dê uma boa olhadinha no que ele oferece. Leia o whitepaper, saiba quais soluções elas estão apresentando, qual a equipe por trás do desenvolvimento e se há histórico dessas pessoas no mercado.

[Imagem: Algo relacionado à análise de projeto de criptomoedas]

Uma boa dose extra de precaução pode estar nas próprias redes sociais. Busque por comunidades específicas de criptomoedas e veja o que os usuários estão falando sobre essa altcoin. 

Fique de olho no furacão

Em meio a tantas novidades, muitas altcoins morrem rapidamente. Por isso, é muito fácil entrar no hype e sair comprando uma pancada de criptomoedas, sem fazer um grande pente fino nelas.

Assim, em caso de dúvidas, procure por uma altcoin que tenha sobrevivido à fase de adoção e avalie se a proposta, de fato, resolve problemas atuais e, principalmente, possíveis lacunas futuras do mundo.

Algumas altcoins já estão bem consolidadas no mercado, como Ethereum, Cardano (ADA), Polygon (MATIC), Hedera Hashgraph (HBAR), entre tantas outras.

Se prepare para volatilidade

O sentimento do mercado é indiscutivelmente o indicador mais poderoso nos mercados de criptomoedas, já que grandes oscilações de baixa ou alta são comuns. 

Veja também: Como investir em criptomoedas?

As altcoins mega voláteis são as mais perigosas de se manter durante um sentimento de baixa, pois não há garantias de que elas irão recuperar 50% de seu preço original, especialmente se a utilidade do mundo real for baixa, como altcoins de meme. O contrário também é verdadeiro. Nada impede um avanço abrupto de preços, que vai te levar às nuvens.

Assim, esteja preparado para uma possível montanha-russa no processo de comprar altcoins.

O que o futuro reserva para as altcoins?

Assim como muitas empresas nascem sem grandes projeções e, naturalmente, acabarão, muitas das altcoins vivas atualmente também deixarão de existir em um futuro não tão distante assim.

Desde o surgimento das criptomoedas, muitos projetos simplesmente desapareceram da rede, o que é algo até que esperado, já que nem todo mundo consegue oferecer as melhores soluções.

Entretanto, o desenvolvimento tecnológico e do próprio mercado tem oferecido mais corpo ao Bitcoin e altcoins. Hoje, vemos não só empresas investindo nesse tipo de solução, mas até os bancos centrais, via Central Bank Digital Currency (CBDC).

Portanto, assim que o galho for chacoalhado, devem restar altcoins resilientes e com utilidade que reflitam a sua sobrevivência.