O mercado de criptomoedas é um mercado amplo e global que engloba diversos segmentos e existe em diferentes ambientes regulatórios.
Regulamentação Estatal
Cada país tem suas próprias leis que regulamentam o mercado local e as empresas que querem atuar neste mercado e, principalmente, para as empresas sediadas nele. Para o Brasil não é diferente.
Os legisladores e agências reguladoras do governo federal vêm trabalhando há anos para definir o que eles consideram ser as melhores práticas e regras que devem ser seguidas pelos participantes do mercado de criptomoedas. Essa regulamentação muda com o tempo e a Foxbit, está sempre acompanhando cada mudança para se adequar às leis vigentes.
Autorregulação
Além da regulamentação Estatal, o mercado de criptomoedas também se autorregula de diversas maneiras.
Os clientes também são reguladores
Seja através do livre mercado e da livre concorrência, onde os clientes e usuários são os “reguladores”, regulando com seu próprio bolso através das escolhas que fazem ao decidir usar o serviço da empresa X, ou Y. Tudo isso sendo reflexo de como a empresa age perante o mercado de criptomoedas.
A Foxbit tem uma “autorregulação” impecável nesse quesito, sendo uma das únicas exchanges brasileiras com o selo de RA1000 no ReclameAqui, o que indica uma série de ótimas avaliações de nossos clientes.
ABCripto e a autorregulação
A autorregulação também ocorre através de associação. Atualmente a Foxbit é associada à ABCripto (Associação Brasileira de Criptomoedas), tendo assinado o código de autorregulação proposto pela ABCripto, ao lado de outras importantes empresas do mercado brasileiro.
Através deste código, seguimos uma série de regras e boas práticas que visam promover maior transparência e proteção aos usuários, além de um ambiente de negociação que combate a lavagem de dinheiro e outras práticas criminosas.
Conclusão
Apesar de tudo isso, o mercado de criptomoedas ainda é muito novo e está em constante amadurecimento. As regras e regulamentações devem evoluir com o tempo em todas essas esferas.
Mesmo em um ambiente regulatório crescente, é importante que cada usuário faça constantemente o papel de autorregulador, avaliando as empresas, pesquisando sobre os projetos em que quer investir, verificando as informações que chegam até eles e compartilhando sua opinião com outros investidores e usuários de criptomoedas.
Só assim poderemos crescer juntos de maneira saudável!
Impactos das critptomedas no mundo: No passado, com o início de uma revolução tecnológica proporcionada pelo Movimento Cypherpunk que inovou na busca pela privacidade, descentralização e soberania dos dados pessoais e do dinheiro.
O Bitcoin foi criado por Satoshi Nakamoto em 2008, com a publicação do whitepaper em listas de e-mail e fóruns de discussão Cypherpunks.
De um grupo informal de idealistas que buscavam soluções contra o sistema e o status quo através da criptografia de dados e mensagens, surgiu a blockchain e todo o sistema do Bitcoin que conhecemos hoje, com unidade de medida, rede, consenso, descentralização, algoritmos criptográficos de validação e proteção dos dados.
Com a relevância da inovação e o reconhecimento de sua importância para os indivíduos, que fazem parte de uma sociedade, veio a adoção por outros grupos, ainda com afinidades com os primeiros inovadores e, em seguida, a expansão para um público mais amplo e a valorização extraordinária do BTC como ativo financeiro.
Não só em crescimento individual, mas o Bitcoin possibilitou a criação de outras soluções que utilizam a mesma base fundamental de descentralização e transmissão de dados em redes não-permissionadas e que não requerem a confiança em intermediários.
Como toda tecnologia, essa nossa tecnologia também evoluiu em dezenas, centenas e, atualmente, milhares de projetos únicos, com múltiplas propostas de soluções e demandas que querem atender, de diferentes maneiras. Vimos, então, a criação de todo este riquíssimo ecossistema de criptomoedas, em um mercado diversificado.
Um ecossistema tão inovador, recente, diversificado e bastante experimental, traz alguns problemas, mas também inúmeros benefícios que impactam diretamente a vida das pessoas, envolvidas ou não com este ecossistema. Entenda quais são alguns destes impactos que as criptomoedas já trazem para nosso presente e podem trazer para nosso futuro.
Qual o impacto das criptomoedas hoje?
As criptomoedas impactam no presente, sempre que alguém pergunta:
O impacto ocorre diante da curiosidade e da vontade de aprender e entender mais sobre a revolução que está acontecendo diante de nossos olhos. Uma revolução que abrange pessoas no mundo todo, em diferentes países, de diferentes classes sociais, culturas e realidades.
https://www.youtube.com/watch?v=0_DlZEIoPYc
As criptomoedas impactam as vidas de pessoas que precisam dessa solução.
Uma revolução que agora está tomando também, não apenas os indivíduos Pessoa Física, mas inúmeras instituições, pequenas, médias, grandes ou gigantes corporativas. O impacto das criptomoedas já é real e sua adoção vem crescendo de forma exponencial por todos os cantos.
Dados estimam que, aproximadamente, 15.174 empresas em todo o mundo já aceitam Bitcoin.
Entre algumas empresas que já estão adotando as criptomoedas em sua realidade, podemos citar:
Tesla e The Boring Company;
MicroStrategy;
Microsoft;
Samsung;
Diversos times de futebol ao redor do mundo;
UFC (Ultimate Fighting Championship);
Starbucks;
entre outras.
Para os investidores atentos que acompanham o mercado, toda semana vemos notícias de uma nova empresa que passou a aceitar pagamento em bitcoin ou outra cripto.
Para falar de gigantes corporativas, temos a BlackRock, maior fundo de investimento privado do mundo em valor de ativos de terceiros sob sua gestão, passando a oferecer a possibilidade de seus clientes investidores adquirirem exposição ao BTC.
A Blackrock possui participação acionária relevante nas maiores grandes corporações do mundo. Pense em uma grande empresa de capital aberto e existe uma grande chance da Blackrock ser uma forte acionista desta empresa, com participação ativa nas decisões dos conselhos administrativos de várias delas. Seu CEO, Larry Fint, é muitas vezes chamado de “Dono do Mundo”, por conta disso.
Qual o impacto das criptomoedas no futuro?
O futuro é incerto e muito do que temos é especulação e projeções com base no que conhecemos hoje.
A revista Fortune Business fez uma projeção de crescimento do mercado cripto nos Estados Unidos até 2028, com o gráfico abaixo. Sendo que em 2020 o tamanho estimado do mercado norte-americano era de US $273 milhões.
Um relatório da Blockware Intelligence traçou projeções de crescimento de adoção do Bitcoin com base em experiências passadas de adoção tecnológica. Imitando a curva de impacto de tecnologias como automóveis, tablets, celulares, rádio, energia elétrica, internet e redes sociais.
O mercado cripto como um todo ainda passa por um momento de amadurecimento, educação e experimentação. De forma geral, o cenário parece muito promissor, com boas empresas liderando a indústria e inovando nos serviços.
A verdade é que o impacto das criptomoedas no futuro virá conforme o ecossistema amadurece e a educação chega em melhor qualidade até um maior número de pessoas. Educação é a chave.
As pessoas também parecem estar se conscientizando sobre a importância de adotar as criptomoedas como dinheiro em seu dia-a-dia, o que agrega ainda mais valor para o mercado e para os projetos que foram criados para esse fim. Além de outras demandas.
A ideia de comprar criptomoedas já parece estar bem aceita entre diversos segmentos e a entrada de grandes instituições tradicionais no mercado ajuda a demonstrar este fato e traçar uma tendência que deve se manter. O crescimento deve se intensificar conforme o uso destes produtos acompanhar a especulação. Todos querem comprar, poucos ainda sabem que podem usar.
E os usos não estão limitados apenas a pagamentos, que acaba sendo a procura mais forte pelos iniciantes, devido à popularidade do Bitcoin. Existe um potencial gigantesco para aplicações relacionadas com documentação (NFT), controle de supply chain em blockchain, identidade digital com proteção criptográfica, armazenamento em nuvem e até mesmo a criação da nova internet, com novas experiências, através da Web 3.0, com o Ethereum (ETH) liderando a revolução desta nova web descentralizada, distribuída e não-permissionada.
O mercado DeFi já superou alguns grandes bancos em tamanho de mercado e deve continuar crescendo, com sua capacidade de solucionar empréstimos, liquidez e trocas com juros transparentes e rentabilidade calculada pelas leis naturais econômicas de oferta e demanda, nas pools de Automated Market Makers (AMMs).
Muitas vezes todo esse crescimento, impacto e “enxurrada” de novidades podem parecer assustadores para quem está chegando agora no ecossistema, mas que nova tecnologia ou revolução não “assustou” um pouquinho?
O susto vem com a quebra de paradigmas e a necessidade de se reinventar.
Já vimos que as criptomoedas trouxeram grande impacto no passado, estão transformando nossa realidade presente a cada dia e contam com projeções otimistas para um futuro nem tão distante. Cabe a cada um decidir participar ou não deste movimento.
Buscando informação aos poucos e focando em soluções e demandas que fazem sentido para sua própria realidade. O investimento precisa ser uma consequência do entendimento e da adoção da tecnologia em nossas vidas.
Na Foxbit nós trabalhamos para te capacitar antes de investir. E oferecemos as ferramentas ideais para quando você decidir trazer seu capital para a revolução cripto.
O Livro de Ofertas é a principal ferramenta para qualquer trader e comprador de criptomoedas, por esse motivo nós da Foxbit investimos na criação do livro de ofertas mais avançado do mercado nacional.
Tela personalizável
E tudo começa com uma boa aparência, o novo design permite não apenas que você use o modo noturno e diurno, mas também que você escolha a ordem dos elementos na tela. Se você gosta de ter o livro de ofertas na direita, agora é simples, basta arrastar e colocar lá.
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Nova barra de buscas e criptoativos favoritos
Falando em personalizações, agora você pode procurar e favoritar as moedas que você mais usa e gosta. Negocia muito bitcoin? Marque na estrela e o par BTC/BRL aparecerá na aba de Favoritos, garantindo um fácil acesso sempre que precisar.
E para você que está apenas começando ou quer diversificar, disponibilizamos as principais categorias do mercado como stablecoins, metaverso, gamecoins, NFT, DeFi e diversas outras. Nunca foi tão fácil navegar nesse mercado.
Facilidade na criação de ordens, históricos e mais
Ficou mais fácil também para sacar e depositar, com links na barra superior.
Assim como ver os últimos trades, ordens abertas, canceladas e saldos; tudo em uma única tela no menu.
Sabemos que agilidade é importante quando fazemos trade. Por isso, o processo de cancelamento de ordens também foi melhorado, agora você pode cancelar as ordens também no próprio livro de ofertas.
Informação é tudo
E para simplificar ainda disponibilizamos informações importantes de forma destacada com a variação nas últimas 24 horas abaixo do preço, menor e maior valor negociado e o volume de negociações.
Esses dados estão disponíveis para todas as moedas da plataforma. E você pode acompanhar todos esses dados, gráficos e a negociação de dezenas de moedas sem estar logado na plataforma no link do nosso Livro de Ofertas.
Com todas essas novidades, nosso Livro de Ofertas se transformou no mais avançado de uma plataforma nacional. Personalização, velocidade, facilidade e informação, venha descobrir esse novo jeito de fazer trade na Foxbit.
Essa não é uma pergunta fácil de ser respondida, apesar de muita gente passar a impressão de que seja. São muitas variáveis que precisam ser consideradas e um ecossistema muito rico em diversidade, onde a generalização normalmente causa o erro.
Vamos tentar responder a pergunta: “Criptomoedas são prejudiciais ao meio ambiente”, neste artigo, mas dificilmente conseguiremos abordar todas as nuances que existem sobre o tema, então não pare de pesquisar por conta própria e não tome nossa resposta como um ponto final!
Como as criptomoedas afetam o meio ambiente?
Apesar de muito diferentes entre si, todas as criptomoedas têm um ponto em comum: elas precisam de uma rede, que precisa de computadores ligados e conectados entre si.
Computadores, por sua vez, consomem energia, emitem CO2 na atmosfera e são desgastados, inevitavelmente gerando lixo eletrônico em algum momento.
Não importa de qual criptomoeda estamos falando, todas elas são assim. E a grande verdade é que estas características não são uma exclusividade só das criptomoedas. Toda rede, ou sistema que utilize equipamentos elétricos também caem nesse mesmo problema.
Na verdade, não apenas sistemas elétricos, mas basicamente toda atividade humana acaba consumindo algum tipo de energia – elétrica ou não, como, por exemplo, combustão. E a maioria delas emite resíduos (CO2 ou outros) na atmosfera e também geram algum tipo de lixo, com o descarte dos materiais e equipamentos utilizados.
O ser humano, por si só, é um agressor natural ao meio ambiente, consumindo recursos escassos, que geram resíduos. Algumas atividades acabam fazendo isso em um maior ou menor grau e algumas são “mais ou menos justificadas”.
Normalmente os grandes críticos das criptomoedas não enxergam o valor da atividade para “justificar” os gastos, mas perceba que isso é um ponto bem subjetivo e que vai acabar variando de pessoa para pessoa. Por isso dissemos que esse é um tema complicado.
Temos certeza que, assim como nós, você enxerga valor nas criptomoedas e em todos os problemas que elas estão tentando resolver – se não fosse o caso, você provavelmente nem estaria lendo esse texto, certo?
Vamos deixar de lado as questões subjetivas e voltar para os fatos. As criptomoedas podem impactar o meio ambiente? Sim, podem. Como qualquer atividade humana.
O especialista Isac Honorato nos contou sua opinião sobre o assunto, ao responder a pergunta: “Criptomoedas são prejudiciais ao meio ambiente?”
“Sim e não. Sim porque toda indústria está sendo construída e isso acaba trazendo um pouco o problema ambiental em diversos níveis. Não se a gente comparar com outros setores e aí não vejo grandes problemas. Em comparação ao sistema bancário atual, o bitcoin consome menos de 10% de energia. A grande questão que eu vejo é como as criptomoedas vão se desenvolver em cima dessa pauta. Ainda é um mercado muito novo. Mas vejo algumas soluções. Um exemplo é como desperdiçamos muita energia, uma pesquisa da Abesco (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia) revelou que só entre 2013 e 2016 o Brasil desperdiçou 143.647 GWh (gigawatt/hora) de energia. Isso significa que jogamos no lixo R$ 61,71 bilhões. O quanto isso poderia parar de ser desperdício e virar ativo? Isso estou falando somente do Brasil e sem contar energia verde. Deu pra entender para onde vamos?”
Quais criptomoedas prejudicam mais o meio ambiente?
Da mesma forma como cada atividade humana prejudica mais ou menos o meio ambiente que outras, cada rede de criptomoedas têm suas próprias regras, incentivos e graus de impacto.
Como o impacto ao meio ambiente está diretamente ligado ao consumo de recursos escassos (energia) e emissão de resíduos (CO2 e lixo eletrônico), independentemente de ser ou não justificável (subjetivo), as criptomoedas que mais prejudicam o meio ambiente são aquelas que mais consomem energia, mais emitem CO2 e mais desgastam equipamentos elétricos.
Apesar de todas precisarem de computadores interconectados e funcionando, algumas delas utilizam um método de consenso chamado proof-of-work, que aumenta a segurança da rede (e a recompensa para os validadores) quanto mais trabalho computacional for gerado. Mais trabalho computacional significa mais energia consumida e mais resíduos emitidos.
Estas redes, como o Bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH) pré-merge, criam incentivos para um maior impacto ambiental, já que os mineradores competem entre si, disputando quem consegue gerar mais trabalho (hashrate), para lucrar mais e dificultar mais que atores maliciosos prejudiquem a rede.
A rede do Bitcoin, por exemplo, gera cerca de 79,37 Mt de CO2 e 33,99 kt de lixo eletrônico anualmente. Comparado com o que gera Omã e Holanda, respectivamente.
Em questão de consumo de energia elétrica, são 142,30 TWh consumidos anualmente. Comparável com a Ucrânia.
“Impacto ambiental total do Bitcoin ao ano” Fonte: Digiconomist
A rede do Ethereum não fica muito atrás, com 87,62 TWh de energia consumida (Finlândia) anualmente e 48,87 Mt CO2 (Bulgaria), no mesmo período. O lixo eletrônico de ETH é menos relevante, já que a rede pode ser minerada com GPUs, que possuem uma durabilidade muito superior às ASICs do BTC.
“Impacto ambiental total do Ethereum ao ano” Fonte: Digiconomist
Como resolver o impacto ambiental das criptomoedas?
Analistas estimam que, com a tão esperada atualização para o Ethereum 2.0, que transformará a rede em proof-of-stake, como já ocorre com a maioria das outras criptomoedas, o consumo de energia elétrica deve cair em 99,95%. E um efeito parecido deve ocorrer com a emissão de carbono.
Existem muitas outras redes de criptomoedas que conseguiram criar um sistema mais eficiente, com menor consumo de energia, menor emissão de poluentes e menor geração de lixo eletrônico, alcançando resultados muito parecidos.
Com foco em eficiência energética podemos citar redes como Cardano (ADA), Avalanche (AVAX), Algorand (ALGO) e Hathor (HTR), por exemplo, que oferecem soluções semelhantes ao Ethereum e com maior eficiência que a rede proof-of-work. Após o The Merge saberemos se o ETH 2.0 conseguirá manter ou superar essa eficiência, mas as expectativas são positivas.
Em comparação com o Bitcoin, por exemplo, temos redes como Nano (XNO) e Ripple (XRP) – com maior eficiência energética, que utilizam modelos de consenso próprios e sistemas mais “leves”. Com outros incentivos.
Criptomoedas focadas em realmente resolver os problemas ambientais
Mas não só existem estes projetos que possuem maior eficiência, com menor impacto ambiental, como existem aquelas criptomoedas que possuem o objetivo de criar soluções práticas e reais para ajudar o meio-ambiente.
Esse é o caso do Crédito de Carbono da Moss (MCO2) e da Ambify.
Ambify, por exemplo, é um aplicativo de smartphone que coloca nas nossas mãos o que antes só era possível para grandes empresas: Compensar as nossas emissões de CO2 com créditos certificados.
Ela cria incentivos financeiros para que as pessoas diminuam sua emissão de CO2 – agindo no sentido contrário de redes proof-of-work que criam incentivos financeiros para que as pessoas aumentem sua emissão de CO2.
Além disso, o ecossistema da Ambify também está ligado com ONGs e causas que colaboram diretamente com o meio ambiente e com questões ambientais. Essa é a beleza de um livre mercado tão rico e variado como o das criptomoedas, onde é possível encontrar soluções específicas para alguns problemas específicos, desde que se trabalhe com os incentivos corretos.
Segundo anúncios da Ethereum Foundation, entre 06 e 20 de setembro de 2022 acontecerá o The Merge, atualização da rede Ethereum (ERC-20).
O que é o The Merge?
O principal objetivo dessa atualização é alterar o atual mecanismo de consenso usado na rede – proof-of-work (PoW) – para proof-of-stake (PoS) que promete auxiliar na eficiência energética da rede Ethereum. Essa atualização vai acontecer em duas etapas, Bellatrix e Paris.
A primeira fase é a Bellatrix, que deverá acontecer em 06/09/22 quando a Beacon Chain atingir o epoch 144.896. Essa fase é uma atualização no Beacon Chain para prepará-lo para The Merge.
A segunda fase, chamada de Paris, é a transição da camada de execução da PoW para PoS. Essa transição será acionada pelo valor de PoW da Ethereum, ao atingir o Terminal Total Difficulty (TTD) de 58.750.000.000.000.000.000.000, que segundo a Ethereum Foundation deve acontecer por volta de 15 de setembro de 2022.
Priorizando sempre a sua segurança e de seus ativos, veja como será a movimentação de tokens ERC-20 aqui na Foxbit durante o período de atualização:
1. Depósitos e saques dos ativos ERC-20
Os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) funcionarão normalmente durante o período de atualização “The Merge” Fase 1, mas pode haver atraso na transação caso ocorra instabilidade na rede do Ethereum.
Quando a fase 2 iniciar, os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) serão suspensos até que a atualização “The Merge” aconteça por completo. Manteremos todos informados.
Atualização – 13/09/2022
Para garantir a segurança de seus ativos, os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) serão suspensos a partir das 11h do dia 14/09/22 até que a atualização “The Merge” aconteça por completo.
É imprescindível que nenhum depósito ou saque ERC-20 sejam realizados durante esse período, pois a rede estará instável e qualquer ação de envio pode acarretar na perda do ativo.
Atualização – 15/09/2022
O The Merge foi finalizado e os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) já estão funcionando em nossa plataforma.
Ainda pode haver alguns atrasos na transação durante o dia de hoje. Qualquer problema, entre em contato com o nosso time.
Atualização – 16/09/2022
Os depósitos e saques de ETH e outros ativos da rede (ERC-20) já estão funcionando normalmente em nossa plataforma.
2. Negociações dos ativos ERC-20
O The Merge não afetará a negociação (trade) de tokens da rede Ethereum e ERC-20, então você pode comprar/vender normalmente em nossa plataforma durante esse período.
Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a gente através da nossa Central de Ajuda.
Para mais informações sobre essa atualização, assista esse vídeo da MoneyTimes: