Que o nosso mercado se movimenta em uma velocidade incrível, isso nós já sabemos. São dezenas, senão centenas, de projetos surgindo o tempo todo, novas empresas, novos entusiastas e investidores que se jogam de cabeça na indústria blockchain e no mercado de criptomoedas.
Fazendo parte de toda essa riqueza que temos em nosso ecossistema está também a “cultura pop”. Já são diversos filmes e séries que, de alguma forma, tratam sobre o nosso mercado e a temática cripto.
Separamos alguns destes filmes e séries sobre criptomoedas para compartilhar com você, que talvez esteja procurando algo interessante para assistir e de quebra aprender um pouco mais.
Entretenimento: Filmes e séries de criptomoedas com histórias fictícias
Antes de voltarmos para o mundo real, convidamos vocês a entrarem no mundo imaginário da ficção e conhecer estes três filmes e séries sobre criptomoedas, mas que tratam de histórias criadas com o único objetivo de gerar entretenimento.
Desaparecimento na Noruega (2021)
Começamos pelo melhor recomendado e também produção mais recente. A minissérie “Desaparecimento na Noruega” foi produzida em 2021, mas chegou na Netflix apenas em setembro de 2022. Baseada em fatos reais, mas de roteiro adaptado.
Seu nome original é “Forsvinningen på Lørenskog” e possui nota 6,1 de 10 no IMDb, com 777 avaliações.
Ela conta a história do desaparecimento de Anne-Elisabeth Hagen, sob suspeita de sequestro, cujos supostos sequestradores exigem o pagamento de €9,0 milhões de euros que deve ser realizado em Monero (XMR) – criptomoeda com foco em privacidade.
Enquanto os policiais discutem sobre a exigência, eles levantam algumas características de monero como não ser rastreável e descentralizado.
Crypto (2019)
Na sequência temos o filme Crypto, classificado como policial, drama e suspense com nota 5,2 de 10 na IMDb e 5,3 mil avaliações.
No elenco está o conhecido ator autoproclamado libertário, Kurt Russell, que já estrelou em filmes como “Velozes e Furiosos”, “Os Oito Odiados” e “Guardiões da Galáxia”. Também temos Beau Knapp e Jill Hennessy da série norte-americana Lei e Ordem (Law & Order).
O filme conta a história de um jovem banqueiro e investidor de Nova York em meio à uma complexa investigação de fraude financeira e lavagem de dinheiro, com diversas citações à criptomoedas, principalmente Bitcoin (BTC).
Decrypted (2021)
Para descontrair, terminamos a seleção de obras fictícias com a comédia Decrypted. De nota 4,8 de 10 no IMDb e 1,5 mil avaliações.
Este filme retrata, com muito humor, uma equipe da Agência de Segurança Nacional consegue encontrar e sequestrar Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin, com a intenção de descobrir informações relevantes que, de acordo com o filme, poderiam destruir completamente a criptomoeda líder de mercado.
Documentários sobre criptomoedas
Caso você esteja buscando filmes e séries sobre criptomoedas com um objetivo mais educativo ou histórico, talvez seja interessante conferir alguns dos muitos documentários que tratam do tema.
Existem muitas boas opções disponíveis no mercado e em diversas plataformas diferentes, tanto pagas quanto gratuitas.
Em nosso top 3 estão:
Deepweb (2015);
Não confie em ninguém – A caça ao rei da criptomoeda (2022);
“Todas as moedas do mundo estão desvalorizando exceto o bitcoin!” Essa é uma afirmação ousada e pode gerar dúvidas em muitas pessoas, mas fica mais um pouco aqui com a gente para entender o que queremos dizer com isso.
A surpresa pode ocorrer principalmente porque, no momento da redação, o BTC saiu de sua atual alta histórica em US $69.000, para ser negociado por US $20.000 no par BTC/USD. Uma desvalorização de 71% do preço alcançado em 09 de novembro de 2021, para o preço observado no dia 04 de outubro de 2022, quase um ano depois.
Então, se você estranhou nosso título, levando este período de 11 meses como base, você tem toda razão, mas queremos te convidar a “diminuir o zoom” em seu gráfico, ou na janela temporal que está sendo analisada. Vamos olhar para o médio e longo prazo e ver como o Bitcoin desempenhou em relação às moedas fiduciárias em toda sua história.
Inflação não é um acidente
Nos últimos dois anos, o tema “inflação” ganhou destaque nas manchetes e nas conversas de bar entre amigos ou em mesas de jantar familiares. Isso ocorreu porque índices de inflação do mundo todo passaram a marcar níveis recordes de aumento de preço aos consumidores, demonstrando a perda de valor das moedas fiduciárias visto antes apenas em raras ocasiões com tamanha escala e impacto.
Mas o fato é que a inflação sempre esteve presente em nossa realidade, apesar de pouco notada pela maioria das pessoas, e não, ela não ocorre por acidente ou por falta de controle dos administradores do dinheiro.
A inflação é uma meta a ser atingida pela maioria dos bancos centrais. Não é exagero, ela é literalmente uma meta administrativa, dentro de um plano de negócios baseado em uma escola específica da economia – a Keynesiana – que defende a posição acadêmica de que inflação é bom para a economia, enquanto deflação é ruim; então a inflação deve ser constantemente buscada pelos Bancos Centrais, para “incentivar a economia”.
Independentemente desse posicionamento econômico, que já foi refutado por diversos autores da Escola Austríaca de Economia, ser válido ou não (o que já envolveria uma discussão mais avançada de economia – que não é o objetivo aqui), os efeitos da inflação são claros como o céu do meio dia sem nuvens: A perda do valor da moeda perante outros bens ou serviços.
Essa perda de valor é facilmente observada com a perda do poder de compra nos mercados. Uma comparação com outras moedas fiduciárias seria falha, já que todas estão perdendo valor em seu próprio ritmo, pela gestão intencional e a manutenção das metas de inflação durante toda sua história.
É por isso que dizemos que inflação não é um acidente. Ela é causada de forma consciente e histórica pela grande maioria dos governos e bancos centrais, o que inevitavelmente leva à uma desvalorização gradual e, também intencional, das moedas fiduciárias.
Fundamentalmente falando, o bitcoin tende a valorizar com o tempo
Aqui estamos falando de fundamentos. E o Bitcoin, diferente das moedas fiduciárias, tem uma meta deflacionária. Ele foi intencionalmente criado para se tornar deflacionário em um determinado momento.
É importante lembrar que ainda existe uma pequena, controlada e previsível inflação na oferta (supply) do BTC. Essa inflação ocorre através da distribuição de novas moedas, que são colocadas em circulação através da mineração – no halving atual de 6,25 BTC a cada 10 minutos, ou aproximadamente 900 BTC/dia. E ela cai pela metade de quatro em quatro anos.
Com menos moedas sendo colocadas em circulação e um aumento da demanda, a conta é fácil. O Bitcoin tende a valorizar com o tempo, perante outros bens, serviços e, principalmente, perante as moedas fiduciárias como o Dólar (USD) ou o Real (BRL) – com suas metas históricas de inflação médias de cerca de 2,0% e 4,0%, respectivamente.
Desde 1933, em sua criação, o dólar norte-americano perdeu cerca de 92% de todo seu poder de compra.
Desde 1994, em sua criação, o real brasileiro perdeu cerca de 86,57% de todo seu poder de compra. Isso sem falar de todas as moedas que vieram antes dele, no país.
Desde 2013, em seu registro mais baixo no CoinMarketCap (US $65,53), o bitcoin ganhou cerca de 30.504% de seu poder de compra em relação ao dólar, mesmo após perder os 70% desde novembro de 2021.
É historicamente demonstrável que, nos mais de 13 anos desde sua criação, o bitcoin se valorizou, enquanto todas as outras moedas fiduciárias se desvalorizaram perante a moeda descentralizada, global e sem fronteiras que lidera o mercado de criptomoedas.
Ao aumentar o zoom para o mercado cripto, vemos diversos outros projetos que, assim como o BTC, foram desenhados para manterem fortes fundamentos econômicos que devem trazer valorização com o tempo. E alguns deles vêm consistentemente valorizando até mesmo em relação ao bitcoin, enquanto o mercado aprende sobre estas questões e a importância de tokenomics saudáveis que permitem esse fenômeno. Em um cenário de crise econômica, vemos muitos investidores, administradores e especialistas recorrendo ao Bitcoin e ao mercado cripto como uma forma de proteção patrimonial, em resposta à um sistema externo (fiat) que, majoritariamente, ainda tende a desvalorizar com o tempo, pelo simples motivo de que ele foi criado desta maneira.
Se você achava que o mercado de criptomoedas não chegaria ao mundo do futebol, se enganou! Desde 2021, alguns dos principais clubes brasileiros lançaram os fan tokens, que vêm conquistando torcedores e investidores!
Neste artigo, vamos entender o que é fan token, como ele funciona e analisar se vale a pena investir nessa nova onda. Continue a leitura e confira!
O que é fan token?
Para facilitar o entendimento sobre o que é fan token, é recomendado que você saiba o que é token e quais os tipos de token existentes. Mas caso ainda não saiba, não se preocupe! Explicamos tudo neste outro artigo.
Agora, vamos explicar o que são os fan tokens!
Eles entram na categoria de utility token — ou tokens de utilidade —, e estão relacionados a grupos esportivos, como times de futebol, por exemplo.
Ao adquirir um fan token, o torcedor tem acesso a produtos digitais e conteúdos exclusivos do seu time, além de poderem participar de votações exclusivas e outros benefícios liberados pelo clube.
A princípio, os fan tokens podem se parecer com os programas de sócio torcedor. Porém, existem 3 principais diferenças cruciais:
1 – O fan token conta com a tecnologia blockchain em sua estrutura;
2 – Não existe um valor de mensalidade a ser pago após o pagamento de aquisição do fan token;
3 – O fan token é um tipo de investimento, pois ele pode valorizar ou perder valor com o tempo, aumentando as possibilidades de ganhar dinheiro com as transações de compra e venda.
Para que serve um fan token?
Do ponto de vista prático, o fan token tem duas utilidades: uma voltada ao torcedor e outra voltada ao investidor.
Para os torcedores, ele funciona como um acesso VIP a conteúdos, produtos e serviços exclusivos, tornando-se um excelente atrativo para quem faz parte da grande quantidade de brasileiros apaixonados por futebol.
Já para os investidores, o ato de adquirir fan tokens é uma forma de diversificar e até potencializar sua carteira de investimentos, possibilitando ganhos futuros com as transações de compra e venda.
Quais os riscos de investir em fan tokens?
Para entender os riscos de investir em fan tokens, é essencial ter em mente que as regras sobre os benefícios oferecidos na sua compra ficam a cargo dos times de futebol. Isso significa que um primeiro risco é que, caso a experiência oferecida para o torcedor não seja satisfatória, aquele fan token comece a se desvalorizar.
Além disso, é importante considerar que os efeito manada típico do mercado de criptomoedas se aplica aqui também, de modo que uma única notícia ou acontecimento faça com que seu valor oscile de forma inesperada, para cima ou para baixo.
Quais clubes brasileiros oferecem fan token?
Até o momento, existem 6 clubes de futebol brasileiro com fan tokens ativos, conheça quais são!
Flamengo
O lançamento do $MENGO, fan token do gigante carioca foi sucesso absoluto! Foram vendidos mais de 1 milhão de tokens nos primeiros 15 minutos após sua abertura, gerando uma receita de mais de US$ 3 milhões para o clube e a empresa emissora.
Um dos primeiros benefícios concedidos aos torcedores foi uma votação para a escolha da frase da parede do vestiário do Flamengo no Estádio do Maracanã.
Corinthians
O projeto de fan token do Corinthians é chamado $SCCP. O clube vendeu mais de 850 unidades no lançamento do token, oferecendo votações que definiram quais ídolos do time receberiam homenagem nos muros da sede do time: o Parque São Jorge.
São Paulo
O lançamento do $SPFC rendeu mais de US$ 1,7 milhão de lucro para o clube paulista e sua emissora. Logo após a venda dos primeiros tokens, os torcedores puderam escolher frases que foram posicionadas no Estádio do Morumbi durante os jogos do time.
Santos
O Santos foi o clube que mais se diferenciou dos demais no lançamento do seu fan token. Ao invés de fazê-lo por meio da Socios.com, o time decidiu ir para o caminho das finanças descentralizadas (DeFi), oferecendo seu ativo por meio da exchange descentralizada PancakeSwap.
Atlético MG
Saindo do eixo Rio-São Paulo, o Atlético Mineiro estreou os fan tokens na região mineira. Assim como aconteceu com o Corinthians, o clube mineiro vendeu mais de 850 mil unidades do $GALO para seus torcedores.
Cruzeiro
Logo depois do lançamento do Atlético MG, chegou a vez do Cruzeiro, que lançou o CRZ e vem concedendo promoções exclusivas para mais de 950 mil torcedores.
Além disso, a seleção brasileira também lançou seu fan token em 2021, gerando grande expectativa sobre as experiências inéditas para os torcedores durante a Copa do Mundo de 2022.
Afinal, vale a pena investir em fan token?
Se você chegou até aqui e quer saber se vale a pena adquirir fan tokens, a resposta vai depender dos seus objetivos e exposição ao risco.
A compra certamente vale a pena para quem deseja ter acesso aos benefícios exclusivos oferecidos pelo seu time do coração.
Para os investidores, nem sempre pode ser a melhor solução para criar uma reserva de valor, já que o aumento do seu valor de mercado dependerá exclusivamente dos conteúdos oferecidos pelos clubes, tornando a valorização uma consequência secundária e não o objetivo final deste ativo.
Você sabia que o Brasil é o maior produtor de café do mundo?
Sim, com mais de 30% do cultivo mundial nós ficamos em primeiro lugar quando falamos em produção e exportação de café.
A commodity tem grande relevância no mercado nacional e internacional, em especial o grão arábica, pois seu preço é cotado em dólar. Ou seja, investir em café é uma maneira de dolarizar seus investimentos.
Mas investir em café não era tão fácil. Para investir no ativo através da bolsa de valores, você deveria adquirir no mínimo 100 sacas de uma vez. Muita coisa né?
Coffee Coin, o primeiro token garantido em café do mundo, nasceu para desburocratizar esse tipo de investimento no agronegócio.
Mas a dúvida que não quer calar é:
O que é Coffee Coin?
Desenvolvido na Blockchain da Ethereum de acordo com o padrão ERC-20, cada Coffee Coin equivale a um quilo de café arábica verde (cru em grão).
Este token foi desenvolvido para servir como uma ferramenta de utilidade aos produtores e participantes da cadeia cafeeira.
Só em 2021 o café, e consequentemente o token Coffee Coin, tiveram uma valorização de 90% em 7 meses.
Além de uma ótima opção de investimento, o Coffee Coin pode ser usado pelo produtor como crédito rural, barter (troca entre o produto e insumos de produção), hedge e outros.
Conheça a empresa idealizadora desse incrível projeto:
Quem está por trás do Coffee Coin?
Com o objetivo de proporcionar participação no mercado de café, a Minasul desenvolveu o Coffee Coin como uma opção para transações comerciais e de pagamentos dentro do ecossistema da Cooperativa Minasul.
Há mais de 60 anos no mercado cafeeiro mundial e comercializando em torno de 2 milhões de sacas de café por ano, a Minasul é uma Cooperativa Agroindustrial, situada no Município de Varginha – MG.
O mercado de commodities no Brasil fatura bilhões por ano. Só a Minasul, faturou 1,5 bilhão em 2020.
E aí, bora tomar Coffee Coin? Opss… Comprar Coffee Coin!
Quem é heavy user de internet e acompanha as tendências digitais já deve ter se deparado um punhado de vezes com a palavra “Metaverso”. Grandes empresas, como a Nike. já aderiram à tendência. O Facebook até mudou o nome para META para acomodar seu objetivo de entrar na realidade virtual.
Apesar do mundo virtual em blockchain estar nos holofotes da mídia, ainda há muita gente que não sabe o que é o metaverso e suas aplicações no dia a dia. Portanto, preparamos este artigo para informá-lo(a) a respeito do quê você precisa saber sobre o metaverso, por que ele está em evidência e como aplicá-lo à vida cotidiana.
Qual a relação do metaverso com a realidade virtual?
O metaverso em termos simples é um mundo virtual que é usado por pessoas reais e são representados por avatares digitais. Para entender melhor o conceito de Metaverso, é um mundo virtual 3D que é alimentado por realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR). As principais características do Metaverso são que ele é interoperável, em tempo real e autossustentável.
Desde o início das restrições do Covid-19, muitas coisas mudaram em relação ao que costumavam ser. Houve um aumento no trabalho remoto, encontros remotos e outros eventos pessoais, de preferência online. O metaverso surge para facilitar tudo isso!
O que compõe o Metaverso?
Muitas tecnologias estão integradas ao conceito do metaverso. São elas:
Tecnologia 3D
O Metaverso faz uso da tecnologia 3D e 4K HD para criar um mundo virtual onde as pessoas podem interagir umas com as outras usando avatares digitais exclusivos.
Blockchain e criptografia
Por suas qualidades de interoperabilidade, transferência de valor, coleta, descentralização, propriedade digital e transparência, o blockchain faz parte do metaverso para o desenvolvimento e evolução constante do conceito.
Internet das coisas (IoT)
No metaverso, a internet das coisas é necessária para preencher a lacuna entre o mundo físico e a realidade virtual 3D. A internet das coisas possibilita que as representações no metaverso sejam precisas às do “mundo real”.
Inteligência artificial
A inteligência artificial ajuda a melhorar o nível de engajamento e interação no metaverso. Além disso, contribui para aumentar a eficácia do gerenciamento de dados na plataforma.
Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada (AR)
A realidade virtual e aumentada proporcionam aos usuários do metaverso uma experiência aprimorada do mundo físico no mundo virtual. Ajuda a recriar os elementos e representações gráficas do mundo físico.
Por que o Metaverso está tão em alta?
A internet tem caminhado lentamente para a realidade virtual há algum tempo, mas a maior tendência do metaverso aconteceu quando o Facebook declarou seu objetivo de mudar o nome da empresa-mãe para Meta para acomodar seu objetivo de criar uma plataforma Metaverse.
Desde então, muito dinheiro foi injetado no projeto pela Meta, com US$ 10 bilhões orçados para o projeto em 2021.
Empresas como Nike, Apple e Microsoft se envolveram no desenvolvimento de um mundo virtual 3D. A Microsoft está tentando criar um ambiente de trabalho colaborativo para empresas e este projeto é conhecido como Microsoft Mesh e adquiriu a Activision Blizzard no processo. A Nike, por outro lado, também adquiriu a RTFKT Studios, um estúdio digital que produz calçados vestíveis para o metaverso.
Todas as novidades e os diversos benefícios do metaverso são o que impulsionam as tendências sobre essa inovação tecnológica.
Aplicações do Metaverso na vida cotidiana
O Metaverso é uma tecnologia inovadora muito útil de várias maneiras para o ser humano médio e está ajudando a mudar a comunicação entre os seres humanos de uma forma que nunca antes vista. Aqui está uma explicação completa dos casos de uso do metaverso para o humano médio.
A plataforma de realidade virtual 3D em rede
Uma das aplicações importantes do metaverso é como ele pode ser usado para interagir e se comunicar com outras pessoas. Esse tipo de socialização não termina em conversar uns com os outros como as mídias sociais, vai mais longe para integrar a compra de NFT e jogos como parte da interação entre indivíduos usando avatares digitais exclusivos.
Adquirir NFTs
Muitas plataformas de jogos integraram o Metaverso em sua jogabilidade e, às vezes, os vencedores agora são recompensados com tokens não fungíveis (NFTs) como prêmios. Plataformas de jogos virtuais 3D, como The Sandbox e Axle Infinity, permitem que seus usuários criem, reproduzam e vendam seus avatares em troca de NFTs ou outras formas de criptomoedas.
Turismo Virtual
O Metaverso agora permite que os usuários explorem locais como hotéis e resorts que desejam visitar e verifiquem o que lhes agrada ou seus gostos sem precisar de fato visitá-los fisicamente.
Você pode pagar para ter um tour visual das pirâmides egípcias, Grande Muralha da China por exemplo, e pagar pouco por isso. Isso evita a preocupação de aprovações de visto, bem como o custo de transporte e alimentação para visitação em tempo real. Esta é outra ótima resposta para as perguntas “quais são os usos do metaverso” que são feitas pelas pessoas na maioria das vezes.
Trabalho remoto
Um dos desafios do trabalho remoto entre indivíduos é a comunicação eficaz entre colegas de trabalho. O Metaverso possibilita que você leia a linguagem corporal de seus colegas enquanto trabalha com eles e também ajuda a controlar o tempo para um gerenciamento eficaz do tempo.
Aplicações do Metaverso nos Negócios
É claro que o metaverso não se aplica exclusivamente à vida cotidiana. Veja abaixo algumas aplicações que já se tornaram realidade no mundo dos negócios:
Novas oportunidades em marketing
Os usuários do metaverso aumentaram consideravelmente e, como as plataformas de jogos estão na vanguarda das comunidades do metaverso, as empresas agora podem usar o metaverso para campanhas de marketing.
Comunicação em tempo real com os clientes
Com o uso da realidade virtual (VR) e da realidade aumentada (AR), o metaverso mudará completamente a realidade da comunicação entre as empresas e seus clientes. As empresas agora poderão se comunicar e interagir com seus clientes em tempo real usando avatares digitais.
Escritório virtual
As empresas agora podem usar o metaverso para criar um ambiente de trabalho virtual para seus funcionários. Várias empresas já estão integrando isso em seu sistema de trabalho, como o Virtuworx, que faz uso de VR e avatares digitais para criar um espaço de trabalho virtual e acompanhar os trabalhadores.
Concluindo
O Metaverse é um mundo virtual 3D composto por tecnologias como VR e AR, inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT) e blockchain. A tecnologia inovadora está em alta desde 2021, desde o grande rebranding do Facebook e outras grandes empresas, como Apple, Microsoft e Nike. Além do hype, o metaverso tem muitos aplicativos para indivíduos e proprietários de empresas.
E você? Já aderiu ao Metaverso? Acesse nosso blog e leia mais sobre o assunto.